Mídias Sociais

10

Jul

Mídias Sociais

Canal da 96fm no Youtube atinge marca de 1 milhão de visualizações em 2020

O canal da rádio 96 fm no Youtube atingiu no primeiro semestre de 2020 a marca de 1 milhão de visualizações. Os números reafirmam a liderança da emissora, não só no rádio, mas também nas plataformas digitais, como são o Youtube, o Facebook e o Instagram.

Além disso, o canal dobrou o número de inscritos nesse período e atingiu 260 mil horas de exibição, o que fez com o Youtube criasse quase 7 milhões de miniaturas oferecendo vídeos da 96fm na plataforma para quem o acessasse.

O crescimento é consequência de novos produtos implementados no canal, como novos programas e quadros, como trechos de comentários, entrevistas exclusivas e notícias polêmicas. O vídeo da entrevista do médico Albert Dickson ao Meio Dia RN, por exemplo, já foi assistido por mais de 115 mil perfis no Youtube em pouco mais de dois meses no ar.

"Diante desses números e da liderança da 96fm em outras plataformas, como Instagram e Facebook, além de, claro, o próprio rádio, o nosso muito obrigado a todos os ouvintes, telespectadores, seguidores e amigos que nos ajudaram e se integraram a esse projeto. Obrigado!", afirmou o diretor-geral da emissora, Enio Sinedino.

10

Jul

Mídias Sociais

Pesquisa: número de usuários do WhatsApp cresceu 900% em 7 anos

Um estudo divulgado pelo Cuponation mostra que o WhatsApp tem se tornado cada vez mais popular entre os usuários. Uma prova disso é que o aplicativo de troca de mensagens teve um aumento de 900% em sua base nos últimos sete anos.

Para efeitos de comparação, a rede contava com 200 milhões de pessoas cadastradas em seu sistema de usuários recorrentes em 2013, e segue caminhando para aproximadamente 2 bilhões de pessoas conectadas diariamente em tempos mais recentes. Muito disso se deve ao cenário que estamos vivendo por conta do coronavírus, somado a algumas facilidades entregues pelo aplicativo.

Popularidade

Quando falamos de popularidade, a pesquisa indica que o WhatsApp é a terceira rede social com maior inserção e também se coloca na mesma posição quando o assunto é popularidade ao redor do globo. No primeiro caso, ela perde para o Facebook e o YouTube, garantindo 48% de usuários regulares, enquanto no outro quesito a sua base de quase 2 bilhões de usuários nas últimas semanas garantiu o posto mencionado.

Quando observamos a base dessa tabela, percebemos que a rede menos utilizada é o SnapChat, com apenas 13% de penetração mundial. O Twitter aparece na sequência com 23% de alcance global.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/155016-numero-usuarios-whatsapp-cresceu-900-7-anos.htm

9

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp: agora você conversa com empresas sem salvar o número

O WhatsApp está lançando hoje (09) duas novidades importantes para quem usa o app para se comunicar com empresas. Agora será possível iniciar uma conversa com uma empresa por meio de um QR Code, sem a necessidade de salvar o número de telefone delas nos seus contatos. Além disso, também será possível conferir o catálogo de produtos desse negócio através do mensageiro.

O código QR funciona como a porta de entrada digital de uma empresa facilitando o primeiro contato de um cliente. No passado, ao encontrar empresas de seu interesse, as pessoas precisavam adicionar manualmente o número de telefone de cada uma delas às suas listas de contatos. Agora basta escanear o código QR na vitrine de uma loja, em uma embalagem ou em um recibo para iniciar uma conversa com uma empresa no WhatsApp.

Ao escanear um código QR, o usuário verá uma mensagem predefinida pela empresa para que ele possa iniciar a conversa no WhatsApp. A partir de hoje, o recurso de código QR está disponível para empresas do mundo todo que usam o app WhatsApp Business e a API do WhatsApp Business.

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Compartilhar de produtos e serviços: Com o catálogo, as empresas podem exibir e compartilhar os produtos e os serviços que oferecem, o que pode ajudá-las a concluir vendas. Desde seu lançamento no ano passado, o recurso tornou-se uma das maneiras mais populares de interação entre clientes e empresas no WhatsApp. Prova disso é que, todos os meses, mais de 40 milhões de pessoas visualizam os catálogos de empresas no WhatsApp.

Para que as pessoas possam descobrir produtos e serviços com ainda mais facilidade, as empresas agora podem compartilhar os links do catálogo e de itens individuais em sites, no Facebook, no Instagram e em outras plataformas. Além disso, os clientes também podem compartilhar os links do catálogo ou de itens com amigos e familiares por meio do WhatsApp ou por outras plataformas.

Os links do catálogo já estão disponíveis para os usuários do WhatsApp Business em todo o mundo.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/154959-whatsapp-qr-code-empresas-conversar-salvar-numero.htm

8

Jul

Mídias Sociais

Executivos do Facebook se reúnem com líderes do boicote

Grupos de direitos civis dos Estados Unidos saíram desapontados de uma reunião realizada nesta terça-feira, 7, com executivos do Facebook (incluindo o CEO, Mark Zuckerberg), para falar sobre o boicote que visa pressionar a rede social a ampliar suas políticas de combate aos discursos de ódio. Após o encontro, representantes dessas organizações criticaram as lideranças da rede social dizendo que as sugestões apresentadas pelo Facebook foram poucas para, efetivamente, melhorar o ambiente da plataforma.

A companhia disse que queria uma oportunidade de conversar com os grupos de direitos civis para explicar seu comprometimento com o combate ao discurso de ódio. “Mas o que recebemos foi o mesmo que tínhamos antes da reunião começar: nada”, criticou Derrick Johnson, presidente da Associação Nacional para Progresso das Pessoas de Cor (NAACP, na sigla em inglês).

Após o encontro com as lideranças do Facebook, a NAACP, junto com a Anti-Defamation League, Color of Change e Free Press participaram de uma videoconferência com a imprensa para falar sobre a reunião. Essas organizações lideraram o movimento que sugeriu às empresas que deixassem de anunciar no Facebook no mês de julho – e que já conta com a adesão de mais de mil marcas, entre elas, gigantes como Starbucks, Pfizer, Coca-Cola, PepsiCo, Ford e Verizon.

Em 2019, o Facebook faturou US$ 70 bilhões com publicidade. Como a rede social conta com mais de oito milhões de anunciantes em todo o mundo, a estimativa é de que a interrupção dos investimentos dessas empresas não traga muitos prejuízos nos resultados trimestrais. Ainda assim, os danos na reputação e na imagem da rede social devem ser considerados, uma vez que os anunciantes já manifestaram a preocupação de vincular sua publicidade a conteúdos ofensivos.

“Essa reunião foi uma oportunidade para ouvirmos os organizadores da campanha e reafirmar nosso compromisso em combater o ódio na plataforma. Eles querem que o Facebook fique livre dos discursos de ódio tanto quanto nós. Por isso é tão importante que trabalhemos para que isso aconteça. Sabemos que seremos julgados por nossas ações e não por nossas palavras e somos gratos a esses e a outros grupos pelo seu contínuo engajamento”, declarou um porta-voz do Facebook, por e-mail, ao Advertising Age.

As organizações de direitos civis sugeriram dez ações que o Facebook poderia tomar em prol do combate aos discursos de ódio em sua plataforma e as detalharam na página do movimento Stop Hate for Profit. As organizações pedem uma explicação mais clara do que a rede social classifica como ‘discurso de ódio’ e, também, solicitam uma auditoria na remoção dos conteúdos.

A companhia de Mark Zuckerberg respondeu a algumas dessas demandas nos últimos dias, ao detalhar sobre a política de avaliação de discursos de ódio, sobretudo em anúncios políticos. O Facebook também prometeu entregar nesta quarta-feira, 8, um relatório sobre seu histórico de atuação de atuação. Segundo a plataforma, 89% de todo o discurso de ódio postado já é detectado por ferramentas de inteligência artificial, antes mesmo de se tornarem públicos. Mesmo diante desses dados, as organizações ainda exigem mais clareza na definição das classificações da rede social.

De forma geral, os líderes das organizações saíram decepcionados da reunião. “O encontro foi longo, mas curto em termos de compromissos”, disse Jonathan Greenblatt, CEO da Anti-Defamation League. “O que os ouvimos dizer é que eles estão em uma jornada e que acreditam que estejam se saindo bem. Mas não há jornada quando se está combatendo o ódio”, complementou.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/08/executivos-do-facebook-se-reunem-com-lideres-do-boicote.html

8

Jul

Mídias Sociais

Instagram lança recurso que permite fixar comentários

O Instagram anunciou nesta terça-feira (7) um novo recurso que permite fixar comentários nas publicações. Por meio de um post em sua conta oficial do Twitter, a empresa divulgou a novidade, que tem como objetivo permitir que os usuários tenham mais controles sob as interações em suas fotos e vídeos na rede social.

A ferramenta, que já está disponível para todos os usuários, começou a ser testada em maio deste ano, juntamente com os novos mecanismos contra cyberbullying — como o alerta de comentário e a opção restringir. 

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Para fixar um comentário no iOS, basta deslizá-lo para a esquerda e clicar no símbolo de alfinete. No Android, por sua vez, é preciso pressionar o comentário e selecionar a opção fixar na barra de ferramentas que aparecerá na parte superior da tela. Caso o recurso ainda não tenha aparecido para você, confira se o seu aplicativo está atualizado.

Uma vez selecionada, o recurso exibirá uma janela com a mensagem "Fixe até 3 comentários para mostrá-los no topo da sua publicação e destacar a positividade. Quando você fixar um comentário, enviaremos uma notificação para a pessoa que o escreveu". A partir disso, o usuário poderá dar um direcionamento para as conversas em suas publicações e destacar comentários preferidos.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/154935-instagram-lanca-recurso-permite-fixar-comentarios.htm

7

Jul

Mídias Sociais

Facebook responde a movimento de boicote de anúncios na rede social

Em junho, teve início um movimento chamado Stop Hate For Profit ("pare de dar lucro ao ódio"), basicamente um boicote publicitário de vários anunciantes às redes sociais, principalmente o Facebook. Várias grandes marcas já se juntaram ao movimento, como Unilever, Coca-Cola, Diageo, Adidas, Ford, Honda, Microsoft, Starbucks e Levi's, e na última quarta-feira (1), a rede social se pronunciou publicamente pela primeira vez diante do que está acontecendo.

A ideia por trás do movimento Stop Hate For Profit é que o Facebook, que gera 98% de sua receita por meio de anúncios, seja "menos complacente" com mensagens de ódios publicadas na plataforma. Esse boicote foi lançado por seis grupos norte-americanos de direitos civis, mas até agora, mais de 150 empresas no mundo todo já aderiram.

Carta aberta do Facebook

O pronunciamento oficial do Facebook é uma "carta aberta" de Nick Clegg, vice-presidente global de políticas públicas e comunicação da empresa. O executivo inicia a mensagem dizendo que quando a sociedade está dividida e as tensões aumentam essas, divisões aparecem nas redes sociais, e que plataformas como o Facebook funcionam como um espelho da realidade.

"Com mais de 3 bilhões de pessoas usando pelo menos um dos aplicativos do Facebook todos os meses, tudo de bom, ruim e até desagradável vai encontrar expressão na nossa plataforma. Isso coloca uma grande responsabilidade no Facebook e em outras empresas de redes sociais, para decidir o limite sobre qual conteúdo é aceitável", consta no posicionamento.

O vice-presidente global de políticas públicas e comunicação do Facebook continua, alegando que tem recebido muitas críticas nas últimas semanas após a decisão de permitir que posts controversos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuassem na plataforma: "Quero ser claro: o Facebook não lucra com o ódio. Bilhões de pessoas usam o Facebook e o Instagram porque elas têm uma boa experiência - elas não querem ver conteúdo odioso, nossos anunciantes tampouco querem ver isso e nem nós. Não há qualquer incentivo para nós a não ser remover esse tipo de conteúdo".

A rede social conta que mais de 100 bilhões de mensagens são enviadas por nossos serviços todos os dias, e que nessas bilhões de interações, uma fração muito pequena é de discurso de ódio. "Quando encontramos posts odiosos no Facebook e Instagram, temos tolerância zero e removemos esses conteúdos. Quando o conteúdo fica perto de ser classificado como discurso de ódio — e também não viola outras políticas que têm como foco prevenir danos no mundo offline ou supressão de votos — prevalece a liberdade de expressão porque, no fim das contas, a melhor maneira de combater discurso ofensivo e divisivo é com mais argumentos e conversas", acrescenta.

Nick Clegg continua o pronunciamento dizendo que, com tanto conteúdo sendo postado diariamente, erradicar o ódio é como procurar uma agulha em um palheiro. Ele ainda menciona o investimento de bilhões de dólares todos os anos em pessoas e tecnologia para manter nossa plataforma segura. "Triplicamos para mais de 35 mil pessoas nossas equipes trabalhando em segurança e integridade. Somos pioneiros em uso de tecnologia de inteligência artificial para remover conteúdo com discurso de ódio em escala."

Na carta aberta, o executivo ainda afirma que estão tendo progresso, e cita um recente relatório da Comissão Europeia que apontou que o Facebook revisou 95,7% das denúncias de conteúdo com discurso de ódio em menos de 24 horas, mais rápido que YouTube e Twitter. "Estamos melhorando, mas não estamos satisfeitos. Por isso, anunciamos recentemente novas políticas e produtos para garantir que todos possam permanecer seguros, informados e, principalmente, usar sua voz onde mais importa — nas eleições", aponta.

"Obviamente, é necessário e compreensível se concentrar no discurso de ódio e outros tipos de conteúdo prejudicial nas redes sociais, mas vale lembrar que a grande maioria das bilhões de conversas online é positiva", Nick Clegg ressalta. Ele ainda conclui: "Talvez nunca consigamos erradicar que o discurso de ódio apareça no Facebook, mas estamos melhorando o tempo todo para impedir esse tipo de conteúdo".

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-responde-a-movimento-de-boicote-de-anuncios-na-rede-social-167533/

3

Jul

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Facebook e Instagram vão lembrar usuários de usarem máscara

Nesta quinta-feira (2), o Facebook anunciou que mostrará um alerta no topo do aplicativo, e também no Instagram, lembrando usuários de usarem máscaras de proteção em público. A alteração se dá por causa do aumento dos casos de covid-19 nos Estados Unidos. Na quarta-feira (1), o país registrou mais de 52 mil novos casos de infecção.

"Use uma máscara de pano para ajudar a impedir a propagação da covid-19", diz o alerta que aparecerá no topo dos feeds. Além disso, links direcionam os usuários para obter informações no 'Centro de Informações da covid-19" e para os 'Centros de Controle e Prevenção de Doenças'.

Uma das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e de instituições de saúde, é de que a população use máscaras de proteção para, de fato, evitar a propagação do coronavírus (Sars-Cov-2). O Facebook não detalhou se a novidade também será implementada nas duas redes sociais em outros países.

Fonte: TecMundo, disponível em:https://www.tecmundo.com.br/ciencia/154784-facebook-instagram-lembrar-usuarios-usarem-mascara.htm

3

Jul

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YouTube implementa respostas automáticas a comentários para criadores de vídeos

Criadores de conteúdo recebem milhares de comentários a cada vídeo novo e, humanamente falando, é impossível respondê-los um por um. Mas uma novidade do Google para influenciadores com canais de alto tráfego no YouTube pode ajudar a minimizar isso. A empresa anunciou em seu blog oficial o sistema de smart reply, basicamente, um algoritmo que sugere respostas automáticas para determinados tipos de comentário sem que o dono do vídeo tenha que digitar nada.

Pelo post, os criadores do novo recurso informaram que esse sistema não é o mesmo visto pelo Smart Compose implementado no Gmail, ressaltando até que tiveram que construir uma tecnologia de processamento de linguagem específica para que o Smart Reply do YouTube contemplasse o uso de emojis — sim, emojis estarão entre as sugestões de respostas.

“Comparado aos e-mails, que tendem a ser longos e dominados por um discurso mais formal, os comentários do YouTube trazem padrões complexos de troca de linguagem, abreviações, gírias, pontuação inconsistente e muito emprego de emojis”, diz o texto. Eles também informam que o sistema de Smart Reply não se limita à geração de respostas (algo que se vê, por exemplo, em um chatbot), mas “interpreta” quais são os comentários com maior probabilidade de receberem interação direta do criador do vídeo — ou seja, nem todo comentário será respondido e há o emprego de aprendizado de máquina no processo.

No mesmo post, o Google aproveitou para anunciar que está estudando formas de levar o Smart Compose para aplicativos de mensagem como Telegram e WhatsApp.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/youtube-implementa-respostas-automaticas-a-comentarios-para-criadores-de-videos-167423/

2

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp lança figurinhas animadas, QR Code e outras novidades; confira

O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (1º) várias novidades que serão disponibilizadas nas próximas semanas. Além de confirmar a chegada dos pacotes de figurinhas animadas, que já haviam vazado, o mensageiro também ganhou QR Code para adicionar contatos e modo escuro em sua versão para web, entre outros recursos.

Em teste na plataforma há alguns meses, os adesivos animados chegaram primeiro ao app beta do mensageiro para Android e iOS, permitindo o envio e o recebimento de versões em movimento dos tradicionais stickers.

De acordo com o WhatsApp, bilhões de figurinhas são trocadas diariamente no aplicativo, sendo uma das maneiras favoritas de comunicação entre os usuários. Com o lançamento dos stickers animados para a versão estável, as trocas de mensagens prometem ficar ainda mais divertidas.

A empresa não informou quando será possível baixar os pacotes de figurinhas animadas, confirmando apenas que a novidade estará disponível nas próximas semanas. Confira as outras novidades, que também serão liberadas em breve:

QR Code

Segundo o mensageiro, a chegada da função tem o objetivo de facilitar o ato de criar um contato no app, evitando ter que digitar o número do celular todas as vezes que for adicionar alguém à sua lista. Para tanto, bastará escanear o QR Code do número do WhatsApp e ele será adicionado automaticamente aos seus contatos.

Modo escuro para WhatsApp Web

O popular modo noturno também vai chegar à versão web do app de mensagens, acessada pelo computador ou notebook. Com isso, o usuário poderá acioná-la quando estiver conectado durante a noite ou em ambientes mais escuros, dando um maior conforto para olhos.

Melhorias nas chamadas de vídeo em grupo

Quem utiliza o WhatsApp para videochamadas em grupo poderá notar algumas diferenças nos próximos dias. Uma das novidades é a possibilidade de focar em um dos participantes da conferência online, tocando e segurando no vídeo dele, para que aconteça a visualização em tela cheia.

Também será adicionado o ícone de vídeo aos grupos com até oito pessoas, facilitando a realização de uma chamada rápida, com apenas um toque.

Status para KaiOS

Já os usuários do mensageiro no sistema KaiOS poderão compartilhar as atualizações de status com os seus contatos, que desaparecem 24 horas após a publicação.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/154732-whatsapp-lanca-figurinhas-animadas-qr-code-outras-novidades.htm

2

Jul

Mídias Sociais

Instagram pode ganhar painel dedicado com várias postagens de Stories

O Instagram Stories é um dos produtos de maior sucesso do Facebook atualmente. Segundo a própria plataforma, no ano passado metade dos usuários mensais ativos, ou 500 milhões de perfis, abriram as postagens rápidas diariamente — isso representa o dobro de toda a base diária do Snapchat, que popularizou esse tipo de publicação. Assim, é natural que a rede social amplie o acesso a esse recurso e agora um novo painel dedicado, com muito mais atualizações de Stories, vem sendo testado com um pequeno número de pessoas.

A empresa possivelmente pretende tornar o Stories em uma ferramenta mais central no uso cotidiano. Com isso, tanto a tela inicial quanto esse painel específico apresentariam mais vídeos efêmeros. A primeira alteração viria com duas linhas de sugestões no Feed, que atualmente exibe apenas uma linha — e isso já apareceu para algumas pessoas no Brasil recentemente.

Um botão embaixo dessa área expandida daria, então, o acesso à seção “Ver todos os Stories”, em tela cheia. O recurso foi visto pela primeira vez pelo gerente de mídia social Julian Gamboa, no final da semana passada. Ele trabalha na Califórnia e compartilhou o flagrante no Twitter.

 

Instagram confirma testes: O Instagram confirmou ao Tech Crunch que realmente vem fazendo avaliações sobre esses novos paineis para o Stories com um pequeno número de usuários. A empresa se recusou a fornecer mais detalhes, mas disse que o teste está em vigor há mais de um mês. "Estamos sempre testando novas maneiras de melhorar a experiência do Instagram para nossa comunidade", resumiu um porta-voz.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-pode-ganhar-painel-dedicado-com-varias-postagens-de-stories-167393/

1

Jul

Mídias Sociais

Em resposta ao boicote, Facebook promete combater conteúdo de ódio

Por Meio & Mensagem

No centro de uma crise em que diversos grandes anunciantes promete interromper o investimento em publicidade em suas plataformas, o Facebook veio a público para dizer que vem evoluindo no combate aos discursos de ódio.

“Investimos bilhões de dólares todos os anos para manter nossa comunidade segura e trabalhamos continuamente com especialistas da sociedade civil para revisar e atualizar nossas políticas. Nos abrimos para uma auditoria de direitos civis e banimos 250 organizações supremacistas brancas do Facebook e Instagram”, disse a rede social, em comunicado enviado à imprensa, após a onda do boicote às redes sociais ganhar cada vez mais volume.

Para mostrar o comprometimento no combate aos discursos de ódio e à desinformação – razões que motivaram os anunciantes a tirar a plataforma de seus planos de mídia – o Facebook usou seu blog oficial para destacar, inclusive, que vem aprimorando os trabalhos em torno da filtragem a conteúdos nocivos. Em um post assinado pelo vice presidente de integridade da companhia, Guy Rosen, a rede social declara que é signatária do código de conduta da Comissão Europeia criada para combater o discurso de ódio online ilegal. O Facebook relata que a quinta edição do relatório publicado pela Comissão, publicado há alguns dias para avaliar o desempenho das empresas, sinalizou uma evolução.

“Segundo este relatório independente, o Facebook revisou 95,7% e o Instagram avaliou 91,8% das denúncias de conteúdos com discurso de ódio em menos de 24 horas, em comparação com 81,5% no YouTube e 76,6% no Twitter. A Comissão Européia também afirma que ‘apenas o Facebook informa os usuários sistematicamente; todas as outras plataformas precisam fazer melhorias”. Embora reconheçamos que temos mais a fazer, esses resultados sugerem que estamos caminhando na direção certa e que temos sistemas implementados que continuam a liderar nossa indústria”, declarou Rosen, no post oficial.

Nessa segunda-feira, 29, o Facebook anunciou novas medidas que seriam tomadas para atender às demandas das marcas e das entidades dos direitos civis que exigem posicionamentos mais severos em relação à postagem de conteúdos nocivos. A rede social anunciou que passará por uma auditoria externa para a moderação de seus sistemas de revisão de conteúdo.

“Estamos alcançando nossos stakeholders, abrangendo autoridades governamentais, a sociedade civil e a indústria de publicidade, conforme o planejado. Essa auditoria terceirizada será feita por uma empresa de reputação e incluirá a incidência de violação de conteúdo”, declarou o Facebook.

Organizações acham medidas insuficientes

As organizações e entidades dos Estados Unidos ligadas aos direitos civis, no entanto, acham que essa medida não atende às diferentes questões levantadas pelos grupos, que ajudaram a fomentar o protesto Stop Hate for Profit.
Jonathan Greenblatt, CEO da Liga Anti-Difamação, declarou que, além da auditoria de terceiros, as entidades também pedem que a rede social tenha mais moderação humana na filtragem do conteúdo e mais garantia para as marcas de que seus anúncios não aparecerão atrelados a conteúdos ofensivos. “Isso só mostra que o Facebook ainda não está disposto a fazer mudanças significativas. Eles responderam essencialmente ‘não’ a todos os 10 próximos passos recomendados”, disse Greenblatt.

Boicote cresce
Enquanto o Facebook tenta lidar com a crise e mostrar à sociedade que se preocupa com a publicação de conteúdos ofensivos em suas plataformas, o boicote à empresa continua crescendo – e atinge até outras redes sociais. Após a adesão de gigantes como Unilever e Coca-Cola, o boicote global cresce agregando mais marcas, que prometem deixar de investir em publicidade em redes como Facebook e Instagram e também no Twitter enquanto essas empresas não provarem o comprometimento no combate à discursos ofensivos e falsos.

O Advertising Age está monitorando as empresas que anunciaram que irão interromper a publicidade no Facebook. Algumas prometem deixar de veicular publicidade ao longo do mês de julho, como propõe o movimento Stop Hate For Profit. Já outras, como Unilever e Diageo, decidiram estender a medida até o final de 2020, contemplando todas as grandes plataformas sociais.

Por enquanto, já são quase 40 os anunciantes que aderiram ao movimento: Pfizer, Vans, Madewell, Best Buy, Puma, Kellogg Co., HP, Conagra Brands, Adidas, Ford, Clorox, Truth Initiative, Edgewell Personal Care, Denny’s, Beam Suntory, Starbucks, Diageo, Levi’s, Coca Cola Co., Hershey’s Co., Honda, Unilever, JanSport, Flickr, Birchbox, Lending Club, Viber, Verizon, Elleen Fisher, Magnolia Pictures, Arc’teryx, Ben & Jerry’s, Eddie Bauer, Dashlane, Patagonia, Upwork, REI e The North Face.

 Fonte: Meio & Mensagem, disponivel em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/30/facebook-responde-a-boicote-com-promessa-de-combater-o-odio.html

29

Jun

Mídias Sociais

Contra discursos de ódio, empresas se juntam em boicote e suspendem publicidade das grandes plataformas de mídia social

 Em uma atitude conjunta as empresas Starbucks, Coca-Cola, Diageo e Unilever vão suspender suas propagandas de plataformas de mídia social, especialmente o Facebook e Instagram. O protesto se dá, segundo as grandes empresas, pela falta de ação dessas redes contra o "discurso de ódio". Além delas, outras corporações mundo a fora prometem se engajar no movimento que está sendo chamado #StopHateforProfit (Dê um Basta no Ódio por Lucro). 

Os anúncios das empresas foram feitos depois de o Facebook ter tomado a polêmica decisão de moderar o conteúdo postado na sua plataforma. Muitos acreditam que a medida é insuficiente para combater a disseminação dos discursos de ódio na rede. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg disse que vai proibir anúncios que digam que "pessoas de raças, etnias, nacionalidades, religiões, castas, orientações sexuais, identidades sexuais ou status de imigração específicos" são uma ameaça aos demais.

Os organizadores da campanha, que vem acusando o Facebook de não agir contra discursos de ódio e desinformação, disseram que "uma pequena quantidade de pequenas mudanças" não vai "nem causar um arranhão no problema". A intenção é promover um impacto de proporções globais na receita das redes sociais. A Coca-Cola anunciou que vai interromper sua publicidade em todas as plataformas de mídia social em todo o mundo. Já a Unilever, dona de diversas marcas de comida e higiene, disse que reduzirá pela metade sua publicidade no Twitter, Facebook e Instagram até "pelo menos" o resto de 2020.

A campanha pede que Zuckerberg crie uma infraestrutura permanente de direitos civis dentro do Facebook, submeta conteúdo a auditorias independentes, procure e remova grupos públicos e privados que publicam conteúdos de ódio e desinformação e crie equipes especializadas em revisão de reclamações.

Com informações da BBC 

28

Jun

Mídias Sociais

Redes sociais reinventam autoajuda entre millennials

Por Meio & Mensagem

Conteúdos com pegada motivacional, design impecável e milhares de compartilhamentos têm se tornado comuns nos feeds das redes sociais. Há algum tempo, o mercado digital vê uma proliferação de estúdios e agências de conteúdo independentes que apostam em conteúdos voltados para bem-estar e autocuidado, mas com toques de ativismo e cultura pop.

O movimento é mais visível no Instagram, com a viralização de posts com ilustrações, colagens e mensagens que bebem de referências da psicologia, sociologia e empreendedorismo. 

Páginas do gênero se tornaram uma máquina de engajamento para o público millennial e geração Z, e não por acaso conquistam a atenção das marcas.

Um dos cases de sucesso nesse universo é a Obvious Agency, que nasceu em 2015 com a proposta de executar projetos diretamente para marcas. A página no Instagram, que traz conteúdos sobre empoderamento feminino, era para ser apenas um portfólio da agência, mas foi crescendo organicamente até chegar a mais de 460 mil seguidores. 

“Tínhamos uma missão que era mudar a publicidade através da nossa linha editorial, e produzir conteúdos com narrativas sobre a felicidade feminina era uma forma de nos posicionar no mercado de moda e beleza”, relembra a publicitária e fundadora Marcela Ceribelli. 

Com o sucesso da página, a Obvious passou a se posicionar também como uma revista digital, abordando temas como autoconhecimento, auto-aceitação e liberdade da mulher.  Para produzir o conteúdo, a agência conta com uma rede de mulheres parceiras além de sua equipe fixa, incluindo influenciadoras, ilustradoras e designers.

Outro estúdio de criação que cresceu na onda de discussões sobre bem-estar foi a agência Contente, dona das páginas Contente.vc e Instamission – cada uma com pelo menos 60 mil seguidores. Os perfis mesclam artes gráficas com reflexões sobre o uso consciente das redes sociais, o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal e bem-estar digital.

“As redes sociais ocupam grande parte da vida profissional e pessoal das pessoas, mas gostamos de usá-las para questionar o próprio uso da internet. Queremos que aquele tempo que a pessoa passa rolando o Instagram possa gerar alguma reflexão”, conta a jornalista Daniela Arrais, que cofundou a Contente junto à publicitária Luiza Voll.

As postagens da Contente cresceram cerca de 92% em audiência e 113% em interações no período da pandemia, em relação aos meses anteriores.

Inspirar a audiência enquanto defende os direitos das mulheres também é o objetivo do Instituto Free Free, criado em 2019 pela diretora criativa Yasmine Sterea. O Instituto atua como uma plataforma de saúde emocional, autoestima e independência financeira para mulheres.

Embora boa parte do trabalho do instituto seja offline, com eventos, workshops e ações para mulheres em situação de vulnerabilidade, o Free Free vem fortalecendo seu braço de conteúdo digital com conteúdos que desmistificam padrões estéticos, a maternidade, questões de gênero e empreendedorismo. “O papel do Free Free é ressignificar a mulher, porque há o mito da mulher perfeita e que não existe”, diz Yasmine. 

Apesar do sucesso estrondoso até agora, a pulverização de páginas “empoderadoras” está no caminho de virar commodity. “O conteúdo sobre autocuidado com artes gráficas e frases já está ficando muito banalizado. É um conteúdo muito belo de se ver, fácil de viralizar, mas que acabou ficando muito parecido”, argumenta Ceribelli, da Obvious.

Para se diferenciar, a Obvious vem apostando em podcasts e webséries proprietárias para aprofundar os temas. Da mesma forma, Free Free e Contente também apostam em lives e vídeos para redes sociais com a participação de especialistas.

Trabalho com marcas

O sucesso de produtoras com foco em redes sociais também faz delas potenciais parceiras para marcas que querem se aliar a projetos de bem-estar e empoderamento.  

A Contente, por exemplo, já fez parcerias com empresas como Vivo, Instagram e Converse. “Atuamos com direção criativa e design, validamos conteúdos para a marca e fazemos também um trabalho educativo com workshops, palestras e eventos”, conta Luiza Voll. 

Já o Free Free tem parcerias perenes com marcas como Pepsico e Riachuelo, além de já ter trabalhado com marcas como O Boticário. “Não fazemos ações de marketing pelo marketing, mas buscamos empresas que realmente possam ser multiplicadoras da nossa proposta”, argumenta Yasmine.  Uma das ações do Free Free desde o início da pandemia foi uma parceria com a Pepsico e Ministério Público de SP para doar cestas básicas para mães da periferia.

A Obvious, por sua vez, vem monetizando seu conteúdo através de parcerias de branded content em novos produtos como podcasts e séries no IGTV. “Não fazemos conteúdo ‘publi’. Temos posicionamentos muito claros, então buscamos entender a campanha da marca e entender de que forma ela pode entrar nos nossos projetos”, explica Marcela.

Efeito quarentena

O cenário de pandemia alavanca o engajamento em conteúdo sobre saúde mental e bem-estar, mas também pede maior responsabilidade dos produtores de conteúdo. O desafio é acolher a audiência sem romantizar o momento atual. 

“Cada pessoa está passando por um momento diferente, dependendo do seu privilégio ou grau de vulnerabilidade, mas ao mesmo tempo vivemos algo coletivo.  Por isso, temos feito conteúdo para falar com todos os perfis de mulheres”, diz Yasmine, do Free Free. Além do conteúdo nas redes, o Free Free tem feito campanhas com o Ministério Público de São Paulo sobre conscientização sobre a violência doméstica (abaixo), contando com embaixadoras como Claudia Leite e Thelma Assis. Neste mês, o instituto também lança uma plataforma de educação e mentoria profissional para mulheres, o Plano Free Free.

Disponível em; https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/26/redes-sociais-reinventam-autoajuda-entre-publico-millennial.html

26

Jun

Mídias Sociais

Facebook agora te avisa quando uma matéria é de 3 meses atrás

Em mais um esforço para combater desinformação e notícias falsas na plataforma, o Facebook anunciou nesta quinta (25) uma nova tela de notificação que vai servir para ajudar o usuário a perceber quando matérias e links estão no ar há mais de 90 dias. A ferramenta chega como desenvolvimento do “botão de contexto” que a companhia inaugurou em 2018 para o feed de notícias e estará disponível a partir de hoje em todo o globo.

De acordo com o anúncio no blog oficial da empresa, o recurso será ativado toda vez que o usuário decidir compartilhar um material que se enquadre nas características, mas não exatamente vai barrar a possibilidade de compartilhamento. O vídeo divulgado pelo Facebook também revela que a ferramenta se adapta aos períodos de tempo de publicação dos artigos e notícias, podendo ir até o “Este artigo tem mais de um ano de vida”.

O objetivo parece ser mesmo dar o máximo de contexto ao público quando utilizando a plataforma para se informar, conforme o Facebook escreve que decidiu instalar o recurso depois que veículos de notícias “mostraram preocupação sobre matérias antigas serem compartilhadas nas redes sociais como notícias atuais, o que pode enganar o público sobre o estado atual do mundo”.

Além da ferramenta padronizada, a companhia ainda escreve que vai testar “outros usos de telas de notificação” para modalidades específicas, incluindo aí as informações relacionadas à atual pandemia. No caso do coronavírus, a ideia explorada no momento é providenciar mais fatos sobre a situação no recurso, providenciando links a mais sobre as fontes utilizadas pela matéria e direcionadas à central de informações do Covid-19 inaugurado pela rede social em março.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128147/facebook-agora-te-avisa-quando-uma-materia-e-de-3-meses-atras/

26

Jun

Mídias Sociais

Instagram começa a exibir Stories em fila dupla no Brasil

É normal que antes de disponibilizar um novo recurso para os usuários em geral, os desenvolvedores testem a novidade com uma parcela dos usuários para a identificação de bugs e aceitação com o público. O Instagram, por exemplo, fez isso em sua plataforma antes de esconder o número de likes das postagens e passar a exibir somente aos autores.

Agora, segundo informações do portal iraniano Toranji e conforme veiculado pelo Gizchina, a rede social está experimentando a exibição de uma segunda fileira para agrupar até oito Stories na tela principal do aplicativo para Android. Não há muitos detalhes de como isso funciona e qual critério é utilizado pelo algoritmo, apenas que a barra de Stories pode ser deslizada para visualizar o restante. Veja só como ficou:

Motivos apontam que novidade pode ser definitiva

Não se sabe, no entanto, qual o objetivo da linha extra, mas há algumas hipóteses levantadas. Entre elas dar ainda mais destaque aos conteúdos que expiram após 24h ou uma melhor usabilidade ao usuário, principalmente para pessoas que têm muitos amigos ou seguem muitas páginas, uma vez que as bolinhas estão mais espaçadas entre si.

Além disso, o fato de que os smartphones estão com telas cada vez maiores e compridas também pode influenciar nessa possível mudança. Vale ressaltar que o número de Stories, principalmente neste período de pandemia da COVID-19 em que há muitas lives acontecendo, o número de conteúdos compartilhadas nas redes sociais aumentou consideravelmente, motivando o Instagram a liberar várias melhorias importantes em sua plataforma, entre elas a opção de salvar lives no IGTV após 24h, por exemplo.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-experimenta-exibir-stories-em-fila-dupla-166416/