Tecnologia

17

Jul

Tecnologia

FBI abre inquérito para investigar ataque ao Twitter

O Federal Bureau of Investigation (FBI) iniciou um inquérito federal para investigar a invasão a uma série de contas de celebridades e empresas no Twitter. O ataque ocorreu na última quarta-feira (15) e envolveu postagens não autorizadas em uma série de perfis a respeito de um golpe de criptomoedas.

A informação é da agência de notícias Reuters, que ouviu duas fontes diferentes que confirmaram a operação. Por enquanto, não há detalhes a respeito de como será a investigação.

O que aconteceu?

Personalidades como Kim Kardashian, Elon Musk, Bill Gates e Joe Biden foram alguns dos perfis que publicaram a respeito de uma fraude envolvendo bitcoins.

Para impedir o espalhamento do ataque, o Twitter chegou a bloquear por algum tempo a postagem por usuários com contas verificadas na plataforma. Apesar de ter confirmado a brecha e já deletado todas as publicações falsas, a empresa ainda não explicou exatamente o que aconteceu.

Em uma publicação no perfil de suporte, a rede afirma que o ataque parece ter sido direcionado a funcionários em específico, alvos de técnicas de engenharia social. Colaboradores da companhia podem ter colaborado ao fornecer acesso aos sistemas internos do serviço, mas as circunstâncias em que isso aconteceu ainda não foram detalhadas.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/155259-fbi-abre-inquerito-investigar-ataque-twitter.htm

16

Jul

Tecnologia

Amazon, Microsoft e Google são processadas por imagens de reconhecimento facial

Amazon, Microsoft e Google (através da Alphabet) estão sendo processadas por utilização indevida de fotos para treinamento de reconhecimento facial. Dois cidadãos do estado norte-americano do Illinois entraram com processos contras as empresas por terem suas imagens usadas para refinar inteligências artificiais, o que é estritamente proibido pela legislação estadual.

As três companhias usavam fotos do banco de dados da IBM, chamado Diversity in Faces. O pacote traz imagens de diversas pessoas com anotações de tamanho de seus rostos, incluindo dimensões de nariz, boca e outras partes da face.

No caso dos dois cidadãos, ainda havia a indicação de que eles eram do Illionois. A principal questão é que o estado norte-americano tem uma lei própria sobre o assunto chamada de Biometric Information Privacy Act, de 2008. Pelo documento, uma empresa não pode coletar, guardar nem usar informações biométricas sem consentimento claro.

De acordo com a acusação, o banco de dados “expõe os moradores e cidadão de Illinois e se mostra um risco para a região”. No país, a utilização de reconhecimento facial é um debate antigo e polêmico, sendo que o Partido Democrata tem uma lei em andamento para impedir que órgãos públicos usem o sistema em seus prédios.

Um banco de dados diverso de fotos é uma parte importante para o treinamento de inteligência artificial. Isso porque são necessários milhares de imagens diferentes para que o processo de machine learning reconheça com perfeição diferentes rostos. No caso do banco de dados da IBM, tais fotos são coletadas do Flickr.

As imagens podem ser registradas sem aviso prévio ao usuário, mas existe a opção de não ter sua foto usada na plataforma. Os processos foram registrados nos tribunais da Califórnia e Washington, sendo que os autores pedem sanção em dinheiro, cuja quantia ainda não foi revelada.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/juridico/amazon-microsoft-e-google-sao-processadas-por-imagens-de-reconhecimento-facial-168090/

15

Jul

Tecnologia

Estudo: número de tentativas de invasões a roteadores domésticos aumenta 743%

Uma pesquisa divulgada pela Trend Micro mostra que houve uma diminuição de ataques que buscam comprometer os roteadores domésticos para o uso de botnets. Segundo o levantamento, entre dezembro de 2019 e março de 2020, houve uma queda de 22% no número dos chamados ataques de login de força bruta - em que os criminosos usam software automatizado para tentar combinações de senhas comuns para invadir as redes particulares. No entanto, mesmo com a queda, os números preocupam. 

Isso porque, em dezembro de 2019, foram registrados 249 milhões de ataques do gênero. Já em março de 2020, a Trend Micro afirma ter detectado 194 milhões de logins força bruta. Mesmo com a diminuição de 22%, trata-se de um número bastante elevado, principalmente se considerarmos que em setembro de 2019, foram registrados cerca de 23 milhões. Ou seja, um aumento de 743% no período - setembro/2019 a março/2020 - mesmo considerando a oscilação. 

O que são os botnets usados pelos criminosos?

Os botnets são redes de terminais que recebem comandos de hackers, que vão de computadores e celulares a dispositivos da Internet das Coisas, para fins maliciosos. A pesquisa da Trend Micro indica que o aumento de ataques desses dispositivos vai continuar, já que os criminosos são capazes de monetizar facilmente essas infecções em ataques secundários. "Com a maioria da população está atualmente dependente de redes domésticas para realizar seus trabalhos e estudos, o que está acontecendo com seu roteador nunca foi tão importante", diz Jon Clay, director of global threat communications da Trend Micro.

"Os cibercriminosos sabem que a maioria dos roteadores domésticos não está seguro, já que grande parte deles traz as credenciais padrões. Com isso, eles intensificaram ataques em grande escala. Para o usuário doméstico, isso significa sequestrar sua largura de banda de internet e desacelerar a velocidade da rede. E para as empresas alvo de ataques secundários, estes botnets podem derrubar um site, como vimos em ataques anteriores de alto nível", completa. 

Rivalidade

Ainda de acordo com os especialistas da Trend Micro, essa tendência é preocupante por vários motivos. Os cibercriminosos estão competindo uns com os outros para comprometer tantos roteadores quanto possível para que eles possam ser transformados em botnets. Estes são então vendidos em sites underground para lançar ataques de Negação Distribuída de Serviço (DDoS), ou como uma maneira de tornar outros ataques anônimos, como fraude de cliques, roubo de dados e aquisição de contas.

"A concorrência é tão feroz que os criminosos são conhecidos por desinstalar qualquer malware que encontram nos roteadores atacados, expulsando seus rivais para que eles possam reivindicar controle completo sobre o dispositivo", continua Clay.

O relatório da empresa de segurança digital afirma que há um próspero mercado ilegal de malware botnet e botnets-for-hire (quando um criminoso contrata uma rede de botnets de forma terceirizada). Embora qualquer dispositivo IoT possa ser comprometido e transformado em um botnet, roteadores são de particular interesse porque são facilmente acessíveis e conectados diretamente à internet.

Como se proteger

De acordo com a Trend Micro os usuários que contam com roteadores em suas residências devem tomar tomar os seguintes cuidados:

Certifique-se de usar uma senha forte, com letras, números e outros caracteres. Altere-a periodicamente;

Verifique se o roteador está executando o firmware mais recente;

 Verifique os logs para encontrar comportamentos que não fazem sentido para a rede;

Apenas permita logins no roteador a partir da rede local

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/numero-de-tentativas-de-invasoes-a-roteadores-domesticos-aumenta-743-168079/

15

Jul

Tecnologia

Pesquisa sobre os impactos da Covid-19 no setor de segurança eletrônica mostra crescimento de tecnologias inteligentes

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese) nos meses de abril e maio com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país, sobre os impactos da Covid-19 no setor, registraram que 40% das empresas do segmento notaram o aumento da procura por soluções de segurança voltadas às novas demandas que surgiram devido à pandemia. Segundo o levantamento, entre as tecnologias mais buscadas durante este período estão as câmeras térmicas e o reconhecimento facial.

Antes do início do isolamento social, as câmeras térmicas - ainda utilizadas com foco na segurança - representavam 6,2% das vendas do segmento. Contudo, a pesquisa mostra que após o início da quarentena, a comercialização de câmeras capazes de identificar indivíduos com temperatura acima de 37,8°C (indício de quadros de febre), um dos sintomas de alerta da Covid-19, saltou para 13,7% das soluções comercializadas. O crescimento ilustra a adaptabilidade das soluções do setor que, além de inovação, também investe no aprimoramento contínuo das tecnologias que já existem para que se adequem às novas demandas e alcancem novos mercados e não apenas a segurança.

Outra solução que registrou aumento na comercialização devido às exigências dos novos protocolos sanitários foram as câmeras com Reconhecimento Facial, que tiveram crescimento de 12,3%. A necessidade de evitar as interações sociais dentro de condomínios residenciais e empresas aceleraram a procura por soluções inteligentes que atuam de maneira autônoma, como a identificação do acesso de pessoas/moradores. Assim, a tecnologia desenvolvida para assegurar a segurança de acesso a ambientes restritos, incorporou um novo potencial de uso a partir das necessidades do “novo normal”.

O segmento de Portaria Remota também tem se mostrado bastante requisitado. Quase 20% dos entrevistados responderam que houve aumento pela procura das soluções que permitem o atendimento em condomínios e empresas à distância. O segmento residencial, inclusive, apresentou algumas oportunidades de novos negócios durante a quarentena, puxados pelas soluções para monitoramento à distância de casas de veraneio que ficaram vazias devido às imposições de isolamento: 17,6% dos empresários perceberam o crescimento deste tipo de demanda.

Oportunidades de emprego no setor

O estudo também revela que 65,2% das empresas não demitiu nenhum funcionário e 20,3% das empresas chegaram a contratar novos colaboradores durante o mesmo período. A pesquisa ainda indica que há novas oportunidades de vagas para o setor, 7,9% dos entrevistados afirmaram que ainda não efetivaram as contratações, mas estão em busca de novos talentos. Dentre as áreas com mais oportunidades estão: área técnica (39,6%), área comercial (27,8%) e marketing (11%). O setor de segurança eletrônica é responsável por gerar mais de 250 mil empregos diretos e mais de 2 milhões indiretamente. Em 2019 o mercado de segurança eletrônica no Brasil faturou R$ 7,17 bilhões.

Na avaliação da Presidente da Abese, Selma Migliori, a pesquisa revela que há muito espaço para a segurança eletrônica no novo normal. “Muitos setores que não estavam prevendo investimentos para este ano na área de segurança eletrônica precisaram agora priorizar a implantação de soluções para a continuidade nos negócios. No contexto de pandemia, muitas soluções já implantadas foram criativamente readaptadas. Estes pontos não desvalidam a crise que esta situação mundial representou para todos os setores da sociedade”, analisa.

14

Jul

Tecnologia

Pesquisa: uso de aplicativo de perseguição e espionagem aumentou 51% durante a pandemia

Entre golpes para roubo de dados, ransomwares e o próprio perigo do coronavírus, a pandemia que ainda assola o Brasil trouxe mais um reflexo danoso: o crescimento no número de infecções por stalkerwares. De acordo com dados da Avast, houve um aumento de 51% nos casos de comprometimento de dispositivos com aplicativos maliciosos de perseguição e espionagem desde março, quando as medidas de isolamento social começaram a ser aplicadas no país.

A empresa especializada em segurança digital viu um aumento significativo nesse número já em março, com um crescimento de 30% em relação ao registrado nos dois primeiros meses do ano. Com as semanas passando, esse total apenas aumentou, com aproximadamente 11 mil casos mensais de ataque por soluções maliciosas desse tipo em abril e, novamente, em maio — em fevereiro, antes da pandemia, esse total era de cerca de 7 mil.

As pragas dessa categoria são voltadas para coleta de dados confidenciais de smartphones e computadores, como informações digitadas, histórico de acesso a sites, arquivos de mídia e até ativações não-autorizadas da câmera e microfone. Ao contrário dos malwares comuns que também fazem isso, tais soluções maliciosas normalmente são instaladas por parceiros nos dispositivos das vítimas, como forma de rastrear sua atividade e exercer controle.

“O número de casos de violência doméstica aumentou consistentemente durante a quarentena e esse movimento coincide com o que estamos vendo [nos casos de stalkerware]”, explica Jaya Baloo, diretor global de segurança da Avast. De acordo com a empresa, trata-se de um movimento que ocorre não apenas no Brasil, mas em todos os países que passam ou estiveram em isolamento social ou lockdown por conta da pandemia do novo coronavírus.

A proximidade entre os números chama a atenção. De acordo com informações oficiais, houve um aumento de 37,6% no número de denúncias ao Ligue 180, da Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, na comparação com o mês de abril de 2019. Na média deste primeiro semestre, o crescimento é de 27%.

Manter o dispositivo atualizado e com uma solução de segurança instalada é um passo importante para se proteger. Outra dica importante é evitar instalar soluções de fontes desconhecidas ou fora das lojas oficiais do sistema operacional ou fabricante do celular, além de ficar atento a pedidos de permissões que pareçam inadequados à categoria dos apps baixados.

No caso específico dos stalkerwares, também é importante prestar atenção à proteção física do dispositivo, mantendo-o travado com senhas de acesso ou verificação biométrica. É importante não deixar o celular ou computador desbloqueado ou desatendido, ao alcance de terceiros, a não ser que você confie plenamente neles.

Caso você seja vítima de violência doméstica ou esteja em um relacionamento abusivo, não hesite em procurar ajuda de pessoas de confiança e procurar as autoridades para denunciar a violência. Se você desconfia que seu dispositivo está comprometido, interrompa o uso e busque outros meios de realizar esse contato, de forma a não alertar o abusador.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/espionagem/uso-de-apps-de-perseguicao-e-espionagem-aumentou-51-durante-a-pandemia-167951/

10

Jul

Tecnologia

Backup em nuvens é o futuro da segurança das empresas

“Não conheço nenhuma grande empresa que ainda não foi atacada por hackers”, comenta Torquato Neto, especialista em serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação da Cabo Telecom. De fato, com o avanço tecnológico, essa é uma realidade que se torna cada vez mais comum. Em 2019 o Brasil foi o segundo país com maior número de sequestro de dados, perdendo apenas para os Estados Unidos. O maior pesadelo das empresas tem uma solução que vem conquistando cada vez mais o mercado potiguar.

Para marcar os 20 anos como a maior empresa de telecomunicações do estado, a Cabo Telecom inova em oferecer serviços para os clientes, ingressando na área de tecnologia da informação com ênfase em segurança digital. O novo Cabo Cloud Backup é a grande aposta para pequenos e grandes empresários que querem proteger seus dados com toda a credibilidade de uma empresa genuinamente potiguar.

O produto, que começou a ser comercializado no final de 2019, é fruto de uma parceria com uma das maiores e mais renomadas empresas do ramo, a Acronis. Baseada em Singapura, é líder no mercado mundial e fecha acordo com exclusividade em Natal com a Cabo Telecom na prestação desse serviço. “A Cabo é conhecida por sua excelência em atendimento, suporte e também queremos oferecer isso em produtos de TI para as empresas, com todo o nosso know-how de comprometimento com o cliente”, comenta Torquato.

O Cloud Backup inova em trazer ao cliente todo o conforto e segurança de um backup instantâneo e livre de interferências físicas, o que não acontece com o backup em aparelhos que se assemelham aos HDs externos. “Dentro da empresa às vezes você sente a segurança de ter os arquivos ‘debaixo do braço’, mas todo mundo conhece alguém que sofreu um roubo, que teve o computador queimado e perdeu tudo: isso acontece muito em empresas”, exemplifica o especialista.

Com este novo mecanismo, todos os dados e arquivos do cliente ficam alocados em uma nuvem que ele pode acessar de qualquer ambiente e que está imune a, inclusive, ataques virtuais. Essa característica se dá porque a nuvem é unilateral, ela apenas recebe os dados e não os modifica. Além disso, a parte de segurança é bem mais complexa. Com os dados protegidos e podendo ser acessados pelo cliente com segurança, ações como o sequestro de dados perdem a possibilidade de acontecer.

Os primeiros clientes em Natal já estão usufruindo esse serviço altamente qualificado e a Cabo Telecom ainda oferece 30 dias de testes gratuitos para que os interessados possam conhecer as funcionalidades da nova ferramenta. A empresa conta com 60 colaboradores trabalhando na produção desta e de outras soluções em tecnologia da informação para os clientes potiguares.

10

Jul

Tecnologia

Tempo mensal de usuários em aplicativos móveis cresceu 40% no 2º trimestre mundial

Com a atual pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), usuários do mundo inteiro estão passando muito mais tempo em apps móveis, seja consumindo streaming de áudio e vídeo, participando de conversas em videoconferência, curtindo games ou utilizando serviços de rastreamento de COVID-19 e de entregas. O que já é notável em nosso “novo normal” foi confirmado por uma pesquisa da plataforma de análise mobile App Annie, que registrou uma alta de 40% de uso mensal em softwares de smartphones e tablets no segundo trimestre, em relação ao ano passado.

O mês de abriu chegou a alta mensal de mais de 200 bilhões de horas, com o tempo médio de 4 horas e 20 minutos por dia em smartphones. Com isso, a receita também aumentou, e os usuários gastaram um total de US$ 27 bilhões em aplicativos no período: US$ 17 bilhões foram com aparelhos iOS (+15% na comparação ano a ano), e os US$ 10 bilhões restantes ficaram com o Android (+25%). Os aplicativos que não são de jogos representaram 35% dos gastos dos consumidores na App Store e 15% no Google Play, principalmente devido aos serviços por assinaturas.

O número total de downloads na Google Play tiveram alta de 25 bilhões (+10%), enquanto na App Store o crescimento foi de quase 10 bilhões (+20%). Na loja virtual do Google, os apps que não são de jogos representam 55%, enquanto no iOS essa fatia chega a 70%. Vale destacar que a Índia e o Brasil, com um consumo médio mensal 30% e 20% maior, respectivamente, foram destaques na pesquisa.

Efeitos da pandemia

As categorias jogos, ferramentas e entretenimento tiveram destaque na Google Play, contudo, negócios, saúde, fitness e educação tiveram expressivo aumento 115%, 75% e 50%, respectivamente, na comparação do segundo trimestre de 2019. Em destaque, estão ferramentas de videoconferência e colaboração corporativa, a exemplo do Zoom Cloud Meetings e do Google Meet, além de softwares de ensino à distância, a exemplo do Google Classroom e do Duolingo: Learn Languages.

Já no App Store, jogos, foto e vídeo e entretenimento continuaram entre os destaques, pelo quarto trimestre consecutivo. Contudo, assim como na Google Play, a loja virtual da Apple viu um grande crescimento de softwares de saúde e fitness, compras e medicina, com altas de 30%, 25% e 20%, respectivamente.

Vale destacar que softwares de rastreamento da COVID-19, estiveram entre os mais procurados no segundo trimestre. O Aarogya foi o segundo mais baixado na Índia no período, em ambas, somando os downloads da App Store e da Google Play. O Contact App no Japão, o Corona-Warn-App na Alemanha, o StopCovid France na França, o Immuni App na Itália, o COVIDSafe na Austrália e o TraceTogether em Cingapura alcançaram a primeira posição no ranking em suas respectivas categorias no iPhone.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/tempo-mensal-de-usuarios-em-apps-moveis-cresceu-40-no-2o-trimestre-mundial-167844/

10

Jul

Tecnologia

Novo modo de visualização do Microsoft Teams permite que você organize videochamadas como plateias

Microsoft anunciou na última quarta (8) uma série de novidades para o Microsoft Teams que inclui a adição de um esperado novo modelo de visualização em sua plataforma de videochamadas. Intitulado “Together Mode”, a opção possibilita ao usuário que organize os colegas de chamada como uma grande plateia virtual, dissipando os limites quadrados tradicionais e tornando cada membro num avatar dentro de uma arquibancada.

De acordo com o The Verge, o recurso vem sendo desenvolvido desde o início da pandemia e busca criar uma forma do público se relacionar melhor entre si durante chamadas do tipo. O “Together Mode” é possível graças a uma inteligência artificial que identifica e recorta a silhueta do usuário do ambiente, incluindo seus ombros até o espaço do rosto – o que por sua vez gera todo o efeito assustador abaixo de uma plateia virtual e ao vivo de pessoas.

O bacana é que a modalidade permite alguns cenários diferentes da plateia de palestra, incluindo espaços similares a cafeterias e salas de reuniões – a Microsoft não liberou imagens oficiais destes ambientes, porém, afirmando que estes modelos devem ser lançados nas próximas semanas. A companhia declara também que há a possibilidade de se fazer interações online a partir dos avatares, incluindo high fives e “cutucões” nos ombros.

Além do “Together Mode”, a Microsoft também está lançando esta semana um modo de visualização dinâmica que permite que os usuários operem o Teams para apresentações, que coincide com os planos da companhia em ampliar o número de participantes por chamada. A empresa escreve que “em breve” deve ampliar as ligações do Teams para mil participantes ativos, além de permitir até vinte mil usuários em videochamadas feitas apenas para se assistir apresentações ou discussões entre alguns poucos usuários – uma ótima notícia para quem busca fazer eventos online, portanto.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128750/novo-modo-de-visualizacao-do-microsoft-teams-permite-que-voce-organize-videochamadas-como-plateias/

9

Jul

Tecnologia

Campus Party: evento global de tecnologia disponibiliza debates online

A Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, começa hoje (9) com debates, palestras e atividades pela internet. O formato foi necessário para se adaptar às condições da pandemia do novo coronavírus. Por isso, o tema desta edição será “Reboot the World” (Reiniciar o mundo).

Segundo a organização, o evento vai reunir 1.841 conferencistas e participantes de 31 países dos cinco continentes. Além do evento global, haverá programações específicas para Brasília, Goiás e o Amazonas. As atividades serão transmitidas pelo site do evento: https://brasilia-digital.campus-party.org/.  

No chamado “palco principal” estão previstas conferências sobre diversos temas, especialmente voltados à transição ao “novo normal” e às novas formas de desenvolvimento e uso de tecnologias neste novo cenário. Entre as palestras estão análises sobre as mudanças, neste contexto, na internet, na inovação, na liderança das mulheres e no mundo do trabalho.

Entre os conferencistas confirmados estão Edward Snowden, ex-agente da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos que divulgou práticas de espionagem massiva por governos, Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web, e John Hall, presidente do conselho do Instituto Profissional Linux.

Na discussão sobre o mundo pós-pandemia, ou ainda durante ela, especialistas vão refletir sobre o uso de soluções como a realidade virtual a ampliada, a aprendizagem de máquina, finanças digitalizadas e coleta e análise de dados.

 “O objetivo é desenvolver soluções tecnológicas que ajudem a atingir as metas traçadas dos 17 Objetivos de Desenvolvimentos Sustentáveis propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Queremos que esse formato digital facilite a interconexão de pessoas de vários países e que essa troca de conhecimento seja intensa, ao ponto de trazer novas alternativas para esse mundo pós-pandemia”, afirma o presidente do Instituto Campus Party, Francisco Ferrugia.

Ele diz que neste ano haverá palestras tanto em inglês quanto em português. A expectativa de público é de cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e 10 milhões em todo o mundo. “Como agora estaremos em um ambiente digital, esse número pode ser ainda maior”, acrescenta Ferrugia.

Uma série de palestras (apelidada de Green Deal) terá como foco específico a sustentabilidade, trazendo discussões sobre o futuro da água, a contribuição da ciência, a importância da reciclagem, cidades criativas, ecomarketing, uso de inovação na Amazônia e robótica sustentável.

Fonte: Agência Brasil

9

Jul

Tecnologia

Brasil é o quinto em índice de ataques contra empresas que usam a nuvem

O Brasil ficou em quinto lugar no ranking de países com maior número de ataques contra empresas que utilizam a nuvem para hospedar seus sistemas e arquivos. Por aqui, 79% das companhias já foram alvo de ocorrências nesse tipo de infraestrutura, um número que é, inclusive, maior do que a média global do segmento, que ficou em 70%.

Os dados são de uma pesquisa global realizada pela Sophos, com a companhia especializada em segurança digital apresentando, por meio deles, o estado atual da segurança na nuvem. Os resultados não são dos melhores, com um alto índice de ataques contra as mais de 3,5 mil companhias ouvidas em 26 países ao longo do último ano e um fluxo que aumentou significativamente neste primeiro semestre, devido ao estado de isolamento social, a adoção rápida e, muitas vezes, desastrada de políticas de home office e uma necessidade de virtualização maior do que nunca.

Para os especialistas, o principal vetor de ataques é um reflexo direto dessa situação. Em 66% dos casos analisados na pesquisa, a intrusão aconteceu devido a falhas na configuração de servidores na nuvem, sendo que 44% desse total se refere a falhas ligadas ao mau funcionamento de firewalls, que não foram setados de forma adequada pelos administradores. Em outros 33% dos casos, credenciais roubadas por meio de golpes de phishing ou engenharia social permitiram o comprometimento dos sistemas de cloud computing.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/brasil-e-o-quinto-em-indice-de-ataques-contra-empresas-que-usam-a-nuvem-167747/

8

Jul

Tecnologia

Pesquisa aponta desigualdade no uso de tecnologias por empresas

A utilização de tecnologias da informação e comunicação (TICs) já alcança percentuais expressivos em empresas no país, mas o emprego dessas soluções técnicas ainda é desigual dependendo do tipo e do porte das firmas.

As conclusões estão na pesquisa TIC Empresas 2019, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.Br), vinculado ao Comitê Gestor da Internet. Foi analisada uma amostra de 7 mil empresas de todo o Brasil.

Entre as companhias ouvidas no levantamento, 54% relataram ter website e 78% contas em redes sociais. Os índices variam, respectivamente, para 51% e 77% no caso das pequenas e 89% e 90% nas grandes.

As redes sociais mais comuns são Facebook (62%), mensageiros como WhatsApp ou Telegram (54%), Instagram ou Snapchat (44%) e Linkedin (15%). Entre 2017 e 2019, as redes que mais cresceram em uso pelas empresas foram os serviços de mensageria.

Comércio eletrônico
O comércio eletrônico é praticado por 57% dos negócios avaliados. Os principais canais para a venda de produtos online são os serviços de mensageria como o WhatsApp e FB Messenger (42%), seguidos por redes sociais como Facebook, Instagram e Snapchat (20%) e websites próprios das empresas (16%). A compra pela internet é mais comum, sendo informada por 70% das companhias entrevistadas.

Já o recurso da publicidade foi relatado por 36% das empresas analisadas. O índice se mantém independentemente do porte. Mas há variação por setor, com essa ferramenta de promoção sendo mais comum em negócios de alojamento e alimentação (50%), informação e comunicação (46%) e artes, culturas, esportes e recreação (44%).

Conexão
O levantamento mostrou que 67% das companhias se conectam por fibra ótica, 54% por via linha telefônica (DSL), 51% por cabo (redes usadas para serviços de TV paga, por exemplo) e 46% por conexão móvel, como 3G ou 4G. O índice de conexão por fibra ótica, a tecnologia mais robusta, é menor em empresas pequenas (65%) do que nas grandes (91%).

Em 2015, o principal tipo de conexão era a linha discada (70%), seguida por fibra ótica (46%), modem móvel (43%) e cabo (37%). A velocidade também aumentou. A proporção de empresas com conexões de um mpbs a 100 mbps foi de 35% para 53%, entre 2015 e 2019.

Serviços na nuvem
O uso de e-mail no ambiente corporativo foi relatado por 39% das empresas avaliadas. Entre as pequenas, o percentual cai para 36%, enquanto nas grandes sobe para 63%. O armazenamento de arquivos ou bancos de dados em servidores externos (na chamada nuvem) foi informado por 28% dos negócios ouvidos, indo para 36% nos pequenos e 54% nos grandes. Já os chamados softwares de escritório (que auxiliam em tarefas de gestão, por exemplo) fazem parte da realidade de 22% das empresas pequenas e de 37% das grandes.

A coleta massiva e processamento inteligente de dados para análises e predições, o chamado big data, foi informado por 4% das empresas que possuem computador. De acordo com o estudo, o índice fica abaixo de países europeus como Espanha (11%), Noruega (15%) e Finlândia (19%).

Fonte: Agência Brasil

8

Jul

Tecnologia

Empresa japonesa cria máscara inteligente que traduz conversas em nove idiomas

Uma nova solução tecnológica vinda do Japão promete facilitar muito mais a comunicação entre pessoas que não falam o mesmo idioma que os apps de tradução. Trata-se da “C-mask”, uma máscara facial inteligente que consegue converter a sua fala em até 9 idiomas diferentes.

O produto foi desenvolvido pela startup japonesa Donut Robotics, que arrecadou 28 milhões de ienes (mais de US$ 260 mil) na plataforma de financiamento coletivo Fundinno, para dar continuidade ao projeto.

De acordo com a empresa, a máscara inteligente foi pensada para traduzir conversas via Bluetooth, e ajudar as pessoas no mundo pós-coronavírus: “Por muitos anos, dedicamos tempo ao desenvolvimento de robôs e decidimos usar essa tecnologia para ser útil no mundo pós-coronavírus”, afirmou Taisuke Ono, CEO da Donut Robotics, em entrevista à Reuters do Japão.

Basicamente, a peça grava a fala do usuário, transcreve em notas de texto via Bluetooth e faz a tradução para o idioma escolhido. Tudo isso na rapidez de uma conversa normal. O dispositivo também pode fazer chamadas, anotar os minutos de uma reunião e aumentar o volume da voz do usuário.

Por enquanto, os 9 idiomas disponíveis são japonês, inglês, mandarim, francês, coreano, tailandês, bahasa indonésio, espanhol e vietnamita. A empresa espera lançar a máscara inteligente no Japão já no mês de setembro. Serão 5 mil unidades iniciais vendidas ao preço equivalente de US$ 37,00.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128697/empresa-japonesa-cria-mascara-inteligente-que-traduz-conversas-em-9-idiomas/

7

Jul

Tecnologia

Parceria entre empresas oferece curso gratuito sobre criptomoedas; confira

A Bitfy, carteira multiuso e sem custódia de bitcoins firmou parceria com a Empiricus, empresa especializada na produção de conteúdo financeiro independente, para oferta de conteúdo educativo gratuito para usuários do aplicativo. A partir de hoje, os portadores da carteira terão acesso a um curso exclusivo que tem como objetivo esclarecer as principais dúvidas e ajudar os portadores de bitcoin ou outras criptomoedas a ter mais autonomia nas suas escolhas.

Segundo o fundador e CEO da Bitfy, Lucas Schoch, a parceria é mais uma iniciativa da empresa em prol da popularização do uso das criptomoedas. “A falta de conhecimento ainda é uma barreira para muitas pessoas para o uso do Bitcoin. Mesmo aquelas que já estão por dentro desse mercado também possuem dúvida sobre a melhor forma de usar ou investir. Como principal especialista em conteúdo de investimentos do País, a Empiricus será um  grande aliado para quem quer se aprofundar no tema e aproveitar melhor o que a carteira tem a oferecer”, destacou.

“Vamos mostrar no curso que há agora várias criptomoedas além do bitcoin que o investidor pode e deve ter na sua carteira. As criptomoedas estão começando a se institucionalizar. Um dos maiores investidores do mundo, Paul Tudor Jones, disse recentemente que tem parte do seu patrimônio em criptomoedas. No Brasil, Luis Stuhlberger disse que é a pior coisa no longo prazo é ter dinheiro, enquanto a melhor é ter bitcoin ou ouro. Esse ativo ainda vai crescer muito, e o curso aponta como o investidor pode se aproveitar desse potencial”, comenta André.

O curso será dividido em seis módulos em vídeo e texto e pode ser acessado gratuitamente no aplicativo. Para baixar a nova versão do Bitfy basta clicar aqui: Google Play e Apple Store.

7

Jul

Tecnologia

Pesquisa: preço de celulares sobe até 266%; mercado cinza dispara no Brasil

Os preços de celulares no Brasil aumentaram até 266% no primeiro trimestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram revelados pelo estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q1 2020, realizado pela consultoria IDC, que mostra também uma alta das vendas no mercado cinza.

Segundo a pesquisa, o preço dos smartphones no mercado oficial ficou 15,1% mais alto devido ao dólar, com valor médio de R$ 1.473. Os intermediários premium tiveram alta de 53%, variando de R$ 1 mil a R$ 1,9 mil, enquanto nos feature phones, ela foi de 62,1% (preço médio de R$ 177). Já nos modelos premium, o aumento foi ainda maior, chegando a 266,5% (de R$ 2 mil a R$ 2,9 mil).

Com relação à quantidade de celulares vendidos, foram 10,4 milhões de unidades comercializadas no período, 8,7% a menos que no ano passado. Deste total, 9,8 milhões foram smartphones e 544 mil feature phones (modelos básicos). Entre os smartphones, os intermediários premium dominaram (5,1 milhões de unidades), seguidos pelos aparelhos premium (1,2 milhão).

Algumas das razões apontadas pelo estudo para as quedas nas vendas de celulares foram o desabastecimento do varejo no início da pandemia do novo coronavírus, por causa do lockdown em Wuhan, na China, e o fechamento do comércio. Os fabricantes que não dependem de componentes chineses não foram tão afetados.

Aumento no mercado cinza

Se as vendas caíram no mercado oficial, elas dispararam no mercado cinza, chegando a aumentar 135% em relação ao primeiro trimestre de 2019, com a venda de 1,1 milhão de smartphones. Houve ainda uma redução média nos preços de 10%.

No caso dos feature phones, a tendência não foi a mesma, de acordo com a pesquisa da IDC, com a venda de 30 mil unidades no mercado paralelo, uma redução de 86%, mesmo com o valor médio caindo 31,5%.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/154869-preco-celulares-sobe-266-mercado-cinza-dispara-brasil.htm

6

Jul

Tecnologia

Aplicativo Bask acrescenta farmácia em suas opções de lojas

Suas idas à farmácia podem estar com os dias contados. O aplicativo de compras para casa Bask, que se consolidou como principal da cidade pois, ao contrário de outros, mantém os preços e as promoções praticadas pelos supermercados, incluiu a nova opção em seu portfólio de lojas aos usuários. Com o celular na mão, basta escolher o estabelecimento disponível e fazer as compras em poucos minutos e receber o pedido em casa. A ferramenta é gratuita.

Os pedidos deverão ser feitos escolhendo a farmácia na mesma plataforma em que já são solicitadas entregas de lojas de peso na cidade, como a chocolateria Rafaela Fontes, a Padaria São Miguel, a casa do Peixe, o Frigoias, Olga Pão de Queijo, RN Pet, vários supermercados da Rede Mais e do Super Show, entre outros, de diversos segmentos. O aplicativo conta com mais de 80 mil produtos e já alcançou a marca de 5 mil e 800 pedidos por mês. Mais de 35 mil pessoas já baixaram a ferramenta.

Além de Natal (incluindo a Zona Norte), Macaíba, São Gonçalo, Ceará Mirim, Extremoz e Parnamirim, outras cidades já estão sendo atendidas também pelo aplicativo. No Rio Grande do Norte, os municípios de João Câmara já contam com os serviços do Bask e na próxima semana será a vez de Macau e Currais Novos serem contempladas com o serviço. O Bask está disponível para download gratuitamente no Google Play e App Store. O aplicativo está em crescente expansão com operações iniciando na Paraíba, Rio de Janeiro e Piaui.

O Bask ainda traz como uma de suas funcionalidades permitir que o usuário possa repetir a feira do mês em apenas 15 segundos e o pagamento por link. Algumas lojas aceitam vale-alimentação e têm entrega grátis. Além disso, centenas de promoções são atualizadas em tempo real, com o mesmo preço do supermercado. Para mais informações o site é o http://www.bask.com.br/ e o Instagram @basknatal.