Educação

17

Jan

Educação

Site traz histórias para incentivar a leitura e a imaginação das crianças

Contar histórias cria uma conexão muito grande entre as pessoas, além de ensinar lições preciosas para a vida. A escritora de livros infantis, Maria Cecília de Lima, descobriu isso muito cedo, em sua tenra infância, durante a convivência com sua avó Conceição – uma exímia e profícua inventora e contadora de fábulas - e resolveu fazer desse ensinamento uma missão de vida.

Como forma de homenagear sua avó, mas também de compartilhar os momentos lindos que viveu escutando e saboreando cada uma de suas narrativas, Maria Cecília criou o site Histórias que Minha Avó Contava (historiasqueminhaavocontava.com).

No site, Maria Cecília coloca no papel, ou melhor, na internet, todas os contos narrados por sua avó Conceição. Na aba “histórias de vó”, os leitores podem acessar o conteúdo dividido em seções. Há lá “contos de fadas”; “´fabulas”; “contos indígenas”; “contos africanos”; “contos assustadores”; e” demais histórias”.

Em razão da diversidade de histórias que apresenta, o site torna-se uma ótima fonte para todos aqueles que buscam incentivar a leitura e a imaginação das crianças. Profissionais de instituições de ensino, professores, educadores, contadores de histórias, atores e atrizes que trabalham com crianças certamente encontrarão na plataforma um vasto material de trabalho.

Inspiração

A autora relata que sua avó nasceu em um sítio de uma cidade muito pequena de Minas Gerais, onde não tinha energia elétrica, televisão ou qualquer outra diversão. “Suas distrações eram as conversas em volta do fogão a lenha, as festas de santos e as quermesses da igreja”, relata. 

Dessa vivência, calcada na cultura oral, nasceram as histórias apresentadas no site. Inspirações da cultura europeia, indígena e africana se juntam e dão vida a uma variedade de narrativas que bebem das diversas fontes que formaram a vida de Conceição e também a do país em que vivemos.

Na seção de “contos indígenas”, por exemplo, encontram-se histórias sobre “Meu boi bumbá” e “As lágrimas de Potira”. Em “contos africanos”, há narrativas sobre um adivinho chamado “Ifá” e “A lenda do tambor”. Em “contos de fadas” e “fábulas”, pode-se ler as famosas histórias de “Cinderela”, “Rapunzel”, “O coelho e tartaruga” e “A raposa e a cegonha”.

16

Jan

Educação

Livros infantis oferecem atividades lúdicas para a volta às aulas

Ensinar e brincar são duas ações que podem caminhar lado a lado. Atividades lúdicas, recheadas de brincadeiras, fazem com que as crianças criem um vínculo a mais com o processo de aprendizado. Por isso, livros infantis como os da coleção Abremente e Arty Mouse são aliados para adultos e crianças no momento de volta às aulas.

Considerados livros paradidáticos, as coleções atendem crianças entre 3 e 11 anos. Entre atividades para escrever e apagar, desafios que estimulam o raciocínio lógico e a criatividade, os títulos dialogam com os pequenos e os estimula em relação ao desenvolvimento psicomotor.

“O lúdico e o imaginário infantil têm muito a contribuir no processo de aprendizado das crianças. Isso faz com que o livro tenha um papel a mais no desenvolvimento dos pequenos – nesse sentido, aprender e brincar fazem parte do mesmo estágio”, afirma a diretora da Catapulta Editores no Brasil, Carmen Pareras.

Aos professores, os livros se tornam uma ferramenta de aproximação e facilitação de aprendizado. Para as crianças, os títulos são uma forma a mais de se divertirem, enquanto aprendem algo novo. Abaixo, conheça mais das coleções:

Abremente

A coleção é dividida em três conjuntos de títulos. O primeiro deles é um dos mais renomados da Catapulta Editores – Abremente Perguntas e Respostas, que já vendeu mais de 50 milhões de cópias pelo mundo. São oito livros, com opções de atividades para crianças entre 3 e 11 anos. Em formato de leque, a proposta dos títulos é que as crianças tenham o raciocínio lógico estimulado de maneira lúdica.

Os livros que pertencem ao conjunto Mini Abremente têm a proposta de incentivar o desenvolvimento da coordenação motora infantil. São oito títulos, indicados para crianças entre três e cinco anos. Algumas obras são em formato de leque, outras têm sons e todas são acompanhadas de uma canetinha e um apagador – as crianças poderão treinar a escrita e o desenho de forma a completar as atividades.

Já os títulos Abremente Desafios oferecem oito livros, também para crianças entre 3 e 11 anos. São desafios lúdicos, que estimulam o desenvolvimento infantil voltado para o raciocínio lógico, capacidade de julgamento e interação com diversas temáticas, relacionadas ao processo de aprendizado das crianças.

Arty Mouse

Pintar com giz, tinta e canetinha são algumas das atividades propostas pelos livros da coleção Arty Mouse. Ao todo, são nove títulos indicados para crianças a partir de três anos – Arty e outros personagens apresentam, para os pequenos, atividades relacionadas a cores, formatos, número e palavras – algo que está sendo formado pelas crianças na idade indicada da coleção.

A maioria dos livros são feitos em páginas “laváveis” para que as atividades possam ser feitas novamente. Essa característica faz com que as obras sejam usadas muitas vezes, seja por diferentes crianças ou em momentos diferentes, em casa, por exemplo.

16

Jan

Educação

[Artigo] Guia completo para abolir o uso de papel

*Por Sandra Veronica Galvez Sanchez 

Documentar processos, registrar atividades e organizar atividades é uma parte integral do dia a dia dos negócios, independente do segmento de mercado em que a empresa esteja inserida. 

Mas isso não significa usar papel físico. De fato, a confiança em documentos em papel resulta no desperdício de milhões de dólares. Quantas impressões completamente inúteis passaram pelas suas mãos durante sua vida profissional?

E não é só isso. Conforme a pilha de papelada física aumenta, os problemas também crescem:

- Mais tempo para concluir tarefas de rotina que dependem de entrada em papel;

- Maiores riscos de falhas de segurança devido a documentos perdidos ou roubados;

- Erros em potencial na entrada de dados causados pela digitação manual de informações em sistemas.

Todas essas situações e ainda a questão da sustentabilidade. Cada vez mais o consumidor, seja ele pessoa física ou jurídica, exige de seus parceiros de negócios uma postura de respeito aos recursos naturais.

Para quem pensa na dificuldade em fazer a transição para um modelo paperless, é importante saber que existem maneiras práticas de levar qualquer negócio a abolir o uso de papel.

4 pontos para começar a deixar o papel para trás:

  1. Avalie os impasses causados pelo papel
    - Faça um inventário dos processos mais críticos em sua empresa, como os que fazem o negócio parar ou causam prejuízos caso sofram atrasos;
    - Revise a documentação existente ou tenha uma visão geral do passo a passo atentando-se para onde o papel é usado no processo e qual a tarefa envolvida;
    - Avalie o número de entradas comerciais em papel necessárias para os processos escolhidos em um típico mês e o tempo envolvido no processamento manual dos documentos em papel;
    - Identifique as etapas dos processos que oferecem uma oportunidade significativa para digitalização.
  2. Estabeleça processos sem papel onde for viável
    - Identifique processos que dependem de entradas baseadas em papel e que podem ser facilmente transferidos para o digital, como oferecer um formulário eletrônico para substituir um formulário em papel;
    - Certifique-se de que processos convencionais e digitais podem ser executados paralelamente e estão completamente integrados para possibilitar uma transição tranquila conforme os volumes mudam do papel para o digital.
  3. Digitalize e converta os arquivos físicos                                                                                                                                                    -- Quaisquer documentos que chegam em papel devem ser convertidos eletronicamente o mais rápido possível no momento do recebimento. Não é possível obrigar clientes e fornecedores a abolir o uso de papel, e é provável que documentos e arquivos em papel ainda façam parte de suas rotinas. O segredo é digitalizar esses arquivos assim que chegarem em sua empresa.
  4. Mantenha os clientes atualizados
    Depois de implementar a digitalização ou a transição para o processo completamente eletrônico, você deve informar aos clientes sobre as mudanças e como isso os afeta. Destaque as vantagens e também aborde quaisquer dúvidas que possa haver sobre segurança e privacidade;
    Também explique sobre assinaturas eletrônicas aos seus clientes, caso isso seja importante.
    Certifique-se de comunicar e oferecer incentivos para que seus clientes realizem a mudança, tais como taxas reduzidas, acréscimo no bônus de fidelidade, etc., para aliviar qualquer inconveniência.
    E, finalmente, desfrute dos benefícios! As recompensas em economia de tempo e dinheiro se acumularão rapidamente e o retorno em satisfação dos clientes será enorme.

*Sandra Veronica Galvez Sanchez é gerente de marketing de LATAM da divisão Alaris da Kodak Alaris no Brasil, provedora líder do setor de soluções de captura de informações que simplificam os processos de negócios. A empresa trabalha para ajudar o mundo a entender as informações com soluções conectadas e inteligentes, habilitadas por décadas de inovação na ciência da imagem. As premiadas linhas de scanners, software e serviços estão disponíveis em todo o mundo e através de uma rede de parceiros de canal. Para obter mais informações, acesse www.alarisworld.com/pt-br e siga @AlarisLATAM

 

15

Jan

Educação

Projeto do IMD abre seleção para bolsistas da área de computação

O Projeto SV-PRO APP, conduzido pelo Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), dará início, a partir desta sexta-feira, 15, ao processo seletivo de bolsistas de pesquisa e desenvolvimento de Tecnologia da Informação (TI) na área de computação móvel.

As inscrições se estenderão até o dia 24 e devem ser feitas através de envio de e-mail para processoseletivo-sascar@imd.ufrn.br, conforme as orientações expostas no edital. São ofertadas cinco vagas – três para desenvolvimento de software e duas para testes de sistemas. A remuneração para ambos os perfis é de R$ 2 mil.

Para se candidatar à vaga, o interessado deve estar matriculado em um curso de graduação da UFRN, na área de Computação ou campos afins, e certificar-se de que preenche o perfil esperado para as atividades a serem desenvolvidas, segundo o Anexo I do Edital nº 003/2021.

É permitido se candidatar a mais de uma vaga e a contratação terá caráter imediato. As atividades, cujas cargas horárias serão de 30h semanais, estão previstas para começar em fevereiro deste ano.

O projeto SV-PRO APP é voltado para o desenvolvimento de um aplicativo móvel inteligente para computador de bordo, smartphones e tablets. A ferramenta é capaz de realizar a gestão de veículos e disponibilizar recursos como inclinômetro, rotograma, controle de logística, comunicação GPRS e Wi-Fi, telemetria, entre outros.

Seleção

O processo de seleção será realizado entre os dias 25 e 29 de janeiro e consistirá em análise de currículo e entrevista técnica, cuja data e local serão informados previamente pela coordenação através do e-mail do candidato.

O resultado da seleção será divulgado a partir do dia 1º de fevereiro, na aba Editais do site do IMD.

15

Jan

Educação

Veja cinco dicas para se preparar para o Enem 2020

No próximo domingo (17), milhões de estudantes vão fazer a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Em um ano de pandemia do novo coronavírus, com aulas presenciais suspensas, estudantes e professores tiveram que se adaptar. Tiveram que transpor as salas de aula para dentro das próprias casas. Enfrentaram problemas de infraestrutura, internet de baixa qualidade ou mesmo ausência de conexão, entre outras questões.

A dois dias para a aplicação da prova, a Agência Brasil reuniu cinco dicas para quem vai fazer o exame. Segundo os professores entrevistados, é importante levar em consideração que esse é um ano atípico e que os resultados talvez não sejam os esperados. Os participantes devem estar atentos às regras da prova e seguir as medidas de segurança para evitar o contágio pelo novo vírus. 

Separar o que levar no dia da prova 

Para participar do Enem é obrigatório levar documento oficial de identificação com foto, caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente e máscara de proteção facial. Sem esses itens não será possível fazer a prova. A dica da professora de língua portuguesa da Escola Estadual Amélio de Carvalho Baís, de Campo Grande (MS), Letícia Cintra, é que, com antecedência, os participantes separem o que vão levar no dia do exame. “O que a gente conseguiu estudar, nós já estudamos. A partir de agora é organizar a caneta, máscara, o álcool em gel. Olhar o seu Cartão de Confirmação da Inscrição para ver onde vai fazer a prova, para não deixar para a última hora”, diz. 

Cuidar da própria saúde 

Na reta final, é importante cuidar da própria saúde física e mental para ter energia no dia do exame, de acordo com o pré-vestibular UniFavela. “Sabemos o quão difícil este momento de quarentena pode estar sendo. Dificuldades para estudar, para manter os pensamentos leves ou até mesmo para se concentrar em coisas simples. Não se culpe por isso! O que está acontecendo agora, no Brasil e no mundo, é muito maior do que qualquer esforço que a gente faça”, diz cartilha divulgada pelo curso. “Tão importante quanto manter uma rotina de estudos é manter uma rotina de cuidados. Busque ao máximo dormir oito horas por dia. Além disso, tente entender os seus sentimentos, dar nome ao que você sente, expressar isso de alguma forma: escrevendo, cantando, dançando, chorando... Se permita sentir!”. 

Revisar o conteúdo 

Às vésperas do exame, o momento é de revisar o que foi aprendido até aqui. Para o professor e sócio-diretor da Evolucional, startup de educação que oferece simulados e estudos de desempenho para escolas de todo o país, Vinícius Freaza, o Enem deve seguir a tendência de anos anteriores, já que as questões são escolhidas a partir de um banco de itens elaborados ao longo dos anos. “Seguramente teremos questões produzidas este ano, deve aparecer alguma coisa de pandemia, mas o grosso continua seguindo tendência de anos anteriores”. A recomendação, então, para a reta final é que os estudantes refaçam as provas antigas e que saibam os assuntos mais recorrentes em cada uma das áreas avaliadas no Enem.

Na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira é possível acessar as edições anteriores das provas e os gabaritos. 

Aprender por vias alternativas 

É possível também buscar revisar os conteúdos e ficar a par de atualidades por meio de vídeos, de podcasts e outras ferramentas. “Você pode, por exemplo, estudar sobre uma guerra, ou um fato marcante para o mundo, assistindo a um filme sobre essa temática. Existem muitos materiais disponíveis em plataformas de streaming e no Youtube que podem ser aproveitados nesse sentido”, diz a UniFavela. 

As redes sociais também podem ajudar, desde que sejam consultados conteúdos confiáveis, por exemplo de cursinhos reconhecidos ou de órgãos oficiais. O professor de física do Descomplica, Rafael Vilaça, recomenda que os estudantes acessem, por exemplo, as redes sociais do Inep, que é o responsável pelo exame. Lá podem ter dicas para a prova. “Entrar no Instagram do Inep e ver o que deu de spoiler sobre o exame, observar os temas tratados, para se cercar de repertório para a prova. O Inep falou muito sobre idosos, sobre leitura, alfabetização, são temas que podem cair na prova”, diz. 

Ter uma estratégia de resolução de prova 

Segundo o coordenador pedagógico do ProEnem, Leandro Vieira, é importante que os participantes tenham uma estratégia para a resolução da prova. “A gente vê muitos alunos que chegam para o dia da prova muito nervosos, muito ansiosos, e acabam não conseguindo se concentrar naquele momento. Importante que vá para a prova sabendo por onde vai começar, sabendo os conteúdos pelos quais vai iniciar. No primeiro dia, se é por redação, se é por ciências humanas, por linguagens. É importante pensar uma estratégia e segui-la ao longo da prova porque às vezes a ansiedade acaba paralisando a gente naquele momento”. O professor recomenda, no primeiro dia, que os estudantes iniciem as provas pela redação e que dediquem no máximo uma hora para a escrita do texto. Em seguida, deve resolver as questões sobre os assuntos com os quais tem mais afinidade.

Enem 2020

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer as provas. O Enem 2020 terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Fonte: Agência Brasil

14

Jan

Educação

Veja o que pode e o que não pode no Enem 2020

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começa a ser aplicado neste domingo (17) e, para dar mais tranquilidade e não correr o risco de esquecer algo na última hora, a Agência Brasil elaborou uma lista do que é permitido e do que não é permitido nos dias de prova para que os candidatos, desde já, se organizem para o exame. 

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer as provas. O Enem 2020 terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. A lista do que é ou não permitido no exame é semelhante para as duas versões. 

Neste ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista. Os participantes que não estiverem com máscara de proteção facial não poderão ingressar no local de prova. 

lista de documentos aceitos está disponível na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Entre eles estão a Carteira de Identidade, a CNH, o passaporte e a Carteira de Trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997. 

Embora não seja obrigatório, é recomendado que os participantes levem também pelo menos uma máscara extra para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem. 

Como se trata de uma prova longa, também é recomendado que os participantes levem lanche e água e/ou outras bebidas, com exceção de bebidas alcoólicas que não são permitidas e podem levar à eliminação do candidato. É recomendado também que se leve no dia do exame o Cartão de Confirmação da Inscrição. Nele está, entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante

Caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, também na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho. 

Itens proibidos 

Os candidatos não podem portar, durante o exame, nenhum dispositivo eletrônico, como telefones celulares, smartphonestabletswearable tech, máquinas calculadoras, agendas eletrônicas e/ou similares, ipods®, gravadores, pen drive, mp3 e/ou similares; alarmes, chaves com alarme ou com qualquer outro componente eletrônico. 

Também não podem ter em mãos fones de ouvido e/ou qualquer transmissor, gravador e/ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens. São ainda itens proibidos óculos escuros e artigos de chapelaria, como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares; caneta de material não transparente, lápis, lapiseira, borrachas, réguas, corretivos, livros, manuais, impressos, anotações; protetor auricular, relógio de qualquer tipo. 

Esses objetos, caso o estudante leve para o exame, devem ser colocados dentro do envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador, ao ingressar na sala de provas. A Declaração de Comparecimento também deve ser colocada dentro do envelope. O envelope deve ser lacrado e identificado, desde o ingresso na sala de provas até a saída definitiva do local de provas.

Enem na pandemia

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Fonte: Agência Brasil

14

Jan

Educação

UERN forma mais de 1.500 mestres e doutores

Com 24 programas de pós-graduação stricto sensu (PPGs), a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) tem sido protagonista na formação de mestres e doutores no interior do Estado, preparando profissionais qualificados para contribuir com o desenvolvimento científico, econômico e social da região. Nos últimos dez anos, o quantitativo de pós-graduados egressos da instituição tem crescido exponencialmente.

Em 2010, a UERN formou seus dois primeiros mestres pelo Programa de Pós-Graduação em Letras – Mestrado (PPGL), no Campus Avançado de Pau dos Ferros. Hoje, a universidade conta 1.506 mestres e doutores formados por seus PPGs, no Campus Central e nos campi avançados de Pau dos Ferros e Caicó.

“A evolução na pós-graduação nessa trajetória de dez anos é uma prova categórica de que a UERN vem empreendendo esforços para o cumprimento do seu papel, que é gerar oportunidades de altíssima qualidade”, diz o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Rodolfo Lopes Cavalcanti.

A presença de doutores e mestres na região, sobretudo no interior do estado, propicia uma melhor qualidade da propagação do conhecimento científico, possibilitando um ambiente favorável para a inovação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico.

O pró-reitor enfatiza que a oferta de programas de pós-graduação reflete diretamente na produção científica dentro da universidade, tanto de forma quantitativa quanto qualitativa. “A pesquisa de pós-graduação é de maior robustez e isso significa dizer que é uma pesquisa com maior complexidade, maior aprofundamento que requer muitas vezes a construção de uma rede colaborativa, que envolve outros professores desta ou de outras instituições, alunos de pós-graduação e os alunos da graduação”, afirma.

14

Jan

Educação

Estudo: aprendizagem pode retroceder até quatro anos

Pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), encomendada pela Fundação Lemann, mostra que a educação brasileira pode retroceder até quatro anos nos níveis de aprendizagem devido à necessidade de suspensão das aulas presenciais na pandemia, com o agravante da dificuldade no acesso ao ensino remoto. Esse é considerado o pior cenário, em que os estudantes não teriam aprendido o conteúdo durante o ensino remoto. O impacto é maior entre negros e alunos com mães que não concluíram o ensino fundamental.

A partir de dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), foi possível simular uma perda equivalente ao retorno à proficiência brasileira na avaliação de quatro anos atrás em língua portuguesa e de três anos em matemática, do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, considerando o pior dos cenários, chamado de pessimista. 

Em uma estimativa intermediária, os componentes curriculares teriam uma queda equivalente ao retorno à proficiência brasileira de três anos atrás. Mesmo no cenário otimista, em que os alunos teriam aprendido por meio do ensino remoto tanto quanto aprendem no presencial, a educação também pode ter perdido três anos em língua portuguesa.

Em outro modelo de apresentação de resultados, o estudo mostrou que tanto alunos dos anos finais (do 5º ao 9º) do ensino fundamental quanto aqueles do ensino médio podem ter deixado de aprender o equivalente a 72% do aprendizado de um ano típico, em língua portuguesa e matemática, considerando o pior cenário. No cenário intermediário, o percentual ficou em 34% e 33%, respectivamente. Considerando o cenário otimista, a perda no aprendizado ficaria em 14% e 15%.

O diretor de Políticas Educacionais na Fundação Lemann, Daniel de Bonis, considera que o ensino remoto reduz os prejuízos do fechamento das escolas, mas não é um substituto da escola, do professor e do ensino presencial. “A simulação mostra que, dependendo da qualidade do ensino remoto e do nível de dedicação dos estudantes, ele pode reduzir até substancialmente esse prejuízo com o fechamento das escolas, mas não substitui a escola, você vai continuar tendo um prejuízo", diz.

A primeira conclusão do estudo é que a interrupção das aulas leva a uma redução significativa no aprendizado dos alunos. “Em segundo lugar, entendemos que, em um cenário de interrupção das aulas presenciais, o aprendizado dos alunos depende do acesso ao ensino remoto e esse acesso é desigual no Brasil, como evidenciado pelos dados da Pnad Covid-19”, afirmou André Portela, pesquisador líder do estudo e professor titular de Políticas Públicas da Escola de Economia de São Paulo, da FGV.

“Por fim, analisando dados do Saeb, concluímos que, em 2020, o crescimento do aprendizado dos alunos brasileiros poderá desacelerar ou mesmo retroceder. Esse resultado ocorre de maneira desigual no país, afetando mais fortemente os menos favorecidos. Assim, esforços para mitigar essa perda e garantir o acesso a um ensino remoto de qualidade a todos são urgentes, de modo a evitar a perda de aprendizado e o aumento das desigualdades educacionais”, acrescentou Portela.

Desigualdade

Os grupos populacionais mais prejudicados foram os do sexo masculino, pardos, pretos e indígenas, com mães que não finalizaram o ensino fundamental. Os menos prejudicados são, na maioria dos casos, do sexo feminino, que se declararam brancas, com mães com pelo menos ensino médio completo. 

“No caso daqueles que não tiveram acesso nem mesmo a ensino remoto, esse prejuízo pode ser muito grande. É claro que a gente sabe que, em uma realidade como a brasileira, essa situação acaba sendo muito desigual, porque nem todas as famílias têm condições de ter esse acesso e com qualidade”, disse o diretor da Fundação Lemann.

Ele citou a questão da oferta de conectividade como fator determinante para que os estudantes de famílias mais pobres tenham acesso a videoaulas, que são disponibilizadas de forma online, em sites ou aplicativos. “O acesso a um aplicativo exige consumo de dados e nem todos os estados brasileiros conseguiram financiar as famílias para que elas pudessem usar os aplicativos sem consumir do seu plano”.

“Em São Paulo, o estado conseguiu fazer um acordo com as telefônicas, pagando dentro do seu contrato, para que o uso do aplicativo da Secretaria de Educação não fosse contabilizado como consumo do plano de dados, mas isso é porque foi colocado recurso público. Em nível nacional, não tivemos uma iniciativa semelhante, então depende de cada estado ter financiado isso para as famílias”, acrescentou.

A desigualdade aparece também nos cálculos feitos para cada um dos estados brasileiros. Em ambas as etapas de ensino, os alunos das regiões Norte e Nordeste deixaram de aprender mais que alunos do Sul e Sudeste.

Fonte: Agência Brasil

14

Jan

Educação

Editais dos processos seletivos 2021 para o IFRN sofrem alterações; confira

A Coordenação de Acesso Discente (Cadis) do IFRN divulgou nesta quarta-feira (12) a retificação nº 3  dos editais de processos seletivos de cursos técnicos 2021: Exame de Seleção (Edital nº 29/2020-PROEN — Cursos Técnicos Integrados); Subsequente (Edital nº 30/2020-PROEN — Cursos Técnicos Subsequentes); e Educação de Jovens e Adultos (Edital nº 31/2020-PROEN/IFRN – Cursos Técnicos Integrados Proeja).

Mudanças

Os editais sofreram adequações e alterações a fim de esclarecer sobre a documentação a ser enviada no ato da inscrição e da matrícula; os critérios de avaliação do histórico escolar, além de estabelecer um novo cronograma do processo seletivo, com uma nova data para a divulgação do resultado final e o estabelecimento de datas para a matrícula. Também foram atualizados os endereços e horários de atendimento dos campi.

Inscrições

Os prazos e forma de inscrição não mudaram. Os interessados têm até o dia 22 de janeiro de 2021 para se inscrever, através do portal do candidato processoseletivo.ifrn.edu.br.

14

Jan

Educação

Saiba como pedir reaplicação do Enem em caso de infecção por covid-19

Candidatos inscritos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que estejam acometidos de covid-19 ou outras doenças infectocontagiosas podem solicitar a reaplicação das provas. O Enem será aplicado nos próximos dias 17 e 24 de janeiro (versão impressa) e nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro (versão digital). Já a reaplicação do exame está marcada para os dias 23 e 24 de fevereiro. Quem estiver doente deve comunicar a condição, antes da realização das provas, acessando a Página do Participante na internet. 

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para a análise da possibilidade de reaplicação, a pessoa deverá inserir, obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação deve constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB. 

Pelo edital do Enem 2020, são doenças infectocontagiosas, para fins de pedido de reaplicação das provas: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela e covid-19. O Inep reforça que os participantes que apresentarem sintomas na véspera ou no dia da prova não deverão comparecer ao exame, "primando pela segurança e pela saúde coletiva". 

"Em casos como esses, além de registrar o ocorrido na Página do Participante, o inscrito deverá entrar em contato com a Central de Atendimento do Inep (0800 616161) e relatar a condição, com o objetivo de agilizar a análise do laudo pela autarquia. A aprovação ou a reprovação da solicitação deverá ser consultada, também, na Página do Participante", informa a autarquia. 

Segundo o Inep, não só pessoas com problemas de saúde na data das provas poderão participar da reaplicação. Quem tiver problemas logísticos, como, por exemplo, falta de energia elétrica, também poderá comunicar o problema pela Página do Participante para fazer o exame em fevereiro.

Protocolos

O governo informa que protocolos relacionados à covid-19 na aplicação do exame incluem a disponibilização de álcool em gel nas salas e a obrigatoriedade do uso de proteção facial durante a prova. O participante poderá levar mais de uma máscara para troca ao longo do dia. As máscaras serão verificadas pelos fiscais para evitar possíveis infrações. O participante que não utilizar a máscara cobrindo totalmente o nariz e a boca, desde a entrada até a saída do local de provas, ou recusar-se, injustificadamente, a respeitar os protocolos de proteção contra a pandemia, a qualquer momento, será eliminado do exame, exceto em casos previstos na Lei n.º 14.019, de 2020.  

Também foram estabelecidas regras específicas para reduzir aglomerações durante a aplicação do Enem. Segundo o Inep, a ocupação das salas será de, aproximadamente, 50% da capacidade. Os colaboradores do Enem também deverão possibilitar o máximo de ventilação natural nos ambientes. Além disso, os portões serão abertos às 11h30 (horário de Brasília), 30 minutos antes do previsto nos editais. As pessoas consideradas de grupos de risco (idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias ou que afetam a imunidade) ocuparão salas com no máximo 25% da capacidade máxima. Ainda de acordo com o Inep, esses participantes já foram previamente identificados na base de inscritos e alocados nas salas especiais.

Fonte: Agência Brasil

13

Jan

Educação

Sebrae produz videoaulas com conteúdos para empreendedores

Com o advento da pandemia e o risco de contágio em espaços de aglomeração, como salas de aula e de capacitação, as tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para as empresas e instituições que ofertam o ensino à distância e capacitações via internet. Para atender às demandas dos empresários e empreendedores, o Sebrae do Rio Grande do Norte está produzindo cinco videoaulas didáticas e objetivas, com conteúdos que vão oferecer conhecimento, além de desmistificar essa avalanche de novidades que surgiu com os modelos de gestão e estratégias de negócios inovadores.  

As videoaulas desenvolvidas são destinadas aos empresários de micro e pequenas empresas e potenciais empreendedores, que desejam orientações sobre como melhorar a atuação de sua empresa utilizando ferramentas práticas e inovadoras. Os temas abordados nessas videoaulas são: mapa de empatia, storytelling, pitch, personal branding e prototipe. 

O conteúdo explanado na videoaula sobre Mapa de Empatia foca na melhoria das experiências entregues pelas empresas, seus produtos e serviços. A ferramenta mapa de empatia pode ajudar a mapear aspectos importantes do negócio e descobrir o que o cliente sente, fala, ouve, vê, suas dores e necessidades. Do ponto de vista psicológico, o conceito de empatia é a capacidade do indivíduo sentir o que uma outra pessoa sente, caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. “Ou seja, procurar experimentar de forma objetiva e racional o que sente o outro, a fim de tentar compreender sentimentos e emoções”, explica a analista técnica da Unidade de Soluções e Relacionamento do Sebrae-RN, Grasielly de Lima.  

Outro tema que está em alta no mercado é o Storytelling, e uma videoaula específica sobre o assunto apresenta orientações para a compreensão sobre o processo de contar histórias sobre si mesmo, suas empresas, seus produtos e serviços.  “O storytelling é o uso de técnica narrativa que aguça as memórias afetivas e valores morais coletivos nos envolvendo e interligando os personagens”, explica Guilherme Alves, consultor credenciado do Sebrae-PE, que ministrou as videoaulas. 

Soluções inovadoras

Muito utilizado por startups, sobretudo em competições tipo hackathons, o Pitch é tema de uma videoaula desenvolvida para empresários e potenciais empreendedores que desejam aprender como realizar um pitch sobre si mesmos, suas empresas, seus produtos e serviços. O pitch é uma estratégia de apresentação com o objetivo de conquistar o interesse de investidores, parceiros ou clientes pelo seu negócio ou ideia apresentada. Existem 10 tipos: pitch palavra; pitch twitter; pitch problema x solução; pitch pixar; pitch interrogativo; pitch elevador; pitch frase título e pitch rimado. O pitch ideal tem cinco elementos: dor, autoridade, solução, mercado e monetização, segundo Guilherme Alves.

Hackathons são eventos que reúnem desenvolvedores de software, designers e outros profissionais relacionados à área de programação, com o intuito de em um período curto de tempo, criarem soluções inovadoras para algum problema específico. 

Outro importante conteúdo que faz parte da série de videoaulas do Sebrae é o Personal Branding. Este permite ao interessado aprender como fazer um personal branding sobre si mesmo, sua empresa, seus produtos e serviços.  O Personal Branding é a gestão da marca pessoal, possibilitando a descoberta do que torna o empreendedor único; a definição de um posicionamento; como comunicar melhor a proposta única de valor; como alcançar relevância e influência para determinado público alvo e melhorar a mensagem e experiência entregues em todos os pontos de contato da marca com o mundo externo.  

Com o objetivo orientar e ensinar os empreendedores a prototiparem suas ideias e a desenvolver novos produtos, serviços, modelos de negócio, canais de venda e formas de relacionamento com clientes, também foi elaborada e gravada a videoaula Prototipe. “Essa é uma oficina para quem deseja prototipar a proposta de valor, canais de venda e de relacionamento e a execução estratégica de um novo negócio direcionado para o Oceano Azul (blue ocean). Ou seja, um novo negócio inovador”, explica Guilherme Alves.

Todas as videoaulas são ministradas pelo consultor credenciado do Sebrae-PE, Guilherme Alves, graduado em Gestão da Informação e Mestre doutorando em Ciência da Informação, sob a coordenação das analistas técnicas do Sebrae-RN, Grasielly de Lima e Jéssica Sena. Depois de todo o material editado, o Sebrae do Rio Grande do Norte vai disponibilizar para todo o Sistema Sebrae as videoaulas e os clientes que acessarem as plataformas digitais da instituição poderão ter acesso. 

13

Jan

Educação

Pesquisa da UFRN avalia impactos do trabalho remoto para professores

A doutoranda Gilmara Barros e a mestranda Joana D’arck Guedes, do Programa de Pós-Graduação em Turismo (PPGTur), do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA/UFRN), estão em busca de voluntários para participarem de uma pesquisa sobre Qualidade de Vida no Trabalho Remoto dos Docentes. Os interessados podem ajudar respondendo o questionário online.  

A pesquisa quer ouvir professores de qualquer nível e/ou instituições de ensino, e tem como objetivo analisar a percepção deles quanto a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) remoto frente ao período pandêmico da covid-19. A ideia é identificar a percepção dos professores sobre a QVT, os impactos dos indicadores diante do cenário atual, compreendendo que a qualidade de vida no trabalho reflete diretamente nos resultados gerados e está ligada à produtividade, saúde, satisfação do funcionário e imagem da instituição. 

Gilmara e Joana D’arck  explicam que “2020 foi um ano atípico e trouxe inúmeros desafios quanto ao ensino, tornando-o remoto e modificando a rotina de trabalho dos docentes. Sabendo da importância da Qualidade de Vida no Trabalho quanto ao bem-estar físico e mental do trabalhador, nossa intenção é coletar dados para uma análise relacionada à percepção dos docentes sobre QVT”.

Outras informações podem ser consultadas com as pesquisadoras através dos e-mails gilmarabarros@gmail.com ou kassiaguedes@gmail.com.

13

Jan

Educação

Instituto do Cérebro da UFRN oferece 18 disciplinas com início em janeiro

O Instituto do Cérebro da UFRN está recebendo matrículas para alunos regulares e especiais em suas disciplinas. São 18 turmas que se iniciam no próximo dia 18 de janeiro e outras três em março. Para se inscrever, o estudante precisa ter vínculo com a UFRN. As disciplinas ofertadas em nível de graduação serão realizadas no formato on-line, abordando diversos temas e aspectos que ajudam na introdução ou avanço daqueles que têm interesse nas neurociências.

Uma das mais concorridas: Introdução à neurociência, será ministrada pelo neurocientista Claudio Queiroz, chefe do Laboratório de Redes Neurais e Epilepsia. A disciplina aborda a definição e contextualização de neurociência; estrutura e função do sistema nervoso; percepção e sentidos; ação e controle do movimento; e técnicas e abordagens experimentais empregadas no estudo do sistema nervoso, entre outros assuntos. As aulas serão ministradas nas segundas e quartas-feiras, pela manhã, do 2º ao 4º horário.

Os interessados em conhecer um pouco mais sobre a divulgação científica podem se inscrever na disciplina do professor Sidarta Ribeiro: Comunicação Científica. Nesse curso, ele discute desde o método científico até os princípios básicos da escrita, trazendo questões de síntese, clareza, organização lógica. Também aborda a estrutura da comunicação científica profissional, artigo versus dissertação, divulgação científica e outros temas. As aulas acontecem nas terças e quintas-feiras, pela manhã, ocupando o 3º e o 4º horário.

O neurocientista Sergio Neuenschwander apresenta uma nova turma para os interessados em aprender sobre Neurocinema. As aulas acontecerão toda quarta-feira à noite em três horários: 1º, 2º e 3º. Nessa disciplina, o estudante vai ver noção de realidade no cinema; modelos da percepção visual; teoria da cognição; teoria enativa da percepção; câmera obscura: do olho à câmera; a imagem retiniana; a imagem projetada; a tela na televisão e no cinema e muito mais. Esta é uma das disciplinas com ementa mais extensa entre as ofertadas. Sergio Neuenschwander oferta ainda a disciplina Introdução ao método científico.

Além dessas, estão disponíveis os cursos Ecologia, evolução e desenvolvimento; Evolução do sistema nervoso; Genética do comportamento animal; Neurobiologia da música; Neurociência Aplicada à Biblioteconomia; Neurociência cognitiva; Seminários em neurociência; Diferença entre sexos e saúde; Endocrinologia comportamental; Fundamentos de bioinformática; Neurobiologia dos estados patológicos; Neurociência básica no processo de aprendizagem; Neurotransmissores, toxinas e drogas; e Técnicas experimentais em neurociências.

Para início no mês de março, estão sendo ofertadas as disciplinas: Neurobiologia celular; Análise de sinais contínuos; e Neuroetologia. Acompanhe todas as disciplinas

13

Jan

Educação

Conheça os critérios de correção da redação do Enem

No domingo (17), milhões de estudantes de todo o país farão a primeira prova da edição impressa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Além de responder às questões objetivas de linguagens e ciências humanas, os participantes farão a prova de redação, a única parte subjetiva do exame. Com critérios específicos de correção, a redação pode ser o diferencial na nota dos estudantes. 

“A primeira coisa é que a prova não vai ter grandes mudanças na redação”, diz o professor e fundador do Laboratório de Redação, Adriano Chan. Na prova, os estudantes devem, a partir do tema proposto e dos textos motivadores - que não podem ser copiados - escrever um texto em prosa do tipo dissertativo-argumentativo. Os participantes devem defender uma tese, ou seja, uma opinião a respeito do tema proposto, apoiada em argumentos consistentes. Devem também elaborar uma proposta de intervenção social para o problema apresentado no desenvolvimento do texto. 

“É um equívoco o aluno acreditar que precisa saber bem do tema. Tem que saber ler bem o que está na proposta, identificar os desafios que estão na proposta em relação ao tema principal. Isso é muito importante. Não é achar qualquer problema, mas um problema dentro do universo proposto e relacionar esse desafio com o conteúdo adquirido e aprendido”, afirma Chan. 

“A estrutura não muda, o que vai alterar é a argumentação que o estudante vai ter que construir em função do tema. Eu acredito que quando o aluno conhece bem a estrutura da redação, o tema que vier ele vai conseguir fazer”, diz a professora Tatiana Nunes Câmara, de língua portuguesa e produção textual do Colégio Mopi.   

Para os professores, os estudantes devem, na reta final para a aplicação do exame, treinar a escrita, em papel, como será feito no dia da prova, usando máscara de proteção facial, item obrigatório este ano por causa da pandemia do novo coronavírus. “[Com as aulas sendo realizadas de forma remota], geralmente o estudante tem de entregar a redação digitada e não está treinando a questão do exercício motor de escrever a redação. É importante que o aluno faça o treino da escrita no papel, até para que não seja pego de surpresa em relação ao tempo”. 

“Escrever de máscara é diferente. Recomendo treinar a redação de máscara, contando o tempo”, acrescenta Tatiana. “Seria interessante agora revistar as redações que fizeram e foram corrigidas pelos professores, para que possam dar uma olhada na estrutura e nas orientações. Acho que também vale a pena observar temas que as pessoas têm falado ou assuntos que estão mais em voga, fazer uma espécie de retomada desses enfoques temáticos”, sugere. 

Correção 

Para ajudar no preparo para a prova, os estudantes podem acessar a cartilha da redação do Enem 2020, divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Na cartilha, estão detalhados os critérios de correção da redação e como é feita essa correção. Estão disponíveis também exemplos de redação que tiraram a nota máxima, nota 1 mil, na edição do Enem de 2019. 

Este ano, o Inep divulgou também, de forma inédita, as apostilas de capacitação dos corretores de redação, elaboradas para a edição de 2019. Assim, é possível saber o que os corretores levam em consideração na hora de atribuir notas às provas.

As redações do Enem são avaliadas em cinco competências, cada uma vale 200 pontos: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Cada prova passa por dois corretores. Caso haja uma diferença de mais de 100 pontos em relação à nota total da prova ou de mais de 80 pontos em relação a alguma das competências, o texto passa, então, por um terceiro corretor. Se a diferença persistir, a prova é avaliada por uma banca composta por três professores, que atribuirá a nota final do participante.

Motivos para nota zero 

Para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior, é necessário não ter tirado zero na redação. A redação receberá nota zero se apresentar uma das características a seguir:

fuga total ao tema;

não obediência ao tipo dissertativo-argumentativo;

extensão de até sete linhas manuscritas, qualquer que seja o conteúdo, ou extensão de até dez linhas escritas no sistema Braille;

cópia de texto(s) da Prova de Redação e/ou do Caderno de Questões sem que haja pelo menos oito linhas de produção própria do participante;

impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, em qualquer parte da folha de redação;

números ou sinais gráficos sem função clara em qualquer parte do texto ou da folha de redação;

parte deliberadamente desconectada do tema proposto;

assinatura, nome, iniciais, apelido, codinome ou rubrica fora do local devidamente designado para a assinatura do participante;

texto predominante ou integralmente escrito em língua estrangeira;

folha de redação em branco, mesmo que haja texto escrito na folha de rascunho; e

 texto ilegível, que impossibilite sua leitura por dois avaliadores independentes.

Veja os temas das redações de anos anteriores: 

Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional

Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana

Enem 2011:  Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado

Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI

Enem 2013:  Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil

Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil - Neste ano houve duas aplicações regulares do exame.

Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil

Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet

Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil

Enem 2020

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos no exame. O Enem 2020 terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Fonte: Agência Brasil

12

Jan

Educação

Férias Digitais: curso "Empreendedorismo de impacto social " na ESPM-SP tem início em fevereiro deste ano

As férias de verão são ideais para curtir a família, relaxar após um ano difícil e cansativo. Mas também pode ser uma excelente oportunidade para ampliar os seus conhecimentos. Exemplo disso, são os cursos on-line da ESPM. Com ótimas opções, valores variados e profissionais altamente qualificados, a Instituição de Ensino Superior, garante diversão com aprendizado, ainda que isso seja via plataforma digital.

Quando se trabalha com pessoas apaixonadas pelo que fazem, a rede se torna palco para novas experiências. O professor e coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDS), Marcus Nakagawa é uma referência nesse quesito, que não só deixam as aulas mais descontraídas, como também incentiva o trabalho com propósito, a fim de gerar impactos sociais. E justamente por isso, criou o curso de férias em parceria com a ESPM: "Empreendedorismo de impacto social: definindo causas e ações para mudar o mundo".

O curso será realizado entre os dias 1 e 5 de fevereiro de 2021, das 19h30 às 22h30. E para quem tem interesse de começar a expandir seus conhecimentos dentro da área neste período de férias, as inscrições já estão abertas pelo site (https://www.espm.br/educacao_continuada/empreendedorismo-de-impacto-social-definindo-causas-e-acoes-para-mudar-o-mundo-2394/?utm_source=mautic&utm_medium=email&utm_content=curso-de-ferias-emp).

De acordo com o professor, Marcus Nakagawa, as aulas foram desenvolvidas para todos aqueles que se interessam pela causa e desejam agregar mais conhecimento em seus trajetos. “Pode ser iniciantes ou mesmo quem já tenha uma longa bagagem. Se você também almeja migrar para uma nova carreira, essa pode ser uma grande oportunidade de aprender algo novo, pôr em prática ações que estão há muito tempo sendo adiadas e que pode gerar impacto no planeta e a sociedade como um todo”, comenta.

Sendo assim, os alunos podem contar com diferentes formas de fazer o empreendedorismo social em suas aulas, isto é: Projetos sociais; Organização do terceiro setor; Negócios sociais e negócios de impacto social; Análise de desafios, oportunidades, vertentes e engajamento do empreendedor social; Ideias de causa e ação.

“Nosso objetivo é inspirar nossos alunos a se tornarem de fato empreendedores de impacto social e por meio da educação, sabemos que estamos no caminho certo”, completa Nakagawa.