Mídias Sociais

23

Ago

Mídias Sociais

YouTube estuda retirar anúncios direcionados a crianças

Para satisfazer a reguladores, o YouTube planeja encerrar anúncios direcionados a crianças em vídeos infantis. A iniciativa tem início nos Estados Unidos, a partir de uma demanda da Federal Trade Commission (FTC), que investiga se a plataforma de vídeos do Google violou a Lei de Privacidade On-line para Crianças (Coppa, na sigla em inglês). A agência chegou a um acordo com a empresa, mas não divulgou os termos, assim como não está claro se as alterações do YouTube à segmentação de anúncios infantis são resultado desse acordo.

Se a Coppa foi violada, o YouTube pode pagar uma multa de milhões de dólares. Porta-vozes da plataforma e do FTC não quiseram comentar. Como os anúncios segmentados coletam informações sobre o espectador, a legislação impede que as empresas os sirvam para menores de 13 anos sem a permissão dos pais. Essas mensagens comerciais dependem de muitos dados digitais, como cookies de navegação na web, e são parte importante dos negócios do Google.Livrar-se de anúncios segmentados em conteúdo infantil pode ter impacto nos resultados da multinacional, mas seria uma solução muito menos cara do que outros possíveis remédios que visam acalmar os reguladores.

Há muito tempo o YouTube afirma que seu site principal não é para crianças e que elas devem usar o aplicativo YouTube Kids, que não usa anúncios direcionados. Mas os vídeos de desenhos animados e cenários coloridos no site principal têm bilhões de visualizações. A plataforma teve, porém, muitos problemas com conteúdo infantil, como assédios na área de comentários, que foram desativados. Esse histórico incomodou tanto pais como os próprios criadores de vídeos, e deu munição aos rivais do YouTube.

No momento, o YouTube vende dois tipos diferentes de anúncios em vídeo, de maneira geral. Um simplesmente sincroniza o contexto de um vídeo com uma mensagem comercial: um clipe sobre basquete pode ter um anúncio da Adidas, por exemplo. O outro tipo usa uma matriz de sinais digitais. Nessa modalidade, profissionais de marketing podem alcançar espectadores de um grupo demográfico específico, como proprietários de residências ou pais de primeira viagem, com base nos vastos dados do Google: websites visitados, pesquisas que fazem etc. O YouTube não divulga valores obtidos com a venda dessa mídia, mas a maioria dos anúncios digitais é mais lucrativa quando combinada com dados de segmentação. Outros gigantes da tecnologia, como a Apple, já têm iniciativas de desligamento de ferramentas de coleta de dados em serviços direcionados às crianças.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/08/21/youtube-estuda-retirar-anuncios-direcionados-a-criancas.html

21

Ago

Mídias Sociais

Jovens preferem youtubers a canais jornalísticos como fonte de informações, revela estudo

De tempos em tempos surgem discussões referentes ao YouTube e o conteúdo apresentado por ele, e a mais recente está associada a um estudo feito pela SurveyMonkeyem parceria com a Common Sense, que menciona o fato de que muitos adolescentes preferem usar youtubers como fontes de informações.

A pesquisa em questão levou em consideração opiniões de mil adolescentes com idades entre 13 e 17 anos, e 75% deles disseram que é importante se manter informado. Porém, o fator preocupante é que 60% deles preferem fazer isso com youtubers e influenciadores em vez de canais e fontes jornalísticas, sendo que 40% acreditam que os famosos virtuais “deixam os fatos todos esclarecidos”.

Esse fato assusta ainda mais quando vemos que esses mesmos jovens alegam que as fontes tradicionais de jornalismo são mais confiáveis que as mídias sociais. Aliás, o próprio YouTube tem sido alvo de discussões referentes a notícias sobre vídeos que promovem teorias da conspiração e outras informações um tanto quanto equivocadas.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/145105-jovens-preferem-youtubers-canais-jornalisticos-fonte-informacoes.htm

21

Ago

Mídias Sociais

Facebook busca contratar jornalistas e editores para curadoria de notícias no feed

O Facebook já conta com diversos algoritmos de inteligência artificial para sugerir conteúdos dos mais variados tipos aos seus usuários. Entretanto, segundo matéria veiculada pelo jornal New York Times, a gigante das redes sociais deve empregar esforços e ampliar essa capacidade com uma nova ferramenta: uma equipe humana de editores. De acordo com o jornal, a empresa fundada e liderada por Mark Zuckerberg busca contratar jornalistas e editores, bem como outros profissionais da comunicação, para montar um departamento que vem sendo referido internamente como News Tab (“Aba de Notícias”, pela tradução literal).

Tal área se traduz para o usuário como uma nova seção dentro do aplicativo móvel da rede social, que vai “puxar” as principais manchetes dos principais veículos de notícia do mundo, com curadoria especificamente desenhada para ajustar materiais que mereçam destaque na nova área. Essa News Tab não é a mesma coisa que o feed de notícias, a página inicial do Facebook por onde você vê posts patrocinados, anúncios e as atualizações de status de sua rede de amigos. Ao invés disso, essa nova área é dedicada exclusivamente à veiculação de notícias e conteúdo jornalístico, aproximando o Facebook cada vez mais da percepção de que ele vem se tornando uma empresa de mídia.

“O nosso objetivo com o News Tab é o de oferecer uma experiência personalizada e altamente relevante às pessoas”, disse a chefe de parcerias de notícias do Facebook, Campbell Brown. “Para começar, para a seção Top News da nova aba, estamos juntando um pequeno time de jornalistas para nos assegurarmos de que estamos destacando as matérias corretas”. Brown ainda confirmou que estão averiguando quantas contratações deverão ser feitas para o projeto. As vagas devem começar a ser abertas já nesta quinta-feira, 22. Mas por ora, a medida só vale nos Estados Unidos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-quer-montar-time-de-editores-para-curadoria-de-noticias-no-feed-147289/

20

Ago

Mercado

Pela primeira vez, Facebook contrata executivo para cuidar de WhatsApp no Brasil

Deu na Folha de S.Paulo:

O Facebook contratou um diretor de políticas públicas para aplicativos de mensagens na América Latina, o que inclui WhatsApp e Messenger, que ficará baseado em São Paulo. Uma das grandes críticas ao WhatsApp era de que a empresa americana não tinha nenhum representante oficial no Brasil, que é o segundo maior mercado do aplicativo de mensagens, com cerca de 130 milhões de usuários.

O maior mercado do WhatsApp é a Índia, onde há cerca de 400 milhões de usuários. Lá, no entanto, a empresa anunciou no fim do ano passado um escritório, e designou Abhijit Bose como diretor. O Brasil continua sem ter um diretor de WhatsApp no país, o que dificulta, por exemplo, acionar judicialmente a companhia. Por não ser funcionário do WhatsApp, e sim do Facebook, o novo diretor não pode ser considerado um representante legal.

O chileno Pablo Bello será responsável por trabalhar com governos, parlamentares e sociedade civil na América Latina “sobre a visão do Facebook para plataformas de comunicação centradas em privacidade”, segundo a nota divulgada. O chileno era diretor-executivo da Associación Interamericana de Empresas de Telecomunicaciones (ASIET). De 2002 a 2006, foi vice-secretário de Telecomunicações do Chile.

Fonte disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/08/pela-primeira-vez-whatsapp-tera-executivo-no-brasil.shtml

20

Ago

Mídias Sociais

WhatsApp tem instabilidade e fica indisponível para vários usuários

O WhatsApp apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira, 19, e saiu do ar para vários usuários. O número de reclamações sobre a instabilidade do aplicativo disparou no horário próximo das 19h50. Como é possível ver no site Down Detector, houve um pico de pesquisas sobre a estabilidade do WhatsApp no horário, o que indica que muitas pessoas foram afetadas. 

Muitos usuários recorreram ao Twitter para comentar a queda, levando o termo “O WhatsApp” para os primeiros itens nos trending topics brasileiro.  Por volta das 20h20, o aplicativo já havia dado sinais de estabilização e já funcionava normalmente.

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/whatsapp-tem-instabilidade-e-fica-indisponivel-para-varios-usuarios/89344

20

Ago

Mídias Sociais

Pesquisa mostra quanto as pessoas pagariam por seus aplicativos favoritos

A agência de publicidade e design McGuffin Group, de Chicago, fez uma pesquisa sobre quais preços os usuários estariam dispostos a pagar para continuarem usando ​​seus aplicativos favoritos, como Instagram, Facebook, YouTube eTwitter.

O estudo foi realizado entre 14 e 15 de junho, com 2004 participantes com idades entre 18 e 71 anos, sendo 55% mulheres e 45% homens. O resultado mostrou que as pessoas se mostram mais dispostas em pagar por softwares baseados em utilitários, como o Google Maps (US$ 3,48 / mês) e o Google Drive (US$ 3,31 / mês).

Entre as redes sociais, os usuários consideram que o YouTube tem um maior valor, possivelmente comparando-o a plataformas de streaming baseadas em assinatura, como Netflix e Hulu. A média de preço que as pessoas topariam pagar para usar o app seria de US$ 4,20 por mês.

Já o Facebook não é uma da prioridades dos consumidores. Ele e o LinkedIn ficaram abaixo das ferramentas de produtividade do Google, por exemplo, com valores entre US$ 2,92 e US$ 2,84, respectivamente. Instagram e Twitter estão ainda mais abaixo na lista, com os usuários estando dispostos a pagar até US$ 2,56 e US $ 2,35 por eles, respectivamente. O McGuffin Group explicou que a pesquisa foi conduzida para “fornecer alguns indicadores para formar uma discussão em andamento sobre como o valor é criado e percebido na era digital”.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/112729/pesquisa-mostra-quanto-as-pessoas-pagariam-por-seus-aplicativos-favoritos/

 

19

Ago

Mídias Sociais

Conteúdo do YouTube Originals passa a ser gratuito para todos em setembro

Na última sexta (16), o Youtube trouxe mais esclarecimentos em torno dessa novidade referente à gratuidade do conteúdo do Originals. Vai acontecer da seguinte maneira: a partir do dia 24 de setembro, todo conteúdo do YouTube Originals (seja filme, série ou mesmo evento ao vivo) passa a ser gratuito para simplesmente todos os usuários. No entanto, vai ter anúncio. "Para as séries, os membros terão acesso imediato a todos os episódios de uma nova temporada, enquanto quem não for membro precisa esperar que cada novo episódio seja lançado", anuncia a equipe.

Parece que, pelo menos por enquanto, o conteúdo do YouTube Originals que tiver sido lançado antes da data de 24 de setembro permanecerá exclusivo para assinantes do Premium. E por falar nos assinantes do Premium, é válido ressaltar que não ficarão em desvantagem, já que vão ter acesso a materiais adicionais que não estarão disponíveis para usuários da plataforma gratuita, como cenas extras.

"Na maioria dos casos, quando disponíveis, cenas extras e pós-creditos de filmes do YouTube Originals também serão exclusivas para membros premium", anuncia a empresa. Todos os outros recursos do YouTube Premium, como vídeos sem anúncios, reprodução off-line e acesso ao YouTube Music Premium vão continuar sem nenhuma alteração.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/conteudo-do-youtube-originals-passa-a-ser-gratuito-para-todos-em-setembro-147081/

19

Ago

Mídias Sociais

Facebook abre café em Londres para dar consultorias sobre privacidade

A partir do próximo dia 29, a equipe do Facebook vai colocar em prática uma iniciativa para que o público britânico conheça um pouco mais sobre a possibilidades disponibilizadas pelas configurações de privacidade da rede social. Tudo isso com direito a distribuição de café grátis. As atividades se estendem até o dia 5 de setembro.

O evento acontece basicamente da seguinte forma: A empresa de Mark Zuckerberg vai tomar conta de alguns cafés londrinos, em que a pessoa ganha um copo da bebida em troca de uma conversa sobre a privacidade. Um dos locais escolhidos é o The Attendant, situado na rua Great Eastern. De acordo com o portal inglês Evening Standard, o Facebook afirmou que o café é resultado de uma pesquisa recente que apontou que 27% dos londrinos não sabem como personalizar suas configurações de privacidade nas mídias sociais.

“É normal se preocupar com quem pode ver as coisas que você compartilha nas mídias sociais, mas nem todos sabem o que podem fazer a respeito. É por isso que tornamos a personalização de suas configurações de privacidade no Facebook rápida e fácil”, explica Steve Hatch, vice-presidente do Facebook do Norte da Europa. “Nos nossos cafés, você pode obter ajuda e conselhos sobre como alterar suas configurações de privacidade - e tudo o que for necessário para fazer uma xícara de café", Hatch completa.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-abre-cafe-em-londres-para-dar-consultorias-sobre-privacidade-147113/

16

Ago

Mídias Sociais

Instagram vai permitir que usuários denunciem fake news

Nesta quinta-feira (15), de acordo com o portal norte-americano Mashable, o Instagram anunciou suas próximas medidas para promover o combate à disseminação de fake news. Trata-se de um novo recurso em que o usuário pode denunciar uma publicação por conter informação falsa. Quando a publicação é denunciada pelo usuário, ela é enviada para um membro da equipe do Instagram responsável por verificar a veracidade das informações.

Assim, se a postagem realmente for falsa, acaba sendo escondida no feed e nas hashtags da rede social em questão. Anteriormente, a empresa disse que esconderia as postagens que fossem descobertas como falsas, por parte de seus analistas. No entanto, nessa época o Instagram ainda não planejava contar com o usuário para ajudar a reportar casos de fake news.

Sobre o novo recurso, Stephanie Otway, porta-voz do Instagram, declarou: "A partir de hoje, as pessoas podem nos informar se virem postagens no Instagram que acreditam ser falsas. Estamos investindo fortemente em limitar a disseminação de desinformação em nossos aplicativos, e planejamos compartilhar mais atualizações nos próximos meses". A porta-voz afirma que o Instagram usa uma combinação de fatores para determinar se um post reportado é passado para verificadores de fatos de terceiros.

No entanto, não há garantia de que todas as postagens reportadas como falsas serão encaminhadas para verificadores. Além disso, a porta-voz da rede social também anuncia que os novos relatórios de usuários serão usados ​​para ajudar a treinar a tecnologia de inteligência artificial presente no Instagram, que pode eventualmente detectar de maneira automática alguns tipos de informações falsas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-vai-permitir-que-usuarios-denunciem-fake-news-146929/

14

Ago

Mídias Sociais

Facebook pagava pessoas para ouvir e transcrever conversas de usuários, revela denúncia

O Facebook está sendo acusado de pagar terceirizados para transcrever fragmentos de conversas de alguns usuários, informou a agência Bloomberg, nesta terça-feira (13). Em um comunicado enviado à agência financeira, o Facebook reconheceu ter transcrito áudios de conversas com a autorização dos usuários, mas afirma ter posto fim a essa prática.

A rede social explicou que estava autorizada a transcrever conversas pelos usuários de seu aplicativo Messenger. Os terceirizados verificavam se a inteligência artificial da rede estava interpretando corretamente as mensagens. Os empregados encarregados da transcrição estavam preocupados com as implicações éticas de seu trabalho, não estavam informados sobre a origem dos áudios nem sobre o uso que a empresa de Mark Zuckerberg fazia deles, segundo a Bloomberg.

As empresas Amazon, Apple e Google, todos vendedores de assistentes de voz, já haviam reconhecido fazer o mesmo para melhorar as respostas de seus aplicativos. A Apple e o Google anunciaram que abandonaram esta prática nas últimas semanas.

O Facebook, que acaba de pagar uma multa recorde de cinco bilhões de dólares às autoridades federais dos Estados Unidos por mau uso dos dados privados de seus usuários, negou durante muito tempo ouvir as conversas de seus usuários para orientar melhor seus anúncios ou tornar suas páginas mais atrativas.

Fonte: PlenoNews, disponível em: https://pleno.news/tecnologia/facebook-pagava-pessoas-para-espionar-audios-de-usuarios.html

14

Ago

Mídias Sociais

Instagram libera desenvolvimento de filtros para marcas e usuários

No Stories, do Instagram, um filtro fotográfico coloca o usuário no rosto do Faustão. Outro insere a frase do meme “juntos e shallow now” acima de sua cabeça, assim como dezenas de outras opções com memes. Outros trazem até games que funcionam a partir da interação com a câmera. Uma variedade de filtros customizados do Instagram começou a pipocar na rede social nos últimos dois meses, até então desenvolvidos por um grupo seleto de desenvolvedores, designers e artistas. Nesta terça-feira (13) o Facebook anunciou a abertura de sua plataforma de criação em realidade aumentada, o Spark AR Studio, para todos os usuários – inclusive perfis de marcas.

A ideia é ampliar as possibilidades de expressão artística e a interatividade dentro do Facebook e do Instagram. O programa funcionava até agora em fase de testes, direcionado a artistas, designers e desenvolvedores selecionados pela plataforma.  “Estamos bastante animados com o que vimos na fase beta fechada”, afirma Silvia Ramazzotti, gerente de marketing de produto do Instagram. O uso do Spark AR é gratuito, e por enquanto não há previsão de monetização relacionada aos filtros. Outra novidade é o lançamento da Galeria de Efeitos no Instagram, um espaço onde usuários podem descobrir filtros de realidade aumentada de forma mais intuitiva.

Globalmente, grandes contas e personalidades como Kylie Jenner, Ariana Grande, Rihanna e Gucci já criaram seus efeitos. “Estamos animados para ver como as marcas brasileiras vão utilizar a ferramenta para conectar com o público do Brasil, que é altamente engajado”, acrescenta Silvia. A expectativa é de que marcas contem com um formato mais orgânico para se conectarem com usuários. “O filtro é diferente de um formato mais passivo. É uma máscara que as pessoas usam para se expressar como indivíduos e tribos. Acho que os filtros vão começar a entrar no pacote de mídia de agências para marcas”, opina Gustavo Vitulo, designer dono do perfil “@vitulox” e criador do filtro do Faustão, entre outros com memes.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/08/13/instagram-libera-desenvolvimento-de-filtros-para-marcas-e-usuarios.html

12

Ago

Mídias Sociais

FBI planeja monitorar redes sociais em tempo real

O FBI, serviço interno de inteligência e segurança dos Estados Unidos, está solicitando empresas de tecnologia a construir uma ferramenta que possa monitorar as mídias sociais em busca de ameaça terrorista. A agência publicou uma solicitação de propostas em 8 de julho alegando que quer uma "ferramenta de alerta antecipado para mídia social", que ajudará a monitorar o uso das plataformas por terroristas, organizações criminosas e agências estrangeiras.

"Com o aumento do uso de plataformas de mídia social por assuntos de investigações atuais do FBI e indivíduos que representam uma ameaça aos Estados Unidos, é fundamental obter um serviço que permita ao FBI identificar informações relevantes do Twitter, Facebook, Instagram e outras plataformas de mídia social em tempo hábil", diz o pedido. 

Ainda, a solicitação adiciona, que consequentemente, a agência de segurança necessita do acesso quase que em tempo real ao pedido de intercâmbio de uma variedade completa de mídias sociais para obter informações mais atuais disponíveis em prol das missões policiais e de inteligência. 

A solicitação foi relatada pela primeira vez pela Defense One. Os documentos divulgados pelo FBI mostram que a agência planeja ter uma ferramenta que pode ser acessada de todas as sedes do órgão, dos seus escritórios de campo e ou por meio de dispositivos móveis dos agentes.

A ferramenta permitiria que o FBI acessasse endereços de e-mail, números de telefone, endereços IP, IDs de usuários e contas associadas das pessoas. Além disso, seria possível criar filtros e alertas personalizados, para que eles pudessem receber notificações quando a atividade "relevante para a missão" acontecesse nas mídias sociais.

Durante um recente discurso na Conferência Internacional sobre Segurança Cibernética, o procurador-geral William Barr disse às empresas de tecnologia que elas devem permitir que as autoridades tenham acesso a mensagens criptografadas de criminosos e suspeitos de crimes. Mais tarde, na mesma conferência, o diretor do FBI, Christopher Wray, disse que concordou fortemente com Barr sobre este assunto.

A solicitação da ferramenta de mídia social do FBI afirma que o serviço deve garantir que "todos os requisitos de privacidade e de liberdade civil sejam cumpridos", mas não há dúvida de que esse esforço deve corroer ainda mais a privacidade e colocará alguém com uma conta de mídia social sob maior risco de violações de dados.  

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/fbi-planeja-monitorar-redes-sociais-em-tempo-real/88975

9

Ago

Mídias Sociais

Twitter para de usar dados de terceiros em sua plataforma

O Twitter anunciou, nessa quarta-feira (07), que está banindo dados de terceiros de sua plataforma de anúncios, levando anunciantes a comprar seus próprios portfólios se quiserem continuar a usá-los para segmentar anúncios. Assim, a plataforma deixaria de integrar esses provedores, como Acxiom, Oracle Data Cloud, Epsilon e outros, que têm uma vasta reserva de informações em audiência para anunciantes. A segmentação identifica pessoas baseadas em idade, gênero, renda, status familiar e outras características.

Em 2018, o Facebook realizou uma movimentação similar, após a exposição do caso Cambridge Analytica, quando um desenvolvedor externo se apropriou de forma ilegal dos dados de 87 milhões de usuários da rede. Também no ano passado, a União Europeia implementou a GDPR, que forçou anunciantes e plataformas a obterem o consentimento explícito dos usuários ao usar seus dados. O governo brasileiro também implementou recentemente a LGPD, com propósito semelhante. Nos Estados Unidos, o Congresso estuda medidas similares.

Em nota, o Twitter afirmou que busca mudar o foco para sua API de integração com a segmentação dos próprios anunciantes. Também na quarta-feira, o Twitter admitiu que tratou de forma errada alguns dados de consumidores. Segundo a plataforma, eles podem ter mostrado anúncios baseados em informações coletadas com base no comportamento online fora de seu serviço.

Segundo o Twitter, eles foram capazes de conectar usuários a endereços de e-mail dos quais as pessoas nunca compartilharam com o serviço – o que permitiu à rede social coletar informações úteis para a segmentação publicitária. O Twitter não falou quantas pessoas foram afetadas ou o período de tempo em que isso ocorreu. “Vocês confiaram a nós suas escolhas e falhamos aqui”, afirmou a companhia em um blog. “Pedimos desculpas pelo ocorrido e estamos tomando caminhos para fazer com que nunca mais cometamos esse tipo de erro.”

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/08/08/twitter-para-de-usar-dados-de-terceiros-em-sua-plataforma.html

 

7

Ago

Mídias Sociais

Justiça do RN condena Facebook por danos morais a moradora de Mossoró

A 5ª Vara Cível de Mossoró condenou o Facebook a excluir um perfil falso e a pagar a quantia de R$ 6 mil de indenização a uma moradora de Mossoró. Os desembargadores da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, por unanimidade de votos, negaram recurso do Facebook e mantiveram a sentença condenatória da 5ª Vara Cível de Mossoró na Ação de Indenização por Danos Morais a rede social.

O Facebook Serviços On Line do Brasil Ltda. apelou da sentença proferida pela 5ª Vara Cível de Mossoró, que confirmou liminar de exclusão de perfis falsos intitulados como "Klara Hanna" e "Camila Lobato", veiculados em seu sítio virtual e condenou a rede social a indenizar a autora, a título de compensação por danos morais, no valor de R$ 6 mil, mais juros e correção monetária.

O Facebook alegou no recurso a impositiva necessidade de aplicação do art. 19, "caput", e § 1º, do Marco Civil da Internet, que exime os provedores de aplicação da responsabilidade subjetiva por conteúdos publicados por seus usuários, a qual somente se configura se descumprir ordem judicial a tanto, o que não se configura nos autos. Eventualmente, pediu pela redução do valor da indenização por danos morais.

De acordo com o relator, a inércia do Facebook fez com que as imagens da vítima continuassem na rede social sendo veiculada em perfis falsos, sendo retiradas somente em 28 de agosto de 2013, após determinação judicial. Assim, entendeu por configurada a conduta ilícita da empresa, ao manter o perfil falso na rede social, mesmo após a denúncia feita pela vítima e por terceiros.

E completou: “Na hipótese em questão, é incontroversa a criação, na plataforma Facebook, de perfis falsos, fazendo uso indevido da imagem da apelada para contatar homens, com intuito claramente sexual, demonstrando promiscuidade, e causando macula a imagem da requerente, que inclusive chegou a ser abordada da rua pelo nome de ‘Camila’ o que lhe causou grande constrangimento”, comentou.

7

Ago

Mídias Sociais

Instagram é a rede mais prejudicial à saúde mental do usuário, diz estudo

Com mais de um bilhão de contas cadastradas, o Instagram é uma das principais redes sociais do mundo e a mais prejudicial à saúde mental dos usuários, de acordo com o estudo da instituição Royal Society For Public Health. Mas por que a plataforma, que era considerada um passatempo, tornou-se vilã para o psicológico dos próprios utilizadores?

Em maio deste ano, a entidade de saúde pública do Reino Unido entrevistou 1.479 pessoas, de 14 a 24 anos, e constatou que 90% delas utilizam redes sociais. Para esta parcela, o Instagram é a plataforma que mais influencia o sentimento de comunidade, bem estar, ansiedade e solidão, seguido das redes Snapchat, Facebook, Twitter e YouTube, respectivamente.

Dados da Pew Research Center de 2018 mostram que jovens adultos são os usuários mais ativos no Instagram: 64% das pessoas entre 18 a 29 anos possuem uma conta. Segundo o especialista em comportamento digital e sócio da SEVEN Grupo Digital, Thiago Valadares, a exposição dos jovens na web é intensa. “O jovem produz muito mais conteúdo e tende a usar a ferramenta de maneira excessiva, consequentemente ele fica muito mais exposto às emoções”, explica.

Além da comparação constante e a necessidade de se mostrar ao outro, soma-se um terceiro sentimento comum perseguido pelas pessoas – o perfeccionismo em relação às próprias fotos. Segundo o pós-doutor em psicologia e professor da Casa do Saber Roberto Fernandes, muitos indivíduos fazem postagens para que o outro confirme sua vivência. No entanto, ele revela que esse fenômeno não surgiu com as redes sociais, elas apenas funcionam como meio de ampliar e alimentar o sentimento narcísico das pessoas. “O Instagram está muito ligado à necessidade de espelhamento. Não basta viver, você precisa que o outro veja”, esclarece o psicólogo.

Segundo Valadares, a melhor forma de usar as redes sociais sem ser tão afetado psicologicamente é selecionar quem deseja seguir. "É um local que o usuário pode escolher consumir o conteúdo apenas das pessoas que gosta; hoje é possivel parar de receber publicações de alguém sem dar unfollow, então a própria ferramenta realiza melhorias para que você consiga se adaptar àquele mundo", explica.

Fonte: Portal Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/instagram-e-a-rede-mais-prejudicial-a-saude-mental-do-usuario-diz-estudo/88738