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11

Jul

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7 dicas para prosperar o seu negócio em momentos desafiadores

Para ajudar os pequenos empresários moradores da Smart City Laguna, Susanna Marchionni, cofundadora e CEO do Grupo Planet no Brasil, listou sete dicas para quem precisa inovar no seu negócio em momentos desafiadores. 

Susanna é a CEO da Planet Smart City no Brasil e cofundou a empresa em 2015, ao lado de Giovanni Savio, CEO Global. Ela tem 25 anos de experiência no setor imobiliário e é a força motriz da empresa no Brasil, liderando a disseminação do conceito de cidade inteligente inclusiva no país. Susanna é responsável pela expansão da empresa no Brasil nos próximos anos. 

Aposte no digital! Uma boa estratégia de presença digital fará toda a diferença neste momento de crise. Adeque o seu negócio para o universo on-line, implemente vendas por aplicativos e disponibilize o serviço de delivery - se aplicável ao seu ramo. Podemos citar algum tipo de apoio que estamos dando aos negócios? Estamos facilitando algo no nosso App para eles? Como o App está contribuindo? Exemplos práticos seriam super importantes. 

Adeque sua equipe à nova demanda. Você pode dar férias antecipadas, usar banco de horas ou até reduzir a jornada de trabalho e usar o benefício de ter parte da renda sendo bancada pelo governo. Tudo para não ter equipe ociosa e evitar demissões.

Postergue o pagamento de tributos federais relativos ao Simples Nacional, aproveitando os benefícios oferecidos pelo Governo Nacional.

Renegocie os seus contratos. Converse com cada um dos seus fornecedores, e negocie valores reduzidos durante alguns meses. Isso trará fôlego para atravessar o período.

Crie a opção de compra antecipada, o famoso “voucher”. O cliente compra agora, para usar no futuro. Esse tipo de venda pode também ser usado para as pessoas presentearem amigos ou familiares.

Caso necessário, buscar crédito barato. Existe uma grande oferta de empréstimos com juros baixos no momento.

Invista em especialização. Aproveite o tempo em casa, para se dedicar aos cursos on-line e aprender novas estratégias. Podemos dizer que estamos ajudando em algo? 

 

10

Jul

Mercado

Galaxy A51 é o smartphone mais buscado pelo segundo mês no Zoom

O Galaxy A51 foi o celular mais buscado em junho de 2020 no Zoom, ocupando o topo do ranking pelo segundo mês consecutivo. O smartphone da Samsung se destaca pela boa ficha técnica, design moderno e preço baixo no varejo online.

Ana Marques, especialista na categoria Celulares do Zoom, comenta que o consumidor está em busca de uma boa performance, mas também está em busca de preços acessíveis. “Com a alta do dólar e aumento do preço de eletrônicos no Brasil, o ranking de junho também retrata a jornada do consumidor em busca de economia e, por isso, alguns modelos mais básicos acabam aparecendo.”

Aparelhos que custam menos de R$ 1 mil estão na lista, como é o caso do LG K40s, do Galaxy A21s e do Moto G8 Play. Do outro lado da tabela de preços está o iPhone 11, que é único smartphone com valor médio acima de R$ 2 mil.

Levantamento do Zoom, site e app comparador de preços e produtos, sobre os smartphones mais buscados em junho:

Os 10 celulares mais buscados em junho de 2020

Modelo

Menor preço (de 01 a 30 de junho)

1

Samsung Galaxy A51

R$ 1.499

2

Xiaomi Redmi Note 8

R$ 1.099,99

3

Samsung Galaxy A30s

R$ 1.139,90

4

Samsung Galaxy A71

R$ 1.899

5

Motorola Moto G8 Plus

R$ 1.292,70

6

LG K40S

R$ 726,75

7

Apple iPhone 11

R$ 3.959,10

8

Motorola Moto G8 Play

R$ 879

9

Samsung Galaxy A20s

R$ 944,10

10

Motorola Moto G8 Power

R$ 1.294,56

*Lembrando que os preços podem sofrer alterações já que a busca é dinâmica e acompanha a variação de preços dos próprios varejistas.

** O levantamento considera os smartphones mais buscados de 01 a 30 de junho de 2020

***Para coletar o preço mínimo dos smartphones desta lista, o Zoom utilizou sua base de dados com os valores praticados entre os dias 01 a 30 de junho de 2020. Os preços estão sujeitos à alteração mediante disponibilidade no mercado.

Sobre o Zoom

O Zoom é uma plataforma de comércio eletrônico que conecta consumidores e lojas confiáveis. Através do site e do aplicativo, com 100 milhões de usuários mensais, o Zoom oferece um serviço completo para ajudar os consumidores a tomar a melhor decisão no processo de compra. Desde conteúdo informativo sobre os produtos à venda a serviços de apoio à compra, como o histórico e alerta de preços, que informam ao usuário o melhor momento de comprar um produto. São mais de 16 milhões de ofertas de 600 lojas confiáveis que passam por um rigoroso controle para serem credenciadas. Além disso, o serviço gratuito Zoom Garante devolve o dinheiro do consumidor caso haja um problema em compras feitas através da plataforma. Lançado em novembro de 2011, o Zoom é uma investida da Mosaico, empresa de investimentos especializada em tecnologia. Para mais informações acesse www.zoom.com.br, baixe o aplicativo do Zoom disponível para Android e iOS e confira o programa “Dando um Zoom” no canal do YouTube do Zoom: youtube.com/deumzoom

10

Jul

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IBGE pesquisa impacto da pandemia nas empresas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou ontem (9) a realização da Pesquisa Pulso-Empresa, que avaliou o impacto da pandemia da covid-19 nas empresas. Serão feitos, a princípio, cinco ciclos de levantamento de dados para verificar como os empresários do país estão sendo afetados pelas restrições impostas pelo novo coronavírus (covid-19) e como reagem à situação.

A primeira divulgação da pesquisa será na próxima quinta-feira (16) e trará os dados levantados entre 15 e 30 de junho, com comparações entre a primeira quinzena de junho e o período anterior ao início da pandemia no Brasil, em 11 de março. Os demais ciclos, previstos para serem realizados de forma quinzenal até agosto, trarão comparações com a quinzena imediatamente anterior ao levantamento dos dados.

O questionário foi aplicado por telefone e integra o conjunto das Estatísticas Experimentais do IBGE, já que o modelo ainda está em fase de teste e avaliação. Nesse primeiro levantamento, foram entrevistadas cerca de 2 mil empresas em todas as regiões do país, sendo 14% no Norte, 18% no Nordeste, 22% no Sudeste, 25% no Sul e 20% do Centro-Oeste.

Quanto ao tamanho, 52% são pequenas, com até 49 empregados; 33% têm de 50 a 499 trabalhadores e 15% são empresas grandes, com mais de 500 pessoas empregadas. Foram abrangidos no levantamento empresas das atividades econômicas da indústria, da construção, do comércio e de serviços.

O coordenador da pesquisa, Flávio Magheli, disse que o objetivo do estudo é acompanhar e avaliar a evolução e a incidência de alguns efeitos da pandemia sobre um conjunto diversificado de empresas.

“Nós temos o interesse de ter uma pesquisa rápida, em que a gente procura investigar empresas de diferentes tamanhos e espalhadas pelo território, entramos em contato por telefone, para ter uma percepção rápida sobre determinada temática. No nosso caso a intensidade do impacto sobre alguns temas”.

A pesquisa vai trazer dados sobre a intensidade do impacto da pandemia nas vendas e nas condições de produção ou atendimento aos clientes, bem como indicadores sobre o acesso aos fornecedores e a capacidade de fazer os pagamentos de rotina. Trará também dados como alterações no quadro de funcionários, posicionamento diante das medidas emergenciais do governo e a utilização de linha de crédito.

Fonte: Agência Brasil

8

Jul

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Em maio, 13,3% das pessoas ocupadas exerceram teletrabalho

Em maio, o teletrabalho foi exercido por 13,3% das pessoas ocupadas no Brasil, o equivalente a 8,7 milhões de trabalhadores, segundo o estudo que teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado consta na nota técnica Teletrabalho na pandemia: efetivo versus potencial, divulgada hoje (8) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Esse percentual é menor do que o potencial de teletrabalho projetado anteriormente pelos pesquisadores do Ipea e do IBGE, que estimaram que o trabalho exercido de forma remota poderia ser possível para 22,7% das ocupações no Brasil, o equivalente a 20,8 milhões de pessoas. 

Em maio, 84,4 milhões de pessoas estavam ocupadas. Dessas, 19 milhões, 22,5%, estavam afastadas de suas atividades, sendo que 15,7 milhões de pessoas responderam que estavam afastadas do trabalho devido ao distanciamento social, o que corresponde a 82,9% dos afastamentos. 

“Assim, 65,4 milhões de indivíduos exerciam suas atividades laborais em maio no país – 13,3% (8,7 milhões) das pessoas ocupadas e não afastadas do trabalho estavam exercendo suas atividades de forma remota ao longo de maio de 2020”, diz a nota técnica.

Desigualdade regional

Assim como no estudo anterior, há uma elevada desigualdade nos resultados por entes federativos, com o Distrito Federal apresentando a maior proporção de trabalhadores exercendo suas atividades de forma remota (25%). Por outro lado, no Mato Grosso, somente 4,5% das pessoas ocupadas estavam efetivamente em trabalho remoto em maio.

Segundo a pesquisa, a região com a maior quantidade de trabalhadores efetivamente atuando de forma remota é a Sudeste, com 5,1 milhões de pessoas, o que representa 17,2% do total de empregados na região. Esse montante representa 59% do total de ocupados remotos. Em contrapartida, na Região Norte, apenas 7,1% (326 mil) das pessoas ocupadas exerciam suas atividades de maneira remota.

Em quantidade de pessoas, 3,1 milhões (36%) dos trabalhadores em teletrabalho estão no estado de São Paulo; 1,2 milhão (13,6%), no Rio de Janeiro; e 685 mil (7,9%), em Minas Gerais.

“Comparando com o potencial de teletrabalho calculado anteriormente, o Piauí, que apresentara o menor percentual de teletrabalho potencial, é, pela PNAD Covid-19 de maio, o sétimo estado com maior percentual de pessoas ocupadas exercendo suas atividades de forma remota. Ao mesmo tempo, Santa Catarina, estado que era o quarto maior potencial de teletrabalho, foi o 19º no percentual de ocupados efetivamente trabalhando remotamente”, mostra a pesquisa.

Gênero, raça e escolaridade

O estudo aponta que 10,3% dos homens empregados estavam trabalhando remotamente, ao mesmo tempo que 17,9% das mulheres ocupadas exerciam seu trabalho de forma remota. Considerando apenas as pessoas que trabalhavam remotamente, 46,4% eram homens e 53,6% eram mulheres. “Ao segmentar por cor/raça, tem-se que 63,7% dos ocupados em atividade remota são brancos, enquanto 34,3% são pardos ou pretos”, aponta o Ipea.

Segundo a pesquisa, conforme sugerido no estudo anterior, que apontava que ocupações exercidas por profissionais mais escolarizados teriam um maior potencial de serem realizadas via teletrabalho, a PNAD Covid-19 mostra que 38,3% (6,3 milhões) das pessoas ocupadas com nível superior completo estavam trabalhando de forma remota, o que representa 72,8% do total de pessoas em teletrabalho.

Em contrapartida, 0,8% e 1,9% das pessoas empregadas exercendo suas atividades remotamente não têm instrução e têm o ensino fundamental completo e/ou médio incompleto, respectivamente.

Fonte: Agência Brasil

7

Jul

Mercado

Live diferenciada sobre sociedade digital acontece nesta quinta (09) com palestra de um dos executivos mais inovadores do país

“O mundo está trocando de ‘pele’. Muitas mudanças e oportunidades em curso. Fomos atirados para 2030 e isto exigirá novos comportamentos e maneiras de conviver em sociedade”. Foi dessa maneira que o palestrante internacional e formador de executivos Romeo Busarello resumiu um pouco do que será tratado na sua palestra dentro do evento on-line “Sociedade Digital - Mudanças e Transformações”, que acontece na próxima quinta-feira (09), a partir das 17h, com participação gratuita e transmissão pelo canal no Youtube da imobiliária Caio Fernandes. 

A palestra é voltada para todos que desejam compreender melhor as mudanças mundiais, independentemente da área de atuação, e para aqueles que querem refletir sobre como a aceleração da presença digital em todas as ações pessoais e profissionais estão influenciando no nosso cotidiano. Listado entre os executivos mais inovadores do Brasil, segundo a revista Meio&Mensagem, Busarello é mentor, palestrante e um dos principais analistas brasileiros do momento que vivemos. Atualmente, é vice-presidente da Tecnisa, professor de MBA e Educação continuada da ESPM, do INSPER e da FIA/STARTSE.

Para ele, a presença digital em áreas do comércio e educação e a era do trabalho remoto, no modelo de home office, vieram pra ficar, definitivamente. “Estas áreas serão transformadas e, por sua vez, negócios que orbitam em torno delas. Muitos negócios morrerão, mas outros tantos surgirão. Exigirá que todos estejam em estado de alerta para capturar as mudanças”, aconselhou. 

Com a experiência de quem fala para executivos do mundo todo, Busarello alerta para a necessidade dos empreendedores buscarem se inserir nesse mundo digital. “A sociedade será impiedosa com quem não estiver em constante processo de aprendizado. Quem não pensa o futuro, trabalha o presente usando ferramentas do passado”, concluiu. O empresário Caio Fernandes, que organiza o evento, convida a todos para se inscreverem no Sympla, por meio do link http://www.sympla.com.br/caiofernandesimobiliaria

Debate e Sala Vip Virtual 

Para enriquecer ainda mais esse momento de reflexão e aprendizado, cinco personalidades da sociedade potiguar foram convidadas pelo anfitrião do evento, empresário Caio Fernandes, para debater o assunto e fazer questionamentos a Romeo Busarello após a palestra. Eles farão parte de uma Sala Vip Virtual. O debate terá a mediação da jornalista Juliska Azevedo.

Entre os convidados, estão o sócio-diretor da A & C Consultoria e presidente da Companhia de Habitação do RN, Carlos Antônio de Araújo; o diretor da Rádio Cidade 94FM e empresário da construção civil, Haroldo Azevedo; o presidente da CDL Natal e empresário do ramo de material de construções (Comjol), José Lucena; o procurador do Município de Natal e Consultor da Comissão Nacional de Educação Jurídica do Conselho Federal da OAB, Lúcio Teixeira dos Santos; e o diretor executivo da Constel Construções e Empreendimentos, Francisco Vasconcelos.

7

Jul

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Brasileiros pretendem comprar menos com dinheiro em espécie, aponta estudo

A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) tem mudado bastante os hábitos dos consumidores, que vêm optando por diferentes tipos de compra para driblar o contato físico e diminuir os riscos de contaminação. Agora, uma pesquisa realizada pela MasterCard mostra que esse comportamento deve ser mantido, mesmo com a COVID-19 controlada no futuro.

Segundo o levantamento, mais da metade dos brasileiros (53%) dizem que pretendem comprar menos com dinheiro em espécie e 52% afirmam que devem comprar mais on-line. E mais: o estudo revelou que 63% dos usuários no país veem o pagamento por aproximação (também conhecido por NFC) como uma tendência que veio para ficar.

As informações foram divulgadas pela bandeira de cartões de crédito e débito na última segunda-feira (6), com os resultados obtidos por meio de uma coleta de dados junto a 6.750 pessoas de 15 países, entre eles o Brasil. A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de abril e 17 de maio, para analisar os impactos da crise do coronavírus nos meios de pagamento e no comércio eletrônico.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/mercado/brasileiros-pretendem-comprar-menos-com-dinheiro-em-especie-aponta-pesquisa-167614/

7

Jul

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Faculdade de Natal realiza live amanhã sobre como se destacar para conseguir um estágio

Nesta quarta-feira (08), a partir das 18h, a Faculdade UNINASSAU Natal realiza palestra com tema “Como se destacar para conseguir um estágio”. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site extensao.uninassau.edu.br. A live/palestra será ministrada pela psicóloga e co-fundadora da plataforma Super Estágios, Emil Sabaini. O objetivo é trazer dicas para quem está à procura do primeiro estágio ou até mesmo na busca de uma vaga de emprego.

De acordo com o diretor da UNINASSAU Natal, André Lemos, a intenção é mobilizar a população para pensar nas questões envolvendo a busca da primeira oportunidade no mercado de trabalho. “Nesse momento ímpar do mundo, temos que fazer a nossa parte e nada melhor do que levar conhecimento para os acadêmicos e suas famílias”, destacou.

O evento se mostra como uma oportunidade para agregar novos conhecimentos, trocar experiências e ampliar o networking profissional. Todos os inscritos receberão certificados de participação.  

6

Jul

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Fiat Chrysler terá primeira mulher como chefe de fábrica da América Latina

Um dia após completar 31 anos, a engenheira Juliana Coelho assumirá o comando da fábrica da FCA Fiat Chrysler em Goiana (PE), a mais moderna do grupo no mundo e onde trabalham hoje 5,6 mil pessoas. Nesta quarta-feira (8), Juliana será a primeira mulher a ocupar esse cargo no grupo na América Latina.

Pernambucana de Olinda, ela formou-se em engenharia química porque pensava em seguir carreira na área de petróleo e gás, forte na região. Amava carros porque, quando criança, adorava passear com o pai nos diferentes modelos que ele dirigia pertencentes à locadora onde trabalhava.

“Me lembro de cada detalhe do dia em que meu pai comprou seu primeiro carro zero-quilômetro – um Fiat Uno de quatro portas -, em 1996″, contou ela na última sexta-feira (3), num intervalo das várias reuniões que teve para discutir projetos na nova função. “Perdi meu pai muito cedo e acho que passei a gostar de automóveis por causa dessas lembranças.”

Quando soube que Pernambuco teria uma fábrica de automóveis em Goiana, região cercada por canaviais, se interessou pelo assunto. Dois anos antes da inauguração, o Polo Automotivo Jeep, como foi chamado, abriu inscrições para trainee e Juliana, alertada pela avó, enviou currículo e entrou para o grupo de 40 selecionados, dos quais 10 a 15 eram mulheres.

Fonte: Exame, disponível em: https://exame.com/negocios/fiat-chrysler-tera-primeira-mulher-como-chefe-de-fabrica-da-america-latina/

6

Jul

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Pesquisa mostra potencial para a expansão do home office

Pesquisa da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) mostra que há um grande potencial de expansão do trabalho em home office no Brasil, pós pandemia da covid-19, em cargos de nível superior, gestores e professores. O estudo ouviu 1.566 profissionais em home office. 

Segundo a pesquisa, os trabalhadores ouvidos reportaram altos níveis de satisfação com seu trabalho em casa e uma percepção de que seu desempenho foi impactado positivamente com a modalidade do teletrabalho: 70% disseram que gostariam de continuar trabalhando em home office depois da pandemia; 19%, que não gostariam; e 11%, que são indiferentes.

De acordo com um dos coordenadores do estudo, professor da USP André Luiz Fischer, o isolamento, e o consequente trabalho em home office, desencadeados pela pandemia da covid-19, serviram para destravar a migração do trabalho no escritório para a casa. 

“Foram quebradas várias barreiras cognitivas que dificultavam essa migração. Além disso, o isolamento provocou um aprendizado forçado e imediato de ferramentas que antes apenas conhecíamos como facilitadoras de conversas e encontros virtuais sociais. Tornaram-se instrumentos de trabalho e deram certo”, destacou.

A pesquisa mostra ainda que, dos entrevistados, 94% consideram-se comprometidos com a empresa em que trabalham, indicando que a prática do home office não interferiu nessa avaliação. Para 71%, o trabalho em casa é percebido como uma possibilidade de aumentar a produtividade, precisão e qualidade; e 76% disseram concordar que o trabalho em home office é compatível com a convivência familiar.

“As empresas se perguntam por que bancar aluguéis caros, e as pessoas, pelo menos em São Paulo, por que passar mais de 60 minutos, em média, no trajeto até o escritório. Vale deixar claro que essas constatações se aplicam a trabalhadores mais qualificados e de boa renda mensal. Tanto no que se refere ao maior potencial para o trabalho em domicílio, como na maior motivação para aderir a essa proposta", disse Fisher.

Segundo a pesquisa, os entrevistados têm, em média, 40 anos de idade, e oito anos na empresa atual, alta qualificação e ocupam posições de chefia. Os salários das pessoas ouvidas giram em torno de R$ 9,4 mil. As entrevistas foram feitas entre os dias 27 de maio e 3 de junho.

Fonte: Agência Brasil

5

Jul

Mercado

Venda digital de alimentos avança

Por Meio & Mensagem

Apesar do cenário econômico delicado, o varejo alimentar, que manteve suas atividades mesmo com o isolamento social, tem desbravado canais alternativos. Além de adotar novas práticas como o distanciamento mínimo entre um cliente e outro nas filas de pagamento e a higienização dos carrinhos de compra para continuar com suas operações de maneira segura para os clientes, as redes de supermercado estão investindo ainda mais no seu canal de compras online, via aplicativo ou site.

As vendas online se intensificaram no período da Covid-19, impulsionadas pelo aumento de pedidos, de acordo com a 41ª edição do Webshoppers, estudo sobre o comércio eletrônico brasileiro realizado pela Ebit | Nielsen. No período de 17 de março a 27 de abril, o e-commerce em geral apresentou alta de 20% de novos consumidores, acima do ano passado, que registrou um crescimento de 19% no mesmo período. O setor que mais ganhou novos clientes no comércio eletrônico foi o autosserviço, que inclui venda de alimentos, com 31% de novos consumidores entre março e abril. Neste período de 2019, essa alta foi de 16%, ou seja, os consumidores de autosserviço online praticamente dobraram de um ano para o outro.

Os dados se refletem nos números de vendas online de grandes redes de supermercados como Extra e Pão de Açúcar, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), e Carrefour. Os sites de vendas do Pão de Açúcar e Extra apresentaram crescimento de 76% em termos de clientes e 150% no número de acessos no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Com isso, as vendas online representam cerca de 3% da receita bruta do varejo alimentar do GPA.

“Abril foi maior que março; maio, maior que abril; e junho está maior que maio. Ou seja, o canal de supermercado online se confirma e entra no hábito de muita gente. É realmente uma demanda crescente”, afirma Rodrigo Pimentel, diretor de e-commerce alimentar do Grupo Pão de Açúcar, que compreende as marcas Pão de Açúcar, Extra e a plataforma de vinhos Pão de Açúcar Adega. O executivo conta, ainda, que os tickets do e-commerce estão maiores. “Observamos os tickets muito altos, ticket médio cinco vezes maior do que o de loja. No e-commerce, a frequência de compra é alta e com tickets extremamente altos”, reforça.

Outra operação de e-commerce alimentar que está apresentando bons resultados durante a pandemia do novo coronavírus é a do Carrefour. “Com a Covid-19, o nosso e-commerce food literalmente mudou de patamar. Tivemos um crescimento de um pouco mais de três vezes do pré-Covid para a Covid. Aumentamos cerca de três vezes o nosso volume”, revela Luiz Escobar, head de e-commerce do Carrefour Brasil.

Não são apenas as grandes redes de supermercados que registraram altas nas vendas do e-commerce alimentar, as plataformas de supermercado online, como Supermercado Now e Zipp, também notaram esse aumento. O Zipp, que vinha crescendo cerca de 15% ao mês no ano passado, mais do que dobrou o faturamento em março — mês de início da quarentena no Brasil — na comparação com fevereiro. “Em abril dobramos de novo o faturamento de março e em maio continuamos crescendo também. Não dobramos, mas tivemos um crescimento de mais ou menos 30%. De fevereiro para hoje, quintuplicamos o faturamento da empresa”, indica Adrian Tsallis, sócio do Zipp.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/07/03/venda-digital-de-alimentos-avanca.html

3

Jul

Mercado

Entidades empresariais realizam o “SOS Protocolos” neste sábado, no comércio de Natal

A retomada das atividades comerciais foi iniciada e o setor produtivo, que tanto defendeu esse momento, dá continuidade ao trabalho em prol do comércio seguro e responsável. A partir deste sábado, 4, representantes e colaboradores das Entidades empresariais estarão realizando orientações, de estabelecimento em estabelecimento, nos principais centros comerciais de Natal, orientando e tirando dúvidas dos empresários, colaboradores e população, acerca dos protocolos a serem seguidos. O SOS PROTOCOLOS é uma realização da CDL Natal, Fecomércio RN e Sebrae RN, que conta com o apoio da Associação Comercial do RN, Facern, Aeba, Viva o Centro, Fiern e Fetronor.

A ação, é um suporte aos empresários nesse novo cenário. O setor produtivo sabe de sua responsabilidade em relação ao cumprimento dos protocolos e de evitar aglomerações como medidas preventivas para a contaminação pelo novo Coronavírus, bem como a importância de seguir à risca o plano de reabertura gradual.

Os envolvidos na ação foram capacitados pelo Sebrae e estão aptos a ajudar a quem precisar. Cerca de 30 Pessoas estão envolvidas nesse processo de orientação ao lojista. A primeira atividade prática será realizada no bairro do Alecrim.

2

Jul

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Evento on-line gratuito sobre as transformações digitais na sociedade terá sala vip com personalidades do RN

Para ajudar a entender melhor as mudanças pelas quais o mundo está passando e qual o impacto delas no seu trabalho, nas suas empresas, na sua família e no seu aprendizado, o empresário Caio Fernandes promove, no próximo dia 09 de julho, o evento on-line “Sociedade Digital - Mudanças e Transformações”, com a presença do palestrante internacional, formador de executivos e um dos principais analistas brasileiros do momento atual, Romeo Busarello. O evento ainda terá um outro grande diferencial: uma Sala Vip Virtual em que cinco convidados especiais vão promover um debate sobre o assunto e fazer perguntas. A mediação será da jornalista Juliska Azevedo. 

A participação é gratuita e a transmissão vai acontecer a partir das 17h no canal da  Imobiliária Caio Fernandes no Youtube. Na palestra, Busarello vai abordar a época de mudanças, as novas competências e as oportunidades que precisam ser enxergadas. 

“A mudança favorece a mente preparada”, costuma dizer ele, apontado pela revista Meio&Mensagem como um dos executivos mais inovadores do Brasil, com 32 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais nas áreas de consumo e digital business. Mais de 5 mil executivos brasileiros já passaram por suas aulas.

Para enriquecer ainda mais esse momento de reflexão e aprendizado, cinco personalidades da sociedade potiguar foram convidadas para debater o assunto e fazer questionamentos a Romeo Busarello após a palestra. Entre os convidados, estão o sócio-diretor da A & C Consultoria e presidente da Companhia de Habitação do RN, Carlos Antônio de Araújo; o diretor da Rádio Cidade 94FM e empresário da construção civil, Haroldo Azevedo; o presidente da CDL Natal e empresário do ramo de material de construções (Comjol), José Lucena; o procurador do Município de Natal e Consultor da Comissão Nacional de Educação Jurídica do Conselho Federal da OAB, Lúcio Teixeira dos Santos; e o diretor executivo da Constel Construções e Empreendimentos, Francisco Vasconcelos, mais conhecido como “Chiquinho da Constel”. 

“Esse evento é uma forma de presentear a sociedade potiguar pelos quase 30 anos de atuação da Caio Fernandes no mercado do Rio Grande do Norte. Para que essa contribuição seja diversa e enriquecedora, nada mais justo do que trazer convidados da nossa terra que possam elevar o nível do debate e contribuir para a reflexão sobre esse momento de muitas transformações e incompreensões”, explicou o empresário Caio Fernandes, que está à frente do seminário digital.

2

Jul

Mercado

Estudo mostra as mudanças no comportamento do consumidor pós-pandemia

A consultoria IDC ouviu três mil consumidores da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru para entender como o comportamento do consumidor mudou com a quarentena na América Latina. A pesquisa foi feita em maio e os resultados – entre outros conteúdos relevantes para o mercado –, foram apresentados no webinar “Necessidades dos consumidores na nova era: Quebrando paradigmas”, em 24 de junho.

A evolução do e-commerce, a busca por mais segurança, mais conectividade, o aumento do uso de meios digitais de pagamento, a consolidação do home office e do home schooling e a popularização dos aplicativos de entretenimento, serviços de streaming e jogos digitais, foram os destaques do estudo.

Para Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa e consultoria em Consumer Devices da IDC Brasil, não há dúvida que a pandemia mudou os hábitos das pessoas em toda a América Latina e em todos os aspectos, inclusive o modo de usar e consumir tecnologia. Mudou e trouxe novas preocupações. “Com o usuário fazendo mais movimentações financeiras pelo celular e pelo computador, por exemplo, surgiu a necessidade de maior proteção a esses dispositivos”, disse o gerente da IDC Brasil.

Compras online

Mas o medo com a segurança nas transações digitais não brecou o impulso pelas compras. Para cumprir o distanciamento social, muitos consumidores que ainda resistiam ao e-commerce foram seduzidos pelas facilidades e campanhas dos grandes varejistas. Para se ter ideia, no México, as compras online saltaram de 767 para 877 bilhões de pesos mexicanos. E o movimento deve continuar. No Brasil, segundo a IDC, 52% dos entrevistados pretendem fazer mais compras online e 52% disseram que ficarão online mais horas por dia, mesmo após a pandemia.

Muitos consumidores, inclusive, nem pretendem esperar a retomada das atividades normais para comprar produtos de tecnologia. Dos três mil pesquisados pela IDC nos cinco países, 23% têm a intenção de comprar online – e agora - um smartphone, 19% uma impressora, também 19% uma smart TV, 18% querem um notebook e 16% um jogo digital. Na sequência, nas intenções de compra vem tablet (14%), monitor (12%), videogame (12%), assistente digital (11%), PC (10%) e smart watch (10%).

O gerente da IDC Brasil destaca, no entanto, que as intenções de compra durante a pandemia nas duas maiores economias da América Latina são bem diferentes. “Enquanto o mexicano busca por smartphones, smart TVs e videogames, o brasileiro, com uma visão sempre mais otimista, quer consumir mais e, além desses produtos, também incluiu o notebook em sua lista de compras”, afirma.

Entretenimento

As quarentenas na América Latina também deram relevância ao PC como ferramenta para assistir a filmes, séries e outros conteúdos de entretenimento. Um estudo da IDC com a Netquest, mostrou que, entre janeiro e abril, no Brasil, houve um aumento de 25% entre os usuários da plataforma Netflix via computador, e apenas 5% via dispositivos móveis.

Na Colômbia e no Peru, o crescimento de usuários de PC para acessar o serviço foi ainda maior – de quase 50% -, e entre 15 e 20% via mobile. “Além do aumento no número de usuários, as pessoas também permaneceram mais tem nesses serviços”, afirma Sakis, Já entre os aplicativos, a preferência dos consumidores latino-americanos durante a pandemia foi pelos de entretenimento (67%), pagamentos (55%), educação (49%), colaboração (38%) e compras (22%).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/mercado/estudo-do-idc-mostra-as-mudancas-no-comportamento-do-consumidor-pos-pandemia-167377/

1

Jul

Mercado

Empresa mapeou as experiências dos profissionais ao conciliar carreira e filhos na pandemia do novo coronavírus

A pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), causador da síndrome respiratória covid-19, está mudando a vida de todos. Com o distanciamento social, as dinâmicas de trabalho se alteram, e, consequentemente toda a rotina das famílias. 

A consultoria Filhos no Currículo, em parceria com o Movimento Mulher 360, realizou uma pesquisa, entre abril e junho, para mapear as expectativas e a experiência de profissionais ao conciliar carreira e filhos antes, durante e depois da pandemia. Foram ouvidos 825 pais e mães (sendo 80,33% mães, por maior interesse delas em responder a pesquisa) com filhos de 5 anos em média.

Antes

Entre os entrevistados, um terço nunca fazia home office antes da pandemia porque a função (33,91%), o gestor (32,62%) ou a cultura da empresa (14%) não permitia. E 57% dos que iam até o trabalho levavam, em média, de 30 a 60 minutos de deslocamento. Dos 44% de respondentes que faziam home office de forma estruturada, 25% o praticavam uma vez por semana.

Mesmo durante o trabalho em casa, 84,47% dos pais e mães tinham algum tipo de suporte antes da pandemia, sendo a escola ou creche em 62% dos casos.

Durante

Agora, durante a pandemia, cresce o número de entrevistados que trabalham em casa, chegando a 89% deles em tempo integral. A disparidade de gênero continua evidente num cenário no qual é preciso conciliar o trabalho com o cuidado das crianças. Enquanto 50% dos homens considera fácil conciliar filhos e carreira, apenas 33% das mulheres afirmar o mesmo.

“É preciso transformar a mentalidade de que cuidar dos filhos é uma responsabilidade exclusiva da mulher, engajar as empresas e a sociedade para essa discussão”, afirma Margareth Goldenberg, gestora executiva do Movimento Mulher 360.

O modo cultural como o trabalho doméstico é dividido entre homens e mulheres parece impactar apenas o microuniverso familiar, mas o Fundo Monetário Internacional estima que o produto interno bruto global cresceria pelo menos 4% se o trabalho não remunerado fosse mais bem distribuído.

Já a organização ONU Mulheres ressalta que triplica o número de trabalhos não remunerados para mulheres no isolamento social. Este dado é corroborado pela pesquisa na maneira diferente como pais e mães percebem o impacto da pandemia na gestão de seus papéis.

Atualmente, segundo a pesquisa da Filhos no Currículo e MM360, a falta da rede de apoio é uma grande barreira para um home office produtivo. Conciliar filhos e trabalho (70%), dar a atenção necessária aos filhos (56%), manter a produtividade no trabalho (51%) e cuidar de si (53%) são os maiores desafios, o que é ainda mais complexo para pais e mães de filhos de até 3 anos. Como resultado, 47% das pessoas com filhos nessa faixa etária afirmam que a produtividade diminuiu na pandemia.

Entre as soluções que poderiam tornar o dia melhor, as mais relatadas, pela ordem, foram: atividades para entreter os filhos e dicas de brincadeiras; ajuda para organizar a rotina; apoio para se planejar melhor e alcançar mais produtividade; flexibilização e ajustes no horário de trabalho e redução da jornada. Foram apontados, ainda, desejo por menos reuniões e calls mais produtivas; demandas por cursos, palestras e treinamentos; conteúdo sobre como conciliar home office e filhos; suporte aos líderes; e uma educação em casa que funcione.

Depois

Quase 60% dos entrevistados gostariam de fazer mais trabalho remoto depois da pandemia. Entre aqueles que demoravam mais de 1 hora no percurso de casa ao trabalho, este percentual sobe para 74%.

Para os entrevistados, o home office ajudaria na produtividade e também no contato familiar. “Em um cenário normal, em que as crianças estejam na escola, a produtividade seria ainda melhor”, diz um dos respondentes. “Gostaria de manter o home office, não de forma integral como atualmente, mas que fosse cumprido como parte da minha rotina, para manter essa proximidade com a minha família”, afirma outro.

“É preciso desconstruir a ideia de que filhos são obstáculo na carreira. Pelo contrário, eles são potência e convidam diariamente profissionais a revisitarem e ampliarem suas habilidades no exercício diário da parentalidade”, diz Michelle Levy Terni, CEO e cofundadora da Filhos no Currículo.

Fonte: Exame, disponível em: https://exame.com/carreira/aliar-trabalho-e-filhos-continua-mais-dificil-para-mulheres-do-que-homens/

1

Jul

Mercado

Pesquisa: crise econômica agravada pela pandemia atinge principalmente as mulheres

Os recentes dados divulgados pelo IBGE, referentes à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Mensal (PNADM), mostra que houve uma queda de 4,9 milhões de postos de trabalho no país, se compararmos a média trimestral de fevereiro, março e abril de 2020 com os três meses anteriores. Essa instabilidade trazida pela pandemia prejudicou especialmente as mulheres, já que houve uma perda de postos de trabalho nas atividades em que elas mais se inserem. Nos primeiros três meses do ano, enquanto 70,2% dos homens faziam parte da força de trabalho, o percentual entre as mulheres era de apenas 52,1%.

Entre as mulheres jovens negras, de 15 a 29 anos, a situação é ainda pior. A proporção das que não estudavam e não estavam ocupadas era de 32%, contra apenas 15% entre os homens brancos na mesma idade. A situação é acompanhada pelas professoras Jordana Cristina de Jesus e Luana Junqueira Dias Myrrha, do Departamento de Demografia e Ciências Atuariais (DDCA) da UFRN e pesquisadoras participantes do Observatório do Nordeste para Análise Sociodemográfica da Covid-19 (ONAS), que analisam o fenômeno econômico e social.

No Brasil, por exemplo, 1 a cada 3 mulheres negras vive em situação de pobreza. No caso dos homens brancos, essa proporção é de 1 a cada 7 na mesma situação. “Essas jovens, embora não tenham atividades remuneradas, são responsáveis pelos trabalhos domésticos em seus domicílios. Essa diferença também se faz presente na pobreza monetária, já que, em 2018, o percentual de mulheres negras em domicílios com rendimento per capita abaixo da linha da pobreza era de 33,5%. Nesse cenário já desigual, espera-se que os impactos sociais e econômicos, como desdobramentos da pandemia, sejam sentidos mais fortemente por elas”, afirma o artigo publicado aqui na última segunda-feira, 29.

A maior redução de postos de trabalho, dizem as pesquisadoras, foi no setor de comércio (1,2 milhão de postos), seguido pela construção (885 mil postos), serviço doméstico (727 mil postos) e alojamento e alimentação (700 mil postos). Mais de 90% dos trabalhadores no serviço doméstico são mulheres, assim como nas atividades do comércio, alojamento e alimentação.

Por outro lado, ressalta o artigo, houve o aumento de 287 mil postos de trabalho nas atividades ligadas à saúde, serviços sociais e outros postos da administração pública, devido a contratação de profissionais para o enfrentamento da pandemia. “Os profissionais de saúde que estão na linha de frente ao combate da doença são em sua maioria mulheres (80%), mas essa geração de empregos não compensou as perdas nas demais atividades. Portanto, em uma análise mais ampla, os efeitos desse novo cenário de fato têm afetado os setores com alta participação no emprego feminino”, finaliza.