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13

Ago

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Rede de fast food lança máscaras faciais com pedidos escritos

Burger King vem se mantendo bastante ativo na publicidade durante a pandemia. Não foram poucas as ações da marca que navegaram por este momento difícil, como receita para fazer Whopper em casa, brincadeiras no Zoom, promessas de festas de aniversário atrasadas e claro, a famigerada celebração de Natal em julho.

Faz sentido então que agora que o mundo busca promover a reabertura tímida a marca esteja promovendo uma nova ação com o item do momento: máscaras faciais. Criado pela Buzzman, a nova campanha da rede nos Estados Unidos envolve a criação de máscaras customizadas para o público poder ir com segurança aos drive-thrus da companhia fazer seus pedidos sem sofrer para comprar seus lanches: se as máscaras dificultam o entendimento da fala, por que não costurar os pedidos nas vestimentas?

É uma bela jogada porque não apenas suaviza todo o atendimento das unidades como em tese ajuda a manter ainda mais seguro o público, dado que um papo de cinco minutos nas atuais circunstâncias pode espalhar a doença em caráter exponencial. O design da máscara é bem básico, com um centro vermelho e uma periferia branca chamando atenção para as palavras escritas – que tem todo tipo de opção, incluindo o básico pedido do Whopper com fritas e coca.

Além de lembrar as “coroas de distanciamento social” que a marca lançou na Alemanha no início das medidas de distanciamento social, a premissa da ação é muito similar à piada que o Starbucks fez recentemente na Inglaterra para marcar a reabertura das lojas. O truque é de novo solucionar com humor um problema bobo de atendimento, mas que pode ser gatilho em tempos onde os nervos andam exaltados e todo mundo está tenso (com razão) para realizar atos simples como sair de casa.

A ação acontece no Facebook e Instagram do Burger King nos Estados Unidos, onde os usuários podem pedir suas máscaras com simples comentários nos perfis oficiais da rede.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130320/para-facilitar-a-vida-na-pandemia-burger-king-lanca-mascaras-faciais-com-pedidos-escritos/

19

Jun

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Principais agências de publicidade nos EUA vão divulgar dados internos de diversidade

Mais de 30 agências do mercado de publicidade nos Estados Unidos anunciaram nesta quinta (18) que vão divulgar ao público os dados internos sobre como lidam com questões de diversidade em seu ambiente de trabalho. A lista inclui alguns dos principais nomes do meio, como a 72andSunny e a Wieden + Kennedy, e foi criada como parte do #CommitToChange, projeto que busca combater injustiças raciais na área.

A ideia vem da 600 & Rising, iniciativa sem fins lucrativos fundada por Bennett D. Bennett e Nathan Young que surgiu após a dupla lançar no último dia 9 de junho uma carta aberta ao mercado que pedia medidas efetivas sobre o tema. Intitulado “Um Grito por Mudança”, o documento assinado por 600 profissionais negros elencava 12 demandas que incluíam itens como aumento da representação negra nas agências, apoio a fundos a grupos de profissionais não brancos e a criação de programas que ajudassem negros a conseguir um plano de carreira mais longo nas empresas – além da liberação anual dos dados de diversidade para a produção de um relatório sobre a indústria.

Além da 72andSunny e a Wieden + Kennedy, as agências que se comprometeram com a liberação de informações foram a barrettSF, a Camp + King, a Cornett, a Copacino + Fujikado, a Collectively, a DNA, a Ecotone, a Giant Spoon, a Grow, a Ingredient, a Instrument, a NOBL, a Noble People, a North, a Nostos, a O’Keefe Reinhard & Paul, a Observatory, a Periscope, a Preacher, a Red & Co, a Sideways NYC, a Solve, a Stink Studios, a The Many, a The Martin Agency, a The Social Lights, o Turnstyle Studio, a Versa, a Wondersauce e a Zambezi.

De acordo com o AdWeek, todas as participantes devem enviar ainda hoje ao 600 & Rising os dados divididos em categorias como identidade de gênero, raça e etnicidade, posições sênior e departamentos específicos – há todo um documento com os pontos específicos. A expectativa agora é que mais empresas aceitem participar do projeto, de forma a traçar uma análise precisa do cenário hoje e dar os primeiros passos rumo a uma indústria mais aberta a todos os profissionais.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/127806/principais-agencias-de-publicidade-nos-eua-vao-divulgar-dados-internos-de-diversidade/

17

Jun

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Negros ainda são minoria em peças publicitárias nas redes sociais revela estudo

A segunda edição do estudo sobre a diversidade na publicidade brasileira, realizado pela Elife e pela agência SA365 por meio da plataforma de gestão de social media Buzzmonitor, revela uma disparidade também no protagonismo de pessoas brancas em publicações das marcas nas redes sociais. Segundo a pesquisa, que analisou 5.261 posts no Facebook e no Instagram feitos por 20 dos principais anunciantes brasileiros, entre janeiro e dezembro de 2019, os brancos estão presentes em 87% das publicações de marcas no período, contra 34% de negros (o levantamento levou em conta a presença de ambas as raças simultaneamente em parte dos casos).

A primeira edição da pesquisa, lançada em 2019, referente a dados do ano anterior, somente lidava com informações do Facebook. Nesta edição, foram incluídos dados de anunciantes disponibilizados no Instagram. Em nota, Viviane Ito, head de insights e planejamento da SA365 e uma das responsáveis pela pesquisa, comentou que, de um ano para o outro, a queda na presença de pessoas negras na publicidade foi de dez pontos percentuais. “No ano passado, durante a primeira edição da pesquisa, já havíamos percebido que os negros eram um dos grupos mais subrepresentados, mas não imaginávamos que haveria uma queda tão expressiva”, afirmou Aline Araújo, gerente de produtos da agência, também responsável pela pesquisa.

Outro grupo pouco representado nas peças publicitárias nas redes sociais são os membros da comunidade LGBTQIA+, que estão presentes em somente 4% das publicações, sendo a partir de figuras públicas e demonstrações afetivas. As pessoas que apresentam alguma deficiência (PCDs) apareceram em 3% da amostra e o grupo de asiáticos, em 1%. Já a presença de grupos indígenas não foi registrada em nenhum dos materiais analisados. Por outro lado, o estudo mostrou que as mulheres estão mais presentes nos materiais (71%), seguidas por homens brancos (62%).

A metodologia da pesquisa contou com sete fases: identificação dos principais anunciantes; seleção das marcas pelo Buzzmonitor; mineração de dados; seleção de posts contendo protagonistas humanos; classificação de grupos presentes nas imagens; cruzamentos de dados; e análise qualitativa. Os anunciantes analisados são de dez categorias: cerveja, bebidas não alcoólicas, higiene e beleza, farmacêutica, financeiro, varejo, alimentos, telecomunicações, hotelaria, automotivo.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/06/16/negros-ainda-sao-minoria-nas-pecas-publicitarias-revela-estudo.html

11

Jun

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Peça publicitária da ALRN sobre lei da Delegacia Virtual da Mulher recebe reconhecimento internacional

A campanha publicitária da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, sobre a aprovação do Projeto de Lei de autoria da deputada estadual, Isolda Dantas (PT) que cria a Delegacia Virtual em Defesa das Mulheres feita pela Agência Executiva Comunicação ganhou destaque no site Ads of the World que vem ser o maior índice de publicidade criativa do mundo, apresentando trabalhos de todo o mundo.

"O maior prêmio que podemos receber é o reconhecimento de que estamos no caminho certo na comunicação legislativa. Conseguimos superar as adaptações nesse período de pandemia do coronavírus e mesmo em teletrabalho, organizamos as atividades e junto com a equipe, hoje destacamos a honraria conquistada. Unimos o jornalismo e a publicidade na divulgação da delegacia virtual para combater a violência doméstica, projeto inovador, com elementos virtuais e integram também a comunicação com denúncias pelo WhatsApp. A Assembleia tem bandeiras sociais que aproximam o cidadão, uma luta constante do presidente Ezequiel Ferreira na defesa da inclusão e da acessibilidade por todos”, destaca a Diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, a jornalista Marília Rocha.

Outro ponto ressaltado na lei tem integração com a atuação da Diretoria de Relações Institucionais, com o jornalista Rodrigo Rafael, que comenta a aprovação da lei como pela Assembleia e sanção do Executivo. “O Legislativo cumpre o seu importante papel social, em defesa da população e na busca pela erradicação da violência doméstica, crescente neste período de isolamento social. Desde o andamento do projeto, a aprovação em
plenário virtual até a concretização da lei, acompanhamos todo o processo, garantindo transparência e publicidade no que é feito pelo Legislativo”, argumenta Rodrigo Rafael.

A peça publicitária foi produzida pela Agência Executiva Comunicação e escolhida como vencedora do prêmio. Divulgada em jornais impressos do RN, nas redes sociais da @assembleiarn, o conteúdo se baseia no diálogo construído com a SEMJIDH, Degepol e o Comitê de enfrentamento à violência doméstica e familiar. “O dispositivo assegura o recebimento de denúncias, registros de ocorrências, envio de fotos e documentos relativos aos crimes e situações de violência doméstica”, comenta a deputada estadual Isolda Dantas (PT), autora do projeto. 

"Nosso agradecimento por todo o trabalho e excelente atuação da agência Executiva Comunicação nas redes sociais do legislativo estadual. O reconhecimento no site Ads of the World aumentou o alcance da campanha para todo o mundo", salienta Marília Rocha.

O diretor da agência Executiva Comunicação (Execom), Odemar Neto disse estar muito satisfeito com o reconhecimento do site internacional Ads of The World. "Sempre que temos uma peça premiada, que une comunicação e função social integrada, esse reconhecimento ganha uma importância ainda maior", comemorou. 

Neste caso, referindo-se a campanha, Odemar detalhou que a agência buscou a melhor forma de divulgar a criação da Delegacia Virtual da Mulher, criando o alerta necessário neste período de pandemia sobre violência doméstica. "Agradecemos à Assembleia Legislativa do RN pela confiança depositada em nosso trabalho", finalizou.

A construção da peça pela Execom inclui a imagem em duas partes com a sequência de tempo em segundos que de 1 a 15 segundos. “A denúncia é a única forma de mudar a direção dessa história. Ao terminar de ler esse texto, uma mulher terá “batido na porta” no Brasil. Ligue 180”, uma convocação a denúncia em relação a casos de violência doméstica. 

Confira a peça nas redes sociais @assembleiarn e no site da ALRN al.rn.leg.br 

9

Jun

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SBT premiará campanha com mensagem sobre a pandemia

O Melhor Comercial do Brasil, premiação anual realizada pelo SBT para celebrar as campanhas mais criativas veiculadas na emissora e afiliadas, teve sua edição deste ano adiada para o segundo semestre por conta da pandemia da Covid-19.

A emergência de saúde, no entanto, será utilizada pela emissora para premiar os trabalhos de marcas que fizeram ações de comunicação que visavam apoiar e contribuir com a população nesse período de distanciamento social. Serão consideradas as campanhas veiculadas na grade da emissora ao longo desses meses de combate à disseminação do vírus.

A categoria especial irá destacar o filme publicitário, veiculado na programação do SBT, que melhor tenha abordado a temática da pandemia. Como prêmio, a marca autora da peça terá um bônus na veiculação de mídia na emissora, a ser utilizado em 2021.

Além da categoria especial, a premiação seguirá destacando o Melhor Comercial do Brasil e Melhor Comercial Regional, premiando a agência criadora e os anunciantes vencedores com uma viagem para participar da edição do próximo ano do Festival Internacional de Criatividade de Cannes.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/09/sbt-premiara-campanha-com-mensagem-sobre-a-pandemia.html

2

Jun

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Relatório: publicidade digital cresce nos EUA

A receita de publicidade digital nos Estados Unidos alcançou o patamar recorde de US$ 125 bilhões em 2019, o que representa um aumento de 16% em relação ao ano anterior. O dado faz parte do relatório semestral do Interactive Advertising Bureau (IAB), elaborado pela PwC.

Apesar de seguir um ritmo de crescimento anual de dois dígitos pelos últimos anos, a publicidade digital teve, em 2019, a menor expansão registrada desde o início da elaboração do relatório, em 2012.

Muitos temem que, em 2020, o setor encare uma tempestade perfeita de circustâncias negativas. A pandemia do novo coronavírus, recessão econômica, o fim dos cookies de terceiros e o aumento da regulamentação em torno da privacidade dos consumidores poderiam, em conjunto, resultar no primeiro declínio no faturamento com publicidade digital nos Estados Unidos em uma década.

“A Covid-19 terá um impacto massivo neste ano e, provavelmente, vai ofuscar a maior parte das demais tendências. Como esse impacto irá acontecer é algo que ainda não sabemos”, disse David Silverman, sócio da PwC, em entrevista ao Advertising Age.

O IAB combinou os resultados de seus relatório anual com os números do primeiro trimestre de 2020, que apontam um crescimento de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando um valor de US$ 31 bilhões. O mês de março, no entanto, foi duramente impactado pelo novo coronavírus, segundo o IAB.

“As receitas do primeiro trimestre de 2020 representam o mais lento crescimento anual registrado desde 2010, quando as receitas aumentara 8,6% em relação ao ano anterior. “Muitas empresas estão esperando um contínuo impacto negativo para o segundo trimestre e possuem uma significativa incerteza em relação à duração disso nos trimestres posteriores”, disse o porta-voz da PwC.

O IAB também incluiu, em seu relatório, uma pesquisa a respeito dos impactos que a pandemia trouxe para o preço de diversos canais de mídia, como display e TVs conectadas. É o quinto estudo elaborado desde o início da pandemia e os sentimentos dos compradores de mídia e anunciantes têm variado de uma semana para outra, de acordo com o relatório.

Números
A receita com publicidade mobile em 2019 ficou perto de US$ 87 bilhões, um crescimento de 24% em relação a 2018. A publicidade móvel já representa 70% de todo o investimento feito no digital, tendo ultrapassado a fatia dos desktops desde 2015.

A publicidade nas buscas (search) continua dominando a esfera do marketing digital, respondendo por quase US$ 55 bilhões de doláres nas receitas de 2019 – um aumento de 13% em relação ao ano anterior. As mídias sociais angariam 29% de todo o valor investido na internet, de acordo com o IAB, somando um montante de US$ 36 bilhões, número 23% maior do que o registrado em 2018. No geral, entre 2012 e 2019, a média anual de crescimento de publicidade nas mídias sociais foi de 43%.

Os vídeos no ambiente digital continuam representando um ponto positivo na indústria, somando um faturamento de cerca de US$ 22 bilhões em 2019, US$ 5,5 bilhões a mais do que o registrado no ano anterior. O formato, que inclui publicidade em TVs conectadas, já representa 17% de todo o valor investido em publicidade digital nos Estados
Unidos.

Já o investimento em publicidade em áudio digital, que passou a fazer parte do relatório do IAB em 2016, registrou um valor de US$ 2,7 bilhões em 2019, o que configura um crescimento anual de 21%. Desse total, segundo o IAB, 79% do valor é direcionado para plataformas mobile.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/01/publicidade-digital-cresce-nos-eua-mas-vislumbra-desafios.html

26

Mai

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Covid-19: 48% do mercado prevê queda de publicidade

A crise do novo coronavírus deve causar danos ao segmento de publicidade no país. Uma pesquisa realizada pelo IAB Brasil e pela Nielsen, que ouviu profissionais de marketing, veículos e agências, aponta que 60% dos entrevistados acreditam que o maior impacto da pandemia no segmento de comunicação será em cortes no orçamento relacionado a pessoas – que incluem novas contratações, promoções e treinamentos.

Quase metade (48%) dos que foram ouvidos relatam, também, que os investimentos publicitários em anúncios, custos de agências e concorrências devem ser afetados. Com uma visão um pouco mais otimista do cenário, 13% dos respondentes acreditam que não vão sofrer cortes e os planos serão mantidos.

O estudo ouviu 413 profissionais de empresas que atuam no mercado de publicidade entre os dias 15 e 24 de abril. Dos entrevistados, 75% estão do lado dos que compram mídia (agências e anunciantes), enquanto 25% operam a venda de mídia (veículos e empresas de tecnologia e serviços relacionados à publicidade).

Ao analisar os dados apenas de anunciantes, 72% dizem que devem ocorrer cortes sobre os investimentos em publicidade, seguido de redução de pessoal (66%).  Somente 2% acreditam que não vão sofrer cortes e o plano se manterá. Essa visão das marcas não atinge todos os publishers e plataformas da mesma maneira. No âmbito digital, por exemplo, 64% dos anunciantes estimam que terão algum impacto negativo sobre seu plano de investimento até o fim do ano.

Já nas previsões de offline esse percentual sobe para 80%. Quando questionados sobre cortes agressivos, entre 70% a 100% do plano previsto, 29% apontam corte em offline enquanto apenas 9% apontam cortes no digital. Quem vende, entretanto, mantém outra expectativa. Entre os publishers e plataformas, apenas 32% espera uma queda nos investimentos publicitários por conta da Covid-19.

Neste segmento também se concentra o maior percentual de otimistas, com 14% que afirmam não prever reduções nas cifras investidas. E entre as estratégias com maiores declarações de cortes, as iniciativas focadas em fundo de funil, como o marketing de performance, foram as que mais apareceram.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/05/25/covid-19-48-do-mercado-preve-queda-de-publicidade.html

25

Mai

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Criola Propaganda cria campanha em desenho animado para ensinar às crianças como se proteger do coronavírus

A Criola Propaganda criou para a Prefeitura do Natal uma bela campanha educativa voltada ao público infantil, com uma historinha em desenho animado que ensina ações de prevenção na pandemia. 

Inspirada no livro “ O Vírus Malvadão”, de Daniel Cavalcanti Campos, a ação é composta por filme e uma série de conteúdos digitais que, de forma lúdica, ensinam as crianças a se protegerem  na quarentena. As peças já estão disponíveis no instagram da @criolapropaganda. Confira abaixo o vídeo teaser da campanha:

18

Mai

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79% das brasileiras gostariam de ver a maternidade retratada de forma mais realista na publicidade

A atual representação da maternidade na publicidade brasileira está datada. Esta é a conclusão de um novo estudo lançado esta semana e conduzido pela consultoria 65|10, pelo menos, que busca contrastar a identidade atual da gravidez e da mãe brasileira com a imagem veiculada rotineiramente nas principais campanhas do país, afim de identificar estereótipos danosos que possam ser evitados pelo meio no futuro.

Intitulado “Mães Reais, um retrato da maternidade no Brasil”, a pesquisa parte de uma constatação forte: 79% do público feminino brasileiro acredita que o tema da maternidade pode ser retratado de forma mais realista na publicidade nacional. E isso vale para questões mais sensíveis do assunto, com 63% afirmando no questionário levantado que adoraria ver os desafios retratados e 40% disposta até a ver o lado negativo desta fase da vida apresentado nos comerciais e anúncios relacionados.

Esta falta de afinidade da produção com o mundo real se deve sobretudo a uma mudança drástica do cenário brasileiro que a publicidade parece não ter acompanhado. Embora a média de idade mostre que a gravidez esteja acontecendo em idade mais avançada no Brasil, quando os dados são recortados por critérios de raça e classe se percebe que a maternidade na adolescência ainda é muito alta entre os mais pobres e as mulheres negras – o que para o estudo indica que a procriação ainda é compulsória no país.

A própria maternidade compulsória é um estereótipo identificado pela 65|10 na pesquisa. Termo que designa a pressão social para a mulher engravidar e encontrar sua missão na vida na criação dos filhos, a designação é reforçada constantemente na publicidade a partir de peças que identificam a maternidade como sonho geral do público feminino e um ideal de completude – o que pode ser um problema quando um estudo de 2012 revela que 55% das grávidas no Brasil dizem não terem desejado a maternidade na época da concepção.

Outro estereótipo grave é o próprio processo da gravidez em si, que vive a ser romantizado e o único caminho para se ter filhos nas campanhas brasileiras. Além do estudo mostrar que não apenas quem engravida vive meses de muita preocupação e frustração, esta generalizações também prejudicam a ideia da maternidade no processo de adoção, que é bastante recorrente no país (uma criança no Brasil é adotada a cada 4 horas, de acordo com a CNJ), e de filhos de outros casamentos – e coitada das madrastas neste momento.

Por fim, há a questão da relação com os filhos depois do parto, que o meio geralmente desmembra em três representações bem perigosas: a mãe que cuida dos filhos sozinha, a mãe que está sempre feliz e a mãe ideal e que não erra. Há muita pressão envolvida nestas identificações que ficam concentradas na mulher e esvaziam o papel do pai no cuidado aos menores: a maternidade é acima de tudo uma tarefa difícil e que nem sempre traz felicidade, ainda mais quando em posições econômicas vulneráveis e mergulhadas em quadros de depressão e isolamento. Você pode ler a apresentação do estudo da 65|10 na íntegra aqui.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/126260/79-das-brasileiras-gostariam-de-ver-a-maternidade-retratada-de-forma-mais-realista-na-publicidade/

17

Mai

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Fenapro aponta que recuperação virá em mais de 6 meses

O pessimismo em relação ao futuro marca a primeira edição de 2020 da pesquisa  VanPro – Visão de Ambiente de Negócios em Agências de Propaganda, produzida pela Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro). O estudo, que é realizado a cada três meses, ouviu 344 empresas de 20 estados e do Distrito Federal, sendo 41% dos entrevistados do Sudeste, 26% do  Nordeste, 18% do Centro-Oeste, 10% do Sul e 5% do Norte. Para 72% delas, uma recuperação do mercado acontecerá em um prazo de mais de seis meses e, para 4% das agências, ela não virá para seus negócios.

Em relação aos impactos sofridos com a crise provocada pela pandemia da Covid-19, 68% das empresas afirmaram que perderam 30% de suas receitas imediatamente. Além disso, a previsão é que estas perdas se mantenham até o fim do ano. Para o resultado de 2020, 55% das entrevistadas acreditam em uma queda de receita anual superior a 30%, quando comparado aos resultados de 2019.

A redução de jornada e de salários foi uma medida tomada por 59,6% das empresas ouvidas, sendo que 43,9% também deram férias aos funcionários. Já 29,7% admitem que fizeram demissões e 21,2% que suspenderam contratos empregatícios. “Já é um impacto grande nos empregos, apesar de que muita gente segurou e está segurando, até por questões estratégicas, o máximo possível desta base de equipe. E ela quem vai sustentar esta retomada. Nosso negócio é gente, a competência de levar ao cliente soluções, ter a memória dele. Se desmobilizar a força de trabalho ficaremos frágeis em oferecer um serviço de qualidade na retomada”, aponta Daniel Queiroz, presidente da Fenapro.

Apenas 16% das empresas conseguiram algum tipo de crédito subsidiado e 25% delas não adotou nenhuma medida relativa a financiamento ou postergação de impostos. O VanPro aponta ainda que os recursos serão suficientes para menos de um mês para 27% das empresas; para entre um e dois meses para 32% delas, e para dois a três meses para 24%. “Me causa certo temor que 50%  das agências afirmaram que estão adiando o pagamento de impostos, parcelando, como medida mais imediata. Mas isso é um problema, tem multas e juros, vira uma bola de neve a ser administrada mais à frente”, alerta o executivo.

Segundo a Fenapro, estes indicadores mostram impactos que serão sentidos na economia nacional já que o mercado das agências de propaganda movimenta anualmente cerca de R$ 35 bilhões. Ainda de acordo com a entidade, ele é composto por mais de 3,5 mil empresas, que geram mais de 40 mil empregos diretos. Queiroz  informa ainda que um novo estudo será desenvolvido já em agosto, também levando em conta os impactos da crise causada pela pandemia da Covid-19 no mercado. “Estou impactado com o envolvimento das agências que participaram em peso da pesquisa. São informações consistentes que usaremos para incrementar os pleitos junto ao Governo Federal no sentido, por exemplo, de um maior acesso a captação de recurso, um dos itens que ficou evidente como dificuldade das agências”, detalha.

Confira o estudo completo neste link.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/05/15/fenapro-aponta-que-recuperacao-vira-em-mais-de-6-meses.html

16

Mai

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Estudo revela marcas mais lembradas na pandemia

Para analisar o comportamento do brasileiro na pandemia causada pelo Covid-19, o Instituto de Pesquisa & Data Analiytics Croma Insights realizou 9080 entrevistas online durante o período de 15 de fevereiro a 29 de abril de 2020. O estudo, desenvolvido em parceria com a Toluna, perguntou ao consumidor quais empresas têm se posicionado positivamente em relação ao novo contexto imposto pelo coronavírus. O resultado das respostas deu origem ao ranking com as marcas mais lembradas neste momento de isolamento social. O Itaú foi a mais mencionada na pesquisa. Durante o período, a marca tem apostado em promover mensagens de apoio e alternativas para os pequenos e médios empresários.

Já Ambev está posicionada na sequência do ranking. Entre as ações mencionadas, que se destacam, está a grande fabricação e doação de álcool em gel para hospitais da rede pública. O terceiro posto do ranking é ocupado pela Magalu, que ganhou diversas menções pelas iniciativas de emprego para autônomos com a expansão dos revendedores Magalu, além das doações de aparelhos respiratórios para hospitais públicos. Santander, Natura, O Boticário, Bradesco, Nestlé, Americanas e Casas Bahia completam a lista das dez marcas mais lembradas.

O estudo também aponta as empresas mais lembradas por segmento. Em alimentação, Nestlé, Burger King e Cacau Show são as três marcas com maior impacto positivo. No setor de bebidas, Ambev, Brahma e Coca-Cola foram as mais citadas na ordem. Já as três instituições financeiras melhor posicionadas foram Itaú, Santander e Bradesco. Na moda, Havaianas, Nike e Adidas foras as mais lembradas pelos brasileiros.

Sob o ponto de vista de comunicação, o público destacou as coberturas sobre a pandemia feitas por Globo, SBT e Bandeirantes. Entre os aplicativos de serviços, os mais lembrados positivamente na pesquisa foram Ifood, Uber e 99 Taxi. E por fim, as marcas de varejo mais mencionadas foram Magalu, Americanas e Casas Bahia.

Outras marcas entre as 100 mais lembradas merecem uma menção. Gusttavo Lima (60º), por exemplo, foi o primeiro artista popular a encabeçar a doação de recursos por meio das lives. Aliás, o grande número de artistas que seguiram essa mesma direção ajudou a destacar outras duas três marcas na lembrança dos brasileiros: Ame Digital (29º) YouTube (30º) e Pic Pay (35º), que patrocinaram as apresentações de artistas e ajudaram a arrecadação das doações com os QR codes.

Confira o ranking das 100 marcas mais lembradas positivamente pelo público:

Crédito da imagem de topo: vector ilustration/Istock

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/05/13/estudo-revela-marcas-mais-lembradas-na-pandemia.html

15

Mai

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MEC publica novos editais para Prouni e Fies referentes ao 1º semestre

O Ministério da Educação (MEC) publicou esta semana, no Diário Oficial da União, novos editais do Programa Universidade para Todos (PrUuni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referentes ao primeiro semestre de 2020. Os candidatos nesses processos seletivos utilizam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso no ensino superior. 

Em nota divulgada ontem (14), o MEC alerta os estudantes a ficarem atentos às datas finais para a entrega de documentos da lista de espera, tanto para o ProUni (21 de maio) como para a pré-seleção do Fies (22 de maio).

A decisão por novas datas foi tomada após o MEC ter prorrogado por tempo indeterminado o período das listas de espera dos dois programas, com o objetivo de “minimizar os prejuízos da pandemia” na vida dos estudantes, sob a argumentação de que “diversas instituições de ensino estão com suas atividades paralisadas em razão da determinação de estados e municípios”.

Financiamento estudantil

O Fies é um programa que oferece financiamento a condições mais favoráveis que as de mercado, para que estudantes paguem cursos em instituições privadas de ensino superior. Os pré-selecionados têm até três dias úteis para complementar as informações apresentadas na inscrição – entre as quais dados bancários, do fiador e do seguro para pagamento da dívida em caso de morte.

Bolsas

Já o ProUni seleciona estudantes para bolsas em instituições privadas de ensino superior. As bolsas variam de acordo com a renda dos candidatos e podem ser parciais, de 50% da mensalidade, ou integrais, de 100%. O registro de concessão de bolsa ou reprovação do candidato deverá ser feito pelas instituições até as 23h59 de 24 de maio.

Nos editais, o MEC orienta as instituições de ensino que não puderem receber a documentação fisicamente a disponibilizar um canal (e-mail ou número de WhatsApp) para envio dos documentos de forma digital.

“Após a complementação de informações nos sistemas dos programas, os estudantes terão 30 dias úteis para comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino na qual fará o curso. A CPSA tem até 5 dias úteis para validar as informações recebidas do aluno e emitir o Documento de Regularidade de Inscrição (DRI), que serve para formalizar a contratação do financiamento”, informou por meio de nota o MEC.

Após a emissão do DRI, o candidato terá 30 dias úteis para ir à agência da Caixa Econômica Federal escolhida durante a inscrição, para formalização do contrato de financiamento.

Segundo Semestre

As datas de inscrição do Prouni, do Fies e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para o segundo semestre de 2020, foram anunciadas recentemente. O prazo do Sisu é de 16 a 19 de junho; para o ProUni, de 23 a 26 de junho; e para o Fies, de 30 de junho a 3 de julho.

Fonte: Agência Brasil

14

Mai

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Chacoalha RN promove rico debate entre veículos e agências sobre o momento atual

Representantes de diversos segmentos da comunicação potiguar se reuniram nesta quinta-feira (14), de forma virtual, para bater um papo sobre como o mercado está enfrentando e vai sobreviver à crise e às mudanças provocadas pela pandemia do novo Coronavírus. A primeira edição do “Chacoalha RN” foi promovida pelo Sindicato das Agências de Propaganda do RN (Sinapro/RN) e transmitida pelo Youtube. 

O presidente do Sinapro/RN, Odemar Neto, destacou a importância da iniciativa e agradeceu a participação dos veículos e agência convidadas. “Espero que esse projeto venha discutir outros temas e que a gente possa a partir disso apresentar soluções e oportunidades para os nossos clientes”, disse. 

Participaram do primeiro “Chacoalha RN” o diretor-geral da InterTV RN (afiliada da Rede Globo), Dirceu Simabucuru; o diretor-geral da Band RN, Carlo Bastos; o diretor da rádio 96 FM, Ênio Sinedino; o diretor da rádio 98 FM, Felinto Rodrigues; a diretora comercial da Tribuna do Norte, TN Online e Jovem Pan News, Karina Mandel; o diretor do grupo Agora RN, Alex Viana; além de sócios e diretores de agências de publicidade filiadas ao Sinapro/RN.  O “Chacoalha” é uma iniciativa da Fenapro que está sendo realizada em diversos estados pelos sindicatos locais.

12

Mai

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Chacoalha RN vai debater novo momento das mídias e do mercado publicitário potiguar

“Publicidade e Mídia no RN durante e pós-pandemia” é o tema do 1º Chacoalha RN, evento promovido pelo Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Norte (Sinapro/RN), em parceria com a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro). O evento é um debate online que surgiu com o objetivo de movimentar o mercado e buscar as melhores práticas em plena pandemia do novo Coronavírus.

O Chacoalha acontece na próxima quinta-feira (14), a partir das 15h, e será transmitido pelo canal do Sinapro/RN no Youtube, no seguinte link: https://www.youtube.com/channel/UCmPK1E363RJ6oMtiMsjhNag

Vão participar do evento executivos das áreas de televisão, rádio, mídia impressa e web, além das agências de propaganda filiadas ao sindicato. Entre os participantes estão o diretor-geral da InterTV RN (afiliada da Rede Globo), Dirceu Simabucuru; o diretor-geral da Band RN, Carlos Bastos; o diretor da rádio 96 FM, Ênio Sinedino; o diretor da rádio 98 FM, Felinto Rodrigues; a diretora comercial da Tribuna do Norte, TN Online e Jovem Pan News, Karina Mandel; e o diretor do grupo Agora RN, Alex Viana.

“Será uma oportunidade de se debater o momento do mercado publicitário, as oportunidades de mídias e a situação dos veículos de comunicação. É de interesse de todos descobrir o caminho para a retomada da economia e buscar formas de diminuir o impacto causado pela crise”, explicou o presidente do Sinapro/RN, Odemar Neto. O Chacoalha é uma iniciativa da Fenapro que está sendo realizada em diversos estados pelos sindicatos locais e que já debateu vários temas importantes ligados ao mercado publicitário brasileiro.

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Mai

Publicidade e Propaganda

Estudo: perfis de celebridades e influencers crescem 17%

A quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus impulsionou o desempenho dos perfis de celebridades no Instagram, segundo estudo produzido pela Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) em parceria com a plataforma Socialbakers. Os dados do estudo mostram que famosos e influenciadores tiveram uma média de crescimento de 17,3% em seu número de seguidores nesse primeiro trimestre do ano.

O relatório mede comportamento das cem marcas e celebridades brasileiras com mais interações no Facebook e Instagram. De janeiro a março, o número médio de seguidores de famosos chegou a 13 milhões. No fim de 2019, a audiência marcava 11,7 milhões. Para Karina Bousso, uma das pesquisadoras da Faap envolvidas no projeto, o crescimento mostra um comportamento aspiracional por parte do público que procura por modelos de como lidar com o momento de crise.

Impacto para as marcas
Para as empresas, o panorama não foi tão positivo no Instagram. No período, o volume médio de seguidores de marcas foi de 1.954.007 para 2.097.368, um crescimento de apenas 7,33%. A desaceleração pode ser causada pela mudança no comportamento de consumo – já que, com o isolamento social e o fechamento do comércio não essencial, os pontos de venda foram substituídos por canais digitais.

Reação às fake news

No Facebook, o estudo registrou uma queda no número médio de seguidores das páginas de todas as categorias analisadas. O segmento de Mídia/Notícias, por exemplo, viu sua média de fãs cair de 5,5 milhões para 3,4 milhões, na comparação com o último trimestre. A desaceleração interrompeu uma sequência de crescimento que vinha sendo registrada em 2019.

A categoria de Marcas e Institucional ilustra esse movimento. Ao longo do último ano, o segmento teve alta de 69%. Já nos últimos três meses, o registro foi de queda de 31%. Para os desenvolvedores da pesquisa, o cenário pode ser uma reação ao fluxo intenso de informações geradas pela cobertura da pandemia e também uma fuga às campanhas de desinformação e fake news que assolam as redes sociais.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/05/07/perfis-de-celebridades-e-influencers-crescem-17-na-pandemia.html