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2

Jun

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Relatório: publicidade digital cresce nos EUA

A receita de publicidade digital nos Estados Unidos alcançou o patamar recorde de US$ 125 bilhões em 2019, o que representa um aumento de 16% em relação ao ano anterior. O dado faz parte do relatório semestral do Interactive Advertising Bureau (IAB), elaborado pela PwC.

Apesar de seguir um ritmo de crescimento anual de dois dígitos pelos últimos anos, a publicidade digital teve, em 2019, a menor expansão registrada desde o início da elaboração do relatório, em 2012.

Muitos temem que, em 2020, o setor encare uma tempestade perfeita de circustâncias negativas. A pandemia do novo coronavírus, recessão econômica, o fim dos cookies de terceiros e o aumento da regulamentação em torno da privacidade dos consumidores poderiam, em conjunto, resultar no primeiro declínio no faturamento com publicidade digital nos Estados Unidos em uma década.

“A Covid-19 terá um impacto massivo neste ano e, provavelmente, vai ofuscar a maior parte das demais tendências. Como esse impacto irá acontecer é algo que ainda não sabemos”, disse David Silverman, sócio da PwC, em entrevista ao Advertising Age.

O IAB combinou os resultados de seus relatório anual com os números do primeiro trimestre de 2020, que apontam um crescimento de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando um valor de US$ 31 bilhões. O mês de março, no entanto, foi duramente impactado pelo novo coronavírus, segundo o IAB.

“As receitas do primeiro trimestre de 2020 representam o mais lento crescimento anual registrado desde 2010, quando as receitas aumentara 8,6% em relação ao ano anterior. “Muitas empresas estão esperando um contínuo impacto negativo para o segundo trimestre e possuem uma significativa incerteza em relação à duração disso nos trimestres posteriores”, disse o porta-voz da PwC.

O IAB também incluiu, em seu relatório, uma pesquisa a respeito dos impactos que a pandemia trouxe para o preço de diversos canais de mídia, como display e TVs conectadas. É o quinto estudo elaborado desde o início da pandemia e os sentimentos dos compradores de mídia e anunciantes têm variado de uma semana para outra, de acordo com o relatório.

Números
A receita com publicidade mobile em 2019 ficou perto de US$ 87 bilhões, um crescimento de 24% em relação a 2018. A publicidade móvel já representa 70% de todo o investimento feito no digital, tendo ultrapassado a fatia dos desktops desde 2015.

A publicidade nas buscas (search) continua dominando a esfera do marketing digital, respondendo por quase US$ 55 bilhões de doláres nas receitas de 2019 – um aumento de 13% em relação ao ano anterior. As mídias sociais angariam 29% de todo o valor investido na internet, de acordo com o IAB, somando um montante de US$ 36 bilhões, número 23% maior do que o registrado em 2018. No geral, entre 2012 e 2019, a média anual de crescimento de publicidade nas mídias sociais foi de 43%.

Os vídeos no ambiente digital continuam representando um ponto positivo na indústria, somando um faturamento de cerca de US$ 22 bilhões em 2019, US$ 5,5 bilhões a mais do que o registrado no ano anterior. O formato, que inclui publicidade em TVs conectadas, já representa 17% de todo o valor investido em publicidade digital nos Estados
Unidos.

Já o investimento em publicidade em áudio digital, que passou a fazer parte do relatório do IAB em 2016, registrou um valor de US$ 2,7 bilhões em 2019, o que configura um crescimento anual de 21%. Desse total, segundo o IAB, 79% do valor é direcionado para plataformas mobile.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/01/publicidade-digital-cresce-nos-eua-mas-vislumbra-desafios.html

26

Mai

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Covid-19: 48% do mercado prevê queda de publicidade

A crise do novo coronavírus deve causar danos ao segmento de publicidade no país. Uma pesquisa realizada pelo IAB Brasil e pela Nielsen, que ouviu profissionais de marketing, veículos e agências, aponta que 60% dos entrevistados acreditam que o maior impacto da pandemia no segmento de comunicação será em cortes no orçamento relacionado a pessoas – que incluem novas contratações, promoções e treinamentos.

Quase metade (48%) dos que foram ouvidos relatam, também, que os investimentos publicitários em anúncios, custos de agências e concorrências devem ser afetados. Com uma visão um pouco mais otimista do cenário, 13% dos respondentes acreditam que não vão sofrer cortes e os planos serão mantidos.

O estudo ouviu 413 profissionais de empresas que atuam no mercado de publicidade entre os dias 15 e 24 de abril. Dos entrevistados, 75% estão do lado dos que compram mídia (agências e anunciantes), enquanto 25% operam a venda de mídia (veículos e empresas de tecnologia e serviços relacionados à publicidade).

Ao analisar os dados apenas de anunciantes, 72% dizem que devem ocorrer cortes sobre os investimentos em publicidade, seguido de redução de pessoal (66%).  Somente 2% acreditam que não vão sofrer cortes e o plano se manterá. Essa visão das marcas não atinge todos os publishers e plataformas da mesma maneira. No âmbito digital, por exemplo, 64% dos anunciantes estimam que terão algum impacto negativo sobre seu plano de investimento até o fim do ano.

Já nas previsões de offline esse percentual sobe para 80%. Quando questionados sobre cortes agressivos, entre 70% a 100% do plano previsto, 29% apontam corte em offline enquanto apenas 9% apontam cortes no digital. Quem vende, entretanto, mantém outra expectativa. Entre os publishers e plataformas, apenas 32% espera uma queda nos investimentos publicitários por conta da Covid-19.

Neste segmento também se concentra o maior percentual de otimistas, com 14% que afirmam não prever reduções nas cifras investidas. E entre as estratégias com maiores declarações de cortes, as iniciativas focadas em fundo de funil, como o marketing de performance, foram as que mais apareceram.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/05/25/covid-19-48-do-mercado-preve-queda-de-publicidade.html

25

Mai

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Criola Propaganda cria campanha em desenho animado para ensinar às crianças como se proteger do coronavírus

A Criola Propaganda criou para a Prefeitura do Natal uma bela campanha educativa voltada ao público infantil, com uma historinha em desenho animado que ensina ações de prevenção na pandemia. 

Inspirada no livro “ O Vírus Malvadão”, de Daniel Cavalcanti Campos, a ação é composta por filme e uma série de conteúdos digitais que, de forma lúdica, ensinam as crianças a se protegerem  na quarentena. As peças já estão disponíveis no instagram da @criolapropaganda. Confira abaixo o vídeo teaser da campanha:

18

Mai

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79% das brasileiras gostariam de ver a maternidade retratada de forma mais realista na publicidade

A atual representação da maternidade na publicidade brasileira está datada. Esta é a conclusão de um novo estudo lançado esta semana e conduzido pela consultoria 65|10, pelo menos, que busca contrastar a identidade atual da gravidez e da mãe brasileira com a imagem veiculada rotineiramente nas principais campanhas do país, afim de identificar estereótipos danosos que possam ser evitados pelo meio no futuro.

Intitulado “Mães Reais, um retrato da maternidade no Brasil”, a pesquisa parte de uma constatação forte: 79% do público feminino brasileiro acredita que o tema da maternidade pode ser retratado de forma mais realista na publicidade nacional. E isso vale para questões mais sensíveis do assunto, com 63% afirmando no questionário levantado que adoraria ver os desafios retratados e 40% disposta até a ver o lado negativo desta fase da vida apresentado nos comerciais e anúncios relacionados.

Esta falta de afinidade da produção com o mundo real se deve sobretudo a uma mudança drástica do cenário brasileiro que a publicidade parece não ter acompanhado. Embora a média de idade mostre que a gravidez esteja acontecendo em idade mais avançada no Brasil, quando os dados são recortados por critérios de raça e classe se percebe que a maternidade na adolescência ainda é muito alta entre os mais pobres e as mulheres negras – o que para o estudo indica que a procriação ainda é compulsória no país.

A própria maternidade compulsória é um estereótipo identificado pela 65|10 na pesquisa. Termo que designa a pressão social para a mulher engravidar e encontrar sua missão na vida na criação dos filhos, a designação é reforçada constantemente na publicidade a partir de peças que identificam a maternidade como sonho geral do público feminino e um ideal de completude – o que pode ser um problema quando um estudo de 2012 revela que 55% das grávidas no Brasil dizem não terem desejado a maternidade na época da concepção.

Outro estereótipo grave é o próprio processo da gravidez em si, que vive a ser romantizado e o único caminho para se ter filhos nas campanhas brasileiras. Além do estudo mostrar que não apenas quem engravida vive meses de muita preocupação e frustração, esta generalizações também prejudicam a ideia da maternidade no processo de adoção, que é bastante recorrente no país (uma criança no Brasil é adotada a cada 4 horas, de acordo com a CNJ), e de filhos de outros casamentos – e coitada das madrastas neste momento.

Por fim, há a questão da relação com os filhos depois do parto, que o meio geralmente desmembra em três representações bem perigosas: a mãe que cuida dos filhos sozinha, a mãe que está sempre feliz e a mãe ideal e que não erra. Há muita pressão envolvida nestas identificações que ficam concentradas na mulher e esvaziam o papel do pai no cuidado aos menores: a maternidade é acima de tudo uma tarefa difícil e que nem sempre traz felicidade, ainda mais quando em posições econômicas vulneráveis e mergulhadas em quadros de depressão e isolamento. Você pode ler a apresentação do estudo da 65|10 na íntegra aqui.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/126260/79-das-brasileiras-gostariam-de-ver-a-maternidade-retratada-de-forma-mais-realista-na-publicidade/

17

Mai

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Fenapro aponta que recuperação virá em mais de 6 meses

O pessimismo em relação ao futuro marca a primeira edição de 2020 da pesquisa  VanPro – Visão de Ambiente de Negócios em Agências de Propaganda, produzida pela Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro). O estudo, que é realizado a cada três meses, ouviu 344 empresas de 20 estados e do Distrito Federal, sendo 41% dos entrevistados do Sudeste, 26% do  Nordeste, 18% do Centro-Oeste, 10% do Sul e 5% do Norte. Para 72% delas, uma recuperação do mercado acontecerá em um prazo de mais de seis meses e, para 4% das agências, ela não virá para seus negócios.

Em relação aos impactos sofridos com a crise provocada pela pandemia da Covid-19, 68% das empresas afirmaram que perderam 30% de suas receitas imediatamente. Além disso, a previsão é que estas perdas se mantenham até o fim do ano. Para o resultado de 2020, 55% das entrevistadas acreditam em uma queda de receita anual superior a 30%, quando comparado aos resultados de 2019.

A redução de jornada e de salários foi uma medida tomada por 59,6% das empresas ouvidas, sendo que 43,9% também deram férias aos funcionários. Já 29,7% admitem que fizeram demissões e 21,2% que suspenderam contratos empregatícios. “Já é um impacto grande nos empregos, apesar de que muita gente segurou e está segurando, até por questões estratégicas, o máximo possível desta base de equipe. E ela quem vai sustentar esta retomada. Nosso negócio é gente, a competência de levar ao cliente soluções, ter a memória dele. Se desmobilizar a força de trabalho ficaremos frágeis em oferecer um serviço de qualidade na retomada”, aponta Daniel Queiroz, presidente da Fenapro.

Apenas 16% das empresas conseguiram algum tipo de crédito subsidiado e 25% delas não adotou nenhuma medida relativa a financiamento ou postergação de impostos. O VanPro aponta ainda que os recursos serão suficientes para menos de um mês para 27% das empresas; para entre um e dois meses para 32% delas, e para dois a três meses para 24%. “Me causa certo temor que 50%  das agências afirmaram que estão adiando o pagamento de impostos, parcelando, como medida mais imediata. Mas isso é um problema, tem multas e juros, vira uma bola de neve a ser administrada mais à frente”, alerta o executivo.

Segundo a Fenapro, estes indicadores mostram impactos que serão sentidos na economia nacional já que o mercado das agências de propaganda movimenta anualmente cerca de R$ 35 bilhões. Ainda de acordo com a entidade, ele é composto por mais de 3,5 mil empresas, que geram mais de 40 mil empregos diretos. Queiroz  informa ainda que um novo estudo será desenvolvido já em agosto, também levando em conta os impactos da crise causada pela pandemia da Covid-19 no mercado. “Estou impactado com o envolvimento das agências que participaram em peso da pesquisa. São informações consistentes que usaremos para incrementar os pleitos junto ao Governo Federal no sentido, por exemplo, de um maior acesso a captação de recurso, um dos itens que ficou evidente como dificuldade das agências”, detalha.

Confira o estudo completo neste link.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/05/15/fenapro-aponta-que-recuperacao-vira-em-mais-de-6-meses.html

16

Mai

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Estudo revela marcas mais lembradas na pandemia

Para analisar o comportamento do brasileiro na pandemia causada pelo Covid-19, o Instituto de Pesquisa & Data Analiytics Croma Insights realizou 9080 entrevistas online durante o período de 15 de fevereiro a 29 de abril de 2020. O estudo, desenvolvido em parceria com a Toluna, perguntou ao consumidor quais empresas têm se posicionado positivamente em relação ao novo contexto imposto pelo coronavírus. O resultado das respostas deu origem ao ranking com as marcas mais lembradas neste momento de isolamento social. O Itaú foi a mais mencionada na pesquisa. Durante o período, a marca tem apostado em promover mensagens de apoio e alternativas para os pequenos e médios empresários.

Já Ambev está posicionada na sequência do ranking. Entre as ações mencionadas, que se destacam, está a grande fabricação e doação de álcool em gel para hospitais da rede pública. O terceiro posto do ranking é ocupado pela Magalu, que ganhou diversas menções pelas iniciativas de emprego para autônomos com a expansão dos revendedores Magalu, além das doações de aparelhos respiratórios para hospitais públicos. Santander, Natura, O Boticário, Bradesco, Nestlé, Americanas e Casas Bahia completam a lista das dez marcas mais lembradas.

O estudo também aponta as empresas mais lembradas por segmento. Em alimentação, Nestlé, Burger King e Cacau Show são as três marcas com maior impacto positivo. No setor de bebidas, Ambev, Brahma e Coca-Cola foram as mais citadas na ordem. Já as três instituições financeiras melhor posicionadas foram Itaú, Santander e Bradesco. Na moda, Havaianas, Nike e Adidas foras as mais lembradas pelos brasileiros.

Sob o ponto de vista de comunicação, o público destacou as coberturas sobre a pandemia feitas por Globo, SBT e Bandeirantes. Entre os aplicativos de serviços, os mais lembrados positivamente na pesquisa foram Ifood, Uber e 99 Taxi. E por fim, as marcas de varejo mais mencionadas foram Magalu, Americanas e Casas Bahia.

Outras marcas entre as 100 mais lembradas merecem uma menção. Gusttavo Lima (60º), por exemplo, foi o primeiro artista popular a encabeçar a doação de recursos por meio das lives. Aliás, o grande número de artistas que seguiram essa mesma direção ajudou a destacar outras duas três marcas na lembrança dos brasileiros: Ame Digital (29º) YouTube (30º) e Pic Pay (35º), que patrocinaram as apresentações de artistas e ajudaram a arrecadação das doações com os QR codes.

Confira o ranking das 100 marcas mais lembradas positivamente pelo público:

Crédito da imagem de topo: vector ilustration/Istock

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/05/13/estudo-revela-marcas-mais-lembradas-na-pandemia.html

15

Mai

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MEC publica novos editais para Prouni e Fies referentes ao 1º semestre

O Ministério da Educação (MEC) publicou esta semana, no Diário Oficial da União, novos editais do Programa Universidade para Todos (PrUuni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referentes ao primeiro semestre de 2020. Os candidatos nesses processos seletivos utilizam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso no ensino superior. 

Em nota divulgada ontem (14), o MEC alerta os estudantes a ficarem atentos às datas finais para a entrega de documentos da lista de espera, tanto para o ProUni (21 de maio) como para a pré-seleção do Fies (22 de maio).

A decisão por novas datas foi tomada após o MEC ter prorrogado por tempo indeterminado o período das listas de espera dos dois programas, com o objetivo de “minimizar os prejuízos da pandemia” na vida dos estudantes, sob a argumentação de que “diversas instituições de ensino estão com suas atividades paralisadas em razão da determinação de estados e municípios”.

Financiamento estudantil

O Fies é um programa que oferece financiamento a condições mais favoráveis que as de mercado, para que estudantes paguem cursos em instituições privadas de ensino superior. Os pré-selecionados têm até três dias úteis para complementar as informações apresentadas na inscrição – entre as quais dados bancários, do fiador e do seguro para pagamento da dívida em caso de morte.

Bolsas

Já o ProUni seleciona estudantes para bolsas em instituições privadas de ensino superior. As bolsas variam de acordo com a renda dos candidatos e podem ser parciais, de 50% da mensalidade, ou integrais, de 100%. O registro de concessão de bolsa ou reprovação do candidato deverá ser feito pelas instituições até as 23h59 de 24 de maio.

Nos editais, o MEC orienta as instituições de ensino que não puderem receber a documentação fisicamente a disponibilizar um canal (e-mail ou número de WhatsApp) para envio dos documentos de forma digital.

“Após a complementação de informações nos sistemas dos programas, os estudantes terão 30 dias úteis para comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino na qual fará o curso. A CPSA tem até 5 dias úteis para validar as informações recebidas do aluno e emitir o Documento de Regularidade de Inscrição (DRI), que serve para formalizar a contratação do financiamento”, informou por meio de nota o MEC.

Após a emissão do DRI, o candidato terá 30 dias úteis para ir à agência da Caixa Econômica Federal escolhida durante a inscrição, para formalização do contrato de financiamento.

Segundo Semestre

As datas de inscrição do Prouni, do Fies e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para o segundo semestre de 2020, foram anunciadas recentemente. O prazo do Sisu é de 16 a 19 de junho; para o ProUni, de 23 a 26 de junho; e para o Fies, de 30 de junho a 3 de julho.

Fonte: Agência Brasil

14

Mai

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Chacoalha RN promove rico debate entre veículos e agências sobre o momento atual

Representantes de diversos segmentos da comunicação potiguar se reuniram nesta quinta-feira (14), de forma virtual, para bater um papo sobre como o mercado está enfrentando e vai sobreviver à crise e às mudanças provocadas pela pandemia do novo Coronavírus. A primeira edição do “Chacoalha RN” foi promovida pelo Sindicato das Agências de Propaganda do RN (Sinapro/RN) e transmitida pelo Youtube. 

O presidente do Sinapro/RN, Odemar Neto, destacou a importância da iniciativa e agradeceu a participação dos veículos e agência convidadas. “Espero que esse projeto venha discutir outros temas e que a gente possa a partir disso apresentar soluções e oportunidades para os nossos clientes”, disse. 

Participaram do primeiro “Chacoalha RN” o diretor-geral da InterTV RN (afiliada da Rede Globo), Dirceu Simabucuru; o diretor-geral da Band RN, Carlo Bastos; o diretor da rádio 96 FM, Ênio Sinedino; o diretor da rádio 98 FM, Felinto Rodrigues; a diretora comercial da Tribuna do Norte, TN Online e Jovem Pan News, Karina Mandel; o diretor do grupo Agora RN, Alex Viana; além de sócios e diretores de agências de publicidade filiadas ao Sinapro/RN.  O “Chacoalha” é uma iniciativa da Fenapro que está sendo realizada em diversos estados pelos sindicatos locais.

12

Mai

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Chacoalha RN vai debater novo momento das mídias e do mercado publicitário potiguar

“Publicidade e Mídia no RN durante e pós-pandemia” é o tema do 1º Chacoalha RN, evento promovido pelo Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Norte (Sinapro/RN), em parceria com a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro). O evento é um debate online que surgiu com o objetivo de movimentar o mercado e buscar as melhores práticas em plena pandemia do novo Coronavírus.

O Chacoalha acontece na próxima quinta-feira (14), a partir das 15h, e será transmitido pelo canal do Sinapro/RN no Youtube, no seguinte link: https://www.youtube.com/channel/UCmPK1E363RJ6oMtiMsjhNag

Vão participar do evento executivos das áreas de televisão, rádio, mídia impressa e web, além das agências de propaganda filiadas ao sindicato. Entre os participantes estão o diretor-geral da InterTV RN (afiliada da Rede Globo), Dirceu Simabucuru; o diretor-geral da Band RN, Carlos Bastos; o diretor da rádio 96 FM, Ênio Sinedino; o diretor da rádio 98 FM, Felinto Rodrigues; a diretora comercial da Tribuna do Norte, TN Online e Jovem Pan News, Karina Mandel; e o diretor do grupo Agora RN, Alex Viana.

“Será uma oportunidade de se debater o momento do mercado publicitário, as oportunidades de mídias e a situação dos veículos de comunicação. É de interesse de todos descobrir o caminho para a retomada da economia e buscar formas de diminuir o impacto causado pela crise”, explicou o presidente do Sinapro/RN, Odemar Neto. O Chacoalha é uma iniciativa da Fenapro que está sendo realizada em diversos estados pelos sindicatos locais e que já debateu vários temas importantes ligados ao mercado publicitário brasileiro.

8

Mai

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Estudo: perfis de celebridades e influencers crescem 17%

A quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus impulsionou o desempenho dos perfis de celebridades no Instagram, segundo estudo produzido pela Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) em parceria com a plataforma Socialbakers. Os dados do estudo mostram que famosos e influenciadores tiveram uma média de crescimento de 17,3% em seu número de seguidores nesse primeiro trimestre do ano.

O relatório mede comportamento das cem marcas e celebridades brasileiras com mais interações no Facebook e Instagram. De janeiro a março, o número médio de seguidores de famosos chegou a 13 milhões. No fim de 2019, a audiência marcava 11,7 milhões. Para Karina Bousso, uma das pesquisadoras da Faap envolvidas no projeto, o crescimento mostra um comportamento aspiracional por parte do público que procura por modelos de como lidar com o momento de crise.

Impacto para as marcas
Para as empresas, o panorama não foi tão positivo no Instagram. No período, o volume médio de seguidores de marcas foi de 1.954.007 para 2.097.368, um crescimento de apenas 7,33%. A desaceleração pode ser causada pela mudança no comportamento de consumo – já que, com o isolamento social e o fechamento do comércio não essencial, os pontos de venda foram substituídos por canais digitais.

Reação às fake news

No Facebook, o estudo registrou uma queda no número médio de seguidores das páginas de todas as categorias analisadas. O segmento de Mídia/Notícias, por exemplo, viu sua média de fãs cair de 5,5 milhões para 3,4 milhões, na comparação com o último trimestre. A desaceleração interrompeu uma sequência de crescimento que vinha sendo registrada em 2019.

A categoria de Marcas e Institucional ilustra esse movimento. Ao longo do último ano, o segmento teve alta de 69%. Já nos últimos três meses, o registro foi de queda de 31%. Para os desenvolvedores da pesquisa, o cenário pode ser uma reação ao fluxo intenso de informações geradas pela cobertura da pandemia e também uma fuga às campanhas de desinformação e fake news que assolam as redes sociais.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/05/07/perfis-de-celebridades-e-influencers-crescem-17-na-pandemia.html

15

Abr

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Sinapro/RN lança campanha “O seu cliente quer te ouvir, anuncie!” que apresenta em dados os anseios do consumidor sobre as marcas

O Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Norte (Sinapro/RN) deu início a uma campanha, em parceria com a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), em que apresenta dados sobre a importância de se manter a comunicação das marcas durante o período de pandemia do coronavírus. A campanha apresenta dados de pesquisa realizada pela Kantar IBOPE, já divulgada no Blog (Confira aqui https://bit.ly/3eiozDU e aqui https://bit.ly/2y97Sd8 ) que ouviu consumidores sobre o que esperam das empresas e marcas durante o difícil período de isolamento social enfrentado pela sociedade. Confira:

11

Abr

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Consumidores esperam que marcas sejam exemplo e os ajudem a vencer a crise, aponta Kantar Consumer Thermometer

A pesquisa Kantar Consumer Thermometer -  realizada durante a quarentena – também quis saber o que os brasileiros esperam das marcas nesse momento de medo e de muitas incertezas. 25% disseram que elas devem ser o exemplo e guiar a mudança; 21% afirmaram que elas devem ser práticas e realistas e ajudar os consumidores no seu dia a dia; 20% responderam que as marcas devem atacar a crise e mostrar que ele pode ser vencida; 18% disseram que preferem que as marcas usem seu conhecimento para explicar e informar e 11% disseram que elas precisam reduzir a ansiedade e entender as preocupações dos consumidores.

Durante sobre o período de início da quarentena no Brasil, 19% de todas as propagandas falavam do Covid-19, sendo 78% desses comerciais realizados pelo setor privado. O levantamento foi realizado com 500 brasileiros em 30 mercados com mais de 25 mil consumidores.

Marcas devem ser úteis

O levantamento também questionou como os consumidores acham que as marcas devem se comunicar para atender a expectativa. 87% dos entrevistados concordam que elas devem comunicar principalmente seus esforços para enfrentar a situação e como podem ser úteis nesse novo dia a dia; 80% concordam que as empresas devem evitar explorar a situação do Coronavírus para promover suas marcas; 78% dos consumidores acreditam que deve-se reforçar os valores das marcas, oferecendo uma perspectiva positiva e utilizando um tom tranquilizador.

Ainda segundo a pesquisa, os brasileiros entendem que as marcas devem priorizar a preocupação com a saúde dos seus funcionários, higienizando o local de trabalho (67%), favorecer o trabalho flexível (18%), promover o uso de ferramentas digitais no trabalho (4%) e fazer doações para apoiar a pesquisa científica (3%).

 

11

Abr

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Pesquisa sobre marcas, publicidade e consumo durante isolamento social mostra aumento da audiência da TV aberta

O isolamento social, provocado pela pandemia do novo Coronavírus, já afetou de diversas maneiras a vida dos brasileiros. Entre as mudanças, estão a busca de novas formas de entretenimento e a frequência com que consumimos alguns produtos. Uma pesquisa online realizada pelo Kantar Ibope – a Consume Thermometer, voltada para medir o impacto da quarentena nos hábitos de consumo – mostrou o aumento na audiência da TV e nos serviços de streaming. O levantamento foi realizado com 500 brasileiros em 30 mercados com mais de 25 mil consumidores e também apontou a expectativa dos consumidores em relação ao posicionamento das marcas durante esse período.

A pesquisa mostrou que 78% dos entrevistados estão saindo de casa somente para o necessário. Isso acabou se refletindo no aumento da audiência da televisão, considerada por 79% o meio de comunicação mais confiável para obter informações sobre a Covid-19.

O levantamento comparou o período de 16 (início das medidas restritivas) a 20 de março com a média dos dias da semana entre 1º de janeiro de 2020 a 13 de março de 2020. Durante esse período, o consumo subiu de 17% para 20%. Foram 41 minutos a mais no tempo médio diário de consumo da tv. A comparação também aconteceu com relação ao fim de semana, levando em conta os dias 21 e 22 de março com a média dos fins de semana de 1º de janeiro a 13 de março. Aumento de 2,54% para 3,41%, com 1 hora e 26 minutos a mais no consumo médio diário do sábado e domingo. Entre os 10 gêneros de maior audiência, os que mais cresceram foram os filmes (36%) e o jornalismo (26%). Outro destaque foram os produtos infantis, que cresceram 17%.

Serviços de streaming também crescem

Quem também acabou apresentando crescimento nesse contexto foram os serviços de streaming. Na Noruega, por exemplo, o consumo da plataforma Netflix subiu 29% e de outros canais sob demanda, 30%. No Brasil, um dado interessante diz respeito ao crescimento na audiência de periféricos, que são aparelhos que se conectam à TV, como videogames e DVDs. O crescimento foi de 8%. Isso pode representar uma ótima oportunidade para que os anunciantes dediquem atenção para o e-sports no país. Segundo pesquisa Sponsorlink, o volume de fãs do e-sports é de 31,2 milhões de internautas brasileiros com 18 anos ou mais. Um estudo da Target Group Index mostrou que 29% da população declararam ter jogado games nos últimos 30 dias.

 

25

Mar

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Agências desenvolvem cartilha para empreendedores e comunicadores cuidarem das suas marcas em meio à crise do Coronavírus

Em meio às incertezas das empresas diante do cenário gerado pela crise do Coronavírus, as agências Art&C e a Maxmeio desenvolveram uma cartilha de orientação aos empreendedores –  “Como cuidar da sua marca em tempos de coronavírus” – que busca sugerir soluções de comunicação e marketing que possam ajudar as empresas a cuidarem de suas marcas e, consequentemente, dos seus negócios, durante a crise.

“Preparamos com bastante critério e cuidado uma cartilha com algumas orientações para ajudar os nossos clientes a seguirem nesse momento delicado de Coronavírus”, comentou o publicitário Arturo Arruda, sócio-diretor da Art&C. A cartilha é voltada para donos de empresas, gerentes ou analistas de marketing, assessores de comunicação e pessoas, em geral, que atuem no “cuidado” com as marcas. 

No fim das contas, pela riqueza do conteúdo, a cartilha contribuirá com ideias para todo e qualquer profissional do mercado da comunicação. Confira abaixo o vídeo de apresentação da cartilha e acesse o seu conteúdo completo no endereço https://artc.com.br/cartilha/

19

Mar

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Cannes Lions é adiado com previsão de ocorrer em outubro

Em comunicado nesta quarta-feira, 18, a organização do Festival Internacional de Criatividade de Cannes confirmou que o evento não ocorrerá de 22 a 26 de junho, como era o planejado. Os planos de contingência agora trabalham com as datas de 26 a 30 de outubro.

Segundo o comunicado, a decisão veio após muitas deliberações com os parceiros e clientes, assim como com oficiais de saúde, a prefeitura de Cannes e autoridades francesas (em comunicado anterior, os organizadores haviam dito que a decisão seria informada até o dia 15 de março).

“A saúde, segurança e bem-estar de nossos clientes, funcionários, patrocinadores e parceiros permanece nossa grande prioridade”, diz o comunicado. A situação da pandemia continuará sendo monitorada cuidadosamente pelo staff do Cannes Lions.

“A situação global é dinâmica e muda rapidamente. Sentimos que era crítico oferecer uma decisão sobre junho o quanto antes. Continuaremos a colaborar estreitamente com nossos clientes à medida que desenvolvemos nossos planos”, disse Philip Thomas, chairman do Cannes Lions, especificamente.

Já Simon Cook, diretor-geral, acrescentou: “Nossa comunidade está enfrentando desafios sem precedentes e colaboração nunca foi tão importante. Estamos focados agora em planejar o festival — e nosso coração pulsante, os Leões — para assegurar que nossa comunidade esteja capaz de reconhecer o trabalho extraordinário que, por sua vez, contribui com negócios, organizações e a sociedade”.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/03/18/organizacao-do-cannes-lions-confirma-adiamento.html