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23

Out

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Sesap e Fapern lançam edital para bolsas de pesquisa e inovação

Foi publicado no Diário Oficial do Estado, desta sexta-feira (23), o edital que pretende selecionar 45 pesquisadores-bolsistas no Projeto Institucional de Inovação e Modernização da Vigilância em Saúde do Estado do Rio Grande do Norte. A seleção é uma parceria da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do RN (Fapern), com o objetivo de potencializar o processo de modernização da gestão pública no âmbito da saúde.

Serão 40 bolsas na modalidade de Pesquisadores-Bolsistas (graduados) e 05 para a modalidade de Coordenadores-Bolsistas (doutores), com valores de bolsa de R$ 2,5 mil e R$ 5 mil mensais, respectivamente, com período de vigência de até 12 meses.

As inscrições estarão disponíveis a partir das 00h do dia 30/10/2020 até às 23h59mim do dia 04/11/2020. O candidato deverá preencher o formulário disponível em https://selecao.saude.rn.gov.br e anexar a documentação exigida no edital. A divulgação dos resultados está prevista para 01 de dezembro e convocações no dia 02/12.

“Todas as pesquisas, desde o pré-projeto apresentado no processo seletivo, devem seguir linhas de ação orientadas pela Sesap. Os bolsistas serão distribuídos no nível central e a maior parte ficará nas regionais de saúde”, explicou Larissa Araújo, subcoordenadora de capacitação da Sesap.

Os quatro eixos de pesquisa são: Inovação Tecnológica para Modernização dos Sistemas de Informação; Inovação para Promoção da Saúde: Programa RN + Saudável; Modernização Administrativa para melhorar a eficácia da Vigilância em Saúde e Inovação na gestão da Vigilância em Saúde na Região.

A carga horária presencial das atividades a serem desenvolvidas pelos pesquisadores é de 30 horas semanais. O acompanhamento da frequência e do desenvolvimento da atividade dos pesquisadores será realizado por servidor da Coordenadoria de Promoção da Saúde da Sesap.

A Comissão Organizadora do Processo Seletivo está disponível através do endereço de e-mail: fapern.sesapvs@gmail.com

Confira o edital clicando aqui.

21

Out

Tecnologia

Pandemia acelera mudança no trabalho de humanos para robôs, diz pesquisa

Os robôs destruirão 85 milhões de empregos em empresas de médio a grande porte nos próximos cinco anos, à medida em que a pandemia da covid-19 acelera mudanças no local de trabalho que devem acentuar as desigualdades, segundo estudo do Fórum Econômico Mundial (WEF).

Pesquisas com cerca de 300 empresas globais revelaram que quatro em cada cinco executivos estão acelerando planos para digitalizar o trabalho e implantar novas tecnologias, desfazendo ganhos de emprego obtidos desde a crise financeira de 2007-08.

“A covid-19 acelerou a chegada do trabalho do futuro”, disse a diretora administrativa do WEF, Saadia Zahidi.

Novas habilidades

Para os trabalhadores que deverão permanecer em suas funções nos próximos cinco anos, quase metade precisará aprender novas habilidades e, em 2025, os empregadores irão dividir o trabalho entre humanos e máquinas, concluiu o estudo.

De modo geral, a criação de empregos está diminuindo e a destruição de empregos acelerando, conforme empresas em todo o mundo usam tecnologia em vez de pessoas para programação, contabilidade e administração.

A boa notícia é que mais de 97 milhões de empregos surgirão em setores de tecnologia como inteligência artificial (IA) e na criação de conteúdo, disse o WEF.

Fonte: Agência Brasil 

20

Out

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Startups e empresas de tecnologia dominam o ecossistema de inovação

A composição do ecossistema de inovação do Rio Grande do Norte agrega, em sua maioria, empresas do segmento de tecnologia da informação e comunicação, que representam mais da metade de todo o agrupamento (55,5%). Já as startups, que são plataformas de inovação com base digital, somam 35.9% e os provedores de internet o restante. Esses empreendimentos estão concentrados basicamente nos municípios de Natal (79,4%), Currais Novos, Mossoró e Parnamirim.

Esse quadro é o que revela o Mapeamento do Ecossistema de Inovação do RN, um estudo realizado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte e Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), com o apoio do Sindicato das Empresas de Teconologia da Informação do RN (SETIRN), Parque Tecnológico Metrópole Digital, Incubadora Inova da UFRN, incubadora ITNC do IFRN, e da Federação das Empresas Juniores (RN Junior).

O mapeamento foi disponibilizado na semana em que se comemora o Dia Nacional da Inovação (19 de outubro). O estudo traça um perfil completo dos negócios do setor e mostra um panorama geral desse tipo de empresa. A ideia é  estimular a estratégia inovadora das empresas brasileiras e ampliar a efetividade das políticas de apoio à inovação por meio da interlocução construtiva e duradoura entre a iniciativa privada e o setor público para aumentar a competitividade desses empreendimentos.  A publicação, sob a forma de e-book, pode ser acessada no endereço https://servicos.rn.sebrae.com.br/inovacao/.

“Queríamos aproveitar o Dia da Inovação para apresentar à sociedade esse levantamento feito pelo Sebrae. Um trabalho feito ao longo de quase um ano, com um profundo mapeamento do ecossistema de inovação, e que contribui para que o Rio Grande do Norte entenda como o segmento vem se desenvolvendo e o todo o seu potencial para continuar incentivando a inovação”, explica Carlos von Sohsten, que é gestor do projeto de Startups do Sebrae-RN e dá suporte, orientação e capacitação a empreendimentos dessa área.

Boletins de inovação

Para comemorar a data, o Sebrae também publicou nesta semana seis edições de boletins de Inovação e Tecnologia, abordando áreas fundamentais para o desenvolvimentos dessas empresas, como recursos humanos, comunicação e colaboração, ecossistema inovador, networking e negócios, empreender e acelerar, tendências e desafios. Todo o material está disponível no site.

“Nos seis boletins, a gente buscou interpretar o relatório do mapeamento com as informações mais importantes e tentou dar um tratamento ao conteúdo para ficar com uma linguagem acessível a todo o público, numa apresentação mais dinâmica, mais objetiva e organizada”, diz Carlos von Sohsten.

De acordo com o mapeamento, 29% dessas empresas têm a expectativa de aumentar o faturamento nos próximos cinco anos, 17% pretendem crescer no território nacional, 10,2% querem aumentar a carteira de clientes e 8,5% desejam expandir o mercado. Mais de 95% dos empreendedores enxergam como maior desafio ampliar o número de clientes.

Desde 2008, o Sebrae tem implementado ações com o objetivo de desenvolver o ecossistema de tecnologia e inovação no estado, incentivado o empreendedorismo. Em 12 anos, a instituição investiu R$ 6 milhões, captando e apoiando programas e criando iniciativas locais.

20

Out

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Crescimento e inovação no mercado potiguar de tecnologia

Desde 2015 a Cabo Telecom vem passando por mudanças: pioneira no mercado potiguar de internet banda larga e TV por assinatura, se tornou a primeira empresa do grupo Acon Investments no Brasil. Após isso, a empresa com DNA local, tem caminhado para um novo cenário de mercado e se unido a outras organizações que são referência em serviços de tecnologia no país. Na próxima quarta feira, 21, às 10h30, a Cabo Telecom se reunirá virtualmente com colaboradores e parceiros para oficializar o Grupo Conexão.

A história do grupo começou com a aquisição da Cabo Telecom e, no mesmo ano, a Multiplay Telecom, sediada em Fortaleza, foi adquirida. A partir daí, deu-se início à expansão da rede de fibra óptica em cada região atendida pela duas empresas. Atualmente, o projeto da Cabo Telecom, atende a grande Natal e região metropolitana, como Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Macaíba. São mais de 1.000km de redes de fibra óptica instaladas.

No ano de 2018, outras cinco empresas somaram ao grupo: a Direta de Guaxupé/MG, a Alegra Telecom de São João da Boa Vista/SP e a Conexão Telecom de Mococa/SP, se uniram e formaram o Cluster SPMG, com 35 mil assinantes. Em seguida, a Ideia Telecom de Caucaia/CE e da Cabo Telecom de João Pessoa/PB. Em 2020, mesmo em meio à pandemia, o Grupo Conexão seguiu crescendo. Adquire a empresa Mega de São José do Rio Pardo/SP, a base de clientes da Agily Telecom de Fortaleza/CE; e a Outcenter, com sede em Botelhos/MG, Poços de Caldas/MG e Porto Seguro/BA.

Hoje, o Grupo Conexão soma mais de 1.800 colaboradores, atende 400 mil lares e 20 mil clientes empresariais. “Somos referência em serviços e soluções de internet, dados, TV a cabo e telefonia. Compor o Conexão reforça todo empenho e dedicação dos nossos parceiros e colaboradores, além da confiança e fidelidade dos nossos clientes”, comemora Cláudio Alvarez, diretor-presidente da Cabo Telecom e gestor das operações RN/PB do Grupo Conexão.

19

Out

Tecnologia

Inova Metrópole inscreve novas startups até o dia 31 de outubro

O processo seletivo de incubação de startups da Inova Metrópole – incubadora de empresas sediada o Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) – terá seu prazo de inscrição encerrado no dia 31 deste mês. Assim, os interessados em incubar e desenvolver novos empreendimentos em TI devem buscar o quanto antes efetuar o cadastramento nos próximos dias.

A medida é decorrente da inscrição do primeiro candidato, o que, segundo o Edital 01/2020, incorre na definição de um prazo limite, para posterior avaliação das propostas e encerramento da seleção no prazo de até 45 dias corridos. São ofertadas pelo certame duas vagas.

As inscrições podem ser feitas por meio do formulário e destina-se a empresas que desenvolvem produtos ou serviços baseados em Tecnologia da Informação (TI) e que estejam no estágio inicial de seu processo de comercialização.

O processo, conduzido por meio de uma comissão instituída pela própria incubadora, consiste em duas etapas: análise documental e avaliação da proposta de produto ou serviço. São vedadas as participações de empresas candidatas já “graduadas” no processo de incubação ou que tenham débitos com a Inova.

19

Out

Tecnologia

IMD seleciona desenvolvedores de software para projeto sobre gameficação

O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) está com inscrições abertas para seleção de desenvolvedores de software, na condição de prestadores de serviço, para atuarem no projeto de ensino Gamificação como Estratégia para o Engajamento de Alunos em Disciplinas Introdutórias de Programação. São ofertadas duas vagas com remuneração de R$ 2,3 mil.

As inscrições para seletiva permanecem abertas até o dia 21 de outubro e devem ser realizadas exclusivamente de forma on-line, por meio do preenchimento do Formulário de Inscrição, disponível neste link, e envio dos documentos solicitados no edital nº 067.

O processo visa à seleção de pessoa física para prestação de serviços em desenvolvimento font-end (primeira vaga) e full-stack (segunda opção).

Para candidatar-se, o interessado deverá dispor do Número de Inscrição do Trabalhador (NIT), cadastrado junto ao INSS, ou PIS/Pasep. Além disso, o candidato deverá certificar-se de que atende ao perfil e às competências esperadas para as atividades a serem desenvolvidas, conforme detalha o anexo I do edital. Também há a possibilidade de se inscrever para mais de uma vaga.

Selecionado, a prestação de serviços do candidato deverá ser realizada no prazo de até cinco meses, seguindo planos de trabalho estabelecidos pela coordenação do projeto, que visa ao desenvolvimento de uma plataforma web para aplicação de técnicas de gameficação no contexto das disciplinas de graduação.

Processo

A seleção dos candidatos será realizada por meio de duas etapas, sendo a primeira delas uma avaliação, na qual é solicitado o desenvolvimento de um sistema web simplificado, que deve ser realizada entre os dias 22 e 27 de outubro.

18

Out

Tecnologia

Como o uso da internet pode impactar crianças durante a infância

Hoje em dia as crianças já crescem com o instinto de estar presentes na internet, são os chamados nativos digitais, pois já estão inclusos em um cenário tecnológico. No entanto, é fundamental ter atenção com uma série de fatores que podem impactar na vida dos pequenos. Apesar de ser uma ferramenta importante para conhecimento e educação, a web também pode trazer alguns problemas e nesse caso, é papel dos pais manter um controle do uso.

Por conta disso, a mãe da youtuber e influenciadora mirim Lívia Lopes tem muito cuidado com os acessos da filha, mesmo com toda a produção de conteúdo para as redes sociais. “Apesar de ela estar constantemente apresentando material na internet, ela não faz apenas isso. Até porque nos meios de comunicação dela são exibidas as atividades que ela faz no dia a dia, como brincadeiras, coisas que ela gosta de fazer e também o que ela aprende, assim ela pode passar esse conteúdo para outras crianças”, explica a mãe da youtuber.

Ainda assim, o cuidado com o consumo de tecnologia é essencial até mesmo para manter a criança saudável. Segundo o manual da Sociedade Brasileira de Pediatria, o uso excessivo desses aparelhos pode diminuir o rendimento escolar, ansiedade, insônia, sedentarismo, entre outras complicações. Com isso em mente é uma boa ideia fazer como a mãe da influencer e ter algum controle sobre o tempo que os pequenos passam na web.

Existem outros perigos relacionados ao uso dessa ferramenta por crianças e é ideal alertá-las desde cedo sobre eles. Profissionais recomendam que o acesso dos pequenos à internet aconteça somente após completarem pelo menos dois anos de idade e sempre com a supervisão dos responsáveis. Isso porque sem o monitoramento constante, eles podem ficar deslumbrados com as facilidades e não entender os riscos.

É necessário saber e evitar algumas questões específicas deste ambiente. É fundamental lembrar que adicionar ou conversar com estranhos em plataformas sociais não é saudável, além de possibilitar o uso de imagens dos pequenos para fins impróprios. Aconselhe também para que não seja publicado nada que não diria pessoalmente, já que pode ferir outra pessoa e, sempre que possível, denunciar ao ver alguém reproduzindo bullying e discursos odiosos.

“A Lívia tem seis anos e já está fazendo conteúdo para as redes sociais e para o canal no Youtube, mas por conta da idade achamos importante ela ter outras atividades que vão além disso. Procuramos fazer com que ela tenha interesse em outras coisas justamente para que ela não tenha tanta dependência das redes e isso é muito bom para o desenvolvimento dela como pessoa”, a mãe relata.

Um ponto essencial para evitar que as crianças tenham contato apenas com a tecnologia e a internet é apresentá-la a outros espaços. Uma boa maneira de fazer isso é cultivando hábitos como ir ao parque e ter contato com a natureza, brinquedos e até mesmo animais.

Mas calma, existe o outro lado da tecnologia! E esse precisa ser utilizado com maior frequência, especialmente quando se trata de crianças. É possível utilizar esse meio para incentivar a criatividade e conhecimento deles através de materiais próprios para isso. Pense em apresentar, antes de qualquer coisa, as qualidades dela, pois com uma boa curadoria, eles podem conhecer conteúdos sobre todas as disciplinas de formas divertidas e lúdicas, aprender novas brincadeiras, se conectar a pessoas interessantes e até mesmo buscar a leitura como um hobby.

“O tempo que a Lívia passa na internet é importante para aprimorar os conhecimentos dela, até porque é com isso que ela fazer pesquisa, estudar, conhecer coisas novas e também tem ideias do que pode mostrar nos vídeos que produzimos, o que é algo divertido para ela”, finaliza.

16

Out

Tecnologia

Não lembra o nome da música? Agora é só assoviar que a IA do Google diz qual é

Você provavelmente já se pegou assoviando, murmurando ou cantando um trecho de uma canção que gosta, mas que não sabe exatamente outros trechos da faixa, assim como o nome ou o artista. Agora, a inteligência artificial (IA) e o aprendizado de máquina do Google podem te dar uma mãozinha: a companhia lançou nesta quinta-feira (15) uma extensão aprimorada do reconhecimento de áudio já presente no seu widget, app de buscas ou Google Assistente para smartphones que reconhece a música, mesmo com o mínimo de informação a respeito.

Basta você clicar no ícone de microfone que fica no widget da busca do Google e assoviar, cantar ou até murmurar a melodia entre 10 a 15 segundos para que a poderosa IA da companhia tente encontrar o nome da faixa, letra e o autor — e nem precisa ser muito detalhado ou no ritmo certo, o que é uma boa para quem não leva muito jeito para ser cantor. Para acionar, é só escolher a aba “Que música é essa?”, que aparece quando o dispositivo móvel identifica um som.

Isso é possível porque cada melodia possui uma construção própria que funciona como uma ‘impressão digital sonora’. “Nossos modelos são treinados para identificar canções com base em uma variedade de fontes, incluindo humanos cantando, assoviando ou cantarolando, bem como gravações de estúdio. Os algoritmos também eliminam todos os outros detalhes, como instrumentos de acompanhamento, o timbre e o tom da voz. O que nos resta é a sequência baseada em números da música, ou a impressão digital”, explica a empresa.

“Comparamos essas sequências com milhares de músicas de todo o mundo e identificamos possíveis correspondências em tempo real. Por exemplo, se você ouvir Dance Monkey de Tones and I, você reconhecerá a música, seja ela cantada, assobiada ou cantarolada. Da mesma forma, nossos modelos de aprendizado de máquina reconhecem a melodia da versão gravada em estúdio da música, que podemos usar para combiná-la com o áudio cantarolado de uma pessoa”, complementa.

A novidade passa a integrar o widget da busca do Google, apenas para dispositivos móveis, no idioma inglês no iOS e em outras 20 línguas no Android, a partir desta quinta-feira (15). No teste feito pelo Canaltech, o recurso aparentemente ainda não está disponível com a configuração em português ou no Brasil, contudo, a companhia adiantou que deve ampliar a distribuição futuramente.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/nao-lembra-o-nome-da-musica-agora-e-so-assoviar-que-a-ia-do-google-diz-qual-e-173116/

15

Out

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Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do RN firma parceria com aplicativo para mão de obra especializada

O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN) firmou parceria com a Plataforma Iwof, uma ferramenta que oferta oportunidades para mão de obra especializada baseado na tecnologia 4.0, ajudando a pessoas e empresas, e fomentando a nova economia colaborativa, trazendo conceitos modernos que ajudam e muito nesta nova realidade atual.  

O presidente do SHRBS-RN, Habib Chalita, destacou o fato que alguns estabelecimentos da área de hospedagem e alimentação já utilizam o aplicativo e aprovam a sua funcionalidade. “A tecnologia é uma grande aliada ainda é dá mais dinâmica nesse processo tão importante na economia ainda mais nesse processo de recuperação que vivemos em todo o Brasil”, comentou.

Para o diretor-executivo do SHRBS-RN, Juan Garcia, a ferramenta dá uma maior dinâmica no que se refere à procura por mão de obra. “A economia como um todo está se recuperando nesse período de pandemia e o aplicativo se torna algo prático e ágil”, disse.

O representante do SHRBS-RN informou que associados interessados em aderir ao Iwof podem procurar o Sindicato para obter mais informações e assim estar inserido na plataforma.

15

Out

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Brasil é o país mais atingido por ataques de software malicioso na América Latina

O Brasil é o país mais atingido por ataques de ransomware em toda a América Latina. Dos mais de cinco mil golpes desse tipo que acontecem todos os dias na região, 46,6% são registrados em nosso país, o que também nos coloca entre os territórios mais visados de todo o mundo. As peculiaridades regionais, entretanto, também fazem com que ameaças um bocado antigas, como é o caso do WannaCry, continuem perdurando como um perigo por aqui.

Os números foram divulgados pela Kaspersky, empresa especializada em segurança digital, e colocam o Brasil com mais do que o dobro do índice de ataques do segundo colocado. No ranking, o México aparece como o segundo país que mais é alvo de hackers, com 22,5% das detecções da América Latina, sendo seguido de longe pela Colômbia, com 8%. De acordo com os especialistas, são mais de 1,31 milhão de golpes desse tipo por ano em nosso território, com prejuízos às empresas que variam na casa dos US$ 700 mil dólares, envolvendo desde o pagamento de um possível resgate até danos à imagem ou relações com os clientes.

De acordo com Santiago Pontiroli, analista de segurança da Kaspersky, o parque tecnológico desatualizado é um dos principais motivos para os altos números de ransomware vistos não somente no Brasil, mas também em toda a América Latina. Isso faz com que usuários finais e empresas daqui sejam vítimas de golpes, bem como permite que ameaças reconhecidas há anos continuem atingindo as corporações.

As brechas em sistemas e servidores de acesso remoto aparecem no topo da lista de motivos pelos quais os hackers obtiveram sucesso em seus ataques, mas Pontirolli chama a atenção para a persistência do WannaCry entre os ransomwares mais eficazes da América Latina. A vulnerabilidade MS17-010, resolvida em servidores com Windows em 2017, segue sendo a segunda maior razão para intrusões no território, com a ameaça que parou o mundo há alguns anos ainda sendo um perigo real às empresas daqui.

Além disso, chama a atenção a permanência do Windows 7 como o sistema operacional mais utilizado, acumulando 55% do território sem receber atualizações de segurança ou patches que corrigem brechas comuns, que podem ser utilizadas pelos atacantes. A versão atual do sistema operacional, o Windows 10, aparece em 21% dos registros da Kaspersky, seguido do Windows 8 (11% e com ciclo de vida marcado para ser encerrado em 2023) e do Windows XP (5%, com suporte estendido encerrado em 2014).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/brasil-e-o-pais-mais-atingido-por-ataques-de-ransomware-na-america-latina-173018/

14

Out

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Pesquisa: mercado de PCs nos EUA cresce 11,4% no terceiro trimestre

Com o final do terceiro trimestre de 2020, chega a hora de as empresas e segmentos mostrarem seus resultados financeiros. Com a flexibilização das restrições relacionadas à pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), o natural era que uma melhora fosse apresentada — e foi isso o que aconteceu, ao menos no mercado de PCs.

Segundo o Gartner e a IDC, o mercado de PCs nos Estados Unidos apresentou aumento de 11,4% nas vendas no terceiro trimestre de 2020, o melhor resultado em uma década. Já quando expandimos para o mapa global, segundo o Gartner, o crescimento foi de 3,6%, com 71,4 milhões de unidades vendidas. Já a IDC aponta que as unidades totalizaram 81,3 milhões, com métrica diferenciada que também engloba pedidos que não chegaram a ser entregues por falta de peças e componentes.

Os dados do Gartner incluem PCs do tipo desktop, notebook e ultramobile premium (como o Microsoft Surface), mas não Chromebooks ou iPads. No entanto, a companhia observou que as vendas de Chromebooks cresceram cerca de 90%, com a demanda sendo fortemente influenciada devido às aulas online.

Marcas que se deram bem

Nos Estados Unidos, de acordo com o Gartner, a HP foi o principal fornecedor com quase 30,8% do mercado, seguida pela Dell com 25% do mercado. A lista das principais fabricantes foi completada por Lenovo, Apple e Acer.

Quando vamos para os números globais, a situação muda um pouco. De acordo com a IDC, a HP e a Lenovo disputaram o primeiro lugar entre os fornecedores no terceiro trimestre, com a marca chinesa levando 23,7% do mercado global e apresentando mais de 11% de crescimento, enquanto a HP ficou em segundo lugar com 23% do mercado. Dell, Apple e Acer completam os cinco principais fornecedores na lista da IDC.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/mercado/mercado-de-pcs-cresce-114-no-terceiro-trimestre-172922/

13

Out

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Laboratório de inovação do Brasil é aceito como membro de grupo da ONU

O Laboratório de Inovação Financeira (LAB) foi aceito como membro do Financial Centres for Sustainability (FC4S), grupo de debate que desenvolve soluções financeiras inovadoras para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), bem como os compromissos para o enfrentamento dos riscos de mudança climática no mundo.

O LAB foi criado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em parceria com a agência de cooperação internacional alemã Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ). O laboratório é o primeiro organismo do Brasil e da América do Sul a participar do FC4S. A CVM será a representante do LAB no grupo da ONU Meio Ambiente.

Na avaliação do superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da CVM, José Alexandre Vasco, a adesão do LAB ao FC4S, “além de gerar mais visibilidade internacional ao bem-sucedido trabalho do Laboratório, que promove o debate das finanças sustentáveis no Brasil, vai permitir uma frutífera troca de experiências sobre finanças sustentáveis, interação com outros representantes de centros financeiros preocupados com as temáticas de finanças verdes e mudança climática”.

Compromissos

Vasco esclareceu que, por meio do LAB, o Brasil poderá participar, a partir de agora, de diversos grupos de trabalho regionais do FC4S. “Os membros possuem alguns compromissos. Destaco a questão da promoção de ações estratégicas em finanças verdes e sustentáveis; o compartilhamento de conhecimento para capacitação humana, incluindo a medição no que diz respeito à contribuição do centro financeiro para ações climáticas e desenvolvimento sustentável; a cooperação para a expansão do pipeline de ativos e produtos verdes; e o trabalho com outros reguladores municipais, regionais, nacionais e internacionais para construir condições favoráveis para as finanças verdes e sustentáveis”, disse o superintendente.

FC4S

O FC4S é resultado de parceria de integrantes de centros financeiros com o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, e tem secretariado instalado em Genebra, Suíça. Conta, atualmente, com 30 membros, dentre agências do governo, forças tarefas do setor privado e parcerias público-privadas. Os membros são, em sua maioria, da Europa e da Ásia, havendo alguns focos estratégicos na África e três nas Américas, sendo apenas um criado recentemente na América Latina (México), informou a assessoria de imprensa da CVM.

Fonte: Agência Brasil

13

Out

Tecnologia

Microsoft passa a permitir que funcionários trabalhem de casa de forma permanente

A Microsoft começou a permitir esta semana que seus funcionários optem pelo regime de trabalho em casa de forma permanente. A informação vem do The Verge, que teve acesso a um novo guia de políticas internas da companhia que apresenta novos planos de flexibilização do trabalho, incluindo aí um “ambiente de trabalho híbrido” para quando a pandemia acabar e os escritórios nos EUA forem reabertos.

De acordo com o documento, a empresa a partir de agora vai possibilitar aos trabalhadores que trabalhem de casa por mais de 50% das horas semanais, com gerentes sendo habilitados a aprovar o home office em caráter permanente. Os funcionários que preferirem essa opção terão que abdicar de seu espaço no escritório, mas poderão ainda utilizar os espaços comunitários da Microsoft.

Em uma carta recentemente encaminhada ao quadro geral de funcionários, a CPO Kathleen Hogan confirma que a decisão é reflexo da atual pandemia e escreve que o cenário global desafiou a companhia a “pensar, viver e trabalhar de novas maneiras”. “Nós vamos oferecer o máximo possível de flexibilidade para apoiar os estilos individuais de trabalho, enquanto balanceamos as necessidades dos negócios e garantimos que nós continuemos a viver a cultura da empresa” diz a executiva.

Como é de se esperar, nem todo cargo poderá recorrer ao trabalho remoto em caráter integral – há quem precise diariamente recorrer aos laboratórios, centrais de dados e treinamento ao vivo da empresa, por exemplo. Mas o documento de diretrizes da Microsoft também diz que quem tiver como recorrer ao home office poderá até mesmo pedir para trabalhar de fora do país, viabilizando assim mudanças internacionais em determinadas posições – os custos de realocação ficam a cargo de cada trabalhador, porém. Por fim, os horários poderão ser flexibilizados com a aprovação dos gerentes envolvidos, enquanto salários e benefícios serão ajustados de acordo com cada caso.

A decisão acompanha as medidas da Microsoft nos primeiros meses da pandemia, que foram marcados não apenas pela política mandatória do home office como pela opção em abril de sediar apenas eventos digitais até julho de 2021. Ela também acompanha os últimos desdobramentos no Vale do Silício, que aos poucos tem se mostrado mais aberto ao trabalho remoto: enquanto o Facebook e o Google estenderam o modelo para 2021, o Twitter também decidiu institucionalizar o home office já no mês de maio – a Netflix, por sua vez, segue no regime de trabalho até o momento em que uma vacina existir, para o desespero de Reed Hastings.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/133169/microsoft-passa-a-permitir-que-funcionarios-trabalhem-de-casa-de-forma-permanente/

11

Out

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Embarque com reconhecimento facial começa a ser testado nos aeroportos do Brasil

Um projeto idealizado pelo Ministério da Infraestrutura (MInfra), em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), passará a usar a identificação biométrica, baseada no reconhecimento facial, para o embarque dos passageiros nos aeroportos brasileiros. Batizado de Embarque Seguro, o objetivo é tornar o processo mais ágil e seguro. E o primeiro local a contar com a novidade é o Aeroporto Internacional de Florianópolis (SC), que iniciou o uso da plataforma na última quinta-feira (08). A intenção do governo federal é implantar o projeto paulatinamente nos principais aeroportos do país, quando a solução estiver aprovada.

A tecnologia de reconhecimento facial para a identificação do passageiro e embarque automático nos portões eletrônicos (e-gates) já é oferecida no mercado. No entanto, segundo os idealizadores do projeto, não existia, até o momento, um sistema nacional unificado que possibilitasse checar e validar, com rapidez e segurança, a identidade do passageiro a partir do cruzamento com diferentes bases de dados governamentais.

Segundo a Secretaria Nacional de Aviação Civil do MInfra, com o desenvolvimento da solução, as autoridades de segurança poderão utilizar inteligência na avaliação de risco antecipada dos viajantes por meio do Sistema Brasileiro de Informações de Passageiros (Sisbraip).

O aeroporto da capital catarinense, desde 2018 sob administração do grupo suíço Zurich Airport, é pioneiro no uso do Embarque Seguro por já oferecer infraestrutura e tecnologia de base para a instalação do processo biométrico de embarque. Os testes do projeto-piloto em Florianópolis serão realizados com passageiros voluntários da companhia aérea Latam.

Como funciona

A conferência da identidade do viajante ocorrerá no momento do check-in eletrônico, com a vinculação de uma foto ao bilhete aéreo, que permitirá o acesso facilitado do passageiro à sala de embarque. O embarque na aeronave ocorrerá por meio da biometria do viajante, sem a necessidade da apresentação de qualquer documento.

Para realizar os testes, o Serpro desenvolveu um aplicativo que permite o cadastramento da foto do passageiro, ficando vinculada ao seu CPF. A verificação da identificação biométrica é feita por checagem junto ao banco de dados da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que possui cerca de 56 milhões de registros ativos. Em breve, outros bancos governamentais serão utilizados para ampliar o universo de dados que podem ser validados para atender a todos os cidadãos.

Checagem feita pelo governo

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que com a solução tecnológica do projeto Embarque Seguro, as autoridades públicas brasileiras passam a ser responsáveis pela checagem das informações dos passageiros, a partir do cruzamento da biometria e dos dados na base do sistema, e não mais o funcionário da companhia aérea na hora do embarque na aeronave. "Queremos levar mais segurança e agilidade para o setor, alinhando o país com o que existe de mais atual nos padrões internacionais de transporte aéreo”, destacou. 

Gileno Gurjão Barreto, presidente do Serpro, explica que a tecnologia do Embarque Seguro combina validação biométrica com a análise de dados para informar o sistema, garantindo uma conferência mais precisa da identidade do passageiro. "A solução tem por premissa a segurança no tratamento e a proteção dos dados pessoais dos passageiros contra uso indevido ou não autorizado", afirmou o executivo.


Tempo de espera menor em filas

O Embarque Seguro, além de comprovar a identidade de quem está embarcando, também reduzirá o tempo de espera em filas. O viajante também poderá ter uma experiência de viagem personalizada, sendo avisado sobre quanto tempo falta para a saída do vôo e, ainda, qual a rota mais rápida para chegar até o portão de embarque, por exemplo.

A segurança sanitária em tempos de pandemia de Covid-19 também mostra as vantagens da solução. Com o Embarque Seguro, o contato pessoal é reduzido desde o check-in, passando pelo despacho de bagagem até o embarque na aeronave. Além disso, o rastreamento de viajantes infectados ou que tenham passado por localidades com focos de doenças tende a ganhar mais eficácia pelas autoridades sanitárias.
 

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/embarque-com-reconhecimento-facial-comeca-a-ser-testado-nos-aeroportos-do-brasil-172777/

8

Out

Tecnologia

Estudo: uso de assistentes de voz cresceu 47% no Brasil durante pandemia

Pesquisa realizada pela consultoria Ilumeo revelou que o uso de comandos de voz cresceu 47% entre os brasileiros durante a pandemia, com mais da metade dos entrevistados enxergando um maior valor agregado a aparelhos com a tecnologia. A pesquisa realizada entre março e julho deste ano identificou que os brasileiros associam a tecnologia mais ao Google do que às outras empresas, incluindo Apple e Amazon.

O estudo realizado pela empresa de data science entrevistou 1.100 brasileiros sobre o uso da tecnologia, tanto no celular quanto em outros eletrônicos no cotidiano. O relatório mostra ainda que a maioria dos brasileiros já não se espanta ao ver pessoas utilizando comandos de voz com seus dispositivos, com 63% dos entrevistados respondendo que consideram o ato comum.

Entre os consultados, 48% responderam que utilizam comandos de voz pelo menos uma vez por semana e quase 20% usam a tecnologia diariamente. Além disso, dois terços dos entrevistados responderam que gostariam de usar mais dispositivos com assistentes virtuais a curto prazo.

Valor agregado

Outra revelação da pesquisa é que mais da metade dos brasileiros acredita que a opção de controle por voz dá mais valor ao aparelho, com 52% dos entrevistados respondendo que estão dispostos a pagar um pouco mais caro por um produto que tenha a tecnologia.

Entre os aparelhos mais citados para trocas nos próximos 12 meses, smartphones e televisores foram mencionados por 58% e 54% dos entrevistados, respectivamente, seguido de smartwatches (37%), computadores (31%) e alto-falantes conectados (27%).

Curiosamente, ao serem perguntados com quais marcas associam com o termo “assistentes de voz”, os entrevistados citaram majoritariamente o Google, Apple e Amazon, mas se lembraram ainda de empresas como Bradesco e Vivo, que divulgaram o lançamento de suas assistentes em campanhas online e nas mídias tradicionais.

Além dos eletrônicos, os entrevistados lembraram de outros aparelhos pela casa que gostariam de controlar com comandos de voz. O mais citado foi a iluminação doméstica, com 68% de menções, seguido de ar condicionado/ventilador (64%), eletrodomésticos de cozinha (63%), chuveiros e torneiras (54%) e compras para o lar (50%).

Outro uso desejado foi o dos aplicativos de transporte, como Uber ou 99. A consultoria lembra que os apps já oferecem integração com as assistentes de voz em celulares com os sistemas da Apple e Google, indicando um possível problema de divulgação do recurso.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/uso-de-assistentes-de-voz-cresceu-47-no-brasil-durante-pandemia-indica-estudo-172657/