Jornalismo

27

Jul

Jornalismo

Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo oferece R$ 10 mil a melhor reportagem de rádio

A segunda edição do Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo vai escolher a melhor reportagem de rádio veiculada entre 1º de setembro de 2019 e 1º de agosto de 2021. O vencedor receberá um prêmio de R$ 10 mil. Interessados têm até o dia 1º de agosto para inscrever reportagens que abordem o tema: “Justiça do Trabalho: a importância e os avanços da Justiça Social”. 

Além de radiojornalismo, serão outras quatro categorias em disputa: jornalismo impresso, telejornalismo, webjornalismo e mídias digitais. Mídias digitais, aliás, estará pela primeira vez no Prêmio. Podem concorrer conteúdos jornalísticos ou informativos em formato de lives, séries, programas, vídeos ou podcasts, veiculados em canais de plataformas digitais de áudio ou vídeo, como o YouTube, Spotify, IGTV, Deezer, entre outros.

Mais informações podem ser obtidas no edital do concurso.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 1º de agosto. Para se inscrever, os interessados devem acessar a página Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo e preencher os requisitos solicitados no edital. Após as 23h59 do dia 1º de agosto, o sistema de inscrição será automaticamente bloqueado.

Primeira edição

primeira edição do prêmio, realizada em 2019, teve como tema “Trabalho infantil: combate e perspectivas para o seu enfrentamento” e contemplou trabalhos realizados no Pará, em Santa Catarina, no Ceará e no Distrito Federal. Foram 57 trabalhos inscritos e avaliados por uma comissão julgadora, formada por magistrados da Justiça do Trabalho e profissionais da área de comunicação. 

Comissões

A Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministra Maria Cristina Peduzzi, editou, em abril de 2021, o Ato TST.GP 99/2021, que designou a comissão especial e a comissão julgadora do 2º Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo.

A Comissão Especial terá como membros titulares os ministros Ives Gandra e Alexandre Ramos e o juiz auxiliar da Presidência do CSJT Rogério Neiva Pinheiro. Foram designados como membros suplentes o ministro Douglas Alencar e o coordenador de Gestão Documental e Memória, Reginaldo Pereira Matos.

Já a Comissão Julgadora será formada pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Aloysio Corrêa da Veiga; o presidente do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do trabalho, desembargador Leonardo José Videres Trajano; a secretária-geral do CSJT, Carolina da Silva Ferreira; a secretária de comunicação social do TST, Taciana Giesel Cuadros; o diretor da Associação Brasileira de Comunicação Pública, professor doutor Jorge Antônio Menna Duarte; e a docente da Universidade de Brasília, professora drª Dione Oliveira Moura. Como suplentes, foram designadas a ministra Kátia Arruda; a secretária-geral da presidência do TST, Tatiana de Azevedo Baena; e a coordenadora de Rádio e TV, Anna Carolina Vilela de Brito.

17

Jul

Jornalismo

Estudo mostra que o futuro do atendimento ao cliente é híbrido e humanizado

Durante o período de isolamento, muitas companhias precisaram buscar maneiras mais rápidas e eficientes de aprimorar a experiência de compra dos consumidores. O momento vivido pelo mundo, exigiu um processo de reorganização, para que as empresas físicas mantivessem suas operações e qualidade de atendimento mesmo à distância. 

O estudo ‘O Futuro da Experiência de Consumo Híbrida’, realizado pela Infobip e pela Customer Contact Week Digital, apresenta os principais pontos que levam uma empresa a oferecer a melhor experiência de consumo para seus clientes e como podem treinar os times de atendimento para resolver os problemas mais urgentes da área.

1- Estratégia unificada de comunicação e tecnologia: com o trabalho remoto e a certeza de que ele deve seguir até o final de 2021, é natural que as interações digitais continuem crescendo. Desta forma, as empresas precisam criar estratégias únicas, tanto para os seus agentes quanto para os seus clientes, para que a experiência seja completa e agradável para ambos.

Se no varejo o objetivo principal é garantir que o consumidor volte a comprar, é necessário alimentar um bom relacionamento com o cliente o tempo todo, sanando dúvidas tão simples quanto o uso de um aplicativo, até questões mais complexas, como pedidos de cancelamento ou formas de pagamento de dívidas.

2- A importância do contato humano: Apesar de a tecnologia tornar a comunicação com o cliente mais simples e eficiente para as empresas, o ano de 2020 provou o quanto o lado humano é importante. Um relatório recente da CCW Digital mostrou que 81% dos consumidores confiam mais em um agente “vivo” do que em um bot para resolver seus problemas. Ainda assim, 53% dos clientes se sentem confortáveis em resolver suas dificuldades sozinhos. Isso mostra que a experiência híbrida funciona.

No futuro, empresas terão máquinas operando, atendendo telefones e coletando informações. Mesmo assim, ainda será preciso manter o equilíbrio entre robôs e pessoas, para manter a segurança e garantir que os clientes sintam-se bem assistidos.

3- Mudando do “Call center” para o “CX center”: A transição para o Centro de experiência do cliente, o chamado ‘CX center’, exige um atendimento de alto nível, e não só de novas tecnologias. Os agentes devem ser treinados para dar suporte ao cliente do começo ao fim do processo, sendo verdadeiros consultores para os consumidores. Além disso, a sensação de segurança é maior quando existe interação entre pessoas. 

4- Unificação de dados: Por último, unificar os dados do cliente garante às empresas uma visão 360 de toda sua jornada e permite que as conversas possam ser continuadas a partir de um histórico completo, evitando que o consumidor repita várias vezes a mesma informação, o que gera frustração.

Apesar de terem que lidar com uma grande quantidade de dados, as empresas ainda resistem à adoção da nuvem. Para o futuro da experiência única do cliente, no entanto, será imprescindível que os agentes tenham agilidade de acesso ao histórico completo dos clientes, e isso requer maior grau de transformação digital das empresas. 

Com a pandemia, empresas de todos os setores perceberam a importância de demonstrar que existe uma real preocupação com o bem-estar, satisfação e resolução de problemas do cliente. “A adoção de um centro híbrido de experiência do cliente é o próximo grande passo para se manter no topo e atrair novos clientes”,  explica Caio Borges, Head de Vendas da Infobip no Brasil. “Utilizamos diversos canais de maneira integrada, o que permite que uma mesma pessoa possa iniciar um contato via chat e encerrá-lo por WhatsApp, por exemplo.” Isso permite que os agentes sejam capazes de conhecer todo o histórico do cliente, evitando perguntas repetitivas que geram frustração e solucionando problemas de forma mais rápida e eficiente, o que gera uma comunicação sem fricção. Além disso, há uma maior abertura desses clientes para a oferta de novos produtos e serviços.

Para conhecer o estudo completo, acesse o material neste link.

13

Jul

Jornalismo

Inscrições abertas para o Prêmio Jornalista Fernando Pacheco Jordão

Estão abertas as inscrições para o 13º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordãouma realização do Instituto Vladimir Herzog em parceria com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e outras quatro organizações. Estudantes de Jornalismo de todo o país têm até 4 de agosto para inscrever suas pautas.

Os autores das dez melhores pautas terão a oportunidade de contar com o apoio de grandes nomes do jornalismo brasileiro como mentores para a produção das suas matérias. Nesta edição, os trabalhos deverão abordar “Pautas para tratar questões do nosso tempo”

A atividade, idealizada em 2009 pelo Instituto Vladimir Herzog, tem como objetivo oferecer aos estudantes de jornalismo uma oportunidade para o desenvolvimento de um trabalho prático e reflexivo desde o projeto de pauta até a realização de uma reportagem. Os estudantes são estimulados a desenvolver temas que favoreçam o aperfeiçoamento da democracia e da justiça social.  

13ª edição do Prêmio Jovem Jornalista conta com a parceria estratégica da Abraji,da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, da OBORÉ e da Periferia em Movimento. O patrocínio é do Google.

Como funciona?

As inscrições devem ser feitas pelo site e o processo permite cadastro de dois a cinco estudantes por grupo. Uma banca julgadora selecionará 10 propostas de pauta que receberão micro-bolsas no valor de R$1.000,00 para a produção das reportagens. As propostas inscritas deverão indicar, obrigatoriamente, um professor-orientador ou uma professora-orientadora vinculados à instituição de ensino dos participantes para o acompanhamento do processo.    

O processo seletivo será realizado em duas etapas. Na primeira será observada a compatibilidade dos trabalhos aos temas estabelecidos no regulamento com avaliação qualitativa das propostas. Na segunda, a Comissão Julgadora escolherá dez propostas de pauta a partir dos critérios de coerência, relevância e exequibilidade. As pautas selecionadas serão anunciadas em 20.ago.2021. Antes disso,  quatro lives sobre Jornalismo e Questões do nosso tempo serão realizadas em agosto e abertas a todos os inscritos.  

As equipes selecionadas deverão produzir suas reportagens entre os meses de setembro e novembro de 2021, sob a orientação do professor e de um jornalista mentor indicado pelo Instituto Vladimir Herzog. A matéria final deverá ser entregue até o dia 30.nov.2021 e as equipes vencedoras serão premiadas no dia 4.dez.2021, durante o encontro de avaliação coletiva realizada em modo remoto.  

Para mais informações, acesse www.jovemjornalista.org.br

Com informações da Abraji

13

Jul

Jornalismo

Prêmio de jornalismo contemplará reportagens sobre a atuação da Justiça do Trabalho

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo, que premiará reportagens individuais ou em série sobre a temática “Justiça do Trabalho: a importância e os avanços da Justiça Social”. A edição 2021 do concurso faz parte das comemorações dos 80 anos da Justiça do Trabalho, celebrados em maio deste ano.

Podem concorrer trabalhos jornalísticos, de autoria de um ou mais profissionais, que abordem as temáticas indicadas no edital, como “evolução histórica do Judiciário trabalhista”, "conscientização da sociedade”, “avanços e transformações dos direitos trabalhistas”, entre outros. Será oferecido um prêmio de R$ 10 mil ao primeiro colocado de cada uma das cinco categorias: jornalismo impresso, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo e mídias digitais.

Serão aceitas reportagens ou série de reportagens, publicadas ou veiculadas por empresas jornalísticas no período de 1º de setembro de 2019 a 1º de agosto de 2021. Este ano, o Prêmio conta com uma categoria nova, a de mídias digitais, na qual poderão ser inscritos conteúdos jornalísticos e/ou informativos (lives, séries, programas, vídeos e podcasts) veiculados em canais de plataformas digitais de áudio ou vídeo, como o YouTube, Spotify, IGTV, Deezer, entre outros similares.

Mais informações podem ser obtidas no edital do concurso.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 1º de agosto. Para se inscrever, os interessados devem acessar a página "Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo" e preencher os requisitos solicitados no edital.

12

Jul

Jornalismo

Inscrições abertas para o Prêmio 99 de Jornalismo

O Prêmio 99 de jornalismo está com inscrições abertas para a sua quarta edição. Este ano, o tema escolhido para a seleção dos trabalhos é ‘Tecnologia para Todos’. O evento é destinado a selecionar produções jornalísticas no formato de podcast.

Este ano, o evento contará com duas categorias, a ‘Profissionais do Jornalismo’ e a ‘Jovens Jornalistas’. A segunda categoria é destinada exclusivamente aos participantes de treinamento realizado pela 99, em parceria com a Folha de S. Paulo.

Em comunicado enviado ao Portal Comunique-se, a 99 explica que a categoria ‘Profissionais de Jornalismo’ julgará podcasts publicados em veículos de comunicação ou plataformas de streaming de 21 de setembro de 2020 a 19 de setembro de 2021. A disputa concederá o prêmio de R$10 mil ao primeiro lugar, R$7 mil ao segundo e R$3mil para o terceiro lugar.

Ainda segundo o texto de divulgação do evento, os episódios concorrentes deverão focar na presença de ferramentas digitais que já existiam, mas se integraram à sociedade durante a pandemia. Os interessados em participar devem inscrever-se no site do Prêmio 99 de Jornalismo até o dia 19 de setembro.

Fonte: Portal Comunique-se, disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/premio-99-de-jornalismo-inscricoes-abertas/

9

Jul

Jornalismo

Estão abertas as inscrições para o 8º Prêmio Sebrae de Jornalismo

Em sua 8ª edição, o Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ) vai premiar as melhores notícias veiculadas em diferentes canais da imprensa brasileira ou novas plataformas digitais sobre empreendedorismo e pequenos negócios. As inscrições podem ser feitas de forma rápida e fácil pelo site www.premiosebraejornalismo.com.br.

O Prêmio Sebrae de Jornalismo tornou-se uma referência no fomento do jornalismo empreendedor no Brasil, entre 2008 e 2015, com mais de 7 mil trabalhos inscritos e 50 matérias premiadas ao longo de suas edições, além do reconhecimento aos jornalistas parceiros dos empreendedores, de norte a sul do país.

Diante das mudanças provocadas pela pandemia do Coronavírus, a cobertura jornalística de veículos de todo o Brasil prova o esforço da imprensa em mostrar os fatos. Neste novo momento do Prêmio Sebrae de Jornalismo, a edição tem como tema central “A importância da micro e pequena empresa para o enfrentamento da pandemia” e visa reconhecer a força do jornalismo em favor da cultura empreendedora.

As categorias desta edição foram pensadas para contemplar a diversidade de linguagem e de formatos dos conteúdos jornalísticos, com temas relacionados ao universo dos pequenos negócios e focados no enfrentamento da pandemia do Coronavírus, como: empreendedorismo, produtividade e competitividade, inovação e startups, inclusão produtiva e sustentabilidade, transformação digital, políticas públicas e legislação, acesso a crédito.

São quatro categorias para reconhecer os profissionais de imprensa que amplificam a voz e o trabalho dos empresários de pequenos negócios.

- Prêmio Sebrae de Jornalismo em Texto
- Prêmio Sebrae de Jornalismo em Áudio
- Prêmio Sebrae de Jornalismo em Vídeo
- Prêmio Sebrae de Fotojornalismo

Além do Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, que será concedido para o melhor conteúdo entre todas as premiadas nessas categorias, esta edição do PSJ também vai prestigiar a nova geração do jornalismo. Profissionais de até 25 anos, que atuem em veículos de imprensa de todo o país, têm a oportunidade de inscrever 1 (um) trabalho e concorrer ao prêmio especial de Jornalista Revelação.

Podem concorrer ao PSJ matérias e reportagens publicadas nos veículos de comunicação de jornalismo impresso, webjornalismo, emissoras de rádio e de televisão sediadas no Brasil, veiculadas de 1º de janeiro de 2020 a 30 de agosto de 2021. Bem como podcasts e vídeos publicados em plataformas digitais de vídeo nesse mesmo período.

Saiba mais no site oficial do prêmio e inscreva-se até 31/08/2021.

1

Jul

Jornalismo

Estão abertas as inscrições para o 8º Prêmio Sebrae de Jornalismo

Em sua 8ª edição, o Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ) vai premiar as melhores notícias veiculadas em diferentes canais da imprensa brasileira ou novas plataformas digitais sobre empreendedorismo e pequenos negócios. As inscrições podem ser feitas de forma rápida e fácil pelo site www.premiosebraejornalismo.com.br.

O Prêmio Sebrae de Jornalismo tornou-se uma referência no fomento do jornalismo empreendedor no Brasil, entre 2008 e 2015, com mais de 7 mil trabalhos inscritos e 50 matérias premiadas ao longo de suas edições, além do reconhecimento aos jornalistas parceiros dos empreendedores, de norte a sul do país.

Diante das mudanças provocadas pela pandemia do Coronavírus, a cobertura jornalística de veículos de todo o Brasil prova o esforço da imprensa em mostrar os fatos. Neste novo momento do Prêmio Sebrae de Jornalismo, a edição tem como tema central “A importância da micro e pequena empresa para o enfrentamento da pandemia” e visa reconhecer a força do jornalismo em favor da cultura empreendedora.

As categorias desta edição foram pensadas para contemplar a diversidade de linguagem e de formatos dos conteúdos jornalísticos, com temas relacionados ao universo dos pequenos negócios e focados no enfrentamento da pandemia do Coronavírus, como: empreendedorismo, produtividade e competitividade, inovação e startups, inclusão produtiva e sustentabilidade, transformação digital, políticas públicas e legislação, acesso a crédito.

São quatro categorias para reconhecer os profissionais de imprensa que amplificam a voz e o trabalho dos empresários de pequenos negócios.

- Prêmio Sebrae de Jornalismo em Texto
- Prêmio Sebrae de Jornalismo em Áudio
- Prêmio Sebrae de Jornalismo em Vídeo
- Prêmio Sebrae de Fotojornalismo

Além do Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, que será concedido para o melhor conteúdo entre todas as premiadas nessas categorias, esta edição do PSJ também vai prestigiar a nova geração do jornalismo. Profissionais de até 25 anos, que atuem em veículos de imprensa de todo o país, têm a oportunidade de inscrever 1 (um) trabalho e concorrer ao prêmio especial de Jornalista Revelação.

Podem concorrer ao PSJ matérias e reportagens publicadas nos veículos de comunicação de jornalismo impresso, webjornalismo, emissoras de rádio e de televisão sediadas no Brasil, veiculadas de 1º de janeiro de 2020 a 30 de agosto de 2021. Bem como podcasts e vídeos publicados em plataformas digitais de vídeo nesse mesmo período.

24

Jun

Jornalismo

Circulação impressa de grandes jornais cai 12% nos 5 primeiros meses do ano

Em maio deste ano, 10 dos principais jornais diários brasileiros registraram queda de 12% em circulação impressa. Foram 384.498 exemplares por dia no mês passado frente a 437.969 em dezembro de 2020. Os dados são do IVC (Instituto Verificador de Comunicação).

Estadão é o líder em tiragem impressa no Brasil, com média de 76.416 exemplares por dia. O veículo publicou uma reportagem na 3ª feira (22.jun.2021) celebrando a marca.

Super Notícia, que liderava a tiragem impressa desde pelo menos 2015, caiu para 3º no rankingEstadão e Globo, apesar de encabeçarem a lista, registraram quedas de 4,9% e 6,9%.

DIGITAL

A circulação digital dos principais jornais do Brasil cresceu 3,3% em maio frente a dezembro de 2020. Foram 1 milhão de assinaturas, em média, quando somados os 10 jornais que o Poder360 selecionou.

A maior alta foi do A Tarde, que avançou 12,5% no período –foi de 35.816 assinaturas, em média, para 40.281. A pior queda, assim como no impresso, foi do Super Notícia. Tinha 39.261 assinaturas e despencou para 24.255 em 5 meses –retração de 38,2%.

O top 4 se manteve em relação a dezembro de 2020: FolhaGloboEstadão Valor registraram altas de, respectivamente, 6,1%, 7,9%, 1,8% e 6,5%.

Fonte: Poder360, disponível em: https://www.poder360.com.br/midia/circulacao-impressa-de-grandes-jornais-cai-12-nos-5-primeiros-meses-do-ano/

23

Jun

Jornalismo

Cai de 27% para 17% o percentual de brasileiros que pagam por notícias on-line

Relatório do Reuters Institute divulgado nesta 4ª feira (23.jun.2021) mostra que apenas 17% dos brasileiros pagaram por notícias on-line em 2020 –queda de 10 pontos percentuais em relação a 2019. Leia a íntegra, em inglês (22 MB).

Pelo 2º ano consecutivo, as redes sociais aparecem à frente da TV como fonte de notícias para os brasileiros. A taxa apresentou ligeira queda de 4 p.p. em relação ao ano anterior. São 63% os que dizem usá-las para se manter informados. Em 2019, eram 67%.

A categoria on-line, citada por 83% dos entrevistados, também registrou retração em comparação com o ano anterior –eram 87% em 2019. A maior queda foi do impresso: apenas 12% citam essa modalidade como fonte de informação. No levantamento anterior, eram 23%.

O Facebook ainda é o aplicativo pelo qual os brasileiros mais dizem se informar –mas a taxa caiu 7 p.p. ante 2019. E não é o único que teve recuo: WhatsApp, YouTube, Twitter e Messenger também registraram queda no período. O Instagram foi o único app que manteve a taxa do ano anterior.

CONFIANÇA NO NOTICIÁRIO

A taxa subiu 3 pontos percentuais –o mesmo crescimento registrado no ano anterior. A queda mais recente demonstrada pelo relatório foi de 2018 para 2019 –período de eleições presidenciais no Brasil– quando a taxa foi de 59% para 48%. Mas, nos últimos 2 anos, vem subindo.

Entre os países selecionados pela Reuters, o Brasil está em 4º no ranking de nações em que as pessoas dizem confiar na maior parte das notícias a maior parte do tempo. Em 2019, estava em 5º.

A Turquia, que estava em 3º, despencou para 18º em 1 ano. Predominam no país veículos de comunicação “chapa branca”, ou seja, pró-governo. A nação está em 153º lugar no ranking de 180 países em liberdade de imprensa da ONG Repórteres sem Fronteiras. O relatório da Reuters ainda destaca: “A Turquia continua a ser um local problemático para o jornalismo independente”.

A Reuters selecionou 4 países para analisar o que a população pensa sobre a neutralidade do jornalismo.

Segundo a pesquisa, 37% dos brasileiros avaliam que há assuntos em que o noticiário não deve ser neutro –é a maior taxa entre as nações escolhidas. Já 68% dos alemães afirmam que o noticiário deve, sim, ser neutro na cobertura de todos os temas.

OS MAIS CITADOS NA MÍDIA

“As emissoras de TV continuam a ser a principal força do panorama midiático do país”, diz o relatório da Reuters.

O levantamento mostra que a Globo continua como a marca de mídia off-line (TV, rádio e impresso) com a qual os brasileiros têm mais contato para se informar ao menos uma vez na semana –mas a taxa caiu de 56% para 46% em 1 ano. É seguida por Record (36%) e SBT (29%) –que recuaram 7 e 8 pontos percentuais, respectivamente.

Quando a pergunta foi sobre as fontes de mídia on-line, o top 3 também se manteve e registrou quedas, porém mais ligeiras. G1UOL e R7 caíram, respectivamente, 3, 2 e 5 pontos percentuais.

No levantamento do ano anterior, veículos que adotam posição ideológica clara, como Antagonista Rede Brasil Atual, foram citados, mas não apareceram no relatório de 2020.

O relatório criou um ranking de pontuação de confiança em veículos de comunicação citados pelos entrevistados.

Apesar de ter sido o 3º veículo de comunicação da lista de alcance semanal, o SBT aparece como o meio de maior confiança entre os citados pelos entrevistados. É seguido por Record News (66) e Band News (64).

O Grupo Globo tem duas empresas no top 3 de “desconfiança”: GloboNews (27) encabeça a lista, seguida por O Globo (26). A revista Veja (24) completa o pódio.

DESINFORMAÇÃO

A preocupação com a disseminação de notícias falsas caiu de 84% para 82% no Brasil e atingiu apenas 37% na Alemanha. O Facebook é apontado como o meio mais usado para divulgar fake news pela maior parte dos países considerados na pesquisa, mas o WhatsApp é visto como um “problema maior” em países como Brasil e Indonésia.

O comportamento de políticos que disseminam notícias falsas –principalmente sobre o coronavírus– foi o motivo de preocupação mais citado pelos entrevistados nos países selecionados (29%).

O relatório cita que a taxa é ainda maior em países “como o Brasil (41%), em que serviços de checagem de fatos identificaram quase 900 declarações falsas do presidente Jair Bolsonaro durante 2020”. Também fala sobre a preocupação na Polônia, em que partidos tentaram “politizar a pandemia”, e nos EUA, em que o ex-presidente norte-americano Donald Trump minimizava a necessidade do uso de máscara e sugeriu o uso de desinfetante para tratar a covid-19.

METODOLOGIA

A pesquisa foi feita on-line pelo site YouGov em 46 países, de janeiro a fevereiro de 2021. Ao todo, foram entrevistados 92.155 adultos –sendo cerca de 2.000 de cada nação. No Brasil, foram 2.009.

O levantamento alerta que em países com acesso mais limitado à internet, como o Brasil, a amostragem tende a se concentrar em áreas mais urbanas e em pessoas mais ricas e mais conectadas, o que pode interferir no resultado.

Fonte: Poder360, disponível em: https://www.poder360.com.br/midia/cai-de-27-para-17-o-percentual-de-brasileiros-que-pagam-por-noticias-on-line/

12

Jun

Jornalismo

ACNUR, Folha de S.Paulo e Memorial da América Latina abrem inscrições para oficina de comunicação sobre refugiados

No âmbito dos 70 anos da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e dos 100 anos da Folha de S.Paulo, as instituições vão promover uma oficina de comunicação sobre a questão das pessoas refugiadas no Brasil, apresentando conceitos, fontes de informações, casos de boas práticas e exemplos da construção de matérias relacionadas à realidade das pessoas refugiadas no Brasil.

A oficina será realizada em formato virtual, via Zoom, no dia 15 de junho, às 18h00 (horário de Brasília). Participarão do evento o assessor de comunicação do ACNUR, Miguel Pachioni; a repórter da Folha de S.Paulo, Flávia Mantovani; a ex-bolsista da Cátedra do Memorial, Carla Cursino; e a assistente de logística das Lojas Renner, a venezuelana Yulimar Gonzalez. A mediação é de Luciana Ginezi, Diretora do Centro Brasileiro de Estudos da América Latina (CBEAL).

As inscrições devem ser feitas pelo preenchimento do formulário disponível em https://forms.gle/AzFnS1wnU7sT9Wak6. São, ao todo, 50 vagas.

Na oficina, o ACNUR apresentará fontes de informação da agência no Brasil e no mundo, apresentando um calendário de pautas de ações e projetos, dados de pesquisas realizadas sobre a empregabilidade de refugiados e conceitos presentes no “Guia de Cobertura Jornalística Humanitária do ACNUR”.

“A contínua formação de profissionais de comunicação no Brasil e no mundo é um elemento fundamental para assegurar que as pessoas refugiadas, que buscam proteção por conta de guerras, perseguições e violações de direitos humanos, sejam compreendidas pela população dos países de acolhida. Os jornalistas têm um papel único para assegurar a perspectiva dos direitos humanos na abordagem sobre essa população, afirma Jose Egas, Representante do ACNUR no Brasil.

Exposição sobre jornalistas refugiados no Brasil

A 2ª temporada da exposição “Quem conta essa história: jornalistas refugiados ou refugiados jornalistas?” foi aberta no dia 10 de fevereiro, no Museu da América Latina, em São Paulo. Composta por fotos, textos e recursos audiovisuais produzidos pela Folha de S.Paulo e pelo ACNUR, a exposição apresenta os motivos do deslocamento forçado, a trajetória e o processo de integração de quatro jornalistas que vieram ao Brasil em busca de proteção. Conforme contam os repórteres da Folha de S.Paulo, Carlos, Claudine, Kamil e Victorios tiveram que deixar respectivamente a Venezuela, República Democrática do Congo, Turquia e Síria devido a perseguições políticas.

“Os relatos destes jornalistas conferem materialidade, rosto e sentimentos aos dados dos rankings de liberdade de imprensa e nos ajudam a entender como se dá, na prática, a intimidação de governos contra meios de comunicação e seus profissionais”, relata Flávia Mantovani, jornalista da Folha e uma das coordenadoras do projeto.

A exposição segue em cartaz no Memorial da América Latina, em São Paulo, até o final de agosto. Uma prévia da exposição pode ser vista na página do ACNUR e também nas reportagens produzidas pela página da Folha de S.Paulo.

Clique aqui para acessa o texto completo no site do ACNUR.

11

Jun

Jornalismo

Jornalista homenageado no Dia da Artilharia

O jornalista Elias Medeiros foi homenageado na noite desta quinta-feira (10), pelo 17º Grupamento de Artilharia de Campanha (17º GAC),  em solenidade alusiva ao Dia da Artilharia do Exército Brasileiro, comemorada em 10 de junho, em homenagem à data natalícia de seu Patrono, o Marechal Emílio Luís Mallet, Barão de Itapevi.

A solenidade foi presidida pelo Coronel Henrique Sá, Chefe do Estado-Maior  da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, e contou ainda com a participação do Tenente-Coronel Gravina comandante do 17ºGAC,  de Artilheiros da ativa e reserva, Comandantes das organizações militares da Guarnição, eternos Comandantes do “Grupo Jerônimo de Albuquerque” e ilustres convidados que abrilhantaram as comemorações da Semana da Artilharia.

A comenda Amigo do 17º Grupamento de Artilharia Campanha, "Grupo Jerônimo de Albuquerque" "Amigo do Grupo" é um reconhecimento pelo apoio e relevantes serviços prestados a organização militar.

Foto: Mayonara Medeiros

10

Jun

Jornalismo

Trabalho infantil no mundo aumenta pela primeira vez em 20 anos

O número de crianças vítimas de trabalho infantil aumentou pela primeira vez em 20 anos, atingindo 160 milhões no mundo, anunciaram hoje (10) a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

No relatório Trabalho Infantil: estimativas globais de 2020, tendências e o caminho a seguir, divulgado pelas duas instituições por ocasião do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho, destaca-se a necessidade de medidas para combater a prática, que poderá ser agravada pela pandemia.

O documento destaca que, pela primeira vez em 20 anos, a evolução da erradicação do trabalho infantil "inverteu o sentido", contrariando a tendência de queda registrada entre 2000 e 2016, período em que houve redução de pelo menos 94 milhões de crianças no mundo do trabalho.

Nos últimos quatro anos, esse aumento foi de 8,4 milhões de pessoas, diz o relatório divulgado nessa quinta-feira. "Cerca de 9 milhões a mais de crianças estão em risco devido aos efeitos da covid-19" até o fim de 2022, e "esse número poderá aumentar para 46 milhões, caso não venham a ter acesso a medidas de proteção social essenciais".

combate o Trabalho Infantil

"Novas crises econômicas e o fechamento de escolas, devido à covid-19, podem significar que as crianças trabalham mais horas, ou em condições agravadas, enquanto muitas outras podem ser forçadas às piores formas de trabalho infantil, devido à perda de emprego e rendimento em famílias vulneráveis", alerta o documento.

Citada em um comunicado, a diretora executiva do Unicef, Henrietta Fore, lembrou que o mundo terreno na luta contra o trabalho infantil e que 2020 não facilitou esse trabalho.

Henrietta defendeu a importância de se investir em programas que desestimulem o trabalho infantil, num momento em que o fechamento de escolas, as crises econômicas e os ajustes nos orçamentos nacionais podem forçar as famílias "a tomar decisões muito drásticas".

"Apelamos aos governos e os bancos internacionais de desenvolvimento para que priorizem os investimentos em programas que permitam que as crianças saiam do mercado de trabalho e regressem à escola, além de apostarem em programas de proteção social que evitem que as famílias tenham de recorrer ao trabalho infantil".

O relatório mostra ainda um aumento substancial no número de crianças, entre os 5 e os 11 anos, que trabalham e que representam mais de metade de todos os casos de trabalho infantil no mundo.

O número de crianças com idade entre 5 e 17 anos, envolvidas em trabalhos perigoso, atividades laborais que podem prejudicar a sua saúde, segurança física ou desenvolvimento cognitivo, aumentou 6,5 milhões desde 2016, situando-se atualmente em 79 milhões, acrescenta.

A publicação indica que 70% dos casos de trabalho infantil, o equivalente a 112 milhões de crianças, ocorrem no setor agrícola, 20%, o correspondente a 31,4 milhões de menores, nos serviços, e 10%, 16,5 milhões de crianças, na indústria.

O trabalho infantil nas áreas rurais (14%) é quase três vezes superior quando comparado com as áreas urbanas (5%).

"Quase 28% das crianças com idade entre 5 e 11 anos e 35% das crianças entre 12 e 14 anos que trabalham não frequentam a escola", observa o relatório, acrescentando que há maior maior incidência de meninos no trabalho infantil, atenuando-se essa disparidade quando se considera o trabalho doméstico.

O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, declarou, citado no mesmo comunicado, que essas novas estimativas "são um alerta" e apelou para que se intervenha, para não ser posta em risco "toda uma nova geração de crianças".

"A proteção social inclusiva permite que as famílias mantenham seus filhos na escola, mesmo em situação econômica adversa. O aumento do investimento é essencial para promover o desenvolvimento rural e o trabalho decente no setor agrícola", disse Ryder.

"Estamos num momento crucial, os resultados alcançados vão depender, em grande parte, das medidas que tomarmos" e é necessário reiterar o compromisso e a vontade "para reverter essa situação e interromper o ciclo da pobreza e do trabalho infantil", pediu Guy Ryder.

O relatório adverte que "o trabalho infantil compromete a educação das crianças, restringe os seus direitos, limita as suas oportunidades futuras e contribui para a manutenção de ciclos de pobreza viciosos. 

Além do aumento dos gastos com educação e a facilitação do regresso das crianças à escola, a OIT e o Unicef defendem a promoção do trabalho digno para adultos, de modo que as famílias não tenham que recorrer à ajuda dos filhos para gerar rendimento em casa.

As informações divulgadas pelas duas instituições baseiam-se em dados de 106 pesquisas que cobrem mais de 70% da população mundial de crianças entre 5 e 17 anos.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Marcello Casal Jr.

26

Mai

Jornalismo

Morre o jornalista João Batista Machado, membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras

Deu no Blog do Heitor Gregório:

Faleceu na manhã desta quarta-feira (26), no Hospital do Coração de Natal, o jornalista João Batista Machado, membro da Academia norte-rio-grandense de Letras e no Instituto Histórico e Geográfico do Estado.

Estava na luta contra um câncer de intestino e contraiu Covid-19.

Machado tem passagem por vários veículos do Brasil e do Estado: Tribuna do Norte, Diário de Natal, foi redator da Agência Dumbo e ainda correspondente do O Globo.

Foi assessor de imprensa de quatro governadores do Estado: Tarcisio Maia, José Agripino, por dois mandatos, Radir Pereira e Vivaldo Costa, e do prefeito José Agripino na Prefeitura de Natal.

 

25

Mai

Jornalismo

Destaques jornalísticos agora estão disponíveis na versão web do Google Notícias

O programa de apoio do Google a editores e criadores de conteúdo, chamado de Google News Showcase (Destaques Jornalísticos, em português), agora está disponível na versão web do serviço para desktop.

O site do Google Notícias já exibe os conteúdos destacados logo na parte superior do menu lateral, mas isso era exclusivo dos aplicativos para Android e iOS. Os painéis do Destaque Jornalísticos ficam logo abaixo das notícias selecionadas para o usuário e podem ser acessados também no menu lateral, entre os itens “Seguindo” e “Pesquisas Salvas”.

Apoiado por um investimento de US$ 1 bilhão, o recurso destaca as três principais manchetes do veículo noticioso em questão, selecionadas pelos próprios profissionais do jornal, revista ou site. Se o usuário não gostar daquela fonte, ele pode omiti-la do resultado e marcar as suas favoritas para aparecerem em destaque.

A parte interessante do recurso é que ele traz atualizações em tempo real e de diversas editorias sobre assuntos do Brasil e do mundo. Veículos mais regionais tendem a destacar pautas locais, enquanto os jornais maiores costumam dar ênfase a assuntos de viés nacional.

Caso se interesse por um site específico, o usuário pode clicar sobre o nome dele e ser levado para uma página dedicada na qual vai encontrar as últimas notícias destacadas, as editorias e os destaques de dias anteriores. Isso permite a localização mais fácil do conteúdo desejado e facilita na hora de se informar sobre determinado assunto.

Também chega hoje o novo recurso que oferece aos editores das publicações parceiras a possibilidade de adicionar contexto a suas matérias, inclusive links em assuntos relacionados à história principal. Esses novos itens, por enquanto, só chegarão, nas próximas semanas, aos Destaques para celular.

Segundo o Google, o News Showcase é visto por milhões de usuários todos os dias e entrega cerca de 10 milhões de cliques por mês para os artigos mais completos. O botão “Seguir”, usado para acompanhar novidades sobre determinado assunto ou jornal, já foi pressionado mais de 460 mil vezes.

Até o momento, os Destaques Jornalísticos estão disponíveis em oito países: Brasil, Austrália, Alemanha, Argentina, Índia, Itália, Reino Unido e República Tcheca. As notícias são exibidas nos aplicativos móveis do Google Notícias e na seção “Descubra” do app de busca.

Desde o lançamento, novos recursos foram inseridos como o Acesso Estendido, que dá aos leitores a possibilidade de acessar conteúdo pago (paywall) e selecionado pelos veículos parceiros. Para o Google, desta maneira, mais leitores podem descobrir o valor das notícias de alta qualidade produzidas por esses veículos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/destaques-jornalisticos-agora-estao-disponiveis-na-versao-web-do-google-noticias-185638/

21

Mai

Jornalismo

Covid-19 mata um jornalista por dia no Brasil

A pandemia do novo coronavírus tem sido diariamente fatal para os jornalistas brasileiros. Literalmente. Pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 20, pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) mostra que, na média, ao menos um comunicador do país não tem resistido à luta contra a Covid-19. Os dados são referentes ao primeiro quadrimestre deste ano.

De acordo com números revelados agora, de 1º de janeiro a 30 de abril e 2021, 124 jornalistas morreram em decorrência da Covid-19 no país. Na média, 31 óbitos por mês. Registros que mostram crescimento no comparativo com 2020. No ano passado, no recorte para profissionais da imprensa, a média mensal de mortes foi de 8,3.

Com a aceleração de vítimas no primeiro quadrimestre, a Fenaj contabiliza 213 jornalistas mortos no Brasil por causa do novo coronavírus. No geral, o país contabiliza mais de 441 mil mortes em decorrência da doença viral — ficando somente atrás dos Estados Unidos no total absoluto de óbitos.

A situação fez o Brasil chegar ao inglório topo da lista de países com mais jornalistas mortos em decorrência da Covid-19. Conforme levantamento publicado em março pela organização Press Emblem Campaign, o país contabiliza 11 comunicadores mortes por causa do novo coronavírus. Mortes que, segundo a Fenaj, aumentaram no decorrer do último mês.

Fonte: Portal Comunique-se, disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/covid-19-mata-um-jornalista-por-dia-no-brasil/