Jornalismo

8

Out

Jornalismo

Jornalista recebe Diploma e Medalha "Amigo da Brigada"

O jornalista Elias Medeiros, recebeu na manhã desta quarta-feira (7), o Diploma e Medalha “Amigo da Brigada”, entregue a personalidades civis e militares que cooperaram com o desenvolvimento das atividades da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército Brasileiro.  A solenidade militar foi presidida pelo Comandante da 7ªBda Inf Mtz, General ULISSES de Mesquita Gomes, e reuniu os Comandantes das Organizações Militares do EB sediadas em Natal e da Paraíba:  João Pessoa,  Bayeux e Campina Grande.

Durante a entrega da honraria o Gen ULISSES destacou o trabalho do jornalista na divulgação da imagem da instituição Exército Brasileiro no período da pandemia da Covid-19 e parabenizou o trabalho social realizado pelo projeto Chic é Ser Solidário, coordenado pelo jornalista Elias Medeiros, em favor dos idosos que vivem em Abrigos da capital potiguar.

O jornalista Elias Medeiros agradeceu: "É uma honra receber este Diploma e o reconhecimento do Exército Brasileiro aqui representado pelo Comandante da 7ªBda Inf Mtz, General ULISSES. A informação, este é o caminho mais rápido para levar  a população o quanto tem sido intensa e prestativa a atuação das Forças Armadas no trabalho de Desinfecção durante a pandemia da coivd-19", em áreas internas e externas de instituições públicas em todo país, em especial no estado do Rio Grande do Norte".

"Ser reconhecido pelo trabalho social que realizo é importante, mas o principal é conscientizar a sociedade da ajuda aos Abrigos de Idosos da nossa cidade, esse é o nosso objetivo. "Chic é Ser Solidário", acrescentou Elias.

Quem desejar ajudar o projeto basta entrar em contato pelo (84)- 9-9950-5602 WhatsApp. O Instagram do projeto é o: @chicesersolidarionatal. Para ajudar diretamente ao abrigo Instituto Juvino Barreto o contato é (84) 3322-7311 – 9-9696-5828.

2

Out

Jornalismo

Fato ou Boato: agências de checagem anunciam colaboração para identificar fake news no período eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou ontem (1º) a formação de uma parceria com sete agências de checagem que trabalharão na identificação de notícias falsas (fake news). A ação faz parte de uma série de iniciativas destinadas a combater a desinformação durante as eleições municipais deste ano.

Pela parceria, as agências e integrantes do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) trabalharão em contato permanente para monitorar notícias falsas ligadas às eleições e “encontrar, da forma mais ágil possível, respostas verdadeiras e precisas”, segundo a Justiça Eleitoral.

O resultado das verificações será publicado no site Fato ou Boato, que, até o segundo turno (29 de novembro), poderá ser acessado pelo celular sem consumo do pacote de dados, conforme parceria com as principais operadoras de telefonia.

As agências parceiras da iniciativa são: AFP, Agência Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-Farsas, Estadão Verifica, Fato ou Fake e UOL Confere.

Segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, mais do que interferir em publicações, o objetivo da iniciativa é respondê-las com informações fidedignas e “inundar o mercado de ideias com noticias verdadeiras”, valorizando o trabalho da imprensa profissional.

Outro foco de atuação será identificar comportamentos inautênticos na internet, campanhas coordenadas de desinformação, “muitas vezes provenientes de verdadeiras milícias digitais, organizadas hierarquicamente, com financiamento privado e atuação concertada para a difusão de mentiras e ataques às instituições”.

Fonte: Agência Brasil

1

Out

Jornalismo

Os 14 candidatos que disputam a Prefeitura do Natal confirmam presenças hoje no debate da BAND Natal

Todos os 14 candidatos que estão disputando a Prefeitura do Natal confirmaram presença no primeiro debate eleitoral que será realizado pela BAND Natal, nesta quinta-feira, dia 1º, dando oportunidade ao eleitorado de definir quais dos postulantes que têm as melhores propostas para dirigir a capital potiguar a partir de janeiro do próximo ano.  O evento terá início a partir das 22h:30, sob a mediação de Anna Ruth Dantas, no hotel Holyday Inn.

Desde a redemocratização, a Band é pioneira na realização dos debates eleitorais, sempre sendo a primeira emissora a realizá-los. “Será uma das poucas oportunidades que o eleitor natalense terá de ouvir as propostas e o debate de ideias com todos os candidatos presentes. Costumo dizer que a Band é a casa da democracia”, comemora Carlo Bastos, diretor geral da Band Natal.

Com transmissão ao vivo, vão participar do debate o prefeito Álvaro Dias (PSDB), que até  momento se apresenta como o favorito no pleito de 15 de novembro, Kelps Lima (Solidariedade),  Jean Paul Prates (PT), Hermano Morais  (PSB), Fernando Pinto (Novo),  Afrânio Miranda (PODEMOS), Rosália Fernandes (PSTU), Nevinha Valentim (PSOL), Jaydir Oliver (DEMOCRACIA CRISTÃ), Carlos Alberto (PV),  Sérgio Leocádio(PSL/PP),   Coronel Hélio (PRTB/PTB), Fernando Freitas (PC do B) e Coronel Azevedo (PSC). 
 

30

Set

Jornalismo

Curso gratuito prepara jornalistas para checar fatos durante eleições

Projeto Comprova abriu as inscrições para o Curso Comprova de verificação, com objetivo de capacitar jornalistas para investigar conteúdos suspeitos relacionados às eleições municipais. As aulas serão gratuitas e realizadas de modo remoto e assíncrono, entre os dias 07.out.2020 e 17.out.2020. O prazo de inscrição é até as 14h de segunda-feira, 05.out.2020.

Monitorar a desinformação durante o pleito eleitoral de novembro vai ser um novo desafio, na avaliação de Sérgio Lüdtke, editor do Comprova. O projeto, liderado pela Abraji, reúne jornalistas de 28 veículos de comunicação brasileiros que investigam informações enganosas, inventadas e deliberadamente falsas sobre políticas públicas compartilhadas nas redes sociais ou por aplicativos de mensagens.

“Será a primeira eleição municipal no Brasil em que vamos efetivamente fazer verificação de conteúdos produzidos por cidadãos comuns, que se identificam com determinado local”, afirma Lüdtke, que também é coordenador de cursos da Abraji.

O Comprova recebe materiais suspeitos via WhatsApp ou no próprio site, na seção “Pergunte ao Comprova”. Por isso, o monitoramento da desinformação terá de ser fracionado entre os 5.570 municípios da federação. Lüdtke lembra ainda que seis em cada dez das cidades brasileiras podem ser caracterizadas como desertos de notícia — não têm um veículo jornalístico que produza informação local.

Este ano, o Comprova está incentivando a inscrição de jornalistas que contribuam com veículos locais e hiperlocais, como um bairro ou uma comunidade: “eles são fundamentais para identificar estratégias de desinformação em suas regiões”, explica.

Com uma carga horária de 10 horas, o novo programa está baseado na metodologia criada pela First Draft e utilizada desde as eleições de 2018 pelo Projeto Comprova no Brasil.

Os instrutores têm experiência com o tratamento da desinformação:

Sérgio Lüdtke - Projeto Comprova | Desinformação e eleições

Cido Coelho - SBT | Preparo do ambiente de trabalho e caixas de ferramentas

José Antonio Lima - Projeto Comprova | Monitoramento de redes sociais

Jamile Santana - Painel Jornalismo de Dados | Técnicas para verificação de dados

Helio Miguel Filho - Projeto Comprova | Trabalhando com buscadores

Luisa Alcantara e Silva - Folha de S. Paulo | Verificando fotos

Alessandra Monnerat - Estadão Verifica | Verificando vídeos

Cido Coelho - SBT | Verificando mapas (e outros)

Luisa Alcantara e Silva - Folha de S. Paulo | Narrativas de checagem

Os instrutores vão abordar alguns casos e estratégias recorrentes de desinformação ao longo do curso e apresentarão ferramentas úteis para qualquer checagem.

O coordenador do curso aponta que novas táticas para disseminar informações falsas se intensificam à medida que a tecnologia avança. Vídeos produzidos com deep fakes, uma aplicação de deep learning usada para colocar o rosto de uma pessoa em outra, “podem vir a suscitar dúvidas nos eleitores, mas não são a principal preocupação”, explica Lüdtke.

“Conteúdos mais singelos podem fazer um estrago muito maior. Basta que sejam verossímeis”, complementa o editor do Projeto Comprova. Ele explica que interpretações enviesadas dos fatos, materiais fotográficos ou em vídeo tirados de contexto podem ser tomados como corretos e conseguir grande alcance.

Em meio a um pleito eleitoral, “essas técnicas podem ser utilizadas por alguém habituado às redes sociais para proporcionar dano a algum candidato ou supervalorizar o trabalho de outro”, esclarece Lüdtke.

Inscreva-se neste formulário até as 14h de segunda-feira05.out.2020, para acompanhar as aulas oferecidas na plataforma de cursos da Abraji.

Patrocinadores e apoio

O Projeto Comprova é uma iniciativa da First Draft, liderada pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Google News Initiative e Facebook Journalism Project ajudaram a financiar o projeto, e ambas as empresas fornecem suporte técnico e treinamento para as equipes envolvidas.

O Comprova tem como parceiros institucionais a Associação Nacional de Jornais no Brasil (ANJ), o Projor, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), a agência Aos Fatos e a RBMDF Advogados.

Os parceiros de tecnologia são CrowdTangle, NewsWhip, Torabit, Twitter e WhatsApp.

26

Set

Jornalismo

Saiba por que a área de conteúdo digital é oportunidade para jornalistas se reinventarem

A história da comunicação se mistura diretamente com a atuação dos jornalistas. A cada evolução tecnológica esses profissionais não só acompanham os reflexos sociais como também precisam se adaptar novas maneiras de produzir e distribuir informação. 

Até há poucos anos, meios como televisão, rádio, jornais e revistas eram as principais opções do público. Mas quando a internet se tornou um commodity, o computador virou a principal ferramenta de trabalho e o smartphone ocupou o papel de melhor amigo. 

É nesse contexto que a profissão do jornalista precisou se reinventar para continuar existindo e novas oportunidades  também apareceram para aqueles que souberam acompanhar o compasso da tecnologia. "A importância desse profissional é inegável, já que a necessidade de uma boa apuração dos fatos e de técnica na hora de narrá-los ao público não podem ser substituídas por nenhuma tecnologia. Por outro lado, todo esse conhecimento também pode ser aproveitado em novas áreas como o SEO", opina Viviane Camargos, jornalista e fundadora da Experta Media, empresa com foco em produção e distribuição de conteúdo para estratégias de SEO (técnicas para sites ranquearem no Google.)

Jornalistas que desejam contribuir com a sociedade produzindo notícias de qualidade ou que, ao trabalhar com assessoria de imprensa, desejam que suas matérias obtenham uma boa projeção na mídia on-line precisam entender como funciona a classificação de qualidade dos conteúdos pelos mecanismos de busca, como o Google e se adaptar a esse novo ritmo. "Para contribuir ainda mais com esse processo de readaptação criamos um guia de SEO para jornalistas. É uma forma de fortalecermos o mercado e a profissão", completa Viviane

O que é SEO?

Search Engine Optimization, ou somente SEO, é um conjunto de ações desenvolvidas em um site com o objetivo de torná-lo mais detectável aos olhos do Google. Fazer uma otimização SEO é, portanto, fazer escolhas baseadas nas diretrizes que os motores de busca determinam para avaliar um domínio e decidir qual posição ele merece no ranking de resultados.

Esses cuidados precisam ser tomados desde a concepção do site, na hora de escolher uma hospedagem e uma plataforma, por exemplo. Existem regras que estão sempre sendo atualizadas pelos engenheiros do Google com o objetivo de manter esse serviço confiável e atrativo para as pessoas que o utilizam. Por isso os sites são avaliados frequentemente pelos robôs dos buscadores.

Na hora de produzir conteúdos, como uma matéria em formato de texto, o conhecimento em SEO também precisa ser acessado. Todo conteúdo publicado na internet tem o poder de atrair quem procura por ele, basta que ele seja criado estrategicamente.

SEO para jornalistas: o que os profissionais da mídia precisam saber

Um lead bem estruturado responde às perguntas fundamentais de quem busca por informação - o que, quem, quando, onde, como e por que - logo no início do texto. Quem é jornalista sabe que essa é a forma ensinada nas universidades e replicada nas redações. Mas quando o conteúdo vai ser publicado na internet, existem outros fatores tão importantes quanto esses.

Além do compromisso em propagar apenas fatos verídicos - o que ajuda a manter a internet segura contra fake news (desinformação, boatos) e outros golpes - o jornalista de 2020 precisa facilitar o caminho entre a notícia e o leitor, usando o Google a seu favor.

Link building: distribuição de conteúdo para construir autoridade

A rotina do jornalista digital também mudou no que diz respeito à distribuição de matérias, notas e releases. A rede de contatos e de influência segue tendo o mesmo peso, mas agora é possível (e inteligente) avaliar as métricas de cada parceiro na divulgação.

Isso porque a partir da inserção de um link em uma matéria que venha a ser publicada em um site de peso é possível elevar a percepção de autoridade que o Google tem sobre o domínio referenciado.

Nada novo por aqui: se alguém muito respeitado tem respeito por você, a comunidade ao redor também será levada à mesma conclusão.

O jornalismo não vai acabar. O valor da informação de qualidade segue sendo inestimável. Basta se adaptar sobre aquilo que é exigido do SEO para jornalistas e fluir na nova era da comunicação.

23

Set

Jornalismo

Google News Initiative lança programa de apoio à imprensa

Para auxiliar empresas de mídia a se desenvolverem no meio digital, o Google News Initiative (GNI) estreou na última quinta-feira (17), mais uma ação. O Programa de Crescimento Digital é gratuito e online, disponível em 10 idiomas, para vários países. Para participar, a empresa ou jornalista deve fazer o cadastro no site até o início de outubro.

De acordo com a gerente de Estratégia e Relações com a Indústria do Google, Erica Noda, o objetivo é que os conteúdos capacitem profissionais a utilizarem todas as possibilidades do Google para a produção, apuração e divulgação dos conteúdos.

“A nossa ideia é prover recursos seja por meio de ferramenta ou de conteúdo via playbook ou de exercícios para que as organizações de mídia e os jornalistas possam fazer a transição de modo mais simples para um universo digital. Isso, a gente sabe não é algo que acontece da noite para o dia, muitas vezes é um processo que leva mais tempo e é parte de um aprendizado”, explica.

Para o desenvolvimento do projeto, o Google News Initiative utilizou as lições de programas lançados anteriormente e contou com a colaboração de especialistas da área. Alguns deles são: FT StrategiesFTI Consulting e Mather Economics, além de associações de notícias, incluindo INMALocal Media Association e WAN-IFRA.

Para Erica, o projeto pode ser considerado um passo seguinte ao que a empresa fez até o momento. “De certa forma, é uma progressão do que fizemos nos últimos dois anos. Queremos tornar esses conteúdos e série de aprendizados que tivemos nesse período acessível a qualquer usuário e disponível de forma online”, afirma.

Desde 2018, o Google News Initiative cria ações globais de apoio à mídia e cursos online para jornalistas. A ação mais recente foi lançada em junho, com o objetivo de promover o licenciamento de conteúdos a veículos do Brasil, Alemanha e Austrália. Entre os sites de notícias brasileiros participantes estão: Estado de Minas, A Gazeta, Correio Braziliense e UOL.

Como será o novo programa?

O Programa de Crescimento Digital será baseado em cinco tópicos principais: desenvolvimento de audiência, monetização de audiência, monetização de publicidade, dados e produto. Os conteúdos são disponibilizados em forma de playbooks, exercícios interativos e workshops.

A ideia é que os participantes tenham autonomia com relação aos horários dedicados ao programa e ao tempo de conclusão, com exceção dos workshops. As palestras serão ao vivo e seguirão um calendário específico, divulgado no site.

Apesar do direcionamento à mídia, Erica explica que os conteúdos também podem ser aplicados a outros setores de uma empresa, melhorando o diálogo entre eles. “A ideia é que a gente tenha um conteúdo que sirva para os mais diversos times e que a gente acabe com essas barreiras excessivas que, às vezes, existem nas organizações”, finaliza.

Para acessar os conteúdos e fazer inscrição, acesse o site do Programa de Crescimento Digital.

Fonte: Portal Comunique-se

23

Set

Jornalismo

Curso do TSE detalha processo eleitoral para jornalistas

O funcionamento da Justiça Eleitoral, as prestações de contas dos candidatos, a participação da mulher e dos jovens na política e as estatísticas eleitorais. Esses foram alguns dos temas debatidos no curso “Cobertura das Eleições 2020 e Direito Eleitoral: curso para jornalistas”, promovido pela Assessoria de Comunicação Social (Ascom) e pela Escola Judiciária Eleitoral (EJE) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 4 e 21 de setembro.

Ao todo, 1021 jornalistas do país participaram do treinamento, realizado exclusivamente via internet, por meio do canal do TSE no YouTube. O curso abordou os principais assuntos que envolvem todo o processo eleitoral brasileiro, entre eles a publicação de resoluções pela Corte Eleitoral – com as orientações e normas para a realização das eleições –, a segurança das urnas eletrônicas, a utilização de perfis falsos e a propagação da desinformação. A capacitação também tratou das prestações de contas dos candidatos e da diplomação dos eleitos.

Durante o curso, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, pediu apoio à imprensa no combate à desinformação, especialmente durante o processo eleitoral. Para o ministro, o país precisa de uma imprensa profissional e de qualidade, capaz de separar, com profissionalismo, fato de opinião. “Nós, que defendemos a democracia, contamos mais do que nunca com o trabalho da imprensa de qualidade”, afirmou.

Em sua exposição sobre liberdade de expressão e sobre o Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, a secretária-geral da Presidência do TSE, Aline Osório, ressaltou a importância de esclarecer a população acerca do combate às informações falsas e fraudulentas. “Vivemos um momento de ‘infodemia’ e é fundamental conhecermos como ela funciona para combatê-la”, disse.

Os alunos inscritos terão até sexta-feira (25) para assistirem às aulas pelo Moodle, plataforma de ensino da EJE, e garantir o certificado de conclusão do curso. Todas as aulas do curso estão disponíveis no canal da Justiça Eleitoral no YouTube.

20

Set

Jornalismo

#JornalismoFazBem: ANJ lança campanha de valorização do jornalismo no combate à desinformação

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) lançou uma campanha em defesa da valorização do jornalismo como principal antídoto à desinformação: #JornalismoFazBem. A primeira etapa da iniciativa, que inclui anúncios para impressos e digital, além de material circulando nas redes sociais, destaca o papel decisivo da atividade jornalística profissional para a preservação e para o aprimoramento da democracia, bem como na defesa pelas liberdades de imprensa e de expressão.

Ontem, dezenas de jornais associados à ANJ veicularam, em suas publicações impressas e digitais, o anúncio da primeira fase da campanha, alusivo ao Dia Internacional da Democracia, comemorado sempre no dia 15 de setembro. Além disso, houve amplo compartilhamento da #JornalismoFazBem a partir das páginas da ANJ em quatro redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram e LinkedIn.

Líderes das redações de jornais e de revistas do país participaram da campanha, enfatizando detalhes do papel do jornalismo no processo democrático. “Não há democracia sem jornalismo nem jornalismo sem democracia”, sintetiza Linda Bezerra, Editora-Chefe do jornal Correio*, da Bahia. "O direito à informação é uma das premissas da democracia. O jornalismo cumpre esse papel quando traz o contraditório, é diverso, honesto, confiável e plural”.

Para os jornalistas, a acelerada propagação de desinformação nas redes sociais reforça a relevância do jornalismo. “Em tempos turbulentos, de desinformação, a notícia bem apurada é um norte, um leme, e ganha cada vez mais importância em sua função social, diz Linda. "A democracia não existe sem a verdade. Em tempos de fake news, a informação isenta, bem apurada e que dá voz ao pluralismo se faz cada vez mais necessária para o bem de todos", ressalta Daniela Tófoli, Diretora Editorial da Editora Globo.

O jornalismo, segundo os líderes de redação, também contribui para o progresso das sociedades. “Jornalismo faz bem para a vida em sociedade, contribui com o debate, cobra, enfrenta, antecipa tendências, enfim, joga luz ao que está obscuro”, afirma Elaine Silva, Editora-Chefe de A Gazeta, do Espírito Santo. "O jornalismo é a voz do povo a serviço da verdade e faz muito bem à democracia”, completa Telmo Flor, Diretor de Redação do Correio do Povo, do Rio Grande do Sul.

Segundo a jornalista Marta Gleich, Diretora de Jornalismo de Jornais e de Rádios do Grupo RBS, também do Rio Grande do Sul, a imprensa livre e qualificada permite que a sociedade avance, ao debater a solução dos seus problemas. “Em uma era de tanta radicalização e desinformação, o jornalismo profissional, independente e investigativo se torna ainda mais necessário, para garantir a pluralidade, a verdade e a divulgação de fatos checados”, diz.  

No entendimento de Laurindo Ferreira, Diretor de Redação do Jornal do Commercio, de Pernambuco, democracia e jornalismo são complementares. “Democracia é respeito à opinião contrária e jornalismo é estar sempre atento às várias opiniões. Democracia é o direito de exercer sua liberdade e jornalismo é a liberdade de expressão do seu direito. A democracia não foge ao debate e o jornalismo fica ainda mais rico com a pluralidade das ideias."

A campanha publicitária foi criada pela Tailor Media, agência de inteligência de mídia que atende a ANJ.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/jornalismofazbem-anj-lanca-campanha-de-valorizacao-do-jornalismo-no-combate-a-desinformacao

15

Ago

Jornalismo

Pesquisa: notícias falsas sobre a pandemia já mataram mais de 800 pessoas

A desinformação sempre foi perigosa para a sociedade, principalmente quando há envolvimento com a saúde pública. Com a chegada da pandemia da COVID-19, consequentemente diversas notícias falsas começaram a circular sobre a doença, possível tratamento e prevenção — e essas informações teriam custado vidas, segundo estudo recente.

A pesquisa, publicada no The American Society of Tropical Medicine and Hygiene, trouxe resultados assustadores, mostrando que cerca de 800 pessoas morreram por acreditar em informações falsas, 5.876 ficaram hospitalizadas e 60 pessoas, no Irã, acabaram com cegueira completa após ingerir metanol para se prevenir contra o novo coronavírus.

A propagação das notícias falsas e as consequências que surgem com elas podem ser chamadas de infodemia, e ela está marcando presença na pandemia atual. O estudo foi realizado por uma equipe de pesquisadores de doenças infecciosas, que analisaram redes sociais e sites de notícias para monitorar como a desinformação sobre a COVID-19 estava sendo espalhada online.

Exemplos

Foram identificados, então, mais de 2.300 rumores e teorias da conspiração sobre a COVID-19, de 87 países e 25 idiomas diferentes. Segundo os cientistas, nenhuma dessas notícias era, de fato, útil em relação à doença, muitos deles ainda sendo letais. "Por exemplo, um mito popular diz que o consumo de álcool altamente concentrado poderia desinfectar o corpo e matar o vírus", diz a pesquisa.

O estudo ainda conta outros relatos, como o que aconteceu no Qatar, quando dois homens morreram após a ingestão de desinfetantes à base de álcool. Na Índia, pessoas ficaram doentes por ingerir álcool fabricado com sementes tóxicas de uma planta chamada datura, cinco delas sendo crianças. Eles haviam assistido a um vídeo que afirmava que as sementes garantiriam imunidade contra a doença.

Na Coreia do Sul, uma igreja usou um borrifador para espirrar água salgada nos fiéis, mas acabou infectando mais de 100 pessoas, uma vez que o recipiente era direcionado diretamente na boca da pessoa sem ser esterilizado na sequência.

As notícias falsas sobre a COVID-19 não são espalhadas apenas como sugestão de tratamento e cura, mas também para propagar boatos sobre a sua origem. Já foram divulgadas informações dizendo que o coronavírus é um tipo de raiva, que smartphones podem transmitir o vírus pelo ar, que ele se trata de uma arma biológica, que foi criado por Bill Gates para controle populacional, entre outras coisas.

Por fim, o estudo aponta que a infodemia está circulando livremente pela internet e é um problema que precisa ser levado com mais seriedade. Em relação à COVID-19, eles sugerem que as agências de saúde façam o rastreio dessas notícias em tempo real, engajando as comunidades locais.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/saude/covid-19-noticias-falsas-sobre-a-pandemia-ja-mataram-mais-de-800-pessoas-169894/

14

Ago

Jornalismo

Politicando na Cidade estreia amanhã na 94FM Rádio Cidade

As manhãs de sábado serão mais agradáveis e com muita informação no rádio potiguar. Estreia amanhã, 15 de agosto, o programa Politicando na Cidade, com Tertuliano Pinheiro, Felipe Cortez e Geraldo Melo.

Politicando na Cidade traz uma proposta diferente, que busca retratar fatos, contar causos e relatos marcantes do cenário político. “Queremos resgatas as boas histórias, narrativas engraçadas e grandes personagens da política do RN. Isso tudo aliado também a muita informação para o ouvinte sobre as eleições de 2020, prazos do calendário eleitoral e orientações sobre a legislação. Um mix que tem tudo para dar certo”, afirma Haroldo Azevedo, diretor-presidente da 94FM Rádio Cidade, empresa integrante do Grupo Haroldo Azevedo.

Os três nomes do programa têm grande experiência em suas áreas atuação. Felipe Cortez é advogado eleitoral com mais de 20 anos de exercício em campanhas no RN e em outros Estados. Tertuliano Pinheiro também traz larga bagagem em comunicação, responsável pela coordenação de marketing de dezenas de campanhas políticas vitoriosas. Geraldo Melo é ex-senador e ex-governador do Rio Grande Norte, foi ainda secretário estadual, vice-governador e vice-presidente do Congresso Nacional.  

O Politicando na Cidade vai ao ar na 94FM Rádio Cidade a partir das 9h da manhã, com transmissão das emissoras Rádio Obelisco (90,9FM Pau dos Ferros), Ipan FM (104,9FM Ipanguaçu),  Rádio Comunitária Esperança (87,9FM Ielmo Marinho), Radio Ouro Negro (104,9 FM Alto Rodrigues).

12

Ago

Jornalismo

Mariana Rocha e Heloísa Guimarães estreiam jornal Bora RN na próxima segunda

A Band anunciou hoje nome, formato e data de início do novo jornal da emissora, que será comandado pelas jornalistas Mariana Rocha e Heloísa Guimarães. O “Bora RN” vai estrear na próxima segunda, 17 de agosto, de terá a proposta de trazer “um novo olhar” para os noticiários da hora do almoço. O programa irá ao ar de segunda a sexta, das 12h30 às 12h55, com reportagens e entrevistas “Será um outro olhar sobre o jornalismo para o horário, totalmente diferente dos programas que estão no ar nessa faixa”, afirma Mariana Rocha. O programa já traz uma certa informalidade no nome e promete uma abordagem mais leve das notícias. 

As duas jornalistas chamaram a atenção pela iniciativa de pedirem demissão da InterTV em um momento que o jornalismo da afiliada Globo passa por mudanças, e agora se juntam no novo projeto. Não será a primeira vez que estarão juntas: Heloísa e Mariana se conheceram na faculdade de jornalismo da UFRN – as duas se formaram em comunicação social na federal, e chegaram a dividir em alguns momentos a bancada do Jornal da Tropical, emissora em que trabalharam antes da InterTV. Agora, abraçam juntas o novo projeto.

9

Ago

Jornalismo

Pesquisa com a comunidade jornalística da América Latina destaca resiliência diante da pandemia

As mudanças sociais exigidas pelas medidas restritivas de convivência também mudaram a rotina de jornalistas e das redações em toda a América Latina. Em consequência disso, surgem novas maneiras de relacionamento entre empresas, porta-vozes, agências de relações públicas e as redações. De acordo com a nova pesquisa realizada pela agência de Relações Públicas LatAm Intersect PR, que atua em toda a região, mais da metade dos jornalistas latino-americanos (52%) conseguiu continuar trabalhando 'sem interrupção' durante a pandemia do COVID-19, enquanto 60% dizem que em suas redações ninguém foi despedido e 37% adaptaram com sucesso seus modelos de negócios às novas realidades comerciais.

O estudo também revela uma evolução na maneira pela qual os jornalistas estão produzindo e verificando conteúdo: 22% estão rastreando e recolhendo citações diretamente dos feeds de mídias sociais dos porta-vozes, enquanto uma proporção semelhante publica respostas e comentários enviados por suas fontes em tempo real. Quase metade (47%) está publicando entrevistas de vídeo ou áudio pré-gravadas enviadas por organizações que desejam contribuir com uma história e 51% estão usando aplicativos de bate-papo para obter e citar conteúdo de fontes.

A pesquisa ainda traz dados sobre o ânimo dos profissionais em relação às perspectivas futuras da profissão. 72% permanecem "otimistas" ou "muito otimistas" e a mudança de canais para publicação de seus trabalhos também é uma novidade - 71% dos jornalistas aumentaram sua presença nas mídias sociais dos veículos nos quais trabalham e quase metade (48%) estão utilizando suas próprias redes sociais para publicar e promover seus artigos e reportagens.

A pesquisa da LatAm Intersect foi realizada com 293 jornalistas (atualmente trabalhando), por questionário por e-mail, entre os dias 10 e 15 de julho passado, de um coletivo de leitores de mais de 170 milhões de todo o Brasil, México, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Costa Rica, e projetada para rastrear a resiliência e a evolução do setor durante este período de pandemia. Com o resultado obtido é possível mensurar alguns indicadores que se diferenciam entre os países.

De acordo com Claudia Daré, sócia-fundadora da LatAm Intersect PR, a pesquisa revela mudanças definitivas nas práticas de trabalho e nos modelos de negócios que as organizações que se envolvem com a mídia na região devem levar em consideração para desenvolver suas estratégias de comunicação.

“Desde o surgimento da COVID-19, 37% dos jornalistas entrevistados passaram a usar as plataformas de mídia social muito mais do que antes, enquanto uma proporção semelhante considera essas plataformas como sua 'principal fonte de contato' com os porta-vozes e as fontes das empresas. Tais mudanças alteram a dinâmica entre a mídia, o departamento de comunicações das empresas e seus porta-vozes. Esse uso das mídias sociais está facilitando um relacionamento mais direto entre jornalistas e fontes de informação. Isso não é só inevitável, mas positivo em termos de transparência e velocidade de resposta. No entanto, os departamentos de comunicação e suas agências precisam adaptar suas práticas tendo esse novo cenário de atuação”, afirma Claudia.

Uma das principais transformações que a pesquisa retrata nesse período de reclusão e trabalho home office, é a maneira de contatar os porta vozes das empresas. Alguns países demonstram uma maior informalidade nesse sentido e uma migração mais acentuada para o uso das mídias sociais pessoais de suas fontes como principal forma de contato. Jornalistas do México (49,2%) são os que mais utilizam esse contato direto, seguido da Colômbia com 44,4%. Jornalistas do Brasil são os que menos utilizam as redes sociais com suas fontes, apenas 28,8% dos respondentes. E profissionais do Chile e Peru afirmam que usam essa forma de contato mais frequentemente do que antes - 43,5% e 41,7%, respectivamente.

Mas a pesquisa também revela áreas de preocupação e cautela. Para 50% dos entrevistados o atual modelo de negócios da imprensa em geral não é sustentável a longo prazo e consideram que fontes alternativas de receita precisam ser encontradas. Quase um quinto (19%) já demitiu entre 10% e 30% de sua equipe e um quarto (25%) está ciente de publicações que foram completamente fechadas como resultado do vírus. Entre os jornalistas brasileiros, 14,5% afirmam que suas redações sofreram cortes em torno de 20%. No México, 17,7% afirmam que suas redações tiveram corte de 50% entre os profissionais e no Chile, 13% informam que 30% dos colaboradores foram despedidos.

Mais da metade (51%) dos jornalistas ainda permanece focada em matérias relacionadas a COVID-19 (contribuindo com até 70% do conteúdo), mas essa situação certamente deve mudar.  No México, 21,3% afirmam que cerca de 90% das notícias de seus veículos de atuação estão focados em assuntos sobre a pandemia, seguido de 24% pelo Peru que dizem ter 80% das notícias comprometidas com assuntos relacionados ao coronavírus. No geral, os jornalistas, em toda a América Latina, concentram-se entre 50% e 90% no assunto.

Claudia explica que essas descobertas também fornecem uma visão valiosa de como as organizações que desejam se comunicar através da mídia podem se adaptar para apoiar o setor e comunicar suas mensagens com mais eficácia. “Agora, mais do que nunca, as organizações precisam pensar além do press release. Conteúdo rico, incluindo vídeos e áudios, em sua maioria em tempo real, e respostas específicas a assuntos do momento são algumas das técnicas que permitirão aos jornalistas gerar conteúdo de qualidade e distinção”, analisa.

Os principais requisitos elencados pelos jornalistas que participaram da pesquisa para prosperar pós pandemia incluem:

  • 53%estão procurando conteúdo personalizado, relevantes e adaptados à sua publicação;
  • 44%precisam de conteúdo 'genuinamente exclusivo';
  • 44%estão em busca de uma visão ou um ângulo mais profundo sobre as notícias do dia;
  • 41%gostariam idealmente de "respostas (quase) em tempo real aos assuntos do dia";
  • 39%estão procurando mais conteúdo de vídeo para apoiar suas matérias;
  • 24%exigem mais informações básicas para contextualizar as histórias.

“A sobrevivência e a prosperidade de uma mídia dinâmica e independente é essencial para empresas e organizações que desejam se comunicar. Hoje, os jornalistas procuram novas formas de conteúdo e colaboração para garantir o mesmo. Acreditamos que os comunicadores – in house e de agência – têm um papel vital a desempenhar nessa evolução”, acrescenta Claudia.

A última questão da pesquisa apresentada aos profissionais era uma pergunta aberta para que eles pudessem expressar com uma palavra como resumiriam seu país depois de passar pela pandemia. O Chile é o país que mais demonstra pessimismo com 81,8% de palavras negativas, seguido do Brasil com 76,7% e do México com 68,9%. Costa Rica e Peru são os mais otimistas com 60% e 52% palavras positivas, respectivamente. 

Homens e mulheres demonstram quase o mesmo nível de pessimismo diante desse momento, com cerca de 60% cada grupo, e os homens, quando são otimistas (33,1%) estão ligeiramente acima mulheres otimistas (28,5%). São os jornalistas mais jovens, até 25 anos, que apresentam maior negativismo diante da pandemia – 81% deles se expressaram com palavras negativas.

As palavras que aparecem com mais frequencia na pesquisa são: caos, incerteza, crise, desigualdade, desastre, devastado, catástrofe entre outras mais positivas como resiliência, resistência, esperança, adaptação, oportunidades e sobrevivente.

“A pesquisa demonstra que os resultados são bastante consistentes entre os países, indicando o profundo impacto que a pandemia está exercendo em todas as mídias da região. Há também muita sincronicidade em todas as respostas, o que nos garante segurança sobre os indicadores desse impacto”, completa Claudia.

Para ter acesso a todos os dados da pesquisa, veja o link: https://bit.ly/2XnDLso

Sobre LatAm Intersect PR

LatAm Intersect PR é uma empresa de relações públicas especializada em campanhas corporativas e de consumo para empresas em toda a região da América Latina. Sua crença fundamental: em um mundo de big data e automação, a capacidade de se conectar com as pessoas, de informar e persuadi-las de um ponto de vista específico por meio de relacionamentos, evidências e discussões é mais importante para as empresas do que nunca.

Com sede em São Paulo, a empresa possui escritórios no México, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Costa Rica (para a América Central).

7

Ago

Jornalismo

Laboratório de jornalismo representativo abre inscrições para programa de Diversidade nas Redações

A Énois, laboratório de jornalismo representativo, lançou na segunda-feira (03) o programa Diversidade nas Redações, em parceria com a Google News Initiative. O projeto vai selecionar dez redações por todo Brasil, com exceção das capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, que já tenham ações práticas de diversidade voltadas às equipes, às pautas desenvolvidas ou aos mecanismos de gestão. As inscrições estão abertas até dia 28.ago.2020 para os veículos de imprensa elegíveis e são realizadas por formulário on-line.

Editores e repórteres selecionados receberão treinamentos durante um ano. As orientações estão ligadas a vários temas, como equilíbrio emocional dos jornalistas, técnicas de apuração para as eleições, diversidade estratégica na gestão jornalística e avaliação de impacto do trabalho realizado.

“As organizações jornalísticas vão receber um repórter que será remunerado pelo projeto. Esse profissional vai sugerir formas para diversificar a cobertura em geral, inclusive das próximas eleições”, explica Simone Cunha, diretora da Énois. E acrescenta: “a diversidade é essencial ao jornalismo para compreender a realidade a partir de perspectivas múltiplas, variadas. Uma compreensão, na verdade, mais real”.

Podem se inscrever redações que produzam em meio on-line de todos os tamanhos e formatos. O início da formação — que terá encontros mensais virtuais — e a entrada do repórter na redação estão previstos para outubro de 2020. Na primeira fase, o foco será a cobertura das eleições municipais, que foram remarcadas para novembro.

::Inscreva sua redação agora::

Com informações da Abraji

7

Ago

Jornalismo

Getty Images premia fotojornalistas que documentaram impacto da pandemia em suas comunidades

Getty Images anunciou os selecionados no programa anual Reportage Grants, que neste ano premiou 8 fotojornalistas com US$ 5 mil cada um por projetos centrados na pandemia da Covid-19. O objetivo da série de doações era apoiar os fotógrafos de todo o mundo enquanto eles trabalham para capturar com segurança o amplo impacto da pandemia em suas comunidades.

Os vencedores do Reportage Grant de 2020 são:

— Forough Alaei: baseado em Teerã, o projeto de Forough explora o impacto da Covid-19 e suas decorrentes restrições de viagem ao longo da costa do Mar Cáspio, um destino popular para turismo doméstico e recreação durante os meses de verão.

— Fabio Bucciarelli: Fabio, do Norte da Itália, continuará a cobertura da pandemia e suas consequências em Lombardia, a região italiana mais afetada pelo vírus. O trabalho de Fabio foca no impacto que a pandemia teve em questões sociais como pobreza e falta de moradia.

— Florence Goupil: de Cusco, no Peru, o projeto de Florence capta os efeitos da pandemia na comunidade da Ilha de Cantagallo, em Lima, que abriga pessoas do grupo indígena Shipibo-Conibo. O vírus se dissipou na comunidade, com muitos recorrendo às tradicionais medicinas naturais à base de plantas.

— Diego Ibarra: fotojornalista baseado em Beirut, Diego documenta como a pandemia do coronavírus se cruzou com a atual crise economia e política do Líbano, bem como suas consequências para os imigrantes e comunidades de refugiados do país.

— Ingmar Nolting: Ingmar, que vive em Leipzig, continua examinando o impacto da COVID-19 na Alemanha. O projeto da fotojornalista registra como a sociedade encontra seu retorno à vida depois do lockdown e a recuperação da economia alemã.

— Tommaso Protti: o projeto de Tommaso documenta a disseminação da Covid-19 em São Paulo, onde ele vive, e em Manaus, os dois epicentros da pandemia no Brasil. Em particular, seu trabalho observa como a doença afeta as comunidades mais pobres e vulneráveis das duas cidades.

— Nicolò Filippo Rosso: Nicolò, que vive em Bogotá, captura como a pandemia tem afetado os migrantes venezuelanos na Colômbia, onde a medidas de isolamento social os impediram de ganhar a vida e forçaram muitos a voltar à Venezuela.

— Shi Yangkun: em Wuhan, cidade chinesa onde o coronavírus foi descoberto, Shi documenta a recuperação da cidade depois da pandemia, especificamente focando na recuperação física e psicológica dos pacientes da COVID-19 na cidade.

“Tem sido a nossa missão na Getty Images mover o mundo com imagens desde nossa origem, há 25 anos. Isso é mais importante agora do que nunca, conforme as narrativas visuais têm a habilidade única de captar a disseminação e consequências duradouras da pandemia”, diz Ken Mainardis, Vice Presidente Sênior de conteúdo da Getty Images.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130073/getty-images-premia-fotojornalistas-que-documentaram-impacto-da-pandemia-em-suas-comunidades/

5

Ago

Jornalismo

Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral promove laboratório para jonalistas

O VII Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral (CBDE), maior e mais tradicional evento sobre o tema do país, promove, como parte da programação prévia deste ano, o Laboratório de Direito Eleitoral para jornalistas. O evento, dia 10 de agosto, às 9h, ocorrerá de maneira on-line para repórteres de veículos de todo o Brasil. Os participantes terão a oportunidade de se atualizar sobre legislação e Justiça Eleitoral e poderão tirar dúvidas com membros da comissão organizadora do CBDE.

Na programação, haverá informações sobre temas como as medidas a serem adotadas na eleição devido à pandemia; criminalização das fake news e alterações nas regras de financiamento de campanha. Também estará em pauta o fim das coligações nas eleições proporcionais e suas consequências. Outro tópico será uma breve análise sobre a possibilidade de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão do ponto de vista da norma eleitoral vigente.

O objetivo é levar informações atualizadas aos jornalistas que atuam com cobertura eleitoral em sua rotina e, ao mesmo tempo, gerar uma aproximação com os profissionais da imprensa a fim de compreender melhor a dinâmica da cobertura sobre o tema.

Os participantes receberão certificado de 2 horas pela participação no evento.
Inscrições aqui.   

Confira a programação completa:
1. JUSTIÇA ELEITORAL E O PROCESSO ELEITORAL
Luis Fernando Pereira
- Composição do TSE e dos TRE's e o perfil dos Ministros atuais
- Características marcantes do processo eleitoral
- Quando a Justiça Eleitoral pode cassar um mandato? Uma sucinta análise do caso ‘Bolsonaro-Mourão’

2. PROPAGANDA ELEITORAL X FAKE NEWS
Com Diogo Rais
- Conceito e relação com a liberdade de expressão
- Limites da manifestação, propaganda negativa e direito de resposta
- Propaganda eleitoral na Internet e a questão das fake news

3. AS NOVIDADES ELEITORAIS PARA 2020
Ana Carolina Clève
- Alterações nas regras de financiamento de campanha
- O fim das coligações nas eleições proporcionais e o limite nominal de votos
- Eleições e pandemia: quais medidas estão previstas para contornar o problema e o que podemos esperar?

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/1-noticias/jornal-anj-online/30543-vii-cbde-promove-laboratorio-de-direito-eleitoral-para-jonalistas.html