Tecnologia

24

Jul

Tecnologia

Pesquisa: Brasil já teve pelo menos 100 milhões de celulares roubados ou furtados

Uma nova pesquisa realizada pelo site Mobile Time em parceria com a Opinion Box revela uma estatística alarmante: mais de 100 milhões de celulares já foram roubados ou furtados no Brasil. No total, pelo menos 64 milhões de cidadãos com mais de 16 anos já foram vítimas desse tipo de crime.

O estudo levou em consideração as respostas concedidas por um total de 2.074 entrevistados com acesso à internet e um telefone móvel pessoal. Metade dos participantes confirmaram que, em algum momento de suas vidas, já tiveram um aparelho roubado e furtado.

Os dados foram então cruzados com aqueles apresentados pela pesquisa TIC Domicílios para estimar um número absoluto de gadgets subtraídos ao redor do país, atingindo a incrível marca de 102,4 milhões de dispositivos. Para piorar, a proporção da população que já foi vítima desse tipo de violência subiu três pontos percentuais em relação ao ano passado, atingindo 50% em comparação com 47%.

Ademais, também assusta que, na nova edição do estudo, é possível observar diferenças nas proporções de vítimas dentro do conceito de classes sociais — um fenômeno inexistente até então. Os internautas da classe A e B foram os mais afetados (55% deles já tiveram um celular subtraído), com as castas C, D e E ficando logo após (com participação de 49% das vítimas).

Analisando a faixa etária, brasileiros com 30 a 49 anos são os que mais sofrem com roubos, totalizando uma fatia de 54% dos casos; em seguida, temos a faixa de 16 a 29 com 51% e 50 anos ou mais com 39%. Geograficamente falando, os estados do Centro-Oeste são os mais violentos (51% de incidência), seguidos pelo do Sudeste (49% dos casos) e do Sul (40%).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/brasil-ja-teve-pelo-menos-100-milhoes-de-celulares-roubados-ou-furtados-168659/

21

Jul

Tecnologia

Robôs auxiliam em tarefas de enfrentamento da Covid-19

A tecnologia já faz parte do nosso dia a dia e durante os últimos meses a robótica, assim como, o ser humano, passa por um grande avanço, já que os robôs podem ajudar nas tarefas de enfrentamento à Covid-19. Seja para entregar medicamentos com drone, realizar cirurgias médicas e diagnósticos, ou desinfectar e limpar locais de forma mais eficiente. Esta tecnologia já é realidade em vários hospitais e fábricas do mundo e agora unida a radiação ultravioleta (UVC) é um poderoso e eficiente aliado na desinfecção de ambientes, roupas e objetos. 

Diante da eficácia da união destas tecnologias a UVTronic criou um sistema móvel de desinfecção rápida de ambientes que une a tecnologia de inativação de vírus e bactérias por radiação ultravioleta (UVC) por meio de robôs. Os números demonstram a seriedade dessa tecnologia, o mercado global de equipamentos de desinfecção por UV foi avaliado em US$ 1,1 bilhão (cerca de seis bilhões de reais) em 2018, e deve atingir US$ 3,4 bilhões (aproximadamente 19 milhões de reais) até 2026, de acordo com a Allied Market Research. 

Eduardo José Lima II, professor da Universidade Federal de Minas Gerais na área de mecatrônica, controle e robótica acredita que quando utilizada de forma consciente a robótica só tem a acrescentar em segurança e bem estar do ser humano. “Historicamente, a robótica veio para auxiliar o ser humano principalmente em tarefas perigosas ou insalubres, inicialmente no ambiente industrial. Por meio da robótica móvel, com o passar dos anos os robôs passaram a ser aplicados em outros ambientes.”, complementa o especialista.

Atualmente a UVTronic através da linha Hygis, conta com 12 produtos robóticos, que custam a partir de R$5 mil que podem ser utilizados em hospitais, quartos de hotéis, shoppings, fábricas, restaurantes, escritórios, aviões, aeroportos, entre outros ambientes e possuem simples manuseio e complementam a higienização que ocorre no dia a dia. Os robôs mapeiam o ambiente utilizando um sensor LIDAR (Light Detection And Ranging), possuem alertas de voz e luminosos durante sua operação e quando a bateria está baixa, o equipamento se dirige automaticamente à central de recarga. 

Evandro Cerqueira, fundador e diretor executivo da UVTronic salienta que existem 3 tipos de raio ultravioleta semelhantes, mas apenas o UV-C é capaz de inativar bactérias, fungos e vírus em superfícies e ambientes. “Outro fator importante é que os vírus não desaparecem instantaneamente cada aparelho tem seu tempo certo de utilização que varia entre 1 e 15 minutos, no caso da torre com lâmpada, a Hygs Pro, uma torre UVC Robotizada 100% Autônoma para Desinfecção Rápida de Ambientes com tecnologia Autonomous Mobile Robot - Robô AMR, alimentado por baterias que pode ser utilizado para desinfecção de máscaras e ambientes.”, finaliza Evandro Cerqueira.

20

Jul

Tecnologia

Empresa potiguar de tecnologia aposta em expansão de redes

Mais do que nunca o mundo reconhece a importância dos serviços essenciais de telecomunicação. Desde 2015, a Cabo Telecom, empresa com DNA potiguar pioneira no serviço de fornecimento de TV por assinatura e internet banda larga aqui no Estado, está em processo de expansão da Cabo Fiber. Atualmente, são mais de 1.000 km de rede de fibra óptica instalados em Natal e região metropolitana. Mesmo em meio à pandemia, o serviço de ampliação continua com todos os cuidados necessários.

No ano passado, foram investidos cerca de R$ 38 milhões em novos equipamentos e estrutura para aprimorar o serviço já oferecido pela empresa. De acordo com a Anatel, esta é uma tendência de toda a região Nordeste, que é a que mais tem recebido investimentos em fibra óptica. Além disso, segundo Giovanni Santos, supervisor de projetos da Cabo Telecom, “a expansão da fibra óptica já atinge a região metropolitana de Natal, como Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Macaíba, sendo que nesses dois últimos municípios com atendimento a clientes corporativos”, explica.

A fibra óptica se diferencia por oferecer uma troca de informações mais rápida e eficaz, principalmente por transmitir os dados através da refração de luz e, ainda, pela sua composição com materiais isolantes que impedem interferência eletromagnética. A transmissão veloz e sem perdas de dados, além de ser um avanço no serviço, também se mostra como uma das soluções para atender a alta demanda surgida em razão da pandemia do novo coronavírus, quando um grande volume de usuários precisa trabalhar e estudar de casa, aumentando o fluxo de internet, o que exige mais da conexão.

O serviço de internet tradicional da Cabo Telecom segue suprindo as demandas dos usuários, enquanto a empresa busca incrementar a tecnologia ofertada a cada dia, como reforça o diretor presidente da empresa, Cláudio Alvarez: “temos bons resultados com a rede já instalada na cidade e que ainda tem muito tempo de vida útil pela frente. Intensificamos a instalação da fibra óptica para proporcionar ao nosso cliente cada vez mais velocidade e qualidade no atendimento, ampliando as redes de conexões e fornecendo tecnologia de ponta. Por isso estamos, mesmo em meio a este cenário de pandemia, trabalhando incessantemente para que o mais breve possível a cidade seja toda atendida por fibra óptica”, comenta Claudio Alvarez.

20

Jul

Tecnologia

Apple pode ser multada em bilhões de euros por causa da Siri

Depois de escapar de uma multa de 13 bilhões de euros na última quarta-feira (15), a Apple está novamente sob a mira da União Europeia (UE). Desta vez, a investigação, que também atingirá outras companhias, é sobre eventuais práticas de monopólio em relação ao mercado de assistentes de voz.

Segundo a Reuters, os reguladores da concorrência da UE estão analisando informações de 400 empresas de tecnologia, com o objetivo de verificar se existe algum tipo de má conduta em relação às assistentes virtuais, como a Siri, uma das ferramentas mais populares do segmento.

O interesse em investigar este mercado teve como motivação a enorme quantidade de dados envolvidos nos dispositivos de internet das coisas. Para o órgão executivo da União Europeia, é essencial que os envolvidos nesta área não utilizem o controle das informações obtidas para prejudicar os concorrentes ou impedir a entrada de novos participantes.

Investigações semelhantes a esta já ocorreram em outros setores, como comércio eletrônico, serviços financeiros, produtos farmacêuticos e energia, resultando em multas pesadas, em alguns casos.

Google e Amazon também serão investigadas

Além da Apple, outras gigantes da tecnologia e fabricantes de hardware também são alvo desta nova investigação. Entre elas, estão a Amazon, responsável pela Alexa, e a Google, com o seu Google Assistente.

De acordo com a vice-presidente executiva da Comissão Europeia Margrethe Vestager, a investigação “envia uma importante mensagem para as operadoras poderosas deste mercado, de que estamos observando e que elas precisam fazer negócios de acordo com as regras de concorrência”.

Se for encontrada alguma irregularidade referente à concorrência, as empresas podem enfrentar uma acusação antitruste e serem multadas em até 10% da sua receita global. No caso da Maçã, a multa chegaria a 23 bilhões de euros.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/155308-apple-multada-23-bilhoes-causa-siri.htm

20

Jul

Tecnologia

Sistema Fecomércio RN oferece capacitação gratuita para preparar escolas em tecnologias digitais e biossegurança

Em mais uma ação de parceria e atuação reforçada em virtude da Pandemia, o Sistema Fecomércio RN, por meio do Sesc e Senac RN, abre, na próxima segunda-feira, 20, as inscrições para os cursos gratuitos do seu Programa de Assistência Educacional. A ideia é oferecer um pacote de serviços gratuitos para orientação e capacitação, com foco nas tecnologias e biossegurança no ambiente escolar. O pacote inclui consultoria, cursos on-line, lives e aula experimental.

Nesta primeira etapa, o programa irá disponibilizar 300 vagas em cursos de aperfeiçoamento em ferramentas e aplicativos para a realização de aulas on-line; formação tecnológica para docência e capacitação de boas práticas de prevenção à Covid-19 para creches e escolas.

“Desde o início da crise instalada pela pandemia Covid-19 o Sistema Fecomércio RN vem investindo em ações e medidas que atendam todos os profissionais e também empresas. O Programa de Assistência Educacional é parte dessas ações. Uma iniciativa construída pelas equipes do Sesc e Senac RN, com o objetivo de auxiliar os educadores e escolas nesse novo ambiente educacional”, disse o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

As aulas dos próprios cursos serão ministradas no ambiente virtual, com toda a estrutura de apoio aos alunos. O curso básico de aperfeiçoamento em tecnologias digitais para sala de aula, por exemplo, é voltado preferencialmente aos educadores de escolas públicas e privadas, conduzida pela equipe pedagógica do Sesc RN, por meio do Google Meet, Classroom e WhatsApp. São 50 vagas e os conteúdos abrangem a plataforma Google e seus principais aplicativos como atividades remotas e sala de aula on-line.

As interações em tempo real serão de duas horas, com aulas de segunda a sexta-feira, respectivamente nos horários das 8h às 10h e das 14h às 16h. Inclusive, o ensino on-line foi destaque no Censo de Educação realizado pelo Sesc RN com os pais e responsáveis dos alunos das escolas Sesc. O índice de aceitação das aulas virtuais foi de 92%, o que indica a satisfação com a nova metodologia adotada.

Os outros dois cursos oferecidos dentro do programa são o de Formação Tecnológica para Docência, com 150 vagas, e o de Boas Práticas de Prevenção à Covid-19 em Creches e Escolas, com 100 vagas. Ambos os cursos serão on-line e ao vivo, por meio da Sala de Aula Virtual do Senac RN, através da plataforma Microsoft Teams. As escolas também terão acesso a um serviço de consultoria, que orientará as tecnologias adequadas a cada realidade.

As vagas são limitadas. O período de inscrição é de 20 a 27 de julho, por meio dos sites www.sescrn.com.br e www.rn.senac.br. Os participantes recebem o certificado digital após conclusão do curso, mediante o cumprimento de carga horária estabelecida.

No dia 21 julho será realizado uma live de lançamento, às 18h30, com o tema “Os desafios das escolas e dos educadores para enfrentar as mudanças em virtude da Covid-19”. O bate papo será transmitido nos canais do Sesc e Senac no Youtube e que conta com a mediação da jornalista e educadora, Érika Zuza, com participação dos diretores regionais do Sesc e do Senac, Fernando Virgilio e Raniery Pimenta.  Já no dia 23 de julho haverá uma aula experimental, aberta ao público e também virtual, na qual qualquer pessoa poderá conhecer melhor o programa e os cursos.

17

Jul

Tecnologia

Alunos do Instituto Metrópole Digital desenvolvem conteúdo didático sobre tecnologias digitais

Computadores, smartphones, softwares e sistemas de informação cada vez mais fazem parte das dinâmicas utilizadas no processo de ensino e aprendizagem em ambiente escolar. Pensando nisso, alunos do Programa de Pós-Graduação em Inovação em Tecnologias Educacionais (PPgITE), do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), desenvolveram uma série de materiais sobre o uso das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs), ferramentas cujos dados são representados e transmitidos em ambiente digital.

Intitulado Metodologia de projetos – Uso seguro das TDICs, o material, elaborado neste mês, funciona como um guia para professores do Ensino Fundamental que estão ministrando aulas remotas, sobretudo docentes de Língua Portuguesa. Disponível em grupo do Facebook, o guia possui uma proposta interdisciplinar e oferece sequências didáticas e planos de trabalho relacionados à área de Linguagens, congregando temas voltados ao uso seguro das tecnologias digitais dividido em quatro eixos: ética e cidadania, fake news, assédio sexual e cyberbullying.

Elaboração

Os conteúdos dispostos no guia são elaborados pelos próprios alunos do PPgTIE, que, em grande parte, também são professores ativos do ensino fundamental.

“Somos uma equipe mista, que carrega bem a proposta do mestrado. Por causa desse perfil, conseguimos elaborar produtos para outros professores, e desenvolvemos todo esse processo por meio de atividades remotas, utilizando as TDICs. O que estamos fazendo é adaptar o desenvolvimento de software para o contexto da produção de materiais didáticos”, explica a mestranda Soraya Medeiros, uma das alunas envolvidas.

17

Jul

Tecnologia

FBI abre inquérito para investigar ataque ao Twitter

O Federal Bureau of Investigation (FBI) iniciou um inquérito federal para investigar a invasão a uma série de contas de celebridades e empresas no Twitter. O ataque ocorreu na última quarta-feira (15) e envolveu postagens não autorizadas em uma série de perfis a respeito de um golpe de criptomoedas.

A informação é da agência de notícias Reuters, que ouviu duas fontes diferentes que confirmaram a operação. Por enquanto, não há detalhes a respeito de como será a investigação.

O que aconteceu?

Personalidades como Kim Kardashian, Elon Musk, Bill Gates e Joe Biden foram alguns dos perfis que publicaram a respeito de uma fraude envolvendo bitcoins.

Para impedir o espalhamento do ataque, o Twitter chegou a bloquear por algum tempo a postagem por usuários com contas verificadas na plataforma. Apesar de ter confirmado a brecha e já deletado todas as publicações falsas, a empresa ainda não explicou exatamente o que aconteceu.

Em uma publicação no perfil de suporte, a rede afirma que o ataque parece ter sido direcionado a funcionários em específico, alvos de técnicas de engenharia social. Colaboradores da companhia podem ter colaborado ao fornecer acesso aos sistemas internos do serviço, mas as circunstâncias em que isso aconteceu ainda não foram detalhadas.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/155259-fbi-abre-inquerito-investigar-ataque-twitter.htm

16

Jul

Tecnologia

Amazon, Microsoft e Google são processadas por imagens de reconhecimento facial

Amazon, Microsoft e Google (através da Alphabet) estão sendo processadas por utilização indevida de fotos para treinamento de reconhecimento facial. Dois cidadãos do estado norte-americano do Illinois entraram com processos contras as empresas por terem suas imagens usadas para refinar inteligências artificiais, o que é estritamente proibido pela legislação estadual.

As três companhias usavam fotos do banco de dados da IBM, chamado Diversity in Faces. O pacote traz imagens de diversas pessoas com anotações de tamanho de seus rostos, incluindo dimensões de nariz, boca e outras partes da face.

No caso dos dois cidadãos, ainda havia a indicação de que eles eram do Illionois. A principal questão é que o estado norte-americano tem uma lei própria sobre o assunto chamada de Biometric Information Privacy Act, de 2008. Pelo documento, uma empresa não pode coletar, guardar nem usar informações biométricas sem consentimento claro.

De acordo com a acusação, o banco de dados “expõe os moradores e cidadão de Illinois e se mostra um risco para a região”. No país, a utilização de reconhecimento facial é um debate antigo e polêmico, sendo que o Partido Democrata tem uma lei em andamento para impedir que órgãos públicos usem o sistema em seus prédios.

Um banco de dados diverso de fotos é uma parte importante para o treinamento de inteligência artificial. Isso porque são necessários milhares de imagens diferentes para que o processo de machine learning reconheça com perfeição diferentes rostos. No caso do banco de dados da IBM, tais fotos são coletadas do Flickr.

As imagens podem ser registradas sem aviso prévio ao usuário, mas existe a opção de não ter sua foto usada na plataforma. Os processos foram registrados nos tribunais da Califórnia e Washington, sendo que os autores pedem sanção em dinheiro, cuja quantia ainda não foi revelada.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/juridico/amazon-microsoft-e-google-sao-processadas-por-imagens-de-reconhecimento-facial-168090/

15

Jul

Tecnologia

Estudo: número de tentativas de invasões a roteadores domésticos aumenta 743%

Uma pesquisa divulgada pela Trend Micro mostra que houve uma diminuição de ataques que buscam comprometer os roteadores domésticos para o uso de botnets. Segundo o levantamento, entre dezembro de 2019 e março de 2020, houve uma queda de 22% no número dos chamados ataques de login de força bruta - em que os criminosos usam software automatizado para tentar combinações de senhas comuns para invadir as redes particulares. No entanto, mesmo com a queda, os números preocupam. 

Isso porque, em dezembro de 2019, foram registrados 249 milhões de ataques do gênero. Já em março de 2020, a Trend Micro afirma ter detectado 194 milhões de logins força bruta. Mesmo com a diminuição de 22%, trata-se de um número bastante elevado, principalmente se considerarmos que em setembro de 2019, foram registrados cerca de 23 milhões. Ou seja, um aumento de 743% no período - setembro/2019 a março/2020 - mesmo considerando a oscilação. 

O que são os botnets usados pelos criminosos?

Os botnets são redes de terminais que recebem comandos de hackers, que vão de computadores e celulares a dispositivos da Internet das Coisas, para fins maliciosos. A pesquisa da Trend Micro indica que o aumento de ataques desses dispositivos vai continuar, já que os criminosos são capazes de monetizar facilmente essas infecções em ataques secundários. "Com a maioria da população está atualmente dependente de redes domésticas para realizar seus trabalhos e estudos, o que está acontecendo com seu roteador nunca foi tão importante", diz Jon Clay, director of global threat communications da Trend Micro.

"Os cibercriminosos sabem que a maioria dos roteadores domésticos não está seguro, já que grande parte deles traz as credenciais padrões. Com isso, eles intensificaram ataques em grande escala. Para o usuário doméstico, isso significa sequestrar sua largura de banda de internet e desacelerar a velocidade da rede. E para as empresas alvo de ataques secundários, estes botnets podem derrubar um site, como vimos em ataques anteriores de alto nível", completa. 

Rivalidade

Ainda de acordo com os especialistas da Trend Micro, essa tendência é preocupante por vários motivos. Os cibercriminosos estão competindo uns com os outros para comprometer tantos roteadores quanto possível para que eles possam ser transformados em botnets. Estes são então vendidos em sites underground para lançar ataques de Negação Distribuída de Serviço (DDoS), ou como uma maneira de tornar outros ataques anônimos, como fraude de cliques, roubo de dados e aquisição de contas.

"A concorrência é tão feroz que os criminosos são conhecidos por desinstalar qualquer malware que encontram nos roteadores atacados, expulsando seus rivais para que eles possam reivindicar controle completo sobre o dispositivo", continua Clay.

O relatório da empresa de segurança digital afirma que há um próspero mercado ilegal de malware botnet e botnets-for-hire (quando um criminoso contrata uma rede de botnets de forma terceirizada). Embora qualquer dispositivo IoT possa ser comprometido e transformado em um botnet, roteadores são de particular interesse porque são facilmente acessíveis e conectados diretamente à internet.

Como se proteger

De acordo com a Trend Micro os usuários que contam com roteadores em suas residências devem tomar tomar os seguintes cuidados:

Certifique-se de usar uma senha forte, com letras, números e outros caracteres. Altere-a periodicamente;

Verifique se o roteador está executando o firmware mais recente;

 Verifique os logs para encontrar comportamentos que não fazem sentido para a rede;

Apenas permita logins no roteador a partir da rede local

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/numero-de-tentativas-de-invasoes-a-roteadores-domesticos-aumenta-743-168079/

15

Jul

Tecnologia

Pesquisa sobre os impactos da Covid-19 no setor de segurança eletrônica mostra crescimento de tecnologias inteligentes

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese) nos meses de abril e maio com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país, sobre os impactos da Covid-19 no setor, registraram que 40% das empresas do segmento notaram o aumento da procura por soluções de segurança voltadas às novas demandas que surgiram devido à pandemia. Segundo o levantamento, entre as tecnologias mais buscadas durante este período estão as câmeras térmicas e o reconhecimento facial.

Antes do início do isolamento social, as câmeras térmicas - ainda utilizadas com foco na segurança - representavam 6,2% das vendas do segmento. Contudo, a pesquisa mostra que após o início da quarentena, a comercialização de câmeras capazes de identificar indivíduos com temperatura acima de 37,8°C (indício de quadros de febre), um dos sintomas de alerta da Covid-19, saltou para 13,7% das soluções comercializadas. O crescimento ilustra a adaptabilidade das soluções do setor que, além de inovação, também investe no aprimoramento contínuo das tecnologias que já existem para que se adequem às novas demandas e alcancem novos mercados e não apenas a segurança.

Outra solução que registrou aumento na comercialização devido às exigências dos novos protocolos sanitários foram as câmeras com Reconhecimento Facial, que tiveram crescimento de 12,3%. A necessidade de evitar as interações sociais dentro de condomínios residenciais e empresas aceleraram a procura por soluções inteligentes que atuam de maneira autônoma, como a identificação do acesso de pessoas/moradores. Assim, a tecnologia desenvolvida para assegurar a segurança de acesso a ambientes restritos, incorporou um novo potencial de uso a partir das necessidades do “novo normal”.

O segmento de Portaria Remota também tem se mostrado bastante requisitado. Quase 20% dos entrevistados responderam que houve aumento pela procura das soluções que permitem o atendimento em condomínios e empresas à distância. O segmento residencial, inclusive, apresentou algumas oportunidades de novos negócios durante a quarentena, puxados pelas soluções para monitoramento à distância de casas de veraneio que ficaram vazias devido às imposições de isolamento: 17,6% dos empresários perceberam o crescimento deste tipo de demanda.

Oportunidades de emprego no setor

O estudo também revela que 65,2% das empresas não demitiu nenhum funcionário e 20,3% das empresas chegaram a contratar novos colaboradores durante o mesmo período. A pesquisa ainda indica que há novas oportunidades de vagas para o setor, 7,9% dos entrevistados afirmaram que ainda não efetivaram as contratações, mas estão em busca de novos talentos. Dentre as áreas com mais oportunidades estão: área técnica (39,6%), área comercial (27,8%) e marketing (11%). O setor de segurança eletrônica é responsável por gerar mais de 250 mil empregos diretos e mais de 2 milhões indiretamente. Em 2019 o mercado de segurança eletrônica no Brasil faturou R$ 7,17 bilhões.

Na avaliação da Presidente da Abese, Selma Migliori, a pesquisa revela que há muito espaço para a segurança eletrônica no novo normal. “Muitos setores que não estavam prevendo investimentos para este ano na área de segurança eletrônica precisaram agora priorizar a implantação de soluções para a continuidade nos negócios. No contexto de pandemia, muitas soluções já implantadas foram criativamente readaptadas. Estes pontos não desvalidam a crise que esta situação mundial representou para todos os setores da sociedade”, analisa.

14

Jul

Tecnologia

Pesquisa: uso de aplicativo de perseguição e espionagem aumentou 51% durante a pandemia

Entre golpes para roubo de dados, ransomwares e o próprio perigo do coronavírus, a pandemia que ainda assola o Brasil trouxe mais um reflexo danoso: o crescimento no número de infecções por stalkerwares. De acordo com dados da Avast, houve um aumento de 51% nos casos de comprometimento de dispositivos com aplicativos maliciosos de perseguição e espionagem desde março, quando as medidas de isolamento social começaram a ser aplicadas no país.

A empresa especializada em segurança digital viu um aumento significativo nesse número já em março, com um crescimento de 30% em relação ao registrado nos dois primeiros meses do ano. Com as semanas passando, esse total apenas aumentou, com aproximadamente 11 mil casos mensais de ataque por soluções maliciosas desse tipo em abril e, novamente, em maio — em fevereiro, antes da pandemia, esse total era de cerca de 7 mil.

As pragas dessa categoria são voltadas para coleta de dados confidenciais de smartphones e computadores, como informações digitadas, histórico de acesso a sites, arquivos de mídia e até ativações não-autorizadas da câmera e microfone. Ao contrário dos malwares comuns que também fazem isso, tais soluções maliciosas normalmente são instaladas por parceiros nos dispositivos das vítimas, como forma de rastrear sua atividade e exercer controle.

“O número de casos de violência doméstica aumentou consistentemente durante a quarentena e esse movimento coincide com o que estamos vendo [nos casos de stalkerware]”, explica Jaya Baloo, diretor global de segurança da Avast. De acordo com a empresa, trata-se de um movimento que ocorre não apenas no Brasil, mas em todos os países que passam ou estiveram em isolamento social ou lockdown por conta da pandemia do novo coronavírus.

A proximidade entre os números chama a atenção. De acordo com informações oficiais, houve um aumento de 37,6% no número de denúncias ao Ligue 180, da Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, na comparação com o mês de abril de 2019. Na média deste primeiro semestre, o crescimento é de 27%.

Manter o dispositivo atualizado e com uma solução de segurança instalada é um passo importante para se proteger. Outra dica importante é evitar instalar soluções de fontes desconhecidas ou fora das lojas oficiais do sistema operacional ou fabricante do celular, além de ficar atento a pedidos de permissões que pareçam inadequados à categoria dos apps baixados.

No caso específico dos stalkerwares, também é importante prestar atenção à proteção física do dispositivo, mantendo-o travado com senhas de acesso ou verificação biométrica. É importante não deixar o celular ou computador desbloqueado ou desatendido, ao alcance de terceiros, a não ser que você confie plenamente neles.

Caso você seja vítima de violência doméstica ou esteja em um relacionamento abusivo, não hesite em procurar ajuda de pessoas de confiança e procurar as autoridades para denunciar a violência. Se você desconfia que seu dispositivo está comprometido, interrompa o uso e busque outros meios de realizar esse contato, de forma a não alertar o abusador.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/espionagem/uso-de-apps-de-perseguicao-e-espionagem-aumentou-51-durante-a-pandemia-167951/

10

Jul

Tecnologia

Backup em nuvens é o futuro da segurança das empresas

“Não conheço nenhuma grande empresa que ainda não foi atacada por hackers”, comenta Torquato Neto, especialista em serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação da Cabo Telecom. De fato, com o avanço tecnológico, essa é uma realidade que se torna cada vez mais comum. Em 2019 o Brasil foi o segundo país com maior número de sequestro de dados, perdendo apenas para os Estados Unidos. O maior pesadelo das empresas tem uma solução que vem conquistando cada vez mais o mercado potiguar.

Para marcar os 20 anos como a maior empresa de telecomunicações do estado, a Cabo Telecom inova em oferecer serviços para os clientes, ingressando na área de tecnologia da informação com ênfase em segurança digital. O novo Cabo Cloud Backup é a grande aposta para pequenos e grandes empresários que querem proteger seus dados com toda a credibilidade de uma empresa genuinamente potiguar.

O produto, que começou a ser comercializado no final de 2019, é fruto de uma parceria com uma das maiores e mais renomadas empresas do ramo, a Acronis. Baseada em Singapura, é líder no mercado mundial e fecha acordo com exclusividade em Natal com a Cabo Telecom na prestação desse serviço. “A Cabo é conhecida por sua excelência em atendimento, suporte e também queremos oferecer isso em produtos de TI para as empresas, com todo o nosso know-how de comprometimento com o cliente”, comenta Torquato.

O Cloud Backup inova em trazer ao cliente todo o conforto e segurança de um backup instantâneo e livre de interferências físicas, o que não acontece com o backup em aparelhos que se assemelham aos HDs externos. “Dentro da empresa às vezes você sente a segurança de ter os arquivos ‘debaixo do braço’, mas todo mundo conhece alguém que sofreu um roubo, que teve o computador queimado e perdeu tudo: isso acontece muito em empresas”, exemplifica o especialista.

Com este novo mecanismo, todos os dados e arquivos do cliente ficam alocados em uma nuvem que ele pode acessar de qualquer ambiente e que está imune a, inclusive, ataques virtuais. Essa característica se dá porque a nuvem é unilateral, ela apenas recebe os dados e não os modifica. Além disso, a parte de segurança é bem mais complexa. Com os dados protegidos e podendo ser acessados pelo cliente com segurança, ações como o sequestro de dados perdem a possibilidade de acontecer.

Os primeiros clientes em Natal já estão usufruindo esse serviço altamente qualificado e a Cabo Telecom ainda oferece 30 dias de testes gratuitos para que os interessados possam conhecer as funcionalidades da nova ferramenta. A empresa conta com 60 colaboradores trabalhando na produção desta e de outras soluções em tecnologia da informação para os clientes potiguares.

10

Jul

Tecnologia

Tempo mensal de usuários em aplicativos móveis cresceu 40% no 2º trimestre mundial

Com a atual pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), usuários do mundo inteiro estão passando muito mais tempo em apps móveis, seja consumindo streaming de áudio e vídeo, participando de conversas em videoconferência, curtindo games ou utilizando serviços de rastreamento de COVID-19 e de entregas. O que já é notável em nosso “novo normal” foi confirmado por uma pesquisa da plataforma de análise mobile App Annie, que registrou uma alta de 40% de uso mensal em softwares de smartphones e tablets no segundo trimestre, em relação ao ano passado.

O mês de abriu chegou a alta mensal de mais de 200 bilhões de horas, com o tempo médio de 4 horas e 20 minutos por dia em smartphones. Com isso, a receita também aumentou, e os usuários gastaram um total de US$ 27 bilhões em aplicativos no período: US$ 17 bilhões foram com aparelhos iOS (+15% na comparação ano a ano), e os US$ 10 bilhões restantes ficaram com o Android (+25%). Os aplicativos que não são de jogos representaram 35% dos gastos dos consumidores na App Store e 15% no Google Play, principalmente devido aos serviços por assinaturas.

O número total de downloads na Google Play tiveram alta de 25 bilhões (+10%), enquanto na App Store o crescimento foi de quase 10 bilhões (+20%). Na loja virtual do Google, os apps que não são de jogos representam 55%, enquanto no iOS essa fatia chega a 70%. Vale destacar que a Índia e o Brasil, com um consumo médio mensal 30% e 20% maior, respectivamente, foram destaques na pesquisa.

Efeitos da pandemia

As categorias jogos, ferramentas e entretenimento tiveram destaque na Google Play, contudo, negócios, saúde, fitness e educação tiveram expressivo aumento 115%, 75% e 50%, respectivamente, na comparação do segundo trimestre de 2019. Em destaque, estão ferramentas de videoconferência e colaboração corporativa, a exemplo do Zoom Cloud Meetings e do Google Meet, além de softwares de ensino à distância, a exemplo do Google Classroom e do Duolingo: Learn Languages.

Já no App Store, jogos, foto e vídeo e entretenimento continuaram entre os destaques, pelo quarto trimestre consecutivo. Contudo, assim como na Google Play, a loja virtual da Apple viu um grande crescimento de softwares de saúde e fitness, compras e medicina, com altas de 30%, 25% e 20%, respectivamente.

Vale destacar que softwares de rastreamento da COVID-19, estiveram entre os mais procurados no segundo trimestre. O Aarogya foi o segundo mais baixado na Índia no período, em ambas, somando os downloads da App Store e da Google Play. O Contact App no Japão, o Corona-Warn-App na Alemanha, o StopCovid France na França, o Immuni App na Itália, o COVIDSafe na Austrália e o TraceTogether em Cingapura alcançaram a primeira posição no ranking em suas respectivas categorias no iPhone.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/tempo-mensal-de-usuarios-em-apps-moveis-cresceu-40-no-2o-trimestre-mundial-167844/

10

Jul

Tecnologia

Novo modo de visualização do Microsoft Teams permite que você organize videochamadas como plateias

Microsoft anunciou na última quarta (8) uma série de novidades para o Microsoft Teams que inclui a adição de um esperado novo modelo de visualização em sua plataforma de videochamadas. Intitulado “Together Mode”, a opção possibilita ao usuário que organize os colegas de chamada como uma grande plateia virtual, dissipando os limites quadrados tradicionais e tornando cada membro num avatar dentro de uma arquibancada.

De acordo com o The Verge, o recurso vem sendo desenvolvido desde o início da pandemia e busca criar uma forma do público se relacionar melhor entre si durante chamadas do tipo. O “Together Mode” é possível graças a uma inteligência artificial que identifica e recorta a silhueta do usuário do ambiente, incluindo seus ombros até o espaço do rosto – o que por sua vez gera todo o efeito assustador abaixo de uma plateia virtual e ao vivo de pessoas.

O bacana é que a modalidade permite alguns cenários diferentes da plateia de palestra, incluindo espaços similares a cafeterias e salas de reuniões – a Microsoft não liberou imagens oficiais destes ambientes, porém, afirmando que estes modelos devem ser lançados nas próximas semanas. A companhia declara também que há a possibilidade de se fazer interações online a partir dos avatares, incluindo high fives e “cutucões” nos ombros.

Além do “Together Mode”, a Microsoft também está lançando esta semana um modo de visualização dinâmica que permite que os usuários operem o Teams para apresentações, que coincide com os planos da companhia em ampliar o número de participantes por chamada. A empresa escreve que “em breve” deve ampliar as ligações do Teams para mil participantes ativos, além de permitir até vinte mil usuários em videochamadas feitas apenas para se assistir apresentações ou discussões entre alguns poucos usuários – uma ótima notícia para quem busca fazer eventos online, portanto.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128750/novo-modo-de-visualizacao-do-microsoft-teams-permite-que-voce-organize-videochamadas-como-plateias/

9

Jul

Tecnologia

Campus Party: evento global de tecnologia disponibiliza debates online

A Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, começa hoje (9) com debates, palestras e atividades pela internet. O formato foi necessário para se adaptar às condições da pandemia do novo coronavírus. Por isso, o tema desta edição será “Reboot the World” (Reiniciar o mundo).

Segundo a organização, o evento vai reunir 1.841 conferencistas e participantes de 31 países dos cinco continentes. Além do evento global, haverá programações específicas para Brasília, Goiás e o Amazonas. As atividades serão transmitidas pelo site do evento: https://brasilia-digital.campus-party.org/.  

No chamado “palco principal” estão previstas conferências sobre diversos temas, especialmente voltados à transição ao “novo normal” e às novas formas de desenvolvimento e uso de tecnologias neste novo cenário. Entre as palestras estão análises sobre as mudanças, neste contexto, na internet, na inovação, na liderança das mulheres e no mundo do trabalho.

Entre os conferencistas confirmados estão Edward Snowden, ex-agente da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos que divulgou práticas de espionagem massiva por governos, Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web, e John Hall, presidente do conselho do Instituto Profissional Linux.

Na discussão sobre o mundo pós-pandemia, ou ainda durante ela, especialistas vão refletir sobre o uso de soluções como a realidade virtual a ampliada, a aprendizagem de máquina, finanças digitalizadas e coleta e análise de dados.

 “O objetivo é desenvolver soluções tecnológicas que ajudem a atingir as metas traçadas dos 17 Objetivos de Desenvolvimentos Sustentáveis propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Queremos que esse formato digital facilite a interconexão de pessoas de vários países e que essa troca de conhecimento seja intensa, ao ponto de trazer novas alternativas para esse mundo pós-pandemia”, afirma o presidente do Instituto Campus Party, Francisco Ferrugia.

Ele diz que neste ano haverá palestras tanto em inglês quanto em português. A expectativa de público é de cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e 10 milhões em todo o mundo. “Como agora estaremos em um ambiente digital, esse número pode ser ainda maior”, acrescenta Ferrugia.

Uma série de palestras (apelidada de Green Deal) terá como foco específico a sustentabilidade, trazendo discussões sobre o futuro da água, a contribuição da ciência, a importância da reciclagem, cidades criativas, ecomarketing, uso de inovação na Amazônia e robótica sustentável.

Fonte: Agência Brasil