Jornalismo

24

Mai

Jornalismo

Rio Grande do Norte é o 18º do país em contratação de jornalistas com carteira assinada

O Rio Grande do Norte conta com 523 jornalistas empregados com carteira de trabalho assinada, alcançando a 18ª posição em número total de empregos formais da categoria, contabilizado entre os 26 Estados da Federação e o Distrito Federal. O dado é da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2017, a última disponível e divulgada a partir de informações fornecidas pelos próprios contratantes.

Ainda conforme o levantamento, entre 2016 e 2017, o Rio Grande do Norte apresentou um crescimento de 10,1% no número de empregos formais de jornalistas, passando de 475 para 523. Em todo o país, houve incremento de apenas 2,1% nas contratações de jornalistas com carteira assinada. Conforme a RAIS 2017, o Brasil possui 42.197 jornalistas socialmente protegidos pelos benefícios da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O maior mercado formal para a categoria é São Paulo, com 11.876 jornalistas contratados com carteira assinada. Em seguida, estão: Rio de Janeiro (4.120), Minas Gerais (2.940), Rio Grande do Sul (2.807),  Distrito Federal (2.485), Paraná (2.106) e Santa Catarina (1.990). Desses, ao menos quatro apresentaram redução de postos entre 2016 e 2017:  Minas Gerais (-5,1%), São Paulo (-2,85), Rio de Janeiro (-2,0%) e Distrito Federal (-0,2%).

Os Estados com menor número de jornalistas empregados formalmente estão na Região Norte: Amapá (72 pessoas), Acre (104) e Roraima (160). No entanto, em todos eles houve crescimento nas contratações com carteira assinada entre 2016 e 2017, com destaque para Amapá (12,5%) e Roraima (11,95%). Esse resultado pode ser influenciado pela baixa base de comparação no exercício anterior.

No Nordeste se destaca o Ceará, contando com 1.654 jornalistas empregados com carteira de trabalho assinada, alcançando a 8ª posição em número total de empregos formais da categoria. 

Antes da “reforma” trabalhista

Acreditamos que esses números da RAIS 2017 não foram influenciados pela nefasta “reforma” trabalhista, advinda com a Lei Nº 13.467, que passou a vigorar no dia 11 de novembro de 2017. Seguramente, os números da RAIS 2018, que serão divulgados em setembro de 2019, já trarão claramente os reflexos da destruição causada pelas alterações na CLT.

24

Mai

Jornalismo

Queijo do Seridó embarca para competição na França nos próximos dias

O legítimo queijo do Seridó do Rio Grande do Norte embarca nos próximos dias rumo à 4ª edição da Mondial Du Fromage – Et Des Produits Laitiers em Tours, na França, uma competição internacional de queijo. O queijeiro Lucenildo Firmino, de Tenente Laurentino, e a pesquisadora Adriana Lucena representarão o RN na competição que envolve 38 países. Nesta quinta-feira (23) eles se encontraram com a governadora Fátima Bezerra e o secretário Fernando Mineiro para agradecer o incentivo.

O Governo do Estado, por meio do projeto Governo Cidadão, está patrocinando a ida do queijeiro, enquanto Adriana está viajando com apoio do Sebrae. Convidada pela organização do evento para participar, Adriana escolheu o queijo de Firmino para representar o estado na competição, depois das premiações nacionais conquistadas por ele em 2017 e 2018 no Prêmio Queijo Brasil. A competição acontece entre 2 e 4 de junho próximos.

“É um orgulho muito grande poder levar o queijo do Seridó para a França, para que pessoas de todo o mundo conheçam. É um grande reconhecimento para nós produtores”, celebra Lucenildo, mais conhecido como Galego. Ele também é um dos beneficiados pelo Edital de Leite e Derivados lançado pelo Governo do Estado, com recursos do acordo de empréstimo com o Banco Mundial, e nos próximos meses terá sua queijeira construída e equipada, prontinha para obter a tão sonhada certificação.

A governadora Fátima Bezerra registrou o orgulho de o Rio Grande do Norte ter um pequeno produtor levando seu queijo para um evento deste porte. “É uma honra saber que o Governo do Estado incentiva e apoia produtores como você e contribui de alguma maneira para desenvolver sua atividade. Parabéns por mostrar ao mundo inteiro o queijo do Seridó”, disse.

O secretário de Gestão de Projetos Fernando Mineiro foi um dos maiores defensores da ida do queijeiro até a França. “Incentivar o pequeno produtor, mostrar novos caminhos, abrir mercado são ações prioritárias para o governo quando se trata da agricultura familiar. Temos trabalhado para fortalecer nossos produtores e a participação em um evento como esse, depois de várias premiações nacionais, é um reconhecimento e também é fundamental”, acrescenta.

Foto: João Vital

22

Mai

Jornalismo

Prêmio Jovem Jornalista abre inscrições para mais uma edição

Estão abertas as inscrições para o 11º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, promovido pelo Instituto Vladimir Herzog e que conta com apoio da Abraji. Neste ano, o tema será “A face humana dos movimentos imigratórios e de refúgio e seus reflexos na sociedade brasileira”. Estudantes de jornalismo interessados em participar devem se inscrever no site até 5 de julho.

É permitido submeter a pauta individualmente ou em dupla, desde que os alunos sejam da mesma instituição de ensino. As propostas devem contar com a participação de um professor orientador, que poderá coordenar no máximo três equipes de inscritos. Além disso, é necessário que a pauta esteja relacionada à região onde os candidatos estudam e que a reportagem produzida seja publicada em um veículo de comunicação vinculado à instituição de ensino.

Na inscrição ao 11º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, as sugestões de pauta devem conter as seguintes informações: título provisório, motivação, foco e enfoque, modalidade, veiculação, metodologia, cronograma de execução e estimativa de custos de produção. As pautas selecionadas contarão com apoio financeiro para a sua realização.

No ano passado, o tema do Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão foi “A Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil”, por causa da comemoração do 70º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. As reportagens produzidas pelos vencedores — estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina, da Faculdade de Estudos Avançados do Pará e da Universidade Federal do Mato Grosso — estão disponíveis no site.

Fonte: Portal Comunique-se, disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/premio-jovem-jornalista-abre-inscricoes-para-mais-uma-edicao/

21

Mai

Jornalismo

Com mais de 27% da população deficiente, RN só tem uma praia com acessibilidade

Aos sábados e domingos, das 8h ao meio dia, um grupo de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos se reúne na Praia de Ponta Negra, na capital do RN, para tomar banho de mar. O que para muitos é algo simples, para esse grupo liderado pela Sociedade Amigos do Deficiente Físico (Sadef-RN) é uma verdadeira conquista, já que a praia da zona sul de Natal é a única em todo o litoral potiguar que dispõe de acessibilidade.

Apesar da falta de atenção a esse público, o Rio Grande do Norte é um dos Estados da Federação que mais tem pessoas com deficiência, seja motora, auditiva, visual, mental ou intelectual. O total, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), é de 882.022 pessoas nessa condição em todo o Estado, o que representa 27,8% da população potiguar.

O programa da Sadef, chamado “Natal Praia Inclusiva”, completou dois anos no último sábado (18), dia marcado por várias atividades na praia de Ponta Negra. “Tem vários casos de pessoas com deficiência que nunca tomaram banho de mar e depois do nosso projeto quase todo final de semana [a pessoa] está lá”, disse o presidente da Sadef-RN, Tércio Tinoco, em entrevista ao Hora Extra da Notícia (91.9 FM) nesta segunda-feira (20).

Pelo projeto, o banhista com deficiência dispõe de cadeiras que flutuam no mar, além de caiaque e stand up paddle. Também são realizadas atividades esportivas como futebol e vôlei para deficientes.

Segundo Tércio Tinoco, a praia de Ponta Negra só está acessível hoje em dia por pressões feitas pelo programa “Natal Praia Inclusiva” durante um ano. Ainda assim, o resultado é pequeno, já que em toda a praia só há uma rampa de acessibilidade perto do morro do careca, onde é realizado o projeto. Os demais acessos são todos por meio de escadaria.

Embora não tenha apresentado os valores, Tércio Tinoco diz que não é caro tornar uma praia acessível: basta se construir uma ou mais rampas de acessibilidade feitas de acordo com as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

20

Mai

Jornalismo

Amanhã, Estácio e STTU realizam evento para valorização da vida no trânsito

Alinhado com o Movimento Maio Amarelo, a Faculdade Estácio de Natal – unidade Alexandrino, promove um evento de palestra e debates filosóficos com o tema “Valorização da Vida”. A ação é realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) por meio do Núcleo de Aceleração e Valorização da Estácio – NAVE. A programação ocorrerá amanhã (21), às 18h30, na instituição de ensino. A participação é aberta à comunidade gratuitamente.

Em todo o mundo, a campanha Maio Amarelo tem como proposta chamar atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito. Somente no Rio Grande do Norte, entre janeiro de 2016 e novembro de 2018, foram registrados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RN) 17.901 acidentes envolvendo todo tipo de veículo no estado, que resultaram em 37.104 pessoas feridas e 1.498 mortes. De acordo com Emmanoel Monteiro, coordenador do projeto NAVE, o objetivo deste evento é “levar as pessoas à reflexão sobre a vida diante das adversidades do cotidiano no trânsito e que fatores têm influência sobre a mente e o corpo”.

O palestrante principal do evento será Ivanaldo Oliveira dos Santos Filho, filosofo, mestre em Ciências Sociais, doutor em Estudos da Linguagem e pós-doutorado em Linguística. Ivanaldo também é sócio fundador da Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica (SBFA) e membro do Instituto Jacques Maritain do Brasil (IJMB). Também serão debatedores do tema a educadora física Leila Maia e o filósofo Guto de Castro.

20

Mai

Jornalismo

Revista Veja anuncia mudança de diretor de redação falando em renovar "compromisso com o jornalismo"

Chega ao fim o período de André Petry como diretor de redação da Veja. Na edição desta semana, a revista confirma que o jornalista deixa o cargo para Mauricio Lima, que atualmente é responsável pela coluna ‘Radar’ e integra o time de redatores-chefes. A mudança ocorre um mês após o comando do Grupo Abril, que edita a semanal, deixar de pertencer à família Civita. Desde 17 de abril, o controle da empresa de mídia pertence ao empresário Fabio Carvalho, da Cavalry Investimentos.

André Petry sai com a marca de ter sido o profissional que por menos tempo permaneceu na função. Ele estava no cargo desde fevereiro de 2016, quando sucedeu Eurípedes Alcântara. Além dos dois, apenas outros quatro jornalistas podem dizer que foram diretor de redação ao decorrer dos 50 anos de história da Veja. O primeiro a ocupar o posto foi Mino Carta (1968 – 1976). O título ainda contou com as lideranças de Mario Sergio Conti (1991 – 1998) e Tales Alvarenga (1998 – 2004). Hoje colunista do veículo, José Roberto Guzzo foi o número 1 do jornalismo do impresso durante 15 anos, de 1976 a 1991.

Na ‘Carta ao Leitor’ da edição desta semana da Veja, o Grupo Abril valoriza a gestão de André Petry. Apesar de colocar a saída dele como parte de processo que visa renovar o “compromisso com o jornalismo de excelência”, evidencia números alcançados durante a direção dele. Há destaque para feito realizado fora da mídia impressa. “[O site Veja.com] ganhou ainda mais projeção, saltando de uma média mensal de 12 milhões para 30 milhões de visitantes únicos”. Informa-se, também, o crescimento da marca nas redes sociais, como Facebook e Twitter.

Fonte: Portal Comunique-se, disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/veja-troca-diretor-de-redacao/

17

Mai

Jornalismo

Lei de Acesso à Informação completa sete anos com desafios para sua consolidação

Em 23 de novembro do ano passado, o secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castelo Branco, fez uma denúncia na ouvidoria de uma autarquia federal por causa do uso irregular de um carro oficial em Brasília. Sem obter retorno, ele buscou o órgão em janeiro deste ano e tentou saber quais as providências tomadas. Para a verificação, ele acionou a Lei de Acesso à Informações (LAI).

Conforme a LAI, “o órgão ou entidade pública deverá autorizar ou conceder o acesso imediato à informação disponível”. Não sendo possível o acesso imediato, a lei estabelece um prazo para responder o pedido, “o órgão ou entidade que receber o pedido deverá, em prazo não superior a 20 (vinte) dias”. Apesar da norma, Castelo Branco ainda não obteve retorno. Depois de alguns adiamentos, ele aguarda a informação para 22 de maio, conforme foi avisado pela autarquia.

“De maneira geral, políticos e autoridades não gostam de ser fiscalizados. Isso extrapola partidos políticos", afirma Castelo Branco. Há mais de uma década, ele está à frente da ONG que lida com o monitoramento do orçamento público federal.

Avanços

Apesar da demora em obter resposta sobre o episódio envolvendo o carro oficial, Castelo Branco avalia positivamente a LAI. “Essa lei criou oportunidade para termos acesso a documentos que até então eram impossíveis. A transparência aprimora o gasto, a qualidade da despesa, a legalidade do ato, além de ser um direito do cidadão. Nada mais é importante do que saber para onde estão indo os recursos obtidos com o pagamento de impostos”, explica Gil.

“Nós enfrentamos dificuldades que seriam muito maiores se a lei não existisse”, crê o especialista. “O problema maior é mudar uma cultura. Mudar a cultura do sigilo e do secreto que prevaleceu durante tantos anos”, acrescenta.

Flávio Unes, presidente da Comissão Especial de Proteção de Dados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), faz coro em defesa da LAI, que “apenas inaugurou a provocação de mudança da cultura de sigilo”. Ele avalia que implementação ideal da LAI em todos os níveis de Federação (União, estados e municípios), “vai exigir o treinamento de pessoal, mais atuação por parte dos órgãos de controle e do Judiciário”.

Transporte de órgão

Marina Iemini Atoji, gerente-executiva da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), acrescenta que além da diferença de aplicação da LAI entre os entres da Federação, há desníveis entre os Três Poderes.

“Tradicionalmente, o Executivo federal apresentou índices razoáveis de atendimento a pedidos de informação. Mas, têm havido relatos mais frequentes de dificuldades para obter respostas a pedidos. O Legislativo federal tem diferenças entre si: a Câmara apresenta melhor capacidade de atendimento do que o Senado. O Judiciário ainda impõe obstáculos significativos - dependendo do tribunal, é difícil até mesmo apresentar o pedido de informações”, detalha.

A gerente-executiva da Abraji se recorda de reportagens que foram possíveis graças ao acesso a informações via LAI, como a matéria de O Globo (junho de 2016) que “mostrou o número de negativas de uso de aeronaves da FAB {Força Aérea Brasileira] para transporte de órgãos para transplante”. A publicação da reportagem “gerou mudança na regulamentação da atividade, aumentando o número de transporte de órgãos para transplante”, lembra-se.

Cidadão comum

Para Manuel Galdino, diretor-executivo da Transparência Brasil, jornalistas e “quem trabalha com transparência de informações” foram os mais beneficiados com a Lei de Acesso à Informação. Ele sublinha que a legislação “é bastante avançada”. No entanto, “o cidadão comum usa muito pouco a LAI”. Segundo o especialista, “muitos não sabem sequer da existência e que é um direito. O desafio maior da LAI é ampliar o número de pessoas que conhecem a lei e a utilizam”.

O advogado Flávio Unes defende que o cidadão comum tenha mais protagonismo e iniciativa. “Ser cidadão dá trabalho”, comenta. Ele ressalta, porém, que é preciso mais esforços dos órgãos públicos para propiciar informação a pessoas comuns.

“Cumprir a lei, disponibilizando de forma mais didática e eficiente as informações requer investimento. Gastos em tecnologia, em equipamento, em treinamento de pessoal para que institucionalmente haja essa cultura e essa expertise. Em municípios menores, há uma dificuldade maior, mas isso não é razão para omissão total desses entes”, critica o representante da OAB.

Análise feita em 2018 pela ONG Transparência Brasil sobre mais de dez mil pedidos de acesso à informação recebidos pelo Executivo federal e por outros 33 órgãos das diferentes esferas de poder e níveis federativos e em todos os poderes, verificou que “via de regra os órgãos públicos não utilizam linguagem clara para se comunicar com os cidadãos, tampouco têm uma gestão adequada dos documentos e dados que produzem”.

A Agência Brasil tentou ouvir o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) a respeito da LAI, mas não teve sucesso. A Procuradoria-Geral da República informou que prepara para este ano “ranking da transparência educacional” sobre órgãos que aplicam verbas federais na educação. A PGR já produziu duas edições do ranking nacional da transparência (2015 e 2016), ainda disponíveis na internet.

Avaliação feita pela CGU no ano passado junto a 691 entes federativos -  estados, Distrito Federal e todos os municípios com mais de 50 mil habitantes -,indica que desse universo, 67,4% publicam informações sobre despesas espontaneamente em sites próprios; 58,7% publicam todos os dados avaliados sobre licitações; 79,6% publicam dados detalhados sobre servidores públicos (nome, cargo e remuneração); 60,4% publicam informações sobre pagamento de diárias; e 45,4% divulgam a regulamentação da LAI em local considerado de “fácil acesso”. E ontem (16), a CGU divulgou um balanço dos atendimentos feitos a partir da criação da lei.

Fonte: Agência Brasil

16

Mai

Jornalismo

Hemonorte lança campanha para incentivar doação de sangue no RN

A campanha sócio-educativa ‘Heróis Doadores’ que tem como objetivo salvar 10 mil vidas, estimulando a doação de sangue, realizou ontem (15) a abertura de um espaço no Natal Shopping e o desafio ‘Maratona 24hs’, com academias parceiras, que marcam a largada da campanha, que segue até 14 de junho, quando se comemora o Dia Internacional do Doador de Sangue. 

Como cada doador pode salvar até quatro vidas, a expectativa da organização do projeto, que foi lançado oficialmente na terça-feira (14), na sede da Intertv Cabugi, estimula a doação de sangue para conseguir aproximadamente 2,5 mil doadores. Lembrando que uma bolsa de sangue tem entre 400 e 450 ml.

"A campanha 'Heróis Doadores' tem como propósito movimentar o sentimento de responsabilidade social e chamar a atenção para a importância de se doar sangue regularmente para salvar vidas. A proposta é alcançar mais de duas mil doações durante o período da campanha", explica Marcos Arnaud, que coordenada a campanha ao lado dos também diretores, André de Paula e Paulo Suassuna.

Transporte exclusivo 
Para auxiliar na concretização da doação, o projeto contará com transporte exclusivo (vans sinalizadas), que levará os doadores aos hemocentros. “A campanha movimentará diversas tribos colaborativas da cidade, que funcionarão como células influenciadoras. Esporte, Academias, Moto clubes, Jeeps Clubes, torcidas de times de futebol e outras ações de ativação em escolas e empresas”, revela André de Paula.

Em paralelo à ação 'Maratona 24hs', uma unidade móvel do Hemonorte vai estar das 9h às 17h no estacionamento externo do Natal Shopping para que a população possa participar ativamente da campanha, doando sangue. 

Requisitos para doação
Podem doar sangue pessoas na faixa etária entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos de idade precisam de consentimento do responsável legal), ser saudável, pesar acima de 50 kg, ter dormido seis horas na noite anterior, evitar alimentos gordurosos antes da doação, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores e apresentar um documento oficial com foto.

15

Mai

Jornalismo

Maioria em países emergentes afirma que redes sociais facilitam manipulação e desinformação, segundo pesquisa

A maioria da população de países emergentes afirma que, apesar de representarem um avanço na garantia de mais informação e maior participação social, o acesso à tecnologia e a existência de mídias sociais abrem caminho para a manipulação dos usuários, em especial na política, e à propagação de desinformação, deixando as pessoas mais vulneráveis. Os dados são de nova pesquisa da Pew Research Center, divulgada nesta segunda-feira (13).

O estudo, realizado em 11 países e sem a participação do Brasil, mostra como a desinformação abalou a confiança das pessoas nos avanços digitais, que por muito tempo eram vistos muito mais pelo seu lado positivo. Em média, 78% dos entrevistados acreditam que o acesso à internet, celular e redes sociais faz com que os usuários fiquem melhor informados. No entanto, 72% avaliam que isso os deixam mais expostas à manipulação por conteúdos falsos que circulam nas mídias interativas. Ao mesmo tempo, 57% afirmam que as redes digitais dão voz no processo político a pessoas comuns, enquanto 65% acreditam que elas sejam manipuladas por atores políticos de seus próprios países.

O conflito também está presente quando se trata de acesso a novidades. A pesquisa mostra que, em média, 75% das pessoas dizem que as mídias interativas introduzem novas ideias no seu cotidiano, mas 68% afirmam ver regularmente conteúdo falso nelas. O estudo revela ainda que 35% dizem confiar nas notícias sobre política que acessam nessas plataformas, porém, somente 10% afirmam que esse grau de confiabilidade é "muito alto".

Entre as mídias pesquisadas pelo Pew Research Center estão Facebook, WhatsApp, Twitter, Snapchat, Instagram, Viber e Tinder, sendo os dois primeiros os mais utilizados. Em média, 62% dos 11 países usam o Facebook e 47%, WhatsApp, mas vários dos entrevistados dizem ter acesso a mais de um dos aplicativos. O estudo entrevistou pessoas na Colômbia, México, Venezuela, Índia, Quênia, Líbano, Jordânia, Filipinas, África do Sul, Tunísia e Vietnã).

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/19679-maioria-em-paises-emergentes-afirma-que-redes-sociais-facilitam-manipulacao-e-desinformacao-segundo-pesquisa.html

13

Mai

Jornalismo

Jornalista com mais de 40 anos de carreira anuncia pré-candidatura a vereador em Natal

O jornalista Toinho Silveira, um dos nomes mais conhecidos do jornalismo do RN, com mais de 40 anos de colunismo, está decidido a disputar uma vaga na Câmara Municipal de Natal em 2020. O desejo de entrar na política foi revelado em um despretensioso discurso em um evento que conduzia, mas logo provocou alvoroço e interesse e deu início a uma série de conversas com líderes partidários.

“Por enquanto, estou ouvindo a todos. A verdade é que sou pré-candidato, e vou lutar por isso”, afirmou. “Vou começar cedo o meu caminhar”, disse Toinho. Entre os líderes políticos com quem já conversou para definir seu destino partidário estão o ex-governador Robinson Faria, que o recebeu em seu apartamento em Areia Preta. No Governo Robinson, Toinho exerceu a função de diretor do Teatro Alberto Maranhão, vinculado à Fundação José Augusto.

Toinho Silveira conta que já conversou também com o presidente da Câmara, Paulinho Freire; o ex-vereador Júlio Protásio e o vereador e ex-presidente da Câmara, Raniere Barbosa, mas informa que ainda não se decidiu à qual partido ou grupo político deverá se vincular para a disputa. “Sou novo nesse meio, quero analisar com calma antes de tomar minha decisão. Mas sou pré-candidato”, destaca.

10

Mai

Jornalismo

Fotógrafo potiguar tem trabalho reconhecido em livro que é referência do fotojornalismo no Brasil

Deu no Portal no Ar:

Uma história tem várias formas de ser contada. Uma dessas formas é através de imagens e disso o fotógrafo potiguar Ney Douglas Marques entende bem. Com anos de experiência no fotojornalismo, ele recebeu uma prova de reconhecimento do seu bom trabalho.

Ney teve três fotos selecionadas para a 10ª edição do livro O Melhor do Fotojornalismo, lançada neste ano pela editora Europa com as 185 melhores fotografias documentais e noticiosas do ano de 2017, com trabalhos de seletos 120 fotógrafos todas as regiões do Brasil. Ele foi o único potiguar a ser selecionado para o livro e esse já é o quarto ano consecutivo em que é selecionado.

“No final do ano passado, recebi e-mail da editora pedindo para enviar um material para a seleção de fotos do livro deste ano. Eles gostaram do meu trabalho e três fotos minhas foram selecionadas”, contou.

As temáticas das fotos escolhidas pela editora têm relevância não apenas em nível local. Uma das imagens retrata a rebelião no presídio de Alcaçuz, evento que repercutiu em todo o Brasil e, por dias, movimentou a imprensa e população na região. A foto foi publicada no jornal espanhol El País e mostra os presos em fila no lado dde dentro da penitenciária.

Outro tema foi a seca, com uma fotografia do baixo nível do Açúde Gargalheiras, um dos principais reservatórios do Rio Grande do Norte, que fica na cidade de Acari, região Central Potiguar, e sofreu com uma seca de quase oito anos.

A terceira imagem retratou a violência letal em Natal em 2017, quando a cidade teve uma onda de ataques e chacinas, tendo sido considerada por organizações internacionais como a 4ª cidade mais perigosa do mundo.

“Muito podem questionar as fotos, pois infelizmente todas mostram momentos trágicos de nossa historia, são fatos que nos jornalistas estamos cobrindo no dia-a-dia para que leitores, internautas e telespectadores possam ter acesso as informações de tudo que acontece”, lamentou.

Apesar disso, o fotógrafo diz que fica muito feliz com a seleção de suas fotos para o livro. “Comprova um resultado positivo, um reconhecimento do meu trabalho”. Atualmente com 40 anos de idade e 16 de fotografia, ele conta que o fato também o incentivou a continuar contando histórias através das imagens. “É um empurrãozinho que diz ‘siga fazendo isso’”.

Foto: Reprodução - Instagram / Link da fonte: https://portalnoar.com.br/fotografo-potiguar-tem-trabalho-reconhecido-em-livro-que-e-referencia-do-fotojornalismo-no-brasil/

10

Mai

Jornalismo

Fórum Potiguar de Cultura discute orçamento do setor no RN

A Comissão Executiva do Fórum Potiguar de Cultura (FPC) vai realizar neste sábado (11), das 9h às 12h, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel (TCP), a oficina “Entendendo o Orçamento Estadual de Cultura do RN” com o intuito de elucidar os agentes do segmento cultural do RN sobre o funcionamento do Orçamento Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte. 

A atividade será promovida após alguns encaminhamentos extraídos de três encontros do Fórum Potiguar de Cultura, realizados entre 2018 e 2019, e que trataram do Fundo Estadual de Cultura. Participam da oficina profissionais com experiência na execução do orçamento do RN e nos mecanismos de controle que possam estar a mão da sociedade civil. Informações que vão contribuir com o Fórum Potiguar de Cultura neste processo de garantir uma boa atuação da sociedade civil na gestão e na construção de políticas públicas para o segmento cultural no Rio Grande do Norte.

O encontro contará com a participação de Américo Maia, Coordenador de Planejamento, Acompanhamento e Controle da SEPLAN/RN, que apresentará o painel - Como se dá, burocraticamente, a execução do orçamento público do Rio Grande do Norte; e Lenira Fonseca, gerente do Projeto Estratégico “Transparência no RN” e do Escritório Setorial de Projetos da CONTROL/RN, que falará sobre - Como o FPC pode contribuir no controle da execução do orçamento público.

10

Mai

Comunicação

Universidade Potiguar promove curso sobre apresentação e reportagem de TV

Com foco na reportagem e apresentação para TV, acontece em Natal, na UNP Roberto Freire, no dia 25 de maio, um curso com a presença de Michelle Rincon, Lídia Pace e Diego Dantas. Sem pré-requisitos para os participantes, o curso busca capacitar os talentos da área com conteúdo específico. 

Idealizador do curso, o jornalista Diego Dantas, Grupo Globo e 98 FM, destaca a importância da capacitação para quem sonha em ingressar no mercado. "A formação, em muitos casos, é autodidata. Hoje, com as Tvs web e com o Youtube, por exemplo, temos muitas pessoas atuando em vídeo sem nenhuma capacitação específica. Nossa intenção é orientar esses talentos, que, em alguns casos, já trabalham no mercado, para oferecer profissionais mais preparados para o mercado", explica. 

Além do jornalista Diego Dantas, que vai ministrar o módulo sobre Imagem e Voz na TV, o curso conta com Michelle Rincon, ex-apresentadora da Intertv Cabugi e correspondente do Grupo Globo por duas décadas no Rio Grande do Norte, que vai palestrar sobre reportagem, e Lídia Pace, apresentadora e repórter de rede no estado, que estará à frente do conteúdo sobre apresentação. 

"Nossa ideia é oferecer um conteúdo prático, mostrando como funciona o trabalho no vídeo, tanto para quem pretende trabalhar em televisão como também para as novas plataformas. Serão dicas e caminhos apresentados por profissionais que atuam no mercado e que têm experiência em coberturas locais e nacionais", aponta o organizador. 

O curso vai oferecer para os participantes certificado de seis horas. As inscrições e outras informações podem ser obtidas por meio do WhatsApp: (84) 99424-3325.

8

Mai

Jornalismo

Novo estilo: InterTV sonda Miguel Weber para o comando de um de seus principais jornais

O jornalista Miguel Weber, conhecidíssimo por sua atuação de longa data nas ondas do rádio, confidenciou a colegas que foi sondado para assumir a apresentação de um dos principais programas jornalísticos do Estado – dessa vez, nas telas. Miguel Weber estaria em conversas com a InterTV Cabugi para assumir a apresentação do RN TV 1ª edição, que representa a linha de frente do jornalismo da emissora e vive em eterna disputa pela audiência com seu concorrente do horário na TV Ponta Negra (SBT), o Patrulha Policial.

Atualmente, Miguel Weber apresenta programa diário na 98 FM Natal, que conta com quadros populares como o “Música da Minha Vida”. Hoje, inclusive, é o aniversário do apresentador.

As informações de bastidor são de que com a saída da jornalista Michelle Rincon e a transferência de Emmily Virgílio para a apresentação do Bom Dia RN, a TV estaria em busca de um nome popular, com carisma e apelo junto ao público, para comandar o jornal do meio-dia. Miguel Weber já esteve na sede da TV para uma conversa com o diretor de jornalismo, Marcelo Vicioli. Ele estaria sendo visto pela emissora como uma das possíveis apostas para consolidar novos telespectadores das classes C, D e E para o jornalismo da InterTV.

(Foto: Facebook)

8

Mai

Jornalismo

Startups de notícias respondem à demanda por novo jornalismo

A demanda por conteúdo diferenciado, interativo e baseado em novos formatos motivou, nos últimos anos, a criação de plataformas e startups de jornalismo. Esse movimento também atraiu investidores como a organização Luminate, criada por Pierrer Omidyar, fundador do eBay, que aportou, no ano passado, US$ 920 mil na plataforma Nexo e prevê investimentos de até US$ 1,5 mihão em startups de jornalismo independente na América Latina em 2019.

“Um ecossistema de mídia diversificado é essencial para qualquer democracia. É possível ser um veículo independente, pequeno e exclusivamente digital”, afirma Paura Miraglia, CEO e fundadora do Nexo, ressaltando a independência da plataforma.

Independência também é uma premissa de Gustavo Kahil, fundador da Money Times,  plataforma especializada na cobertura de finanças e criada em 2016. Com anos de experiência na cobertura de finanças e negócios, Kahil percebeu que corretoras e gestoras não tinham um espaço apropriado para divulgar produtos e dialogar com o seu público-alvo. “Notícias sobre novidades de empresas são divulgadas por canais oficiais como CVM ou assessorias de imprensa e a maior parte dos sites apenas replica as agências tradicionais”, afirma. Em abril deste ano, a plataforma teve 1 milhão de usuários únicos, alta de 200% em relação à abril do ano passado.

Antonio Tabet, cofundador do MyNews, explica que interação e diversidade de formatos estão diretamente associados ao desempenho do canal, criado em março do ano passado. “Acho que a pluralidade tem uma diferença muito grande, essa diversidade, trazendo todas as correntes de pensamento para participar dos diversos programas do canal, agrada ao público, que sente falta disso.

E é fácil: o cara consome no celular, em casa, na televisão, onde ele quiser. A demanda é por mais conteúdo, um conteúdo analítico e plural”. Tabet acrescenta que o fato de ter sido lançado em ano eleitoral também pode ter impactado no crescimento do MyNews “Além disso, tem este contato direto com a audiência, que escreve, deixa recado, que elogia, critica, que dá sugestão. Isso tudo deixa o jornalismo mais dinâmico.”

Apesar disso, ele reconhece que trazer anunciantes e patrocinadores é realmente um desafio, “até porque está todo mundo aprendendo a precificar esta audiência, aprendendo a lidar com esta audiência. Não é só fazer um vídeo ou jingle bonito e colocar. É mais uma coisa tailor-made”, afirma Tabet.

Com informações do Portal Meio & Mensagem