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20

Jul

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Pandemia mudará conceitos de trabalho e moradia, dizem especialistas

A pandemia de covid-19 mudará em definitivo a vida nas cidades. A doença acelerou processos que já vinham se desenhando há anos, como o uso intensivo da internet nos negócios, o teletrabalho e o encolhimento dos escritórios. E nem mesmo a descoberta de uma vacina fará a sociedade voltar ao que era antes.

A análise é de especialistas em tecnologia e urbanismo, que discutirão o tema dentro do conceito de cidades inteligentes, no congresso Inovacity Digital, que será realizado nos dias 22 e 23 próximos, aberto a todos, por meio do Youtube, com inscrição gratuita na página do evento.

“Nós não seremos mais os mesmos, definitivamente. Teremos vários 'novos normais'. A nossa casa não vai ser mais como era. Nós vamos ter que redesenhar os espaços. Vamos trabalhar a partir de casa. Nós mudamos os nossos hábitos. O digital chegou de vez para ficar. Vamos ter que mudar o modelo de negócios, a forma de produção, que vai ser híbrida: físico e digital, presencial e a distância. A convivência desse modelo híbrido de gestão do negócio é o maior desafio que temos”, disse o engenheiro Claudio Marinho, especializado em planejamento urbano e economia do setor público.

Ex-secretário estadual de Tecnologia de Pernambuco, Claudio é um dos conferencistas do Inovacity e também um dos criadores do Porto Digital do Recife, um núcleo de tecnologia que hoje tem 340 empresas. Funciona no antigo cais do porto da cidade e gera, segundo ele, trabalho para 11 mil pessoas, com um faturamento anual de R$ 2,250 bilhões. Ele acredita que os centros históricos das cidades brasileiras passarão por um processo de transformação, acelerado por causa da covid-19, atraindo novos moradores, em um processo inverso ao verificado a partir dos anos 1970, quando os escritórios substituíram as residências.

Com o conceito de teletrabalho se mostrando bem-sucedido por causa da pandemia, muitas empresas decidiram reduzir ou até mesmo fechar os escritórios, como forma de reduzir custos, colocando seus funcionários para trabalhar de casa. Em sentido oposto, o mercado imobiliário já começa a planejar a transformação de prédios comerciais em residenciais, se aproveitando da infraestrutura de transporte, saneamento e telecomunicações que as áreas centrais das cidades já possuem.

Transformações

A tendência de mudanças também é apontada pelo advogado Vinícius Casales, organizador do Inovacity, especializado em gestão empresarial com foco em tecnologia. Segundo ele, as transformações que os espaços imobiliários vão sofrer nas áreas centrais das grandes cidades serão acelerados com a nova realidade trazida a partir da pandemia.

“Muitas empresas devolveram salas, andares inteiros, para colocar seus funcionários trabalhando dentro de casa. O que vai ser esse 'novo comum'? Vai levar um tempo, talvez um ano, para todo mundo voltar a trabalhar nos escritórios. Talvez em um modelo mais flexibilizado, fazendo trabalho a distância uma ou duas vezes por semana. Os estudantes também vão experimentar um modelo misto, de conteúdo online de casa e conteúdo presencial em sala de aula”, analisou Vinícius.

Segundo ele, a sociedade estará passando por uma grande fase de ajustes, o que demandará adaptações pessoais de cada um: “O momento que estamos vivendo é de desafio, de reconstrução de tudo. De mudança de cultura. Para entender que o trabalhador, o empregado, para que ele seja produtivo, não precisa estar sob o olhar do chefe. Ele consegue ser produtivo trabalhando de casa e ter qualidade de vida. Estamos em um momento de revisão e análise, transformação e ressignificação de sociedade”.

Programação

No primeiro dia, o encontro Inovacity Digital vai trazer cinco diferentes linhas de inovação, abrindo espaço para exposição de startups, que apresentarão soluções de negócios conectados com as cidades, entre produtos e serviços. O segundo dia reunirá especialistas e lideranças dos setores público e privado em seis painéis de debate: Urbanismo, Transformação Digital, Inclusão, Mobilidade e Gestão e Governança. O evento é gratuito, dirigido a os todos interessados, incluindo profissionais da área e estudantes universitários.

Fonte: Agência Brasil

20

Jul

Mercado

Natal Shopping firma parceria com B2W Marketplaces

Após investir na diversificação dos serviços de entrega de produtos com o sistema de drive-thru e o modelo Retire Aqui, com armários inteligentes, a Ancar Ivanhoe firma parceria com a B2W, líder em comércio eletrônico na América Latina. E o Natal Shopping está entre os 13 shoppings da rede que passam a contar com canais de vendas nas plataformas Americanas.com, Submarino e Shoptime nesse primeiro momento.

A iniciativa busca integrar mais de três mil lojas às soluções O2O (Online to Off-line) da B2W Marketplace e oferecer serviços de entrega com conceito de vizinhança com conforto e segurança aos consumidores. Com a parceria, as operações poderão retirar e enviar produtos, de acordo com o sortimento e estoque de cada unidade, e os clientes passarão a contar com os serviços Click and Collect Now - com retirada do produto em até uma hora - e Ship From Store - com entregas a partir da loja em até duas horas no endereço de desejo.

Com o objetivo de inovar sem perder a proximidade entre marca e consumidor, a solução intensifica ainda mais a estratégia de multicanalidade dos shoppings do grupo. Para o head de Marketing da Ancar Ivanhoe, Diego Marcondes, a omnicanalidade é um caminho sem volta. “Os shoppings e o varejo como um todo agora precisam atender a uma nova demanda que começa a surgir. Nosso papel enquanto plataforma é oferecer uma rede de apoio aos nossos operadores nesse processo e oferecer ao consumidor cada vez mais opções de entrega de produtos para atender as suas necessidades sem que ele precise sair de casa”, explica.

18

Jul

Mercado

Moda anticorona ganha espaço nas redes e no mercado

Por Meio & Mensagem

 

Nas últimas semanas, a foto de uma loja especializada em artigos para prevenção contra o novo coronavírus se disseminou nas redes sociais. A imagem mostra a Covid-19 Essentials inaugurada em junho, em um shopping de Miami. Apesar de levantar discussão entre os usuários do Twitter, a loja ilustra uma tendência real de consumo. O desejo de se proteger do vírus está estimulando o desenvolvimento de materiais e produtos para uma moda anticorona.

COvid-19 Essencials, em Miami (Crédito: Reprodução/ Twitter

No Brasil, esse esforço também já começou.  A startup Nanox Tecnologia, de São Carlos, no interior de São Paulo, criou um tecido capaz de eliminar quase 100% dos vírus da Covid-19. A eficácia do produto é garantida em até 30 lavagens. A grife Insider, que investe em roupas antibacterianas e termorreguladoras, também anunciou o lançamento de camisetas e máscaras antivirais.

O avanço dessas tecnologias pode beneficiar não só o público que consegue pagar pelos itens  antivirais. Por meio de uma união entre empresários do setor têxtil do Sul do País, a plataforma BeCauz  está lançando o Kit Hope Fashion, composto por uma máscara e uma camiseta. O tecido promete bloquear a contaminação entre os artigos têxteis e o usuário, e assim, evitar a transmissão do vírus pelas roupas.

O Kit foi disponibilizado para pré-venda e atingiu mais de três mil cadastros de interesse. Metade do lucro arrecadado com a ação será destinada para o G10 Favelas, grupo nacional de líderes e empreendedores de impacto social em favelas. “Com o surgimento de demanda das nossas peças por parte de empresas, pretendemos fechar nos próximos três meses com mais de 10.000 itens de vestuários antivirais comercializados”, afirma Eduardo Borba, fundador da BeCauz, sobre os planos da plataforma.

Solado com material termoplástico, da FCC (Crédito: Divulgação)

A preocupação com a segurança também chegou aos calçados. Para evitar a contaminação por meio do solado dos sapatos, a indústria química FCC está investindo em um termoplástico com ação antiviral que pode ser usado pelas calçadistas. O material inibe a ação do vírus quando há contato humano. Filipe Fagundes, gerente de pesquisa e inovação da FCC, acredita que o lançamento vai contribuir com a evolução do setor. “Desenvolvemos a tecnologia para que nossos clientes possam, também, se adaptar ao novo cenário”, aposta.

As máscaras, no entanto, têm sido os produtos mais populares quando se trata de desenvolvimento de biossegurança. Com um investimento de R$ 10 milhões, o Grupo Procomex, de comércio exterior, lançou uma loja online de máscaras. Nela, são comercializadas as máscaras da marca Pradix, que antes eram fornecidas apenas para hospitais.

Grandes marcas como Reebok, Lupo e Adidas também estão comercializando seus modelos de máscara de proteção. Em entrevista ao Meio & Mensagem, na última semana, Carolina Pires, diretora de marketing, produto e vendas da Lupo, falou sobre os planos da marca com a tendência à biossegurança. “A máscara antiviral vai ser um grande apoio à população para achatar a curva. Tão logo se estabilize essa demanda, a gente parte para o lançamento das outras linhas que já estão desenvolvidas”, afirmou, em alusão a novos produtos, além das máscaras, que serão lançados sob a marca Lupo Sports.

Na Adidas, venda das máscaras é revertida em doações (Crédito: Divulgação)

Na Adidas, a cada pacote da máscara de poliéster reciclável vendida a marca realiza uma doação de R$10,00 para o Fundo Global de Resposta ao Coronavírus da Save The Children. Para a empresa, o investimento é um passo rumo à adaptação ao novo cenário global. “À medida que as restrições de distanciamento social ao redor do mundo diminuem e o uso de máscaras é recomendado ou obrigatório em alguns locais, a exemplo do Brasil, desenvolvemos um produto que esteja adequado a essa nova rotina e ajude na sua proteção e daqueles ao seu redor”, afirma Felipe Savone, gerente sênior de marca da Adidas.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/07/17/moda-anticorona-ganha-espaco-nas-redes-e-no-mercado.html

17

Jul

Mercado

Pandemia fecha 39,4% das empresas paralisadas, diz IBGE

A pandemia do novo coronavírus provocou o fechamento de 522,7 mil empresas de um total de 1,3 milhão que encerraram suas atividades, temporária ou definitivamente, na primeira quinzena de junho. Os dados são os primeiros resultados da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas e fazem parte das Estatísticas Experimentais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número representa 39,4% do total e a maioria, 518,4 mil (99,2%) era de pequeno porte, que são as de até 49 empregados; 4,1 mil (0,8%) eram de porte intermediário, as de 50 a 499 empregados; e 110 (0%) de grande porte, que têm mais de 500 empregados. O setor de Serviços foi o mais atingido. Foram 258,5 mil (49,5%), seguido do Comércio com 192,0 mil (36,7%), 38,4 mil (7,4%), da Construção e 33,7 mil (6,4%) da Indústria.

De acordo com o IBGE, a estimativa é de que o país tinha, na primeira quinzena de junho, 4 milhões de empresas. Entre elas 2,7 milhões (67,4%) estavam em funcionamento total ou parcial, 610,3 mil (15%) fechadas temporariamente e 716,4 mil (17,6%) encerradas em definitivo. Ainda conforme a pesquisa, das empresas que encerraram definitivamente suas atividades, independente de motivo, as mais atingidas foram as de menor porte (715,1 mil ou 99,8%). O número cai bastante nas intermediárias (1,2 mil ou 0,2%) e nenhuma era de grande porte. Mais uma vez o setor de serviços alcançou maior proporção (46,7% ou 334,3 mil), seguido pelo comércio (36,5% ou 261,6 mil), pela construção (9,6% ou 68,7 mil) e pela indústria (7,2% ou 51,7 mil).

Em funcionamento
A pesquisa apontou também que 70% da soma de empresas em funcionamento, a pandemia teve impacto negativo, 16,2% relataram efeito foi pequeno ou inexistente e para 13,6% o impacto foi positivo. As empresas de pequeno porte foram as que mais notaram efeitos negativos (70,1%), nas intermediárias ficou em 66,1% e nas de grande porte o percentual chegou a 69,7%. A percepção negativa foi maior no setor de serviços (74,4%), da indústria ficou em 72,9%, da construção atingiu 72,6% e de comércio foram 65,3%.

Vendas
Outro fato registrado pela pesquisa foi a queda nas vendas ou nos serviços comercializados em decorrência da pandemia, que foi indicada por sete em cada dez empresas em funcionamento (70,7%) na primeira quinzena de junho. Segundo o IBGE, esse dado é em relação a março, quando as medidas de isolamento para combater o novo coronavírus estavam no início.

Entrega
Segundo o IBGE, cerca de 32,9% das companhias mudaram o método de entrega de seus produtos ou serviços, e passaram a fazer também serviços online. Do total, 20,1% lançaram ou passaram a comercializar novos produtos e/ou serviços desde o início da pandemia.

Pessoal Ocupado
Se comparado ao início de março, o número de funcionários foi mantido em pouco mais de seis em cada dez empresas em funcionamento (61,2%). No entanto, 34,6% indicaram redução no quadro e as que aumentaram o número de empregados foram apenas 3,8%. Entre as 948,8 mil empresas que reduziram a quantidade de empregados, 37,6% diminuíram em até 25% seu pessoal, 32,4% 3,8% e 29,7% encolheram seu quadro acima de 50%.

Medidas
As empresas realizaram também no período, outras ações. Nove em cada dez empresas (91,1%) fizeram campanhas de informação e prevenção e adotaram medidas extras de higiene nas suas atividades. O trabalho teletrabalho, trabalho remoto e trabalho à distância foi adotado por 38,4% e 35,6% anteciparam férias dos funcionários. Um outro dado observado é que três em cada dez (32,4%) adotaram pelo menos uma medida em relação aos impactos da covid-19 com apoio do governo.

Ainda na comparação, 17,9% informaram que o efeito foi pequeno ou inexistente e 10,6% apontaram aumento nas vendas com a pandemia. Outra vez as companhias de pequeno porte foram as que mais sentiram a queda nas vendas (70,9%), Na sequência são as intermediárias (62,9%) e as de grande porte (58,7%). Entre os setores, as empresas de construção (73,1%) tiveram os maiores impactos, seguidas pelas de serviços (71,9%), as de comércio (70,8%) e as da indústria (65,3%).

Fonte: Agência Brasil

16

Jul

Mercado

Cerca de 64% dos pequenos negócios do RN usam a internet para vender

O tradicional boca a boca ficou em segundo plano em tempos de pandemia. O recurso mais utilizado pelos pequenos negócios para manter as vendas e o funcionamento nesses últimos meses tem sido o meio digital. De acordo com a quinta pesquisa do Sebrae sobre o impacto do novo coronavírus (Covid-19) nas pequenas empresas, 64% dos pequenos negócios do Rio Grande do Norte conseguiram manter ou ampliar as vendas devido a uso das plataformas digitais, como redes sociais, aplicativos ou a web.  

A pesquisa revelou que 50% já usavam esse meio como instrumento para vender, mesmo antes das medidas de restrição de circulação de pessoas. Mas 14% das pequenas empresas pesquisadas no Rio Grande do Norte recorreram às formas digitais para aumentar a carteira de clientes e ampliar as vendas em meio à pandemia. O estudo do Sebrae Nacional ouviu 17,2 milhões de empresários donos de pequenos negócios em todo o país, sendo 162 somente no estado, no mês de junho, com índice de confiança de 95%.  

A empresária Marília Navarro está entre os empreendedores que adotaram essa estratégia. Ela mantém em Natal uma empresa de roupas fitness, a Beatcon, e viu no e-commerce a possibilidade de vender mais além da loja física. A pandemia só serviu para acelerar a estratégia de alcançar outros mercados e ganhar em escalabilidade.  “Com o início da quarentena, no final de março, nós já estávamos preparados com a integração dos sistemas da parte física e online. Então, foi mais fácil focar realmente no online, já que nossa loja física estava fechada”, revela a empreendedora. Mesmo com a pandemia, a marca alcançou clientes em cidades do Nordeste e agora está chegando ao Sudeste.

O segredo foi não pensar na venda propriamente, mas gerar conteúdos que pudessem agregar, de diferentes formas, dando dicas, as mais diversas, desde profissionais, na área de gestão, de como ter produtividade no treinos físicos com diversos profissionais, tanto de funcional, quanto de ioga, beleza e bem estar. Tudo gerado com especialistas. O resultado foi mais que positivo. Agregou valor percebido pelos usuários. 

"Diante do surgimento da pandemia e dos limites impostos pela situação, nós entendemos que as crianças queriam continuar treinando. E que o treino mudou. Foi para dentro de casa. Então, o estilo de roupa também mudou. Nossa cliente procurava mais shorts. Então, como a nossa produção é própria, rapidamente nos adequamos e produzimos vários modelos e cores que agradaram bastante”, explica a empresária.  

A empresa usou site, WhatsApp e Instagram. “Através dessas estratégias, conseguimos crescer bastante nesses canais. Foi um diferencial pra gente e aos poucos fomos expandindo, investindo em influenciadoras, densidades diferentes e isso fez com que nosso e-commerce realmente obtivesse um crescimento. Hoje temos um volume muito grande das nossas vendas através desses canais”, conta Marília Navarro. 

15

Jul

Mercado

Pesquisa revela empecilhos para o acesso ao crédito pelas MPEs

A dificuldade de acesso ao crédito sempre foi uma realidade para o segmento das micro e pequenas empresas, sobretudo em tempos de crise econômica no país. Com o advento da pandemia do novo coronavírus, a situação foi agravada em função dos reflexos da crise sanitária mundial. Uma pesquisa realizada pelo Sebrae no Rio Grande do Norte revelou que 25% do total das 368 empresas da amostra pesquisada tentaram obter um empréstimo bancário desde o início da crise da Covid-19. Destas que recorrem aos agentes financeiros, 24% conseguiram efetivamente o crédito solicitado. A maior parte (70,9%) são micro e pequenas empresas e o restante (29,1%) formado por Microempreendedores Individuais (MEIs).

Elaborada pelo Núcleo de Inteligência de Mercado, da Unidade de Inovação e Negócios do Sebrae-RN, a pesquisa denominada ‘Crédito em Tempos de Pandemia’ será apresentada e analisada numa live que acontecerá nesta quarta-feira (15), às 19 horas, no canal do Youtube do Sebrae-RN. A apresentação será feita pelo diretor técnico do Sebrae-RN, João Hélio Cavalcanti, juntamente com os analistas técnicos da Unidade de Inovação e Negócios da instituição, Paulo Ricardo Bezerra e Ruth Suzana Maia, esta última especialista em crédito.

Na avaliação do diretor superintendente do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto, a pesquisa mostra que um pequeno percentual de empresas buscou crédito e que apenas 24,2% efetivamente tiveram acesso ao crédito, o que comprova a dificuldade histórica da pequena empresa acessar a rede bancária, devido à burocracia, falta de garantia real e tantos outros empecilhos. As últimas pesquisas demonstram, conforme ele constata, que a falta de garantia real não se constitui um grande empecilho para o acesso ao crédito, mas os problemas com as restrições cadastrais. “A falta de garantia deixa de ser um fator preponderante para a concessão do crédito e o cadastro passa a ser o maior inibidor desse acesso”, afirma Melo.

O economista Zeca Melo acredita que, como a pesquisa foi realizada na última semana de junho (25 a 30), neste período a situação havia melhorado de alguma forma. Segundo o diretor do Sebrae-RN, outra evidência importante revelada pela pesquisa é que as empresas melhor estruturadas no aspecto da organização e gestão financeira, têm menos necessidade de recorrer aos agentes financeiros para a obtenção de crédito.

A busca por capital de giro foi a maior demanda dos empresários por recursos financeiros, identificada pela pesquisa, totalizando 74,7% das empresas, seguida da necessidade de dinheiro para o pagamento de salários dos funcionários (27,5%) e para pagar custos fixos (15,4%), comprar produtos ou insumos (13,2%), além de comprar equipamentos ou matéria prima (9,9%). Os agentes financeiros mais procurados pelos tomadores de empréstimos foram a Caixa (41,8%), o Banco do Nordeste (39,6%) e o Banco do Brasil (36,3%).

Esforço e resultado

Além dos 24% que obtiveram crédito com os agentes financeiros, 37,4% revelaram que estão aguardando resposta para os seus pedidos e outros 38,5% já receberam respostas negativas dos bancos.  Os principais motivos apontados pela pesquisa para a não obtenção do crédito foram, desde a taxa de juros considerada muito alta para a capacidade de pagamento (22,9%), passando pela dificuldade de ser atendido ou até mesmo conseguir um contato com o banco (20,0%), até o fato da empresa estar negativada no CADIN/Serasa/SPC (17,1%) e sem condições de oferecer garantias reais ou avalistas (8,6%).

Em relação a situação de endividamento das empresas pesquisadas, a sondagem mostrou que 67,4% das empresas não possuem dívidas, enquanto que 16,8% têm dívidas em atraso e outras 15,8% possuem dívidas, mas que estão com o pagamento em dia. O valor médio dessas dívidas é de aproximadamente R$ 100 mil. Em relação à necessidade de contraírem empréstimos futuramente, 33,7% dos entrevistados vislumbram a possibilidade de buscar recursos com valor médio de R$ 75 mil. No tocante às garantias disponíveis, os tomadores de empréstimo relacionaram imóveis (36,1%), veículos (31,3%) e máquinas e equipamentos (19,6%). Apenas 27% dos empresários informaram não ter qualquer tipo de garantia a oferecer.

Indagados sobre sugestões para a melhoria dos serviços bancários na concessão do crédito, os respondentes da pesquisa recomendaram a redução da burocracia (59,2%), seguida da redução dos juros (47,6%) e a redução das taxas e impostos (23,6%). Também pediram a diminuição da exigência de garantias reais para a concessão dos recursos (17,7%) e das contrapartidas exigidas pelo banco (9,2%), além de maior prazo para pagamento do empréstimo (9,8%).

O diretor superintendente do Sebrae-RN destacou o esforço e o trabalho da instituição para orientar os empresários e empreendedores sobre a questão do crédito. Há dois meses o portal do Sebrae-RN lançou uma landing page específica denominada “Organize suas finanças” https://rn.sebrae.com.br/financas/ que já registrou 11.513 visualizações de página e 6.152 acessos de diferentes pessoas. Além disso, Zeca Melo lembrou conquistas importantes, a partir da articulação do Sebrae-RN para a aprovação do fundo de aval, o FAMPE, para a Agência de Fomento do Estado, visando aumentar a oferta de crédito para as pequenas empresas, e o lançamento do PRONAMPE, ocorrido após o dia 30 de junho, que certamente amenizou a dificuldade de acesso ao crédito por parte dos donos de pequenos negócios estabelecidos no Rio Grande do Norte.

15

Jul

Mercado

Ergonomia: adequar ambiente para home office pode evitar transtornos

Durante a pandemia trabalhar em casa se tornou uma realidade para muitas pessoas. Embora estar em casa possa parecer mais confortável nesse período, a mobília pode ser um grande problema, causadores de dores e má postura que precisam ser regulados para não gerar transtornos mais graves no futuro.

O fisioterapeuta Fábio Akiyama explica que o home office pode ser prejudicial para a coluna quando os equipamentos essenciais não são ergonômicos. “Quando em casa as pessoas podem se acomodar para trabalhar na mesa de jantar ou no sofá, o que não é ideal. Uma cadeira confortável e uma mesa adequada para essa atividade fazem toda a diferença e precisam estar de acordo com a altura de cada pessoa”, relata.

Algumas dicas para o trabalho em casa é que a tela do computador esteja na altura dos olhos, evitando a necessidade de levantar ou abaixar a cabeça, já os pés devem estar em 90º com a base no chão. Para isso não é necessário adquirir inúmeros itens, mas sim adaptar os que já existem, como colocar algum apoio sob os pés ou alguns livros embaixo da tela do computador para que ela alcance os olhos.

O home office também pode trazer consequências no psicológico, como a cobrança de passar o dia em frente ao computador para não perder nenhum momento ou em caso de emergências. Por esse motivo o profissional ressalta a importância de levantar periodicamente para tomar uma água ou alongar o corpo, alterando a posição e evitando dores.

O mesmo vale para as crianças, é fundamental que elas se movimentem e não passem o dia na mesma posição, que pode prejudicar a postura. Nesse caso é interessante procurar por atividades lúdicas, permitindo que as crianças fiquem ativas mesmo com o distanciamento social. Recorrer a remédios no momento em que as dores chegam não é o ideal, já que eles não são efetivos nesse caso.

“Os remédios apenas mascaram as dores. Quando uma pessoa está há tempos sentada em uma cadeira que causa o problema e toma um remédio, o efeito permite que a pessoa continue sentada nessa posição por ainda mais tempo. Aumentando a exposição da pessoa a uma postura inadequada, prejudicando a coluna e o restante do corpo também”, Fábio informa.

Existem diversas formas de fazer com que o ambiente seja adequado, mas o primeiro passo é reconhecer quais são os problemas que estão causando dores e então procurar um profissional que possa ajudar a melhorá-las, além de utilizar a equipamentos ergonômicos.

15

Jul

Mercado

Fecomércio RN, CDL Natal e Sebrae comemoram o sucesso do SOS Protocolos, que visitou mais de duas mil empresas em cinco dias

As entidades do comércio finalizaram na última segunda-feira (13) a primeira etapa do projeto “SOS Protocolos”, trabalho de orientação aos comerciantes sobre a retomada das atividades obedecendo normas de biossegurança. Ao longo de cinco dias um grupo de aproximadamente 30 orientadores capacitados pelo Sebrae RN visitou os principais centros comerciais da capital potiguar explicando e tirando dúvidas sobre os protocolos de segurança que compõem o Plano de Retomada Gradual da Atividade Econômica.

Foram visitadas mais de duas mil empresas. As equipes passaram pelo Alecrim, Centro da Cidade, Zona Norte, Cidade da Esperança, Tirol, Petrópolis, Lagoa Seca e Lagoa Nova.  A primeira etapa foi concluída, mas um novo ciclo de visitas está sendo programado para outros centros comerciais de Natal, segundo informa o presidente da CDL Natal, José Lucena.

“Ficamos satisfeitos com essa primeira fase do trabalho. Fomos muito bem recebidos pelos comerciantes. Realizamos um grande serviço, e não só para os lojistas, mas para a população. Tirando dúvidas e orientando. Percebemos que devemos continuar à medida que a retomada das atividades for avançando. Em breve informaremos novas datas e locais das ações”, afirmou Lucena.

O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, também destacou a receptividade e a assertividade da iniciativa. “Eu fiz questão de participar de algumas etapas desta primeira fase e ouvi de muitos comerciantes elogios entusiasmados ao projeto, que serviu como um balizador para a retomada com a devida cautela e com toda a responsabilidade. Tudo isso é fundamental para que possamos ratificar cada passo na abertura da economia”, diz Queiroz.

A retomada das atividades comerciais foi iniciada no dia 1º de julho. Desde então o setor produtivo vem fazendo esse trabalho junto aos comerciantes e assim colaborando para a retomada responsável e segura por parte de todos.

O SOS Protocolos é uma realização da CDL Natal, Fecomércio RN e Sebrae RN, que conta com o apoio da Associação Comercial do RN, Facern, Aeba, Viva o Centro, Fiern e Fetronor. A ação, é um suporte aos empresários nesse novo cenário.

O setor produtivo sabe de sua responsabilidade em relação ao cumprimento dos protocolos e de evitar aglomerações como medidas preventivas para a contaminação pelo novo Coronavírus, bem como a importância de seguir à risca o plano de reabertura gradual.

14

Jul

Mercado

Marcas se adaptam para atender ao novo perfil do consumidor

O perfil dos consumidores mudou, em todo mundo, com a pandemia. E esses novos modos de consumo e comportamento tendem a permanecer: é o que acreditam tanto empresas, quanto especialistas. Uma pessoa leva em torno de 66 dias para adotar um hábito como parte de sua rotina, segundo o psicólogo de consumo Paul Marsden, da Universidade de Artes de Londres. E, de acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), 70% dos consumidores vão continuar comprando pela internet a partir de agora. 

Para Sarlyane Braga, professora da Faculdade Estácio de Natal, especialista nas áreas da inovação, finanças e empreendedorismo, “em um cenário de pandemia, que provoca modificações e oscilações econômicas, é fundamental que as empresas reorganizem suas estruturas para sobreviverem ao que o mercado propõe. É importante considerar o novo perfil de consumidores que está surgindo, adeptos ao consumo virtual. E as organizações, sobretudo as mais tradicionais, devem acompanhar essas modificações de consumo”, afirma. 

Muitas empresas já vêm proporcionando novas experiências de consumo. A Ancar Ivanhoe, administradora de shoppings centers, entre eles o Natal Shopping, vem implantando em sua rede iniciativas que visam à adequação a essas experiências. Com o isolamento social, o Natal shopping passou a oferecer serviços de drive-thru, delivery e, mais recentemente, implementou o sistema “Retire Aqui” - e-lockers, para compras online e retirada no shopping. 

Trata-se de uma iniciativa inédita no mercado do varejo potiguar. São armários inteligentes de autoatendimento, cujo serviço funciona da seguinte forma: o cliente entra em contato online com a loja, efetua a compra e opta por retirar o produto nos e-lockers instalados na área do estacionamento G1 do shopping. Para ter acesso, basta usar o QR Code disponibilizado pela marca para destrancar a gaveta e receber a compra em um prazo de até 72 horas. É um sistema que vai seguir funcionando no pós pandemia.

Para Marcela Fernandes, gerente da Cia Marítima do Natal Shopping, “a liberdade, segurança e praticidade que essa ferramenta de venda oferece a lojistas e clientes é uma experiência incrível. Não tenho dúvidas de que é mais um serviço que veio para acrescentar. Tudo funciona de forma prática, sem burocracia, e acredito que logo logo estará engajado com os consumidores”, afirma.

Essas  ações fazem parte da estratégia de transformar os shoppings em plataformas de venda multicanais que possibilitam aos clientes novas experiências online e offline. “Acreditamos que o comportamento de consumo da população sofrerá uma grande transformação após o período de isolamento. Não só pela procura de produtos, mas também pelos canais de consumo. A transformação digital virou uma realidade e precisamos acelerar os projetos de inovação da empresa para atender aos nossos clientes com toda a segurança e qualidade que eles já estão acostumados”, analisa Diego Marcondes, head de Marketing da Ancar Ivanhoe. 

Para ele, a omnicanalidade é um caminho sem volta. “Os shoppings e o varejo como um todo agora precisam atender a uma nova demanda que começa a surgir. Nosso papel enquanto plataforma é oferecer uma rede de apoio aos nossos operadores nesse processo e oferecer ao consumidor cada vez mais opções de entrega de produtos para atender às suas necessidades”, explica.

14

Jul

Mercado

Repis possibilita adoção de piso salarial diferenciado, favorece redução de custos e permite manutenção de empregos em meio à crise econômica

Diante da crise econômica causada pela pandemia do novo Coronavírus, onde os setores de Comércio, Serviços e Turismo passa por um período de adaptação, o Regime Especial de Piso Salarial (Repis) surge como um importante aliado para auxiliar os Microempreendedores Individuais (MEI), as Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) a atravessarem esse momento.

O objetivo do Repis é dar tratamento diferenciado e favorecido às empresas que se enquadrem na Lei Complementar nº 123/2006, que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, com as alterações previstas na Lei Complementar nº 128/2008. Ele está previsto nas Convenções Coletivas de Trabalho – CCT 2020/2021, celebradas pelas categorias econômicas representadas pelos Sindicatos filiados à Fecomércio RN.

A principal vantagem em adotar o Regime Especial de Piso Salarial é a possibilidade de praticar valores de pisos salariais diferenciados, inferiores aos das demais empresas, o que resulta em redução de custos e permite a manutenção de empregos. Além disso, as empresas que aderem ao Repis têm simplificadas outras obrigações decorrentes das normas coletivas celebradas entres os sindicatos.

Como aderir

As empresas interessadas em aderir ou renovar o Repis devem solicitar, por meio do site da Fecomércio RN, a expedição do Certificado de Adesão ao Repis, mediante o cumprimento das normas estabelecidas nas Convenções Coletivas de Trabalho.

Para isso, basta acessar fecomerciorn.com.br, clicar no banner do Repis, preencher o formulário eletrônico com os dados da empresa e anexar a documentação exigida. O requerimento deverá conter as seguintes informações:

- Razão social;

- Endereço completo;

- Número de Inscrição no CNPJ;

- Número de Inscrição no Registro de Empresas - NIRE;

- Capital Social Registrado na Junta Comercial do Estado;

- Faturamento Anual;

- Número de Empregados;

- Código Nacional de Atividades Econômicas – CNAE da atividade principal da empresa;

- Identificação dos Sócios, com nomes, inscrições no CPF e suas participações no capital da empresa;

- Contabilistas responsáveis, com respectivos registros no Conselho Regional de Contabilidade – CRC.

Como saber se você pode se enquadrar como MEI ou sua empresa é ME ou EPP

Para saber em que categoria pode se enquadrar, verifique o valor do faturamento anual, conforme indicação abaixo:

MEI* – Faturamento anual de até R$ 81 mil e restrita a algumas atividades;

ME – Faturamento anual de até R$ 360 mil;

EPP – Faturamento anual de entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

(*) O Empreendedor deve verificar os critérios exigidos para se enquadrar como MEI e se cadastrar.

14

Jul

Mercado

Prefeitura do Natal promove lives sobre Inovação e Empreendedorismo no pós-Covid-19

“Inovação e Empreendedorismo no pós-Covid-19: o que mudará em Natal?”, é o título da programação de lives que a Prefeitura Municipal do Natal, por intermédio da Secretaria Municipal de Planejamento - Sempla e da Secretaria Municipal de Comunicação - Secom, passa a desenvolver a partir deste mês de julho no seu canal do YouTube.

A primeira live acontece na quinta-feira (16), com o tema “Inovando e empreendendo no ‘novo normal’: lições e desafios”. Participarão como palestrantes/debatedores, Manoel Veras, professor doutor universitário, consultor para empresas e instituições públicas e especialista em Tecnologia da Informação, e David Gois, graduado em Administração e Turismo. Gestor de Negócios Internacionais. Especialista em gestão de pequenos negócios. Gerente da Unidade de Inovação e Negócios do SEBRAE/RN.  A mediação será do secretário municipal de Planejamento, Alexsandro Ferreira.

A programação de lives tem por objetivo debater temáticas nas áreas de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo no contexto atual, impactado pela pandemia da Covid-19. Para isso, contará com a participação de nomes de referência do setor público, da iniciativa privada e do terceiro setor.

“A ideia é que os debates/bate-papos ocorram ao vivo por meio do canal do YouTube da Prefeitura do Natal, criando uma produtiva conexão com o público interessado, no sentido de elucidar posicionamentos e contribuir para a tomada de decisões estratégicas, efetivas e urgentes relativas às demandas advindas dessa nova realidade que vivemos”, ressalta o Secretário de Planejamento.

As lives terão duração máxima de 1h, ocorrendo sempre às quintas-feiras, das 15h às 16h, com um mediador e, no máximo, dois convidados, com todos participando de modo remoto. Cada convidado terá 15 minutos para discorrer sobre o tema, ficando o restante do tempo para perguntas a serem realizadas pelo mediador, provocando um bate-papo didático, democrático e agregador.

Na sequência, a programação de lives apresentará os temas: “Dialogando sobre a Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD: o que muda?”, no dia 23/07; “Inserção online e o futuro do mercado cultural”, dia 30/07; “Como os Parques Tecnológicos podem contribuir para o desenvolvimento de empresas e de cidades?”, em 06/08; e “Transformação digital para o MEI - Marketing ‘Inteligente’ “, no dia 12/08.
 

13

Jul

Mercado

Nalva Lopes Hairdresser: salão adota protocolo rígido para garantir proteção aos clientes

Na chegada, tapete higienizante, álcool gel nas mãos, temperatura verificada por termômetro à distância. Essa é a nova rotina na recepção para quem agenda um horário para cuidar da beleza em um dos salões mais tradicionais da cidade, o Nalva Lopes Hairdresser. A rotina foi adaptada para garantir o atendimento com toda a segurança aos clientes, prioridade máxima com a reabertura das atividades econômicas.

Mas os cuidados não param por aí. O salão segue um protocolo rígido e que vem se tornando referência no setor, com outras medidas para espantar o risco de contaminação pelo novo coronavírus. “Depois de desinfectar os calçados e as mãos, nossa cliente recebe uma sacola plástica onde guarda a bolsa e em seguida vai para uma cadeira que foi totalmente higienizada para ela”, explica Nalva Lopes. “Nossos profissionais estão treinados e certificados em cursos específicos de segurança sanitária e tudo está sendo cuidadosamente controlado para que nossos clientes se sintam seguros e acolhidos”.

A partir de agora, cada cliente é atendido por um profissional de cada vez e a equipe está usando Equipamentos de Proteção Individual.  O uso de máscaras para quem frequenta o salão é obrigatório, as cadeiras obedecem a uma distância mínima de 1,5 m umas das outras e os atendimentos estão acontecendo somente por agendamento, para controlar o fluxo de pessoas. Todo o material utilizado é esterilizado a cada novo cliente e o ambiente está arejado, com portas e janelas abertas para garantir conforto e a circulação natural do ar.

Seguir e respeitar as exigências sanitárias proporciona um ambiente saudável para que, aos poucos, as pessoas possam se adaptar ao chamado “novo normal”. Uma reportagem publicada este fim de semana pelo portal UOL ouviu oito médicos e a maioria deles apontou a ida ao salão de beleza como uma das atividades mais seguras de serem retomadas neste primeiro momento, ao se comparar com outras rotinas. Mas é preciso ficar atento aos estabelecimentos que estão seguindo os protocolos exigidos. “Nosso compromisso é atender aos nossos clientes com a qualidade de sempre e garantir a eles e aos nossos colaboradores um espaço saudável, que todos possam frequentar com tranquilidade, seguindo todas as normas de saúde”, afirma Nalva Lopes. 

11

Jul

Mercado

7 dicas para prosperar o seu negócio em momentos desafiadores

Para ajudar os pequenos empresários moradores da Smart City Laguna, Susanna Marchionni, cofundadora e CEO do Grupo Planet no Brasil, listou sete dicas para quem precisa inovar no seu negócio em momentos desafiadores. 

Susanna é a CEO da Planet Smart City no Brasil e cofundou a empresa em 2015, ao lado de Giovanni Savio, CEO Global. Ela tem 25 anos de experiência no setor imobiliário e é a força motriz da empresa no Brasil, liderando a disseminação do conceito de cidade inteligente inclusiva no país. Susanna é responsável pela expansão da empresa no Brasil nos próximos anos. 

Aposte no digital! Uma boa estratégia de presença digital fará toda a diferença neste momento de crise. Adeque o seu negócio para o universo on-line, implemente vendas por aplicativos e disponibilize o serviço de delivery - se aplicável ao seu ramo. Podemos citar algum tipo de apoio que estamos dando aos negócios? Estamos facilitando algo no nosso App para eles? Como o App está contribuindo? Exemplos práticos seriam super importantes. 

Adeque sua equipe à nova demanda. Você pode dar férias antecipadas, usar banco de horas ou até reduzir a jornada de trabalho e usar o benefício de ter parte da renda sendo bancada pelo governo. Tudo para não ter equipe ociosa e evitar demissões.

Postergue o pagamento de tributos federais relativos ao Simples Nacional, aproveitando os benefícios oferecidos pelo Governo Nacional.

Renegocie os seus contratos. Converse com cada um dos seus fornecedores, e negocie valores reduzidos durante alguns meses. Isso trará fôlego para atravessar o período.

Crie a opção de compra antecipada, o famoso “voucher”. O cliente compra agora, para usar no futuro. Esse tipo de venda pode também ser usado para as pessoas presentearem amigos ou familiares.

Caso necessário, buscar crédito barato. Existe uma grande oferta de empréstimos com juros baixos no momento.

Invista em especialização. Aproveite o tempo em casa, para se dedicar aos cursos on-line e aprender novas estratégias. Podemos dizer que estamos ajudando em algo? 

 

10

Jul

Mercado

Galaxy A51 é o smartphone mais buscado pelo segundo mês no Zoom

O Galaxy A51 foi o celular mais buscado em junho de 2020 no Zoom, ocupando o topo do ranking pelo segundo mês consecutivo. O smartphone da Samsung se destaca pela boa ficha técnica, design moderno e preço baixo no varejo online.

Ana Marques, especialista na categoria Celulares do Zoom, comenta que o consumidor está em busca de uma boa performance, mas também está em busca de preços acessíveis. “Com a alta do dólar e aumento do preço de eletrônicos no Brasil, o ranking de junho também retrata a jornada do consumidor em busca de economia e, por isso, alguns modelos mais básicos acabam aparecendo.”

Aparelhos que custam menos de R$ 1 mil estão na lista, como é o caso do LG K40s, do Galaxy A21s e do Moto G8 Play. Do outro lado da tabela de preços está o iPhone 11, que é único smartphone com valor médio acima de R$ 2 mil.

Levantamento do Zoom, site e app comparador de preços e produtos, sobre os smartphones mais buscados em junho:

Os 10 celulares mais buscados em junho de 2020

Modelo

Menor preço (de 01 a 30 de junho)

1

Samsung Galaxy A51

R$ 1.499

2

Xiaomi Redmi Note 8

R$ 1.099,99

3

Samsung Galaxy A30s

R$ 1.139,90

4

Samsung Galaxy A71

R$ 1.899

5

Motorola Moto G8 Plus

R$ 1.292,70

6

LG K40S

R$ 726,75

7

Apple iPhone 11

R$ 3.959,10

8

Motorola Moto G8 Play

R$ 879

9

Samsung Galaxy A20s

R$ 944,10

10

Motorola Moto G8 Power

R$ 1.294,56

*Lembrando que os preços podem sofrer alterações já que a busca é dinâmica e acompanha a variação de preços dos próprios varejistas.

** O levantamento considera os smartphones mais buscados de 01 a 30 de junho de 2020

***Para coletar o preço mínimo dos smartphones desta lista, o Zoom utilizou sua base de dados com os valores praticados entre os dias 01 a 30 de junho de 2020. Os preços estão sujeitos à alteração mediante disponibilidade no mercado.

Sobre o Zoom

O Zoom é uma plataforma de comércio eletrônico que conecta consumidores e lojas confiáveis. Através do site e do aplicativo, com 100 milhões de usuários mensais, o Zoom oferece um serviço completo para ajudar os consumidores a tomar a melhor decisão no processo de compra. Desde conteúdo informativo sobre os produtos à venda a serviços de apoio à compra, como o histórico e alerta de preços, que informam ao usuário o melhor momento de comprar um produto. São mais de 16 milhões de ofertas de 600 lojas confiáveis que passam por um rigoroso controle para serem credenciadas. Além disso, o serviço gratuito Zoom Garante devolve o dinheiro do consumidor caso haja um problema em compras feitas através da plataforma. Lançado em novembro de 2011, o Zoom é uma investida da Mosaico, empresa de investimentos especializada em tecnologia. Para mais informações acesse www.zoom.com.br, baixe o aplicativo do Zoom disponível para Android e iOS e confira o programa “Dando um Zoom” no canal do YouTube do Zoom: youtube.com/deumzoom

10

Jul

Mercado

IBGE pesquisa impacto da pandemia nas empresas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou ontem (9) a realização da Pesquisa Pulso-Empresa, que avaliou o impacto da pandemia da covid-19 nas empresas. Serão feitos, a princípio, cinco ciclos de levantamento de dados para verificar como os empresários do país estão sendo afetados pelas restrições impostas pelo novo coronavírus (covid-19) e como reagem à situação.

A primeira divulgação da pesquisa será na próxima quinta-feira (16) e trará os dados levantados entre 15 e 30 de junho, com comparações entre a primeira quinzena de junho e o período anterior ao início da pandemia no Brasil, em 11 de março. Os demais ciclos, previstos para serem realizados de forma quinzenal até agosto, trarão comparações com a quinzena imediatamente anterior ao levantamento dos dados.

O questionário foi aplicado por telefone e integra o conjunto das Estatísticas Experimentais do IBGE, já que o modelo ainda está em fase de teste e avaliação. Nesse primeiro levantamento, foram entrevistadas cerca de 2 mil empresas em todas as regiões do país, sendo 14% no Norte, 18% no Nordeste, 22% no Sudeste, 25% no Sul e 20% do Centro-Oeste.

Quanto ao tamanho, 52% são pequenas, com até 49 empregados; 33% têm de 50 a 499 trabalhadores e 15% são empresas grandes, com mais de 500 pessoas empregadas. Foram abrangidos no levantamento empresas das atividades econômicas da indústria, da construção, do comércio e de serviços.

O coordenador da pesquisa, Flávio Magheli, disse que o objetivo do estudo é acompanhar e avaliar a evolução e a incidência de alguns efeitos da pandemia sobre um conjunto diversificado de empresas.

“Nós temos o interesse de ter uma pesquisa rápida, em que a gente procura investigar empresas de diferentes tamanhos e espalhadas pelo território, entramos em contato por telefone, para ter uma percepção rápida sobre determinada temática. No nosso caso a intensidade do impacto sobre alguns temas”.

A pesquisa vai trazer dados sobre a intensidade do impacto da pandemia nas vendas e nas condições de produção ou atendimento aos clientes, bem como indicadores sobre o acesso aos fornecedores e a capacidade de fazer os pagamentos de rotina. Trará também dados como alterações no quadro de funcionários, posicionamento diante das medidas emergenciais do governo e a utilização de linha de crédito.

Fonte: Agência Brasil