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25

Jun

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Empresa de segurança do RN se torna referência em ‘Segurança Sanitária’

Empregando cerca de 10 mil colaboradores em várias cidades brasileiras, a empresa potiguar Interfort  Segurança  está se consolidando como a maior companhia de segurança bancária  do Nordeste, com atuação nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e São Paulo, onde detém contratos com a Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Bradesco e Banco do Brasil. 

Apesar do cenário economicamente adverso impulsionado pela pandemia da COVID-19, a Interfort  se expande também na região Sudeste, onde passará a atuar a partir do próximo dia 4 de julho, nas agências da CEF nas regiões de Sorocaba, Jundiaí Campinas e em  São Paulo.  Em tempos de Coronavírus, o grupo fez investimentos maciços em tecnologia e também se tornou referência em ‘segurança sanitária’.

“Hoje já temos 100 por cento das agências da CEF no Rio Grande do Norte, 100 por cento em Pernambuco e 80 por cento na Bahia, onde selecionamos cerca de mil funcionários”, comemora o empresário norte-rio-grandense, Edmilson Pereira de Assis, diretor-presidente do grupo Interfort.

“Termos orgulho de ser uma empresa potiguar que, em tempos difíceis como esses, tem conseguido manter empregos, sem demissões, e implantar novos contratos em várias unidades federativas, inclusive em estados competitivos das regiões Sul / Sudeste”, ressalta Edmilson. 

Atuação de destaque em Segurança Sanitária

O grupo, que recentemente desenvolveu junto as agências da CEF a missão de ordenar e disciplinar as longas filas de pessoas que se formavam nessas instituições por conta do pagamento dos benefícios do governo federal, se especializou ainda em ‘segurança sanitária’, e foi a primeira empresa de segurança do país a oferecer aos seus clientes a tecnologia de ponta de um sistema de escaneamento facial, que permite identificar a contaminação pelo Coronavírus. 

Essa tecnologia foi implantada pela Interfort na “Casas Pernambucanas”, um dos maiores grupos varejistas do Brasil, com mais de 150 lojas das regiões Sul/Sudeste.“Temos investido muito em tecnologia. Esse sistema de controle de acesso foi uma inovação do grupo Interfort, que através de uma câmara inteligente, com reconhecimento facial e medição de temperatura, permite aos nossos clientes identificar eventuais portadores do Coronavírus que posteriormente são encaminhados para tratamento”, explica Edmilson Pereira.

25

Jun

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No RN, pandemia dificulta acesso de 420 mil ao mercado de trabalho

No Rio Grande do Norte, 29% das pessoas não ocupadas não procuraram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade onde moram. Esse percentual representa 420 mil norte-rio-grandenses. Entre os estados do Nordeste, essa é a segunda menor proporção. Só a Paraíba (27%) tem um percentual menor.

No contexto de pandemia e isolamento social, o dado das pessoas impedidas de procurar trabalho por medo de contaminação ou por não encontrarem vagas na localidade onde moram é até mais importante que a taxa de desocupação. Isso porque essa taxa considera apenas aqueles que procuram efetivamente trabalho.

No Rio Grande do Norte, a taxa de desocupação foi de 12,3% em maio, a terceira maior do Nordeste e sexta maior do Brasil. São 173 mil potiguares em busca de trabalho formal ou informal.

Informalidade

O Rio Grande do Norte tem a menor taxa de informalidade do Norte e Nordeste: 39,2%. Em números absolutos, são 483 mil informais. “O baixo índice de informalidade, nesse caso, não significa crescimento do mercado formal no período de pandemia, mas pode representar consequência da saída de muitas pessoas do trabalho informal da força de trabalho, ou seja, simplesmente pararam de trabalhar ou procurar trabalho no mês de maio”, ressalta Flávio Queiroz, Supervisor de Disseminação de Informações do IBGE no Rio Grande do Norte.

Auxílio emergencial: mais da metade das residências tiveram recebimento

Mais da metade dos domicílios do RN, 53%, tiveram algum morador que receberam auxílio emergencial. A média do rendimento proveniente do auxílio emergencial recebido pelos domicílios foi R$ 888,00.

No Nordeste, 54,8% dos domicílios tiveram recebimento do auxílio, que correspondeu, em média, a R$ 907,00. O Amapá foi o estado com média mais alta do valor recebido de auxílio por domicílio R$ 1.028,00 e o maior percentual de residências onde moradores recorreram ao auxílio (61,8%).

24

Jun

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Bordados de Caicó conquistam selo de Indicação Geográfica

Toda vez que a bordadeira Iracema Nogueira Batista vender uma de suas peças confeccionadas cuidadosamente na máquina, fio a fio, o cliente de qualquer parte do país agora terá a certeza de que o trabalho foi de fato produzido numa das regiões mais ricas culturalmente do Rio Grande do Norte. Os Bordados de Caicó ganharam o selo de Indicação Geográfica (IG), na categoria indicação de procedência, pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O título foi concedido nesta terça-feira (23) e válido para os bordados produzidos na cidade de Caicó e de outros 11 municípios do Seridó com tradição nessa arte secular que é bordar.  

Desde junho de 2018, que o Rio Grande do Norte entrou com o pedido de reconhecimento do bordado como verdadeiramente de origem geográfica do Seridó Potiguar como local de produção atestado. Com esse selo, o estado soma dois produtos com IG. O melão amarelo da região de Mossoró foi o primeiro a obter o registro ainda em 2013. O processo de obtenção da IG para o bordado é um esforço coletivo entre as bordadeiras, Sebrae no Rio Grande do Norte e Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), tendo como requerente o Comitê Regional das Associações e Cooperativas Artesanais do Seridó (Cracas).

“O selo de IG é um reconhecimento ao talento e trabalho valoroso das bordadeiras da região do Seridó, que conquistaram o país com a fama dos bordados de Caicó. É um diferencial para criar identidade e abrir novos mercados para o artesanato potiguar”, destaca o diretor Técnico do Sebrae-RN, João Hélio Cavalcanti. Ele assegura que, além do melão e agora os bordados, o RN pleiteia IG para outros dois produtos terroir: o Mel de Jandaíra e as Ostras da Pipa, que já têm processos abertos no INPI.  

“Não é só questão de ganhar clientes. Faz parte de valorizar esse trabalho que é feito aqui com tanto cuidado e que muitas vezes é comercializado lá fora sem ser identificado que é daqui. Agora teremos um selo confirmando que o bordado é de Caicó”, comemora a artesã Iracema Nogueira, que borda há pelo menos 60 anos. Apesar de o título vir como de Caicó, o selo referenda como o produto da região é mais conhecido, mas é valido também para toda a produção de bordados dos municípios vizinhos: Timbaúba dos Batistas, São Fernando, Serra Negra do Norte, São João do Sabugi, Jardim do Seridó, Ipueira, Cruzeta, São José do Seridó, Jucurutu e Ouro Branco.  

20

Jun

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Contador alerta para fim do prazo para declaração do imposto de renda

A Receita Federal já recebeu 60% das declarações do Imposto de Renda previstas para este ano no Rio Grande do Norte. O prazo termina no próximo dia 30 de junho e é importante não deixar para os momentos finais. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o contribuinte teve um prazo maior para prestar as contas com o “leão”.

“A Receita se solidarizou com o cidadão por causa das dificuldades de pegar documentos durante esse período. Mesmo assim, com o prazo esticado, ainda tem muita gente que não declarou. É preciso agilizar esse processo”, recomendou o contador e CEO da Way Contabilidade, Péricles Medeiros.

Precisam declarar o Imposto de Renda os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 no ano passado; quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00; quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; e ainda quem teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00.

Até o momento, a Receita Federal recebeu 203.092 declarações de contribuintes potiguares, do total de 336 mil. Por causa da pandemia, este ano foi retirada a exigência de se informar o número constante no recibo de entrega da última declaração de ajuste anual para a apresentação da declaração referente ao exercício de 2020. Quem tiver dúvidas e dificuldades para reunir e prestar essas informações, deve procurar um profissional da área de contabilidade.

“Todos os anos a Receita vai melhorando o sistema para diminuir as falhas e facilitar a vida do contribuinte, mas algumas declarações são mais complexas e precisam de orientação. A ajuda de um contador é importante para que o contribuinte não pague imposto indevido e não caia na malha fina”, explicou Péricles.

20

Jun

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Está em home office? Veja dicas de cuidados com a postura e organização no trabalho remoto

Depois de três meses de home office, muita gente já reclama das dores nas costas ocasionadas pela má postura. Transformar o lar em ambiente de trabalho requer alguns cuidados. Uma mesa adequada, uma cadeira confortável, a altura do computador, tudo isso influencia na postura e, consequentemente, na saúde de quem está trabalhando. 

De acordo com João Luiz Pandolphi, professor do curso de Fisioterapia na Estácio Natal, a má postura pode favorecer o surgimento de tensões e encurtamentos musculares, por isso precisamos estar atentos a alguns cuidados: adaptações nos móveis, alongamentos, posturas e pausas para o descanso são a chave para um home office saudável e produtivo. 

De maneira geral, Pandolphi orienta que devemos buscar conforto para o trabalho, mas esse conforto deve estar aliado à produtividade. “Algumas alterações fazem toda diferença: o ambiente laboral deve ter uma mesa espaçosa, em altura ideal para apoiar seus braços, além disso uma boa iluminação e a escolha de local com pouca circulação de pessoas podem auxiliar nessa rotina”, afirma.

Alguns alongamentos podem ser realizados durante as pausas implementadas no trabalho em casa. Passamos horas sentados e, com isso, contraímos nossa musculatura, por isso, o especialista recomenda a famosa espreguiçada para auxiliar à movimentação do corpo, contribuindo com a quebra desse padrão postural. “Nesses momentos de descanso aconselho movimentar o pescoço e a região cervical. É necessário alongar todo o corpo, mas, principalmente, essa parte superior, porque é a mais tensionada enquanto estamos trabalhando”, recomenda o especialista.

Também há mudanças estruturais que poderão contribuir com a postura no home office: use teclado e mouse externo, assim você adapta a ferramenta tecnológica ao seu trabalho; eleve o computador ou notebook até a altura dos seus olhos, com isso você não forçará o pescoço e a região cervical; tenha uma mesa profunda na qual você possa apoiar seus braços, dessa forma seus ombros estarão descansados; e por fim, utilize um apoio para os pés, isso ajudará a manter a postura ideal do seu tronco. Todas essas dicas tornarão o ambiente de trabalho mais agradável e produtivo.

19

Jun

Mercado

Caixa seleciona startups com propostas para microempreendedor informal

A Caixa lançou hoje (19) o 2º Desafio de Startups Caixa em Microfinanças, estratégia de inovação aberta que será realizada em parceria com o Sebrae. O objetivo do desafio, realizado por chamada pública, é conhecer as propostas das empresas participantes e premiar as melhores soluções, que devem ser voltadas para a promoção da independência financeira e ascensão social de microempreendedores informais.

Segundo o banco, a ação tem como tema “Microfinanças, sob a perspectiva da Cidadania Financeira”, com foco na minimização dos efeitos do coronavírus na economia e na vida das famílias brasileiras.

Para participar do Desafio, as empresas interessadas podem realizar inscrição no site da Caixa, onde será possível conhecer o regulamento, apresentar sua startup e publicar um vídeo pitch (apresentação curta para vender a ideia da startup) com a proposta. As inscrições estão abertas até o dia 19 de julho de 2020.

As startups finalistas receberão entre R$ 10 mil e R$ 30 mil. Dez delas terão a oportunidade de realizarem a experimentação de suas soluções com a Caixa. O Sebrae vai prestar consultoria técnica na seleção das propostas, atuar na aproximação da Caixa com as empresas, além de apoiar na divulgação do Desafio.

FonteAgência Brasil 

19

Jun

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Quinze projetos são aprovados pelo Sebrae RN e vão receber recursos do Edital Centelha; confira

O Sebrae no Rio Grande do Norte divulgou o resultado do edital Centelha, que visa apoiar com aporte financeiro ideias de projetos inovadores, que serão transformados em startups. Dos 536 inscritos, foram selecionados os 15 contemplados, que vão receber cada um R$ 53 mil para viabilizar a ideia, totalizando um investimento da ordem de R$ 600 mil, disponibilizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e R$ 200 mil de contrapartida do Sebrae-RN. A relação completa dos projetos pode ser conferida no site https://programacentelha.com.br/rn/ ou aqui.

O Programa Centelha é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operado pela Fundação CERTI e tem como instituição executora no Rio Grande do Norte o Sebrae. Os recursos serão disponibilizados como aporte financeiro para alavancar os projetos, além de oferecer uma série de capacitações, acompanhamentos e orientações proporcionadas pelo Sebrae e pelos integrantes do ecossistema de inovação do Rio Grande do Norte.

No total, foram inscritas 536 ideias, cujos proponentes passaram por três fases com capacitações, workshops e ações relacionadas ao sucesso de uma startup, com especialistas de diversas áreas abordadas nestes eventos. Isso porque a proposta do programa é disseminar a cultura do empreendedorismo inovador nas instituições de ciência e tecnologia e inovação brasileiras, incentivando alunos e pesquisadores a criarem empresas inovadoras e de alto potencial de crescimento. A ideia é fomentar e capacitar empreendedores inovadores, estimulando o adensamento tecnológico das cadeias produtivas por meio da criação de empresas fornecedoras de produtos, processos e serviços inovadores para empresas já consolidadas no mercado.

Um termômetro da qualidade dos projetos selecionados no Rio Grande do Norte está relacionado ao nível de desenvolvimento da ideia. Treze dos 15 projetos aprovados já se encontram em fase de protótipos testados, e os outros dois em estágio de protótipo conceitual. Esses empreendedores vão apresentar soluções inovadoras nas áreas de Saúde & Bem Estar, Meio Ambiente & Bioeconomia, Educação, Comércio e Varejo, tratando de temas como Química e Novos Materiais, Nanotecnologia, Manufatura Avançada e Robótica, IA - Inteligência Artificial e Machine Learning e Tecnologia Social.

“Os autores dos projetos vão receber esses recursos e terão o prazo de um ano para a execução das ideias. Com esse edital, o Sebrae-RN espera resgatar a cultura do financiamento na modalidade subvenção econômica, em que o governo garante aporte de recursos sem reembolsos, no Rio Grande do Norte”, explica a analista técnica da Unidade de Inovação e Negócios do Sebrae-RN e gestora do edital Centelha, Algéria Varela, que acredita que a iniciativa deve fortalecer o empreendedorismo inovador e o ecossistema de inovação no estado.

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do País.

18

Jun

Mercado

AGN lança linha de crédito exclusiva para jovens empreendedores do RN

A Agência de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN-RN) criou mais uma ferramenta de estímulo ao empreendedorismo e apoio aos novos negócios protagonizados por jovens. O Credjovem, mais uma linha de financiamento do programa Microcrédito do Empreendedor Potiguar, já está disponível para contratação e chega em um importante momento para assegurar a manutenção de negócios e garantir a geração de renda, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

O Credjovem atende empreendimentos geridos por jovens entre 18 e 29 anos – formais ou informais, do campo ou urbanos, solidários ou convencionais - aliada à capacitação para utilização do recurso e sobrevivência na crise. Para ter acesso ao crédito, além de já ter um empreendimento em curso, o jovem deve estar sem pendências com seu CPF ou CNPJ (se Microempreendedor Individual) e passar por cadastro e triagem a ser realizado pela SEMJIDH, bem como, participar de capacitação e acompanhamento da execução do plano de negócio.

Os jovens poderão obter financiamentos com valores que podem chegar até R$ 12 mil, sendo este o valor máximo para operações realizadas por empreendedores formalizados como Microempreendedor Individual (MEI). Para aqueles que atuam de maneira informal, os financiamentos podem chegar até R$ 3 mil. A carência é de 90 dias para contratos assinados até 30 de junho.

O financiamento é condicionado a análise de crédito do cliente realizada pela AGN-RN, após triagem pela SEMJIDH. O prazo para quitação das parcelas é de 12 meses para informais e de 24 meses para os profissionais formalizados. A taxa de juros varia de 1,5% a 1,7% ao mês a depender da natureza do financiamento. O cliente que efetuar o pagamento em dia terá um bônus de adimplência, ou seja, os juros serão subsidiados pela própria Agência.

A capacitação e orientação para elaboração do plano de negócios e gestão de empreendimentos acontece através de parceria com o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e contará ainda com apoio, a depender do perfil do negócio, da SEDRAF (Secretaria Estadual do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar) e SETHAS (Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social).

Os jovens que buscarem o financiamento deverão cumprir, dentre outras exigências, o disposto na legislação relacionada a prevenção e combate ao trabalho infantil, trabalho adolescente (salvo na condição de aprendiz) e na condição análogo ao escravo, sob pena de não liberação do crédito.

Para se inscrever, o jovem precisa entrar em contato com a Subsecretaria da Juventude via e-mail (sejuv.semjidh@gmail.com) para preenchimento dos formulários para análise de viabilidade. Caso tenha alguma dúvida, basta enviar e-mail para o mesmo endereço com o respectivo questionamento.

18

Jun

Mercado

Pesquisa: comércio varejista do RN tem queda recorde em abril

Com queda de 11,6% em abril em comparação a março, o comércio potiguar registrou a maior redução no volume de vendas da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que iniciou em janeiro de 2000. Apesar da retração inédita, o resultado negativo é o menor do Nordeste e a quarta menor redução do Brasil. Nacionalmente, a média de diminuição do volume de vendas foi de 16,8%, verificando-se redução em todos os estados e no Distrito Federal.

O volume de serviços no Rio Grande do Norte, por sua vez, despencou 15,3% em abril na comparação com o mês anterior. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.

Perdas acumuladas no comércio em 2020

Quando comparado o volume de vendas de janeiro a abril de 2020 com o mesmo período de 2019, o Rio Grande do Norte registra redução de 6,5%. Das 27 unidades da federação, 24 apresentam números negativos nessa comparação. A média de redução do volume de vendas do Brasil é de 3%, nos quatro primeiros meses do ano.

Na variação acumulada dos últimos 12 meses, o Brasil possui dois grupos: um com 12 unidades da federação que ainda acumulam variação positiva e outro grupo com 15 unidades da federação com resultado negativo. O Rio Grande do Norte está no segundo grupo com recuo de 1,7 no volume de vendas. A média do Brasil ainda é positiva nesse período: 0,7%.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o Brasil caiu 16,8%. O volume de vendas do comércio varejista no RN teve retração de 18%. No Brasil, a menor queda foi de Santa Catarina (7,4%); a maior, no Amapá (42,8%). Todos as unidades da federação registraram diminuição no volume de vendas em abril.

Comércio varejista ampliado

Entre março e abril, o comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, caiu 14% no Rio Grande do Norte, menor do que a média do Brasil, que foi 17,4%.

Setor de serviços também acumula perdas em 2020

O volume de serviços no Rio Grande do Norte despencou 15,3% em abril na comparação com março. Essa foi a segunda menor redução em toda a série histórica do estado iniciada em 2011. Só em março de 2020, o tombo foi maior (19,4%). De janeiro a abril de 2020, o volume de serviços é 9,3% menor do que no mesmo período do ano passado.

O índice de receita nominal de serviços de abril teve redução de 27,1%, a maior redução para um mês em comparação com o mesmo período do ano anterior. Isso representa uma severa perda de receita para o setor de serviços potiguar, que acumula perda de 7,1% em 2020.

O resultado negativo na comparação de abril frente a março não é exclusividade do RN. Das 27 unidades da federação, 26 reduziram o volume de serviços. A diminuição média no Brasil foi de 11,7%. “O estado de quarentena vigente implicou no fechamento obrigatório de diversos estabelecimentos considerados não essenciais, impactando fortemente a receita das empresas prestadoras de serviços”, conforme publicação PMS de abril de 2020.

15

Jun

Mercado

Sebrae realiza hoje live com empresários sobre a retomada das atividades

A perspectiva de retomada das atividades de segmentos do comércio, serviços e da indústria de pequeno e médio portes, tem levado empresários e dirigentes de empresas e instituições à adotarem medidas de prevenção e estratégias de atendimento presencial nos estabelecimentos do estado.

Para abordar todas as questões que envolvem o retorno às atividades empresariais, o Sebrae no Rio Grande do Norte realizará nesta segunda-feira (15), às 19h, uma live sobre “Os desafios da retomada das atividades econômicas”, mediada pela gerente da Unidade de Desenvolvimento Setorial da instituição, Lorena Roosevelt, através do Instagran e Youtube do Sebrae-RN.

O encontro virtual contará com a participação dos empresários José Álvares Vieira, do setor agropecuário, Djalma Barbosa Júnior, do segmento da indústria e comércio de água mineral, Schiavo Álvares, do setor de comércio, serviços e distribuição de autopeças e Artur Fontes, do segmento de bares e restaurantes, representando uma das atividades mais impactadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em todo o mundo.  

Segundo a gerente da Unidade de Desenvolvimento Setorial do Sebrae/RN, Lorena Roosevelt, o objetivo da live será mostrar para a sociedade a percepção de empresários de diversos segmentos econômicos sobre o momento atual e as estratégias utilizadas nas suas empresas para sobreviver e manter os seus negócios em meio à pandemia.

“Queremos ouvir as expectativas dos empresários em relação à retomada das atividades, considerando todos os fatores de mudança de padrão de consumo, a retração nas vendas em função da falta de dinheiro do cliente e o próprio comportamento do consumidor, que está ciente da necessidade de distanciamento e que não pode provocar aglomeração nas lojas e centros comerciais”, afirma Lorena.

Lorena Roosevelt explica que os empresários serão instigados a falar sobre como estão observando este momento, que tipo de adequações adotaram nos seus estabelecimentos e o que vislumbram para um futuro próximo. “Durante a nossa conversa, traremos algumas questões de prevenção que cada empresário poderá adotar na sua empresa, seja no setor do comércio, serviço, indústria ou agropecuária. O que é possível fazer para garantir a segurança dos clientes, colaboradores, fornecedores e distribuidores parceiros”, finaliza a gerente da Unidade de Desenvolvimento Setorial do Sebrae no Rio Grande do Norte.

9

Jun

Mercado

Abrasel lança cartilha online e gratuita sobre delivery; confira

A Abrasel lançou na última sexta-feira (5) uma cartilha online e gratuita sobre como ter sucesso nas operações de delivery. O documento, que possui mais de 25 páginas, é um guia completo que fala sobre os novos hábitos de consumidor, explica os tipos de delivery, adaptação de cardápio, embalagens adequadas, marketing, relação trabalhista com entregadores, relações com clientes e promoções. 

Os interessados podem baixar o conteúdo no link: https://redeabrasel.abrasel.com.br/read-blog/158_cartilha-como-ter-sucesso-nas-operacoes-de-delivery-e-take-away.html. "A cartilha tem o objetivo de nortear as decisões dos empresários de bares e restaurantes. Sabemos que durante a pandemia, o delivery não é a solução ideal, mas uma estratégia para evitar o colapso total", diz José Eduardo Camargo, diretor de conteúdo da Abrasel.

8

Jun

Mercado

Sebrae seleciona 56 projetos em edital de economia criativa

O Sebrae no Rio Grande do Norte divulgou o resultado da quinta edição do Edital de Economia Criativa 2020. Foram selecionados 56 projetos em duas modalidades, sendo 44 na modalidade ‘Desenvolvimento de Produtos e Mercados’ e outros 12 na modalidade ‘Serviços Digitais’. A categoria música teve o maior número de projetos aprovados, 15 no total, entretanto, todas as demais categorias tiveram iniciativas selecionadas.  A relação dos projetos aprovados está disponível no portal do Sebrae (www.rn.sebrae.com.br). A instituição vai repassar R$ 520 mil como forma de apoio a essas inciativas.

O Edital de Economia Criativa do Sebrae tem como principal objetivo o estímulo ao empreendedorismo cultural para a promoção de negócios da economia criativa. Com esse valor, o Sebrae soma um montante de R$ 2,12 milhão destinados, através desse tipo de edital, ao fomento de novos produtos, serviços e bens culturais, aquecendo a cadeia produtiva da economia criativa e o patrimônio imaterial do Rio Grande do Norte.

“Já repassamos as orientações para todos os autores dos projetos contemplados. A próxima fase será a execução, pois já estamos providenciando a assinatura do termo de responsabilidade e orientando sobre o repasse do recurso, emissão das notas e contratação dos fornecedores. Todos os projetos aprovados precisam ser executados até o final de novembro”, informa a gestora do projeto de Economia Criativa do Sebrae-RN, Ana Ubarana.

Na modalidade ‘Serviços Digitais’, foram contemplados 12 projetos, sendo cinco projetos na categoria música, cinco da área de audiovisual e dois em artes cênicas. Essa modalidade visa apoiar artistas e projetos que desenvolvem iniciativas culturais exclusivamente no meio digital, contribuindo para levar cultura à população mesmo em tempos de quarentena. Cada projeto vai receber um valor de R$ 10 mil.

A outra modalidade é a tradicional ‘Desenvolvimento de Produtos e Mercados’, que vai investir um aporte de R$ 400 mil para apoiar os 44 projetos selecionados, sendo R$ 5 mil para a categoria artesanato e R$ 10 mil para os demais segmentos. Foram aprovados dez projetos de música, oito de audiovisuais, oito de artesanato, seis de artes visuais, cinco de artes cênicas, cinco de literatura e dois de dança.

Uma das principais características do edital do Sebrae é que os recursos são destinados ao pagamento dos fornecedores de cada projeto, e não diretamente ao autor do projeto. Isso facilita a prestação de contas ao final, uma vez que todos os pagamentos ocorrem ao longo da execução do projeto. As inscrições para o edital podem ser feitas até o dia 13 de maio.

Os recursos disponíveis para as iniciativas selecionadas servem para cobrir parte das despesas apresentadas na planilha, exposta no momento da inscrição, conforme o valor da cota e a natureza da despesa. Somente poderão concorrer ao edital pessoas jurídicas com CNPJ enquadradas tributariamente como Microempreendedor Individual (MEI), Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), com funcionamento no Rio Grande do Norte.

6

Jun

Mercado

Mudanças em prioridades, valores e relações marcam expectativa dos consumidores para o pós-pandemia

Por Meio & Mensagem

Em poucos meses a pandemia de Covid-19 mudou a percepção das pessoas em relação ao mundo e afetará diretamente comportamentos que serão vistos nos próximos anos. Quem aponta é o estudo Mindset: Como os tempos de pandemia estão moldando os consumidores globais, realizado pela FleishmanHillard. A empresa ouviu consumidores de seis países: Alemanha, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Itália e Reino Unido.

Mudanças em prioridades, em valores e nas relações marcam a expectativa dos consumidores destes mercados para os próximos anos, com, inclusive, uma revisão do que é considerado essencial ou não. Diante deste cenário, as escolhas de empresas para suas marcas, de governos e organizações, impactarão diretamente suas imagens e as relações com este novo consumidor global que já está se moldando a partir das vivências experimentadas com a crise causada pela disseminação do novo coronavírus.

“Ficou claro que todos os países pesquisados esperam mudanças. A pandemia não será algo que trará apenas forte dor e luto, mas veio também para que enxerguemos a dor como um aprendizado que trará mudanças. A visão do mundo muda e, desta forma, o comportamento do consumidor também”, avalia Patrícia Marins, sócia do Grupo In Press e general manager da FleishmanHillard no Brasil.

O estudo mostrou que os medos e as expectativas dos consumidores estão fazendo com que eles reavaliem suas definições do que são boas organizações e marcas: 73% disseram que a pandemia mudou a maneira como enxergam o mundo, enquanto 71% afirmaram que a Covid-19 mudou a forma como veem seus países.

Por outro lado, enquanto 94% apontaram que os governos de cada país têm um papel a cumprir no combate à crise, os respondentes mostraram que também têm a expectativa de que outros players atuem neste cenário de forma efetiva: 88% acreditam que negócios locais podem assumir um papel relevante; enquanto 85% esperam que as grandes corporações também façam isso.

A íntegra desta reportagem está publicada na edição semanal de Meio & Mensagem, que até o fim de junho pode ser acessada gratuitamente pela plataforma Acervo, onde é possível consultar ainda todas as edições anteriores que circularam nos 42 anos de história da publicação. Também está aberto a todo o público, gratuitamente, o acesso à versão digital das edições semanais de Meio & Mensagem, no aplicativo para tablets, disponível nos aparelhos com sistema iOS e Android.

Fonte: Meio & Mensagem, disponpivel em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/06/04/pessoas-projetam-transformacoes-pos-covid-19.html

4

Jun

Mercado

Realização de tarefas domésticas: RN tem maior diferença do Brasil entre homens e mulheres

O Rio Grande do Norte tem a maior diferença do Brasil na realização de tarefas do lar entre homens e mulheres: 88,4% das mulheres cuidam da casa, mas apenas 62,2% dos homens ajudam nessa atividade, uma diferença de 26,2 pontos percentuais. O dado é do suplemento Outras Formas de Trabalho 2019, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgado hoje pelo IBGE.

Em números absolutos, 841 mil homens e 1,3 milhão de mulheres potiguares dedicam-se às atividades do seu próprio lar ou de parente. No Brasil, também ocorre o desequilíbrio entre homens (78,6%) e mulheres (92,6%), mas em proporção menor. Os homens norte-rio-grandenses só superam as mulheres quando o assunto é “fazer pequenos reparos ou manutenção do domicílio, automóvel e outros equipamentos” e “cuidar de animais domésticos”. As demais tarefas, como “preparar ou servir alimentos” e “cuidar da limpeza de roupas e sapatos”, são atribuições majoritariamente femininas no estado.
Tarefas em horas

Mesmo quando se compara homens e mulheres com emprego formal ou trabalho informal, o gasto de tempo feminino com tarefas domésticas é o dobro do masculino no Rio Grande do Norte. São nove horas trabalhadas por eles, enquanto elas dedicam dezoito horas semanais aos afazeres de casa.

4

Jun

Mercado

Pesquisa: 73,8% das empresas no Brasil querem adotar home office após pandemia

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Cushman & Wakefield, 73,8% das empresas multinacionais que atuam no Brasil pretendem adotar o home office como prática definitiva no país, após a pandemia do novo coronavírus. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas com 122 executivos que trabalham nessas companhias.

A decisão de manter o home office para parte da força de trabalho, se deve ao fato de que a prática foi bem avaliada em nosso país. Apenas 2,5% dos executivos enxergaram a experiência como totalmente negativa. Para outros 13,1%, houve mais pontos negativos, que positivos.

Já para 25,4% dos executivos, a experiência do teletrabalho foi totalmente positiva, enquanto outros 59% puderam perceber mais pontos positivos, que negativos.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/153796-73-8-empresas-br-querem-adotar-home-office-pandemia.htm