Tecnologia

5

Ago

Cursos digitais que combinam experiências inovadoras já são uma realidade no RN

O ensino on-line protagonizado na pandemia trouxe muitas oportunidades para a área da Educação em todo o mundo. Em um contexto local, por exemplo, já é possível aprender a partir de aulas que combinam experiências inovadoras em diferentes áreas do conhecimento.

Essa é a proposta da Universidade Potiguar (UnP), ao lançar 45 cursos na modalidade Live, no formato digital 100% ao vivo e/ou com aulas práticas presenciais. A novidade funciona em uma plataforma própria e começa a operar a partir do semestre 2022.2. O objetivo é desenvolver competências alinhadas aos interesses pessoais e de carreira do aluno.

A modalidade possibilita que o aluno tenha praticidade ao estudar em qualquer local por meio de plataforma digital, com a interação entre outros alunos e professores, característica típica do ambiente presencial. Ou seja, tirar dúvidas e fazer perguntas em tempo real; estudar de qualquer lugar, via acesso à internet; suporte pedagógico e resolução de dúvidas; além de exercícios on-line para aprofundar os estudos.


Dentro dessa experiência, o indivíduo tem acesso aos laboratórios físicos e virtuais, computadores, acesso à internet – quando estiver no campus, ambientes de simulação e prática virtuais e presenciais, clínicas, espaços makers e biblioteca.

A novidade conta ainda com o ‘Vida & Carreira’, um programa de orientação e personalização que ajuda o universitário a se conhecer, entender e potencializar habilidades para gestão do seu projeto de vida e planejamento da sua carreira no mercado de trabalho.

“Essa é mais uma conquista que abraçamos para dar suporte àqueles que querem ingressar no Ensino Superior de acordo com as suas escolhas e necessidades”, afirma o diretor da UnP, Guilherme Guerra.

Outros detalhes dos Cursos Live podem ser conferidos no site: unp.br/live.

3

Ago

Diretoria do IMD abre seleção para bolsistas de graduação em TI

O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) está com inscrições abertas para seleção de bolsistas de apoio em Tecnologia da Informação (TI). São oferecidas duas vagas, destinadas a alunos matriculados em cursos de graduação da UFRN na área tecnológica. As inscrições, que podem ser feitas por meio do portal Jerimum Jobs, seguem abertas até o dia 15 de agosto. 

As vagas são destinadas a estudantes matriculados no IMD, Centro de Tecnologia (CT), Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET) ou Escola de Ciências e Tecnologia (ECT). A bolsa tem remuneração de R$ 600 e carga horária de 20 horas semanais. Uma vez selecionados, os bolsistas atuarão junto à Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do IMD, prestando apoio na área de redes e infraestrutura.

Seleção

Para participar da seleção, os candidatos devem ter concluído a disciplina de Redes de Computadores. Também devem ter experiência em atividades de instalação e operação de redes de comunicação, bem como ter conhecimentos sobre manutenção de servidores, conforme aponta o Anexo I do Edital nº 005/2022.

O processo de seleção consistirá em análise curricular e entrevista (em data, local e horário a serem informados por e-mail pela comissão examinadora). A divulgação do resultado final está prevista para o dia 26 de agosto, no site do IMD, aba Editais.

3

Ago

São Paulo é a próxima cidade brasileira a ter o sinal 5G

A cidade de São Paulo será a quinta do País a ter o sinal de 5G liberado. Na segunda-feira, 1 de agosto, a Agência Nacional de Telecomunicações avisou que a capital paulista passará a contar com a rede de quinta geração a partir desta quinta-feira, 4.

Em junho, o sinal 5G já havia sido liberado nas cidades de Brasília, no Distrito Federal; Belo Horizonte, em Minas Gerais, João Pessoa, na Paraíba, e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Em julho, a rede entrou em operação oficialmente no País, em Brasília.

De acordo com o g1, a autorização da liberação da rede 5G em São Paulo será feita nesta terça-feira, 2, em uma reunião extraordinária convocada pelo Grupo de Acompanhamento de Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência (Gaispi), formado pela Anatel para tratar dos assuntos de implementação da rede 5G.

Pela autorização, as operadoras Claro, TIM e Vivo, que formam o consórcio Siga Antenado, ficarão liberadas para oferecer a rede 5G aos clientes. A escolha das cidades é feita mediante análise individual e reuniões constantes estão sendo feitas pelo Gaispi.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2022/08/02/sao-paulo-e-a-proxima-cidade-brasileira-a-ter-o-sinal-5g.html

1

Ago

Lenovo e IMD vão construir centro de pesquisa em 5G na UFRN

A Lenovo, empresa multinacional de tecnologia, anuncia a construção de um novo centro de pesquisa e desenvolvimento voltado ao estudo da conexão 5G em parceria com o Instituto Metrópole Digital (IMD), no Parque Tecnológico Metrópole Digital (Metrópole Parque), dentro do campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em Natal. O espaço, para o qual a Lenovo aplicará R$ 60 milhões, abrigará o quarto centro de pesquisas em 5G da companhia no mundo – os outros estão localizados na China, nos Estados Unidos e na França – e deve ficar pronto em aproximadamente 18 meses.

Além da estrutura física de cerca 8,6 mil m² no terreno destinado ao Metrópole Parque e aquisição de equipamentos, a assinatura do contrato prevê, ainda, a execução de dois projetos que visam estudar maneiras de otimizar o uso de redes de 5G, contando com a produção de conhecimento e a criação de softwares capazes de controlar e gerenciar dois aspectos fundamentais desse tipo de ecossistema: as redes de núcleo e as redes de rádio.

“A Lenovo está investindo cerca de R$ 60 milhões na construção de um centro de pesquisa em 5G com o objetivo de fortalecer o ecossistema e suportar o desenvolvimento de tecnologias a serem aplicadas nas mais variadas verticais da indústria”, afirma Hildebrando Lima, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Lenovo no Brasil. “Temos a missão de levar a tecnologia mais inteligente a todas as pessoas, e fazemos isso por meio do fornecimento de soluções inovadoras que só podem ser concebidas com investimento em pesquisa e desenvolvimento”, completa o executivo.


Para o Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), esse investimento representa o início de um importante crescimento de seu ecossistema de inovação, uma vez que essa será a primeira empresa global a se instalar no local. “Trata-se de uma ação de suma importância para o nosso Parque. A vinda de uma empresa como a Lenovo reforçará bastante a nossa imagem e abrirá um leque de oportunidades”, destaca Rodrigo Romão, diretor do Metrópole Parque.

“Formamos desde alunos do ensino fundamental até pós-graduandos. Temos uma infraestrutura com datacenter e grandes laboratórios. Nosso parque tecnológico conta com uma incubadora de bastante sucesso, que já graduou 15 empresas, uma delas a maior de TI do estado, e temos também uma importante diretoria de projetos. Tudo isso contribuiu para que o IMD ganhasse a credibilidade e atraísse essa importante iniciativa com a Lenovo”, avalia Ivonildo Rêgo, professor e diretor geral do IMD.

Tecnologia inteligente e inovação

As expectativas para a condução das pesquisas em 5G despertam interesse não apenas para a comunidade acadêmica como também para a sociedade local, cujo acesso à internet 5G deverá ser disponibilizado a partir de agosto, conforme previsão do Ministério das Comunicações e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Este será o primeiro centro de pesquisa 5G da companhia no país. “O Brasil tem um enorme potencial para alavancarmos diversas possibilidades com o 5G. Não apenas para aumentar a conectividade da população, como para desenvolver soluções tecnológicas inéditas em setores como cidades inteligentes, educação, telemedicina, varejo, entre outros”, destaca Lima. Uma pesquisa realizada este ano pela consultoria IDC diz que, nos próximos 12 meses, 22% dos brasileiros pretendem adotar planos de dados 5G e 42% acreditam que o 5G “vai transformar totalmente a forma como acessam a internet”.

Por outro lado, há um terreno fértil a ser explorado pelos brasileiros. Um outro estudo recente do IDC demonstra que a falta de entendimento sobre o real potencial do 5G pode gerar uma grande limitação às companhias no que se refere à evolução digital no Brasil. Segundo os dados levantados até o momento, mais de 80% das empresas brasileiras vislumbram somente oportunidades de conectividade, que é uma pequena parte do poder transformacional do 5G.

“A implementação do 5G pode ajudar a reduzir despesas operacionais trazendo maior automação de processos, reduzir latência na comunicação entre dispositivos, e assim melhorar a experiência do usuário, aprimorar a confiabilidade das informações e trazer mais inovação nos serviços, e novas pesquisas são necessárias para explorar o potencial desse ecossistema”, explica Hildebrando Lima.

Pesquisa e desenvolvimento como motor da inovação

A Lenovo apresentou recentemente sua visão ousada para este ano fiscal, que inclui a contratação de 12 mil profissionais de P&D em todo o mundo nos próximos três anos como parte de seu compromisso de dobrar o investimento em Pesquisa e Desenvolvimento.

No último ano fiscal, o investimento global em P&D cresceu 43% ano a ano, atingindo um recorde histórico superior a US$ 2 bilhões. O número de funcionários em P&D cresceu 48% em comparação ao ano anterior, ultrapassando 15 mil, com um em cada cinco funcionários da companhia trabalhando agora em P&D.

“Vemos o Brasil como um polo gerador de talentos em P&D. Nos últimos dois anos obtivemos 12 patentes internacionais para o portfólio global da Lenovo, fruto dos projetos de software e hardware em execução no nosso país”, menciona o executivo. Os investimentos são focados na nova arquitetura de TI, ou inteligência de rede de nuvem de ponta do cliente, e são equilibrados para otimizar entre retorno de curto, médio e longo prazo.

Parcerias

Para a prospecção das parcerias em andamento com a Lenovo, que agora visa a criação do centro de pesquisa em 5G, o IMD contou com a apoio da Sustentec, empresa especializada na captação de projetos de inovação, e também com a parceira da Fundação Norte-rio-grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec).

As primeiras ações conjuntas entre o IMD e a Lenovo incluem dois projetos de Pesquisa e Desenvolvimento ainda em andamento, o Intelligence Network Manager System for 5G (InmS 5G) e o 5G Open Run Intelligent Controller (N Ric), ambos voltados ao estudo e desenvolvimento de soluções para otimização de redes 5G.

Para o coordenador de ambos os projetos, que atualmente continuam em andamento, o professor Augusto Venâncio, “o 5G é muito mais do que uma rede, é um ecossistema. Sua proposta é possibilitar a criação de um ambiente convergente, onde outras tecnologias podem ser desenvolvidas compondo, assim, um conjunto enorme de oportunidades bastante inovadoras”.

Foto: Cícero Oliveira


28

Jul

Gmail vai contar com IA para você encontrar qualquer email em sua conta

O Google vai aprimorar os resultados da pesquisa do Gmail para facilitar a localização de contatos e e-mails usados com mais frequência. Segundo a empresa, em uma publicação no blog oficial, o gerenciador de e-mails passará a ter a chamada "correspondência de intenção" para nomes e endereços de correio eletrônico.

A correspondência de intenção é uma ferramenta de aprendizado de máquina usada para tentar adivinhar sobre o que se trata a busca. Em vez de executar apenas a procura por um termo específico, o algoritmo analisa o contexto para saber se você quer localizar um contato, um e-mail ou um arquivo específico.

Quanto mais você utilizar o buscador, melhor serão os resultados apresentados. Com o passar o tempo, o Gmail começará a entender o seu comportamento baseado nos erros e acertos. Por exemplo: em vez de mostrar sobrenomes, a ferramenta vai exibir primeiro os nomes e endereços de e-mail que contenham o termo.

Normalmente, as pessoas pesquisam por palavras genéricas em vez de ir a algo tão específico como um sobrenome, por isso essa mudança de paradigma pode trazer resultados efetivos. A parte boa é que a inteligência artificial se adaptará ao comportamento de cada pessoa, logo não será necessário mudar a sua forma de procurar por algo.

O Gmail também passará a exibir sugestões personalizadas para priorizar resultados de pesquisa com base na frequência de interação. Se você costuma enviar e receber muitos conteúdos do seu chefe Ronaldo, por exemplo, a tendência é de vê-lo primeiro quando pesquisar pelo nome.

Gmail em evolução

Trata-se de um ajuste pequeno, mas com potencial de aumentar a produtividade das pessoas, principalmente aquelas que precisam enviar muitos e-mails todos os dias. A novidade já havia sido antecipada pelo próprio Google na semana passada, mas agora chega em definitivo para os usuários.

Em maio deste ano, o Gmail para Android passou a mostrar filtros de pesquisa ao visualizar marcadores e pastas. A ideia era permitir a localização rápida do resultado se a pessoa já souber onde a mensagem poderia estar localizada.

Recentemente, o serviço de correio eletrônico mudou o visual para todos os usuários, mas abriu a opção de ajuste manual. Quem não curtiu a barra lateral da esquerda poderá remover os ícones e excluí-la em definitivo da interface, o que deixa mais espaço livre para os e-mails.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/gmail-vai-contar-com-ia-para-voce-encontrar-qualquer-email-em-sua-conta-221777/

27

Jul

Hub de Inovação e Tecnologia do SENAI-RN sedia evento da aceleradora de startups catarinense ShiftT

Para debater inovação e empreendedorismo na indústria, o Hub de Inovação e Tecnologia (HIT) do SENAI-RN sediou, nesta terça-feira (26), o “ShiftT On The Road”, um encontro promovido pela aceleradora de startups catarinense ShiftT, da multinacional brasileira Tupy. O evento contou com a participação do Diretor de Inovação da FIERN, Djalma Barbosa Cunha Júnior; do Gerente de Inovação e Desenvolvimento de Negócios na Tupy, Fábio Caramori, da líder da ShiftT, Karoll Correia; da CEO da startup potiguar MicroCiclo, Carol Mannicelli e da assessora de Mercado e Projetos do SENAI-RN, Amora Vieira.

O programa de aceleração da ShiftT, que está com inscrições abertas até 31 de agosto, também foi apresentado no encontro. O programa busca startups de todas as regiões do Brasil e desembarcou em Natal para explicar as oportunidades que oferece (Clique aqui para saber mais: https://www.shiftt.com.br/ ).


A programação do “ShiftT On The Road” começou com uma apresentação do diretor da FIERN, que preside a Comissão Temática de Inovação, Ciência e Tecnologia da Federação (COINCITEC). Djalma Júnior apresentou a história e atuação da COINCITEC. “Nossa comissão surgiu com o objetivo de propor inovação e tecnologia para os empreendedores do estado. Para isso acontecer, nos reunimos com diversos outros atores do ecossistema de inovação, como o Sebrae, instituições acadêmicas, empresas e poder público”, explica Djalma.

“Nosso ecossistema já é iniciado, mas não tão maduro quanto em outras regiões. Temos parques tecnológicos e incubadoras com trabalhos avançados, como no Instituto Metrópole Digital e no IFRN, mas o ambiente de inovação local precisa de mais amadurecimento”, afirma o diretor da FIERN.

Se dirigindo à líder da ShiftT, Djalma ressaltou a intenção do Sistema Indústria potiguar em apoiar atividades da empresa no estado. “Quando vocês chegam, enquanto aceleradores, temos uma grande oportunidade de agilizar esse processo de amadurecimento não só das empresas encubadas, como também do nosso ecossistema. Por isso, Sistema Indústria está à disposição para apoiar qualquer atividade que a ShiftT precise realizar”, declarou.

A CEO da MicroCiclo também falou sobre a importância de iniciativas como a ShiftT. Fundada em agosto de 2019 por pesquisadoras das áreas de genética ambiental e microbiologia de petróleo na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a MicroCiclo tem a missão de ressignificar o tratamento de resíduos oleosos usando a ciência como maior aliada.

“O processo de incubação e aceleração foi essencial, porque em contato com as indústrias que atenderíamos, percebemos que a demanda maior era por soluções de prevenção, então passamos a pensar também nesse sentido”, aponta Carol.


Ela também comentou sobre as dificuldades em empreender. “Me pergunto qual foi o dia que não pensei em desistir. Além da questão de empreender e trabalhar em um cenário de incerteza, com um mercado não muito bem definido, há a questão de ser mulher”, destaca.

“Nunca havia pensado nessa questão, mas quando decidi empreender, entendi a dificuldade de ser mulher no mercado de startups e inovação”, disse a CEO da MicroCiclo.

Amora Vieira, que lidera a estratégia de diversidade do SENAI-RN, e Karoll Correia, da ShiftT, destacaram durante o debate iniciativas que têm buscado em diferentes frentes do mercado a quebra de barreiras geográficas e de gênero para promover um ambiente de negócios e desenvolvimento com oportunidades para todas as pessoas. 

O gerente de Inovação e Negócios do SEBRAE-RN, David Góis, também participou do evento.

‘Inovar e elevar o patamar do país’

A ShiftT — aceleradora que quer contribuir para o desenvolvimento de negócios e soluções inovadores – nasceu no Brasil a partir da estratégia de inovação da Tupy, multinacional brasileira que desenvolve e produz componentes estruturais em ferro fundido de elevada complexidade geométrica e metalúrgica, há aproximadamente 80 anos.

“Pensamos muito em somar as diferenças e fortalezas do Brasil para fazer inovação e levar nosso país a outro patamar”, explica a líder de aceleração da ShiftT, Karoll Correia. No evento desta terça, ela explicou a história da Tupy, que surgiu com um empreendimento similar ao conceito de startup, ainda no final da década de 1930.

“A Tupy é uma grande empresa, que tem uma longa história no setor de fundição e é voltada ao B2B [business to business, ou seja, com soluções voltadas para outros negócios]. Por isso, o objetivo da ShiftT é fazer com que a Tupy cresça com essa atuação, mas também acelerando outros negócios de outros setores”, explica Karoll.

Oportunidade

O programa de aceleração de 2022 da ShiftT está com inscrições abertas até o dia 31 de agosto, no site ShiftT.com.br. Além da conexão com toda a estrutura da Tupy, os empreendedores selecionados vão passar por mentorias exclusivas, aplicadas por cerca de 30 profissionais da companhia, com experiência em diferentes áreas de conhecimento.

“A ideia é que a startup que participa conosco olhe para trás, no final, e diga ‘estou mais forte'”, ressaltou o gerente de Inovação e Desenvolvimento de Negócios na Tupy, Fábio Caramori, durante o evento.

Podem participar startups que se encaixem nas seguintes frentes:

• Sinergia com o Negócio: soluções que proponham inovação significativa e que possam ser escaladas rapidamente com o apoio da Tupy;

• Desenvolvimento Sustentável: negócios economicamente viáveis, que promovam impacto socioambiental positivo;

• Digital e Indústria 4.0: geração de valor a partir da aplicação de tecnologias emergentes, que impulsionem a jornada de transformação digital da Tupy;

• Modelos de Negócios Inovadores: iniciativas que proponham novas formas de abordar os desafios encontrados nas cadeias de valor da Tupy.

27

Jul

Google Meet começa a permitir transmissão de reuniões ao vivo no YouTube

O Google Meet recebeu a capacidade de transmitir reuniões ao vivo pelo YouTube diretamente, sem gambiarras ou jeitinhos. O recurso possibilitaria a realização de grandes eventos nos quais apenas os convidados conversariam pelo Meet, mas o público poderia assistir via streaming como em uma imensa plateia virtual.

Para fazer a transmissão é necessário ter um canal do YouTube pronto e associado à conta que fará a transmissão. Será possível configurar a duração da live e fazer todos os ajustes pela guia de configurações do Meet e do YouTube. O Google também disponibiliza um tutorial completo na página de suporte para ajudar o usuário.

Hoje, é possível fazer essa transmissão apenas com o uso de softwares de terceiros para espelhar a tela, como o OBS e similares. É necessário fazer a integração com códigos ou serviços de outras empresas, o que cria um empecilho para os menos familiarizados com a tecnologia de transmissões ao vivo.

Administradores do Google Workplace poderão decidir se ativam ou não a transmissão pública das contas pelas quais são responsáveis. Isso evitaria, por exemplo, que uma reunião mensal interna de alinhamento se tornasse um grande show aberto, caso alguém configurasse por engano.

O recurso é exclusivo das contas pagas do Workplace nos níveis Enterprise, Education Plus, Teaching and Learning, assinantes individuais e membros do Google One Premium em certos países. Quem possui contas básicas, clientes legados ou planos essenciais ainda não terá acesso à integração.

Meet para trabalho e estudo

O Meet passou por dezenas de mudanças nos últimos dois anos para se adequar à experiência de uso durante a pandemia. Uma das novidades foi o foco para professores com as contas educacionais, nas quais pode-se transmitir aulas e até reuniões do conselho de classe para pais que não podem ir até a escola.

Há cerca de duas semanas, o Google Duo passou a ser integrado ao Meet para oferecer uma experiência unificada e mais completa. No final de junho, o programa de videoconferências ganhou suporte ao modo miniatura no Chrome, uma ótima forma de permitir a participação em reuniões sem precisar deixar a guia aberta.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/google-meet-comeca-a-permitir-transmissao-de-reunioes-ao-vivo-no-youtube-221504/

26

Jul

UFRN desenvolve sistema eletrônico capaz de estimular eletricamente tecidos biológicos

Um grupo de cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebeu no mês de maio o patenteamento de um sistema eletrônico capaz de amplificar sinais eletrofisiológicos, bem como estimular eletricamente tecidos biológicos, com um funcionamento similar ao utilizado atualmente em equipamentos para registro de ECG (eletrocardiograma), EEG (eletroencefalograma) e EMG (eletromiograma). A particularidade da descoberta é a funcionalidade: a utilização de amplificadores operacionais discretos na implementação do sistema eletrônico, capazes de produzir os mesmos resultados, porém de forma mais proveitosa do ponto de vista didático.

Por causa desse diferencial, o custo 一  muitas vezes elevado e que pode inviabilizar seu uso em programas de ensino e educação, em especial para alunos do ensino médio e de graduação 一 acaba diminuindo. Considerando que a principal finalidade da nova tecnologia é o seu uso na realização de demonstrações didáticas, experimentos e práticas relacionadas às áreas de neuroengenharia, neurofisiologia e engenharia biomédica, a patente  propicia um maior acesso à tecnologia. Um dos envolvidos no desenvolvimento, Claudio Marcos Teixeira de Queiroz explica que na época em que o grupo desenvolveu o dispositivo, entre os anos de 2009 e 2012, o ensino de eletrofisiologia no Brasil era muito limitado devido à dificuldade de acesso a equipamentos.

“Essa foi a nossa motivação, desenvolver um amplificador de potenciais bioelétricos para fins didáticos, de baixo custo, fácil operação e grande versatilidade, pois serve para qualquer sinal bioelétrico. Além disso, o equipamento é de simples construção e muitas vezes, os próprios alunos se envolvem com a montagem do dispositivo. É bom especificar que ele permite o registro da atividade elétrica produzida por tecidos biológicos excitáveis, como fibras musculares presentes no sistema muscular e cardíaco, e em neurônios, célula especializada do sistema nervoso”, explica o professor do Instituto do Cérebro (ICe).

Em vídeo, disponível em https://www.instagram.com/p/CenymOCuPte/, Queiroz fala aspectos adicionais da invenção e mostra o protótipo.

O dispositivo foi batizado de Sistema de Processamento de Informação Eletrofisiológica, ou SPIX. Sinais eletrofisiológicos são, por definição, potenciais elétricos gerados por tecidos biológicos, tais potenciais possuem intensidades muito baixas e são susceptíveis a interferências devido à resistência à corrente elétrica nos locais de registro. Amplificadores como o SPIX garantem uma melhor relação sinal-ruído e permitem o condicionamento do sinal bioelétrico antes da aquisição, por meio de filtros para frequências específicas. Isso porque tais sinais são passíveis de contaminação por diversas fontes, entre as quais aquelas provenientes de equipamentos elétricos ou ainda resultado de acoplamentos indesejáveis com a rede elétrica.


George Carlos do Nascimento, idealizador e inventor do circuito eletrônico e dos programas de computador para a apresentação e análise dos sinais eletrofisiológicos, pontua que os circuitos eletrônicos desses equipamentos são complexos, protegidos por leis de copyright, tornando dificultosa a sua inclusão em programas de ensino e educação. O professor do Departamento de Engenharia Biomédica acrescentou que a captura e a apresentação destes sinais ao usuário requer a utilização de um computador com programas proprietários instalados que, em muitos casos, não são flexíveis o suficiente ou adequados ao propósito de ensino.

“Entretanto, ainda assim, ocorrem situações em que é importante aplicar estímulos no sistema biológico de forma a extrair informações a respeito de seu estado. Para isso, são comumente utilizados estimuladores elétricos. Contudo, a utilização de tais sistemas requer uma elaboração que em geral não é prática e é de difícil integração, e muitas vezes necessita de adaptações para o seu correto funcionamento”, identifica o docente. Outra dificuldade, a possibilidade de contaminação dos sinais eletrofisiológicos, foi contornada com o uso de amplificadores operacionais discretos.

“Devido à facilidade com que sinais eletrofisiológicos podem ser degradados por acoplamentos indesejáveis com atividades elétricas presentes no ambiente, requer a utilização de circuitos eletrônicos apropriados que utilizam técnicas para cancelar ou atenuar a interação com tais atividades elétricas. Uma das formas adotadas tradicionalmente é a utilização de amplificadores de instrumentação em uma configuração conhecida por técnica de rejeição de modo comum. Apesar de tais amplificadores já existirem em sua forma comercial — e, inclusive, já miniaturizado em circuitos integrados especializados —, neste pedido de invento, utilizou-se o uso de amplificadores operacionais discretos na implementação do sistema eletrônico, que produzem os mesmos resultados, porém de forma mais proveitosa do ponto de vista didático”, explicou Bruno Lobão Soares.

A solução apresentada nesta patente consiste em amplificar o sinal eletrofisiológico simultaneamente em duas rotas com características de ganho e bandas de frequências diferentes e independentes.  Dessa forma, cada um dos potenciais é condicionado de modo a permitir saídas com intensidades compatíveis, para que quando encaminhados a um computador sejam capturados corretamente. Por sua vez, na maioria dos computadores pessoais já existe uma porta de captura de sinais de áudio, normalmente utilizada para a conexão de um microfone. Essa porta, por ser estérea, possui duas vias de captura de sinais de áudio, que podem ser armazenadas, processadas e apresentadas na própria tela do computador utilizando programas de acesso livre.

Os três cientistas colocam que já desenvolveram atividades demonstrativas que envolvem o registro de potenciais de ação em animais invertebrados, como baratas, moscas, grilos e minhocas. Para eles, as atividades experimentais contribuem significativamente para uma melhor formação de recursos humanos na área de fisiologia  一 que abrange o estudo das funções e funcionamento normal dos seres vivos, bem como dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios一, comum a alunos de diferentes cursos.

“O equipamento já está desenvolvido, inclusive estamos em sua quarta versão, que recebeu pequenas melhorias e novas implementações. Importante ressaltar o apoio institucional da UFRN, que, por meio de editais internos de financiamento, possibilitou chegarmos onde estamos. Diversos dispositivos já foram produzidos e distribuídos para professores do ensino médio e universitário em todo Brasil para utilização em sala de aula. Inclusive, sabemos de um grupo de pesquisa do Instituto do Cérebro que o utiliza para adquirir sinais eletrocardiográficos em animais experimentais em protocolos de pesquisa”, finalizou George Nascimento.

A trajetória que não se encerra

No início da elaboração da reportagem, a situação médica do professor George Nascimento já apresentava cuidados, situação que nos impediu de gravar e registrar imagens dele.  Com uma extensa contribuição acadêmica e institucional, sobretudo na área de Engenharia Biomédica, o docente não resistiu e, no mês de junho, acabou falecendo.

“A contribuição dele não acaba. A concessão foi uma das últimas, de muitas, conquistas do George, que deixará muita saudade. Não só pelo conhecimento e competência, mas especialmente pela alegria, energia e disposição em resolver os desafios de fazer ciência. Estamos todos sentidos com sua precoce partida”, falou Claudio Queiroz.

O Instituto do Cérebro, no qual George atuou como colaborador durante os últimos anos, prestou também uma homenagem, caracterizando o professor como “membro colaborador do Instituto do Cérebro desde seu primeiro momento, eletrofisiologista, físico, inventor, cientista, pai e avô amoroso, mente brilhante, coautor de vários trabalhos, com espírito incansável e enorme disposição para ajudar nos pequenos e grandes problemas da Neurociência, pensando e criando soluções”.

Outras unidades que registraram a perda foram o Laboratório de Inovação em Saúde (LAIS) e o Centro de Tecnologia, ambas salientando a atuação pioneira dele como um dos fundadores do Departamento de Engenharia Biomédica, com atuação recorrente na construção de um curso de qualidade em prol do desenvolvimento da sociedade.

George Carlos do Nascimento atuava no Departamento de Engenharia Biomédica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e era colaborador do Instituto do Cérebro (ICe-UFRN), do Departamento de Biofísica e Farmacologia da UFRN, do Departamento de Neurociência da Universidade de Uppsala e do Instituto Politécnico de Milano. Desenvolveu pesquisas com foco nos temas de neuroengenharia e neurofisiologia, e tinha experiência nas áreas de engenharia biomédica, optogenética, comportamento animal, instrumentação médica, eletrofisiologia, física da matéria condensada, química orgânica, ciência dos materiais, imagens por ressonância magnética, sistemas de instrumentação e projetos de sistemas com microprocessadores dedicados.

26

Jul

IMD abre seleção para líder de equipe e bolsistas de graduação

O Instituto Metrópole Digital (IMD) abriu processo seletivo para líder de equipe e bolsistas de graduação para o projeto Plataforma Rotas. Ao todo, são ofertadas cinco vagas e as remunerações são de R$ 2 mil e R$ 4,5 mil. As inscrições devem ser realizadas até 2 de agosto com o envio da documentação descrita no Edital 003/2022 para o e-mail processoseletivo-rotas@imd.ufrn.br. 

As bolsas são para atuação na criação de soluções inteligentes, sustentação e evolução de demandas de desenvolvimento do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) no âmbito da Plataforma Rotas. São oferecidas quatro vagas com remuneração de R$ 2 mil, carga horária de 20 horas semanais e exigência de matrícula ativa em curso de graduação da UFRN em Computação ou áreas afins.

Das cinco vagas ofertadas, uma é para a função de líder de equipe. Com remuneração de R$ 4,5 mil e carga horária de quatro horas semanais, a oportunidade é destinada para docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) com doutorado em Geografia ou áreas afins.    

Os conhecimentos necessários para os cargos, assim como as atividades que serão desenvolvidas, estão descritos no edital. O processo seletivo será constituído apenas de entrevista técnica, e o resultado final será divulgado até o dia 8 de agosto na aba Editais do site do IMD.

25

Jul

Inteligência Artificial pode movimentar US$ 62,5 bilhões até o fim de 2022

A Inteligência Artificial (IA) deixou de fazer parte apenas do universo da ficção científica para ingressar na rotina corporativa. Segundo informações divulgadas pela consultoria Gartner, 48% dos CTOs admitem que já implantaram ou desejam implantar a tecnologia até o fim de 2022, o que pode gerar uma movimentação de US$ 62,5 bilhões no mercado. Já o BCC Research aposta em um crescimento no segmento de 20% ao ano até 2025. 

Entre as categorias mais estimadas para o investimento do recurso estão gestão do conhecimento, veículos autônomos, espaços de trabalhos digitais e crowdsourcing de dados. “A IA está mais próxima do nosso cotidiano do que pensamos. Desde o aplicativo de música e de mobilidade ao assistente virtual que otimiza o atendimento digital das marcas, há a presença dessa tecnologia. Quando inserimos o recurso no ambiente corporativo, podemos esperar retornos como automatização de processos, análise de dados e assertividade na realização das tarefas”, diz Vinícius Orsi, CTO da Take, primeira startup a atuar com identificação por inteligência artificial (IA) na operação de smart vending.

Ao longo de sua trajetória com base nessa tecnologia, a startup chegou a atingir um faturamento de mais de R$ 20 milhões, além de uma presença nacional com 2.500 pontos de vendas. Com o intuito de auxiliar empreendedores a também impulsionarem os seus negócios com o recurso e esclarecer a eficiência da solução, Orsi listou os principais mitos que ainda permanecem em torno da IA. Confira abaixo: 

1. Inteligência Artificial equivale a inteligência humana 

A IA busca se espelhar na inteligência humana para otimizar atividades operacionais, além de analisar dados capazes de gerar poderosos insights. “Por essa razão, a mentalidade de que a tecnologia funciona da mesma forma que o cérebro humano acaba se tornando um senso comum. No entanto, apesar do recurso ser altamente habilidoso, as aplicações ainda não alcançam as habilidades de um humano. Não são equivalentes”, diz o CTO. 

2. Inteligência Artificial é autodidata 

Ainda por conta da crença de que a inteligência artificial equivale a humana, muitos acreditam que a tecnologia seja autodidata. Ou seja, se desenvolve sozinha. Na verdade, a intervenção humana é fundamental para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da solução, que depende de profissionais, como os cientistas de dados, para programar as atividades a serem executadas, determinar os conjuntos de informações analisadas e remover possíveis erros. “Inclusive, esse contato entre humano e máquina deve ser constante para garantir a renovação dos conhecimentos da IA”, pontua o executivo. 

3. Inteligência Artificial irá substituir os humanos no mercado de trabalho 

Atualmente, a IA já está sendo utilizada na automatização de funções em diversas áreas. Por isso, o receio que os profissionais têm de serem substituídos por máquinas é legítimo, mas irreal. “Em vez da tecnologia ocupar cargos, ela irá mudar as ocupações existentes e irá criar novas. Afinal, sem precisar gastar energia com tarefas operacionais, esses profissionais podem assumir atividades mais estratégicas, elevando as suas performances e os resultados finais”, explica Orsi. 

4. Inteligência Artificial é livre de vieses

Ainda é um mito que a Inteligência Artificial seja livre de vieses, já que é uma tecnologia que se baseia em dados fornecidos pelos humanos. Por isso, também irão interpretar as informações por meio de vieses inconscientes. “Hoje notamos que as máquinas podem reproduzir conceitos que estão intrínsecos em nós. Mas é possível reduzi-los com certas estratégias, tais como montar uma equipe diversa de cientistas de dados. Outra possibilidade é que os profissionais revisem o trabalho uns dos outros a fim de filtrar esses pontos”, sugere o CTO. 

23

Jul

Oito tipos mais comuns de ataques hackers nas empresas

Riscos cibernéticos estão presentes em todas as organizações e nem sempre estão sob o controle direto de uma equipe de de TI. Um ataque cibernético é realizado por hackers com a finalidade de interromper, desativar, destruir ou controlar, de forma maliciosa, um ambiente/infraestrutura de computação. Muitas vezes, eles também agem para destruir a integridade dos dados ou roubar informações controladas. 

De acordo com dados do Attack Map, portal que monitora os dados de ataques cibernéticos, os principais tipos são os crimes de intrusão (71 milhões) e malware (18 milhões) e entre os países alvos de cibercrimes, o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking, com 9,1 milhão de registros, atrás somente de países como Reino Unido (2,39 bilhões), Estados Unidos (2,9 bilhões) e Honduras (331 milhões), segundo o relatório de Ameaças Cibernéticas da SonicWall.

Para ajudar as empresas a identificar os cibercrimes, Marcos Andrade, CMO da  Claranet, especialista em serviços em nuvem e gerenciamento de aplicativos críticos, separou os principais tipos de ataques cibernéticos e como eles funcionam. Confira:

1. DDoS Attack

Este tipo de ataque cibernético sobrecarrega as atividades do servidor, deixando o sistema lento e tornando os sites e acessos indisponíveis. Um ataque DDoS é uma das maiores ameaças ao pleno funcionamento dos sistemas corporativos.

2. Port Scanning Attack

Trata-se de um malware que aproveita uma vulnerabilidade no sistema para fazer uma busca no servidor, buscando uma brecha de segurança. Uma vez que ele encontra, rouba informações e dados com o objetivo de danificar o sistema ou sequestrar os dados.

3. Ransomware

Ataque de ransoware foi um dos ciberataques que mais cresceu com a migração dos colaboradores para o modelo de trabalho remoto. Na prática, o ransomware bloqueia o acesso a todos os arquivos do servidor atacado. Os hackers só liberam novamente o acesso após o pagamento do valor de resgate, normalmente cobrado em bitcoins, determinado pelo sequestrador.

4. Cavalo de Tróia

Este é um tipo de malware popular que só funciona com “autorização” do usuário. Basta que a pessoa execute algum anexo de e-mail de remetente suspeito ou desconhecido, ou então, faça um download suspeito, contendo o vírus camuflado, e pronto: o Cavalo de Troia está instalado. Com isso, os hackers podem roubar informações pessoais e interromper funções no computador.

5. Ataques de força bruta

Um ataque de força bruta (também conhecido como quebra de força bruta) é o equivalente a um invasor testar todas as chaves de um chaveiro para tentar abrir uma porta. No contexto dos ataques cibernéticos, os hackers permitem que um computador faça o trabalho - tentando diferentes combinações de nomes de usuário e senhas, por exemplo - até encontrarem uma que funcione. Com esses dados, o hacker poderá enviar diversas mensagens com remetente conhecido do usuário com conteúdo como phishing e spam, solicitando depósitos, transferências, senhas de acesso e outros dados.

6. Phishing

Consiste em um ataque cibernético no qual os hackers levam os usuários a entregarem informações sigilosas, incluindo senhas, dados bancários e CPF. Via de regra, este tipo de cibercrime direciona o usuário para um site idêntico ao verdadeiro de uma agência bancária, por exemplo. Assim, nessa página falsa, que funciona como uma “isca”, os hackers “pescam” os dados dos usuários. Esse é um dos ataques cibernéticos mais populares.

7. Cryptojacking

Neste ciberataque, os hackers usam o computador do usuário ou qualquer outro dispositivo conectado à internet para fazer mineração de criptomoedas. A partir da instalação de um tipo de malware nas máquinas das vítimas, os criminosos exploram a capacidade e os recursos do computador para a geração de moedas. Normalmente, o usuário nem percebe a ação dos hackers, salvo nos casos em que a lentidão na navegação e o desempenho do computador são realmente notáveis.

8. Zero Day

O Zero Day, também conhecido como Dia Zero, é um ciberataque que busca falhas de segurança em programas ou aplicativos recém-lançados, explorando brechas e bugs antes da correção. É um ataque menos comum, mas os desenvolvedores costumam se deparar com esse tipo de ameaça cibernética.

“A Claranet trabalha junto de seus clientes para entender suas dores e trazer soluções que ajudem a garantir a proteção virtual das empresas, e assim, o desenvolvimento de seus negócios com segurança ampliando sua atuação e garantindo alta capilaridade no mercado em que atuam”, finaliza Andrade.


15

Jul

Transforma RN II abre inscrições para bolsistas de graduação em tecnologia

O projeto Transforma RN II, conduzido pelo Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), abriu hoje, 14, processo seletivo para bolsista de graduação na área de desenvolvimento. A seleção oferece uma vaga para cadastro de reserva, com remuneração de R$ 1,5 mil e carga horária de 20 horas semanais.

O projeto tem como objetivo principal avançar no desenvolvimento da plataforma digital Transforma RN, permitindo escalabilidade de atendimento a outros segmentos não atendidos na fase piloto, bem como promover a integração da plataforma aos demais sistemas de gestão internos do SEBRAE-RN.

Para se inscrever, os interessados devem acessar, até o dia 20 de julho, a página do projeto Transforma RN no site Jerimum Jobs, preencher o formulário on-line e anexar a documentação exigida pelo Edital n° 001/2022.

A vaga é destinada a estudantes de graduação na área de Computação, TI ou afins que possuam experiência em programação Web.

Uma vez selecionado, o bolsista deverá atuar nos âmbitos de requisitos, desenvolvimento e testes da plataforma. A bolsa terá validade inicial de oito meses, podendo ser prorrogada a critério do coordenador do projeto.

O processo de seleção será realizado pela equipe de pesquisadores do projeto e consistirá na análise de currículo e entrevista com o candidato, caso os pesquisadores julguem necessário. O resultado será divulgado a partir do dia 21 de julho no site do IMD na aba “Editais”.

13

Jul

Número de usuários de VPN cresce, mas 80% ainda preferem serviços gratuitos

Entre prover acesso a conteúdos regionais em serviços de streaming ou permitir acesso livre à internet em países com restrições, o uso de VPNs vem crescendo em todo o mundo. Uma pesquisa realizada pela Hola, provedora de serviços desse tipo, mostrou que 80% dos usuários acreditam que passarão a utilizar serviços desse tipo até o ano que vem, principalmente como forma de usar a rede sem bloqueios regionais.

O estudo entrevistou duas mil pessoas em países como China, Arábia Saudita, Vietnã e Emirados Árabes Unidos, todos territórios em que o governo exerce algum tipo de controle sobre o conteúdo acessado pelos cidadãos. Entretanto, o trabalho também veio com uma perspectiva perigosa, a de que 80% dos participantes ainda prefere o uso de VPNs gratuitas para liberar suas conexões.

O problema está relacionado ao fato de que serviços gratuitos não costumam ser confiáveis, além de investirem menos em proteção de privacidade enquanto buscam alternativas de monetização como anúncios e compartilhamento de dados. São poucas as plataformas gratuitas em listas de melhores VPNs publicadas na imprensa, enquanto o pagamento ainda é um fator que afasta muita gente de uma maior segurança.

O resultado não é exclusivo de países com regimes autoritários. Um levantamento realizado pelo site de tecnologia TechRadar, por exemplo, mostrou que, em 2021, 60% dos usuários de VPN nos Estados Unidos já substituíram seus planos pagos por versões gratuitas. Aqui, claro, estamos falando de cidadãos com menos preocupação e, também, sem internet restrita; ainda assim, o resultado exibe um descompromisso com a segurança pessoal.

Ao mesmo tempo, existe uma pressão dos próprios usuários para que os provedores de VPN façam mais em prol de uma internet livre. 97% dos entrevistados pela Hola afirmaram que gostariam de ver isso acontecendo, um total que chega a 99% na China e gera maior pressão para o fornecimento de serviços que permitam acesso sem restrições.

Afinal de contas, em países com menos liberdade, estamos falando de questões básicas. 40% dos participantes, por exemplo, afirmaram encontrar dificuldades para acessar materiais educacionais, enquanto 29% informaram complexidades no acesso à informação. São elementos que aumentam a busca por VPNs e, também, a necessidade de opções seguras.

Como escolher uma VPN segura?

Ainda que a relação entre um serviço gratuito e a falta de segurança nem sempre seja presente, ela costuma existir; a gratuidade não é garantia de mal funcionamento, assim como uma plataforma paga também não pode oferecer a melhor estrutura. Sendo assim, o ideal é buscar avaliações e comentários de especialistas antes de realizar o download e o uso, especialmente para tarefas sensíveis.

Caso você possua uma assinatura de antivírus ou outros softwares de segurança, por exemplo, é bem provável que ela também inclua uma VPN, mesmo que básica ou limitada. Pode ser um ponto de partida para o uso da tecnologia na liberação de conteúdo ou no acesso a materiais restritos, por exemplo.

Seja qual for o caminho, o ideal é sempre optar por serviços e marcas reconhecidas, com aplicativos baixados de sites ou lojas oficiais. Uma busca rápida na internet já deve ajudar a separar as fornecedoras de VPN mais confiáveis daquelas obscuras; considerar o tipo de uso pretendido, também, auxilia na hora da escolha, já que existem plataformas que oferecem esse tipo de especificidade.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/numero-de-usuarios-de-vpn-cresce-mas-80-ainda-preferem-servicos-gratuitos-220671/

13

Jul

Magalu abre inscrições para curso de TI destinado a mulheres de todo o Brasil

O Magalu, empresa que está digitalizando o varejo brasileiro, abre hoje o período de inscrições para o <Luiza Code>, programa de aceleração da carreira de mulheres na tecnologia. Após quatro edições de sucesso, serão disponibilizadas 100 bolsas de estudo em Python, tecnologia muito utilizada em data science, machine learning, desenvolvimento de web e de aplicativos. Como nas outras edições, parte das vagas é destinada ao público interno da empresa, sendo que 50% das bolsas são para mulheres negras. “Essa é a quinta edição do Luiza Code, a segunda, apenas em 2022, motivo de muito orgulho para nós”, diz Patricia Pugas, diretora executiva de gestão de pessoas do Magalu. “Esse programa é importante para a companhia e para o mercado de tecnologia, que sofre com o baixo número de mulheres na área”. 

De acordo com uma pesquisa realizada pelo PretaLab e Thoughtworks, elas representam apenas 30% dos trabalhadores do setor de tecnologia. Com o Luiza <Code>, o Magalu oferece oportunidades para que mulheres de todo o Brasil aprendam a programar e possam iniciar carreira nessa área. Além da pouca representatividade feminina, o setor sofre com a escassez de profissionais como um todo. 

O curso terá 100 horas de conteúdo online, elaborado pelo time de profissionais do Luizalabs, o setor de tecnologia do Magalu. Dessa forma, as alunas podem adaptar o programa à sua rotina, mas também têm acesso a interações com os professores em tempo real. 

O Luiza <Code> chega em sua quinta edição com mais de 450 alunas formadas e parte delas contratadas para integrar o time de tecnologia da empresa. Todas as participantes do Luiza Code, que tiverem interesse, podem participar de um processo seletivo para se tornar desenvolvedora no Magalu. 

As inscrições estarão abertas até 24/07 pelo site https://conteudo.carreiras.magazineluiza.com.br/luiza-code-5-edicao-inscricao


12

Jul

IMD seleciona especialista de Computação para residência em TI

O Instituto Metrópole Digital, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN), abriu processo seletivo com duas vagas para especialista convidado na área de Computação. As inscrições devem ser realizadas até 24 de julho, através do preenchimento de formulário eletrônico junto à documentação descrita no Edital nº 003/2022.

A oportunidade é para atuação em atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) no contexto do programa de Residência em Tecnologia da Informação (TI) no órgão. A remuneração pode variar entre R$ 4 mil, para especialistas, e R$ 6 mil, caso o candidato aprovado apresente comprovação de título de mestrado ou doutorado.

Para participar, o candidato precisa ser concluinte ou apresentar diploma de pós-graduação na modalidade stricto sensu na área de Computação ou afins, possuir experiência comprovada de, pelo menos, dois anos em projetos de desenvolvimento de sistemas e ter experiência comprovada de um ano em gestão de projetos.

O processo seletivo será realizado pela Coordenação do programa de Residência em TI e consistirá em duas etapas: avaliação de documentos e entrevista. O resultado final será divulgado no dia 10 de agosto no site do IMD, na aba Editais.