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26

Jul

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Google impulsiona e-commerce para competir com Amazon

O Google lançou nesta quinta-feira, 23, uma iniciativa para fazer frente à Amazon na disputa pela atenção dos consumidores de marketplaces. A proposta da companhia é se tornar, nos Estados Unidos, a primeira plataforma a qual as pessoas recorrem quando querem pesquisar um produto ou uma marca na internet.

O Google declarou que irá eliminar as taxas cobradas aos varejistas ao permitir que os usuários comprem produtos online diretamente no Google Shopping. Esse movimento é um dos mais recentes feitos pela empresa para se mostrar mais atrativa (e mais barata) aos varejistas e anunciantes que desejam expor seus produtos e ofertas no buscador.

Embora seja o número 1 em termos de busca em todo o mundo, o Google quer ampliar sua participação na rotina dos consumidores dos Estados Unidos. De acordo com pesquisa feita no ano passado pela CivicScience, metade dos estadunidenses declaram que, que quando começam a buscar algum produto ou serviço na internet, consultam primeiramente à plataforma da Amazon. Nessa pesquisa, apenas 22% das pessoas declarou que o Google é o seu ponto de partida na hora de pesquisar itens de compras.

Embora o Google Shopping já exista há alguns anos, apenas recentemente a companhia começou a tomar medidas para tornar a ferramenta mais atrativa aos anunciantes. Até então, para listar seus produtos na plataforma que permitia a compra direta, os anunciantes tinham que pagar taxas que, algumas vezes, alcançavam até 12% do valor do produto. Agora, a companhia abre mão dessas cobranças e já começa a listar produtos de forma gratuita.

Em termos de volume, no entanto, o Google Shopping ainda está muito longe de alcançar as dimensões da Amazon. A plataforma de compras do buscador tinha 3700 lojas cadastradas no final de 2019 – algo bem distante dos mais de 3 milhões de vendedores ativos cadastrados na Amazon na época, segundo dados da Marketplace Pulse.

Essa iniciativa do Google em impulsionar os negócios no Google Shopping acontece em um momento em que a Amazon começa a ser questionada justamente pelas taxas cobradas dos anunciantes e empresas que negociam em sua plataforma. Até 40% de cada dólar em vendas gerado pelos anunciantes da Amazon pode ficar com a plataforma, seja com a cobrança de taxas de armazenamento ou para impulsionar as empresas no marketplaces.

De acordo com Bill Ready, presidente do Google Commerce, a empresa está empenhada em acelerar a divisão de vendas online por conta do aumento da demanda gerada com a pandeia da Covid-19, que fez com que muitas empresas tivessem apenas a internet como um canal para levar seus produtos e serviços aos consumidores. Os usuários do Google já possuem, inclusive, ferramentas e filtros para selecionar comércios e pontos de venda locais e em suas proximidades ao fazer buscas.

Ready não comentou diretamente a respeito da concorrência com a Amazon, mas declarou que a proposta do Google é tornar os negócios online mais fáceis e mais rentáveis para os vendedores. A empresa também anunciou uma integração com a Shopify Inc. e com a PayPal Holdings Inc para ajudar seus anunciantes a gerenciarem os estoques e comercializá-los diretamente no Google.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/24/google-impulsiona-e-commerce-para-competir-com-amazon.html 

26

Jul

Mercado

Pesquisa mostra que 77% reprovam retorno dos campeonatos de futebol no Brasil

Mesmo diante da curva crescente de casos e com 75 mil mortes pela COVID-19 no país, os estados do Rio de Janeiro e São Paulo organizaram o retorno de seus campeonatos estaduais de futebol, marcando a volta do esporte no Brasil após mais de três meses de paralisação. Para os entrevistados em uma pesquisa da Toluna, a volta da competição aconteceu muito cedo e passa a mensagem de descuido dos governos com a população.

Entre os dias 7 a 10 de julho, a Toluna, fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda, entrevistou 634 pessoas de todas as regiões do Brasil. A maioria dos consultados (77%) considera a volta dos Campeonatos Carioca, no dia 18 de junho, ocorreu cedo demais, e que os organizadores deveriam esperar mais tempo para o retorno das atividades. Com relação ao Campeonato Paulista, que reestreia no dia 22 de julho, a reprovação é de 68%.

A realização de jogos com presença das torcidas nos estádios apresenta uma rejeição ainda maior: 86% dos entrevistados é contra a medida. Entre os torcedores que têm o hábito de frequentar estádios, 58% responderam que não irão ao campo este ano; já 18% desse universo afirma que voltará a comprar seu ingresso assim que a medida for autorizada.

A agenda dos campeonatos também é motivo de preocupação, já que alguns estaduais ainda estarão em andamento quando o Brasileirão e a Copa do Brasil voltarem. Na opinião de 51% dos entrevistados, os torneios estaduais deveriam ser cancelados para priorizar competições nacionais. 

Entre as medidas de prevenção contra a transmissão do novo coronavírus, o maior apoio vai para jogos sem torcidas nos estádios (79%); na sequência aparece a realização de testes e isolamento de atletas (52%); testes em todos os profissionais envolvidos nos eventos (46%); e proibição de contato físico na comemoração dos gols (44%).

Essa pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 10 de julho, com 634 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 4.500 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3 pontos percentuais de margem de erro e 95% de margem de confiança.

Link para a pesquisa completa: http://tolu.na/l/Fw5d7B2K 

24

Jul

Mercado

IBGE: desocupação cresce e atinge 190 mil pessoas no Rio Grande do Norte em junho

A taxa de desocupação chegou a 13,8% em junho no Rio Grande do Norte. Isso corresponde 190 mil pessoas em busca de trabalho. Em maio, a taxa estava em 12,3%, o que representava 173 mil pessoas nessa condição. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD COVID19, de junho, e foram divulgados ontem (23) pelo IBGE.

Além das pessoas desocupadas, sem trabalho formal ou informal e que tomaram medida efetiva para conseguir retornar ao mercado, outro grupo merece atenção em tempos de isolamento social. As pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade. Em junho, 449 mil potiguares estavam nessa situação. O grupo não pode ser considerado desocupado porque essas pessoas não tomaram medidas efetivas para conseguir um trabalho, embora tivessem disposição para isso.

Somados os desocupados e “pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade”, são 639 mil pessoas subutilizadas no RN. Com a flexibilização gradual do isolamento, essas pessoas podem retornar a busca por trabalho nos próximos meses e aumentar a taxa de desocupação.

Diminui afastamento do trabalho por distanciamento social

O número de pessoas ocupadas e afastadas do trabalho em razão do distanciamento social diminuiu. Em junho, 19,6% da população ocupada estava afastada, o que equivale a 232 mil pessoas. No mês anterior, 22% dos ocupados estavam nessa condição, o que correspondia 272 mil trabalhadores potiguares.

23

Jul

Mercado

Cabo Telecom reabre loja em novo espaço no bairro Alecrim

A Cabo Telecom reabriu, nesta terça-feira (21), sua loja do bairro do Alecrim, coração do comércio potiguar, em um novo endereço. A estrutura foi pensada com o objetivo de atender melhor os clientes, oferecendo mais conforto e acessibilidade. O novo espaço está localizado na Galeria Via Alecrim, em frente ao Shopping 10, e segue todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (ONU) e dos decretos estaduais e municipais sobre os cuidados de biossegurança tanto para clientes, como para os colaboradores. 

Cuidados que são replicados nas demais unidades de atendimento presencial: em Candelária, na Zona Norte e na cidade de Parnamirim, que também são pontos de venda dos produtos Cabo Telecom. Todas as lojas dispõem de álcool em gel para a higienização das mãos em todas as suas dependências e os atendentes estão orientados a manter o distanciamento e evitar contato físico com os clientes. 

O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h, e aos sábados, das 9h às 13h. 

23

Jul

Mercado

Pesquisa: consumidores que compraram alimentos pela internet chegam a 53%

Uma pesquisa feita em 36 países mostra que no Brasil 53,4% dos consumidores compraram alimentos pela internet em 2019 e 50,3% optaram por serviços online de entrega dos produtos. 

Segundo o estudo Global Consumer Insights Survey 2020, da empresa PwC, com o isolamento social causado pela pandemia, 35% dos consumidores estão comprando alimentos pelos canais online e 86% planejam continuar assim após o final das medidas de isolamento social.

Entre os millenials ( nascidos após o início da década de 1980 até o final do século 20), 59% - e 57% desse grupo entre os que têm filhos - mostram um foco maior em seu bem-estar do que em outros grupos. 

Quanto aos cuidados pessoais, 51% dos consumidores residentes em áreas urbanas concordam que estão mais focados em cuidar do seu bem-estar e de sua saúde física e mental como resultado da covid-19. 

Os moradores de áreas urbanas, consultados após o início da pandemia, consideraram a proteção e a saúde tão importantes para sua qualidade de vida quanto as perspectivas de emprego (49% e 45%, respectivamente) em comparação com 45% no emprego.

Para realizar a pesquisa foram entrevistados 1.002 consumidores no país e o resultado mostra a tendência de mudança do comportamento do consumidor que já estava em curso antes da pandemia e se intensificou com a chegada da covid-19 ao Brasil. 

Hábitos e comportamentos
Segundo a PwC, o estudo foi produzido a partir de dados coletados antes e durante a pandemia e pretende analisar os hábitos e comportamentos de compra do consumidor residente em áreas urbanas e como a interrupção das atividades forçou a aceleração de um modo de vida mais digital, gerando uma nova era no consumo e afetando seus costumes em todos os aspectos da vida.

Em relação aos itens não alimentícios, antes do novo coronavírus as compras nas lojas físicas ainda eram dominantes (47%) em comparação com as compras online, por meio de telefones celulares (30%), computadores (28%) e assistentes de voz inteligentes (15%). Desde então, essas compras tiveram um aumento substancial (celulares 45%; computadores 41%e tablets 33%).

De acordo com os dados da primeira fase do estudo, antes da pandemia, 10,3% dos consumidores disseram fazer compras pela internet diariamente, enquanto 19,9% faziam uma vez por semana e 31,2% uma vez por mês. 

Outros 32,3% realizam compras online algumas vezes por ano, 4% uma vez por ano e 2,3% nunca compraram pela internet. O equipamento mais utilizado para essas compras é o computador (33,9%), seguido do smartphone (31,6%), tablet (18,4%) e assistentes de voz (13,5%).

Lojas físicas
Ainda assim, uma parte ainda prefere ir até uma loja física para a compra porque prefere experimentar o item (43,3%) e por perceber a atividade como um passatempo agradável (36,2%) ou por gostar do aspecto social de visitar a loja (24,9%). A proximidade da loja com o bairro onde o consumidor reside foi um fator influente para a compra pessoalmente para 34,7% dos entrevistados.

“Embora certas tendências estejam em alta há algum tempo, nossa pesquisa mostra que a pandemia aumentou o desejo dos consumidores por transparência, sustentabilidade e conveniência. As empresas mais recompensadas nesse cenário atual são as que estabeleceram a confiança com o consumidor, investiram em uma jornada de compra de ponta a ponta, sem problemas e sem atritos, e priorizaram a saúde e a segurança dos consumidores”, disse o sócio da PwC Brasil, Carlos Coutinho.   

Fonte: Agência Brasil

22

Jul

Mercado

InovAtiva Brasil vai selecionar até 160 startups para o segundo ciclo

Os empreendedores digitais interessados em acelerar o negócio já podem se inscrever para o segundo ciclo do ano do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina que promove dois ciclos de capacitação, conexão e visibilidade para negócios inovadores de todo o Brasil. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 3 de agosto. Serão selecionadas até 160 startups para esse ciclo. A primeira edição de 2020 já foi realizada e se encerra em 27 de julho. Podem participar da iniciativa empresas tecnológicas com faturamento inferior a R$ 4,8 milhões no último ano contábil. As inscrições são feitas pelo site https://www.inovativabrasil.com.br/.

Para participar, as startups devem apresentar registro CNPJ, desenvolver produtos ou serviços inovadores e estar em estágio de operação e tração, com as primeiras vendas já realizadas, ou uma crescente base de usuários, e que estejam em busca de conexão com o mercado e investidores.

Cada uma das inscritas passará por duas etapas de triagem. Na primeira, serão analisadas por três avaliadores com base em quatro dimensões: Grau de Inovação, Grau de Maturidade da Empresa, Maturidade da Solução e Equipe. As startups pré-selecionadas nesta primeira fase passarão por uma entrevista individual e online, de caráter eliminatório, e a decisão final da seleção ficará a cargo do Comitê Gestor do InovAtiva Brasil.

A aceleração do InovAtiva Brasil é realizada de forma totalmente online, o que viabiliza a participação de startups de todo o Brasil, sem necessidade de deslocamento ou realocação para realização das atividades.

Ciclo de aceleração

Por meio de mentorias, treinamentos, conexões e capacitações online, o InovAtiva Brasil tem o intuito de ajudar os empreendedores a crescerem e impactarem cada vez mais a sociedade. Ao final, durante o InovAtiva Experience, evento de encerramento do ciclo de aceleração, os participantes têm a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores, aceleradoras, mentores e fundos de investimento.

Durante seus sete anos de existência, o programa ajudou milhares de startupeiros em suas conquistas, seja de forma a dar um espaço para que eles se apresentassem àqueles que viriam a se tornar seus investidores ou mostrando um caminho mais vantajoso para a empresa.

Além disso, o InovAtiva Brasil oferece uma série de benefícios a todos que concluírem as atividades obrigatórias, tais como descontos exclusivos, oportunidade de participação em eventos de relevância para a área de atuação da empresa e até mesmo o suporte da equipe organizadora mesmo após o término da aceleração.

Sobre o InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é um programa gratuito para aceleração de negócios inovadores de qualquer setor e região do Brasil, realizado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). O programa oferece mentorias, visibilidade às startups e conexão com investidores, grandes empresas e parceiros. Entre 2013 e 2019, mais de 2000 startups de todas as regiões do Brasil participaram do programa e mais de 1000 delas chegaram à fase de apresentar suas soluções em bancas presenciais com investidores. 

22

Jul

Mercado

Estudo: crise fez 19% das pequenas empresas do RN remodelarem a operação

Em muito tempo, uma categoria profissional não havia ganhado importância tão rapidamente quanto a dos entregadores com o advento da pandemia. As motocicletas com baús e até bicicletas invadiram as ruas semidesertas das cidades urbanas e garantiram a sobrevivência de muitos pequenos negócios, diante das medidas restritivas à circulação e aglomeração de pessoas.

Uma pesquisa feita pelo Sebrae revelou que 19% das pequenas empresas do Rio Grande do Norte tiveram que remodelar o negócio para vender em meio à crise e outros 19% recorreram à internet, redes sociais e aplicativos para não ter de fechar ou ter perdas maiores de faturamento. E para esses planos terem sido efetivados, o sistema de entrega foi decisivo e a tendência é de continuar em alta pelos próximos meses. 

"O delivery é uma realidade para o mundo. E para o mercado brasileiro, esse serviço criou muita força nesse momento da pandemia porque dá a possibilidade de se fazer compras sem sair de casa. E isso tornou-se essencial para a população”, analisa a analista técnica da Unidade de Inovação e Negócios do Sebrae-RN, Daniela Tinoco.

A especialista repassa o real significado do procedimento de delivery, que é trazer agilidade, comodidade e satisfação para quem compra. "Isso pode ser pensado pela empresa como um diferencial competitivo. Mas, inicialmente, é bom ter um planejamento para cada processo interno, de modo a atender à contento”, orienta.

Outra recomendação é definir os canais de comunicação, do pessoal de atendimento e encaminhamento do pedido até a entrega na casa do cliente. “São atividades que precisam ser bem planejadas para que realmente saiam dentro da conformidade.  É preciso ainda possibilitar várias formas de pagamento para o cliente ter a opção de escolher, inclusive aqueles pagamentos eletrônicos por transferência, que são uma excelente opção para evitar contato físico com as maquinetas de cartões ou com dinheiro em espécie”, complementa Daniela.  

Na avaliação de Daniela Tinoco, deixar o cliente esperando por muito tempo é a questá que lidera o ranking de erros comuns das empresas que adotam esse sistema e que podem levar ao insucesso. A demora para ser atendido via telefone ou aplicativo de mensagens e até mesmo para entregar a mercadoria é uma dos maiores motivos de queixas da clintela. “Muitos clientes hoje deixam de realizar compras em lugares que demoram muito”, adverte.  

A analista técnica do Sebrae-RN lembra também de outro aspecto importante: como o produto chega até o cliente? As embalagens vendem bem a empresa. Aquelas inadequadas para os produtos, que ficam mal acondicionados e acabam vazando ou não mantendo a temperatura, devem ser descartadas ou aperfeiçoadas.

Os entregadores também precisam usar máscaras e adotar medidas de prevenção e higiene. “Os clientes estão muito atentos a essas questões e, se identificarem inadequações, acabam não comprando mais nas empresas que cometem esses erros”.  Daniela informa que o Sebrae dispõe de uma consultoria, subsidiada pelo porgrama Sebraetec, que auxilia a empresa que deseja implantar ou adequar a operação para o sistema de entregas. 

 

22

Jul

Mercado

No melhor momento para comprar, Balcão de Negócios do Sinduscon/RN tem imóveis com condições muito atrativas

Quem deseja sair do aluguel ou se mudar para um imóvel maior e mais confortável, muitas vezes, espera só uma oportunidade vantajosa e segura para realizar esse sonho. E por incrível que pareça, esse é o melhor momento para fazer isso. O motivo está na queda histórica da taxa Selic, que atualmente é de 2,25% ao ano, e traz impactos diretos nos valores de financiamentos. Essa e outras facilidades podem ser encontradas no Balcão de Negócios do Sinduscon/RN, que está funcionando no supermercado Nordestão, no bairro do Tirol, em Natal, com todas as medidas de segurança e higiene necessárias.

O Balcão de Negócios é uma reunião de cinco construtoras e onze empreendimentos em torno de uma ação de comercialização da imobiliária Caio Fernandes. Participam da iniciativa a Constel Empreendimentos, Construtora Monte Neto, Ramalho Moreira Construtora, Cima Engenharia e Fourtech. Essas construtoras possuem empreendimentos nos bairros do Tirol, Petrópolis e Lagoa Nova, na capital, além de imóveis em Pirangi (Parnamirim) e São Miguel do Gostoso.

No Balcão, é possível encontrar imóveis que variam entre R$ 230 mil a R$ 900 mil. Há pouco tempo, um imóvel de R$ 500 mil podia ser financiado com parcelas de R$ 4 mil. Hoje, as parcelas podem sair por até R$ 2,7 mil. O motivo é a queda na taxa Selic, que chegou ao menor patamar no mês passado. Essa é a taxa básica de juros da economia nacional, que funciona como um índice, fornecendo referência para os juros praticados em todos os produtos de crédito no mercado.  Quanto menor essa taxa, menor os juros e os custos de um financiamento.



“Esse é o melhor cenário da história para a compra de imóveis. O momento é muito oportuno para o investimento porque as taxas de juros caíram bastante, nunca estiveram tão baixas. Em alguns casos. Os valores das parcelas de financiamento caíram mais de 30%. É aquele momento de procurar um imóvel maior, de oferecer mais conforto para a família, morar mais perto do trabalho e da escola, de sair do aluguel e investir na casa própria, com um comprometimento bem menor da renda”, explicou o empresário Caio Fernandes.

Enquanto os shoppings não reabrem, o Balcão de Negócios do Sinduscon/RN está funcionando no supermercado Nordestão, do Tirol, com maquetes e atendimento presencial, seguindo as medidas de distanciamento social, distribuição de máscaras e disponibilidade de álcool gel.

22

Jul

Mercado

Fórum e-commerce Brasil reúne especialistas globais em edição digital

O Fórum E-commerce Brasil, evento voltado ao mercado de comércio eletrônico na América Latina, vai acontecer este ano de forma digital entre os dias 28, 29 e 30 de julho. Segundo a companhia, a conferência vai conectar players e especialistas do setor por meio de uma plataforma online criada especialmente para permitir a interação entre os participantes.

"O mundo já não é mais o mesmo e a digitalização não é mais uma escolha, mas uma necessidade. Por isso, identificamos a possibilidade de trazermos um alcance global para a discussão sobre o futuro do varejo e das plataformas de vendas online", afirma Tiago Baeta, fundador do E-commerce Brasil, projeto que visa fomentar o mercado de comércio eletrônico no país.

Com patrocínio de marcas como Magazine Luiza, Microsoft e Amazon, o evento contará com a participação de mais de 30 mil congressistas ao redor do mundo e será transmitido a partir de São Paulo e Londres, em português e inglês. Ao todo, serão 26 painéis com uma trilha única de conteúdo, somente com keynotes spekears (palestrantes principais).

Dentre os palestrantes confirmados, estão Steve Wozniak, cofundador da Apple; Vinod Suresh, vice presidente de gerenciamento de produtos do Wallmart Labs; Malte Huffmann, cofundador do grupo Dafiti; Suzana Aplebaum, diretora criativa da Google Nova York; Fred Trajano, CEO da Magazine Luiza, e o publicitário Washington Olivetto.

Além disso, todo o valor arrecadado nas inscrições do evento será doado para profissionais do setor de eventos por meio dos fornecedores/produtores oficiais do Fórum. As inscrições podem ser realizadas até 27 de julho neste link: https://eventos.ecommercebrasil.com.br/forum/.

"Entendemos que temos o dever de usar nossas vozes para unir esforços e ajudarmos aqueles profissionais que têm sofrido fortes impactos por conta da paralização de suas atividades, como é o caso do segmento de eventos. Se não fosse por eles, edições anteriores do Fórum E-commerce Brasil e tantos outros eventos, jamais teriam o sucesso e renome que têm hoje em dia. Essa é a maneira que encontramos para ajudar a classe a passar por esse período crítico e voltar com tudo em 2021", finaliza Baeta.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/eventos/forum-e-commerce-brasil-reune-especialistas-globais-em-edicao-digital-168497/

22

Jul

Mercado

Pesquisa: interesse por compras online deve continuar após pandemia

O interesse dos consumidores em fazer compras online, alavancado pelo isolamento social, deverá permanecer após a pandemia de covid-19, revela a pesquisa Impactos da Pandemia no Comportamento do Consumo do Brasileiro, realizada pelo Instituto Locomotiva. Foram ouvidas 2.006 pessoas de 72 cidades de todos os estados do país.

O levantamento mostra que 50% dos entrevistados que frequentavam livrarias e papelarias não fariam mais questão de ir às lojas físicas depois da quarentena. Em relação a lojas de artigos para crianças, o percentual é de 49%, a perfumarias e petshops, de 44%; a lojas de departamento e shopping centers, de 41%; e a lojas de material de construção, de 38%.

“Durante mais de três meses, as pessoas passaram a digitalizar uma série de processos de compra. Isso fez com que o processo de compra [online] tenha se tornado muito funcional. Portanto shoppings, as lojas físicas, vão ter que ter um tipo de serviço muito diferente do de antes. A experiência de compra vai passar a contar muito mais para justificar o consumidor indo para uma loja física”, destacou o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles. 

Segundo a pesquisa, 10% das pessoas não compravam pela internet e e passaram a comprar durante a quarentena; 45% já compravam pela internet e passaram a comprar ainda mais nesse período; 24% já compravam e continuaram comprando o mesmo volume; 11% já compravam, mas passaram a comprar menos; e 10% não fzem compras online.

“Eu não tenho dúvida nenhuma de que [a compra online] veio para ficar. Nós tivemos pessoas que não compravam, passaram a comprar; e pessoas que só compravam algumas categorias e passaram a comprar outras categorias. E a frequência de quem já comprava cresceu também”, ressaltou Meirelles.

De acordo com o presidente do Instituto Locomotiva, o novo patamar alcançando pelas lojas online irá forçar uma integração das lojas físicas com elas  “A experiência nessas lojas [físicas] vai mudar, então será um espaço para experimentação, será um espaço onde a experiência de compra vai ganhar força.”

“Vamos começar a ter consumidores que vão comprar pela internet, e retirar na loja. E comprar na loja e pedir para entregar em casa. Vamos ter a transformação de grandes hipermercados, por exemplo, em minicentros de distribuição, de produtos e serviços. Na prática, o século 21 do ponto de vista do varejo começa agora”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

22

Jul

Mercado

Transformação Digital na Indústria: inscrições para o evento digital e ao vivo estão abertas

ComEcom SP (Comitê de Líderes de e-commerce SP) apresenta o evento “Transformação Digital na Indústria”, no dia 6 de agosto, ao vivo, das 9h às 18h, 100% online. Toda a renda do evento será revertida para um projeto de inclusão digital. As inscrições estão abertas pelo www.ecommercenaindustria.com e vão até o dia 3 de agosto.

Serão mais de 8 horas de conteúdo com os experts da Indústria, além de salas de networks para os inscritos. No evento apresentará o tema “O Desafio da transformação digital e e-commerce na indústria, B2B e D2C”, e serão mostrados cases de sucesso, inspiração e troca de experiências práticas sobre os desafios da transformação digital nas indústrias e melhores práticas.

“A próxima grande revolução do comércio eletrônico no Brasil está na indústria, os líderes da transformação digital em importantes empresas como Coca-Cola, Heineken, Pirelli e Canon irão apresentar os desafios e cases de sucesso. Será um evento, ao vivo, com bastante aprendizado, interação e networking”, explica Helenice Moura, presidente do Comitê de Líderes de E-commerce em São Paulo.

Para ocasião, estão confirmadas palestras nacionais e internacionais, como: Gustavo Macedo, CEO da Clave, Luiza Severo - head de e-commerce da Canon, Sofia Case - Head Colgate Palmolive - NY (palestrante internacional), George Leite, Coca Cola, Gaston Zelertis - CEO da Aleph CRM (palestrante internacional) especializado em CRM para Marketplaces e indústria e Cicero Paulo - Head Ambev. A programação completa será divulgada no site do evento.

21

Jul

Mercado

Pesquisa "Monitoramento Covid-19: 60+" aponta mudança no comportamento e no consumo dos brasileiros acima de 60 anos

De invisíveis ao centro do debate sobre a pandemia da Covid-19, os maduros brasileiros passaram a ser vistos com um olhar de cuidado, proteção e preconceito. A gravidade da doença revelou uma mudança social que estava em curso, mas que tende a se acelerar pela consciência coletiva sobre o tamanho da população com mais de 60 anos.

No país, esses brasileiros formam um exército de 30 milhões de pessoas que tiveram hábitos comportamentais e de consumo alterados. Para entender o impacto do novo coronavírus, a MindMiners – em parceria com a consultoria Hype50+ e a agetech Janno – conduziram a pesquisa Monitoramento Covid-19: 60+. O levantamento foi realizado em todas as regiões do país e contou com 520 entrevistas.

“O coronavírus já foi chamado de doença de velho ou baby remover, como um removedor da geração baby boomer, nascida entre o final dos anos 1940 e meados dos anos 1960. Na forma de memes, sátiras ou piadas, o preconceito com a idade se revelou de maneira desumana. E foi além da internet. Em situações extremas, questões éticas foram colocadas em jogo ao escolher quem tratar primeiro em caso de falta de infraestrutura e recursos.

Antes velado, o preconceito ganhou as conversas na mesa de jantar, ligações entre amigos, feeds em redes sociais e está presente nos discursos dos representantes políticos”, analisa Layla Vallias, cofundadora da consultoria Hype50+ e da agetech Janno. Coordenadora da pesquisa, a especialista em Economia Prateada aponta que o objetivo da pesquisa foi mapear a percepção que os maduros têm sobre a doença; as mudanças no consumo; a busca por informações; o que julgam fontes confiáveis; as preocupações; e adesão ao distanciamento social.

Segundo a coordenadora da pesquisa Monitoramento Covid-19: 60+, entre os entrevistados, 71% estão refletindo mais sobre a finitude; 89% estão tentando manter a mente ativa para diminuir o impacto emocional; 94% estão preocupados com o bem-estar da família e de amigos; quatro em cada 10 com mais de 60 anos estão com medo de morrer.

“Durante a pandemia, os maduros mudaram alguns hábitos: 62% passaram a assistir mais tevê; 61% a cozinhar mais; 52% a ler; 46% a ficar mais tempo nas redes sociais; 41% começaram a consumir mais conteúdo online; 40% a conviver mais com familiares e amigos (mesmo a distância); 38% a utilizar mais serviço de delivery; 37% começaram a comprar mais produtos online.

Entre os três produtos mais consumidos online: 68% mais ingredientes para cozinhar em casa; 58% começou a consumir medicamentos; 56% a consumir mais refeições. 46% dos brasileiros com mais de 60 anos estão fazendo compras de alimentos e bebidas por delivery”, detalha Danielle Almeida, head de Marketing da MindMiners.

21

Jul

Mercado

Gás natural canalizado passa a ser utilizado por mais de mil novos usuários do segmento residencial

Mais de mil novos usuários do segmento residencial passaram a utilizar o gás natural canalizado em seis condomínios no Rio Grande do Norte durante o período de isolamento social iniciado em março no estado. Nesses locais, o combustível é utilizado desde a cocção dos alimentos até mesmo para o aquecimento da água.

A Companhia Potiguar de Gás priorizou a gaseificação desses residenciais, inclusive como uma forma de facilitar a adoção das medidas de segurança sanitária, tendo em vista que a utilização do gás evita uma maior circulação de pessoas no condomínio, já que não precisa ser reabastecido. O fornecimento do combustível é realizado de forma contínua, 24 horas por dia nos sete dias da semana, por meio de gasodutos subterrâneos.

Outro benefício para os condomínios é que eles passam a contar com mais espaço útil porque não precisam mais estocar gás e podem utilizar para construção de uma horta, bicicletário e muitas outras opções. A segurança do local também é reforçada com a utilização do gás natural canalizado pela própria composição do produto e pelo fato de não ser armazenado em botijões.

Além disso, o combustível é mais barato e mais sustentável, uma vez que sua queima emite menos poluentes para o meio ambiente. “Todos ganham com a utilização do gás natural canalizado: o condomínio economiza, os moradores ganham praticidade e segurança e ainda ajuda na diminuição da emissão de gás carbônico na atmosfera”, explica Larissa Dantas, diretora presidente da Potigás.

20

Jul

Mercado

Trabalho em home office permite a escritórios de contabilidade atenderem a aumento de até 100% da demanda

A retomada da economia vai, aos poucos, reabrindo empresas e devolvendo a sensação de normalidade para alguns setores. Mesmo assim, o trabalho em home office, que se tornou essencial nos últimos meses, deve permanecer por um bom tempo em algumas atividades, como é o caso dos escritórios de contabilidade. O trabalho em casa dos contadores e suas equipes está permitindo o apoio às empresas e os pagamentos de auxílios aos trabalhadores.

As restrições à circulação de pessoas e o distanciamento social, necessários para a preservação da saúde dos colaboradores e clientes, impediriam o funcionamento pleno das atividades de contabilidade, tão imprescindíveis nesse momento de muitas mudanças na economia. Dentro desse contexto, o trabalho em home office está sendo fundamental.



“As necessidades foram e estão sendo supridas. A cada novidade que os governos publicavam, era um novo desafio para atender aos anseios dos nossos clientes, que buscavam informações e ajuda com muito desespero. Esse atendimento continua fortemente e ainda deve durar um bom período”, descreveu o CEO da Way Contabilidade, Péricles Medeiros.

“Por isso, pretendemos continuar com o trabalho em home office, pelo menos em alguns setores. Nossa intenção é que seja uma alternativa natural, avaliando sempre os impactos positivos e negativos e as necessidades dos nossos clientes e colaboradores”, completou.

Serviço Essencial

Desde o início da pandemia, a demanda pelo serviço dos escritórios aumentou consideravelmente, principalmente por causa das novas normas editadas e publicadas pelos governos. No intervalo de duas semanas, no mês de março, foram publicadas mais de 20 medidas provisórias pelo Governo Federal, trazendo para todas as empresas do Brasil novas regras e adaptações, que impactaram diretamente nas operações contábeis.

“As demandas aumentaram em 85% e, em alguns momentos, chegaram a mais de 100%. Regras novas, como a criação da MP 936/2020, que assegurou a suspensão dos contratos de trabalho e a redução da jornada e salários dos trabalhadores, fizeram aumentar bastante a procura pelo trabalho do contador. Com a prorrogação do período de suspensão de contrato pelo governo, essa demanda, que ainda é grande, deve permanecer em alta”, explicou Péricles, que também usa ferramentas on-line para facilitar a comunicação com os clientes.

Além de serem o ponto de apoio para que o empresário tome decisões estratégicas - como permanecer funcionando ou fechar as portas, demitir ou manter funcionários - os escritórios de contabilidade também estão levando informações corretas para que o poder público possa identificar quem e quantos são os empregados que devem receber os benefícios oferecidos atualmente. Esses trabalhadores também continuam recebendo o amparo dos serviços contábeis para terem acesso a esses auxílios.

“Nós, contadores, tivemos um grande desafio de não deixar o Brasil parar. Fomos reconhecidos como serviço essencial para o desenvolvimento do nosso país. Todos os colaboradores de empresas que receberam auxílios, foram graças ao esforço, comprometimento e muito trabalho das equipes de contabilidade”, finalizou.

20

Jul

Mercado

Sesi oferece curso para gestores sobre retomada de atividades

O Serviço Social da Indústria (Sesi) oferece curso gratuito, a partir desta terça-feira (21), para a capacitação de gestores que precisem preparar suas equipes para a volta ao trabalho. O curso é útil para a retomada de atividade em meio à pandemia de covid-19. O curso vai auxiliar a elaboração e execução de planos de retomada das atividades produtivas da indústria, abordando medidas de prevenção no local de trabalho, monitoramento da saúde, condução de casos suspeitos e providências em situações confirmadas de infecção. 

As orientações do curso estão em conformidade com o protocolo lançado pelo Sesi em junho. Com base nas normas e orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, o protocolo da entidade descreve adequações no ambiente, adoção de novas rotinas, novo ciclo de cuidado com a saúde laboral e até estratégias para fomentar a pesquisa e inovação que evitem a contaminação dos trabalhadores.

A capacitação tem duração de quatro horas, não tem limite de vagas e gera certificado. O curso estará disponível no Portal da Indústria.

Criado há quase 75 anos, o Sesi é uma das nove entidades paraestatais que formam o chamado Sistema S, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O orçamento do sistema é custeado pelo pagamento de alíquota das empresas sobre a folha de pagamento. Os custos, como de outras contribuições, são computados nos preços das mercadorias ou dos serviços prestados pelas empresas que arrecadam para as entidades do sistema por meio do Instituto Nacional do Seguro Social.