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4

Ago

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Seminário Online Logística e Agronegócio debate mercados que movimentam mais de R$ 2 trilhões no Brasil

Debater ideias e soluções para dois dos principais mercados econômicos no Brasil é o objetivo do Seminário Online Logística e Agronegócio que acontece nos dias 12 e 13 de agosto. Em formato totalmente digital, os painéis serão transmitidos pela internet através de sites de streaming para todo o país. O evento é uma realização do Instituto Future, SETCARCE e FETRANSLOG com a co-realização da Abrafrutas e as inscrições são gratuitas e já estão abertas.

Para se ter uma ideia do tamanho desses dois mercados no país, o agronegócio foi responsável por movimentar, em 2019, cerca de R$ 1,55 trilhão, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Já a logística movimenta anualmente em torno de R$ 912,5 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Logística. Juntos, são responsáveis por mais de 30% do PIB nacional, de acordo com as duas entidades.

“Agronegócio e logística são mercados que estão em constante evolução, construindo e renovando todos os dias, justamente porque sofrem bastante influência não só das tecnologias, mas de políticas públicas e claro do próprio mercado nacional e internacional. Por isso entendemos como de suma importância um evento que pretende não só discutir cenários, mas permitir a troca de experiências e debater soluções para estes dois setores”, afirma o coordenador técnico do evento, Roberto Araújo.

Com esse foco, o seminário debate temas bem atuais dos dois mercados como o impacto no agronegócio com a transposição do Rio São Francisco; escoamento na produção; integração do turismo e o agronegócio na retomada das novas economias; novos canais de distribuição; comércio exterior; fontes de financiamento; entre outros.

Entre os palestrantes renomados já confirmados estão: Luciana Ferreira Kuzolitz, Gerente de Planejamento e Negócios do Porto de Itaqui (São Luis/MA), Rebeca Oliveira, Diretora Executiva de Relações Institucionais do Complexo do Pecém; Mário Lima Júnior, Presidente da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE Ceará); Luiz Roberto Barcelos, Diretor Institucional da Abrafrutas; André Facó, Assessor da Presidência da Transnordestina Logística; Mário Jorge – Diretor Comercial da Companhia Docas do Estado do Ceará; entre outros.

4

Ago

Mercado

Google cria parceria para criar até 100 mil lojas virtuais gratuitas para pequenas e médias empresas

Para apoiar pequenas e médias empresas que ainda não tem um e-commerce entre seus canais de venda, o Google anunciou uma parceria com a Loja Integrada - plataforma de e-commerce gratuita com mais de 1,4 milhão de lojas criadas - para a criação de até 100 mil novos estabelecimentos virtuais até o final de 2020.

O programa leva o nome de “Cresça suas vendas com o Google” e vai oferecer um pacote gratuito de serviços para que empreendedores criem, divulguem e gerenciem seus próprios e-commerces na rede e possam impulsionar as suas vendas nessa época de pandemia. A parceria disponibiliza a criação de uma loja virtual e o cadastro gratuito para até 75 produtos ativos e 5 mil acessos mensais, oferecidos pela Loja Integrada.

A Loja Integrada também oferecerá treinamentos exclusivos para lojistas que querem aprender sobre criação e gestão da ferramenta. Já o Google, por meio de seu time de especialistas em marketing digital, oferecerá aos participantes treinamentos e sessões de mentoria coletiva em temas como marketing digital e loja de aplicativos. Eles também terão à disposição um canal exclusivo de atendimento da gigante de buscas, para que os lojistas possam receber suporte para aumentar sua visibilidade e suas vendas online.

Mentorias

A parceria entre as duas empresas também possibilitará a realização de mentorias coletivas. Nelas, os participantes poderão participar de quatro sessões com duração de uma hora, conduzidas, por exemplo, por especialistas em vendas e e-commerce. Eles poderão aprender com as dúvidas de outros empreendedores, ter suas principais perguntas respondidas, compartilhar experiências em grupo e ganhar dicas para uma melhor exposição digital.

Já os treinamentos, que também estarão divididos em quatro sessões, abordarão tópicos sobre como criar uma estratégia de marketing digital para melhorar a visibilidade da sua loja virtual, alcançar novos clientes e aumentar suas vendas. Para saber mais sobre o programa e pegar mais informações, basta visitar o site oficial do “Cresça suas vendas com o Google”, clicando aqui.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/e-commerce/google-anuncia-parceria-para-criar-ate-100-mil-lojas-virtuais-gratuitas-169289/

3

Ago

Mercado

Imobanco: empresa oferece lojas virtuais sem custos para empreendedores potiguares ingressarem no e-commerce

Os números são animadores: mais de R$ 33 bilhões de faturamento no segundo trimestre de 2020, com um aumento de 104% em relação ao mesmo período do ano passado; mais de 82 milhões de pedidos, com um crescimento de 112% também no comparativo com 2019. Esses dados resumem um pouco da explosão do e-commerce no Brasil, que se consolidou e agora vai fazer parte da vida dos consumidores e dos empreendedores. Levando tudo isso em conta, imagine ter à sua disposição toda a estrutura necessária para anunciar seus produtos e serviços em uma loja virtual sem pagar nada por isso? 

Essa facilidade já existe e é oferecida por uma empresa genuinamente potiguar: o Imobanco, uma instituição de pagamentos inovadora e digital, que oferece uma gama de serviços para a gestão financeira de negócios, englobando recebimentos, pagamentos, cobrança e e-commerce. A loja virtual do Imobanco é voltada para pequenos e micro empreendedores do ramo do comércio e indústria. O empreendedor recebe a loja personalizada, com sua logomarca e cores, hospedagem, suporte de transações, treinamento, mentoria comercial e de marketing e meios de pagamento ativados. 

“Estamos dando ao pequeno empreendedor uma loja de graça, para que ele possa vender os seus produtos sem se preocupar em ter grandes gastos com desenvolvimento de sites, marketing e outras questões. Estamos dando um site pronto com os nossos cartões de crédito, débito e boletos, dizendo para ele: está aqui a estrutura, você já pode trabalhar”, resumiu o presidente do Imobanco, Fernando Colares.

Dados apurados pelo Neotrust/Compre&Confie mostraram que entre os meses de abril a junho, 23,6 milhões de pessoas comprarem pelo menos um item na internet, volume 82,1% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Desse total, quase um quarto dos consumidores foi formado por brasileiros que nunca haviam comprado online. “Em dois meses nós aumentamos 320% a procura por essas plataformas de e-commerce. É um processo que vai seguir muito em frente, não tem volta. Vai ser agora a forma como as coisas vão acontecer”, acredita Colares. 

O oferecimento de um ambiente digital sem custos, onde o empreendedor pode ampliar sua renda de vendas, com rapidez e facilidade, vem também com o objetivo de contribuir para a recuperação da economia local. “Como uma empresa potiguar, é nossa missão também ajudar a nossa economia a voltar crescer. A forma que o Imobanco pode fazer isso é se solidarizando com os empresários e ajudando esse empreendedor para que ele não fique sem renda, para que ele consiga vender e possa ter uma qualidade de vida melhor”. 

Para contatar o Imobanco e ter acesso ao sistema de loja virtual gratuita, o empreendedor pode acessar o site www.imobanco.com.br. 

Saiba mais sobre o Imobanco

O Imobanco é uma fintech, empresa que une serviços financeiros e tecnologia. Como grande diferencial, o Imobanco oferece sistema para recebimentos através de boletos, cartões de débito e crédito, de forma totalmente integrada à uma estrutura de cobrança que pode ser contratada de acordo com o desejo do consumidor. 

O Imobanco também dispõe de conta digital empresarial e uma moderna plataforma de e-commerce para que o empresário possa vender seus produtos ou serviços. Através de sistemas modernos e de fácil utilização, o empresário que precisar, terá em um único lugar, todas as ferramentas para receber ou realizar pagamentos.

3

Ago

Mercado

Empresas lideradas por mulheres negras são mais atingidas por pandemia

As mulheres empreendedoras negras são o segmento mais afetado pela pandemia do novo coronavírus entre todos os grupos de empreendedores brasileiros. Pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), divulgada hoje (3) mostra que as empresas lideradas por mulheres negras têm maior dificuldade de funcionar de modo virtual e conseguir empréstimos bancários em razão do CPF negativado.

O levantamento, feito em parceria com a Fundação Getulio Vargas, revela ainda que os pequenos negócios liderados por esse grupo representam a maior proporção entre as empresas que ainda permanecem com a atividade interrompida.

A pesquisa ouviu 6.470 donos de pequenos negócios de todos os estados e do Distrito Federal, entre os dias 25 e 30 de junho. Os dados mostram que enquanto 36% das empreendedoras negras estão com a atividade interrompida temporariamente, essa proporção cai para 29% entre as empresárias brancas e 24% entre os homens brancos (entre os homens negros, a proporção é de 30%).

De acordo com o Sebrae, a dificuldade enfrentada pelas mulheres negras para manter suas atividades é explicada, em parte, pelo fato de que os seus negócios só conseguem operar de forma presencial (27%). Entre as mulheres brancas, a proporção cai para 21% e entre os empreendedores brancos, o segmento representa 20% (entre os empresários negros, o percentual é de 25%).

Crédito

Considerando o acesso a crédito, segundo o levantamento, 58% daquelas que pediram empréstimo tiveram o crédito recusado. Ao analisar as razões apresentadas pelas instituições financeiras para a recusa, as mulheres negras apresentaram a maior proporção de CPF negativado (25%), contra 24% dos empresários negros, 17% de mulheres brancas e 15% de homens brancos.

As mulheres empreendedoras negras também apresentam uma proporção mais elevada de dívidas em atraso que as mulheres brancas à frente de um negócio. Enquanto 45% das empresárias negras enfrentam tal  situação, essa é a realidade de 36% das mulheres brancas.

A pesquisa ainda revelou que as empresárias negras são as que menos têm negócios com empregados em regime de CLT (29%), elas são as que demitiram maior número médio de empregados (3 em média). O estudo também mostrou que as mulheres negras à frente de uma empresa têm a maior proporção de negócios que recorreram à redução de jornada e salários (29%).

De acordo com o Sebrae, o levantamento mostrou que a proporção dos empresários que já tomaram  a decisão definitiva de fechar ainda é baixa. Mas, pela amostra pesquisada, esta foi uma opção mais adotada entre as empreendedoras negras. Já desistiram de continuar em atividade 5% das mulheres negras donas de negócio, contra 4% no caso das mulheres brancas e homens brancos e 3% no caso dos homens negros.

31

Jul

Mercado

Home center abre vagas para alunos e ex-alunos de universidade privada em Natal

O grupo pernambucano Ferreira Costa –  maior home center do Nordeste – chega a Natal e está com seleção aberta voltada prioritariamente para alunos e ex-alunos da UnP. Os interessados podem se inscrever no site www.ferreiracosta.com clicando na área do “Trabalhe Conosco”. Lá, o candidato será direcionado para o Vagas.com onde poderá se cadastrar para a vaga desejada.

De acordo com a Gestora de Recursos Humanos, Izabelinny Avelino, neste primeiro momento, serão mais de 50 vagas para cargos de liderança (supervisores de departamentos e gerências). Ela explica que, alunos e ex alunos UnP terão prioridade no processo seletivo, reforçando a parceria firmada com a Universidade Potiguar e a Ferreira Costa.

“Buscamos por candidatos com perfis de lideranças (experiência) independente que sua atuação anterior seja no varejo ou não. Procuramos por talentos apaixonados pelo varejo e por pessoas ”, declara.

Sobre a Ferreira Costa

A Ferreira Costa possui 6 lojas distribuídas em Pernambuco, Bahia, Sergipe, Paraíba e estamos chegando no Rio Grande do Norte.  Disponibilizamos em cada uma das lojas e em nosso e-commerce mais de 75 mil itens para casa e construção, como utilidades domésticas, móveis, eletrodomésticos e setor automotivo. Além do amplo mix de produtos, a rede oferece diversos serviços ao consumidor como clube do profissional, Lista de Casamento On-line, Vendas Corporativas e Centro Automotivo.

31

Jul

Mercado

Startup abre vaga para Analista de Marketing Digital

A Celere – startup e consultoria de eficiência na construção civil está com uma vaga aberta para Analista de Marketing Digital. As funções do cargo incluem ser responsável pela análise das estratégias para o Digital, análise de mercado, concorrência e identificação de oportunidades, estratégias em mídias sociais/SEO e conteúdo, mensuração de resultados e performance.

Para se candidatar na vaga é desejável que o profissional tenha experiência na função e conhecimento em gerenciamento de lançamentos ou de funil perpétuo. Outras habilidades que serão avaliadas nos candidatos são trabalho em equipe, proatividade e comunicação. Vivência em statups será um diferencial. Os interessados na vaga devem se cadastrar no link https://cutt.ly/JsCTY5f.

31

Jul

Mercado

Moda e tecnologia são destaque dos internautas para compras de Dia dos Pais

O Dia dos Pais, uma das datas mais importantes para o comércio eletrônico no Brasil está chegando. No ano passado, conforme dados da Ebit|Nielsen, o e-commerce brasileiro registrou 6 milhões de pedidos para o Dia dos Pais, responsáveis por um faturamento de mais de 2.5 Bilhões de reais.

Este ano, mesmo com o cenário de pandemia, a gradual retomada do comércio e negócios, aliada às movimentações para a data agitam o mercado e trazem oportunidades para marcas e anunciantes.

Taboola, plataforma líder em descoberta de conteúdo, analisou dados das verticais de moda e tecnologia, duas das verticais de destaque na sazonalidade em sua rede no período, para entender que tipos de assunto mais interessam aqueles que buscam presentes para a data.

Além disso, o interesse na leitura de conteúdos online sobre negócios teve um crescimento surpreendente desde o início da pandemia. Nessa semana, a vertical teve um crescimento de 22% em relação a outros temas como comida & bebida, política, tecnologia, notícias em geral, entretenimento e etc.

Quando o assunto é Dia dos Pais, sem sombra de dúvidas, um dos presentes mais comprados são artigos de roupa. A relação entre oferta (% de gasto na rede) e demanda (CTR) indica o momento de maior oportunidade para que as campanhas da área tenham engajamento. O período da tarde, especialmente entre 15 e 16 horas é ótimo para impactar os usuários em busca de artigos de moda, quando estão mais abertos à novas informações e anúncios. 

 

 

Embora os gastos com anúncios sejam mais altos na sexta, a demanda na rede da Taboola atinge seus picos no domingo e na quarta-feira. Diferentemente do que se imaginaria.

Além disso, a Taboola analisou quais tipos de imagem tem mais interessado os internautas. De acordo com os dados da Taboola Trends, para a vertical da moda, optar por fotos em vez de ilustrações gera taxas de cliques (CTRs) 6% mais altas, ter uma pessoa presente contribui em um aumento de 32% de CTR e certificar-se de incluir imagens em close aumenta CTR em 89%.

Agora, quando o assunto é tecnologia, outro tipo de presente que faz sucesso no Dia dos Pais, o interesse dos internautas é maior pela manhã. Das 6 às 8 da manhã é o momento com maior oportunidade as campanhas. 

Embora o gasto na rede da Taboola seja alto no início e final da semana, é nas quintas-feiras e nos finais de semana que as oportunidades se destacam com uma demanda inexplorada. 

É importante, assim como na moda, pensar bem que imagens podem impactar os usuários. Imagens sem a presença de pessoas e com close de imagem são as que fazem mais sucesso, gerando um aumento de 42% e 63% respectivamente na taxa de CTR. Imagens reais, com fotos e em preto branco também têm um bom engajamento com o público.

 

 

Sobre a Taboola

A Taboola ajuda as pessoas a descobrir o que é interessante e novo. A plataforma e o conjunto de produtos da empresa, impulsionados por deep learning e o maior conjunto de dados de padrões de consumo de conteúdo na web , são usados por mais de 20.000 empresas para atingir mais de 1,4 bilhão de pessoas por mês. Os anunciantes usam a Taboola para alcançar seu público-alvo quando eles são mais receptivos a novas mensagens, produtos e serviços. As propriedades digitais, incluindo publishers, operadoras de celular e fabricantes de celulares, usam a Taboola para impulsionar a monetização e o engajamento do público. Algumas das propriedades digitais mais inovadoras do mundo têm um forte relacionamento com a Taboola, incluindo CNBC, NBC News, USA TODAY,  Huffington Post, Microsoft,, Abril, Webedia, R7, Catraca Livre, e outros. A empresa está sediada na cidade de Nova York, com escritórios em 15 cidades em todo o mundo.

31

Jul

Mercado

Sebrae-RN abre inscrições para cadastro de consultores e instrutores

A partir da próxima segunda-feira (3) estarão abertas as inscrições para o credenciamento de Pessoas Jurídicas para prestar serviços de consultoria e/ou instrutoria para o Sebrae no Rio Grande do Norte. Os interessados podem acessar o Edital e se inscrever até o dia 08 de setembro próximo no Portal do Sebrae-RN  http://www.rn.sebrae.com.br , no campo de "Licitações e Editais". Todo o processo de credenciamento será conduzido pela Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino, Tecnologia e Cultura – Fapetec, cujo contato é sebraern@fapetec.org.

De acordo com o edital do Sebrae-RN, poderão se habilitar ao credenciamento as sociedades empresárias, sociedades simples, inclusive cooperativas, e qualquer Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), operando nos termos da legislação vigente, legalmente constituídas.

Segundo o analista técnico da Unidade de Gestão de Pessoas do Sebrae-RN, Antônio Carlos Liberato, os candidatos têm a possibilidade de se inscrever em uma ou mais áreas de atuação disponíveis no edital: Recursos Humanos; Empreendedorismo; Educação; Serviços Financeiros e Contábeis; Marketing e Vendas; Negócios Internacionais, Planejamento Empresarial; Gestão da Produção e Qualidade; Legislação Aplicada aos Pequenos Negócios; Sustentabilidade; Inovação; Tecnologia da Informação; Desenvolvimento Territorial; Associativismo e Cooperativismo; Desenvolvimento Setorial e Políticas Púbicas.

30

Jul

Mercado

Preço mínimo dos smartphones sobe 42,6% em junho, aponta Zoom

Zoom, site e app buscador e comparador de preços e produtos, vem acompanhando a movimentação dos preços desde o começo do ano. O levantamento mais recente feito sobre a variação do valor dos smartphones mais buscados na plataforma, que levou em consideração o período de 1 de janeiro e 30 de junho, apontou mudanças consideráveis, principalmente no último mês.

O modelo que registra o maior aumento percentual é o Galaxy A30s, que tinha preço mínimo de R$ 799,50 no início de abril e passou a custar R$ 1.139,90 no início de junho – uma variação de 42,6%. A movimentação deve-se, principalmente, à alta do dólar e as barreiras físicas para importação ao longo da pandemia do coronavírus, como o fechamento de portos e aeroportos, que tiveram forte impacto sobre o segmento de eletrônicos no Brasil.

Entre os modelos com menor variação de preço, está o Galaxy A51, que nos últimos dois meses foi o líder de buscas no Zoom. O aparelho faz parte do atual portfólio de smartphones intermediários premium da Samsung e se destaca pelo bom custo-benefício. A Motorola também participa do ranking com a sua linha mais popular, a Moto G.

“O comportamento das buscas por aparelho de celular durante o primeiro semestre deste ano mostra que o consumidor está em busca de preço acessível. Ele até quer algumas funcionalidades de ponta, mas preza pelo custo-benefício, principalmente nos últimos dois meses, quando a variação dos valores dos smartphones e eletrônicos, em geral, está mais acentuada”, comenta Ana Marques, especialista na categoria Celulares do Zoom.

Apenas dois celulares da Apple aparecem na lista de mais buscados do primeiro semestre. Os modelos são o iPhone 11 e o iPhone XR, com valores acima de R$ 2 mil, que tiveram uma variação de preço acima dos 12% e 15%, respectivamente. Já o Galaxy A10, é o único aparelho com preço abaixo dos R$ 700 que está entre os 10 mais buscados do período.

O levantamento abaixo levou em consideração o preço mínimo praticado entre 1 de janeiro e 30 de junho, comparando o menor valor praticado apenas o mês de junho. Confira o comparativo do Zoom:

 

Os 10 celulares mais buscados no Zoom no primeiro semestre de 2020

 

Modelo

Preço mínimo de 01/01 a 30/06

Preço mínimo de 01 a 30/06

Variação de preço (%)

Xiaomi Redmi Note 8

R$ 950,00

R$ 1.099,99

15,80%

Samsung Galaxy A30s

R$ 799,50

R$ 1.139,90

42,60%

Samsung Galaxy A51

R$ 1.401,00

R$ 1.499,00

7%

Apple iPhone 11

R$ 3.519,00

R$ 3.959,10

12,50%

Apple iPhone XR

R$ 2.789,00

R$ 3.229,05

15,80%

Motorola Moto G8 Plus

R$ 1.046,00

R$ 1.292,70

23,60%

Motorola Moto G8 Play

R$ 709,00

R$ 879,00

24%

Samsung Galaxy A10

R$ 529,00

R$ 679,00

28,30%

Samsung Galaxy A20

R$ 764,10

R$ 799,00

4,50%

10º

Samsung Galaxy A71

R$ 1.799,00

R$ 1.899,00

5,50%

 

*Lembrando que os preços podem sofrer alterações já que a busca é dinâmica e acompanha a variação de preços dos próprios varejistas.

** O levantamento considera os smartphones mais buscados de 01 de janeiro a 30 de junho de 2020.

***Para coletar o preço mínimo dos smartphones desta lista, o Zoom utilizou sua base de dados com os menores valores praticados entre os dias 01 de janeiro a 30 de junho de 2020, contra o menor valor praticado entre 01 e 30 de junho de 2020.

****A ordem dos smartphones no ranking está na ordem do mais para o menos buscado.

Sobre o Zoom:

O Zoom é uma plataforma de comércio eletrônico que conecta consumidores e lojas confiáveis. Através do site e do aplicativo o Zoom oferece um serviço completo para ajudar os consumidores a tomar a melhor decisão no processo de compra. Desde conteúdo informativo sobre os produtos à venda a serviços de apoio à compra, como o histórico e alerta de preços, que informam ao usuário o melhor momento de comprar um produto. Além disso, o serviço gratuito Zoom Garante devolve o dinheiro do consumidor caso haja um problema em compras feitas através da plataforma. Lançado em novembro de 2011, o Zoom é uma investida da Mosaico, empresa de investimentos especializada em tecnologia. Para mais informações acesse www.zoom.com.br, baixe o aplicativo do Zoom disponível para Android e iOS e confira o programa “Dando um Zoom” no canal do YouTube do Zoom: youtube.com/deumzoom

30

Jul

Mercado

IBGE: 62,4% das empresas foram afetadas negativamente pela pandemia

A pandemia de covid-19 afetou negativamente as atividades de 62,4% das 2,8 milhões de empresas em funcionamento na segunda quinzena de junho. Para 22,5% das empresas o efeito foi pequeno ou inexistente e para 15,1% foi positivo. Os dados constam da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas divulgada hoje (30) e fazem parte das Estatísticas Experimentais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O impacto foi maior em empresas de pequeno porte, com até 49 funcionários, o maior contingente da amostra, em que 62,7% perceberam efeitos negativos, ante 46,3% das de porte intermediário, com até 499 funcionários, e 50,5% entre as de grande porte, com 500 funcionários ou mais.

As empresas do setor de serviços foram as que mais sentiram impactos negativos (65,5%), com destaque para o segmento de serviços prestados às famílias (86,7%). No comércio, 64,1% relataram efeitos negativos e na construção, 53,6%. No setor industrial, 48,7% das empresas informaram ter tido impacto negativo, enquanto para 24,3% o efeito foi pequeno ou inexistente e para 27% o impacto nessa quinzena foi positivo.

Por grandes regiões, os efeitos continuaram negativos para 72% das empresas no Nordeste, 65% no Sudeste e 63% no Centro-Oeste. As regiões Norte e Sul apresentaram os maiores percentuais de empresas que declararam que os efeitos foram inexistentes (27,4% e 30,9%, respectivamente) ou positivos (24,5% e 15,2%) ao final da quinzena.

De acordo com o coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE, Flávio Magheli, de maneira geral, permanece a percepção de dificuldade do impacto geral da pandemia sobre as empresas. “Essa percepção está concentrada nas empresas de menor porte, mas também aparece disseminada seja por atividade econômica seja pela localização no território”.

Segundo o IBGE, os resultados da segunda rodada da pesquisa refletem as percepções das empresas em funcionamento ao final da segunda quinzena de junho em comparação à primeira quinzena, cujos resultados foram divulgados no último dia 16. 

Vendas ou serviços
A queda nas vendas ou serviços comercializados em decorrência da pandemia foi sentida por metade (50,7%) das empresas em funcionamento na segunda quinzena de junho. Já 27,6% disseram que o efeito foi pequeno ou inexistente e 21,4% afirmaram aumento nas vendas com a pandemia. A queda nas vendas foi sentida por 51% das companhias de pequeno porte, 39,1% das intermediárias e 32,8% das de grande porte. Nas empresas de maior porte, o IBGE destaca o percentual de 41,2% que relataram efeito pequeno ou inexistente.

Para os setores, a percepção de redução nas vendas foi sinalizada por 54,7% das empresas de serviços, 51,3% de construção, 48% do comércio e 44,7% de indústria. Por segmento, observa-se um maior percentual de empresas com redução nas vendas nos serviços prestados às famílias, comércio de veículos, peças e motocicletas (ambas com 66,2%) e outros serviços (69,8%).

Segundo o levantamento, na segunda quinzena de junho, 46,3% das empresas em funcionamento informaram que não tiveram alteração significativa na sua capacidade de fabricar produtos ou atender clientes, 43,1% tiveram dificuldades e 10%, facilidades. Além disso, 50,9% não perceberam alteração significativa no acesso aos seus fornecedores e 40,9% tiveram dificuldades.

Mais da metade (52,9%) das empresas em funcionamento tiveram dificuldades em realizar pagamentos de rotina na segunda quinzena de junho, enquanto 40,6% consideraram que não houve alteração significativa.

Fonte: Agência Brasil

29

Jul

Mercado

Levantamento: abertura de novas empresas cai 25% em abril

A abertura de novas empresas teve queda de 25,7% em abril em comparação com o mesmo mês de 2019, segundo levantamento da Serasa Experian. Foram abertas 194,8 mil empresas no mês, sendo que 84,7% na categoria de microempreendedor individual (MEI).

A maior parte das novas pessoas jurídicas é do setor de serviços (68,9%) e está na Região Sudeste (51,1%). A Região Sul foi a segunda em número de novos negócios, com 17,6% do total, seguida pelo Nordeste, com 15,8%.

Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o perfil dos novos empreendimentos mostra que as pessoas veem a necessidade de garantir renda com pouco investimento. “Por isso, o setor de serviços é preferível, já que nessa área podem ser criados ramos de atuação que não dependem da contratação de um espaço ou equipe de trabalho”, destacou.,

Fonte: Agência Brasil

29

Jul

Mercado

Pesquisa: Home office foi adotado por 46% das empresas durante a pandemia

O trabalho em casa foi estratégia adotada por 46% das empresas durante a pandemia, segundo a Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise covid-19. O estudo elaborado pela Fundação Instituto de Administração (FIA) coletou, em abril, dados de 139 pequenas, médias e grandes empresas que atuam em todo o Brasil.

O percentual de companhias que adotou o teletrabalho durante a quarentena foi maior no ramo de serviços hospitalares (53%) e na indústria (47%). Entre as grandes empresas, o índice das que colocaram os funcionários em regime de home office ficou em 55% e em 31%, entre as pequenas. Um terço do total das empresas (33%) disse que adotou um sistema parcial de trabalho em casa, valendo apenas em alguns dias da semana.

De acordo com o estudo, 41% dos funcionários das empresas foram colocados em regime de home office, quase todos os que teriam a possibilidade de trabalhar a distância, que somavam 46% do total dos quadros. No setor de comércio e serviços, 57,5% dos empregados passaram para o teletrabalho, nas pequenas empresas o percentual ficou em 52%.

Outra estratégia que teve destaque entre as empresas foi a antecipação de férias, adotada por 46% das companhias, com maior adesão das grandes (51%) e do setor de serviços hospitalares (80%). A redução da carga de trabalho com redução de salário foi usada por 23% das empresas e 12% disseram que tiveram que demitir durante a pandemia.

Dificuldades
O estudo aponta que 67% das companhias relataram dificuldades em implantar o sistema de home office. A familiaridade com as ferramentas de comunicação foi apontada como obstáculo por 34% das empresas, assim como o comportamento dos funcionários ao acessarem os ambientes virtuais (34%).

A atuação das áreas de tecnologia da informação foi um ponto levantado como dificuldade por 28% das empresas. Poucas empresas ofereceram suporte material aos funcionários para implantação do teletrabalho: 9% ajudaram nos custos de internet e 7%, nos custos com telefone.

Após a pandemia
Apesar das dificuldades, 50% das empresas disseram que a experiência com o teletrabalho superou as expectativas e 44% afirmam que o resultado ficou dentro do esperado. No entanto, pouco mais de um terço (36%) disse que não pretende manter o trabalho a distância após o fim da pandemia. Um percentual semelhante (34%) tem a intenção de continuar com o teletrabalho para até 25% do quadro. O restante (29%) quer manter o home office para pelo menos 50% do quadro ou até todos os funcionários.

Fonte: Agência Brasil

28

Jul

Mercado

Rio Grande do Norte abre 1.746 novos postos de trabalho em junho

Após sucessivos resultados negativos no ano, o Rio Grande do Norte atingiu um saldo positivo de empregos em junho. No mês, foram abertas 1.746 novas vagas, como resultado de um número maior de contratações frente às demissões, já que no período foram demitidos 7.723 trabalhadores, mas, em compensação foram admitidas outras 9.469 pessoas. Ao longo de 2020, esse é o primeiro mês em que o estado registra alta no mercado de emprego com carteira assinada. 

As informações foram analisadas pela equipe técnica do Sebrae no Rio Grande do Norte com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. O estado acumula um estoque de 411.855 pessoas empregadas no mercado formal. 

O setor que mais contribuiu para esse saldo positivo em junho foi o setor de serviços criou em junho 1.234 vagas, com destaque para o teleatendimento, que absorveu uma mão de obra da ordem de 822 pessoas. O agronegócio com a retomada da safra do melão no Oeste Potiguar foi o segundo que mais gerou novas vagas. Essa cultura absorveu 829 novos trabalhadores das 885 vagas abertas no campo. Mas, no semestre, o cultivo de melão acumula um saldo negativo de 3.167 vagas.  

Já a construção civil abriu 204 novas frentes de trabalho. No sexto mês do ano, o comércio teve um saldo negativo em 110 vagas e a indústria de transformação registrou uma perda de 467 postos. Esses novos postos gerados em junho foram ocupados principalmente por pessoas do sexo masculino (1.613). As contratações de mulheres chegaram 133. Analisando por cidade, as vagas foram abertas principalmente em Natal (851 empregos) e Mossoró (649 vagas). 

Para o diretor superintendente do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto, ainda é cedo para avaliar essa recuperação da empregabilidade de junho como uma tendência, entretanto sinaliza que o RN conseguiu uma reação no campo do trabalho. “Ainda é prematuro analisar esse resultado como uma tendência, mas é um dado importante. E mais, mostra uma alta nas contratações na cultura do melão, cujo período de safra está apenas começando. E desponta também um segmento relevante para a economia em tempos de pandemia, o dos call centers, que passaram a ser demandados, assim como a construção civil que voltou a contratar”, analisa o diretor. 

A geração de empregos em junho, no entanto, ainda não foi suficiente para equilibrar as perdas nos cinco meses anteriores. De janeiro a junho, o Rio Grande do Norte acumula um déficit superior a 17,7 mil vagas de emprego. Abril foi o mês com o maior pico de perdas, com mais de 9 mil postos de trabalho perdidos, seguido de maio, quando o estado encerrou 3,5 mil vagas.  

No semestre, a construção civil é o único segmento que acumula um sado positivo de emprego, com 573 novos postos abertos. O setor de serviços, porém, foi o que mais demitiu e fechou 4.756 vagas no período. O segundo com o maior déficit foi o agropecuário, que teve maiores baixas: 4.747 empregos perdidos. O comércio vem em seguida com 3.498 postos de trabalho encerrados e a indústria com outras 3.333 vagas fechadas.  

28

Jul

Mercado

Pagamento do boleto mensal já foi retomado para microempreededores

Os Microempreendedores Individuais (MEI) devem ficar atentos e deixar as contas à ponta do lápis. O pagamento do Documento de Arrecadação do Simples (DAS), cujos vencimentos mensais haviam sido postergados entre os meses de março e maio para o segundo semestre, foram retomados desde junho e precisam ser quitados para evitar juros e multas. O boleto vence a cada dia 20 do mês subsequente. O Sebrae alerta para que os microempreendedores não acumulem parcelas em atraso, já que, a partir de outubro, serão cobrados também os valores dos boletos referentes ao período em que a cobrança foi postergada. Atualmente, o Rio Grande do Norte possui mais de 130 mil negócios registrados nessa categoria.

No início de abril, o governo decidiu suspender o pagamento dos boletos mensais e postergar essa cobrança por seis meses devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Assim, o vencimento do boleto de março ficou para outubro, o de abril para novembro e o de maio para dezembro. Mas o do mês de junho já foi apurado no dia 20 de julho em função da volta do recolhimento. Quem deixou de quitar o boleto vai pagar com juros e multas. As contribuições mensais fazem parte das obrigações do MEI e os valores variam de R$ 53,25 a até R$58,25, conforme o tipo de atividade desenvolvida.

A gestora do MEI no Sebrae-RN, Mabele Dutra, recomenda uma programação financeira para não atrasar esses boletos, preparar-se para, a partir de outubro, passar a pagar dois dele, o mês e o que foi prorrogado, e não acumular pagamentos de boleto em aberto sobre boletos, num efeito bola de neve. “O empreendedor deve ficar muito atento a essa questão porque, durante os últimos três meses do ano, ele terá de pagar o dobro do que normalmente já pagaria. E atrasar nunca é uma boa saída devido à incisão de juros e multas. Há ainda a possibilidade de perda de benefícios previdenciários”, adverte. Além disso, o microempreendedor com atraso no DAS fica impedido de emitir certidão negativa, o que atrapalha na hora de participar de licitações, e corre o risco de perder o CNPJ.

Quem precisar de orientação para regularizar a situação de inadimplência pode buscar o Sebrae, que já retomou os atendimentos presenciais, funcionando das 8h às 12h e das 14h às 17h. Mas o atendimento pode ser tanto presencial, quanto remoto, basta agendá-lo pelo 0800 570 0800. No caso do atendimento presencial, é preciso chegar com 10 minutos de antecedência do horário agendado para cumprir o protocolo de bioprevenção.

O cliente terá que estar usando máscara de proteção facial para ter acesso ao prédio do Sebrae. Na entrada terá a temperatura aferida e quem tiver com temperatura acima de 37,5 graus será orientado a fazer um agendamento remoto, via os canais da internet. Antes de entrar, o cliente tem à disposição uma pia para lavagem das mãos, além de álcool em gel para complementar a higienização, que também é feita no solado dos calçados, utilizando um tapete com solução clorada. O Sebrae-RN também oferece orientações remotamente aos empreendedores, através do site https://material.rn.sebrae.com.br/coronavirus e basta clicar numa área com contéudos exclusivos para o MEI, que tem inclusive uma palestra disponível para o interessado se tornar um Microempreendedor Individual.

26

Jul

Mercado

Google impulsiona e-commerce para competir com Amazon

O Google lançou nesta quinta-feira, 23, uma iniciativa para fazer frente à Amazon na disputa pela atenção dos consumidores de marketplaces. A proposta da companhia é se tornar, nos Estados Unidos, a primeira plataforma a qual as pessoas recorrem quando querem pesquisar um produto ou uma marca na internet.

O Google declarou que irá eliminar as taxas cobradas aos varejistas ao permitir que os usuários comprem produtos online diretamente no Google Shopping. Esse movimento é um dos mais recentes feitos pela empresa para se mostrar mais atrativa (e mais barata) aos varejistas e anunciantes que desejam expor seus produtos e ofertas no buscador.

Embora seja o número 1 em termos de busca em todo o mundo, o Google quer ampliar sua participação na rotina dos consumidores dos Estados Unidos. De acordo com pesquisa feita no ano passado pela CivicScience, metade dos estadunidenses declaram que, que quando começam a buscar algum produto ou serviço na internet, consultam primeiramente à plataforma da Amazon. Nessa pesquisa, apenas 22% das pessoas declarou que o Google é o seu ponto de partida na hora de pesquisar itens de compras.

Embora o Google Shopping já exista há alguns anos, apenas recentemente a companhia começou a tomar medidas para tornar a ferramenta mais atrativa aos anunciantes. Até então, para listar seus produtos na plataforma que permitia a compra direta, os anunciantes tinham que pagar taxas que, algumas vezes, alcançavam até 12% do valor do produto. Agora, a companhia abre mão dessas cobranças e já começa a listar produtos de forma gratuita.

Em termos de volume, no entanto, o Google Shopping ainda está muito longe de alcançar as dimensões da Amazon. A plataforma de compras do buscador tinha 3700 lojas cadastradas no final de 2019 – algo bem distante dos mais de 3 milhões de vendedores ativos cadastrados na Amazon na época, segundo dados da Marketplace Pulse.

Essa iniciativa do Google em impulsionar os negócios no Google Shopping acontece em um momento em que a Amazon começa a ser questionada justamente pelas taxas cobradas dos anunciantes e empresas que negociam em sua plataforma. Até 40% de cada dólar em vendas gerado pelos anunciantes da Amazon pode ficar com a plataforma, seja com a cobrança de taxas de armazenamento ou para impulsionar as empresas no marketplaces.

De acordo com Bill Ready, presidente do Google Commerce, a empresa está empenhada em acelerar a divisão de vendas online por conta do aumento da demanda gerada com a pandeia da Covid-19, que fez com que muitas empresas tivessem apenas a internet como um canal para levar seus produtos e serviços aos consumidores. Os usuários do Google já possuem, inclusive, ferramentas e filtros para selecionar comércios e pontos de venda locais e em suas proximidades ao fazer buscas.

Ready não comentou diretamente a respeito da concorrência com a Amazon, mas declarou que a proposta do Google é tornar os negócios online mais fáceis e mais rentáveis para os vendedores. A empresa também anunciou uma integração com a Shopify Inc. e com a PayPal Holdings Inc para ajudar seus anunciantes a gerenciarem os estoques e comercializá-los diretamente no Google.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/24/google-impulsiona-e-commerce-para-competir-com-amazon.html