Publicidade e Propaganda

23

Set

Geração Z: 60% costumam seguir marcas nas redes sociais

Para entender como a geração Z se comporta na internet e como isso transforma a dinâmica das marcas, a Kantar Ibope Media, divisão da Kantar especializada em inteligência de mídia, apresenta o relatório “O desafio Z: Comunicação para a geração hiperconectada”. Segundo esse estudo, 60% das pessoas dessa geração costumam seguir marcas nas redes sociais, número bem superior ao da população geral: 36%. Além disso, 62% conversam com muitas pessoas sobre produtos e serviços.

O relatório ainda revela que as marcas que querem se destacar devem agir justamente com esse público, que é altamente conectado, visto que 98% acessam a internet. Os gen Zs costumam acessar a internet de mais um aparelho e por mais tempo. Enquanto a população geral navega, em média, cerca de 5 horas 26 minutos por dia, os gen Zs passam 6 horas 45 minutos na web. Ainda segundo o relatório, o dispositivo mais comum para esse acesso é o smartphone (98%), seguido pelo computador ou notebook (37%), smart TV (25%) e videogame (5%).

De acordo com o relatório da Kantar, as pessoas dessa geração preferem comunicações rápidas, o que faz com que foquem mais em stories (publicações curtas e temporárias) e menos na linha do tempo (posts longos e permanentes). O relatório ainda destaca que, apesar de o Facebook ser o mais consumido entre todas as faixas etárias, ganham destaque redes sociais como Instagram, Tik Tok e Twitter, com o uso muito acima do que a média geral da população. Por isso, o relatório indica que as marcas precisam marcar presença em múltiplos canais.

Os dados desse levantamento fazem parte da edição de setembro do Data Stories, conteúdo temático lançado mensalmente pela Kantar IBOPE Media.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/22/geracao-z-60-costumam-seguir-marcas-nas-redes-sociais.html

21

Set

Pesquisa indica que a população brasileira está consumindo áudios por diversas fontes e aponta caminhos para a publicidade no meio

Engana-se quem, porventura, pense que o hábito de consumir conteúdos em áudio é um conceito da era pré Internet e restrito aos deslocamentos feitos de carro. O Inside Radio 2021, estudo realizado pela Kantar IBOPE Media, mostra que o meio rádio é consumido por 80% dos brasileiros – um crescimento de dois pontos percentuais em relação ao resultado obtido na última edição do levantamento, feita no ano passado. Ao todo, concluiu-se que três a cada cinco brasileiros ouvem rádio todos os dias, com uma média de tempo diári0 de 4 horas e 26 minutos. 

A amostragem escolhida pela instituição foi a população ouvinte de rádio de 13 regiões metropolitanas do País. São elas:  Belo Horizonte, Campinas, Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Fortaleza, Recife, Salvador, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Goiânia e Distrito Federal. Segundo a Kantar, estas áreas são responsáveis por 75% do investimento em mídia no Brasil. A pesquisa concluiu que a região Sul é a que mais ouve rádio, com um resultado de 85% do público declarando consumir o formato, seguida do Nordeste (81%), Centro-Oeste e Sudeste (80% para ambas). Todas as regiões também registraram aumento em relação à pesquisa de 2020. Outro ponto de atenção é a credibilidade. De 2014 a 2020, a porcentagem das pessoas que confiam no rádio para se manterem informadas oscilou entre 51% e 45%. Já neste ano, esse resultado saltou para 69%.

A pesquisa identificou que o perfil dos ouvintes é equilibrado, com 52% sendo mulheres e 48% homens. A classe C é a que mais consome rádio, representando 43% de todo o público, predominando sobre as classes A e B (40%). Por conta da tradicionalidade do meio, o público com mais de 60 anos se destaca em termos de idade (21%), contra 20% de adultos entre 30 e 39 anos e 19% de 40 a 49. Entre os locais em que o áudio é consumido, o Inside Radio Kantar 2021 mostra que a própria casa é citada por 71%; o carro por 24% e outros locais por 10%. Trajeto e trabalho aparecem com menor porcentagem, com 8% e 2%, respectivamente.  

Ainda que o áudio seja um recurso antigo, hoje os canais são os mais diversos para justificar o aumento da transmissão. A Internet é citada por 10% da população como canal dos ouvintes nos últimos 30 dias. Neste ambiente digital, o celular se destaca como o device mais usado pelos consumidores (66%). O segundo lugar é ocupado pelo computador (37%), enquanto outros equipamentos são citados por apenas 8% dos entrevistados.

 

Em relação ao conteúdo, o consumo de músicas e outros tipos de áudio através do YouTube é feito por mais da metade dos indivíduos (59%). Em seguida, aparecem músicas em apps de streaming, como Spotify e Deezer, com 37%; podcasts com 31% – um aumento de 32 pontos percentuais quando comparado com o ano passado -; e rádio online com 18%. Nesse cenário, a faixa etária que se destaca entre os ouvintes é a de jovens entre 20 e 39 anos, das classes A e B.

De acordo com Giovana Alcantara, diretora de desenvolvimento de negócios regionais da Kantar IBOPE Media, o rádio se expande através da sua capacidade de unir o melhor de dois mundos: a credibilidade e o companheirismo do dial com o dinamismo do online. “Essa audiência conectada, que gosta de ouvir rádio pelo celular ou no computador, também precisa ser compreendida pelas emissoras e anunciantes”, afirma a executiva.

Publicidade por áudio

O Inside Radio 2021 ressalta a força da diversidade de canais para a ampliação de oportunidades para marcas e anunciantes. A Kantar estabeleceu um ranking dos formatos que mais captam a atenção dos ouvintes: em primeiro lugar, aparecem os comerciais, com 50%. Na sequência, o TOP 5 continua a ser formado por promoções na programação da emissora (28%); ações publicitárias feitas por locutores durante os programas de rádio (26%), anúncios inseridos na playlist do aplicativo que os consumidores estão ouvindo (21%) e, por fim, anúncios feitos durante podcasts (10%).

Entre os setores que mais investem em anúncios no meio, serviços ao consumidor, comércio e financeiro/securitário concentram, juntos, quase ⅔ de todas as verbas destinadas à publicidade (65%). As demais posições são ocupadas pelo segmento farmacêutico (5,8%) e telecomunicações (5,1%). De acordo com a Kantar, quase 5 mil anunciantes investiram em publicidade no rádio – dos quais 2.376 veicularam anúncios exclusivamente no meio. 

Por fim, o estudo relembra o boom dos aplicativos destinados exclusivamente a áudio. O Clubhouse se apresentou ao público no início deste ano e, segundo dados do SensorTower, colecionou mais de 10 milhões de downloads em fevereiro. O Twitter e o Facebook seguiram a mesma estratégia de criação de espaços dentro das plataformas destinadas a canais de conversas, com o Spaces, Soundbite e Live Audio Romes, que perpassam desde salas de discussão até ferramentas de reprodução de podcasts. 

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/21/consumo-de-radio-aumenta-com-canais-diversificados.html

9

Set

Pesquisa: profissionais de agências preferem qualidade de vida a bons salários

A plataforma de talentos criativos Working Not Working divulgou nessa quarta-feira, 8, uma nova pesquisa que revelou uma descoberta surpreendente: embora a maioria dos criativos de agências de publicidade esteja feliz com seus salários, eles ainda estão considerando uma mudança de carreira.

A Working Not Working, que foi adquirida pela Fiverr em fevereiro deste ano, recentemente entrevistou 850 de seus membros de todo o mundo para seu primeiro estudo, chamado “Adland Careers Now and Future” para entender como eles se sentiam sobre suas situações de trabalho agora e daqui para frente. A pesquisa descobriu que a maioria dos criativos (quase 60%), acredita que foi bastante compensada por seu trabalho – 70%, na verdade, disseram que sua situação financeira era “confortável” ou até superior a isso. Mais de 50%, porém, diz que ainda considera mudar de carreira.

A pesquisa também descobriu que 61% desses profissionais se sentiram menos criativos em seu trabalho durante o curso da pandemia. A maioria, 74%, afirma ter experimentado o esgotamento, seja de vez em quando (42%) ou de forma consistente (27%). Apenas 10% disseram que não experimentaram nenhum tipo de esgotamento.

Dos que já vivenciaram ou estão vivenciando o burnout, 50% atribuem a situação ao número de horas trabalhadas e à falta de motivação para esse trabalho. Os entrevistados são todos criativos que trabalharam na indústria de publicidade nos últimos dois anos.

Os resultados da pesquisa sugerem essencialmente que os criativos procuram ter mais qualidade de vida. “Acho que muitas pessoas se cansaram das más práticas das agências de antemão, mas depois [a pandemia] levou isso ao auge”, diz Justin Gignac, cofundador da Working Not Working. “Você tem um monte de gente saindo, dizendo ‘obrigado pelo meu ótimo salário, mas não estou feliz.’ Há um problema muito maior acontecendo e temos que pensar em como fazer as pessoas felizes. Não são mesas de pingue-pongue, torneiras de cerveja e todas aquelas coisas que costumávamos pensar que gostávamos. Que tal respeitar seu tempo e se preocupar com a sanidade das pessoas?”, sugere.

Desde sua fundação, a Working Not Working tem medido a temperatura da força de trabalho criativa e suas pesquisas têm constatado consistentemente que as agências vêm perdendo seu brilho entre os profissionais. Em sua pesquisa mais recente, na qual perguntaram a criativos freelance em quais empresas eles gostariam de trabalhar em tempo integral, apenas uma entre as dez primeiras companhias citadas era uma agência de publicidade (Wieden + Kennedy). As três primeiras eram grandes marcas (Google, Nike e Apple).

A pesquisa divulgada nessa quarta-feira, 8, também descobriu que 26% dos profissionais acreditam que a maior oportunidade para o trabalho criativo nos próximos cinco anos virá de projetos freelances, enquanto 21% acreditam que virá a partir da abertura do próprio negócio; 18% vislumbraram a maioria das oportunidades em marcas menores, enquanto outros 18% acreditavam que as melhores oportunidades viriam das marcas maiores. Apenas 10% viram a maioria das oportunidades internamente em agências de publicidade, grandes ou pequenas.

“Existem tantas opções diferentes para pessoas que não trabalham em agências”, diz o cofundador do Working Not Working, Adam Tomkins. “Você ainda pode ser uma pessoa criativa para uma empresa de produtos e ter um pouco mais de controle sobre sua programação. Você não recebe ligações frenéticas em uma sexta-feira porque alguém precisa de uma campanha para segunda por causa de um desastre de relações públicas ou algo assim. Isso é apenas business as usual para a vida da agência”, relata.

Recentemente, as agências deram às suas equipes a semana do Dia do Trabalho de folga para apoiar sua saúde mental. Embora os fundadores do Working Not Working acreditem que geralmente isso é uma coisa boa, tal privilégio não deve ser um ato isolado. “Dar a todos uma semana de folga e, em seguida, colocá-los de volta ao trabalho na próxima semana, onde eles terão que trabalhar 90 horas para basicamente ganhar a semana que acabaram de ter de folga não vai valer a pena”, diz Tompkins. “As pessoas não vão ficar”.

O que o mundo da publicidade precisa, eles acreditam, é uma abordagem mais abrangente para tratar seus funcionários de maneira justa. “A compensação não é o problema”, diz Gignac. “As empresas que têm uma mudança holística na forma como estão tratando seus funcionários, como estão olhando para o trabalho e como estão olhando para a flexibilidade vão sobreviver. Todo mundo está se agarrando a algo que não existe mais.”

As agências precisam “se responsabilizar por não ter seu pessoal trabalhando 50 horas por semana”, acrescenta Gignac. “Algumas pessoas estão trabalhando de 80 a 90 horas ou mais por semana. Vamos nos certificar de que estamos realmente utilizando nosso pessoal de maneira humana. Seja mais flexível em como você está disposto a trabalhar com talentos”, alerta.

Gignac sugere que as agências, por exemplo, podem considerar mais flexibilidade, permitindo que os criativos trabalhem em projetos de clientes três dias por semana, enquanto os deixa dedicar o tempo restante a seus negócios paralelos ou outras atividades criativas.

“Precisamos ver como podemos voltar a ser criativos”, diz Gignac. “À medida em que o mundo se torna cada vez mais automatizado, todos os trabalhos restantes serão aqueles que são muito caros para construir um robô para fazer e, em seguida, os trabalhos criativos. Somos a indústria do futuro, por isso temos que nos preparar para isso e fazer tudo o que pudermos para permanecer criativos.”

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/09/09/criativos-preferem-qualidade-de-vida-a-bons-salarios.html

2

Set

Inovação está entre prioridades de profissionais de marketing

Em um cenário de transformação digital, a adaptação constante é uma exigência. Sobretudo com a chegada da pandemia, tanto o mercado, quanto os consumidores vêm encarando mudanças de expectativas e buscando formas de atendê-las. É este tema que o State of Marketing, estudo da Salesforce, procura analisar através da examinação de como profissionais de marketing realizaram a migração para o ambiente digital ao longo da crise e de que forma pretendem acompanhar tais expectativas de seus clientes. 

A sétima edição da pesquisa ouviu mais de 8 mil líderes em mais de 20 países e indica que, no Brasil, os profissionais de marketing têm como prioridade inovar, melhorar o uso de ferramentas e tecnologias e melhorar a colaboração. Os primeiros e segundo lugares se mantêm o mesmo desde o ano passado. Contudo, a terceira colocação do ranking em 2020 – engajar os clientes em tempo real – foi desbancada pela priorização da melhoria da colaboração.

Na sequência, as principais questões que merecem mais atenção são a melhoria das atribuições e ROI de marketing e a unificação de canais de dados dos consumidores. A média geral é composta pelas seguintes prioridades: inovação, engajar clientes em tempo real e criar uma jornada de consumo coesa entre canais e aparelhos. 

Em relação aos canais, 83% dos entrevistados brasileiros afirmam que a habilidade de atender às expectativas dos consumidores neste momento depende de sua capacidade digital e 78% afirmam engajar-se com clientes em tempo real por meio de um ou mais canais. O estudo provou ainda que, em âmbito global, os canais digitais se solidificaram entre profissionais de marketing como os principais agentes das estratégias: 84% dos mais de 8 mil ouvidos dizem criar táticas baseadas nas interações dos clientes. Entre os mais usados, destacam-se as mídias sociais e digital ads, ambos com 91%; vídeo (90%); conteúdo digital (88%) e sites e apps (86%). Vale ressaltar que, até mesmo canais classificados como emergentes nos últimos anos já se posicionam como adotados em massa pelo segmento.

A era digital também vem chamando atenção para a importância dos dados. A análise no País indica que 78% do engajamento dos consumidores baseia-se nesse quesito. A Salesforce explica que os profissionais da área esperam um aumento de 40% no número de fontes de dados que utilizam até o ano que vem. Também, foi perceptível uma mudança em direção a fontes de identidade digital conhecidas, como endereços de e-mail e IDs sociais, e um distanciamento daquelas mais anônimas, como cookies e IDs de dispositivos, acompanhando as transições do mercado como um todo no que diz respeito à privacidade dos consumidores e transparência por parte das organizações no que diz respeito ao uso de informações. 

Neste sentido, em 2020, a State of Marketing registrou que os dados mais utilizados eram os transacionais, seguidos de interesses e preferências declarados e identidades digitais conhecidas. Neste ano, a última passou a ocupar o primeiro lugar do ranking. Entre as demais fontes citadas pelos entrevistados aparecem dados secundários (second-party data), interesses e preferências inferidos, identidades offline e digitais anônimas, dados de terceiros (third-party data) e dados não transacionais, ocupando do quarto ao décimo lugar na lista, respectivamente. A estatística brasileira está de acordo com a média global coletada pela Salesforce, que mostra que a movimentação acompanha ações e diretrizes de atores como Google e Apple, que restringem o uso de cookies de terceiros. 

Orçamento

Ainda sobre o Brasil, o levantamento aponta que o orçamento das companhias para direcionamento B2C está equilibrado, com destaque para propaganda (22%), ferramentas e tecnologias (21%), pessoas (19%), conteúdo (18%) e eventos e patrocínios (16%). No ano passado, o foco da alocação de capital foi para account-based marketing, com 23%, e conteúdo e propaganda, ambos com 22%. Já para B2B, o foco continua em propaganda. O segundo lugar, no levantamento deste ano, é ocupado por account-based marketing (18%) e ferramentas e tecnologias (17%).

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/09/01/inovacao-esta-entre-prioridades-de-profissionais-de-marketing.html

24

Ago

SINAPRO/RN reelege diretoria e comemora fortalecimento em número de associados

O Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Norte (SINAPRO/RN) acaba de reeleger sua diretoria para mais dois anos de mandato, até agosto de 2023. O presidente, Odemar Neto (Execom) e o vice-presidente, João Daniel Vale (Art&C) foram reconduzidos às funções na entidade responsável por congregar agências de comunicação e propaganda, e que chegou à sua maior composição desde a fundação, reunindo atualmente 18 empresas. Destas, oito ingressaram na atual gestão. 

“Hoje temos o maior número de agências desde a criação do SINAPRO/RN, o que mostra uma união pelo fortalecimento do mercado, e o reconhecimento das empresas da importância de contar com o sindicato em sua defesa e como seu porta-voz”, afirma o presidente reeleito Odemar Neto. “E para quem contrata, a agência estar no SINAPRO é um atestado de profissionalismo”, ressalta. 

Mesmo em um período de pandemia e crise, o SINAPRO/RN manteve importantes atividades nos últimos meses. A atração de novas agências mostrou a consolidação do Sindicato, onde ser associado funciona como uma referência e também um aval junto ao mercado. Além de atuar junto às empresas associadas no auxílio em questões jurídicas e na identificação de práticas abusivas em concorrências, o SINAPRO ofereceu vantagens como descontos em cursos de qualificação, treinamentos, pesquisas e workshops. 

“A nossa ideia é ampliar o trabalho que vem sendo realizado, trazendo novas agências, retomando a realização de eventos e fortalecendo a defesa das agências junto aos mercados privado e público, com a intervenção do Sinapro para garantir, por exemplo, que nas licitações os percentuais previstos para as agências para criação, produção e veiculação de mídia sejam respeitados”, mencionou Odemar Neto. 

Nesta segunda gestão, um dos projetos já na agulha para ser tocado é o retorno do Prêmio Bárbaro, considerado o “oscar” da publicidade potiguar. O Prêmio Bárbaro foi criado nos anos 1990 em homenagem ao publicitário Everaldo Porciúncula, que foi o primeiro presidente do SINAPRO/RN, fez história na propaganda do Rio Grande do Norte e costumava chamar as pessoas de ‘‘bárbaro’’. Na última edição do evento, foram distribuídos quase 200 prêmios em diversas categorias, incentivando e movimentando o mercado local da comunicação. 

“Estamos dando a largada para a organização da retomada do Prêmio Bárbaro, para atiçar ainda mais a criatividade e inovação no nosso mercado, e planejando também outros eventos. Vem muita coisa boa por aí”, promete Odemar. 

O SINAPRO/RN conta ainda com uma presença digital que reúne informações sobre as principais campanhas das agências filiadas, oportunidades, promoções para associados e informações sobre eventos. Para acompanhar, acesse o Instagram @sinaprorn ou ainda o site www.sinaprorn.com.br.

20

Ago

Pessoas com deficiência estão em 1% da publicidade na TV

Segundo uma nova pesquisa da Nielsen, enquanto 26% das pessoas nos Estados Unidos possuem deficiências, apenas 1% dos anúncios de TV os mostram. Em sua metodologia, a Nielsen baseou seu número de pessoas com deficiência nos dados do Centers for Disease Control e seu número de anúncios em uma análise de mais de 450.000 anúncios em horário nobre que foram transmitidos na TV em fevereiro.

O marketing para pessoas com deficiência ganhou nova atenção nos últimos tempos, com a Unilever tendo vencido o Grand Prix de Innovation no Cannes Lions pelo desenvolvimento de desodorante para pessoas com deficiência visual e superior do corpo (o case foi criado na Argentina) e a Schick lançando uma campanha de mídia social em torno de sua navalha.

E agências como a Wunderman Thompson, da WPP, e Interbrand, da Omnicom, lançaram unidades especializadas com o objetivo de atender às necessidades das pessoas com deficiência. A Nielsen também documentou recentemente um grande aumento na programação de entretenimento mostrando pessoas com deficiência ao longo dos anos.

Mas isso não mudou os retratos da publicidade, diz a Nielsen. Os gastos com anúncios, incluindo pessoas com deficiência ou com temas relacionados à deficiência, totalizaram quase US$ 57 milhões em fevereiro, mas quase metade disso veio das indústrias farmacêutica e de saúde. Os anunciantes de saúde e hipotecas compõem a maior parte do restante.

“Embora o tratamento e o gerenciamento do cuidado sejam aspectos importantes da convivência com uma deficiência, é importante que a vida com deficiência seja vista como mais do que apenas prescrições”, disse Nielsen em uma publicação em seu blog. “Os anunciantes têm a oportunidade de mostrar pessoas com deficiência no cotidiano, engajando-se com os produtos e serviços que as marcas oferecem”.

“Muitas marcas estão adotando a necessidade de se engajar e incluir pessoas com deficiência”, diz Christina Mallon, chefe de design inclusivo e acessibilidade da Wunderman Thompson no mesmo texto. “Mas quando elas incluem pessoas com deficiência em conteúdo criativo, precisamos ser vistas como somos — além de nossas deficiências — sem ignorar o fato de que temos uma”, defende.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/08/20/pessoas-com-deficiencia-estao-em-1-da-publicidade-na-tv-nos-eua.html

6

Ago

TikTok: 76% dos usuários estão abertos a anúncios

Encomendado pelo TikTok, a pesquisa “Estudo sobre Autenticidade”, conduzida pela Nielsen, buscou oferecer dados sobre como os usuários da plataforma de vídeos curtos reage ao conteúdo, demais criadores de conteúdo e anúncios na plataforma. Para isso, a empresa entrevistou usuários frequentes de redes sociais acima de 18 anos entre 23 de fevereiro e 2 de março.

Os entrevistados declaram que usam o aplicativo para descobrir novos conteúdos (60%) e 92% de fato o fazem e dizem gostar do das produções na plataforma. A pesquisa ainda indica que o aplicativo da Bytedance é o único entre aplicativos de vídeo e sociais que o público usa para levantar seu ânimo.

A liberdade de expressão e comunidade também são reverenciados pelo público. Para 88%, o TikTok é um espaço em que as pessoas podem se expressar abertamente. Cerca de 81% se sentem confortáveis em serem autênticos usando a plataforma e 80% se identificam com o conteúdo.

A maioria dos usuários não se incomoda com a presença de marcas na plataforma e até engajam nas propostas dos anunciantes. Dos entrevistados, 76% dizem estar abertos para receber anúncios sobre novos produtos, 72% querem aprender mais sobre o produto ou marca anunciado e 67% não se importam com anúncios desde que sejam divertidos.

A pesquisa ainda revelou resultados das ações das marcas: 72% participaram de tendências criadas por marcas e um em cada três entrevistados comprou algo que não considerava comprar antes de ver a publicidade. Cerca de 73% dos usuários acreditam que a presença de marcas no TikTok é diferente e 61% atribuem isso a experiência fluida que coloca o conteúdo de usuários e de marcas no mesmo feed.

Fonte: Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/08/05/tiktok-76-dos-usuarios-estao-abertos-a-anuncios.html

5

Ago

Pesquisa: jovens estão gostando mais de promoções

A faixa etária de pessoas que gostam e participam de promoções começou a aumentar, se expandindo para o público mais jovens, que antigamente não se importavam tanto com isso. Essa é uma das conclusões de uma pesquisa realizada pela MKT House Lab, núcleo de inteligência e inovação da agência de live marketing MKT House, em parceria com o Portal da Promo, para entender o relacionamento dos brasileiros com as promoções. A pesquisa foi realizada com 1.023 pessoas através de um questionário com 22 perguntas enviado por e-mail, através do SurveyMonkey.

Dentre os dados apresentados pela pesquisa, o que mais chamou a atenção foi a enorme adesão dos jovens, o que está sendo encarada como oportunidade para a indústria: 48% das pessoas de 18 a 34 anos participaram de ao menos uma promoção entre janeiro e maio deste ano. “Temos um histórico de participação e interesse por promoções maior das donas de casa, ou pessoas com mais de 35 anos. Os jovens não são muito presentes. Então, quando vimos essa faixa etária como grande interessada e participante, foi uma grande surpresa e insight positivo”, explica Francini Cardinale, diretora de planejamento da MKT House.

Um dos números mais expressivos da pesquisa é que 97% das pessoas afirmam gostar de participar das promoções. Principalmente quando a premiação é instantânea. Ainda mais quando se trata do público jovem, a mecânica que traga dinheiro imediato é a mais atrativa.

“Um ponto é a questão da frequência, quando falamos de milhares de prêmios para se ganhar, o que dá uma percepção maior de se conseguir ganhar para o consumidor. Além da questão da relevância, as empresas precisam oferecer prêmios que atendam mais as vontades e os desejos das pessoas”, conta a diretora.

Mas para ela, o principal ponto de como pode-se atrair pessoas a participarem das promoções, é a forma da comunicação. “Não basta apenas fazer uma promoção. Tem que fazer algo parrudo. Tem que integrar a jornada do consumidor no ambiente digital e físico”, indica.

Em comparação com outra pesquisa feita pela empresa, no começo de 2020 e da pandemia do novo coronavírus, outro ponto que divergiu foi a premiação desejada pelos participantes. “No começo da pandemia, vimos que o dinheiro e a qualidade de vida vinham muito fortes. E quase um ano depois, a nova pesquisa mostra como a casa é a preferência para todas as faixas etárias. Atribuímos isso a ressignificação dela para todas as idades. Agora a casa é vista como lazer e local de trabalho”, comenta Francini.

Outro prêmio que veio forte foi a viagem como um desejo imediato do ganhador, visto como a vontade do brasileiro de sair de casa e fugir dos problemas que a pandemia tem causado.

Além disso, olhando para um recorte de gênero, a pesquisa apontou que o carro como premiação é o favorito para os homens, enquanto as mulheres optam pelo dinheiro. Mas o que isso significa para o mercado publicitário das promoções?

De acordo com Francini, o protagonismo da promoção mudou. “Antigamente, a promoção vinha como algo muito pontual. Agora, vem como uma estratégia, muito mais que girar ponteiro, mas, sim, poder se relacionar e gerar conteúdo e experiência, subindo de patamar. Há um olhar diferenciado das marcas para com a promoção”, afirma.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/08/04/jovens-estao-gostando-mais-de-promocoes.html

22

Jul

Pesquisa: publicidade global deve crescer 10,4% em 2021

Mesmo com a pandemia que ainda afeta alguns mercados em todo o mundo, o mercado publicitário deverá ter um desempenho positivo em 2021. De acordo com o mais recente Ad Spend Report, relatório elaborado pela Dentsu, o investimento global em publicidade deverá alcançar a marca de US$ 634 bilhões, em todo o mundo, neste ano. O montante é 10,4% maior do que o do ano passado.

O relatório leva em consideração as transformações impostas pela pandemia, que acelerou a digitalização da indústria e impôs diversos desafios ao mercado de comunicação. Segundo a pesquisa, mercados mais desenvolvidos, como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido, devem ter taxas de crescimento mais altas do que as registradas antes da pandemia, o que representa uma retomada dos investimentos em comunicação. O mesmo deve acontecer na Índia, segundo o relatório. Para o Brasil, a expectativa é de que os investimentos em publicidade cresçam 8,8% em 2021, na comparação com o ano anterior.

O Ad Spend Report também aponta que a queda nos negócios publicitários ocasionada pela pandemia da Covid-19 acabou sendo menos severa do que o previsto e gerou algumas tendências que prevalecerão na indústria. A principal delas foi o aumento do investimento no digital, que deverá alcançar o montante de US$ 311 bilhões em 2021, o que representa um crescimento de 15,6% em relação a 2020. O digital, inclusive, deve responder por 50% dos investimentos globais feitos em publicidade.

O relatório também aponta uma previsão de crescimento para publicidade em Social (23%), Vídeo (17%) e Search (16,3%). Juntos, esses formatos digitais deverão responder por US$ 110 bilhões dos investimentos feitos em publicidade ao longo do ano.

Outro ponto destacado no relatório é a previsão de que a maior parte dos canais de mídia recupere os investimentos do período pré-pandêmico. A exceção a essa recuperação são as mídias impressas, que devem encerrar 2021 com um declínio de 4,4% nos investimentos publicitários, em âmbito global. Bastante afetados pelas medidas de restrição impostas pela pandemia, o Cinema e a mídia OOH devem recuperar o ritmo de negócios do período anterior à pandemia, de acordo com o relatório da Dentsu. Globalmente, o Cinema deve crescer 35,1% e a mídia OOH, 14,6%.

O relatório também pontua que os investimentos em publicidade na TV aumentarão impulsionados, sobretudo, pelos grandes eventos realizados no ano, como os Jogos Olímpicos e a Eurocopa, que costuma atrair grande audiência – e, consequentemente, anunciantes. Segundo o Ad Spend, os investimentos em publicidade na TV crescerão 7,1% no ano, chegando ao valor de US$ 188,4 bilhões. Esse valor, contudo, ainda está abaixo do registrado no período antes da pandemia. O estudo também aponta uma tendência maior para o direcionamento das verbas às TVs conectadas e às plataformas over-the-top (OTT).

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/07/21/publicidade-global-deve-crescer-104-em-2021.html

8

Jul

Execom destaca-se entre as 20 agências mais criativas em lista de portal internacional

A agência potiguar Executiva Comunicação - Execom, comandada pelos publicitários Odemar Neto e Erick Gurgel, está figurando entre as 20 agências mais criativas de lista de 200 do portal internacional Best ADS On TV.

A agência potiguar aparece ao lado de agências internacionais como a Africa (Nizan Guanaes), Y&R (David Laloum), AlmapBBDO (Luiz Sanches e Filipe Bartholomeu), F/Nazca Saatchi&Saatchi (Fabio Fernandes), entre outras. 

A Execom já conquistou 11 publicações de peças desenvolvidas pela sua criação na Week's Best, uma seleção feita pelo portal. "Os critérios para se ter uma única publicação são rigorosos, o que nos anima ainda mais por termos chegado a esse número", diz o sócio-diretor da Execom, Erick Gurgel.

Para conhecer a lista com as 200 agências mais qualificadas, acesse: bit.ly/2Ve4wRT

6

Jul

Estudo mapeou oito tendências para o segmento publicitário com base nas transformações do consumidor

Dois mil e vinte foi o ano em que o consumidor explorou as possibilidades que o mundo digital oferece. Segundo o Estadão, a pandemia, evento que acelerou a descoberta do ambiente virtual, fez com que 7,5 milhões de brasileiros migrassem para o e-commerce apenas no primeiro semestre do ano passado, ante a mesma quantidade ao longo de 2019. O dado faz parte do O Futuro da Publicidade, pesquisa realizada pela RTB House, em parceria com a WGSN, que, por meio de metodologia de busca por dados secundários, estipulou respostas para os principais desafios da publicidade no que diz respeito à tecnologia e inovação. 

Em meio a um cenário tecnológico super avançado, que pede por diferenciação e estratégias bem estipuladas de comunicação para alcançar os consumidores, é preciso que as marcas se movimentem. “O mercado está mudando. As marcas precisam rever alguns conceitos de posicionamento, de como estão se conectando com os usuários e também escolher os parceiros e empresas que irão utilizar para aplicar estratégias durante essa jornada e mudança de cenário digital”, aponta André Dylewski, business development director da RTB House para a América Latina.

Com base nos resultados, o estudo mapeou oito tendências para a publicidade do futuro: voice ads, experiência ininterrupta, integração no entretenimento, content & influence marketing, contextual advertising, experiências multisensoriais, revival dos vídeos e o extrapolamento de plataformas convencionais.  Com o surgimento de plataformas como o Clubhouse e Capuccino, os espaços dedicados exclusivamente à voz  ganham mais notoriedade, o que gera contraste com o senso usual de que a publicidade é unicamente visual.

Segundo estudo da Ilumeo realizado no ano passado, o uso de assistentes de voz aumentou 47% na pandemia. Um exemplo levantado pela RTB House e pela WSGN é o Spotify Attention, que leva audio ads entre músicas durante sessões ativas. Dylewski reforça o comportamento da geração Z como um dos principais públicos que moldam as experiências ininterruptas, em que a propaganda deverá estar inserida nos conteúdos de maneiras que o usuário não precise mudar o foco da ação atual, como acontece com o live marketing, recurso já utilizado por marcas como Loungerie e Pantys no Brasil. 

O consumo de mídia também foi desvendado. No País, os millennials disparam no consumo de podcasts, streaming, mídia impressa e jogos de console. As empresas responsáveis pelo “O Futuro da Publicidade” avaliam que os dados possibilitam a publicidade digital inserida na TV por streaming e a integração in-game.

“Isso [a experiência ininterrupta] entra também quando falamos no contexto do usuário, que é parte muito importante da publicidade e da segmentação contextual”, aponta o diretor da RTB House. A agência GumGum indica que anúncios contextualmente relevantes geram 43% mais engajamento dos usuários do que os outros tipos, sendo 2,2 vezes mais lembrados pelos consumidores. Nesse sentido, a RTB House destaca o uso dos algoritmos de deep learning para alimentar a metodologia de segmentação contextual para anúncios online.

O artifício é convencional, sobretudo no momento em que a Privacy Sandbox, política do Google de eliminação de cookies de terceiros, está em fase teste para a implantação definitiva. Caminhando ao lado de leis de privacidade implementadas por diversos países, a medida demanda que a publicidade busque outros meios de obter informações para a personalização de anúncios. “Se, por um lado, temos a ajuda da tecnologia para chegar em hiperpersonalizações com cada vez menos dados, também temos um desafio e oportunidade: a humanização dessa criatividade que as marcas estão tendo que desenvolver para conseguir deixar de lado um pouco o modelo que era utilizado através de thrid-party cookies”, explica Lydia Caldana, da WGSN. A movimentação, diz Lydia, ressalta a exigência do consumidor na busca por empresas que sigam valores éticos e de transparência no que diz respeito à coleta e ao manuseio de dados pessoais.

 “Com todos os novos valores de transparência, horizontalidade e de conveniência do consumidor, as marcas devem saber como apresentar publicidade digital que entregue o que seja relevante aos usuários, mas que esteja atendendo a todos esses valores”, acrescenta Lydia. O estudo “2020 Gartner Consumer Values and Lifestyle Survey” revelou que, entre os millennials, 83% pensam que é importante apoiar empresas que compartilham dos mesmos valores – transitando entre igualdade, lealdade, inclusão e diversidade, em meio a ameaças econômicas, sociais e ambientais. Essa questão também vai ao encontro com o content & influence marketing. Para Dylewski, da RTB, as marcas devem buscar valores em comum com influenciadores para entregar publicidade mais relevante. 

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/07/06/futuro-da-publicidade-e-pautado-em-experiencia-privacidade-e-inovacao.html

29

Jun

Publicidade em realities cresce 26% em um ano

Com forte apelo perante a audiência, os realities, como Big Brother Brasil, A Fazenda, Power Couple e No Limite, já há alguns anos, se tornaram uma vitrine para a exibição de marcas e anunciantes. Neste ano, o interesse das empresas em aproveitar esse gênero televisivo para expor seus produtos e serviços está maior do que no ano anterior, de acordo com a edição de junho do Data Stories, estudo da Kantar Ibope Media que traz insights a respeito dos investimentos publicitários.

De acordo com o instituto de pesquisas, a publicidade em reality shows teve um aumento de 26% neste ano na comparação com 2020. O formato de branded content, quando as marcas são inseridas em provas, festas e quadros, por exemplo, também teve um aumento considerável: 79% mais entre janeiro e abril deste ano do que na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O estudo da Kantar também mostra um aumento geral na audiência do formato reality show na televisão: 19% mais audiência do que a registrada em 2020. Os realities do gênero musical tiveram um aumento de 853% no período analisado enquanto os realities de empreendedorismo e negócios cresceram 147% em audiência.

O sucesso dos realities nas redes sociais também apareceu no estudo feito pela Kantar. De acordo com o Kantar TV Social TV Ratings, 92% dos tweets sobre programação de TV, neste ano, foram relacionados a algum tipo de reality-show.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/06/29/publicidade-em-realities-cresce-26-em-um-ano.html

28

Jun

Execom se destaca em portal internacional de publicidade

A agência potiguar Executiva Comunicação - Execom, comandada pelos publicitários Odemar Neto e Erick Gurgel, foi destaque no portal internacional Best Ads On TV, que seleciona semanalmente as melhores peças publicitárias do mundo e premia com um selo de destaque.

A campanha realizada em parceria com o Detran-RN ganhou o selo "Best of the week" na categoria Print. Na peça foi abordada a temática da pandemia e o aumento das infrações de trânsito por excesso de velocidade.

A seleção semanal pode ser acessada pelo https://www.bestadsontv.com/best/print e a campanha no https://www.bestadsontv.com/ad/127397/Detran-RN-The-virus-kills-High-speed-driving-too.

25

Jun

Publicidade brasileira conquista 6 Leões em Film

A publicidade brasileira conquistou 6 Leões em Film, uma das categorias mais importantes e tradicionais do Cannes Lions. Destaque para o case “Deixe-a correr” (Let Her Run), da Africa para a SporTV, que conquistou 1 Leão de Prata e outro de Bronze na área. O movimento surgiu da injustiça enfrentada por mulheres atletas impossibilitadas de competir em provas oficiais por registrarem taxas naturais de testosterona acima do padrão.

O filme principal da campanha retrata as “nude parades” e os constrangimentos causados às atletas na década de 60, quando competidoras femininas eram submetidas a um humilhante exame de comprovação de sexo biológico. Neste ano, o case conquistou 1 Prata e 3 Bronze no D&AD.

Os outros 4 Leões brasileiros na categoria para o Cannes Lions 2021 são de bronze, para as campanhas “Nós assistimos tudo”, da AKQA para Netflix, “Cidade Inerte”, da Wunderman Thompson para a ONU, “BK na madruga”, da David para o Burger King e “Salla 2032”, da Africa para a House of Lapland.

Como Grand Prix, o júri de Film escolheu três cases: “Crocodile Inside”, da BETC Paris para a Lacoste, “You can´t stop us”, da Wieden + Kennedy Portland para a Nike, e “#Wombstories”, da AMV BBDO Londres para a Libresse.

“Deixe-a correr” da Africa para a SporTV

“Crocodile Inside”, da BETC Paris para a Lacoste

“You can´t stop us”, da Wieden + Kennedy Portland para a Nike

“#Wombstories”, da AMV BBDO Londres para a Libresse

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://cannes.meioemensagem.com.br/noticias2021/2021/06/25/publicidade-brasileira-conquista-6-leoes-em-film/

24

Jun

Pesquisa: LGBTQIA+ são os maiores consumidores no digital

Apesquisa “Comunidade LGBTQIA+: o que está em foco?”, realizada pela Nielsen em parceria com a Toluna, apontou a comunidade com a maior consumidora de conteúdo e produtos online, porém, apesar de 72% dos entrevistados afirmarem que compram de marcas que se posicionam, 57%  declaram que não acreditam que o posicionamento ocorra de forma orgânica e sim por interesse próprio. Os dados mostram também que as publicidades voltadas para o movimento não são muito marcantes: 27% do público LGBTQIA+ declara não se lembrar de ter visto alguma publicidade e elas são menos lembradas ainda por não pertencentes ao grupo. Com relação às mensagens notadas pelo grupo por seguimento, moda aparece em primeiro com roupas, sapatos e acessórios, seguidos por bebidas e maquiagem.

“Precisamos primeiro ser, para depois parecer. Não adianta termos um discurso muito bacana e inclusivo se eu não tenho isso dentro de casa, então, o meu desafio é garantir a consistência do discurso que vai para fora. Aqui dentro de casa nós temos que fazer uma cultura inclusiva e diversa ao longo do ano inteiro antes de levantar qualquer bandeira”, comentou Michelle Carneiro, gerente de comunicação interna e diversidade e inclusão da Ame Digital, durante o lançamento do estudo.

A pesquisa entrevistou 1455 pessoas na semana do dia 15 de maio e foi apresentada pela Nielsen nessa quarta-feira, 23, em um encontro online que reuniu Michelle Carneiro, Rafa Lotto, sócia e head de planejamento da Youpix; Thaís Souza Nicolau, diretora regional de branding do Mercado Livre; Raphael Lima, pesquisador em comunicação e mestre em cultura e sociedade; e Nick Nagari, criador de conteúdo, para debater a questão na publicidade.

“O nosso propósito é promover um futuro de mídia melhor para todas as pessoas. Nós entendemos que estamos abraçando não só a diversidade, mas a equidade e inclusão, porque se não pudermos representar uma sociedade da forma que ela é, plural, com nossos dados e análises, não estaremos fazendo um bom trabalho”, comenta Sabrina Balhes, líder de media measurement da Nielsen Brasil. 

Maiores consumidores do digital

Os dados da pesquisa revelam que esse é um público altamente conectado, 81% dos entrevistados declaram que consomem streaming com alta frequência semanal, com preferência para YouTube, Netflix e Amazon Prime Video, e afirmaram gastar mais de nove horas semanais em atividades online, uma porcentagem maior quando comparado aos que não fazem parte da comunidade. Eles são também o público que mais acompanha conteúdo de TV e de influenciadores, sendo um forte consumidor de tendências, o que indica uma oportunidade para o mercado de marketing de influência.

“Antigamente, as marcas falavam com seu consumidor através de um veículo e uma personalidade que as representavam e estavam sempre dentro do padrão. Hoje, existem nove milhões de pessoas que se identificam como criadores de conteúdo no Brasil, então, existem muitas vozes a serem ouvidas e no momento que essa comunicação se descentraliza e sai da mão da marca, elas estão começando a compreender essa nova maneira de se comunicar e entendendo que esse lugar é também de diversidade e de se comunicar com comunidades que ela não se comunicava antes. Os influencers interagem e têm autoridade com seus seguidores”, comenta Rafa Lotto, sócia e head de planejamento da Youpix.

Com relação a conectividade, o grupo apresenta um alto nível de acesso à internet fora de casa, acessando em sua maioria por smartphones, seguidos por notebooks, com a conexão em sua grande parte realizada após às 22h para ver as notícias em sites ou aplicativos e com um forte hábito de compras online, sendo alimentos, vestuário e bebidas os principais produtos procurados. Segundo Balhes, esse é um público muito conectado e isso reflete na forma como ele avalia e interage com as marcas. 

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/06/23/lgbtqia-sao-os-maiores-consumidores-no-digital.html