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12

Abr

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Plataforma calcula data aproximada de vacinação contra Covid-19 para cada usuário

O programa de vacinação contra a Covid-19 no Brasil segue a passos lentos, por isso muitas pessoas não têm sequer uma projeção de quando receberão a primeira dose da vacina. Para ajudar um pouco nessa previsão, um grupo de cientistas de dados criou voluntariamente a plataforma Quando Vou Ser Vacinado?, que calcula uma data aproximada para a imunização de cada usuário.

Para o cálculo, a plataforma combina dados como a idade e o estado no qual a pessoa mora, e também leva em consideração se o indivíduo faz parte do PNI – Plano Nacional de Imunização, que prioriza a vacinação de trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, funcionários das forças de segurança, entre outros grupos.

Como os cálculos consideram as informações mais recentes sobre a vacinação no Brasil, as projeções podem mudar de acordo com variáveis da situação: “As previsões podem mudar diariamente e estão suscetíveis a mudanças de regras e leis da federação, estados e cidades. Informe-se nos sites dos governos e com notícias de portais confiáveis”, explicou Renan Altendorf, um dos criadores do site.

Em seu perfil no Twitter, Renan também explicou que a plataforma usa dados da conta @CoronavirusBra1, que atualiza as notícias sobre o Coronavírus no Brasil: “Nos pegamos a média dos últimos 7 dias e vamos ‘somando’ a cada grupo de idade conforme dados do IBGE e alguns grupos adicionais”.

Os criadores da plataforma ressaltam que alguns ajustes ainda estão sendo realizados, justamente para deixar a previsão o mais correta possível.

Vale frisar que a plataforma é segura e que para realizar o cálculo no site Quando Vou Ser Vacinado?, os dados a serem fornecidos são apenas idade, estado e se a pessoa faz parte ou não do PNI.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/141942/plataforma-calcula-data-vacinacao-contra-covid-19/

11

Abr

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Sete dicas para a bateria do seu celular durar mais

A bateria é a parte mais importante de um smartphone e é também a uma das peças mais substituídas nas assistências técnicas, perdendo apenas para a tela que pode se quebrar por acidente e, por isso, é a campeã dos reparos. A curta vida útil da bateria acontece, na maioria dos casos, por mau uso, garante o técnico Clayton Mangulin, fundador da Campinas Celulares, rede especializada em assistência técnica e venda de acessórios. Para ajudar a manter a do seu aparelho funcionando por mais tempo, listamos algumas dicas:

Evite tirar da tomada antes de completar a carga

A carga completa dura mais, o que aumenta o tempo de intervalo entre um carregamento e outro, sendo assim, quanto mais cargas completas você realiza, mais longa será a vida útil do seu aparelho.

Não leve o celular ao banheiro

Pode parecer estranho, mas muita gente tem o hábito de colocar o celular para carregar na tomada do banheiro enquanto toma banho e se arruma para sair. “É um grande erro, pois o vapor do chuveiro pode oxidar a placa e outras peças do smartphone”, alerta Mangulin. 

Cuidado com as altas temperaturas

Outro cuidado importante é não deixar o telefone ao sol por muito tempo. “O ideal é que o aparelho seja operado em ambientes com variação de 15ºC e 30ºC. Temperaturas extremas podem prejudicar o desempenho da bateria e até danificá-la permanentemente”, avisa o especialista.

Fique de olho no tempo de carregamento

O telefone deve carregar, em média, por duas ou três horas, dependendo do modelo, se demorar mais é hora de levar na assistência, pois pode ser a “bateria viciada”. Nesses casos, a troca é recomendada.

Use sempre carregadores originais ou licenciados

Não é interessante usar qualquer modelo de carregador, mesmo que o encaixe seja perfeito. O recomendado é usar o carregador original ou procurar um modelo licenciado equivalente, observando sempre as especificações. “A amperagem da fonte é um dado essencial sobre o produto,  ela  é a medida da energia e representa o cálculo de consumo em relação a gasto/hora”, explica.

Cuidado na hora de guardar o cabo e o carregador

Enrole os fios corretamente, sem dobrá-los e guarde junto com a fonte em um local de fácil acesso e longe de umidade. Afinal, tão importante quanto cuidar da bateria é zelar pelo equipamento usado para o carregamento.

Leve o seu aparelho para limpar

Poeira e sujidades podem entrar nos conectores e causar falhas de carregamento, uma simples limpeza realizada em uma assistência técnica, por profissionais, pode resolver o problema, de forma rápida e econômica.

 

8

Abr

Tecnologia

Google anuncia novas regras sobre limite de armazenamento gratuito

A poucos meses de mudar as regras de armazenamento gratuito, o Google anunciou algumas mudanças em datas e no funcionamento dos sistemas e limites. Os principais afetados pelas novas normas são os perfis inativos, que podem ser deletados caso múltiplos avisos não sejam atendidos, e os usuários corporativos, que ganharam uma extensão no prazo e terão ferramentas para melhor controlar a utilização do espaço disponível na plataforma gratuita.

Primeiro, às boas notícias. Os usuários do Google Workspace, antigo G Suite, ganharam mais tempo para realizarem backups ou o arquivamento de arquivos desnecessários relacionados à plataforma de aplicativos de produtividade. Enquanto a data de 1º de junho deste ano se mantém para imagens em alta qualidade, dados relacionados aos softwares de escritório da empresa somente passarão a contar contra o limite de armazenamento no dia 1º de fevereiro de 2022.

Enquanto indica que os administradores e usuários de sistema façam varreduras e identifiquem os dados desnecessários, que podem ser apagados ou salvos em outros meios de backup, o Google também anunciou o lançamento de uma ferramenta para isso. Ainda sem data marcada para liberação, o recurso permitirá que os responsáveis tenham mais controle sobre sua utilização do espaço disponível para armazenamento, realizando alterações rápidas e evitando problemas antes que o limite seja aplicado.

Google anuncia que a partir de 2021 o Google Fotos não terá mais capacidade  ilimitada para arquivos. Saiba mais. - Programadores Brasil

Usuários comuns de softwares como Docs ou Sheets, entretanto, não entram nessa dança, com a data de 1º de junho valendo para todos. O principal atingido, como dito, será o Google Photos, serviço lançado como uma alternativa gratuita para o armazenamento de fotos em massa e que, agora, terá os arquivos em alta qualidade também contando contra um limite de espaço que, nos perfis gratuitos, é de 15 GB. Esse total é compartilhado com todos os outros serviços, incluindo Drive e Gmail.

Ao mesmo tempo, o Google também esclareceu as regras relacionadas a contas inativas, principalmente aquelas que ultrapassaram o limite de armazenamento. De acordo com a empresa, dados de softwares e serviços que não tenham sido usados por mais do que dois anos podem ser deletados, assim como conteúdos de plataformas como Gmail, Drive e Photos que tenham estourado o limite e permanecido como tal por um período semelhante.

Entretanto, como já havia anunciado anteriormente, o Google notificará os usuários diversas vezes, por e-mail e notificações, sobre a expiração do prazo. A ideia, segundo a companhia, é dar a chance de todos realizarem o backup dos arquivos necessários e limpeza do que podem ser apagados, além, claro, de voltarem a utilizar os serviços inativos para garantir que as informações ali contidas não sejam apagadas.

Seja como for, quem ultrapassar o limite tem como únicas opções apagar ou baixar os dados, para que sejam armazenados localmente ou em outro serviço de nuvem, além de realizar uma assinatura do serviço Google One. No Brasil, o upgrade dos 15 GB gratuitos para 100 GB custa R$ 6,99 ao mês ou R$ 69,99 ao ano, com opções maiores, com 200 GB (R$ 99,99 anuais) e até 2 TB (R$ 349,99 por ano).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/google-anuncia-novas-regras-sobre-limite-de-armazenamento-gratuito-182079/

8

Abr

Tecnologia

Amazon Music libera "Modo Carro" para controle de músicas ao volante

Nesta quarta-feira (7), o Amazon Music lançou o Modo Carro, sua nova interface simplificada e otimizada para motoristas. Os menus retrabalhados chegam para Android e iOS e foram projetados especialmente para momentos que pedem pouca distração e controles mais claros para retroceder, pausar e avançar faixas de uma playlist.

Assim como acontece no Spotify, ao conectar via Bluetooth com o centro de mídia de um veículo, o Modo Carro entra em ação e muda a cara do Amazon Music. A interface adaptada aumenta o tamanho dos botões, organiza as músicas em uma lista vertical de fácil interpretação e eleva os controles de mídia para o topo da tela.

Essa nova visualização é crucial para proporcionar uma experiência fluida enquanto o usuário está ao volante — embora direcionar a atenção ao celular não seja recomendado em todo caso. Dar mais espaço para os botões e apresentar informações de forma concisa é a prioridade, ocultando menus complexos ou seleção complicada de músicas.

Amazon Music libera "Modo Carro" para controle de músicas ao volante -  Canaltech

A conexão Bluetooth não é o único meio para habilitar o visual mais simples. O usuário pode ativar o Modo Carro a partir do menu de configurações, assim como desabilitá-la direto do botão estacionado no canto superior esquerdo da tela. Se a adaptação automática não for desejada, também pode ser desligada a partir das opções.

Segundo a Amazon, a visualização não é limitada às músicas de playlists já criadas. Na verdade, também é uma porta de entrada para aproveitar outras faixas baseadas no interesse do usuário. Essa descoberta também pode ser configurada nos menus do programa, tal como acontece na interface comum.

A atualização com do Amazon Music com o Modo Carro chega para o iOS na versão 10.7.0; no Android, na 17.7.4. É usuário do serviço de streaming e quer experimentar a novidade? Confira na loja de aplicativos se há algum download pendente. Se ainda não tiver chegado, resta apenas aguardar para que alcance seu aparelho.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/amazon-music-libera-modo-carro-para-controle-de-musicas-ao-volante-182241/

7

Abr

Tecnologia

Bradesco usa ofensas enviadas à assistente virtual para abordar assédio contra mulheres

A nova campanha do Bradesco parte de uma situação com sua assistente virtual para mostrar como as mulheres ainda são tratadas no dia a dia. Em 2020, a BIA, inteligência artificial do Bradesco, recebeu em torno de 95 mil mensagens de ofensas e assédio sexual. Ainda que ela não seja uma mulher real, essa constatação revela uma realidade que as mulheres enfrentam.

Com o anúncio criado pela Publicis, que estreou ontem (05/04) no intervalo do Jornal Nacional, o Bradesco mostra agressões verbais reais sofridas pela BIA e quais eram as respostas dadas pela IA. As interações são representadas por meio de locuções em off e projeções em paredes. Em seguida, o filme mostra a mudança de tom das respostas da BIA, posicionando-se de forma contundente contra o assédio.

A partir de agora, o posicionamento da assistente virtual torna-se mais direto e forte, com respostas como “Essas palavras não podem ser usadas comigo e com mais ninguém” e “Para você pode ser uma brincadeira. Para mim, foi violento”. A ação está alinhada com a iniciativa “Hey Update My Voice”, da UNESCO.

Apesar das interações acontecerem de forma online com a BIA, a campanha traz mulheres de verdade no filme, representando todas aquelas que sofrem assédio no dia a dia. A campanha ilustra um trabalho de meses, envolvendo os times de RH, Marketing e Tecnologia do Bradesco, em linha com movimentos corporativos mais amplos, como o #AliadosPeloRespeito e as frentes de Recursos Humanos com a Universidade Corporativa Bradesco (Unibrad), com ações e posicionamentos que provocam reflexões sobre gênero, etnias, pessoas com deficiência e LGBTI+.

A campanha também prevê anúncios, OOH, ativações nas redes sociais com vídeos de funcionárias do Bradesco mostrando os bastidores do projeto e uma landing page com o manifesto do posicionamento, conteúdos sobre as diversas formas de assédio, canais de denúncia e projetos sobre o tema.

Ao longo da semana de lançamento, o banco fará ainda uma ação no Twitter, convidando as inteligências artificiais de outras marcas para se juntarem a este movimento de combate ao assédio.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/141724/bradesco-aborda-assedio-contra-mulheres/

31

Mar

Tecnologia

Banco Central libera oficialmente transferências bancárias pelo WhatsApp

Horas depois de o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciar que o órgão liberaria transações pelo WhatsApp, o BC autorizou oficialmente as transferências bancárias pelo aplicativo. A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (30) pela autoridade monetária.

A empresa Facebook Pagamentos do Brasil, dona do WhatsApp, foi aprovada como “iniciador de transações”. As operadoras Visa e Mastercard receberam autorizações de dois arranjos de pagamentos: transferência/depósito e operações pré-pagas, em que o cliente abastece uma carteira virtual com dinheiro para gastar mais tarde.

As operações só poderão ser feitas dentro do Brasil. Transações com o exterior estão vetadas. Os pagamentos de compras por meio da plataforma Facebook Pay, que haviam sido pedidos pelas operadoras, continuam sob análise e não foram incluídos na autorização.

Em nota, o Banco Central informou que as autorizações “poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos”. As transferências e as contas pré-pagas estarão disponíveis assim que o WhatsApp liberar a modalidade. Caberá ao próprio aplicativo definir as tarifas de transação.

Em junho do ano passado, o BC suspendeu o teste que o Facebook tinha começado a fazer no Brasil. Em parceria com as operadoras Visa e Mastercard, pessoas físicas e empresas poderiam usar a função pagamento dentro do aplicativo para transferirem dinheiro e fazerem pagamentos no país e em reais. O BC, na época, interrompeu o serviço para verificar os riscos da nova tecnologia.

Fonte: Agência Brasil

30

Mar

Tecnologia

Maps terá visão de locais fechados, previsão do tempo e mais

O Google anunciou, nesta terça-feira (30), que o Maps ganhará vários recursos baseados em inteligência artificial. O app terá mais de 100 melhorias ao longo deste ano, incluindo navegação em espaços fechados (Live View), Previsão do Tempo, referências de locais com drive thru e postos de abastecimento de carros elétricos.

Apesar de falar sobre as novidades, a gigante não explicou quando exatamente cada ferramenta estará disponível. De acordo com a empresa, o uso da IA serve para que os usuários continuem “tendo acesso às informações mais exatas e atualizadas sobre o mundo, na hora em que precisar delas”,

Dentre as novidades está o Live View, que utiliza Realidade Aumentada (RA) para guiar as pessoas dentro de estabelecimentos. A tecnologia chamada “localização global” utiliza a IA para escanear bilhões de imagens do Street View para ajudar a pessoa a se orientar.

Google Maps

A partir da funcionalidade, será possível determinar a altitude exata e a localização de objetos dentro de um edifício, por exemplo. O objetivo é oferecer a navegação em locais extensos como aeroportos, terminais de transporte público e shoppings.

A tecnologia já funciona em aparelhos Android e iOS em vários shoppings de Chicago, Los Angeles, Newark, São Francisco e outros locais nos Estados Unidos. Nos próximos meses o recurso será lançado para alguns aeroportos, shoppings e terminais de transporte público em Tóquio e Zurique.

Outros recursos

Quem utiliza o Google Maps também terá em breve a ferramenta de previsão do tempo. A ideia é oferecer a informação para que as pessoas não sejam pegas desprevenidas quando forem a outros cantos da cidade. Além da meteorologia, será informada a qualidade do ar na região, tudo para que pessoas com alergias respiratórias consigam saber se determinada região possui poluição ou queimadas, por exemplo.

Ainda no quesito ambiental, foi anunciado que o software terá marcações de rotas que otimizam o consumo de combustível. O informe de vias sustentáveis pretende ajudar as pessoas a descobrirem caminhos que representam menor consumo de CO2. A utilidade será lançada primeiro nos Estados Unidos e depois no resto do mundo.

Google Maps

O Google anunciou, ainda, que o aplicativo de mobilidade mostrará opções de lojas com esquema drive-thru. Mais para frente, além de mostrar todas as informações sobre as lojas, será possível até mesmo realizar os pedidos pelo próprio app, só passando no local para a retirada.

A outra informação que os usuários terão acesso são os postos de abastecimento de carros elétricos. As estações de carregamento de veículos elétricos (EV) serão mostradas no Brasil para permitir que os motoristas possam planejar a viagem com mais cuidado. Além dos locais, serão mostrados no mapa detalhes sobre o número e tipos de conectores, potência de carregamento, reviews e mais.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/214670-maps-tera-visao-locais-fechados-previsao-tempo.htm

25

Mar

Tecnologia

Pesquisa mostra que 70% dos brasileiros têm medo de serem espionados pela webcam

Se você está trabalhando de casa, são altíssimas as chances de você participar de videoconferências com certa frequência. Mas você já parou para pensar que um dentre aqueles vários softwares e aplicativos instalados para se comunicar com seus colegas remotos pode estar sendo usado para espioná-lo? Caso sim, saiba que você não é paranoico — 70% dos brasileiros se preocupam com exatamente a mesma coisa.

É isto que revela um novo estudo divulgado pela Kaspersky — de acordo com a empresa russa, por mais que um em cada sete brasileiros (15%) sempre concede autorização para que aplicativos e serviços utilizem sua webcam, 73% deles se preocupam em serem monitorados indevidamente por algum programa malicioso. A média geral de preocupação levando em consideração toda a América Latina é de 60%.

“Muitas pessoas ainda não estão familiarizadas com os protocolos de segurança relacionados ao uso de webcams. No entanto, observamos uma tendência positiva no aumento da conscientização da cibersegurança, já que os internautas começaram a tomar medidas preventivas e verificar as permissões antes de autorizar o acesso à câmera e ao microfone”, explica Fabio Assolini, analista de segurança da Kaspersky no Brasil.

“Esperamos que o aumento da consciência em relação à cibersegurança seja respaldada por treinamentos organizados pelas empresas para seus funcionários – especialmente porque dispositivos de áudio e vídeo agora são amplamente usados para o trabalho remoto”, finaliza o especialista. Vale lembrar que o mercado já dispõe de webcam covers (ou “tampas de webcam”), que são relativamente baratas e resolvem bem o problema.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/pesquisa-mostra-que-70-dos-brasileiros-tem-medo-de-serem-espionados-pela-webcam-181307/

24

Mar

Tecnologia

Eventos virtuais devem continuar como uma tendência mesmo após a pandemia, afirma pesquisa do LinkedIn

Os eventos virtuais devem receber quase o dobro de investimentos em 2021, de acordo com o levantamento do LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo. Os dados,  parte do relatório “O Cenário de Eventos Virtuais” realizado com mais de 200 organizações B2B no Brasil, mostram ainda que 85% dos entrevistados fizeram  um evento, webinar ou palestra online nos últimos doze meses. 

A maioria dos profissionais preferem este formato por não serem afetados pela pandemia, a possibilidade de levar o conteúdo a um público mais amplo e o bom custo-benefício, já que 56% tiveram cortes de orçamento. Diante da necessidade de reorganização na destinação da verba, os brasileiros foram os campeões em alocar recursos para o desenvolvimento de conteúdo. Nos próximos 12 meses, 54% dos respondentes afirmaram ter esta questão como prioridade dentro dos seus respectivos orçamentos. 

De acordo com Ana Carolina Almeida, gerente de marketing do LinkedIn, priorizar esta área é também uma maneira que as empresas encontraram para conseguir a atenção do público. “Com tantos eventos virtuais acontecendo simultaneamente, investir em conteúdo de qualidade é uma estratégia de diferenciação."

Dessa forma, as táticas de marketing digital ganham ainda força na promoção destes eventos e representam 22% do total da verba disponível. Com a transformação deste mercado, 49% dos profissionais brasileiros afirmam que gostariam de ter mais competências em mídias sociais para melhorar o perfil das organizações e 47% querem aprimorar suas competências e conhecimentos em publicidade online. 

Ana Carolina Almeida reforça que este é um formato que veio para ficar. “Cerca de 79% dos organizadores de evento brasileiros afirmaram que o retorno sobre investimento (ROI) dos eventos virtuais tem sido maior do que o dos eventos físicos. E este é um sinal de que eles estão sendo bem-sucedidos, já que esta é uma das métricas mais importantes para o marketing 一 sobretudo em períodos de recessão econômica, em que as empresas tendem a adotar posturas de austeridade”, afirma. 

Cerca de 83% dos profissionais continuarão organizando eventos virtuais no longo prazo. E, mesmo em um futuro cenário onde o isolamento social não seja uma realidade, 42% do total de eventos devem continuar de forma virtual com 26,5% em um modelo híbrido; apenas 31,5% serão feitos fisicamente.

Metodologia 

Este levantamento foi realizado em 13 países, entre eles o Brasil, com gerentes, empresários e profissionais de marketing e eventos. Para garantir uma diversidade de opiniões, esses organizadores vêm de diferentes tamanhos de negócio, renda, experiência e especialização. 

22

Mar

Tecnologia

Pesquisa: número de idosos que acessam a internet cresce de 68% para 97%

Nos últimos anos, houve forte avanço do número de idosos com acesso à internet: o percentual de pessoas com mais de 60 anos no Brasil navegando na rede mundial de computadores cresceu de 68%, em 2018, para 97%, em 2021. É o que mostra pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas.

Entre os idosos conectados, a principal motivação é se informar sobre economia, política, esportes e outros assuntos (64%). Também utilizam a web para manter o contato com outras pessoas (61%) e buscar informações sobre produtos e serviços (54%). O principal meio de acesso é o smartphone, citado por 84% dos idosos que usam a internet, um crescimento de 8 pontos percentuais em relação à 2018, enquanto 37% usam notebook e 36% computador desktop.

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca o impacto da pandemia no aumento de idosos que acessam à internet. “A pandemia acelerou ainda mais o processo de transformação digital, e com os idosos não foi diferente. Muitos passaram a utilizar redes sociais e videoconferências para manter contato com familiares e se informar. Sem contar a necessidade de fazer as compras de forma mais segura”, afirma Costa.

Redes sociais são os aplicativos mais utilizados

De acordo com a pesquisa, os aplicativos que os idosos mais usam no celular são as redes sociais (72%); de transporte urbano (47%); e bancários (45%). O Whatsapp é a rede social mais utilizada (92%), seguida do Facebook (85%) e Youtube (77%).

Os idosos conectados também utilizam a internet para realizar compras. Entre os produtos que costumam comprar pela internet, destacam-se os eletroeletrônicos (58%); remédios (49%, com um aumento de 21 pontos percentuais em relação à 2018); e eletrodomésticos (47%).

“É fundamental que a gente direcione o nosso olhar para essa parcela da população, que está incluída digitalmente, e isso representa oportunidade de negócios para nosso setor. Além disso, a tecnologia – fundamental para terceira idade, principalmente no momento atual, quando o isolamento social se faz necessário – é um dos caminhos para o conhecimento, entretenimento, transformação e consumo”, destaca o presidente da CNDL.

94% dos idosos relataram mudanças na vida cotidiana e 81% fizeram cortes nos gastos por causa da pandemia

A pandemia alterou o dia a dia das pessoas e esse impacto é ainda maior entre os idosos, principalmente por ser a faixa etária para a qual a Covid-19 apresenta maior risco de agravamento. No que diz respeito aos efeitos da pandemia, 94% dos idosos relataram mudanças na vida cotidiana, sendo as mais citadas: o uso de máscara sempre que não está em casa (73%), o aumento da frequência da higienização das mãos (67%) e o distanciamento de outras pessoas (59%).

Os gastos e consumos dos idosos também foram impactados pela pandemia, os itens mais afetados foram as viagens (37%), as saídas para bares e restaurantes (36%) e as compras de roupas, calçados e acessórios (36%).

Em relação aos impactos emocionais, os principais sentimentos despertados pela pandemia foram o medo de perder as pessoas amadas (86%); a insegurança de ser contaminado pelo coronavírus (75%); o medo de realizar atividades diárias (71%); e a angústia e ansiedade (63%).

As alterações comportamentais mais citadas pelos idosos foram o aumento do otimismo e da confiança de que coisas boas vão acontecer (78%); o isolamento de outras pessoas (74%); a menor vontade de sair (71%); o sedentarismo (65%); e as alterações no sono (51%).

“A pandemia afetou diretamente o comportamento social e psicológico das pessoas, e o cuidado com a saúde mental da população é parte importante nesse processo. A internet possibilita que esses idosos, muitas vezes isolados de seus familiares, possam manter um contato com a família e amigos”, afirma Costa.

79% planejam se vacinar para ficar protegido do coronavírus

A insegurança diante da pandemia se mostra presente entre os idosos entrevistados. Segundo a pesquisa, 95% manifestaram alguma preocupação com a crise sanitária, sendo que as mais citadas foram o risco de contaminação (40%) e a demora em ser vacinado (35%), seguida pela preocupação com a instabilidade econômica (30%).

No que diz respeito à vacinação, 79% dos idosos planejam se vacinar para ficar protegido do coronavírus, enquanto 12% ainda se mostram indecisos e 8% afirmam que não pretendem se vacinar. O presidente da CNDL destaca a importância da vacinação para o fim da pandemia e para a retomada econômica do país.

“A vacinação da população brasileira contra a Covid-19 é a única forma segura e eficaz de conter a proliferação do coronavírus e retomar com segurança o crescimento da economia. O aumento dos casos em todo o país reforça a necessidade da ampla e urgente vacinação da população brasileira, além da manutenção dos cuidados de distanciamento social, uso das máscaras e de higiene das mãos”, afirma Costa.

CLIQUE AQUI e confira a pesquisa completa.

Fonte: CNDL, via Fecomércio

22

Mar

Tecnologia

Novo sistema de leitura labial transcreve falas a partir da câmera do celular

Cientistas de um laboratório focado no desenvolvimento de ferramentas de acessibilidade para computadores desenvolveram um sistema para leitura labial. O LipType, como foi nomeado, se apoia nas câmeras de aparelhos e no tratamento de algoritmos para identificar falas e transcrevê-las — e as aplicações vão além de enviar mensagens.

 

A criação do laboratório Human-Computer Interaction Group não é inédita, mas é uma das mais avançadas ferramentas de leitura labial por visão computacional já vistas. Originalmente pensadas como um recurso de acessibilidade, as aplicações do LipType se estendem como um mecanismo de privacidade e até segurança em situações de perigo específicas.

“Há vários erros nas transcrições, especialmente em lugares muito barulhentos, ou para pessoas com problemas de dicção ou não falantes nativos [de um idioma]”, comenta o professor Sabbir Arif, que comandou o projeto. “Contudo, LipType funciona para todos: para pessoas que precisam enviar uma mensagem privada num ambiente público ou numa reunião, e com o LipType se poderia 'dizer' as palavras sem emitir sons”, explicou.

Acompanhado do hardware contido nas câmeras, o algoritmo trabalha arduamente para identificar cada uma das palavras “pronunciadas” pelo usuário. Para isso, os pesquisadores precisaram incluir vários filtros para adaptar o sistema às mais variadas condições de luz e corretores de erros baseados em modelos da linguagem.

Os resultados se mostraram promissores. Os próprios pesquisadores reconhecem que as melhorias do LipType na leitura labial são significativas e podem trazer mudanças reais no cotidiano de pessoas com problemas na fala. Essa avaliação, inclusive, foi reforçada por uma pesquisa conduzida pelo laboratório entre com portadores e não portadoras de deficiências físicas e a avaliação geral foi positiva: a maioria afirma que usaria a ferramenta no dia a dia.

“LipType analisou falas 58% mais rápido e com 53% mais precisão que qualquer outra solução em vários cenários reais, incluindo em condições de baixa luz e ambientes cheios”, comentou o estudante de graduação em ciência da computação e engenharia Laxmi Pandey.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inovacao/novo-sistema-de-leitura-labial-transcreve-falas-a-partir-da-camera-do-celular-180973/

19

Mar

Tecnologia

Facebook cria pulseira para controlar realidade aumentada "lendo seu cérebro"

Não é novidade alguma que o Facebook está investindo com força no campo de realidade aumentada (RA) — a companhia chegou a fundar o Reality Labs, divisão projetada especificamente para trabalhar em inovações nesse sentido. E uma das preocupações de tal equipe é como tornar a comunicação entre o ser humano e as interfaces de RA mais amigáveis e naturais, indo além dos óculos disponíveis comercialmente no mercado. Acredite ou não: a rede social parece ter encontrado uma solução interessante.

Em uma extensa publicação que detalha os planos do Reality Labs para os próximos dez anos, a rede social comentou a respeito de alguns desafios enfrentados nesse processo e demonstrou uma pulseira capaz de se comunicar diretamente com as ondas eletromagnéticas cerebrais do usuário, efetivamente “lendo” seus pensamentos e tornando os comandos via gestos muito mais naturais. Nada se sensores ou câmeras aqui; a ideia é realmente integrar o corpo com a tecnologia.

“O que estamos tentando fazer com as interfaces neurais é permitir que você controle a máquina diretamente, usando a saída do sistema nervoso periférico — especificamente os nervos fora do cérebro que animam os músculos de sua mão e dedo”, explica Thomas Reardon, diretor de interfaces neuromotoras do Reality Labs. O produto mostrado em vídeo é um conceito — ou seja, não se anime para ver o gadget disponível nas gôndolas em um futuro próximo. Ainda assim, a ideia é animadora.

Vale a pena fazer uma rápida explicação aqui: nossa atividade cerebral possui ondas eletromagnéticas que viajam por nossa medula espinhal, enviando sinais que atingem os músculos específicos necessários para uma simples movimentação como abrir e fechar a mão. Através da técnica conhecida como eletromiografia (constantemente usada para fins de medicina), é possível mapear essa série de sinais elétricos e transformá-los em uma entrada para sistemas computadorizados.

Em resumo, a pulseira funcionaria mais ou menos como o projeto Neuralink, de Elon Musk, mas sendo bem menos invasivo, já que a leitura dos sinais seria feita pela pulseira. “Os sinais através do pulso são tão claros que a eletromiografia consegue entender o movimento dos dedos de apenas um milímetro. Isso significa que a entrada pode ser fácil. Em última análise, pode até ser possível sentir apenas a intenção de mover um dedo”, explica a rede social.

Mas, afinal, porque uma pulseira?

A companhia explica. "Existem muitas outras fontes de entrada disponíveis, todas úteis. A voz é intuitiva, mas não privada o suficiente para a esfera pública ou confiável o suficiente devido ao ruído ambiente. Um dispositivo separado que você pode armazenar no bolso, como um telefone ou um gamepad, adiciona uma camada de atrito entre você e o ambiente. À medida que explorávamos as possibilidades, colocar um dispositivo de entrada no pulso tornou-se a resposta clara: o pulso é um lugar tradicional para usar um relógio, o que significa que ele pode se encaixar razoavelmente na vida cotidiana e em contextos sociais", explica.

Claro, este é só um dos experimentos do Reality Labs para otimizar a RA. A companhia também trabalha no uso de inteligência artificial (IA) para que os sistemas possam entender contextos e personalizar o escopo de suas ações. “Trata-se de construir uma interface que pode se adaptar a você e exigirá a construção de modelos poderosos de IA que podem fazer inferências profundas sobre quais informações você pode precisar; ou coisas que pode querer fazer em vários contextos, com base em um entendimento de você e seu ambiente”, complementa a marca.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/facebook-cria-pulseira-para-controlar-realidade-aumentada-lendo-seu-cerebro-180913/

19

Mar

Tecnologia

Ciberataques crescem 50% durante a migração para home office na pandemia

Nenhuma transformação é fácil. E quando precisa ser feita de forma rápida, por uma questão sanitária, as coisas ficam ainda mais complicadas. Um panorama publicado pela empresa de segurança Check Point Software Technologies sobre o primeiro ano de pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) mostra o impacto das mudanças no ambiente digital. O resultado geral é que, na medida em que aumentam os perigos, também seguem presentes as dificuldades na implementação de sistemas de home office e computação na nuvem.

De acordo com os dados da companhia, a separação de funcionários, cada um em seu próprio dispositivo e rede, fez com que os ataques sofisticados tivessem um aumento de 50% no segundo semestre de 2020, em relação ao ano anterior. Os golpes, visando em sua maioria o roubo de credenciais e a instalação de ransomwares, não só se aproveitam do estado defasado das soluções remotas, mas também dos temas correntes. Aumentou em 300%, por exemplo, o registro de domínios relacionados às vacinas contra a COVID-19, sendo que 29% são suspeitos.

Outros dados mostram aumento da superfície de ataque. Segundo o levantamento da Check Point, 46% das empresas viram pelo menos um de seus colaboradores baixando aplicativos maliciosos e colocando em risco credenciais, redes e dados corporativos; a cada 10 segundos, uma corporação é alvo de uma tentativa de ataque por ransomware ao redor do mundo.

Transformação digital aumentou, mas funcionários estão insatisfeitos

Segundo os dados, a virtualização acelerou, em 2020, o equivalente a cinco anos, mas esse movimento não facilitou a vida dos profissionais — pelo contrário. A empresa de segurança afirma que 80% das companhias em todo o mundo utilizaram no ano passado ferramentas de nuvem que não funcionavam ou tinham limitações; enquanto 68% dos colaboradores admitiram não estarem satisfeitos com a implementação de tais sistemas.

Ao mesmo tempo, enquanto a pandemia prossegue como uma ameaça, o movimento de migração para home office também continua. De acordo com o levantamento, 74% dos executivos planejam aumentar o número de trabalhadores remotos em 2021. O relatório mostra que 75% desses profissionais demonstram preocupações quanto aos programas de transformação digital e implementação do teletrabalho atualmente em andamento.

“As prioridades mudaram e os problemas relacionados à cibersegurança ganharam destaque nesta adaptação às novas condições de trabalho”, comenta Claudio Bannwart, country manager da Check Point no Brasil. Na visão dele, o uso de soluções de segurança é essencial para garantir a integridade de um ambiente tão pulverizado, com o especialista indicando ferramentas de proteção de dispositivos e acesso remoto como as principais necessidades atuais.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/ciberataques-crescem-50-durante-a-migracao-para-home-office-na-pandemia-180898/

19

Mar

Tecnologia

Pesquisa: utilização de plataformas de e-commerce cresce 120% em 2020

O ano de 2020 ficou marcado pela explosão e consolidação do e-commerce como modelo de negócio no Brasil. A pandemia de covid-19 obrigou empresas e consumidores a adotarem canais digitais para comprar diferentes produtos – o que levou a um aumento significativo na busca por plataformas de comércio eletrônico, aponta Betalabs.

A empresa de tecnologia, especializada na oferta de soluções para e-commerce, fez um levantamento em sua base de clientes para constatar o crescimento na procura por essa ferramenta em 2020. Ao todo, houve aumento de 120% na utilização de plataformas de comércio eletrônico.

Essa solução é primordial porque serve como base para a operação de uma loja virtual, possibilitando registrar todas as transações e incluir outros recursos igualmente importantes, como meios de pagamento e ferramentas de marketing.

Entre os segmentos que mais buscaram plataformas de e-commerce em 2020 estão “Móveis”, “Bebidas”, “Livros”, “Alimentos” e “Vestuário”. Os smartphones já correspondem ao principal ponto de contato entre o consumidor e a loja virtual, com 72,69% dos acessos. O computador de mesa foi responsável por 26,51% das visitas e o tablet ficou com 0,79%.

Grande parte do comércio eletrônico que procurou soluções de e-commerce em 2020 está na região Sudeste. Quatro em cada dez lojas virtuais (39,52%) são sediadas em São Paulo. O Rio de Janeiro tem 10,49% e Minas Gerais, 9,86%. Na sequência aparecem os três estados do Sul: Paraná (7,07%), Rio Grande do Sul (6,17%) e Santa Catarina (5,2%). Bahia (3,19%), Goiás (2,21%), Distrito Federal (2,19%) e Pernambuco (2,11%) completam o top 10.

“Era natural esse salto na busca por plataformas de e-commerce em 2020. O aumento da demanda digital obrigou os lojistas a adotarem esses canais, e o principal passo é justamente escolher o fornecedor da tecnologia. A expectativa, agora, é manter essa onda de crescimento em 2021, com a consolidação dos novos hábitos dos consumidores”, afirma Luan Gabellini, sócio-diretor da Betalabs.

17

Mar

Tecnologia

Empresa lança fone headset que toca músicas de acordo com seu pensamento

A Neurosity é conhecida por suas soluções que têm como principal canal a leitura cerebral. O mais novo projeto da empresa acaba de ser lançado e promete chamar muita atenção no meio tecnológico: o Crown, um headset que lê sua mente e, com base no seu humor, escolhe quais músicas você vai ouvir.

O funcionamento do Crown é "simples". Ao conectar o dispositivo a seu smartphone, o aplicativo de mudança de música da Neurosity fica atrelado ao seu Spotify para rastrear sua atividade cerebral enquanto você ouve as músicas. Com base em como seu cérebro reage a uma canção, o aplicativo irá sugerir automaticamente outras faixas, que mudarão de acordo com a atividade que você escolher, como trabalho ou diversão.

Além disso, a Neurosity também criou um portal dedicado para mostrar como são feitas as leituras de uma sessão do Spotify. Com base nos seus dados, são exibidas as leituras cerebrais para indicar em quais momentos você perdeu o foco. Então, se você ouvir música por uma hora e perder o foco apenas algumas vezes, isso significa que você não se atrapalhou e conseguiu manter o foco.

Para captar as ondas cerebrais, o Crown dispõe de sensores de borracha que fazem as leituras cobrindo os quatro lóbulos do cérebro. De acordo com a empresa, ele possui uma CPU quad-core de 1,8 GHz para processar todos os dados e você poderá usá-lo por três horas seguidas com uma única carga, que pode ser feita em apenas 30 minutos. Além disso, o Crown é equipado com um chip NFC que permite o emparelhamento com qualquer outro dispositivo com apenas um toque.

O Crown está disponível em pré-venda no site da Neurosity por US$ 899.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/gadgets/empresa-lanca-headset-que-toca-musicas-de-acordo-com-seu-pensamento-180668/