Comunicação, estratégia e mercado

O Blog da Juliska é um espaço para falar sobre os temas acima e ainda trazer dicas, abordar as tendências, acompanhar novidades do mundo corporativo, das mídias sociais e do mercado publicitário. Interaja comentando nos posts ou pelo e-mail juliska.azevedo@gmail.com. Conto com sua companhia!

16

Ago

Entrevistamos hoje o industrial Amaro Sales, presidente da Fiern, que defende o Pacto pelo Desenvolvimento do RN e fala sobre a segunda etapa do estudo Mais RN, que traça panorama da economia potiguar – e será entregue a cada candidato a governador, para que possa unir ao seu projeto de governo.

Além dele, também estiveram na bancada do Cidade Notícias os advogados Murilo Barros, presidente da Comissão de Assuntos Internacionais da OAB, e o membro da comissão, Pedro Motta.

O Cidade Notícias vai ao ar de segunda a sexta, na 94FM Rádio Cidade, entre 12h e 13h, comigo – Juliska Azevedo – e Semio Timeni na bancada.

 

16

Ago

Primeiro banho do bebê, amamentação, primeiros dentes e outros temas podem parecer complexos, especialmente para papais e mamães de primeira viagem. Por isso, para preparar gestantes e acompanhantes, o Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), instituição do Sistema Fecomércio, oferecerá novamente cursos em Natal e Caicó. Para participar, basta doar uma lata ou pacote de leite em pó. As inscrições podem ser feitas até as datas de início (20/8 em Natal e 21/8 em Caicó) ou enquanto houver vaga nas centrais de relacionamento das unidades Sesc Cidade Alta, em Natal, e Sesc Seridó.

Os leites arrecadados serão destinados a instituições filantrópicas cadastradas no Mesa Brasil, programa do Sesc de combate à fome e ao desperdício de alimentos. A programação do curso inclui temas como aspectos emocionais da gestação, pré-natal, tipos de parto e anestesias obstétricas, cuidados com o recém-nascido, odontologia na gestação e do bebê, aspectos nutricionais, aleitamento materno e práticas fisioterápicas para gestante e bebê.

As palestras serão ministradas por profissionais da área, incluindo médico obstetra, enfermeiro, odontólogo, fisioterapeuta e nutricionista. O curso para gestantes acontece em um mês pertinente: agosto é o mês escolhido para incentivar o aleitamento materno, sendo chamado de Agosto Dourado. A campanha, encabeçada pelo Ministério da Saúde, é apoiada pelos regionais do Sesc de todo o Brasil.

16

Ago

Pouco menos de dois anos após a eleição presidencial de 2016 dos Estados Unidos, em que a desinformação nas redes sociais pode ter sido decisiva no resultado do pleito e, posteriormente, de uma enxurrada de escândalos envolvendo empresas como o Facebook, os norte-americanos estão finalmente exigindo mais responsabilidades das gigantes de tecnologia. Quase oito em cada dez norte-americanos concordam, por exemplo, que essas companhias devem estar sujeitas às mesmas regras e regulamentos que os jornais e redes de televisão, que são responsáveis pelo conteúdo que publicam, segundo indica nova pesquisa da Knight Foundation e Gallup, divulgada na última quarta-feira (15) e publicada pela Anj.

O estudo, de acordo com a matéria, integra uma série de relatórios produzidos ao longo do ano e revela que cerca de 85% dos entrevistados (2 mil, ao todo) acham que as plataformas não estão fazendo o suficiente para impedir a disseminação da desinformação. Um pouco mais da metade dos norte-americanos (54%), especialmente aqueles entre 18 e 34 anos (66%), acreditam que as empresas de internet ajudam as pessoas a se manterem melhor informadas. O público, porém, espera que as empresas de tecnologia assumam novas obrigações como distribuidores de informações.

Segundo o texto a maioria (88%), por exemplo, exige mais transparência e defende que as companhias de internet devem divulgar os métodos que usam para fornecer conteúdo de notícias. Cerca de 80% disseram que, em relação a determinados tópicos, as empresas de internet deveriam mostrar a todos os usuários iguais informações das mesmas organizações de notícias.

Em dúvida

Os entrevistados revelaram estarem confusos sobre como combater a desinformação. A maioria (80%) apoia a ideia de que as principais empresas da internet sejam responsáveis por excluir o conteúdo que suspeitam ser desinformação. No entanto, a maior parte dos norte-americanos também está preocupada que a remoção de informação possa resultar em uma visão geral tendenciosa das notícias – no caso dos removidos e seus simpatizantes, blefando ou não, ameaçam a fazer isso a favor deles. A maior parte dos entrevistados teme ainda que isso possa aumentar potencialmente a influência que as empresas do Vale do Silício têm em relatar notícias relacionadas aos seus próprios pontos de vista, restringindo a expressão de certas perspectivas.

Embora os norte-americanos americanos estejam inclinados pela regulamentação das gigantes da internet, eles não acreditam que isso seja feito pelo governo. A responsabilidade, afirmam, deve ser das próprias empresas (46%) ou de seus usuários (38%).

Fonte: Redação ANJ

16

Ago

A mais de dois meses da Black Friday, que ocorre em novembro, o mercado, sobretudo o varejo, já se prepara para a data. O Google divulgou uma pesquisa encomendada para a Provokers com alguns insights sobre aquela que se tornou a segunda melhor data para o varejo após o Natal. De acordo com a matéria publicada no Meio e Mensagem, isso ocorre por que o período contempla a época de chegada do 13º salário, Natal, Saldão e Ano-Novo.

Segundo dados do texto, no ano passado, a Black Friday movimentou R$2,1 bilhões no Brasil, alta de 10% em relação a 2016. A pesquisa, que ouviu 1.500 consumidores on-line, de 18 a 54 anos, das classes A, B e C, de todas as regiões do País, ao longo do mês de julho de 2018, identificou que 99,5% afirmam que conhecem a Black Friday – em 2014, segundo a pesquisa Hello Research, só 27% conheciam a data.

Em entrevista ao Meio e Mensagem, Patricia Muratori, head de vendas para varejo do Google Brasil, afirmou que “a Black Friday tem tamanho e importância gigantes e abre um período repleto de intenções de compra. As marcas não devem enxergar a data como um evento, que começa e termina, mas como o início de uma relação mais duradoura com o consumidor.” Dos consumidores ouvidos, 70% afirmaram que já compraram durante a Black Friday. Só em 2017, foram 3,8 milhões de pedidos, gerando R$ 2,1 bilhões em vendas no meio on-line, de acordo com dados da e-Bit.

O gasto médio dos consumidores na data (soma de compras on-line e off-line) foi de R$ 1.178, o que mostra a disposição do brasileiro em aproveitar a data para comprar produtos de maior valor. No ano passado, os consumidores que participaram da Black Friday compraram em 3,9 categorias – como eletrônicos, viagens e beleza – alta de 15% em relação a 2015. Do total de entrevistados, apenas 9% disseram que não comprariam neste ano. Analisando somente a intenção de quem comprou em 2017, só 2% afirmam que não vão comprar neste ano.

A categoria de smartphones foi a mais popular na Black Friday 2017, seguida por TVs e eletroportáteis. Porém, outras categorias ganharam relevância, como roupas, perfumes e tênis. Em 2017, o volume de buscas por produtos no Google registrou crescimento de 57% em relação ao volume médio das sextas-feiras de novembro de 2017, antes da Black Friday – categorias como eletrônicos e eletroportáteis chegaram a apresentar variação de mais de 300%.

Confiança nas promoções ainda é o principal motivo para não participar da Black Friday segundo 37% dos entrevistados. Por outro lado, 75% dos que compraram dizem que gastaram o valor que esperavam ou menos. No Brasil, a consolidação da Black Friday no e-commerce ao longo dos anos levou à expansão do festival de ofertas para o mundo off-line: a compra on-line com entrega na loja física, por exemplo, teve pico de buscas em 2017.

Fonte: Meio e Mensagem

16

Ago

Chamada pública do Ministério da Saúde incentiva universidades públicas e privadas a desenvolver projetos com ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da obesidade no Sistema Único de Saúde (SUS). Serão disponibilizados R$ 10 milhões para o desenvolvimento de pesquisa, extensão e formação de trabalhadores na atenção básica, nível de atenção, com capacidade para resolver 80% dos problemas de saúde.

Ao todo, serão selecionadas 27 universidades. Os projetos devem ter duração de dois anos, contados a partir da data de assinatura da proposta, além de obedecer a requisitos técnicos descritos no edital. “O objetivo do ministério é qualificar a assistência e o cuidado para a prevenção e o controle da obesidade, que já afeta 18,9% da população adulta nas capitais brasileiras”, informou a pasta.

Os recursos para as universidades foram determinados conforme análise de critérios socioeconômicos e geográficos, além da cobertura de equipes do Núcleo de Atenção à Saúde da Família na Atenção Básica. Instituições que atuam no Espírito Santo, no Acre, no Amapá, em Alagoas, em Roraima, em Rondônia, em Sergipe e no Distrito Federal receberão até R$ 250 mil.

As que atuam no Amazonas, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, no Pará, na Paraíba, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul receberão até R$ 350 mil. Já as que estão no Ceará, Maranhão, em Minas Gerais, no Piauí, em Santa Catarina, São Paulo, no Rio de Janeiro, na Bahia e no Paraná terão disponíveis até R$ 500 mil.

A chamada pública está aberta no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) até o dia 16 de setembro de 2018.

Com informações da Agência Brasil

16

Ago

As próximas eleições podem ficar para história e registrar o fim da era da televisão aberta como o principal meio de informação dos brasileiros para acompanhar a disputa de votos por cargos públicos. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil têm como hipótese a possibilidade de a internet ter mais peso do que nunca na decisão, e mudar em definitivo, a maneira de se fazer campanha eleitoral no país.

Pesquisadores de comunicação e consultores eleitorais assinalam que os 147,3 milhões de eleitores brasileiros escolherão seus representantes sob influência inédita de conteúdos compartilhados nas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, em especial no Facebook e no WhatsApp.

“Tem se especulado que esse pleito possa vir a ser a primeira eleição onde a internet assuma papel protagonista”, resume o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, que já trabalhou em mais de 90 eleições majoritárias (campanhas para presidente, governador e senador).

Nas plataformas da internet, diferente da televisão e do rádio, que veiculam o horário eleitoral gratuito, a comunicação é individualizada e interativa. Os conteúdos são mediados pelos usuários, em lugar de vídeos e peças sonoras veiculados para grandes audiências - sem possibilidade de resposta ou de reencaminhamento.

“A mensagem encaminhada, que consegue penetrar em grupos, é mais influente do que aquela que vem pela televisão”, afirma o estatístico e doutor em psicologia social, Marcos Ruben.

Fábio Gouveia, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), assinala que “a atenção não está mais concentrada na televisão” e, nesta campanha, os usuários “assumem papel de filtros disseminadores”, repassando ou retendo mensagens às pessoas com quem estão conectadas.

Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), aponta que a internet “viabiliza informação para uma quantidade grande da população que estava excluída do debate político”. Segundo ele, “isso ajuda a entender as formas de tratamento, usos de imagem, estratégias de retórica intimidativa e bipolarizante [hoje verificados] que eram menos acessíveis quando tínhamos a campanha baseada na televisão”.

Riscos

Os especialistas não desconsideram os riscos da próxima campanha eleitoral como a circulação de notícias falsas, deformação de mensagens, difamações generalizadas e manifestações de ódio e intolerância.

Para o jornalista Mário Rosa, especialista em gestão de crises de imagem, há forte possibilidade que, em paralelo à campanha positiva e com propostas no horário eleitoral, haja forte campanha negativa na troca de mensagens. “O disparo do WhatsApp não pode ser monitorado e nem auditado. Podem atacar e não vai se saber qual a origem dos ataques”, alerta Mário Rosa ao lembrar que “o objetivo da campanha eleitoral não é informar, mas convencer”.

Na mesma linha, Christian Dunker não afasta a possibilidade, especialmente ao fim da campanha, de serem disseminados “fatos políticos que possam vampirizar candidaturas e interferir nos resultados”.

Números

O Facebook chegou a 127 milhões de usuários neste ano no Brasil e o WhatsApp tinha cerca de 120 milhões de pessoas ligadas no ano passado (20 milhões a mais do que em 2016). Facebook e WhatsApp não informaram o crescimento de usuários que tiveram entre a eleição de 2014 e até o momento.

Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SinditeleBrasil), nos últimos quatro anos, o número de usuários de aparelhos celulares 3G e 4G (que permitem acesso a redes sociais) passou de 143 milhões para 188 milhões – diferença de 45 milhões, superior à população da Argentina.

A Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar do IBGE contabiliza que “entre os usuários da internet com 10 anos ou mais de idade, 94,6% se conectaram via celular”.

Com informações da Agência Brasil

16

Ago

A edição atualizada do MAIS RN será apresentada hoje, às 16 horas, pelo Sistema FIERN, na Casa da Indústria. O evento contará com a presença de lideranças empresariais, de instituições, dirigentes e gestores de entidades dos setores produtivos, autoridades dos três Poderes e representantes dos candidatos ao governo estadual.

Na semana seguinte — nos dias 21, 22 e 23 — a atualização, que detalha um diagnóstico sobre a situação do Estado e apresenta sugestões de medidas para enfrentar os principais desafios que o governo terá a partir do próximo ano, será entregue aos candidatos a governador nas eleições deste ano.

Elaborado pela Macroplan, o estudo revisado está dividido em quatro eixos: o RN numa perspectiva comparada – com outros estados; Pontos fortes, potencialidades e melhorias recentes do RN; Debilidades, vulnerabilidades e estrangulamentos críticos; Propostas dos empresários para 2019/2022.

O MAIS RN aponta a posição em que o Estado em relação a diversos indicadores como educação, segurança pública, infraestrutura, saúde, emprego, entre outros, no ranking dos estados brasileiros. Em que evoluiu e no que precisa avançar, com sugestões e propostas para gestão e investimentos.

Esta visão ampla do Estado, numa perspectiva comparada, aponta potenciais e desafios que o próximo Governo terá pela frente, além de fornecer uma agenda estratégica para o crescimento da economia e reequilíbrio das contas públicas do RN nos próximos quatro anos.

O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, ressalta que a maior contribuição do MAIS RN ao ser atualizado, quatro anos depois do lançamento, é subsidiar os candidatos ao Executivo e gestores públicos com um conjunto de diagnósticos, análises e dados comparativos, além de propostas embasadas, para o crescimento da economia e a criação de um ambiente de negócios mais favorável.

“É muito oportuno, às vésperas do pleito eleitoral, a entrega para os candidatos ao Governo do Estado de um estudo, que traz o retrato real da economia do Rio Grande do Norte. Esperamos que essa atualização possa dar uma visão de futuro dos próximos 20 anos para um Estado mais forte”, ressalta.

Entre os pontos prioritários apontados na versão revisada, que, na avaliação do presidente da FIERN, devem ser incorporados aos programas de Governo dos candidatos, estão a eficiência da gestão e do gasto público, a retomada do investimento em infraestrutura pública e o Pacto dos Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) em prol do desenvolvimento do Estado.

Foto: Divulgação

15

Ago

De acordo com uma investigação feita pela agência de notícias Associated Press (AP) e divulgada pelo Portal Tecmundo, a Google continua rastreando e guardando o histórico de localização dos usuários de smartphones Android e iOS mesmo quando eles especificamente pedem para a empresa não fazer isso.

De acordo com a matéria, existe uma opção bastante visível no Google Maps chamada “Histórico de Localização” que pode ser desativada para o serviço não salvar o passo a passo do seu GPS todos os dias. Mas desativar apenas isso não impede que outros apps acessem sua localização e guardem essa mesma informação de forma menos roteirizada e organizada.

A AP pediu para o departamento de ciências da computação da Universidade de Princeton (EUA) para verificar se este realmente era o caso. Os pesquisadores informaram que isso acontece de forma sistêmica no Android e, no iOS, através de apps da Google tais como Google Search e Google Maps.

Segundo o texto, para evitar que a Google realmente pare de rastrear seus movimentos no dia a dia, é necessário desativar duas opções distintas de privacidade, mas uma delas, pelo nome, não deixa transparecer que de fato tem a ver com histórico de localização.

As duas opções, contudo, podem ser encontradas na mesma página de configurações da Conta Google. Acessando este link, você nota que as duas primeiras permissões que podem ser revogadas são “Atividade na web e de apps” e “Histórico de localização”. Desativar somente esta última, que é possível encontrar pelo Google Maps, não resolve a situação. É preciso desativar as duas.

Os especialistas consultados pela AP criticaram a postura da Google em “mascarar” a desativação do rastreamento com uma opção de nome nada sugestivo, mas a empresa se defende explicando que a opção está bastante visível para os usuários.

Com informações do Portal Tecmundo

15

Ago

Deu no Estadão: Após detectar evidências de comércio de seguidores e curtidas, o Facebook derrubou, na manhã desta quarta-feir (15) uma rede de “engajamento falso” formada por 72 grupos, 50 contas e cinco páginas na rede social. Foram deletadas ainda 51 contas no Instagram, que eram relacionadas ao mesmo grupo. Mantida por brasileiros, a rede foi detectada durante uma investigação sobre a amplificação artificial de engajamento em páginas políticas no México, durante a recente campanha eleitoral naquele país.

Quem descobriu o mercado de compra e venda de engajamento foi o Digital Forensic Research Lab (DFRLab), uma unidade investigativa do Atlantic Council, organização não-governamental norte-americana que municia o Facebook com informações sobre “ameaças de abusos” e “campanhas de desinformação” na rede social.

Segundo relatório do Atlantic Council a que o Estado teve acesso, a rede negociava “likes”, seguidores e até páginas em troca de dinheiro. No México, teria se envolvido na promoção de conteúdo político, principalmente contrário ao então candidato Andrés Manuel López Obrador, conhecido como AMLO, que acabou eleito. “Com o primeiro turno das eleições brasileiras marcado para o dia 7 de outubro, essa rede tinha o potencial de reproduzir em casa as operações mexicanas”, informou a entidade.

O relatório obtido pelo Estado detalha as atividades da rede e os indícios coletados durante a investigação. Não há no texto nenhuma menção a políticos brasileiros.

Texto completo em https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,facebook-derruba-rede-de-engajamento-falso-mantida-por-brasileiros,70002452817

15

Ago

A Lei Geral de Proteção de Dados é um avanço para a competitividade do Brasil, que agora se iguala às grandes economias ao estabelecer normas específicas para coleta, tratamento e segurança de informações pessoais, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). "O equilíbrio da lei aprovada resulta de um debate democrático, com a participação de distintos atores da sociedade. Em meio à revolução digital, dados se tornaram elementos fundamentais para a tomada de decisão e concepção de negócios. A lei dá segurança a usuários e empresas", afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Pelas regras, os cidadãos terão maior controle sobre o uso de suas informações pessoais, a possibilidade de verificar, corrigir e excluir dados, além de poder consentir com a coleta e tratamento de seus dados. O assunto é tão importante que, há dois anos, figura entre as prioridades da pauta legislativa da indústria no Congresso Nacional. Para a CNI, a competitividade do país passa obrigatoriamente por conectar toda a cadeia produtiva e de serviços, de smartphones a veículos, capazes de se comunicar uns com os outros e trazer benefícios para a sociedade por meio do uso responsável de dados pessoais.

No entanto, a CNI reitera a necessidade de criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados cuja responsabilidade será garantir o cumprimento das regras, bem como orientar empresas e pessoas sobre o tema. Para a confederação, independentemente da maneira como será criada, por ato legislativo ou executivo, a autoridade é fundamental.

"Acreditamos que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados é uma prerrogativa essencial para que a lei cumpra seu papel: proteger o cidadão e dar segurança jurídica às empresas. Ela também vai garantir que a regulamentação se mantenha atualizada conforme o avanço tecnológico", completou o presidente da CNI.

A CNI defende que a legislação sirva como indutora da inovação da mudança tecnológica. O uso adequado dos dados permite a oferta de serviços combinada com a produção e a venda de bens, dando origem a novos modelos de negócios que, em muitos casos, serão decisivos para a sobrevivência das empresas, a preservação de empregos e o aumento da renda.

A legislação contribui, também, para fortalecer a integração internacional do Brasil, pois a falta de uma legislação específica ameaçava deixar o país de fora dos fluxos internacionais de dados, atributo cada vez mais importante para a produção e comercialização de bens e serviços.

A nova legislação foi sancionada na última terça-feira (14) pelo presidente da República, Michel Temer. Empresas e entidades governamentais terão 18 meses para se adaptar às normas. A CNI ressalta, no entanto, a necessidade de prever tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas (MPEs). Ao contrário de grandes empresas, muitas das quais já se prepararam para atender às leis de outros países, para as MPEs a adaptação partirá do zero. A CNI acredita que, para um negócio de estrutura enxuta, onde o empresário atua, sozinho, em diversas esferas administrativas e de gestão, obrigá-lo, por exemplo, a contratar um funcionário responsável exclusivamente pela gestão dos dados pode representar um custo insustentável para sua operação.

Com informações Agência CNI de Notícias