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3

Abr

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Repórteres Sem Fronteiras oferece apoio financeiro a jornalistas impactados pela covid-19

Diante da emergência de saúde global desencadeada com a pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19, a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) expandiu seu serviço de assistência oferecido a jornalistas vítimas de represálias provocadas por sua atividade profissional. Agora, o departamento de assistência da organização também recebe solicitações de apoio financeiro por parte de jornalistas diretamente impactados pela pandemia. 

Podem enviar pedidos de apoio os comunicadores que tenham sido infectados pelo novo coronavírus durante a cobertura da crise sanitária e que precisem da assistência para gastos médicos. Aqueles perseguidos por autoridades públicas, em represália à cobertura da pandemia, também podem serão considerados. As solicitações de apoio individual devem ser enviados para os e-mails assistance@rsf.orgassistance2@rsf.org.


Sobre a iniciativa

Com mais de 30 anos de atuação internacional, a Repórteres Sem Fronteiras trabalha em defesa das liberdades de imprensa e de informação. Entre outras ações, a organização coordena um apoio financeiro e jurídico a jornalistas e meios de comunicação vítimas de represálias políticas. Cerca de cem bolsas são concedidas anualmente para profissionais indevidamente processados, ameaçados ou agredidos.


Profissionais da imprensa

Diferentes iniciativas têm sido estruturadas com o objetivo de salvaguardar os profissionais da imprensa durante a cobertura do novo coronavírus. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) produziu este manual com recomendações de segurança.

Em 30.mar.2020, o CPJ também lançou a campanha #FreeThePress (Liberte a Imprensa, em português), pela libertação de todos os jornalistas encarcerados ao redor do mundo, para garantir sua segurança durante a pandemia da covid-19. Nos últimos quatro anos, o censo anual do CPJ encontrou um número recorde de jornalistas presos por causa de seu trabalho — pelo menos 250. 

Também nesta semana, o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Moez Chakchouk, enfatizou a importância da segurança dos jornalistas em meio à pandemia, e instou os 195 Estados membros, entre eles o Brasil, a garantirem um cenário de liberdade de imprensa e de expressão para o exercício da atividade jornalística.

Com informações da Abraji

31

Mar

Jornalismo

Facebook investirá US$ 100 milhões em jornalismo devido à Covid-19

Informação é fundamental para o combate efetivo ao novo coronavírus, que já causou mais de 700 mil contaminações no mundo inteiro, vitimando cerca de 33 mil pessoas. Por isso, o Facebook anunciou investimentos de US$ 100 milhões no setor de notícias: US$ 25 milhões direcionados à produção de conteúdos locais pelo Facebook Journalism Project e US$ 75 milhões para "gastos adicionais em marketing", distribuídos para organizações de notícias em todo o mundo.

Enfrentando um cenário econômico incerto, editores de publicações viram as receitas caírem com cortes de gastos com publicidade e patrocinadores. Só para se ter uma ideia, a Reuters informou que o vírus pode custar bilhões de dólares à indústria nos Estados Unidos. De acordo com a SearchEngineLand, a eMarketer reduziu em 3% as previsões mundiais de gastos com publicidade em mídia.

Trata-se de uma empresa de pesquisa de mercado com base em assinatura que fornece informações e tendências relacionadas a marketing digital, mídia e comércio. Esse valor é um adicional aos já prometidos US$ 300 milhões voltados ao setor, que foram anunciados pela rede social no início de 2019 e que, de acordo com o planejamento, serão distribuídos durante 3 anos.

Outra iniciativa da empresa no mesmo ano foi o lançamento de um programa para ajudar as organizações de notícias locais a aumentarem as vendas de assinaturas digitais. Além disso, 4,5 milhões de libras esterlinas serão dedicadas ao treinamento de jornalistas no Reino Unido. Nessa nova leva de investimentos, o foco está em concentrar recursos para auxiliar os profissionais dos países mais afetados pela pandemia.

A primeira distribuição foi de US$ 5 mil dólares para 50 empresas dos Estados Unidos e do Canadá, visando pagar custos inesperados associados à cobertura de informações sobre o novo coronavírus. Mesmo que o uso de serviços de mensagem e videochamada do Facebook esteja aumentando, os prejuízos também estão chegando à rede social. "Nossos negócios estão sendo afetados como todos os outros", afirmou a companhia de Mark Zuckerberg em comunicado.

"Se as pessoas precisavam de mais provas de que o jornalismo local é um serviço público fundamental, estão tendo agora", declarou a empresa, que combate diariamente fake news e informações de baixa qualidade, as quais afetam diretamente a produção de conteúdo, atrasando as equipes responsáveis por novos materiais.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/151542-facebook-investira-us-100-milhoes-jornalismo-devido-covid-19.htm

 

27

Mar

Jornalismo

Agências de checagem ampliam atuação durante crise de saúde

As agências de checagem jornalística ampliam parcerias com veículos e aumentam frequência de checagens em meio à crise do novo coronavírus. A movimentação impulsiona, inclusive, novos formatos de entrega para diminuir a disseminação de notícias falsas sobre a crise de saúde pública.

A agência Lupa, por exemplo, busca atingir ainda mais leitores com uma nova newsletter sobre o coronavírus. Com divulgação diária durante os cinco dias úteis da semana, o produto conquistou 300 assinantes no primeiro dia de disponibilidade, destaca a agência. Além disso, a média de publicações nas redes sociais da Lupa cresceu de até duas por dia para chegar a cinco, segundo levantamento interno.

Natália Leal, diretora de conteúdo da Lupa, explica que há uma quantidade elevada de notícias falsas nesse momento, e destaca o papel das parcerias com veículos e plataformas para a divulgação da checagem de fatos.

“Trabalhamos junto ao Facebook para desmentir informações e boatos que são denunciados por usuários da plataforma. As coisas mais preocupantes e comuns são as coisas que estão ligadas a possíveis curas e antídotos”, destaca Leal.

O financiamento da agência, inclusive, vem dessas parcerias com publishers e plataformas.

A agência Pública, que não faz checagem, mas produz conteúdo sobre o tema para outros veículos, também se debruçou sobre o novo coronavírus nas últimas semanas. “Esta é uma forma de fazer com que informações de qualidade sobre a pandemia cheguem a públicos diferentes”, destaca Marina Dias, coordenadora de comunicação da Agência Pública.

O foco da redação da agência está voltado para reportagens investigativas que indiquem como a pandemia afeta “populações mais vulneráveis e, também, sobre a transparência e movimentações nas redes sociais”, destaca Dias.

Já o projeto Comprova, por outro lado, passou a fazer checagem de fatos sobre o coronavírus nessa quarta-feira, 25. A iniciativa é uma união de 24 veículos jornalísticos que, juntos, formam uma coalizão que monitora as redes sociais em busca de informações falsas sobre certos temas. O projeto nasceu durante a eleição presidencial de 2018.

Mentira recontada

Entre a miríade de notícias falsas checadas por agências, algumas são recorrentes e especialmente danosas ao bem comum. “As coisas mais preocupantes e comuns são as que estão ligadas a possíveis curas e antídotos. Sabemos que é um vírus novo, então insistimos que é uma informação falsa e recorrente – até que tenhamos uma informação de algum país que conseguiu”, destaca Leal, da Lupa.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/03/27/agencias-de-checagem-ampliam-atuacao-durante-crise-de-saude.html

26

Mar

Jornalismo

Centro de Ciências da Saúde lança cartilha com orientações sobre delivery

Nesses dias de isolamento, devido à pandemia do Covid-19, pedir comida pronta ou insumos alimentares para não ter de se deslocar até os supermercados, o chamado delivery, tem sido uma mão na roda. Mas até com isso é preciso ter cuidado, pois os alimentos podem servir de veículo de transmissão do novo vírus, seja por meio das embalagens ou porque o entregador está doente. Pensando nisso, o Departamento de Nutrição (DNUT), do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRN), criou uma nova cartilha trazendo algumas dicas sobre a interação com esse tipo de serviço. A cartilha está disponível neste link.

A cartilha, composta de 12 páginas, traz orientações básicas para o consumidor, entregador e estabelecimentos comerciais, considerando não apenas a situação do Covid-19, mas também a situação de produção e distribuição dos alimentos. Em relação a possível contaminação, é sugerido que os alimentos recebidos sejam desembalados em lugar diferente daquele onde são feitas as refeições. As embalagens devem ser desinfectadas e, após, as mãos lavadas conforme recomendação dos órgãos de saúde.

Para os entregadores, as preocupações são ainda mais rigorosas, sobretudo com objetos utilizados como a maquineta de crédito. Também é sugerido evitar usar utensílios como brincos, relógios, anéis e outros objetos que acumulem sujeira e microrganismos, como bactérias e vírus. As Caixas térmicas devem ser lavadas com detergente, antes de cada turno de trabalho, e higienizadas com álcool a 70% frequentemente.

As preocupações do DNUT vão ao encontro daquilo que preconizam os órgãos de saúde, visando o controle do Covid-19 para evitar sobrecarga nas unidades hospitalares. O Departamento também tem dado orientações em relação ao tipo de alimentação consumida durante o período de isolamento quando as pessoas se movimentam menos e, consequentemente, acumulam mais calorias. Recentemente, publicou outra cartilha com orientações nutricionais que pode ser acessada neste link.

24

Mar

Jornalismo

TVs e jornais lideram índice de confiança em informações sobre coronavírus, diz Datafolha

Por Tribuna do Norte

O jornalismo produzido pelas organizações de notícias é, para os brasileiros, a fonte mais confiável na divulgação de informações sobre a pandemia do novo coronavírus, segundo pesquisa do Datafolha, informou o jornal Folha de S.Paulo. Enquanto isso, redes sociais e aplicativos de mensagens são vistos como pouco confiáveis em meio à pandemia.

Segundo o levantamento, programas jornalísticos da TV (61%) e jornais impressos (56%) lideram no índice de confiança sobre o tema, seguidos por programas jornalísticos de rádio (50%) e sites de notícias (38%). Em posição oposta à imprensa profissional estão os conteúdos que vêm de WhatsApp e Facebook. Nas duas plataformas, apenas 12% dizem confiar em informações sobre o coronavírus. Nelas, o índice dos que dizem não confiar nas informações atinge 58% (WhatsApp) e 50% (Facebook).

O índice dos que dizem não confiar nas informações sobre a pandemia é de 11% nos jornais e de 12% nos telejornais. Os sites de notícias têm a desconfiança de 22%. O levantamento do Datafolha foi realizado de quarta (18) a sexta-feira (20). A pesquisa foi feita por telefone, e não presencialmente, devido à pandemia, segundo a Folha de S.Paulo. Foram ouvidas 1.558 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.

Disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/tvs-e-jornais-lideram-a-ndice-de-confiana-a-em-informaa-a-es-sobre-coronava-rus-diz-datafolha/475622

23

Mar

Jornalismo

Jornais brasileiros se unem em mensagem sobre Covid-19

Deu no Portal Meio e Mensagem:

“Juntos vamos derrotar o vírus. Unidos pela informação e pela responsabilidade.” Essa mensagem estampou a capa da edição desta segunda-feira, 23, de dezenas de jornais brasileiros. A ação foi articulada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) com a proposta de enfatizar a importância do trabalho da imprensa e da informação com credibilidade para auxiliar a sociedade durante a pandemia.

“Em situações dramáticas como a que vivemos, informação precisa e contextualizada ainda é um bem essencial”, diz Marcelo Rech, presidente da ANJ, a respeito da ação, explicada em reportagens veiculadas em Folha, Estadão, O Globo, Zero Hora e outros jornais de diversos locais do País. A ação foi criada pela agência Tailor Media.

Além da mensagem na capa das edições impressas, a campanha da ANJ também será veiculada nas edições digitais dessas publicações, que destacarão a hashtag #imprensacontraovírus. A associação desenvolveu a ação na semana passada e pretende, ainda, fazer uso das redes sociais e outros meios para reforçar a importância da busca por informações de credibilidade, produzidas por veículos profissionais, a respeito da pandemia e das medidas de prevenção. Na semana passada, os principais veículos de mídia impressa da Argentina fizeram a mesma ação, estampando na capa uma mensagem sobre a importância da informação de qualidade no atual momento.

Após a quinta-feira passada, 12, quando a Organização Mundial da Saúde classificou como pandemia a disseminação do novo coronavírus, jornais brasileiros começaram a tomar medidas para garantir maior acesso à informação de conteúdo importante a respeito da prevenção, medidas de restrição e do panorama da doença no mundo. Por isso, veículos como Estadão, Folha, O Globo, Correio, O Povo, GaúchaZH, O Correio do Povo, Jornal do Comércio, Gazeta do Povo, O Popular, NSC Total e A Gazeta liberaram o acesso às suas reportagens sobre o coronavírus a quem não é assinante.

Fonte disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/03/23/jornais-brasileiros-se-unem-em-mensagem-sobre-covid-19.html

 

23

Mar

Jornalismo

Jovem Pan News Natal estreia no rádio potiguar

Deu na Tribuna do Norte:

Entra em operação, a partir desta terça-feira (24), a Jovem Pan News Natal, emissora vinculada ao grupo TRIBUNA DO NORTE, que completa 70 anos exatamente na data da primeira transmissão  da nova FM. Com a frequência 93,5, a emissora passará a fazer parte da rotina dos ouvintes do Rio Grande do Norte com a missão de levar o melhor da informação do que acontece em Natal e no Rio Grande do Norte, aliado a uma bandeira nacional.

Para o diretor da Rede TRIBUNA DO NORTE, empresário Flávio Azevedo, a operação da FM fortalecerá o grupo. “Já enfrentei muitos desafios ao longo de 52 anos de atividade empresarial. Poucos foram tão gratificantes quanto esse. A responsabilidade de dar sequência a atividade de uma empresa com décadas ininterruptas de atividade foi enorme. Mas, conseguimos. Na próxima semana, iniciaremos  a operação da FM, como credenciada da maior e mais moderna rede de radiodifusão do Brasil, a Jovem Pan News. E, em conjunto com o jornal e portal TRIBUNA DO NORTE, estaremos formando a maior rede de comunicação do Rio Grande do  Norte”, destaca Flávio Azevedo.

Com uma estrutura de última geração, estúdios feitos sob cuidado e equipamentos de primeira qualidade, o grande propósito da Jovem Pan News Natal é ter uma sinergia com o noticiário do jornal impresso e do site, um diferencial no radiojornalismo potiguar.

“A grande proposta da Pan News é a integração dos veículos. A primeira notícia sai cedo no impresso, que paralelamente está no portal e será repercutida na rádio. A ideia é informar o ouvinte nos três âmbitos: nacional, regional e local. Isso 24 horas. Vamos utilizar as principais ferramentas que a comunicação oferece: o rádio e as redes sociais. O diferencial é o contato off. A programação local tem o intuito de ir, pessoalmente, onde o ouvinte está. Por meio das reportagens, da interação com quem nos ouve”, garante Erasmo Magno, gerente de programação da Pan News Natal 93.5.

Fazendo parte de uma rede de rádio jornalística brasileira do Grupo Jovem Pan, a Pan News surgiu em outubro de 2013 como projeto de rádio all news, isto é, com programação jornalística 24 horas por dia. A parceria com a Pan News renderá os programas da emissora. Aliado a isso, a rádio terá ainda a programação local, com equipe altamente qualificada.

Na coordenação de marketing da rádio estará a gerente comercial da TRIBUNA DO NORTE, Karina Mandel. De acordo com ela, a parceria entre duas marcas fortes, vai render ações integradas entre o jornal e a rádio. “Para o marketing é ótimo porque podemos criar ações com as duas marcas e intensificar ainda mais o conceito de informação com credibilidade. Essa união de marcas fortes afeta diretamente o comercial, já que os anunciantes buscam  cada dia mais veículos que tenham esse compromisso com a notícia”, aponta Karina Mandel.

Fonte disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/jovem-pan-news-natal-estreia-no-ra-dio-potiguar/475427

20

Mar

Jornalismo

Blog da Juliska completa dois anos estreando novo layout desenvolvido pela Maxmeio

Estamos de cara nova para comemorar nossos dois anos de existência! A partir de hoje (20), quem acessa o blog encontra um novo layout, que passa a apresentar notícias em destaque para facilitar o acesso do leitor às informações de seu interesse. Agora, ao entrar no Blog da Juliska para se informar sobre temas como comunicação, educação, tecnologia e empreendedorismo, o internauta já encontra quatro destaques principais para acesso rápido, e abaixo deles, seguem todas as demais matérias postadas em barra de rolagem.

Ao longo de dois anos, o Blog da Juliska já divulgou quase 6 mil notícias e tem crescido em público e relevância como espaço que destaca informações de um universo que atrai cada vez mais a atenção do público. Novidades sobre mídias sociais, comunicação digital, seu crescimento e alcance; atualidades das áreas de tecnologia e empreendedorismo; iniciativas nas áreas de lazer e cultura e o que acontece no meio acadêmico do Estado e no universo das startups são alguns dos assuntos recorrentes no veículo. 

“O Blog da Juliska apresenta ao leitor temas que despertam sua atenção e que nem sempre encontram destaque nos outros veículos, que muitas vezes privilegiam os fatos do dia e notícias nas áreas de segurança e política. Aqui, ele encontra análises e informações além do factual e também se informa sobre o universo da comunicação”, afirma a editora, jornalista Juliska Azevedo. Diariamente, é encaminhada uma lista de transmissão com as principais notícias do Blog para formadores de opinião, empreendedores, comunicadores, educadores, advogados, entre outros públicos.

As mudanças no layout foram realizadas pela Maxmeio, uma das principais agências de serviços digitais do Norte e Nordeste. O diretor da agência, Flávio Sales, ressalta a preocupação de manter o blog atualizado com as tendências de design do universo digital e com a melhor acessibilidade para as notícias. “Somos parceiros do blog desde o início e entendemos que esse novo layout é adequado para o momento em que ele vem crescendo em número acessos e conquistando um público cada vez mais abrangente”, afirma.

17

Mar

Jornalismo

Coronavírus: Globo suspende novelas e operadoras de TV paga abrem a programação

Para evitar a aglomeração de profissionais em sets de filmagem, a TV Globo tomou uma decisão inédita em mais de 50 anos: resolveu suspender a gravação das suas novelas. Com isso, após terminarem os capítulos que estão no ar atualmente, passarão a ser exibidas novelas que já foram ao ar, no estilo Vale a Pena Ver de Novo. A nova novela das 18h, que já estava sendo anunciada – Nos Tempos do Imperador – foi suspensa.

Amor de Mãe, que ocupa a faixa das 21h, termina sua primeira fase neste sábado e vai sofrer uma pausa. A partir de segunda uma versão compacta de Fina Estampa, que foi ao ar em 2011, passa a ser exibida. Éramos Seis, das 18h, termina no dia 30. Não será substituída, como era o plano, por Nos Tempos do Imperador. Novo Mundo, de 2017, também em versão compacta, entra no ar. E Salve-se Quem Puder, das 19h, vai até o dia 28 quando também vai ser pausada.

Totatalmente Demais, de 2015, a substitui. Já a TV Record preferiu seguir com a rotina. Amor Sem Igual, das 20h30, continua com as gravações a pleno vapor. E a equipe responsável pela trama bíblica Gênesis, com estreia marcada para abril, está no Marrocos para o registro das primeiras cenas.

TVs pagas liberam canais

Com o objetivo de aumentar as opções para quem está em casa, serviços de streaming e operadoras de TV por assinatura estão liberando canais. A Globoplay abriu toda sua programação infantil por 30 dias. Os seis canais Telecine, também. A operadora de TV paga Net liberou a íntegra de todos seus canais. Sky TV abriu o sinal de 70 canais ao todo; a Oi TV, para dez canais, incluindo os infantis; e, a Claro TV, também abrirá uma variedade maior de opções.

17

Mar

Jornalismo

Seleção para UERN TV será realizada via e-mail até amanhã

A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PROEX/UERN) comunica que as inscrições para seleção de bolsista da UERN TV serão realizadas somente por e-mail: dgc.proex@gmail.com. De acordo com o Edital nº 007/2020, o período de inscrições irá até esta quarta-feira, 18.

Deve-se enviar os seguintes documentos: ficha de inscrição (anexo I do Edital), declaração de vínculo emitido pela Plataforma Íntegra, cópia do currículo lattes ou vitae acompanhado de documentos comprobatórios, portfólio e cópias de documentos de identificação.

A seleção abrange uma vaga para aluno ou aluna que esteja cursando pelo menos o 5º período do curso de Comunicação Social, com habilitação Jornalismo, ou do curso de Jornalismo. É preciso ainda possuir experiência em vídeo no desenvolvimento através de atividades de sala de aula ou projetos extensionistas.

No estágio, o selecionado desenvolverá atividades junto a Programas, Projetos, Grupos Institucionalizados e processos das Políticas de Extensão, ligados à PROEX. As atribuições incluem produzir e apresentar programas, realizar atividades de produção de reportagens, além de desenvolver estratégias de divulgação do conteúdo da UERN TV nas redes sociais.

A remuneração da bolsa é de R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais) e mais R$ 40,00 (quarenta reais) de auxílio-transporte, durante o período de abril a junho. Confira o Edital nº 007/2020 – PROEX/UERN AQUI. Mais informações na página da PROEX AQUI.

13

Mar

Jornalismo

Coronavírus: doença faz veículos mudarem estratégias

As medidas para tentar conter a proliferação da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus — que, nesta semana, recebeu a classificação de pandemia da Organização Mundial de Saúde — não estão restritas ao cancelamento de grandes eventos internacionais, como o Mobile World Congress, South by Southwest, e já começam a afetar praticamente todo o calendário esportivo e de festivais em todos os continentes.

As edições do Lollapalooza deste ano do Chile e da Argentina já foram adiadas e o mesmo deve acontecer com a brasileira, ainda marcada para o início de abril. As partidas da próxima rodada da Conmebol Libertadores, que aconteceriam na próxima semana, também foram canceladas por tempo indeterminado. O mesmo destino teve o GP da Austrália, da Fórmula 1, que seria realizado nesse domingo, 15.

As emissoras de TV e jornais também estão alterando suas estratégias nesse momento, seja para ajudar na difusão de informações sobre prevenção e combate à doença, ou para evitar a reunião de grupos numerosos de pessoas. Nessa quinta-feira, 12, a Folha de S.Paulo e O Globo, os jornais líderes em circulação no Brasil segundo o Instituto Verificador de Comunicação (IVC), anunciaram a liberação do conteúdo digital que traz informações gerais sobre a Covid-19.

Adotando o sistema de paywall desde 2012, a Folha declarou que não irá restringir o acesso às reportagens com informações relevantes a respeito da pandemia. “As redes sociais estão desde o início da crise do coronavírus repletas de informações falsas. O jornalismo profissional é antídoto em tempos de fake news e a Folha busca contribuir para que mais brasileiros tenham acesso a notícias confiáveis”, justificou a publicação, em texto que anuncia a medida.

O Globo também tirou derrubou o paywall do conteúdo digital que traz notícias e informações sobre a pandemia e também anunciou algumas mudanças na edição impressa. Todas as informações relacionadas ao Covid-19 no Brasil e no mundo estarão reunidas no primeiro caderno do jornal, em uma editoria especial que antecede todo o restante do noticiário. O veículo também disponibilizará um guia, em formato de PDF, que pode ser baixado pelo site a partir das 10h desta sexta-feira, 13.

O material, que será atualizado continuamente, reúne um guia com as principais orientações dos orgãos de saúde a respeito das medidas para a prevenção da doença. As medidas de Folha e O Globo já vinham sendo tomadas por grandes publicações internacionais. O New York Times, publicação com o maior número de assinantes digitais no mundo, também declarou que as notícias a respeito da crise do coronavírus estão com o acesso liberado.

Sem plateia
As emissoras brasileiras de TV também começam a criar uma rotina diferente por conta da pandemia. Nessa quinta-feira, 12, começaram a circular informações de que a Globo passará a não levar plateia para seus programas de auditório, como Domingão do Faustão e a edição de terça-feira do Big Brother Brasil. Fátima Bernardes apresentou o Encontro nessa quinta-feira já com a plateia bem reduzida. Em nota, a Globo confirma que está reavaliando a presença de grandes grupos em seus estúdios. “Como forma de prevenção ao Coronavírus (Covid-19), para garantir a segurança do público e dos funcionários, estamos avaliando o modelo e a própria participação de plateia e de figuração em nossos programas”, diz a emissora.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/03/13/paywall-e-plateia-coronavirus-faz-veiculos-mudarem-estrategias.html

12

Mar

Jornalismo

Associação de rádios e TVs registra aumento de ataques a jornalistas

Deu no G1: 

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) registrou um aumento dos ataques a jornalistas em 2019. O monitoramento levou em conta todo tipo de agressão contra veículos de comunicação e profissionais de imprensa no Brasil: ataques físicos, ofensas, ameaças e tentativas de censura. Em alguns casos, equipes de reportagem foram barradas em entrevistas coletivas, que deveriam ser abertas a todos os veículos. Dois jornalistas foram condenados por crimes de opinião, pena considerada excessiva por organismos internacionais.

O relatório não contabilizou nenhum homicídio no exercício da profissão, apesar de a polícia ainda investigar o assassinato de dois jornalistas. Mas registrou 56 casos de violência não letal como socos, chutes, balas de borracha e vandalismo contra ao menos 78 profissionais e veículos de comunicação, principalmente contra repórteres de rádio e TV. O documento trouxe uma novidade em 2020: uma análise em separado das redes sociais.

O levantamento feito pela Abert revela que o jornalismo profissional sofreu quase 11 mil ataques por dia nas redes sociais em 2019, o que significa sete agressões por minuto. Xingar profissionais da imprensa ou colocar em xeque o caráter de jornalistas tem sido prática cada vez mais comum. Segundo o relatório, na maioria das vezes são postagens com palavras de baixo calão ou expressões que tentam desacreditar o trabalho da imprensa. Em 2019, políticos e ocupantes de cargos públicos foram os principais autores. 

“Na causa disso está a questão da incompreensão do papel da imprensa. É achar que um veículo de comunicação está a meu favor ou está contra mim, está ao meu lado ou está contra mim. Não é esse o nosso papel. Nós cobrimos o processo político, criticando, mostrando os fatos e mostrando todos os lados da questão e não apenas o lado que pode interessar a um lado ou a outro lado”, disse o presidente da Abert, Paulo Tonet Camargo.

Fonte disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/03/11/associacao-de-radios-e-tvs-registra-aumento-de-ataques-a-jornalistas.ghtml

9

Mar

Jornalismo

Mais de 60% dos brasileiros não sabem identificar uma notícia falsa, segundo pesquisa

Recente pesquisa da empresa de cibersegurança Kaspersky em parceria com a empresa de pesquisa CORPA – “Iceberg digital” – indica que 62% dos brasileiros não sabem identificar ou não têm certeza se conseguem diferenciar se uma notícia na internet é falsa ou verdadeira. O estudo revela ainda que, apesar dessa dificuldade, os brasileiros estão familiarizados com o termo “fake news”: apenas 2% dos entrevistados desconhecem a expressão. O estudo, feito nos demais países da América Latina, traz um quadro geral ainda mais preocupante.

Em média, 70% dos latino-americanos não sabem identificar ou não têm certeza se conseguem diferenciar se uma notícia na internet é falsa ou verdadeira. Os cidadãos que menos conseguem reconhecer notícias falsas são os peruanos (79%), seguidos pelos colombianos (73%) e chilenos (70%). Mais atrás estão os argentinos e mexicanos, com 66%. A pesquisa mostra que 16% dos entrevistados na América Latina desconhecem completamente o termo “fake news”, um aspecto em que os peruanos também se destacam, com 47% dos entrevistados alegando que não sabem o que a palavra significa.

Apenas 2% dos latino-americanos consideram as notícias falsas inofensivas, enquanto a grande maioria as classifica como perigosas e eventualmente danosas: 72% dos entrevistados acreditam que as notícias falsas viralizam para que alguém receba algo em troca ou para causar dano a algo/alguém. Mesmo tendo essa percepção negativa, quase metade dos brasileiros (42%) ocasionalmente questiona o que lê na web.

Os usuários peruanos mais uma vez lideram o ranking regional com 58%, eles são seguidos pelos colombianos (47%), chilenos, argentinos e mexicanos. O estudo mostra também que, em média, um terço dos latino-americanos usa apenas as redes sociais para se informar diariamente e apenas 17% se informam em sites da mídia tradicional. Destes, os que utilizam as redes mais vezes com esse propósito são os mexicanos (35%), seguidos pelos brasileiros (33%) e chilenos (32%). Mais atrás estão os peruanos (31%), argentinos (28%) e colombianos (26%).

"Os resultados deste novo estudo deixam claro que grande parte dos latino-americanos continua confiando fielmente no que circula na web, algo que pode causar graves consequências não apenas no âmbito pessoal, mas também no profissional", diz Fabio Assolini, pesquisador sênior de segurança da Kaspersky no Brasil. “No caso de fake news, além de prejudicar uma pessoa ou instituição, pode também destruir reputações e gerar caos. Elas também são usadas pelos cibercriminosos para atrair usuários desatentos para links maliciosos e, assim, roubar dados pessoais e dinheiro”.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/26556-em-ano-de-eleicao-mais-de-60-dos-brasileiros-nao-sabem-identificar-uma-noticia-falsa-segundo-pesquisa.html

5

Mar

Jornalismo

Aprovado projeto que cria mecanismos para coibir violência contra idosos

Para ampliar o combate à violência contra idosos, a Câmara Municipal de Natal aprovou, na sessão ordinária desta quarta-feira (04), o Projeto de Lei 278/2019 que obriga os servidores da Saúde a fornecer informações ao Conselho Municipal do Idoso sobre casos de violência física ou psicológica ou maus-tratos contra pessoas acima de 60 anos. O texto foi apresentado pelo presidente da Casa, vereador Paulinho Freire (PSDB), que frisou a importância social da iniciativa.

"O objetivo é resguardar o direito previsto no Art. 4° da Lei 10.741/2003 do Estatuto do Idoso, que estabelece que nenhum idoso poderá ser objeto de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão. Para nossa tristeza, constatamos que a grande maioria das agressões ocorre no âmbito familiar ou por pessoas próximas das vítimas, como vizinhos e amigos", explicou Paulinho Freire.

"Neste cenário, políticas de inclusão para as pessoas idosas tornam-se urgentes na capital potiguar, ante o acelerado processo de envelhecimento da população e um índice cada vez maior da expectativa de vida. Em tempo: fomentar ações que assegurem serviços de qualidade para a terceira idade e desenvolver estratégias que visem coibir violências neste segmento é dever deste parlamento em conjunto com todos os setores da sociedade", completou.

Ao fazer uso da palavra, o vereador Franklin Capistrano (PSB) defendeu a proposta. "A violência contra os idosos configura-se uma grave violação dos direitos desses cidadãos, o que evidencia a incapacidade dos governantes em garantir uma vida digna aos que dedicaram décadas de trabalho em prol do país. Portanto, parabenizo o meu colega Paulinho Freire por conceber uma matéria tão relevante".

Moção de Repúdio

O plenário do Legislativo natalense também acatou uma Moção de Repúdio ao Presidente Jair Messias Bolsonaro em virtude da declaração feita a jornalistas, dia 5 de fevereiro, ao sair do Palácio da Alvorada, na qual ele afirma que as pessoas portadoras do Vírus HIV, transmissor da Aids, são "uma despesa para todo o Brasil", além de um "problema sério" para a própria pessoa.

"Como representante do povo de Natal na Câmara e apoiador da luta pelos direitos das pessoas com HIV/Aids, ao lado da Associação Vidas Positivas (AVIP), que exerce um árduo trabalho nessa área, é meu dever repassar a importância da igualdade para os portadores do vírus na sociedade", destacou o vereador Kleber Fernandes (PDT), autor da moção. 

Por sua vez, o vereador Cícero Martins (PSL) votou contra a proposição. "Muitas falas são distorcidas na mídia. O presidente Bolsonaro não tem preconceito com os portadores do HIV. O fato é que houve um veto presidencial a um projeto do Congresso que dispensa a pessoa com HIV/Aids, que esteja aposentada por invalidez, de ter que passar por perícia. Ele apenas alertou para os devidos cuidados, haja vista que essas pessoas representam um alto custo para o governo. É uma questão de interpretação", avaliou.

Concursos públicos

No final da sessão, os parlamentares deram parecer favorável a um projeto encaminhado pelo vereador Ney Lopes Júnior que autoriza, em casos específicos, a mudança de data para a realização de prova, teste ou exame físico, exigíveis em qualquer concurso público no Município.

3

Mar

Jornalismo

Governo federal reedita cartilha sobre proteção de jornalistas e comunicadores

O governo federal reeditou a cartilha sobre a proteção de jornalistas e outros comunicadores. O documento traz as obrigações governamentais acerca da prevenção, proteção e acesso à justiça em casos de violência cometida contra esses profissionais em razão do exercício do seu direito à liberdade de pensamento e expressão. A Cartilha Aristeu Guida da Silva foi apresentada hoje (3) pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

primeira versão do documento foi publicada pelo governo brasileiro em 2018 em cumprimento às recomendações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos para o caso do assassinato do jornalista Aristeu Guida da Silva, que dá nome à cartilha, em 12 de maio de 1995, no município de São Fidélis, no Rio de Janeiro. Em 1999, a Sociedade Interamericana de Imprensa apresentou à comissão uma petição contra o Estado brasileiro denunciando o caso.

A cartilha apresenta ainda os padrões internacionais e os mecanismos de proteção de direitos humanos e os canais de auxílio às pessoas ameaçadas, como o Disque 100 e o Portal Humaniza Redes.

Entre as obrigações do governo estão realizar discursos públicos que contribuam para prevenir a violência contra jornalistas e comunicadores e campanhas e capacitações de agentes do Estado sobre o papel desses profissionais em sociedades democráticas.

Em 2019, foram registrados 208 ataques a veículos de comunicação e a jornalistas, um aumento de 54,07% em relação ao ano anterior, de acordo com o relatório da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), divulgado em janeiro. Os políticos foram os principais autores, com 144 ocorrências (69,23% do total), a maioria delas tentativas de descredibilização da imprensa (114). Segundo o levantamento, o presidente Jair Bolsonaro foi o autor de 121 ataques em 2019, (58,17% do total de casos registrados no ano).

Além dos registros de ameaças ou intimidações, agressões verbais e físicas e censuras, dois jornalistas foram assassinados em 2019. Este ano, o jornalista brasileiro Lourenço Léo Veras acabou entrando para a estatística. Ele foi morto a tiros, dentro de casa, por homens armados e mascarados, na cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, onde trabalhava, cidade vizinha à Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.

A Comissão de Proteção dos Jornalistas afirma que a fronteira do Brasil com o Paraguai é uma das mais perigosas do mundo para profissionais da imprensa. Ontem (2), a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) condenou o crime, que aconteceu em 12 de fevereiro. Em nota, a diretora-geral da agência da ONU, Audrey Azoulay, disse que os autores do crime têm de ser levados à justiça e punidos e acrescentou que a proteção dos jornalistas é fundamental para a defesa da liberdade de imprensa e de expressão.

Com informações da Agência Brasil