Jornalismo

14

Ago

Jornalismo

Politicando na Cidade estreia amanhã na 94FM Rádio Cidade

As manhãs de sábado serão mais agradáveis e com muita informação no rádio potiguar. Estreia amanhã, 15 de agosto, o programa Politicando na Cidade, com Tertuliano Pinheiro, Felipe Cortez e Geraldo Melo.

Politicando na Cidade traz uma proposta diferente, que busca retratar fatos, contar causos e relatos marcantes do cenário político. “Queremos resgatas as boas histórias, narrativas engraçadas e grandes personagens da política do RN. Isso tudo aliado também a muita informação para o ouvinte sobre as eleições de 2020, prazos do calendário eleitoral e orientações sobre a legislação. Um mix que tem tudo para dar certo”, afirma Haroldo Azevedo, diretor-presidente da 94FM Rádio Cidade, empresa integrante do Grupo Haroldo Azevedo.

Os três nomes do programa têm grande experiência em suas áreas atuação. Felipe Cortez é advogado eleitoral com mais de 20 anos de exercício em campanhas no RN e em outros Estados. Tertuliano Pinheiro também traz larga bagagem em comunicação, responsável pela coordenação de marketing de dezenas de campanhas políticas vitoriosas. Geraldo Melo é ex-senador e ex-governador do Rio Grande Norte, foi ainda secretário estadual, vice-governador e vice-presidente do Congresso Nacional.  

O Politicando na Cidade vai ao ar na 94FM Rádio Cidade a partir das 9h da manhã, com transmissão das emissoras Rádio Obelisco (90,9FM Pau dos Ferros), Ipan FM (104,9FM Ipanguaçu),  Rádio Comunitária Esperança (87,9FM Ielmo Marinho), Radio Ouro Negro (104,9 FM Alto Rodrigues).

12

Ago

Jornalismo

Mariana Rocha e Heloísa Guimarães estreiam jornal Bora RN na próxima segunda

A Band anunciou hoje nome, formato e data de início do novo jornal da emissora, que será comandado pelas jornalistas Mariana Rocha e Heloísa Guimarães. O “Bora RN” vai estrear na próxima segunda, 17 de agosto, de terá a proposta de trazer “um novo olhar” para os noticiários da hora do almoço. O programa irá ao ar de segunda a sexta, das 12h30 às 12h55, com reportagens e entrevistas “Será um outro olhar sobre o jornalismo para o horário, totalmente diferente dos programas que estão no ar nessa faixa”, afirma Mariana Rocha. O programa já traz uma certa informalidade no nome e promete uma abordagem mais leve das notícias. 

As duas jornalistas chamaram a atenção pela iniciativa de pedirem demissão da InterTV em um momento que o jornalismo da afiliada Globo passa por mudanças, e agora se juntam no novo projeto. Não será a primeira vez que estarão juntas: Heloísa e Mariana se conheceram na faculdade de jornalismo da UFRN – as duas se formaram em comunicação social na federal, e chegaram a dividir em alguns momentos a bancada do Jornal da Tropical, emissora em que trabalharam antes da InterTV. Agora, abraçam juntas o novo projeto.

9

Ago

Jornalismo

Pesquisa com a comunidade jornalística da América Latina destaca resiliência diante da pandemia

As mudanças sociais exigidas pelas medidas restritivas de convivência também mudaram a rotina de jornalistas e das redações em toda a América Latina. Em consequência disso, surgem novas maneiras de relacionamento entre empresas, porta-vozes, agências de relações públicas e as redações. De acordo com a nova pesquisa realizada pela agência de Relações Públicas LatAm Intersect PR, que atua em toda a região, mais da metade dos jornalistas latino-americanos (52%) conseguiu continuar trabalhando 'sem interrupção' durante a pandemia do COVID-19, enquanto 60% dizem que em suas redações ninguém foi despedido e 37% adaptaram com sucesso seus modelos de negócios às novas realidades comerciais.

O estudo também revela uma evolução na maneira pela qual os jornalistas estão produzindo e verificando conteúdo: 22% estão rastreando e recolhendo citações diretamente dos feeds de mídias sociais dos porta-vozes, enquanto uma proporção semelhante publica respostas e comentários enviados por suas fontes em tempo real. Quase metade (47%) está publicando entrevistas de vídeo ou áudio pré-gravadas enviadas por organizações que desejam contribuir com uma história e 51% estão usando aplicativos de bate-papo para obter e citar conteúdo de fontes.

A pesquisa ainda traz dados sobre o ânimo dos profissionais em relação às perspectivas futuras da profissão. 72% permanecem "otimistas" ou "muito otimistas" e a mudança de canais para publicação de seus trabalhos também é uma novidade - 71% dos jornalistas aumentaram sua presença nas mídias sociais dos veículos nos quais trabalham e quase metade (48%) estão utilizando suas próprias redes sociais para publicar e promover seus artigos e reportagens.

A pesquisa da LatAm Intersect foi realizada com 293 jornalistas (atualmente trabalhando), por questionário por e-mail, entre os dias 10 e 15 de julho passado, de um coletivo de leitores de mais de 170 milhões de todo o Brasil, México, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Costa Rica, e projetada para rastrear a resiliência e a evolução do setor durante este período de pandemia. Com o resultado obtido é possível mensurar alguns indicadores que se diferenciam entre os países.

De acordo com Claudia Daré, sócia-fundadora da LatAm Intersect PR, a pesquisa revela mudanças definitivas nas práticas de trabalho e nos modelos de negócios que as organizações que se envolvem com a mídia na região devem levar em consideração para desenvolver suas estratégias de comunicação.

“Desde o surgimento da COVID-19, 37% dos jornalistas entrevistados passaram a usar as plataformas de mídia social muito mais do que antes, enquanto uma proporção semelhante considera essas plataformas como sua 'principal fonte de contato' com os porta-vozes e as fontes das empresas. Tais mudanças alteram a dinâmica entre a mídia, o departamento de comunicações das empresas e seus porta-vozes. Esse uso das mídias sociais está facilitando um relacionamento mais direto entre jornalistas e fontes de informação. Isso não é só inevitável, mas positivo em termos de transparência e velocidade de resposta. No entanto, os departamentos de comunicação e suas agências precisam adaptar suas práticas tendo esse novo cenário de atuação”, afirma Claudia.

Uma das principais transformações que a pesquisa retrata nesse período de reclusão e trabalho home office, é a maneira de contatar os porta vozes das empresas. Alguns países demonstram uma maior informalidade nesse sentido e uma migração mais acentuada para o uso das mídias sociais pessoais de suas fontes como principal forma de contato. Jornalistas do México (49,2%) são os que mais utilizam esse contato direto, seguido da Colômbia com 44,4%. Jornalistas do Brasil são os que menos utilizam as redes sociais com suas fontes, apenas 28,8% dos respondentes. E profissionais do Chile e Peru afirmam que usam essa forma de contato mais frequentemente do que antes - 43,5% e 41,7%, respectivamente.

Mas a pesquisa também revela áreas de preocupação e cautela. Para 50% dos entrevistados o atual modelo de negócios da imprensa em geral não é sustentável a longo prazo e consideram que fontes alternativas de receita precisam ser encontradas. Quase um quinto (19%) já demitiu entre 10% e 30% de sua equipe e um quarto (25%) está ciente de publicações que foram completamente fechadas como resultado do vírus. Entre os jornalistas brasileiros, 14,5% afirmam que suas redações sofreram cortes em torno de 20%. No México, 17,7% afirmam que suas redações tiveram corte de 50% entre os profissionais e no Chile, 13% informam que 30% dos colaboradores foram despedidos.

Mais da metade (51%) dos jornalistas ainda permanece focada em matérias relacionadas a COVID-19 (contribuindo com até 70% do conteúdo), mas essa situação certamente deve mudar.  No México, 21,3% afirmam que cerca de 90% das notícias de seus veículos de atuação estão focados em assuntos sobre a pandemia, seguido de 24% pelo Peru que dizem ter 80% das notícias comprometidas com assuntos relacionados ao coronavírus. No geral, os jornalistas, em toda a América Latina, concentram-se entre 50% e 90% no assunto.

Claudia explica que essas descobertas também fornecem uma visão valiosa de como as organizações que desejam se comunicar através da mídia podem se adaptar para apoiar o setor e comunicar suas mensagens com mais eficácia. “Agora, mais do que nunca, as organizações precisam pensar além do press release. Conteúdo rico, incluindo vídeos e áudios, em sua maioria em tempo real, e respostas específicas a assuntos do momento são algumas das técnicas que permitirão aos jornalistas gerar conteúdo de qualidade e distinção”, analisa.

Os principais requisitos elencados pelos jornalistas que participaram da pesquisa para prosperar pós pandemia incluem:

  • 53%estão procurando conteúdo personalizado, relevantes e adaptados à sua publicação;
  • 44%precisam de conteúdo 'genuinamente exclusivo';
  • 44%estão em busca de uma visão ou um ângulo mais profundo sobre as notícias do dia;
  • 41%gostariam idealmente de "respostas (quase) em tempo real aos assuntos do dia";
  • 39%estão procurando mais conteúdo de vídeo para apoiar suas matérias;
  • 24%exigem mais informações básicas para contextualizar as histórias.

“A sobrevivência e a prosperidade de uma mídia dinâmica e independente é essencial para empresas e organizações que desejam se comunicar. Hoje, os jornalistas procuram novas formas de conteúdo e colaboração para garantir o mesmo. Acreditamos que os comunicadores – in house e de agência – têm um papel vital a desempenhar nessa evolução”, acrescenta Claudia.

A última questão da pesquisa apresentada aos profissionais era uma pergunta aberta para que eles pudessem expressar com uma palavra como resumiriam seu país depois de passar pela pandemia. O Chile é o país que mais demonstra pessimismo com 81,8% de palavras negativas, seguido do Brasil com 76,7% e do México com 68,9%. Costa Rica e Peru são os mais otimistas com 60% e 52% palavras positivas, respectivamente. 

Homens e mulheres demonstram quase o mesmo nível de pessimismo diante desse momento, com cerca de 60% cada grupo, e os homens, quando são otimistas (33,1%) estão ligeiramente acima mulheres otimistas (28,5%). São os jornalistas mais jovens, até 25 anos, que apresentam maior negativismo diante da pandemia – 81% deles se expressaram com palavras negativas.

As palavras que aparecem com mais frequencia na pesquisa são: caos, incerteza, crise, desigualdade, desastre, devastado, catástrofe entre outras mais positivas como resiliência, resistência, esperança, adaptação, oportunidades e sobrevivente.

“A pesquisa demonstra que os resultados são bastante consistentes entre os países, indicando o profundo impacto que a pandemia está exercendo em todas as mídias da região. Há também muita sincronicidade em todas as respostas, o que nos garante segurança sobre os indicadores desse impacto”, completa Claudia.

Para ter acesso a todos os dados da pesquisa, veja o link: https://bit.ly/2XnDLso

Sobre LatAm Intersect PR

LatAm Intersect PR é uma empresa de relações públicas especializada em campanhas corporativas e de consumo para empresas em toda a região da América Latina. Sua crença fundamental: em um mundo de big data e automação, a capacidade de se conectar com as pessoas, de informar e persuadi-las de um ponto de vista específico por meio de relacionamentos, evidências e discussões é mais importante para as empresas do que nunca.

Com sede em São Paulo, a empresa possui escritórios no México, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Costa Rica (para a América Central).

7

Ago

Jornalismo

Laboratório de jornalismo representativo abre inscrições para programa de Diversidade nas Redações

A Énois, laboratório de jornalismo representativo, lançou na segunda-feira (03) o programa Diversidade nas Redações, em parceria com a Google News Initiative. O projeto vai selecionar dez redações por todo Brasil, com exceção das capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, que já tenham ações práticas de diversidade voltadas às equipes, às pautas desenvolvidas ou aos mecanismos de gestão. As inscrições estão abertas até dia 28.ago.2020 para os veículos de imprensa elegíveis e são realizadas por formulário on-line.

Editores e repórteres selecionados receberão treinamentos durante um ano. As orientações estão ligadas a vários temas, como equilíbrio emocional dos jornalistas, técnicas de apuração para as eleições, diversidade estratégica na gestão jornalística e avaliação de impacto do trabalho realizado.

“As organizações jornalísticas vão receber um repórter que será remunerado pelo projeto. Esse profissional vai sugerir formas para diversificar a cobertura em geral, inclusive das próximas eleições”, explica Simone Cunha, diretora da Énois. E acrescenta: “a diversidade é essencial ao jornalismo para compreender a realidade a partir de perspectivas múltiplas, variadas. Uma compreensão, na verdade, mais real”.

Podem se inscrever redações que produzam em meio on-line de todos os tamanhos e formatos. O início da formação — que terá encontros mensais virtuais — e a entrada do repórter na redação estão previstos para outubro de 2020. Na primeira fase, o foco será a cobertura das eleições municipais, que foram remarcadas para novembro.

::Inscreva sua redação agora::

Com informações da Abraji

7

Ago

Jornalismo

Getty Images premia fotojornalistas que documentaram impacto da pandemia em suas comunidades

Getty Images anunciou os selecionados no programa anual Reportage Grants, que neste ano premiou 8 fotojornalistas com US$ 5 mil cada um por projetos centrados na pandemia da Covid-19. O objetivo da série de doações era apoiar os fotógrafos de todo o mundo enquanto eles trabalham para capturar com segurança o amplo impacto da pandemia em suas comunidades.

Os vencedores do Reportage Grant de 2020 são:

— Forough Alaei: baseado em Teerã, o projeto de Forough explora o impacto da Covid-19 e suas decorrentes restrições de viagem ao longo da costa do Mar Cáspio, um destino popular para turismo doméstico e recreação durante os meses de verão.

— Fabio Bucciarelli: Fabio, do Norte da Itália, continuará a cobertura da pandemia e suas consequências em Lombardia, a região italiana mais afetada pelo vírus. O trabalho de Fabio foca no impacto que a pandemia teve em questões sociais como pobreza e falta de moradia.

— Florence Goupil: de Cusco, no Peru, o projeto de Florence capta os efeitos da pandemia na comunidade da Ilha de Cantagallo, em Lima, que abriga pessoas do grupo indígena Shipibo-Conibo. O vírus se dissipou na comunidade, com muitos recorrendo às tradicionais medicinas naturais à base de plantas.

— Diego Ibarra: fotojornalista baseado em Beirut, Diego documenta como a pandemia do coronavírus se cruzou com a atual crise economia e política do Líbano, bem como suas consequências para os imigrantes e comunidades de refugiados do país.

— Ingmar Nolting: Ingmar, que vive em Leipzig, continua examinando o impacto da COVID-19 na Alemanha. O projeto da fotojornalista registra como a sociedade encontra seu retorno à vida depois do lockdown e a recuperação da economia alemã.

— Tommaso Protti: o projeto de Tommaso documenta a disseminação da Covid-19 em São Paulo, onde ele vive, e em Manaus, os dois epicentros da pandemia no Brasil. Em particular, seu trabalho observa como a doença afeta as comunidades mais pobres e vulneráveis das duas cidades.

— Nicolò Filippo Rosso: Nicolò, que vive em Bogotá, captura como a pandemia tem afetado os migrantes venezuelanos na Colômbia, onde a medidas de isolamento social os impediram de ganhar a vida e forçaram muitos a voltar à Venezuela.

— Shi Yangkun: em Wuhan, cidade chinesa onde o coronavírus foi descoberto, Shi documenta a recuperação da cidade depois da pandemia, especificamente focando na recuperação física e psicológica dos pacientes da COVID-19 na cidade.

“Tem sido a nossa missão na Getty Images mover o mundo com imagens desde nossa origem, há 25 anos. Isso é mais importante agora do que nunca, conforme as narrativas visuais têm a habilidade única de captar a disseminação e consequências duradouras da pandemia”, diz Ken Mainardis, Vice Presidente Sênior de conteúdo da Getty Images.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130073/getty-images-premia-fotojornalistas-que-documentaram-impacto-da-pandemia-em-suas-comunidades/

5

Ago

Jornalismo

Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral promove laboratório para jonalistas

O VII Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral (CBDE), maior e mais tradicional evento sobre o tema do país, promove, como parte da programação prévia deste ano, o Laboratório de Direito Eleitoral para jornalistas. O evento, dia 10 de agosto, às 9h, ocorrerá de maneira on-line para repórteres de veículos de todo o Brasil. Os participantes terão a oportunidade de se atualizar sobre legislação e Justiça Eleitoral e poderão tirar dúvidas com membros da comissão organizadora do CBDE.

Na programação, haverá informações sobre temas como as medidas a serem adotadas na eleição devido à pandemia; criminalização das fake news e alterações nas regras de financiamento de campanha. Também estará em pauta o fim das coligações nas eleições proporcionais e suas consequências. Outro tópico será uma breve análise sobre a possibilidade de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão do ponto de vista da norma eleitoral vigente.

O objetivo é levar informações atualizadas aos jornalistas que atuam com cobertura eleitoral em sua rotina e, ao mesmo tempo, gerar uma aproximação com os profissionais da imprensa a fim de compreender melhor a dinâmica da cobertura sobre o tema.

Os participantes receberão certificado de 2 horas pela participação no evento.
Inscrições aqui.   

Confira a programação completa:
1. JUSTIÇA ELEITORAL E O PROCESSO ELEITORAL
Luis Fernando Pereira
- Composição do TSE e dos TRE's e o perfil dos Ministros atuais
- Características marcantes do processo eleitoral
- Quando a Justiça Eleitoral pode cassar um mandato? Uma sucinta análise do caso ‘Bolsonaro-Mourão’

2. PROPAGANDA ELEITORAL X FAKE NEWS
Com Diogo Rais
- Conceito e relação com a liberdade de expressão
- Limites da manifestação, propaganda negativa e direito de resposta
- Propaganda eleitoral na Internet e a questão das fake news

3. AS NOVIDADES ELEITORAIS PARA 2020
Ana Carolina Clève
- Alterações nas regras de financiamento de campanha
- O fim das coligações nas eleições proporcionais e o limite nominal de votos
- Eleições e pandemia: quais medidas estão previstas para contornar o problema e o que podemos esperar?

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/1-noticias/jornal-anj-online/30543-vii-cbde-promove-laboratorio-de-direito-eleitoral-para-jonalistas.html

3

Ago

Jornalismo

Duas Ex-InterTV, as jornalistas Mariana Rocha e Heloísa Guimarães estreiam jornal na Band ainda em agosto

Uma aposta em um jornal diferente para o horário do almoço, na Band TV, irá reunir duas jovens jornalistas, que até pouco tempo atrás, estavam na linha de frente do jornalismo da InterTV Cabugi. Mariana Rocha, que anunciou sua saída da afiliada Globo no sábado passado, e Heloísa Guimarães, que deixou a TV no final de junho, vão comandar a bancada desse novo programa que promete ter uma pegada diferente.

“Será um outro olhar sobre o jornalismo para o horário, totalmente diferente dos programas que estão no ar nessa faixa”, afirma Mariana Rocha. A expectativa é de que a Band comece a divulgar o novo jornalístico no final desta semana, que deverá ter 25 minutos de duração e trazer reportagens e entrevistas.

As duas jornalistas chamaram a atenção pela iniciativa de pedirem demissão da InterTV em um momento que o jornalismo da afiliada Globo passa por mudanças, e agora se juntam no novo projeto. Não será a primeira vez que estarão juntas: Heloísa e Mariana se conheceram na faculdade de jornalismo da UFRN – as duas se formaram em comunicação social na federal, e chegaram a dividir em alguns momentos a bancada do Jornal da Tropical, emissora em que trabalharam antes da InterTV.

Heloísa, 31 anos, tinha 6 anos de InterTV Cabugi. Entrou como repórter, atuou em séries especiais que tiveram destaque na programação da emissora e vinha na função de editora do Bom Dia RN até sua saída em junho.

Já Mariana Rocha, 31 anos, começou nas telinhas na TV-U, sendo logo depois convidada para a TV Tropical. Lá foi repórter, assumiu um programa de gastronomia aos sábados e passou dois anos na bancada do Jornal da Tropical. Após quase 6 anos de Record, foi para a InterTV. Viveu ainda a experiência de morar em Brasília, onde assessorou o então deputado federal Fábio Faria (hoje Ministro das Comunicações) durante dois anos. Quando voltou, reassumiu o trabalho na InterTV e vinha se destacando como uma das principais repórteres da emissora e apresentadora do Bom Dia Sábado.

O anúncio da sua saída da emissora teve uma enorme repercussão em blogs e mídias sociais. “Agora, começa um novo ciclo, um novo desafio, e estou muito entusiasmada com ele”, conta Mariana.

31

Jul

Jornalismo

Plástico nos oceanos pode chegar a 600 milhões de toneladas em 2040

Caso não sejam tomadas medidas urgentes e de impactos ambientais e financeiros, o volume de plástico existente no mercado dobrará, o volume anual do produto que entra no oceano subirá de 11 milhões de toneladas, em 2016, para 29 milhões de toneladas, em 2040, e a quantidade nos oceanos quadruplicará, atingindo, no mesmo período, mais de 600 milhões de toneladas.

A projeção foi feita pelo estudo Breaking the Plastic Wave (Quebrando a Onda dos Plásticos, em tradução livre), publicado este mês pela Pew Charitable Trusts e a Systemiq e feito em parceria pela Fundação Ellen MacArthur, Universidade de Oxford, Universidade de Leeds e Common Seas.

Os 29 milhões de toneladas de plástico que poderão entrar nos oceanos em 2040 representarão 100% de emissão de gases de efeito estufa, envolvendo um cenário sem mudanças na cultura ou no comportamento do consumidor. O custo líquido desse vazamento é estimado em US$ 940 bilhões por ano.

Em entrevista por e-mail à Agência Brasil, o líder da iniciativa Nova Economia do Plástico, criada em 2016 pela Fundação Ellen MacArthur, Sander Defruyt, explicou que o cenário descrito no estudo é uma projeção do que pode ocorrer caso o cenário permaneça como está. “Ele revela o quanto é poluente e desperdiçador o atual sistema e reforça a necessidade de uma mudança. A transição para uma economia circular do plástico poderia gerar economia anual estimada em US$ 200 bilhões, em comparação ao cenário atual, além dos benefícios ambientais e climáticos”.

Solução prévia
Para a idealizadora da fundação, Ellen MacArthur, a solução tem que ser encontrada muito antes que o plástico chegue aos oceanos. Ela reiterou que uma mudança em direção a uma economia circular, com a máxima redução do uso do plástico, da coleta e reciclagem, e a substituição do produto sempre que possível, permitiria que,até 2040 o volume que entra nos oceanos caísse para 5 milhões de toneladas por ano.

O custo líquido total para todo o sistema, que abrange desde a matéria-prima até a produção e o gerenciamento pós-uso, seria reduzido para US$ 740 bilhões. Considerando dados de 2016, que indicam um vazamento de 11 milhões de toneladas de plástico nos oceanos, a redução seria de 52%. A emissão de gases poluentes na atmosfera diminuiria para 75% ao ano.

A economia circular é um conceito econômico que faz parte do desenvolvimento sustentável. É uma nova forma de pensar o futuro e como nos relacionamos com o planeta, dissociando o crescimento econômico e o bem-estar humano do consumo crescente de novos recursos.

Fonte: Agência Brasil

30

Jul

Jornalismo

UFRN seleciona bolsista nas áreas de Jornalismo e Língua Portuguesa

O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), divulgou edital para a seleção de bolsista de iniciação científica para o Projeto de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Aplicado a Esclerose Lateral Amiotrófica. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de agosto, por meio da Plataforma de Processos Seletivos do LAIS, disponível no endereço https://selecoes.lais.huol.ufrn.br/. Veja o edital.

O processo visa a seleção de alunos de graduação que estejam regularmente matriculados em curso da UFRN nas áreas de Comunicação Social/Jornalismo e Letras – Língua Portuguesa, todos a partir do 5º período do curso. Os candidatos aprovados no processo seletivo comporão uma lista de cadastro de reserva, sendo então convocados conforme a ordem do resultado final da seleção, a disponibilidade de eventuais vagas e a validade do processo seletivo. 

Os candidatos convocados deverão, no âmbito do Projeto revELA, desenvolver atividades e pesquisas relacionadas com a acessibilidade de materiais didáticos impressos e audiovisuais ou qualquer outro produto desenvolvido pelo Projeto.

Para participar da seleção é preciso ter disponibilidade para cumprimento de até 20 horas semanais, conforme plano de trabalho a ser definido no início das atividades. O valor da bolsa é de R$ 600,00, mensais.

28

Jul

Jornalismo

Apresentador e jornalista Rodrigo Rodrigues morre aos 45 anos

O jornalista e apresentador Rodrigo Rodrigues faleceu nesta terça-feira (28), aos 45 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado desde o último sábado (25), com diagnóstico positivo para o novo coronavírus (covid-19), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Unimed Rio. Após a internação, a equipe médica detectou que ele havia sofrido uma trombose venosa cerebral. A morte encefálica foi comunicada pelo hospital em nota oficial.

Rodrigues foi internado no último sábado (25), relatando dor de cabeça, vômitos e desorientação, além de sintomas relacionados à covid-19. Segundo o Grupo Globo, empresa na qual trabalhava, o jornalista informou, no último dia 9, que um amigo com quem tivera contato recente havia testado positivo para covid-19. Quatro dias depois, o exame feito pelo apresentador constatou que ele também havia contraído o vírus.  O jornalista, conforme declarou o Grupo Globo, cumpriu o isolamento em casa e, apesar de sintomas leves, sentia-se bem, até as complicações do último sábado (25).

No domingo (26), dia seguinte à internação, Rodrigues teve que passar por uma cirurgia para diminuição da pressão intracraniana, consequência da trombose. Ele estava em estado grave, em coma induzido, e hoje (28) não resistiu às complicações.

"RR", como era conhecido, apresentava o programa Troca de Passes, no SporTV - a última participação foi justamente no dia 9 de julho. Ele chegou à Globo no início de 2019, após passagens pelas emissoras Rede VidaCulturaESPNSBTBandeirantesGazeta e Esporte Interativo. Em 30 de setembro de 2018, o jornalista participou do programa No Mundo da Bola, da TV Brasil.

Além do segmento esportivo, no qual ingressou em 2011, na ESPN, Rodrigo Rodrigues também se notabilizou em programas culturais, como Vitrine, na Cultura, e 5 Discos, na Gazeta. Apaixonado por música, o jornalista era guitarrista da banda The Soundtrackers, especializada em trilhas sonoras do cinema.

Em nota, a Globo lamentou a morte do apresentador: "A morte de Rodrigo abre uma ferida que vai muito além do profissional insubstituível. Dentro e fora da Globo, dezenas de pessoas sentem a perda de um amigo. E a família chora a partida de um parente que conquistou uma legião de admiradores".

Com informações da Agência Brasil

27

Jul

Jornalismo

Tribunal Superior Eleitoral faz campanha contra a desinformação: “Se for fake news, não transmita”

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estreará uma nova campanha de combate à desinformação com a mensagem “Se for fake news, não transmita”. O objetivo é abordar a disseminação de notícias falsas no dia a dia da sociedade, com ênfase no impacto negativo desse fenômeno nos processos democrático e eleitoral brasileiros, bem como na vida dos cidadãos.

Para dar amplitude à mensagem, o TSE contará com a divulgação do biólogo Atila Iamarino, youtuber e divulgador científico que tem atuado contra notícias falsas durante a pandemia do coronavírus (causador da Covid-19).

O especialista participou da segunda live da série “Diálogos Democráticos” e, na conversa com o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, mencionou o quão nociva pode ser uma notícia falsa. “Agora, durante a pandemia da Covid-19, foi divulgada, no Irã, uma informação falsa de que o consumo de metanol evitaria a doença. Mais de mil pessoas morreram no país pelo consumo de metanol”, exemplificou.

O combate à desinformação é um dos compromissos da gestão do ministro Barroso, que enfatiza o papel da Justiça Eleitoral em assegurar a democracia brasileira e a preocupação da Corte com campanhas de desinformação, de difamação e de ódio na internet. Para o ministro, “as mídias sociais, as plataformas de internet, os veículos de imprensa e a própria sociedade são os principais atores no enfrentamento da desinformação”, uma vez que, segundo sua avaliação, a Justiça Eleitoral tem um papel importante, porém residual, no enfrentamento das fake news, pois o Judiciário não tem nenhuma intenção de se tornar censor da liberdade de expressão das pessoas.

Voltado ao processo eleitoral deste ano, o TSE mantém, desde agosto de 2019, o Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020. A iniciativa conta com a parceria de 49 instituições – entre partidos políticos, entidades públicas e privadas, associações de imprensa, plataformas de mídias sociais, serviços de mensagens e agências de checagem – que se comprometeram a trabalhar com a Justiça Eleitoral para minimizar os efeitos negativos provocados pela desinformação no processo eleitoral brasileiro.

A Corte Eleitoral também mantém uma página específica na internet com diversos conteúdos sobre o tema. No site Desinformação, é possível encontrar esclarecimentos sobre informações falsas divulgadas durante as Eleições Gerais de 2018 envolvendo a Justiça Eleitoral, a urna eletrônica e o voto. O cidadão também tem acesso a uma série de vídeos explicativos produzidos pelo Núcleo de Rádio e TV da Assessoria de Comunicação do Tribunal.

A campanha “Se for fake news, não transmita” será veiculada no rádio, na televisão, na internet e em todas as redes sociais do TSE, em data a ser definida.
 

21

Jul

Jornalismo

Empresa Júnior de jornalismo da USP promove evento online gratuito no sábado

A internet está sempre em constante mudança e, muitas vezes, é quase impossível conseguir acompanhar tudo o que acontece de forma online. Tendo em mente a necessidade de refletir sobre os novos rumos da comunicação, a Jornalismo Júnior idealizou o IN: por dentro das tendências da comunicação, um evento online, para debater as novas tendências, movimentos e perspectivas que têm ganhado espaço nas redes sociais. 

Em parceria com a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), Fullframe e os Trovadores Urbanos, o evento acontecerá no dia 25 de julho (sábado) e será transmitido ao vivo pelo canal da empresa no Youtube, no link: http://www.youtube.com/user/jornalismojr. O evento será dividido em duas mesas, cujos temas são: “Como produzir infoentretenimento de qualidade?” às 15h e “Comunicação e influência” às 18h. 

A Jornalismo Júnior é uma empresa júnior da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA - USP) e atua na área de comunicação por meio do trabalho voluntário de alunas e alunos do curso de jornalismo. Todos os anos,produz eventos  que sejam capazes de expandir discussões importantes dos bastidores da produção de informações e conteúdos informativos.

Em 2020, devido à impossibilidade de realizar eventos presenciais sem comprometer a saúde coletiva, optamos por transmiti-lo virtualmente para todo o país, levando a informação para ainda  mais pessoas. Confira a programação confirmada na nossa página do evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/319620996088523/.

14

Jul

Jornalismo

Prêmio Vladimir Herzog abre inscrições

Estão abertas as inscrições do Prêmio Vladimir Herzog. Em sua 42ª edição, o evento é realizado por uma comissão constituída pela Abraji e por outras 13 instituições. Jornalistas, repórteres fotográficos e ilustradores têm até o dia 6.ago.2020 para inscrever suas produções.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, a solenidade de premiação de 2020 será oferecida em ambiente virtual. Com abrangência nacional, o prêmio destaca trabalhos que valorizam a democracia e os direitos humanos.

Segundo as regras, serão aceitas as inscrições de produções jornalísticas em seis categorias: arte, fotografia, produção jornalística em texto, em áudio, em vídeo e em multimídia. Os candidatos devem acessar o site do prêmio, preencher a ficha cadastral, e anexar o trabalho publicado no período entre 21.jul.2019 e 31.jul.2020. Na edição passada, a premiação teve recorde de inscrições, com 692 concorrentes.

13

Jul

Jornalismo

Estúdio novo: com recursos próprios, BAND Natal inaugura novos cenários para os programas produzidos pela emissora

Seguindo a tendência da BAND Nacional que no próximo dia 14 de julho estreia o novo estúdio do MasterChef Brasil, a BAND Natal inaugurou no início do mês os novos cenários dos principais programas da sua grade de programação local. De acordo com diretor-geral da emissora, Carlos Basto, a repaginação foi feita com recursos próprios, dotando a emissora com estúdio e cenários entre os mais modernos da televisão potiguar.

Bastos assinala que o projeto procurou valorizar os seis programas produzidos pela casa, que também ganharam móveis e púlpitos novos.

O diretor da BAND Natal enfatiza que a renovação do estúdio da emissora segue o mesmo padrão de qualidade e obedece a projetos semelhantes aos que foram implantados em estados do Sul/Sudeste do País.

Os novos cenários da emissora potiguar são semelhantes aos utilizados pela BAND Rio Grande do Sul e Campinas. São mais versáteis e têm uma iluminação cenográfica com cores que se adaptam ao estilo do programa. 

"No Band Mulher, até pelo próprio nome, procura-se usar uma variação de cores mais femininas, como o lilás, por exemplo. O diferencial é que agora temos um estúdio inovador e atual, valorizando a nossa grade de programas locais. explica Basto. 

Segundo ele, o novo estúdio não só atende aos protocolos de segurança e higiene, como também foi dimensionado para valorizar o ambiente cenográfico.

9

Jul

Jornalismo

Marie Claire traz série de capas especiais com jornalistas que estão na cobertura da pandemia

Em um ano completamente atípico como 2020, por conta da pandemia de Covid-19, o jornalismo se mostrou ainda mais essencial. E essa é a primeira vez no Brasil que um acontecimento desse porte reúne tantas vozes femininas na cobertura dos veículos de comunicação e à frente dos grandes assuntos.

Para homenagear o trabalho da imprensa e, em especial, das jornalistas que estão comprometidas com o acesso transparente à informação, a edição de julho/agosto da revista Marie Claire, publicada pela Editora Globo, traz uma série de capas especiais com 26 repórteres, editoras, fotojornalistas, radialistas, diretoras e apresentadoras que têm tido grande destaque ao tratar de assuntos como política, economia, saúde e racismo em novos formatos de trabalho no período de isolamento social.

São 10 capas, sendo 2 impressas e 8 digitais, com profissionais que trabalham para jornais, revistas, TVs, rádio ou sites. Entre as profissionais estão Maju Coutinho, apresentadora do Jornal HojeAndréia Sadi, apresentadora e repórter de política da GloboNews, do G1 e da CBNFlávia Oliveira, colunista do jornal O Globo e da CBN, comentarista da GloboNews e apresentadora do Canal FuturaPoliana Abritta, apresentadora do Fantástico.

Tem também Aline Midlej, apresentadora da GloboNews; Vera Magalhães, apresentadora do Roda Viva, colunista do Estadão e editora do site BR PolíticoClarissa Oliveira, repórter na TV Band, Bandnews Rádio BandeirantesNatuza Nery, comentarista de política e de economia da GloboNews, colunista do G1 e comentarista da CBN; Flavia Lima, ombudsman da Folha de S. PauloGabriela Biló, fotojornalista no Estado de S. Paulo.

“Em um momento em que nossa jovem democracia está sendo colocada à prova, são essas mulheres as que sofrem mais ameaças – de robôs da internet a membros do governo”, analisa Laura Ancona, diretora de Redação de Marie Caire.

Além das capas, a edição especial de Marie Claire conta com mais 16 perfis de jornalistas que estão com suas rotinas de trabalho mais intensas e lutam diariamente para retratar assuntos pertinentes nos veículos de comunicação. Nomes como o Renata Vasconcellos, Christiane Pelajo, Ana Paula Araújo, Camila Bonfim, Candice Carvalho, Patrícia Campos Mello, Cecília Olliveira, Daniela Lima, Cláudia Collucci e outros estarão em destaque na publicação.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128782/marie-claire-traz-serie-de-capas-especiais-com-jornalistas-que-estao-na-cobertura-da-pandemia/