Turismo

17

Ago

Rio Grande do Norte lança campanha para público final com a CVC

O Rio Grande do Norte e a CVC estão juntos em uma parceria para incentivar os turistas a visitarem as belezas do nosso Estado e seus mais de 400 km de litoral. A série de ações digitais de promoção e comercialização do destino tem o mercado nacional como prioridade e a finalidade de fomentar o retorno consciente e estratégico de turistas no RN.

O projeto conta com ações online em redes sociais, com estratégias pensadas para atingir milhares de viajantes recorrentes, além de treinamento online para agentes de viagens e disponibilização de um e-book exclusivo sobre o RN. Essa iniciativa irá colaborar com toda a cadeia produtiva do setor no estado.

"O Rio Grande do Norte está se consolidando como um destino seguro e protegido. Desde o início da pandemia nossa maior preocupação foi com a biossegurança dos moradores e dos turistas, por isso criamos junto com outras instituições públicas e privadas protocolos de segurança sanitária", explicou a secretária de turismo do RN, Aninha Costa. Pioneiro o RN foi o primeiro Estado brasileiro a garantir a outorga da Travel Safety Stamp, o selo de viagem segura criado com o respaldo da Organização Mundial do Turismo (WTTC), em seguida criou um selo próprio, Turismo+Protegido, para organizar empresas e prestadores de serviço que cumprem os pré-requisitos de segurança. 

A campanha está em consonância com outras ações de promoção do Estado, que está concentrando suas ativações em mercados emissores no nordeste e também a nível nacional durante a retomada do turismo. A associação desse conjunto de iniciativas vai colaborar com a movimentação turística do RN.

Claiton Armelin, Diretor Executivo de Produtos Nacional da CVC, destaca que a ação junto com ao estado do Rio Grande do Norte tem como objetivo unir esforços para enfatizar ao turista brasileiro que a operadora e todo o setor do turismo estão preparados para aproximar as pessoas de seus sonhos de viagens, seguindo todos os protocolos que o momento exige.

“A pandemia vai passar. O sonho de viajar permanece vivo entre os brasileiros. No início da pandemia, orientamos que o momento era ficar em casa, e, agora, o momento é de retomada, de planejar a viagem e o descanso de forma segura” ressalta Armelin.

12

Ago

Pesquisa mostra que brasileiro viajou pouco no terceiro trimestre de 2019

O suplemento de Turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad 2019), divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que do total de 72.533 domicílios visitados no terceiro trimestre do ano passado, em apenas 21,8% (15.841) algum morador fez pelo menos uma viagem no período de referência. Dos que realizaram viagens, 48,8%, ou o equivalente a 2.816 domicílios particulares permanentes, tinham renda nominal per capita, isto é, por individuo, de quatro ou mais salários mínimos.

Em 78,2% (56.692) dos domicílios, não ocorreram viagens. Desses, 46.985 apresentavam renda inferior a dois mínimos. Dos 15.841 domicílios em que houve viagens no terceiro trimestre de 2019, 75,5% dos moradores (11.966) fizeram uma viagem no período, seguidos de 13,3% (2.143) com duas viagens no período pesquisado.

Os principais motivos alegados para nenhum morador do domicílio ter viajado no período foi a falta de dinheiro (48,9%), falta de tempo (18,5%) e não ter necessidade (13,5%). Mas enquanto a não disponibilidade de dinheiro foi admitida por 64,7% de moradores com renda inferior a meio salário mínimo, 55,5% entre meio mínimo e menos de um e 43,5% de um a menos de dois, a falta de tempo foi alegada por 32,4% dos que ganham de dois mínimos a menos de quatro e por 39,1% dos que recebem quatro ou mais salários.

Finalidades

Do total de 21.446 viagens realizadas pelos moradores no terceiro trimestre do ano passado, 96,1% foram para o território nacional (20.617) e apenas 3,9% para o exterior (829). Para 18.541 moradores (86,5%), a finalidade da viagem foi pessoal, contra 2.904 (13,5%) que tiveram motivação profissional. Visita a parentes ou amigos constituíram os principais motivos para as viagens de caráter pessoal, com 36,1% e 31,5% das respostas.

Os percentuais de moradores que viajaram para visitar parentes ou amigos foram observados nas casas com renda nominal per capita entre meio e menos de um salário mínimo (38,3%) e entre um e menos de dois mínimos (39,2%). Em contrapartida, viajaram por lazer moradores com rendimento de dois a menos de quatro salários (43,7%) e de quatro ou mais (55,4%).

Os tipos de lazer que predominaram entre os moradores que viajaram no terceiro trimestre de 2019 foram sol e praia (34,3%), cultura (27,2%) e natureza, ecoturismo ou aventura (25,6%). O maior percentual dos que escolheram a cultura como motivo para viajar foi encontrado entre os percebem quatro ou mais salários (34,4%). Entre os que optaram pelo sol e praia, os maiores percentuais foram encontrados entre moradores com renda nominal per capita de meio a menos de um mínimo (39,6%) e de dois a menos de quatro (37,1%).

Entre aqueles que viajaram por motivo pessoal, 52,2% escolheram se hospedar na casa de amigos ou parentes. Para os moradores que viajaram por razões profissionais, 45,8% optaram por ficar em hotéis ou flats. Com base no principal local de hospedagem, a pesquisa do IBGE revelou que 38,1% dos que prefiraram ficar em hotéis ou flats ganhavam quatro ou mais mínimos. Entre os que preferiram a casa de parentes ou amigos, a maior parte (53,7%) recebia entre meio e menos de um salário.

O principal meio de transporte utilizado para as viagens pessoais e profissionais foi o carro particular ou da empresa (46,6%), dos quais 47,6% fizeram essa opção para viagens pessoais e 40,4%, profissionais. O avião aparece em segundo lugar para os viajantes profissionais (30,5%), enquanto os viajantes pessoais preferiram o ônibus de linha (16,7%). A classe de rendimento que fez mais viagens de carro particular ou da empresa foi a que recebe de dois a menos de quatro salários mínimos (58,3%). Entre os que deram preferência a ônibus de linha, destaque para os que ganham menos de meio salário (26,5%).

Regiões

A Região Sudeste liderou entre as viagens realizadas por moradores dos domicílios pesquisados no terceiro trimestre do ano passado, com 42,3% emissoras e 39,5% receptoras. Em seguida, aparece o Nordeste brasileiro, com 25,1% emissoras e 27,8% receptoras. De acordo com a pesquisa do IBGE, mais da metade das viagens ocorreu dentro do próprio estado.

As unidades da Federação mais procuradas para viagens nacionais no período analisado foram São Paulo (18,9%), Minas Gerais (12,8%), Bahia (8,7%), Rio Grande do Sul (6,7%), Rio de Janeiro (5,6%) e Paraná (5,4%).

Fonte: Agência Brasil

9

Ago

Pesquisa aponta que apenas 19% planejam viajar ainda este ano e 49% têm planos, no entanto, só em 2021

A Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing realizou em julho sua terceira edição da pesquisa Coronavírus e seu Impacto no Brasil. Esse levantamento foi realizado por meio de questionários online, entre os dias 16 e 21/07, e obteve 1.090 respostas, de todas as regiões do Brasil. Um dos focos desta terceira onda era abordar o sentimento geral da população em relação ao turismo.

Dados de julho da CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo) apontam que o setor já acumulava perdas de R$ 122 bilhões até julho. Mais do que reabrir, porém, é importante saber quando e como fazer isso, de modo que as pessoas tenham confiança para voltar.

Apenas 19% dos entrevistados da pesquisa planejam com alguma convicção uma viagem de lazer ainda este ano. O restante ou ainda não pensa em datas ou só vislumbra essa possibilidade para 2021 - 41% dos entrevistados estão convictos de pegar a estrada ano que vem. “Nesse contexto, e ainda com muitas incertezas pairando sobre a abertura das fronteiras aos brasileiros, o destino mais mencionado é o Nordeste brasileiro, seguido da Europa, possivelmente porque lá a pandemia já arrefeceu em boa parte dos países”, destaca Silvio Silvio Pires de Paula, presidente e fundador da Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing e vice-presidente do CRA-SP.

Ganhar a confiança do turista no pós-pandemia vai exigir muitas adaptações do setor. Cerca de 9 em cada 10 entrevistados elencam como muito importantes para sua decisão de se hospedar em um hotel daqui por diante fatores como: maior higienização dos ambientes, distribuição de álcool em gel ou exigência do uso de máscaras.

Até aí tudo bem, são medidas relativamente rápidas e de custo exequível. Mas também é igualmente altíssimo o patamar dos que não vão abrir mão de ambientes com lotação reduzida, ventilação natural ou serviços de restaurante sem exposição dos alimentos, entre muitas outras coisas. “Aí já estamos falando de desafios mais grandiosos, que vão exigir um planejamento cuidadoso dos operadores. Mas, como em tudo na vida, desafio se torna oportunidade para quem trabalha bem e consegue ser criativo”, prenuncia Ricardo Lopes, gerente de projetos da Demanda e coordenador do estudo.

Pandemia desanima, mas não impede brasileiro de planejar o futuro

O sentimento geral das pessoas com o momento da pandemia é de desânimo. Cerca de 3 em cada 4 (73%) se diz desanimado atualmente. Ao serem perguntados sobre o que mudou para pior ou para melhor do início da pandemia para cá, metade deles (49%) afirma que a vida mudou para pior no que diz respeito à vivência social e às oportunidades de lazer. Outros 37% sentiram piora no estado psicológico, em seu equilíbrio emocional. Em outro sentido, 41% observaram que melhorou seu engajamento em ações solidárias e 53% estão se relacionando melhor com suas famílias.

Muitos brasileiros fazem planos para quando a pandemia acabar e somam 70% os que pretendem viajar assim que possível. Outros planos muito presentes são rever familiares ou amigos (58% dos entrevistados) e retomar ou iniciar a prática de algum esporte (42%). Enquanto isso tudo não é possível, boa parte deles admite ter incorporado ou intensificado alguns maus hábitos. A ingestão de chocolates ou doces em geral brotou ou cresceu em nada menos do que 38% do público pesquisado. E o hábito de beber álcool agravou-se ou incorporou-se à rotina de 20% dos internautas brasileiros participantes da pesquisa.

6

Ago

Turismo: Emprotur passa a emitir selo Safe Travels no RN

O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) conferiu à Empresa Potiguar de Promoção Turística - Emprotur, em seu nome, o papel de emissor do selo internacional "Safe Travels" no Rio Grande do Norte. A designação é voltada aos órgãos oficiais de turismo e setor privado do estado que pleitearem o selo. A condição é que os requerentes estejam devidamente alinhados às diretrizes, políticas e condições da entidade internacional. 

Nesse sentido, em busca de tornar o processo mais organizado, transparente e eficiente, a  Emprotur, estabeleceu um procedimento padrão para a solicitação do selo “Safe Travels”.

Para proceder com a solicitação, deve-se preencher o formulário de requerimento, oferecendo as informações necessárias que comprovem a obtenção do selo Turismo Mais Protegido, do Turismo do RN. O selo em questão reconhece a implementação de protocolos de saúde e higiene alinhados com padrões globais de viagens seguras validados pelo WTTC. Além disso, os destinos não podem encontrar-se em situação de risco.

Importante destacar que o órgão oficial de turismo do estado do Rio Grande do Norte é a primeira instituição do turismo no Estado a ter o protocolo sanitário validado pelo WTTC, razão pela qual recebeu a outorga para emissão do selo “Safe Travels”.

Clique aqui e acesse o formulário para prosseguir com o seu processo de requerimento do selo Safe Travels.

16

Jul

Ministério do Turismo promove competição de tecnologias para o setor

Estão abertas as inscrições do 1º Desafio Brasileiro de Inovação em Turismo para startups que desenvolvam tecnologias que possam ser utilizadas por viajantes e por empresas que ofereçam serviços como hospedagem, deslocamento e mobilidade, geolocalização de destinos, lazer, passeios e visitações. As  inscrições devem ser feitas pela internet, no link https://startups.turismo.gov.br/, onde também estão disponíveis as regras da competição. 

O prazo de inscrição, iniciado ontem (15), termina em 2 de setembro. As startups que apresentarem as dez melhores tecnologias irão para a semifinal da 3ª edição da global UNWTO Tourism Startup Competition, uma feira internacional de tecnologia em turismo que deverá acontecer em Madri (Espanha) em janeiro de 2021, com a participação de 160 países.

Conforme os organizadores, as tecnologias serão avaliadas com base nos seguintes critérios: “facilidade de captura de valor por meio da colaboração com a startup; potencial impacto nos negócios; maturidade do produto / tecnologia; maturidade da equipe e da organização; prontidão de parceria; e sustentabilidade.”

A iniciativa do 1º Desafio Brasileiro de Inovação em Turismo é do Ministério do Turismo (MTur), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Organização Mundial de Turismo, em parceira com a Wakalua Innovation Hub, um centro de inovação em turismo ligado ao grupo empresarial Globalia, que explora turismo na Espanha e em países da América Latina.

O propósito é gerar inovação, criar novos modelos de negócio e fomentar o crescimento sustentado do setor no Brasil. “Tem três ações fundamentais: a competição de startups, que começa hoje, a estratégia de inovação sendo traçada com o ministério, e instalação do primeiro hub de turismo tecnológico”, descreveu diretor-geral da Wakalua, Lisandro Menu-Marque, durante live do Mtur nesta tarde no Facebook. 

“É uma oportunidade grande para que a gente consiga reduzir o custo Brasil através da tecnologia e da inovação. O custo tem influência direta na decisão de viajar”, assinalou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, lembrando das metas do Plano Nacional de Turismo de aumentar o volume de viagens e passeios feitos por brasileiros dentro do país.

Fonte: Agência Brasil

13

Jul

Rio Grande do Norte apresenta o selo Turismo Mais Protegido

Garantir ao turista a realização de elevados protocolos sanitários nos estabelecimentos é o que levou o Governo do Rio Grande do Norte a criar o selo Turismo Mais Protegido. Numa iniciativa conjunta da Secretaria de Turismo do RN (Setur), Emprotur, Sistema Fecomércio, por meio do Senac, Sebrae e as entidades do trade turístico, o selo busca fortalecer a confiança dos viajantes, apresentando empresas e serviços empenhados em resguardar a saúde e a segurança de turistas e moradores.

Construído com base em estudos e padrões sanitários recomendados nacional e internacionalmente, o selo surge em uma plataforma digital já disponível online. No site www.turismoprotegido.rn.gov.br, os viajantes poderão conhecer as empresas credenciadas com base no destino de seu interesse e preparar um roteiro seguro para sua visita ao Rio Grande do Norte. As empresas e demais serviços turísticos interessados em compor o site precisam checar os procedimentos e critérios para obterem o selo e utilizarem o site como forma de divulgação do seu produto.

O Selo do RN ressalta a credibilidade do Rio Grande do Norte como um destino preparado e se diferencia ao adotar uma estratégia em duas etapas. Para garantir a estampa, a empresa interessada deverá ter o Selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo, como precisará que um número mínimo dos seus colaboradores passem pelas capacitações oferecidas pelo SENAC ou SEBRAE, sendo o RN o único estado do país a oferecer a capacitação de forma gratuita para os profissionais do turismo. O monitoramento dos protocolos acontecerá em parceira com as secretarias de turismo e saúde de todos os municípios do estado.

“Não dá para retomar as atividades sem adotar regras e procedimentos nesta área. E no setor de turismo isso é ainda mais premente. Por um motivo simples: o turista transfere sua casa, sua residência, para o seu destino turístico. Hotéis, pousadas e similares viram o lar do turista durante sua viagem. Então este segmento precisa, de fato, de um cuidado ainda mais apurado nesta questão. As capacitações que estamos ofertando irão habilitar os envolvidos na cadeia produtiva do turismo para implementação das normas de biossegurança exigidas no documento, para o pleno funcionamento das atividades no contexto pós-Covid 19. Importante, ainda, destacar que os cursos estão sendo ofertados, em sua maioria, de maneira gratuita, e todos em EAD”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

O selo Turismo Mais Protegido é uma ação voluntária e focada em envolver os segmentos do setor turístico potiguar. O anúncio da medida vem no momento em que o Rio Grande do Norte se consagra como o primeiro estado no Brasil a receber o selo global de segurança para viagens, o Travel Safe Stamp, promovido pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) e com respaldo da Organização Mundial do Turismo.

“Importante destacar que o selo é uma ferramenta do destino RN. Embora capitaneado pelo Governo do Estado, ele representa todo o trade potiguar, incluindo os gestores públicos, o setor produtivo e o Sistema Fecomércio, que colaboram de forma ativa para que possamos estabelecer todos os protocolos de retomada da atividade turística.”, ressalta a Secretária da Setur, Aninha Costa. 

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RN, José Odécio o selo traz mais credibilidade ao segmento. "Esse é mais uma ferramenta que o setor de turismo está criando por meio do protocolo muito bem elaborado pelas entidades e pelos órgãos envolvidos, visando dar mais segurança ao turista e preparar as empresas do setor de turismo, com destaque às empresas de hotelaria, para garantir segurança sanitária a todos, clientes e colaboradores. Portanto, a ABIH-RN está bastante feliz por ter contribuído com esse trabalho e espera que isso possa gerar maior atratividade para que as pessoas voltem a viajar para o Rio Grande do Norte.”

No site desenvolvido para o selo, as empresas podem conferir todo o material para solicitação e se certificarem como uma empresa do Turismo Mais Protegido, incluindo o Plano de Retomada do Turismo do Rio Grande do Norte que já foi atualizado.

6

Jul

Conteúdo de turismo tem alta no engajamento e queda na receita

O setor de turismo foi um dos mais afetados pela crise da Covid-19 e o cancelamento das viagens. Consequentemente, o mercado de produção de conteúdo sobre esse tema também foi fortemente impactado. Para entender esse movimento, a Guanabara, agência de PR e marketing de influência, realizou uma pesquisa com influenciadores digitais que falam sobre turismo para entender as tendências desse mercado.

O estudo ouviu cem criadores de conteúdo especializados em viagens, com números entre 50 mil e 1 milhão de seguidores. Impossibilitados de criar conteúdo sobre viagens, a pesquisa apontou que 83% dos influenciadores estão apostando em outras áreas como bem-estar, gastronomia, empreendedorismo e dicas relacionadas ao cotidiano da quarentena.

A mudança refletiu no engajamento do público. 40% dos criadores conseguiram ampliar seu número de seguidores e engajamento. Outros 22% mantiveram os números que tinham antes da pandemia. Diego Sierra, diretor e sócio da agência responsável pela pesquisa, enxerga desafios e oportunidades nesse movimento.

“Vejo muitas oportunidades, pois essa pandemia traz uma grande liberdade para que creators se reinventem e invistam em outros segmentos que fazem parte do seu estilo de vida, mas sem perder o foco. E perder o foco é justamente o maior risco. O creator deve ficar atento às estatísticas de desempenho dos seus conteúdos para analisar a receptividade do seu público a essas novidades e manter um bom engajamento”, afirma Diego.

No que diz respeito ao impacto econômico, o estudo mostrou que 77% dos influenciadores perderam faturamento no período. Já 23% conseguiram manter ou ampliar seus ganhos. A estabilidade, em muitos casos, se deu por contratos de longo prazo firmados antes da pandemia.

Outro fator responsável por essa variação é a multiplicidade de fontes de renda dos influenciadores de turismo. De acordo com o levantamento, 32% têm produtos digitais (e-books, cursos, etc) como principal receita, 31% usam os posts patrocinados, 13% programas afiliados e 13% contam com empregos formais em outras áreas.

Questionados sobre o futuro, 33% dos entrevistados acreditam que será possível viajar pelo Brasil em setembro, 28% apostam no mês de outubro e 11% em novembro. O cenário é menos otimista para as viagens internacionais. 67% dos influenciadores acham que elas só serão viáveis em 2021. Entre as tendências mapeadas para esse retorno estão a importância das agências para viagens mais seguras, a intenção de conhecer destinos nacionais e o desejo de se conectar com a natureza.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/06/conteudo-sobre-turismo-vive-alta-no-engajamento-e-queda-na-receita.html

2

Jul

RN é o primeiro destino do Brasil a receber selo de turismo seguro

Empenhada em atender as melhores formas de se adaptar ao novo normal do turismo e dedicada a atingir os mais atuais protocolos de segurança sanitária de destinos turísticos, a Empresa Potiguar de Promoção Turística – EMPROTUR foi em busca do reconhecimento do WTTC - Conselho Mundial de Viagens e Turismo, com a requisição do selo de viagem segura criado pela entidade (Travel Safety Stamp). 

O Rio Grande do Norte passou a ser o primeiro estado brasileiro a receber o selo que tem o respaldo da Organização Mundial do Turismo e de mais de 200 CEOs das principais empresas de turismo do mundo, tais como: Hilton, Radisson Hospitality, Marriott International, Expedia, InterContinental Hotels Group, Grupo Accor, Grupo Trip.com, Hyatt, Booking.com, entre outros.

O presidente da EMPROTUR, Bruno Reis, contou que o objetivo da ação é posicionar o Rio Grande do Norte como a melhor e mais segura opção de viagem. “É importante que o trade tenha confiança e credibilidade na venda do nosso destino para os turistas terem a melhor experiência de viagem por aqui”. 

Para a secretária de turismo do RN, Aninha Costa, a referência do selo internacional traduz o trabalho que vem sendo realizado de forma profissional e participativa. “Para obtenção deste importante reconhecimento, contamos com a participação ativa do Sistema Fecomercio por meio do SENAC, Sebrae, Secretaria Estadual de Saúde do RN, todas as entidades do trade turístico potiguar e o conselho dos cinco polos turísticos do estado. Um trabalho realizado de forma conjunta buscando gerar os benefícios reais aos turistas e transformar o RN em um destino que planeja a atividade com seriedade e profissionalismo para colaborar com a retomada da economia em nosso estado“.

Importante destacar que para o selo ser validado, os protocolos precisam atender a requisitos que equilibrem segurança e viabilidade. Nesse sentido, são aceitos somente aqueles que propõem as devidas regras sanitárias, de saúde, desinfecção, distanciamento e segurança em equilíbrio com a viabilidade dos negócios de todos os tamanhos, de forma que possam ser realisticamente executadas. 

Selo do RN

Essa iniciativa se soma à criação do selo local, chamado Turismo + Protegido, que tem como objetivo capacitar os profissionais do setor e promover os serviços turísticos do Rio Grande do Norte. Lançaremos uma plataforma para que os viajantes tenham acesso às empresas do estado que fizerem adesão voluntária ao selo.

30

Jun

IFRN e Observatório de Turismo da Uern publicam relatório de pesquisa inédita

Desenvolvido pelo Observatório de Turismo, sediado no Campus Natal da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), acabada de ser publicado o relatório final da pesquisa “Intenção de viagem do potiguar após a pandemia da COVID – 19”. A pesquisa, coordenada pelo professor Sidcley Alegrini, contou com a participação do Campus Canguaretama do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), através da colaboração do professor Márcio Marreiro.

Segundo Márcio, diretor-geral em exercício do Campus Canguaretama, a pesquisa buscou identificar a intenção de viagem dos potiguares após a pandemia da COVID-19. O relatório publicado aponta que 74,8% dos potiguares tem a pretensão de viajar após a pandemia, sendo a Praia da Pipa (30,2%), localizada na Região Imediata de Canguaretama, foco de atuação do Campus, o principal destino turístico no rol de interesse de viagem.

Destinos como Serra de São Bento (14,9%) e São Miguel do Gostoso (20,1%) são os principais lugares de interesse do turista potiguar. A Serra de São Bento é destino também atendido por ações na área de turismo pelo Campus Canguaretama, em ações como roteirização, inventariação e diagnóstico da oferta turística local. “O lazer se configura como o maior motivo de viagem para 66,8% dos entrevistados, ao passo que atrativos turísticos (22,4%), preços praticados (21,6%) e cuidados com a higienização sanitária dos ambientes turísticos (20,1%) são os principais fatores de atratividade”, ressaltou Marreiro.

A pesquisa entrevistou, ao todo, 1.253 pessoas, entre dias 26 de maio e 03 de junho de 2020. A coleta de informações foi realizada por meio de questionário eletrônico com link disponibilizado pelos canais de comunicação do Observatur/RN.

Márcio acrescentou ainda a relevância da contribuição: “É mais uma das diversas ações que têm sido desenvolvidas pelo Campus e pelo Instituto com vistas a contribuir para a amenização dos efeitos da pandemia para a sociedade potiguar e planejamento da retomada após pandemia”; o professor citou também a doação de alimentos a estudantes e comunidades em situação de vulnerabilidade social, produção e distribuição de materiais e equipamentos para a área de saúde, desenvolvimento de sites e plataformas para disseminação de informação e orientação quanto ao COVID-19, apoio psicológico, produção e disponibilização de aulas online, promoção de capacitações e eventos online, entre as atividades desenvolvidas pelo Instituto em enfrentamento à pandemia.

Além do IFRN, por meio do Campus Canguaretama e do Observatório de Turismo (Observatur) da Uern (Campus Natal), a iniciativa contou com a participação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

29

Jun

Sebrae lança ação para capacitar empreendimentos turísticos

As empresas e empreendedores que atuam na cadeia produtiva do turismo, uma das que foram mais afetadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e considerada de alto risco devido à grande rotatividade e circulação de turistas, terão capacitação virtual gratuita para que possam retomar as atividades com segurança para todos. O Sebrae no Rio Grande do Norte vai lançar uma ação para preparar esses empreendimentos instalados no litoral do estado a desenvolver as atividades com protocolos e procedimentos preventivos ao novo vírus, dentro do Programa de Bioprevenção, desenvolvido pela instituição em parceria com o Governo do Estado

O plano foi apresentado, na última sexta-feira (26), pelo diretor de Operações do Sebrae-RN, Marcelo Toscano, aos prefeitos e representantes dos municípios de Natal, Tibau do Sul, Canguaretama, Parnamirim, Nísia Floresta, Extremoz, Maxaranguape, Galinhos, Rio do Fogo, São Miguel do Gostoso, Ceará Mirim e Baia Formosa. O lançamento ocorrerá nesta semana.

De acordo com Lorena Roosevelt, que é gerente da Unidade de Desenvolvimento Setorial do Sebrae-RN, na qual está alocado o projeto Setorial de Turismo, o plano é oferecer capacitação para atender Microempreendedores Individuais (MEI) da área do turismo, guias, lojas de artesanato, bugueiros, ambulantes e barraqueiros. Esse público terá acesso à plataforma do Sebrae Bioprevenção, que terá conteúdos customizados para esses segmentos.

A plataforma terá palestras sobre bioprevenção, vídeo customizado ao setor, apontando boas práticas de higiene, atendimento, utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), equipamentos de proteção coletiva (EPC) e seguindo os protocolos de segurança sanitária. A ideia é atender todos os empreendimentos da faixa litorânea do Estado em parceria com as prefeituras. A ação será coordenada pelos escritórios Metropolitano e Regional do Agreste com o suporte técnico e articulações do projeto Setorial do Turismo.

23

Jun

Pesquisa do OBSERVATUR/RN aponta que 74,8% dos potiguares pretendem viajar após pandemia de Covid-19

A pesquisa “Intenção de viagem do potiguar após a pandemia da COVID – 19”, do Observatório do Turismo do Rio Grande do Norte – OBSERVATUR/RN, revelou que 74,8% dos potiguares pretendem viajar após a pandemia. A investigação evidenciou que 28,9% dos turistas potiguares irão preferir destinos domésticos; 24,4%, destinos dentro do RN, e 21,4% destinos no Nordeste.

Entre os destinos turísticos a serem procurados no RN pelos potiguares, Pipa foi citada por  30,2% dos futuros viajantes; São Miguel do Gostoso por 20,1% e Serra de São Bento e região por 14,9%. Na conquista dos visitantes, segundo a pesquisa do Observatório coordenado pela UERN Natal, os diferenciais mais relevantes serão os atrativos turísticos (22,4%), preços praticados (21,6%) e cuidados com a higienização sanitária dos ambientes turísticos (20,1%).

O levantamento traz um perfil bem detalhado do que os turistas potiguares vão buscar após a pandemia, norteando poder público e empreendimentos turísticos para a retomada do turismo no RN. Foram aplicados 1.253 questionários digitais, entre os dias 26 de maio a 03 de junho. O relatório completo da pesquisa pode ser consultado AQUI.

“Buscamos municiar o setor com  informações valiosas para a reabertura, depois do cumprimento dos decretos estaduais de isolamento social, que provocaram o fechamento de hotéis, pousadas, equipamentos de lazer, bares, restaurantes e similares no RN, assim como, afetaram os trabalhadores autônomos do turismo, como os guias, bugueiros, entre outros prestadores de serviços”, explica o Prof. Dr. Sidcley Alegrini, do curso de Turismo da UERN Natal e coordenador do Observatório.

17

Jun

Cartilha orienta meio de hospedagem a retomar atividades com segurança

Os meios de hospedagem estão entre os empreendimentos com alto de risco de contaminação do novo coronavírus (Covid-19) devido à grande rotatividade e circulação de turistas nacionais e internacionais. E por isso também foi um dos mais atingidos pelas medidas de contenção à pandemia. Estimativas do Sebrae indicam que as empresas desse ramo tiveram perdas no faturamento semanal que variam entre 88% e 75% em comparação com o período pré-Covid. Para orientar o setor a retomar as atividades com foco na bioprevenção, o Sebrae no Rio Grande do Norte lançou uma cartilha para estimular os empreendimentos a prevenir e mitigar os riscos.

A publicação traz uma série de informações, protocolos de condutas e regras internas para fornecedores, distribuidores, visitantes, clientes e colaboradores, que podem servir como medidas preventivas e ajudar os empreendedores desse segmento a voltar a funcionar de forma segura. Denominada ‘Reiniciando as Atividades com Segurança’, a cartilha é voltada especialmente para os meios de hospedagem e faz parte da Trilha Saúde Coletiva, que traz uma série de medidas preventivas à Covid-19.

São informações sobre condutas de higiene e etiqueta respiratória, que ajudam a evitar ou pelo menos diminuir o risco de contaminação a todos os envolvidos na empresa. Além disso, traz dicas e recomendações comuns a todos e também destinadas a colaboradores e terceirizados, assim como nas atividades gerais e nos serviços prestados aos hóspedes. O material está disponível para download no portal do Sebrae (rn.sebrae.com.br/bioprevencao)

“Esse material visa justamente orientar os empresários do setor de meio de hospedagem a prepararem seus empreendimentos para a retomada da atividade turística. A ideia é orientá-los com relação aos procedimentos, boas práticas higiênico-sanitárias contra a Covid-19. Aplicando as orientações, ele terá um diferencial competitivo no mercado”, avisa o analista do Sebrae-RN, Yves Guerra, que é gestor do projeto Investe Turismo.

Segundo Yves, a cartilha orienta os empreendedores a implementarem os procedimentos de bioprevenção  em várias áreas do empreendimento turístico,  da reserva e recepção até as acomodações. “Esses empreendimentos tem várias estruturas, como setor de alimentação e área de lazer, que precisam seguir protocolos necessários à segurança de todos. Queremos que cada um adeque as regras de acordo com as particularidades da empresa, elaborando os seus próprios protocolos e identificando os pontos de riscos de contaminação”, recomenda Guerra.

16

Jun

Operadores de turismo só veem recuperação em 2021, aponta pesquisa

Relatório da Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT), sistematizado pelo Observatório de Turismo, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), revelou que prepondera no setor a perspectiva de que baixas financeiras provocadas no contexto da pandemia da covid-19, sejam recuperadas somente no ano que vem. A avaliação foi manifestada 51% das 4.921 pessoas consultadas pela sondagem.

Os participantes abrangeram profissionais atuantes de diversas áreas ligadas ao turismo, como hospedagem, alimentação, agências, operadoras de turismo e produtoras de eventos, além de representantes de prefeituras e associações. Ao todo, 15 estados foram contemplados pelo levantamento, o primeiro feito pela RBOT, e que deverá ter os números atualizados.

O estudo, intitulado Sondagem empresarial dos impactos da Covid-19 no setor de turismo do Brasil, também mostra que 12% imaginam que a melhora deve demorar para chegar, vindo apenas depois de 2021. Ainda menos otimista, uma parcela de 3% afirma que o prejuízo é irreversível, ou seja, que não irá conseguir se restabelecer, independentemente do prazo estimado. No total, quase um quinto, 19%, se mantém mais confiante e espera uma virada já para o segundo semestre deste ano.

Após analisar as respostas encaminhadas, os pesquisadores concluíram que o maior impacto se deu em abril. Naquele mês, a queda no faturamento dos empresários variou entre 75% e 100%, de modo geral, índice atingido devido ao fechamento de negócios ou à implementação de medidas de quarentena, que levou à suspensão das atividades. 

Sem dinheiro em caixa, o que levou empresários a recorrer a empréstimos, muitos deles não viram outra saída, senão encolher o quadro de funcionários. De cada dez empresas ouvidas na pesquisa, quatro demitiram empregados para reduzir gastos, característica que teve maior proporção entre os setores de hospedagem e alimentação. 

No final de maio, a Organização Mundial do Turismo (OMT), agência da Organização das Nações Unidas (ONU), informou que o setor pode perder cerca de 120 milhões de empregos com a manutenção de restrições a viagens internacionais.

Fonte: Agência Brasil

10

Jun

Pesquisa: 59% dos brasileiros planejam viajar apesar da pandemia

Cerca de 59% dos brasileiros têm planos de fazer viagens a despeito da pandemia de covid-19, segundo pesquisa realizada com cerca de 24 mil pessoas de todo o País, entre os dias 5 e 6 de maio, pela Vivo Ads, sobre os impactos da pandemia e os planos dos consumidores brasileiros relacionados ao setor de Turismo.

O levantamento revela que, dos respondentes, 36% pretendem viajar em 2021 e que, entre os destinos, o mais desejado entre os internacionais são os Estados Unidos, indicados por 20% dos entrevistados, e a Europa, citada por 18%. Nos destinos nacionais, o Nordeste foi resposta de 29%, seguido pela região Sul, lembrada por 23%. Para os próximos deslocamentos, 26% dos entrevistados devem planejar e comprar suas viagens pela internet.

O estudo também revelou que 28% dos respondentes tiveram impacto em viagens previamente planejadas para o ano de 2020 e que, dessas, 83% eram viagens nacionais. Além disso, 17% dos participantes adiaram as passagens já compradas e outros 18% cancelaram. Quarenta e três por cento dos entrevistados acreditam que as viagens ficarão mais caras daqui em diante e 52% acham que viajarão menos após o período de isolamento social. Os resultados ainda mostram que, para 50%, as viagens serão mais perigosas em um cenário pós-pandemia.

Fonte: Panrotas, via Fecomércio

8

Jun

Inscrições abertas a partir das 14h para cursos sobre protocolos sanitários na área de Turismo

A partir das 14h de hoje (08), o Sistema Fecomércio RN, por meio do Senac, inicia as matrículas para profissionais do segmento de turismo que desejarem participar dos cursos gratuitos focados no Plano Básico de Segurança Sanitária para Retomada do Turismo.

As capacitações têm 20 horas aulas cada e pretendem habilitar os envolvidos na cadeia produtiva do turismo para implementação das normas de biossegurança exigidas no documento, para o pleno funcionamento das atividades no contexto pós-Covid 19. Inicialmente, estão sendo disponibilizadas 500 vagas. A seleção dos alunos ocorrerá de acordo com a ordem de inscrição no site www.rn.senac.br.

Público-alvo:

Profissionais que atuam no turismo que possuam renda familiar mensal per capita de até dois salários mínimos federais, comprovados por meio de auto declaração. Deve-se apresentar documentos pessoais, como RG, CPF, comprovante de residência e escolaridade. O candidato também deve dispor de computador com acesso à internet, visto que as aulas ocorrerão a distância.

Parceiros do Plano de Retomada do Turismo

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio RN); Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac RN); Secretaria de Turismo do RN (Setur RN); Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur); Sindicato das Empresas de Turismo do RN (Sindetur RN); Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária do RN (Suvisa RN); Associação Braileira da Indústria de Hotéis do RN (ABIH RN).