Mídias Sociais

4

Ago

Mídias Sociais

WhatsApp lança ferramenta que permite pesquisar sobre veracidade de mensagens encaminhadas

WhatsApp agora permite que os usuários verifiquem a veracidade (ou não) de mensagens encaminhadas. Por enquanto, a ferramenta lançada para os sistemas Android, iOS e também para a versão WhatsApp Web/Computador, está disponível no Brasil, Itália, Irlanda, México, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

novo recurso funciona de forma simples: ao receber uma mensagem encaminhada por algum contato, o usuário verá um botão de lupa. Ao clicar no botão, abrirá a opção de pesquisa no Google para verificar as informações da mensagem repassada.

A ferramenta permite que os usuários carreguem a mensagem diretamente pelo navegador do celular ou do computador sem que o WhatsApp tenha acesso ao conteúdo da mensagem.

De acordo com o WhatsApp, a novidade vem para ajudar na guerra contra as fake news: “Ao fornecer uma maneira simples de pesquisar na internet sobre o conteúdo desse tipo de mensagem, podemos ajudar nossos usuários a encontrar notícias ou outras fontes de informação sobre o conteúdo recebido”, diz a plataforma em seu blog oficial.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129927/whatsapp-lanca-ferramenta-que-permite-pesquisar-sobre-veracidade-de-mensagens-encaminhadas/

4

Ago

Mídias Sociais

Twitter pode ser multado em US$ 250 milhões por abuso de dados dos usuários

O Twitter confessou que, possivelmente, será multado em até US$ 250 milhões pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, no original em inglês) por ter desrespeitado um acordo firmado em 2011 com a agência regulatória. O pacto garantia que a rede social não poderia mais enganar seus utilizadores a respeito de como e para quê seus dados pessoais seriam utilizados pela companhia.

A própria plataforma afirma ter quebrado essa promessa ao utilizar, entre 2013 e 2019, o número de telefone e o endereço de email de seus usuários para disparo de publicidade direcionada — a informação cedida aos internautas, porém, era a de que tais informações cadastrais seriam empregadas apenas “para propósitos de segurança e de proteção”. A prática, naturalmente, aborreceu a FTC.

Tal revelação consta no último formulário Q-10 (relatório financeiro trimestral exigido pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos para todas as empresas de capital aberto) preenchido pela companhia. O Twitter comenta ainda que a FTC já lhe enviou um rascunho da queixa no dia 28 de julho, e estimativas da própria rede social apontam que o valor da multa deve ficar entre US$ 150 milhões e US$ 250 milhões.

Curiosamente, a companhia reservou apenas otimistas US$ 150 milhões para pagamento da multa. “O assunto permanece por resolver e não há garantias quanto ao prazo ou aos termos de qualquer resultado final”, explica a plataforma no relatório em questão. A prática de utilizar dados dos usuários para publicidade foi revelada pela própria rede social em outubro do ano passado.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-pode-ser-multado-em-us-250-milhoes-por-mal-uso-de-dados-dos-usuarios-169288/

3

Ago

Mídias Sociais

Com a chegada de agosto, empresas voltam a anunciar no Facebook

No final de junho, diversas marcas anunciaram a adesão ao Stop Hate for Profit, movimento que incentiva a pausa de investimentos em anúncios nas redes sociais. A iniciativa é uma tentativa de forçar plataformas como FacebookInstagram e Twitter a repensarem suas políticas em relação ao discurso de ódio e à desinformação. A proposta inicial era de um boicote às mídias sociais durante todo o mês de julho. E agora, com a chegada de agosto, muitas empresas já estão retomando a publicidade nas mesmas plataformas.

Quando o movimento foi lançado, uma série de companhias de alto nível anunciaram o boicote, incluindo Coca-Cola, Unilever, Starbucks, Hershey’s, VerizonLEGO Disney. Algumas dessas marcas, no entanto, já anunciaram a retomada dos anúncios, como Hershey’s, Heineken The North Face.

No caso da The North Face, a empresa foi a primeira grande marca a anunciar suporte ao #StopHateforProfit: “Reconhecemos que a mudança não acontece da noite para o dia. É por isso que continuaremos a dialogar com o Facebook para responsabilizá-los pelas ações que planejam implementar. Pretendemos retomar nossa relação de trabalho com o Facebook e o Instagram em agosto, mas ingressamos em nossa empresa controladora, a VF Corporation e outras marcas da VF para criar uma coalizão que fará check-ins regulares com a equipe do Facebook para avaliar continuamente seu progresso e determinar continuamente se eles são um parceiro e uma plataforma que mantém nossos valores”, diz a marca em comunicado.

A Heineken também lançou um comunicado sobre a volta de seu investimento em publicidade no Facebook e no : “Devido à preocupação com conteúdo prejudicial nas mídias sociais, a Heineken tomou a decisão de interromper as atividades do Facebook e Instagram em julho. Desde então, conversamos detalhadamente com o Facebook e temos o prazer de ver seus novos compromissos com base em um plano de ação formulado pela Global Alliance for Responsible Media. Enquanto retomarmos nossa publicidade nas plataformas do Facebook a partir de agosto, continuaremos nosso diálogo com o Facebook à medida que a empresa avança em relação aos novos compromissos”.

Impacto financeiro para o Facebook

De acordo com o Business Insider, nos Estados Unidos mais de mil empresas de grande porte cortaram anúncios no Facebook em julho. Uma análise realizada pela empresa de rastreamento digital Pathmatics ainda apontou que mesmo não aderindo publicamente ao boicote, algumas marcas cortaram gastos com anúncios no Facebook. É o caso de Samsung, McDonald’s, Kraft Heinz, LinkedIn Netflix.

As estimativas da Pathmatics afirmam que algumas empresas reduziram seus gastos em mais de 95% em julho, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. O gasto médio diário do McDonald’s no Facebook, por exemplo, caiu 97,3%, enquanto o da Samsung caiu 95,3%.

Ainda assim, a plataforma de Mark Zuckerberg minimizou o impacto do boicote em suas finanças. Também segundo o BI, embora o Facebook não tenha compartilhado seus ganhos durante o mês inteiro, a rede social afirma que a receita de anúncios nas três primeiras semanas de julho se manteve alinhada com o restante de seu crescimento anual em 2020, o que significa aproximadamente 10%.

A empresa também registrou uma receita de US$ 18,7 bilhões nos lucros do segundo trimestre, acima das expectativas dos analistas que eram de US$ 17,34 bilhões e acima também dos US$ 16,9 bilhões do ano anterior. Embora o período não englobe o mês de julho, o diretor financeiro da empresa, Dave Wehner, disse que os 100 principais anunciantes do Facebook representam apenas 16% de sua receita publicitária de mais de US$ 70 bilhões.

Uma porta-voz do Facebook ainda afirmou que as estimativas da Pathmatics “são muito limitadas”, uma vez que a empresa não forneceu nenhum dado para a formulação da análise.

Em resumo, apesar da grande quantidade de anunciantes que boicotaram a plataforma durante o mês, o segmento de anúncios do Facebook não foi efetivamente afetado.

Dos 20 principais anunciantes do Facebook, alguns devem manter a pausa nos anúncios, entre eles Microsoft, Unilever, Diageo, Coca-Cola e CVS. No caso da Unilever, a companhia garantiu que reduzirá pela metade sua publicidade no Facebook, no Instagram e no Twitter pelo menos até o fim de 2020. Diageo e Coca também devem manter o posicionamento pelo resto de 2020.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129855/julho-acabou-e-as-empresas-estao-voltando-a-anunciar-no-facebook/

3

Ago

Mídias Sociais

Estudo: investimento das marcas em redes sociais cresceu 26% no trimestre

A Socialbakers, empresa de soluções para performance em redes sociais, acaba de lançar um relatório de tendências de publicidade em redes sociais, considerando o impacto da pandemia de Covid-19 sobre a estratégia dos anunciantes no mundo todo. Chamado “Social Media Trends Report”, o levantamento leva em consideração dados referentes ao segundo trimestre de 2020. 

Em todo o mundo, os investimentos das marcas em anúncios em mídias sociais aumentaram 26% em relação ao final do primeiro trimestre, quando os orçamentos dos anunciantes foram mais impactados. 

O custo médio por clique (CPC) dos anúncios pagos online aumentou 55,3% depois de atingir seu ponto mais alto no início de março, antes da pandemia afetar todo o mundo. Para todas as marcas analisadas, o CPC aumentou 42,7%, chegando a US$ 0,107. 

Porém, nos principais feeds, o CPC ainda mostra um declínio em relação ao ano passado, o que representa uma oportunidade para marcas otimizarem investimentos e atingirem um público maior com seus conteúdos.

Boicote ao Facebook

Apesar da retomada gradual do investimento, houve queda pontual nos investimentos por conta de acontecimentos específicos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Socialbakers notou queda de 31% em investimentos em publicidade digital nas duas últimas semanas do trimestre, resultado associado ao boicote de muitos anunciantes ao Facebook.

Por outro lado, à medida em que consumidores começaram a sair da quarentena, o tempo de navegação online também começou a voltar a níveis pré-pandêmicos, em parte. As interações no Facebook caíram 50,8% no segundo trimestre, considerando o período como um todo, mas recuperaram parte do volume no final do trimestre com o menor índice de isolamento.

Vídeo em destaque

O vídeo foi um dos formatos publicitários que mais engajou durante o segundo trimestre. O Twitter, que contém mais de 20% dos tweets feitos por páginas de marcas, teve a maior participação na exibição desse formato. 

No Instagram, porém, houve um aumento de 16% na veiculação de vídeos publicitários em relação ao ano passado. No Facebook, esse aumento foi de 5%. O uso do Facebook live também teve aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 126% em relação aos primeiro trimestre. 

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/31/investimento-das-marcas-em-redes-sociais-cresceu-26-no-segundo-tri.html

30

Jul

Mídias Sociais

Em esforço de transparência, TikTok vai permitir que especialistas acessem seu algoritmo

Além das críticas bastante severas sobre a concorrência, o CEO Kevin Mayer aproveitou uma publicação no blog oficial do TikTok nesta quarta (29) para anunciar algumas medidas que buscam aumentar a transparência da plataforma. Isso inclui a decisão surpreendente da plataforma de abrir ainda mais o acesso a seu algoritmo e a permissão a especialistas de observar “em tempo real as políticas de moderação”, nas palavras do executivo.

No post, Mayer não apenas desafia a concorrência a seguir os passos como afirma que a rede social acredita que “Todas as empresas deveriam abrir o acesso de seus algoritmos, políticas de moderação e fluxo de dados a reguladores” e que o TikTok “não vai esperar a regulação chegar” e sim dar o primeiro passo para a formação do que ele chama de “Central de Transparência e Responsabilidade” da plataforma.

As declarações do executivo não apenas são corroboradas por medidas anunciadas pela rede social já em março sobre a abertura de especialistas externos – que incluía aliás a criação da tal central – mas também estão cronometradas com o início dos testemunhos de alguns dos principais executivos do Vale do Silício no judiciário estadunidense. A partir desta quarta, os CEOs do Facebook, Google, Apple e Amazon devem começar a prestar contas a membros do Congresso dos EUA durante um painel antitruste que vai definir se estas empresas devem continuar livres de qualquer escrutínio do mercado, e o TikTok deve ser bastante mencionado nas sessões conforme o aplicativo de origem chinesa se tornou exemplo do tipo de “competição ideológica” que estes conglomerados enfrentam atualmente.

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A briga maior da rede social da ByteDance é com o Facebook, óbvio, mas não apenas porque este vem buscado copiar o formato do TikTok. O CEO Mark Zuckerberg em diversas ocasiões fez a defesa da plataforma como ambiente de liberdade de expressão apontando a rival chinesa como inimigo a ser enfrentado, uma posição que muito provavelmente deve ser repetida hoje na audiência no Congresso.

“Nós acreditamos em valores – democracia, competição, inclusão e liberdade de expressão – que a economia norte-americana foi construída em cima” escreve Zuckerberg em um discurso inicial publicado na terça (28); “Muitas outras companhias de tecnologia compartilham estes valores, mas não há garantia de que nossos valores vencerão. Por exemplo, a China construiu sua própria versão da internet focada em ideais muito diferentes, e eles estão exportando a visão deles para outros países”.

É justamente este tipo de discurso que leva ao post de hoje escrito por Mayer, não à toa intitulado “Competição justa e transparência beneficiam todos nós”. O CEO em determinado ponto do texto chega a definir o posicionamento do Facebook e seu líder como ataques malignos “disfarçados de patriotismo e destinados a acabar com a nossa presença nos EUA”, além de comentar que sem o TikTok “os anunciantes norte-americanos estariam de novo com poucas opções”: “Nós não somos políticos, nós não aceitamos propaganda política e não possuímos uma agenda – nosso único objetivo é continuar uma plataforma vibrante e dinâmica para que todos aproveitem” continua Mayer na publicação, prometendo que a rede social “vai continuar a lutar para providenciar a creators, usuários e marcas estadunidenses um espaço de entretenimento para os próximos anos”.

O ponto de toda essa treta remonta de novo à atual posição frágil do TikTok nos EUA, cujo governo vem considerando formas de bloquear a presença chinesa pelo aplicativo no país. Além de uma ideia de venda a investidores estadunidenses já ter sido ventilada, a companhia também vem promovendo ações que buscam aumentar a presença do negócio no país. Isso inclui um fundo financeiro a criadores de conteúdo, a criação de um “campus” em Los Angeles e, óbvio, a própria escolha de Mayer – ex-chefe do Disney+ e por um tempo nome cotado para suceder Bob Iger na Disney – para o cargo de CEO.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129672/tiktok-vai-permitir-que-especialistas-acessem-seu-algoritmo/

30

Jul

Mídias Sociais

Pesquisa: celebridades sofrem queda nas redes sociais

Enquanto o início da quarentena significou uma oportunidade de consumo de conteúdo de influenciadores e celebridades, o decorrer do período de isolamento já não se mostrou tão promissor. No Instagram, os perfis de celebridades caíram em 34%, de uma média de seguidores de 13 milhões no primeiro trimestre de 2020, para 8 milhões. A queda no engajamento foi ainda maior: de 42%. As interações caíram de 150 mil, no início da pandemia, para 86 mil.

Os dados são resultado do relatório trimestral #MS360FAAP, realizado pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) com a Socialbakers. A mudança foi brusca entre o primeiro trimestre do ano, em que o crescimento desses perfis foi de 17%, em comparação com o último trimestre de 2019.

O relatório atribui o movimento ao mau exemplo que alguns influenciadores exibiram em relação às orientações de prevenção ao coronavírus e a falta de conteúdo de uma vida glamourosa para publicar. A união desses fatores fez com que eles perdessem seguidores e interesse do público.

Na rede social irmã do Instagram, o Facebook, os seguidores de marcas e páginas institucionais é que tiveram queda, embora menor do  que a  sentida no primeiro trimestre do ano. Em comparação com o fim de 2019, a diminuição foi de 31%. Já comparando o primeiro e o segundo trimestre de 2020, o número foi de 7%. A média de seguidores caiu de 2,9 milhões para 2,7 milhões.

De acordo a pesquisa, parte da retração pode ser atribuída às consequências do movimento Stop Hate for Profit, em que cerca de centenas de marcas anunciaram boicote ao Facebook por considerarem insuficientes os esforços  da rede para combater conteúdo de ódio.

O investimento das páginas de marcas, e-commerce e entretenimento em conteúdo impulsionado aumentou. O setor de mídia manteve 7% das suas publicações impulsionadas e bens e consumo diminuiu de 63% para 59%.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/30/apos-ganho-celebridades-sofrem-queda-nas-redes-sociais.html

30

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp testa mensagens que se apagam após sete dias

Temos uma boa notícia para quem tem paranoia em relação às suas próprias conversas realizadas através do WhatsApp. O mensageiro está testando um novo recurso que, ao ser ativado, apagará automaticamente todas as suas mensagens sete dias após a sua data de envio. A funcionalidade foi identificada na mais recente compilação beta do aplicativo.

De acordo com o WABetaInfo, site dedicado a analisar o código-fonte de todas as novas compilações do programa, a ferramenta é muito simples e poderá ser ligada ou desligada através do menu de configurações do serviço. Ao ativar a feature (batizada de “Expiring messages”), o WhatsApp apaga suas mensagens depois de sete dias.

Obviamente, há sempre uma chance de estarmos todos interpretando mal alguns parâmetros e screenshots. Também não podemos descartar a possibilidade de que o recurso seja, na verdade, um simples “auto limpar” que evita que suas conversas se transformem em históricos muito longos — o que não significa que, necessariamente, suas mensagens serão excluídas da contraparte, caso ela não ative a opção.

Ademais, outra novidade curiosa identificada no beta 2.20.197.4 é uma nova política de privacidade preparada especialmente para os usuários brasileiros. Podemos palpitar que os termos redesenhados sejam uma forma do WhatsApp garantir conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), norma local que, inicialmente, estava prevista para entrar em vigor justamente no mês de agosto.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-testa-mensagens-que-se-apagam-apos-sete-dias-169019/

29

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp permitirá silenciar notificações de grupos para sempre

Sabe quando você vai silenciar uma conversa no WhatsApp para não receber notificações a cada nova mensagem e o máximo de tempo permitido é de um ano? Esse recurso logo será atualizado, passando a ganhar uma opção bastante aguardada pela comunidade que bloqueia os avisos sem uma data para expirar.

A interface dessa configuração foi descoberta pelo site WABetaInfo, que detectou a novidade na atualização 2.20.197.3 do Beta do mensageiro para Android.

No lugar da opção "Um ano", que será removida, aparecerá o item "Sempre". As possibilidades de silenciar notificações por oito horas ou uma semana permanecerão disponíveis. Isso significa que você não precisará mais renovar o silenciamento de grupos e conversas individuais sempre que a data expirar.

O recurso ainda não está ativado no mensageiro e, por isso, nem todos os usuários Beta conseguem ver a opção. A novidade deve chegar ao Android em uma atualização futura, mas não há um prazo definido para o lançamento.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/155653-whatsapp-permitira-silenciar-notificacoes-grupos-sempre.htm

28

Jul

Mídias Sociais

#ExisteAjuda: Twitter lança ferramenta de combate e prevenção à violência contra mulher

De acordo com dados do Ministério da Saúde – Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) – obtidos e levantados no ano passado pela Folha de S.Paulo, no Brasil, a cada 4 minutos 1 mulher sofre agressão de um homem. Com a pandemia e a necessidade de isolamento social, essa questão se agravou, com o aumento da convivência das mulheres com seus agressores e a impossibilidade de sair de casa para procurar ajuda.

Nesse contexto, o Twitter passou a disponibilizar no Brasil o recurso #ExisteAjuda com foco na violência contra a mulher. A ferramenta, já disponível desde setembro de 2018 para apoiar pessoas em situação de risco de cometer suicídio e automutilação, consiste em uma notificação na área de busca da plataforma com links úteis – no caso da violência contra a mulher, o aviso trará um link para o disque-denúncia (180) – um serviço do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) – e outro para uma página do MDH com mais informações sobre o tema .

Sempre que alguém escrever, no campo de busca do Twitter, palavras e termos relacionados de alguma forma a violência de gênero, o primeiro resultado a ser visualizado é uma notificação indicando que a pessoa pode procurar ajuda. Basta clicar no link do disque-denúncia para ligar para o 180 ou no link para a página do MDH para obter mais informações a respeito do assunto. O recurso pode ser utilizado não apenas pelas vítimas, mas também por testemunhas e outras pessoas que tomem conhecimento ou presenciem casos de violência contra a mulher.

No Brasil, a ferramenta é um projeto da área de Políticas Públicas do Twitter em parceria com Twitter Women, grupo de funcionárias da empresa. A iniciativa conta com a colaboração do MDH para o link para o disque-denúncia e a página com informações oficiais a respeito do tema e com mais detalhes sobre canais de denúncia de casos de violência.

Fonte: B9, disponível em : https://www.b9.com.br/129616/existeajuda-twitter-lanca-ferramenta-de-combate-e-prevencao-a-violencia-contra-mulher/

27

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp: uso de mesma conta em vários aparelhos está próximo

Uma das funções mais pedidas pela comunidade pode enfim chegar ao WhatsApp. Trata-se da possibilidade de usar o mesmo número de telefone em mais de um dispositivo móvel.

Movimentações a respeito da implementação desse recurso começaram em março de 2020, mas nada foi colocado em prática desde então. Entretanto, os testes da função voltaram na atualização 2.20.196.8, disponível para quem é parte do programa de testes Beta da versão Android do mensageiro. A descoberta é do site WABetaInfo.

O recurso é bastante simples e permite que até quatro aparelhos estejam logados na mesma conta de WhatsApp. A interface para que você confira os dispositivos ligados está em desenvolvimento e indica a conexão com outros celulares, tablets, computadores e o display inteligente Portal, que também pertence ao Facebook.

É possível ainda conferir quando foi realizado o último login em cada um dos sistemas e ligar novos aparelhos compatíveis. Por enquanto, não há qualquer previsão de chegada dessa função na versão estável do WhatsApp.

Outra novidade também em desenvolvimento que pode chegar em breve no mensageiro é a busca avançada, que permite ao usuário escolher se o recado buscado é um texto ou contém tipos específicos de anexo, por exemplo.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/155556-whatsapp-uso-mesma-conta-varios-aparelhos-proximo.htm

25

Jul

Mídias Sociais

Como proteger nossas redes sociais contra acessos indevidos?

O Twitter foi vítima de um ataque em massa na última semana, onde diversas personalidades globais e empresas tiveram suas contas comprometidas. Uma mensagem falsa foi publicada em seus perfis prometendo o pagamento em dobro de bitcoins mediante depósito enviado a uma determinada conta. Obviamente, tratava-se se um golpe! Personalidades como Elon Musk, Barack Obama e Bill Gates, além de contas corporativas de grandes empresas como Uber e Apple, foram vítimas deste incidente.

Segundo Maurício Paranhos, diretor de operações da Apura S/A, empresa especializada em cibersegurança, este pode ter sido o maior ataque sofrido pela rede social até hoje. "As técnicas utilizadas para este ataque ainda estão sob investigação. Mas as possibilidades são diversas, desde técnicas de engenharia social, até o uso indevido de API´s mal configuradas", explica. 

A pergunta que paira sobre muitas pessoas nesse momento é: se grandes empresas e personalidades globais com milhões de seguidores tiveram suas contas comprometidas, como eu protejo a minha conta ou de minha empresa contra acessos indevidos?

Para o executivo da Apura S/A, esse ataque não pode ser utilizado como referência para exemplos de perdas de acesso às redes sociais. Ao mesmo tempo que não existe um sistema 100% seguro, normalmente, as grandes corporações possuem tecnologia, processos e pessoas dimensionados e adequados para a proteção e também para a detecção e reação contra incidentes cibernéticos.

Golpe do Comércio Eletrônico

Outro golpe cada vez mais comum aqui no Brasil ocorre após você anunciar a venda de um imóvel, automóvel ou item pessoal em um portal de comércio eletrônico qualquer. Assim, um fraudador entra em contato contigo por telefone ou Whatsapp informando que ele faz parte do time de antifraude do portal relacionado e gostaria de validar que o anúncio não se trata de uma fraude. Ele informa que está lhe enviando um código por SMS que você deve confirmar para ele esse código.

O que o fraudador está tentando fazer na verdade é habilitar sua conta de Whatsapp em um equipamento qualquer. A partir daí, ele entra em contato com seus amigos e familiares pedindo a transferência de recursos financeiros para uma conta terceira (de um laranja). Ou seja, é o fraudador aplicando um golpe se passando pelo time de antifraude.

Dicas para se proteger contra problemas semelhantes

Tenha uma senha forte com letras números e caracteres especiais. Isso irá dificultar a quebra das senhas de forma automatizada. Além disso, troque sua senha periodicamente; Tenha senhas diferentes para serviços diferentes. Assim, no caso do vazamento de suas credenciais em uma rede social ou sistema específicos não comprometerá suas demais contas; Habilite o uso de um segundo fator de autenticação. Assim, um atacante além de possuir acesso às suas credenciais precisaria aprovar o acesso com o segundo fator de autenticação, seja um hardware, SMS ou aplicativo de autenticação.

Aplicativo para senhas de acesso

Tanto em relação às empresas quanto para uso pessoal, use solução de cofre de senhas. Para uso pessoal, use um aplicativo que criptografe suas senhas de acesso aos aplicativos, sistemas e sites. Assim, sua preocupação será em decorar a senha de acesso a este aplicativo e manter com você o segundo fator de autenticação.

Para uso corporativo, uma solução de gerenciamento de acessos privilegiados (Privileged Access Management- PAM) vai controlar os acessos de forma adequada, onde os usuários conectam-se à solução de PAM e ela conecta-se à rede social, aplicativo ou sistema. Assim, mantem-se toda rastreabilidade dos acessos realizados além da senha de acesso ser trocada periodicamente de forma automatizada, evitando um acesso indevido de um ex-funcionário insatisfeito, por exemplo.

Site ofical é mais seguro

Nunca clique em links não solicitados por e-mail, SMS ou soluções de mensageria. O ideal é sempre entrar no site oficial da empresa relacionada e procurar a informação direto na fonte; Jamais forneça códigos em SMS ou aprove acessos externos com sua solução de segundo fator de autenticação. Isso evitará que um golpista clone sua conta no Whatsapp ou em uma rede social, por exemplo. 

Perfis falsos corporativos e de executivos

Proteger-se é essencial, mas detectar possíveis incidentes de forma ágil para uma rápida reação é primordial. Daí a importância do monitoramento de fontes abertas pelas empresas. A criação de perfis falsos corporativos e de executivos torna-se cada vez mais comum e golpes são aplicados em nome das empresas ou de seus executivos.

Portanto, importante automatizar o monitoramento da criação destes perfis e também a identificação de ataques que estão sendo planejados contra sua empresa por meio de soluções de Inteligência em Fontes Abertas (Open Source Intelligence - OSINT); Desconfie sempre de coisas mirabolantes, seja uma celebridade prometendo devolver seu dinheiro em dobro ou um amigo ou familiar pedindo ajuda financeira.

24

Jul

Mídias Sociais

TikTok anuncia fundo de US$ 200 milhões para começar a pagar criadores de conteúdo

O TikTok anunciou nesta quinta (23) a criação de um novo fundo de US$ 200 milhões que será usado para financiar alguns dos mais populares criadores de conteúdo da plataforma. Ao The Verge, um porta-voz da empresa afirma que o fundo intitulado TikTok Creator Fund será usado para apoiar creators que “procuram oportunidades de garantir meios de subsistência” dentro do ecossistema do aplicativo.

A ser disponibilizado primeiro nos EUA em agosto, o programa marca a primeira ocasião em que o TikTok busca recompensar financeiramente os seus usuários mais populares pelo conteúdo que fornecem à rede social. Embora creators já pudessem fazer dinheiro na plataforma com lives, a partir de agora eles poderão receber pagamentos regulares ao longo do ano, com o fundo sendo expandido com o tempo para atender a maior demanda.

Os requisitos da plataforma são que os usuários interessados sejam maiores de 18 anos, tenham um histórico consistente de publicação de material e respeitem todas as diretrizes da comunidade. A empresa não confirmou ao público se haverá um limite inicial de criadores que serão incluídos no planejamento, além de qual o será o valor de cada pagamento e qual seria a quantidade mínima de seguidores que credenciariam os influenciadores ao programa.

No anúncio oficial, a gerente geral Vanessa Pappas escreve que o Creator Fund permitirá aos creators que “conquistem recompensas adicionais que reflitam o tempo, cuidado e dedicação posto criativamente em conectar com o público que se inspira em suas ideias”. Além de ser uma forma do TikTok manter o seu alto grau de competitividade dentro do mercado de influenciadores – onde enfrenta principalmente o YouTube, que conta com um programa bastante estruturado de monetização – o fundo de criadores também ajuda a plataforma a aliviar as atuais tensões com o governo estadunidense, que estuda formas de cortar os laços locais da empresa com sua dona, a chinesa ByteDance.

Junto do programa, vale lembrar que a companhia já conta com um “campus” em Los Angeles e o ex-Disney Kevin Mayer de CEO. O fundo também vai ajudar a rede social a manter “em casa” as celebridades que lançou, incluindo nomes como as irmãs Charli e Dixi D’Amelio que esta semana fecharam parceria com a Morphe para a produção de uma linha de itens de beleza. Com o temor da proibição do aplicativo nos EUA nos últimos dias, faz todo sentido reforçar os laços de negócio com estes influenciadores.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129466/tiktok-anuncia-fundo-de-us-200-milhoes-para-comecar-a-pagar-criadores-de-conteudo/

24

Jul

Mídias Sociais

Facebook testa novo design para Páginas e pode extinguir likes

O Facebook pode estar prestes a ganhar um redesenho novamente — desta vez, porém, as mudanças ficam restritas à visualização de Páginas da rede social, que devem ganhar um visual mais minimalista e com foco maior no conteúdo que importa ao internauta.

Conforme reportado pelo TechCrunch, a plataforma pretende dar menos destaque ao número de curtidas, colocando tal botão em segundo plano e até mesmo escondendo a contagem total de likes recebidos pela Página em prol da quantia de seguidores.

A estratégia pode parecer sem sentido (já que as curtidas são o cerne do Facebook), mas tem fundamento: muitas pessoas curtem uma Página sem que estejam necessariamente interessadas em interagir com seu conteúdo. Na maioria das vezes, o “like” é concedido como uma simples demonstração de suporte, sendo que o internauta, posteriormente, desabilita a exibição das postagens ou para de seguir a Página em questão.

Com a mudança, a rede social quer alterar os parâmetros de popularidade ao valorizar a quantidade de seguidores, que representa o total de pessoas que, de fato, estão interessadas em receber conteúdos daquela marca ou celebridade. Ademais, o novo design também destaca peças-chave das Páginas, como biografia e publicações mais recentes.

Também estão sendo feitas alterações na parte administrativa da interface, também com o objetivo de clarificar informações e facilitar a vida de quem gerencia Páginas de forma profissional. Ainda não há previsão — e tampouco certeza — de quando o novo design será liberado para todos os usuários. De qualquer forma, a priori, a novidade deve se limitar ao aplicativo oficial da rede social.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-testa-novo-design-para-paginas-e-pode-extinguir-curtidas-168661/

24

Jul

Mídias Sociais

Twitter pode ser a primeira grande rede social por assinatura

O Twitter está considerando lançar um modelo de assinatura para uso da rede social, afirmou o CEO Jack Dorsey na última terça-feira (23). Observando sua receita cair com a redução dos lucros de propagandas, a companhia pensa em novas estratégias para manter a plataforma.

Em uma conversa com analistas, Dorsey afirma que “vocês poderão ver alguns testes esse ano” em várias abordagens. A companhia está traçando novos meios de garantir receita de sua base de usuários, mas não quer que isso afete a experiência de uso normal do Twitter e confirma que as ideias estão em fases iniciais.

Para Dorsey, a experiência de uso do Twitter não deve mudar e alivia ao dizer que tem “uma barra muito alta para quando [a companhia] for monetizar aspectos do Twitter”. O que significa que o CEO defende que a plataforma permaneça com a mesma experiência — ou pelo menos semelhante — mesmo se adotar algum modelo de assinatura.

A decisão de adicionar um modelo pago de Twitter, seria difícil; mas cobriria as perdas recentes de redes sociais — como no movimento de boicote e o grande ataque hacker que tomou a plataforma recentemente. A dimensão do impacto na receita da plataforma não foi revelada, mas Dorsey descreveu a ocasião como “uma semana difícil”.

Ainda em julho, rumores relacionados ao modelo de assinatura ganharam força quando o Twitter divulgou novas vagas de emprego para a criação de uma plataforma de assinatura identificada como “Gryphon”. O mercado de ações favoreceu os títulos da companhia rapidamente, na expectativa de uma nova fonte de lucros.

Não há informações sobre o novo modelo do Twitter, mas a plataforma deve demonstrar alguns experimentos e ideias até o fim do ano. Você estaria disposto a pagar para utilizar uma rede social, uma vez que ela já tenha sido gratuita anteriormente?

23

Jul

Mídias Sociais

Projeto assegura a familiares direito a herança digital

O Projeto de Lei 3050/20 inclui no Código Civil o direito de herança digital. Pelo texto, são transmitidos aos herdeiros todos os conteúdos, contas e arquivos digitais do autor da herança.

A proposta, do deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), tramita na Câmara dos Deputados. Ele ressalta que, atualmente, há diversos casos no Judiciário aguardando decisões, com familiares querendo acesso a arquivos ou contas armazenadas na internet. “É preciso que a lei civil trate do tema, como medida de prevenção e pacificação de conflitos sociais”, afirma.

Fonte: Agência Câmara de Notícias