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27

Ago

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Startups oferecem mais de 250 oportunidades de emprego em várias capitais

Pesquisa realizada com as startups que passaram pelo Programa de Aceleração Visa revelou que 75% não teve que demitir funcionários mesmo com a pandemia. Além disso, muitas empresas estão até aumentando o quadro de funcionários apesar do cenário conturbado em que estamos vivendo. Confira as vagas em 15 empresas para profissionais de diferentes áreas de atuação: 

Sinqia

A Sinqia, empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, está em busca de 140 profissionais de diversas áreas de atuação, para contratação imediata nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC). As vagas disponíveis são nas áreas de Business Consulting, Comercial, Controladoria, IT Business, IT Software, Marketing e Tesouraria. As inscrições podem ser feitas pelo site https://jobs.kenoby.com/sinqia.  

A companhia foi certificada pelo Great Place to Work, em 2019, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, e eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. 

Mycon

O Mycon, primeira fintech de consórcios que funciona sem vendedores humanos e que tem a menor taxa do mercado, está mais de 50 vagas abertas para diversos setores, entre eles áreas como: Customer Success, SDR / Inside Sales, Especialista em A.I., Full Stack Developer, Full Mobile Developer, Especialista em ChatBot, Assistente ADM e RH Pleno. Toda entrevista e contratação está senda de forma online e os interessados podem se inscrever no link: https://www.mycon.com.br/vagas 

Consolide

A Consolide, startup de registro de marcas, está com 35 vagas abertas, sendo 28 delas para vendedor interno, em Araranguá (SC), e uma para Gerente Comercial (full time), também em Araranguá. A empresa também está contratando Coordenador de Inside Sales, Coordenador de Outbound, Estagiário de Engenharia da Computação, Estagiário de Suporte Técnico e Tester de Software. Há também uma vaga de Redator/Copywriter para trabalho home office. Os interessados podem se candidatar no link: https://consolide.gupy.io/  

VITTA
A VITTA,  gestora de planos de saúde e benefícios, está com sete vagas abertas para Agente de Implantação, Analista de Infraestrutura pleno, Consultor Comercial, Desenvolvedor Mobile Pleno, Desenvolvedor Mobile Sênior, Desenvolvedor Web e Estágio em Sales Development. As inscrições podem ser realizadas no site:  https://vitta.gupy.io/ 

Logstore

Logstore, plataforma de atendimento que capacita as marcas a vender e entregar em apenas um click e uma das startups selecionadas para a edição 2020 do Programa de Aceleração Visa, está com sete vagas abertas para as seguintes posições: Desenvolvedor Sr. (3), Customer Success (1), Analista Financeiro (1), Marketing (1), Designer UX/UI (1). As inscrições podem ser realizadas no site: https://www.logstore.com.br/logstore-v3/careers 

Bitfy

Bitfy é a primeira carteira multiuso e sem custódia de bitcoins da América Latina. A startup está com 5 vagas abertas para as seguintes posições: Desenvolvedor React Native, Analista Sênior de Infraestrutura AWS, UX/UI Designer, Atendimento e Suporte. Para se candidatar basta enviar currículo com perfil do LinkedIn e pretensão salarial para vagas@bitfy.app

UZZO
A UZZO, a primeira conta digital multimoeda do Brasil, está com quatro vagas abertas para atuar em São Paulo. As vagas são para customer success analyst, validation analyst, sales specialist of partnership, fullstack developer. As inscrições podem ser realizadas no site:  https://jobs.kenoby.com/UZZO 

Grupo Nexxera

O Grupo Nexxera, principal gateway de transações financeiras do país, está com vaga aberta para Analista de Automação de Esteiras. Além disso, Pessoas com Deficiência (PCD) também podem enviar seu currículo para o banco de dados, as inscrições podem ser realizadas no site https://nexxera.gupy.io/  

OiMenu

OiMenu, startup de cardápios digitais, está com três vagas abertas para o cargo de Programador PHP pleno. A empresa, que tem sede em Araranguá (SC), retornou ao trabalho presencial e procura por profissionais que possam trabalhar presencialmente ou de maneira remota. Os interessados devem encaminhar o CV para o e-mail contato@oimenu.com.br com o título: CV - PHP. 

SMU

A SMU investimentos, principal plataforma de crowdfunding do país e líder em sua área de atuação, está com uma vaga aberta para Comercial PL em Fintech. O cargo é para atuar em São Paulo e entre as atividades estão a apresentação de oportunidades para investidores, definir estratégia de abordagens de leads, além de participar de pitch de startups e eventos sobre o mercado de tecnologia e investimento. Para se candidatar, é preciso ser formado em Administração, Economia, Engenharia e Contabilidade. Conhecimento em regulatório CVM e Venture Capital será um diferencial. Interessados podem enviar currículo para o  e-mail: ricardo.rabin@startmeup.com.br.Leoa 

Leoa, plataforma gratuita para assistência na declaração do Imposto de Renda, está com vagas abertas para Estagiário em Contabilidade, Contador, Analista de Suporte, Senior Customer Success, Senior Back-end Developer, Senior Front-end Developer, Gerente de Marketing e Redator Sênior. Os interessados devem se inscrever no site da empresa: https://www.leoa.com.br/carreiras 

Linker

Linker, uma conta PJ digital e plataforma de soluções financeiras 100% focada no empreendedor, está em busca de profissionais para ocuparem os cargos de Engenheiro de Software Python e Visual Designer Pleno. Ambos trabalharão inicialmente em home office. Os interessados devem encaminhar o CV pelo e-mail vagas@linker.com.br

Coalize

Coalize, solução tecnológica que auxilia o RH das empresas, está com uma vaga aberta para Full Stack Developer. É importante possuir experiência em Front-end e Mobile (react). Para informações sobre a vaga, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail: barbara@coalize.com.br

Credoro

Credoro, fintech de empréstimo pessoal, está em busca de profissionais que possam trabalhar home office. As vagas são para Chief Technology (CTO) e Backend Developer. Os interessados podem realizar a candidatura no link: https://talent.recrutei.com.br/grupo-de-oportunidades/register

IOUU

IOUU, fintech de peer-to-peer ou P2P lending que propõe alternativas financeiras para empresas que necessitam de crédito, está com uma vaga aberta para  Desenvolvedor (a) back-end Sênior. Entre as atividades estão desenvolver códigos e soluções sempre pensando em eficiência, escalabilidade e estabilidade. Elaborar testes automatizados e fazer code reviews. Para se candidatar é preciso ser formado em Engenharia da computação. Além disso, é necessário ter conhecimento em sistemas de informação e análise e desenvolvimento de sistemas. Interessados podem enviar currículo para o e-mail: pdrumond@iouu.com.br

26

Ago

Mercado

Número de lojas exclusivamente virtuais cresce 40,7% em 2020

Um levantamento feito pela empresa de carteiras digitais PayPal Brasil e pela consultoria de pesquisas BigData Corp divulgado hoje (26) mostra que o mercado de comércio online cresceu 40,7% entre 2019 e 2020, chegando a 1,3 milhão de lojas virtuais. Entre 2018 e o ano passado, o aumento havia sido de 37,6%.

Para o diretor de Vendas e Desenvolvimento de Negócios do PayPal, Thiago Chueiri, a expansão do comércio virtual neste ano ganhou um impulso extra com a quarentena causada pelo novo coronavírus. “Claro que pega uma parte do reflexo da pandemia que digitalizou bastante consumidores empreendedores também. Os dois lados da cadeia. A quarentena forçou drasticamente essa digitalização”, ressaltou.

Para ele, a quarentena forçou especialmente as empresas a aderirem ao modelo de vendas pela internet. “Grande parte é de pequenos empreendedores buscando a sobrevivência nesse novo contexto. Dependiam de um ponto físico e tiveram que se adaptar”, acrescentou.

Além disso, Chueiri relaciona o crescimento expressivo do número de lojas virtuais, em comparação aos negócios físicos, que têm se expandido a uma média de 10% ao ano, à situação econômica do país. “Uma piora da situação econômica, em geral, leva as pessoas a buscarem mais alternativas para empreender”, enfatizou.

Pequenos negócios
A maior parte das páginas que fazem vendas na internet (88,7%) são, segundo a pesquisa, pequenos negócios com até 10 mil visitas por mês. As grandes empresas, com mais de meio milhão de visitas mensais, respondem por 8,7% do total de lojas virtuais.

Mais da metade (52,6%) não tem empregados, com apenas os sócios trabalhando na manutenção do empreendimento e 48% faturam até 250 mil por ano.

O preço médio dos produtos é de até R$ 100 em 76,6% das lojas virtuais. Em 10,7% delas a faixa média de preços é acima de R$ 1 mil.

Apesar do crescimento deste ano ter tido o impulso da pandemia, o diretor do PayPal acredita que existem mudanças de comportamento que serão incorporadas à vida cotidiana. “Você uma vez que experimentou isso, passa a fazer parte do seu cotidiano. E a gente sabe que o home office vai estar muito mais presente no cotidiano do consumidor brasileiro e digital. Estando mais presente em casa, tende a consumir mais pelos meios digitais”, analisou.

26

Ago

Mercado

Plano de saúde que atende mais de 500 mil pessoas anuncia início das atividades no Rio Grande do Norte

Com uma ampla rede de profissionais médicos, clínicas especializadas e rede própria, o grupo se solidificou no segmento e oferece planos individuais, familiares e empresariais. A operadora aposta em seu crescimento no estado por trazer um portfólio diversificado, com preços atrativos, que atenderão a todos os públicos.

Com a sua expansão chegando ao Rio Grande do Norte, a meta é ofertar aos norte-rio-grandenses a mesma qualidade já implantada no mercado nacional, de uma saúde mais humanizada. 

No Rio Grande do Norte estarão disponíveis as linhas Premium Plus, Premium, Platinum, Gold, Infinity e Light, além de contar com o plano odontológico Odonto Plus. O cliente Humana Saúde vai contar com a Humana Clinic, uma clínica com diversas especialidades médicas e profissionais de alto padrão, preparados para atender aos seus beneficiários.

A Humana Saúde no dia 1 de setembro estará de portas aberta, com uma agência de atendimento ao cliente ampla, moderna e requintada, situada em uma região central da cidade, a avenida Prudente de Morais, esquina com a rua Apodi, no bairro do Tirol.

26

Ago

Mercado

Dados: empregadores e trabalhadores por conta própria cresceram em 2019

O contingente de pessoas ocupadas como empregador ou por conta própria, que estavam em empreendimentos registrados no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), aumentou entre 2012 e 2016. Chegou a 2016 com 29,%, mas caiu em 2017 para 28,1%, voltando a crescer, até atingir o maior valor em 2019 (29,3%).

Apesar do predomínio masculino entre empregadores e trabalhadores nessas categorias, o percentual de pessoas com registro no CNPJ, representando mais associação à formalidade, as mulheres, com 30,4%, tiveram percentual maior do que os homens, que ficaram com 28,7%. O maior valor da diferença (2,8 pontos percentuais) em favor das mulheres foi em 2013. Naquele ano, as mulheres tiveram 27,6% e os homens, 24,8%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua): Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2019, divulgada hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Regiões
As menores proporções de empregadores ou trabalhadores por conta própria com registro no CNPJ estão no Norte (12,1%) e Nordeste (16,3%). Por isso, pode-se considerar que nessas regiões há maiores percentuais de trabalhadores na informalidade. Ao contrário, o Sul é onde há o maior percentual (41,5%), enquanto em 2018 era 39,8%, representando também o maior avanço na passagem dos dois anos. “Isso, como a gente já acompanha nas divulgações conjunturais, é um dos fatores que acabam refletindo na taxa de informalidade das regiões.

Essa baixa incidência de CNPJ no Nordeste, explica a alta informalidade na região, além de ser uma área em que se tem tem baixa cobertura de carteira assinada”, afirmou a analista da pesquisa Adriana Beringuy. Nas atividades econômicas, a que teve maior percentual foi o comércio,a reparação de veículos automotores e motocicletas, sendo 42,9% com registro no CNPJ.

Na sequência estão os serviços, com 34,1%, apesar de concentrar maior contingente de trabalhadores. “Onde está havendo mais expansão é na atividade de agricultura, pesar de ser de menor cobertura do CNPJ, como também na indústria em geral”. Em relação a 2012, a atividade de construção foi a que teve o maior contingente de trabalhadores. A expansão, de 114,1% nos registros do CNPJ, levou a um total de 533 mil pessoas. Nos serviços, o avanço também foi expressivo (65,8%), somando 3,9 milhões de pessoas.

Entre os trabalhadores com CNPJ, 10% tinham o registro entre os 36,8% das pessoas ocupadas por conta própria sem instrução e com fundamental incompleto. A taxa de cobertura aumenta conforme o nível de instrução, alcançando 41,8% nos que têm nível superior. Entre as pessoas ocupadas como empregador, a taxa de cobertura naquelas sem instrução e com fundamental incompleto chegou a 52,9% e as com nível superior completo, a 42,8%.

“Por mais que o nível de instrução aumente essa cobertura, o trabalhador por conta própria, até mesmo aquele com nível elevado, ainda tem uma formalização relativamente pequena se comparada aos trabalhadores empregadores, inclusive empregadores com menor nível de instrução”.

Cooperativas ou produção
Em 2019, das 28,7 milhões de pessoas ocupadas como empregador ou por conta própria no trabalho principal, 5,2% eram associadas às cooperativas ou produção. Para o IBGE, o resultado mostra que esse tipo de arranjo produtivo tem baixa adesão. A maior proporção foi em 2012, quando ficou em 6,4%. Desde então vem apresentando queda até alcançar a menor, em 2019, com 5,2%.

O Sul, com 9,3%, é o de maior proporção, seguido do Norte, com 5,5%, Nordeste, com 4,7%, Centro-Oeste, com  4,6%, e do Sudeste, 3,9%. “Cerca de 49,5% dos trabalhadores cooperativados estão nas atividades de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, e outro contingente de 20%, sendo 10% para cada um, nas atividades de comércio e de transportes, que incluem as cooperativas de táxis”, completou a analista.

Local de exercício de trabalho
No ano passado, entre os 76,7 milhões de pessoas da população ocupada no setor privado no Brasil, sem contar com os trabalhadores domésticos, 58,4% trabalhavam em estabelecimento do próprio empreendimento, 14,2% em local designado pelo empregador, patrão ou freguês e 10,4% em fazenda, sítio, granja e chácara ou em locais desse tipo. Permanecendo na trajetória de declínio desde 2015, o trabalho em estabelecimento do próprio empreendimento teve nova queda em 2019 e ficou em 58,4%, ou 44,8 milhões de pessoas.

“A queda nesse tipo de local de trabalho pode estar associada à redução do emprego com carteira no setor privado. Então, as atividades das grandes empresas, que respondiam por uma proporção grande do emprego com carteira, na indústria e em alguns serviços, podem ter contribuído para a redução de importância, ano após ano, desse tipo de ambiente de execução desses trabalhadores”, afirmou.

O local designado pelo empregador, patrão ou freguês apresentou movimento diferente e teve expansão de 833 mil pessoas, enquanto o de domicílio de residência registrou aumento de 745 mil trabalhadores.

Segundo a pesquisa, no ano passado nenhuma região superou o movimento de queda da ocupação em estabelecimento do próprio empreendimento. O Sudeste, com 63,4%, e o Sul, com 64,7%, permaneceram com as maiores estimativas. Nos últimos anos, a maior retração do indicador foi no Sudeste, que em 2014 registrou o nível mais alto (72,1%), mas com as quedas acabou ficando abaixo do Sul a partir de 2018.

Entre 2014 e 2019, no Sul eram 3,1 milhões de trabalhadores com ocupação no estabelecimento do próprio empreendimento, mas no Sudeste não passou de 1,6 milhão. O Norte (45,5%) e o Nordeste (49,3%) responderam por menos da metade dos trabalhadores com atividades nesse tipo de local, sendo que o Nordeste manteve tendência de crescimento no indicador entre 2012 e 2017. As outras regiões davam sinais de retração. O predomínio nesse tipo de local para a realização do trabalho é das mulheres, com 71,1% na estimativa total em 2019 no país, quando os homens eram 50,8%.

Os maiores percentuais de trabalhadores em fazenda, sítio, granja, chácara foram registrados no Norte (17,3%) e no Nordeste (15,4%). Na Região Sudeste ficou em menos da metade (6,2%). O número de pessoas que trabalhavam nesses locais caiu muito nos últimos anos. Em 2012, eram 9,6 milhões, passando para 8 milhões em 2019, em todo o país. “O Norte e o Nordeste têm a principal proporção. Boa parte da população ocupada está ligada a atividades agropecuárias, principalmente aquelas de agricultura familiar e pequenos produtores, os que empregam mais no setor, diferentemente do Sudeste ou do Centro-Oeste, em que a agricultura pode ser mais mecanizada e não absorver tantos trabalhadores”.

Em 2019, eram cerca de 11 milhões os que trabalhavam em local designado pelo empregador, patrão ou freguês. A maior participação foi no Centro-Oeste (17,5%). Na Região Sul variou 12,1% e no Norte e Nordeste, 14,6%. Já em 2018, os maiores crescimentos foram no Norte (1,7 ponto percentual) e Centro-Oeste (2,1 pontos percentuais).

O menor índice de pessoas que exerciam a atividade na residência foi no Sul (4,1%). O Sudeste, com variação de 5,9%, e o Nordeste, com 7,2%, foram as regiões com maiores patamares. Conforme a pesquisa, das 745 mil pessoas do crescimento nacional em 2019, 435 mil estavam nessas duas regiões. A analista disse que é importante deixar claro que o país vive em 2020, em função da pandemia e do isolamento social, o crescimento de pessoas trabalhando em casa. Só que do ponto de vista histórico, o trabalho em casa tem que ser um pouco dissociado do que hoje se classifica como home office.

Adriana Beringuy lembrou que das pessoas que trabalham em casa, quase 30% estão em atividade de indústria, que é a manufatureira. Nesse grupo estão a costureira que trabalha para uma loja ou uma confecção, mas fica em casa, o marceneiro que tem na casa dele uma pequena oficina e toda a indústria de artesanato, além de outros serviços, como a cabeleireira, que põe uma placa na porta da casa dela.

"Então, é preciso dissociar um pouco essa questão no domicílio de residência em 2019, do que a gente está vendo agora em home office. Pode ser que no ano que vem,quando a gente for trabalhar os dados de 2020, observe uma redistribuição dentro desses grupamentos de atividades”, comentou.

O Norte (5,8%) e o Sudeste (5,4%) registraram os principais percentuais de pessoas trabalhando com veículo automotor. Na comparação com 2018, houve crescimento de 8,2% em todo o país nesse tipo de ocupação nesse local de trabalho, atingindo 3,9 milhões de pessoas. O Norte teve expansão de 16,9%, o Sul de 18,4%, mas no Centro-Oeste houve recuo de 10,6%.

Fonte: Agência Brasil

25

Ago

Mercado

Caixa e CNI vão facilitar crédito para micro e pequenas indústrias

A Caixa Econômica Federal e a Confederação Brasileira da Indústria (CNI) fizeram um acordo de cooperação técnica para facilitar o acesso ao crédito por micro e pequenas indústrias.

De acordo com a CNI, o acordo de cooperação técnica firmado entre as duas entidades prevê o enquadramento das empresas direcionadas ao banco pelos Núcleos de Acesso ao Crédito (NACs) estaduais. Os juros podem chegar até 28% menos que a taxa balcão e há possibilidade de carência de até 60 meses para pagamento. O dinheiro pode ser usado tanto para capital de giro, como para aquisição de máquinas e equipamentos.

O NAC ajudará a identificar a melhor alternativa de crédito. A CNI destaca três linhas de crédito:

- Capital de giro pós-fixada, destinada a empresas com faturamento anual fiscal superior a R$ 360 mil, com juros a partir de 0,83% ao mês mais Taxa Refencial (TR), prazo de até 60 meses e carência automática de 3 meses;

- Capital de giro pré-fixada, voltada a micro e pequenas empresas (MPEs) com juros a partir de 1,19% ao mês, prazo de 48 meses e carência automática de 3 meses.

- Bens de Consumo Duráveis (BDC), com taxa pós fixada, com juros a partir de 0,92% ao mês, prazo de até 60 meses e até seis meses de carência.

O pacote inclui ainda o cartão empresarial com isenção da primeira anuidade para empresas com domicílio bancário de recebíveis na Caixa e seis meses de isenção de 100% ou 12 meses de isenção de 50% para adesão na cesta de serviços para novos correntistas ou correntistas sem cesta.

A CNI ressalta que essas condições estão sujeitas à análise de risco de crédito, disponibilidade de recurso, bem como são válidas para empresas que tenham 12 ou mais meses de faturamento e garantias compatíveis com as exigidas que variam de acordo com a linha de crédito.

O primeiro passo para ter acesso ao pacote é fazer o cadastro

Outras medidas de apoio, no atual momento de pandemia, podem ser acessadas no portal Caixa com sua empresa. Há possibilidade de suspender o pagamento das parcelas de diversas operações de crédito, capital de giro com garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), em parceria com o Sebrae, e o GiroCaixa FGI com apoio do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) conforme Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC), instituído pela Medida Provisória nª 975/2020 de 1º de junho de 2020. Há ainda cartilhas que estão disponíveis gratuitamente no site da CNI.

Com informações da Agência Brasil

25

Ago

Mercado

Pesquisa: Rio Grande do Norte abre 9,2 mil novos negócios durante pandemia

Enxergar na crise uma nova oportunidade para empreender. Esse foi o pensamento de milhares de potiguares, que, em meio a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), aproveitaram o momento para realizar o sonho de ter um negócio próprio mesmo cercados de riscos e incertezas. De acordo com informações da Receita Federal, entre março e a primeira quinzena de agosto, o Rio Grande do Norte registrou 9.230 novos registros de empresas na categoria de Microempreendedor Individual (MEI).

O número representa um avanço considerando o cenário de retração do consumo, as atividades econômicas e o índice de abertura desse mesmo tipo de empresa em intervalo semelhante no ano passado, quando o estado formalizou 7.921 MEIs entre março e até o final de julho. 

Esse aumento da quantidade de negócios formais não é verificado apenas no Rio Grande do Norte, mas em todo o país como resultado da busca, cada vez maior, de pessoas que se viram desempregadas e que, por não conseguirem se reinserir no mercado de trabalho, enxergaram no empreendedorismo uma alternativa para gerar renda. Segundo o Ministério da Economia, entre 31 de março e primeiro de agosto, foram formalizados 593.577 MEI’s e outras 85.036 pequenas empresas, entre microempresas e empresas de pequeno porte, no Brasil.

“Muita gente empreendeu pelo fato de muitos terem sido demitidos e outros já estavam com o negócio, porém na informalidade. E com a insegurança, buscaram a formalização, que, pelo menos, está contribuindo para a Previdência. Em muitos casos, esses empreendedores conseguem até comprar com preços mais convidativos no atacado tendo um CNPJ”, explica a gerente do Escritório Metropolitano do Sebrae-RN, Maiza Pessoa.

Na avaliação de especialistas do Sebrae, a maior parte desses novos empreendedores busca se estabelecer no setor de serviços, que exige um investimento inicial de menor valor em comparação com outros segmentos. Enquanto um empresário que resolve abrir um pequeno negócio no segmento da indústria ou comércio vai precisar de capital inicial para a compra de máquinas, insumos e possivelmente do aluguel de um espaço físico, nas atividades de serviços, essa demanda é mínima ou até inexistente.

Recomendações

Um das atenções principais para quem acabou de abrir um negócio nesse período é a questão da bioprevenção e segurança sanitária. Atentar para regras e protocolos estabelecidos para cada setor  e evitar provocar aglomeração é um aspecto fundamental tanto para quem já está no mercado, quanto àqueles que planejam abrir agora o próprio negócio.  As empresas que estão surgindo precisam estar preparadas para fazer negócio no ambiente digital. Isso significa estar presente nas redes sociais, ter uma loja online, atuar no Market Place e aplicativos e atender o público pelo WhatsApp.

Em um contexto ainda fortemente marcado pela retração do consumo, as micro e pequenas empresas precisam ser muito enxutas. Aqueles custos que não agregam valor ao cliente devem ser eliminados. O empreendedor também precisa se esforçar para que todos os canais da empresa atuem em perfeita sintonia e articulação. “É preciso se diferenciar. Buscar oferecer algo com cuidado, atenção e personalização”, recomenda Maiza Pessoa.

Os potenciais empresários precisam ainda estar sintonizados com as tendências de consumo mais presentes no momento de pandemia. Quem pretende abrir uma empresa deve observar que os conceitos de saúde, vida saudável, vida ao ar livre, bem-estar, nunca estiveram tão em alta.

24

Ago

Mercado

Virucida com nanotecnologia atestado pela Anvisa oferece proteção eficiente no combate ao Coronavírus

A prevenção segue sendo a principal arma contra à Covid-19 e outras doenças causadas por vírus e bactérias. Pensando nisso, o Nano Protect, é a primeira linha brasileira de sprays saneantes e antissépticos com nanotecnologia regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com fórmula comprovada cientificamente e efeito residual de até 4 horas a cada borrifada, o Nano Protect é um dos maiores aliados contra o vírus causador da Covid-19.

A nova linha é dividida em cinco produtos, cada um para um tipo específico de uso, os três principais são: mãos, roupas e superfícies. Todos possuem laudo de eficácia contra a Covid-19 emitido pelo Instituto de Biologia da Unicamp e foram testados em laboratórios de dermatologia e virologia.

O spray para as mãos serve para higienizar a nossa principal área de contato com o mundo externo. A solução Corpo e Vestuário é ideal para quem utiliza o transporte público ou frequenta lugares com grande concentração de pessoas e precisa de cuidados com as roupas. Já o Nano Protect Multiuso 360, garante a limpeza em ambientes com fluxo intenso de pessoas, além de permitir o uso seguro de objetos compartilhados e superfícies, como mesas, computadores e cadeiras.

O Nano Protect é desenvolvido em nanotecnologia à base de peróxido de hidrogênio estabilizado, uma substância segura com poder oxidativo capaz de anular a ação do vírus. O efeito residual da nova linha de produtos é maior que o do álcool 70%. Em outras palavras, isso quer dizer que, em menor quantidade, o Nano Protect tem ação protetora mais duradoura que a do álcool.

"Aplicado nas mãos, roupas e superfícies, o Nano Protect forma uma espécie de película protetora que tem poder de eliminar o vírus, quando este entra em contato com o local aplicado, dentro do período de ação do produto. É uma inovação que proporciona um retorno seguro", destaca Emerson Finholdt, representante da Nano Protect.

Sobre o Nano Protect

O Nano Protect é um produto da empresa catarinense PHS do Brasil, que desenvolve tecnologias no âmbito da promoção à saúde e da biossegurança desde 2013. Sempre atento ao dinamismo das mudanças globais nos dois setores e aos alertas de possíveis novos surtos de influenza H1N1, o grupo iniciou um projeto de pesquisa há três anos para lançar a nova linha de saneantes e antissépticos. Com o surgimento da pandemia de Covid-19, os produtos se adaptaram para combater também o novo vírus.

O spray Nano Protect, com 99,99% de eficácia contra microrganismos causadores de doenças, tem o aval do Laboratório de Virologia Aplicada da UFSC e está disponível em drogarias, supermercados e na loja virtual, que pode ser acessada no endereço eletrônico www.protecaoantiviral.com.br. Também é possível adquirir o produto pelo telefone (61) 99803-3947 (Whatsapp). O Nano Protect está no Instagram com o perfil @protecaoantiviral.

21

Ago

Mercado

Pesquisa: desemprego em julho atinge 13,1% da população

A taxa de desocupação cresceu de 12,4% para 13,1%, atingindo 12,3 milhões de pessoas em julho. No mês, mais 438 mil pessoas ficaram sem emprego, se comparado a junho. A população ocupada caiu para 81,5 milhões de trabalhadores. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Mensal (Pnad Covid19) divulgada, hoje (20), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, dos 9,7 milhões que estavam afastados do trabalho, 6,8 milhões informaram que o motivo era o distanciamento social provocado pela pandemia da covid-19, o que representa recuo de 42,6% na comparação com o contingente de pessoas afastadas em junho. 

Para a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, o movimento pode significar retorno ao trabalho ou demissão. “Isso corresponde a menos da metade das pessoas que estavam afastadas em maio, quando a pesquisa começou. Elas retornaram ao trabalho ou podem ter sido demitidas”, observou.

A pesquisa apurou ainda que entre os que não estavam afastados do trabalho, 8,4 milhões trabalhavam de forma remota, que representam 11,7% da população ocupada que não estava afastada.

Ocupação

O percentual de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade de trabalhar passou de 49% em junho para 47,9%, em julho. Dos 81,5 milhões de ocupados em julho, 9,7 milhões estavam afastados do trabalho. Desses, 6,8 milhões o motivo do afastamento era o distanciamento social. Na comparação com junho, os dois contingentes caíram, respectivamente, 34% e 42,6%.

No total de pessoas ocupadas, a proporção de afastadas por causa da pandemia caiu de 14,2% para 8,3%. Todas as unidades da federação tiveram queda nesse indicador, com exceção do Amapá, do Rio Grande do Sul e de Rondônia.

Da população ocupada, cerca de 3,2 milhões estavam sem a remuneração do trabalho, o que representa 32,4% do total de pessoas afastadas do trabalho. Em junho, quase metade dos afastados (48,4%) ficou sem remuneração.

A população fora da força de trabalho foi estimada, no mês passado, em 76,5 milhões de pessoas, alta de 2,1% em relação a junho. Do total, 28,2 milhões ou 36,9% gostariam de trabalhar, mas não buscaram trabalho, e 19 milhões, 24,8%, disseram que a pandemia ou à falta de trabalho na localidade impediram a busca, apesar da vontade de trabalhar.

Fonte: Agência Brasil

20

Ago

Mercado

TI é o setor que mais cresce em demandas por profissionais durante a pandemia

As grandes, médias, pequenas e microempresas vivem hoje uma nova realidade devido ao surgimento da pandemia da Covid-19 e, com o isolamento social e as outras orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), milhões de colaboradores tiveram que trabalhar de suas próprias residências. O “novo normal” corporativo passou a contar ainda mais com o home office e as organizações estão apostando todas as suas fichas nas plataformas e programas ligados às “nuvens”.

Com este cenário mundial, os profissionais da área de Tecnologia da Informação estão sendo ainda mais requisitados. Durante a quarentena, as pessoas também utilizam mais seu tempo para o entretenimento e, com isso, a indústria dos jogos digitais ganhou mais força nos games, na educação e no RH.  

Outra tendência que estamos acompanhando é a criação de hotsites individuais ou coletivos para vendas de produtos que vão do setor de beleza até os famosos eletroeletrônicos. Estes sites estão substituindo temporariamente, ou não, as lojas físicas. O uso da inteligência artificial também já se apresenta como um caminho sem volta e cresce exponencialmente. 

O setor de tecnologia é um dos que mais crescem no Brasil e no mundo. Segundo dados do Banco Mundial, até 2024 haverá a criação de novas 420 mil vagas na área de Tecnologia da Informação. O crescimento do número de oportunidades, porém, ainda é razoável se comparado ao aumento significativo do uso da tecnologia. Na visão de Guilherme Jaime, Gestor Acadêmico Nacional da Área da TI da Estácio, a demanda por mão de obra qualificada será ainda maior, o que certamente gerará ótimas oportunidades para egressos dos cursos da área.   

“No Brasil, atualmente, o déficit é de aproximadamente 200 mil vagas, podendo chegar em 2024, a até 620 mil. Em qualquer lugar do planeta, os cursos de TI são os mais procurados e o Brasil também caminha cada vez mais nessa direção. Já temos, por exemplo, renomadas empresas de desenvolvimento de software em todas as regiões brasileiras. Temos grande potencial na área”, explica o especialista.   

O setor de TI oferece várias possibilidades para quem pretende atuar no mercado. O profissional da área encontra oportunidades de trabalho em todos os setores da economia, tanto no setor privado quanto no público, incluindo o transporte, as empresas de telecom a indústria, o comércio, a saúde, o entretenimento, entre outros. — Os cursos desta área ainda não são tradição aqui no Brasil, diferentemente do que acontece em outros países e, por conta disso, é bem comum que os cidadãos não saibam qual é a diferença entre esses cursos e quais serão suas funções. 

De acordo com dados do LinkedIn, das 15 profissões emergentes em 2020 mapeadas pela rede social profissional no Brasil, nove estão diretamente relacionadas à Tecnologia da Informação. “Seguindo este contexto do setor de TI, as formações em Desenvolvimento de Sistemas e a Gestão de Infraestrutura e Comunicação de Redes, se destacam, respectivamente, como base de construção deste cenário em crescimento”, analisa Emmanoel Monteiro, coordenador dos cursos de Tecnologia na Estácio Natal.



Segundo o especialista, o que um pretendente ao ingresso nesta área de TI deve fazer antes de escolher o seu caminho profissional é conhecer sobre cada atividade, cada profissão, visto que há uma grande variedade. Para se ter uma ideia, o Ministério da Educação (MEC) organizou um catálogo com dezoito cursos superiores para a Área da Tecnologia da Informação, sendo quatro bacharelados e catorze Cursos Superiores de Tecnologia (CSTs). 

“Por exemplo, cursos de graduação como Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia em Redes de Computadores focam no desenvolvimento de competências fundamentais para sustentabilidade e maximização do poder de competitividade das organizações, cada qual com suas características específicas”, expõe.

O professor explica ainda que, no caso de Análise e Desenvolvimento de Sistema, este curso visa capacitar o profissional a desenvolver, analisar, projetar e implantar sistemas de informação, informatização e automação, de forma a suprir as necessidades crescentes das empresas de todos os portes quanto à otimização, visando o aumento da competitividade.

Já o curso de Redes de Computadores prepara o profissional para elaborar, implantar e gerenciar projetos lógicos e físicos de redes de computadores locais e de longa distância otimizando o processo de comunicação das organizações. “São níveis de atuação diferentes com distintas competências e que devem ser observadas com atenção na hora de escolher o curso”, ressalta.

Monteiro complementa expondo que, apesar das diferenças, conhecimentos envolvendo Computação em Nuvem, Aplic. De Cloud, Iot, Indústria 4.0, Segurança e Direito Cibernético devem ser abordados em ambos contextos de formação, pois cada profissional tem o seu nível de atuação, com processos específicos, para construção destas competências organizacionais.

“Também podemos destacar algumas pós-graduações para quem já é graduado em alguma área relacionada e deseja desenvolver competências em níveis específicos como: Arquitetura e Projetos de Cloud Computing, Desenvolvimento Mobile e Segurança Da Informação”, complementa. 

20

Ago

Mercado

Pesquisa do Sebrae indica que 76% dos pequenos negócios já estão funcionando

Os donos de pequenos negócios, pela primeira vez desde o início da pandemia no país, apresentaram uma melhora no otimismo quanto ao retorno à normalidade da economia. Com a flexibilização do isolamento social em todo o país e o movimento de reabertura dos estabelecimentos em grande parte dos estados, as micro e pequenas empresas começam a dar sinais de reação diante da crise.

Esse retrato mais favorável é revelado pela 6ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 27 e 30 de julho. No levantamento, 76% dos 6.506 empresários participantes, afirmaram que os negócios voltaram a funcionar, sendo a maioria (63%) de forma diferente da que funcionava antes da crise.

A pesquisa também constatou que houve uma melhora no nível de endividamento dos pequenos negócios. Enquanto no final junho, 40% dos empresários possuíam empréstimos ou dívidas em atraso, um mês depois, esse percentual caiu para 36%. A 6ª pesquisa de impacto colheu dados de forma online de empresários de todos os 26 estados e DF, sendo 57% Microempreendedor Individual (MEI), 38% Microempresa e 5% Empresa de Pequeno Porte.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, um novo cenário começa se a desenhar com melhores expectativas para os donos de pequenos negócios. “Não temos dúvida da relevância dos pequenos negócios para a retomada econômica do país e da força e capacidade desses empresários. A boa notícia é que já conseguimos enxergar o começo de uma recuperação, mesmo que lenta e variável entre os diferentes segmentos. O importante agora é manter esse ritmo positivo daqui para frente”, destacou.

O levantamento do Sebrae também revelou um expressivo crescimento na proporção de empresas que buscaram empréstimos desde o início da crise. Entre a última semana de março e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que buscou crédito saltou de 30% para 54%. Entretanto, observa-se que esse aumento na procura não tem sido acompanhado, na mesma velocidade, pela oferta de recursos por parte do sistema financeiro. A pesquisa mostrou que 56% dos empreendedores tiveram seus pedidos de empréstimo negados.

Inovação

Ainda de acordo com a pesquisa, a busca pela inovação e digitalizaçãodas empresas (em especial dos canais de venda), deixou de ser uma tendência e se tornou realidade para 66% dos pequenos negócios. Entre as diferentes plataformas, a versão comercial do Whatsapp é a ferramenta digital mais procurada. 46% dos empresários ouvidos já usavam o aplicativo antes da crise e 12% aderiram a esse sistema após a chegada da pandemia.

Local da empresa faz diferença
O levantamento indica que as empresas situadas em locais com maior risco de aglomerações enfrentam mais dificuldade de voltar a funcionar. É o caso das empresas que estão localizadas dentro de feiras ou shoppings populares (42% ainda estão com o funcionamento interrompido) e aquelas que funcionam em algum tipo veículo, como uber e transporte escolar (38% ainda estão fechados). Nesse sentido, os pequenos negócios que funcionam em lojas de rua apresentam o melhor desempenho (apenas 12% deles continuam fechados). 

Confira abaixo outros dados da pesquisa

- Houve redução de 84% para 81% na proporção de empresas que afirmam que estão sofrendo uma diminuição no seu faturamento. O volume dessa perda de faturamento também registrou uma pequena redução de -51% para -50%.

- Entre os segmentos mais afetados pela crise, o Turismo apresentou uma leve melhora nas perdas do faturamento, de -76% para -74%.

- Outros segmentos que apresentaram melhoras no faturamento: Indústria de Base Tecnológica (de -45% para -35%); Saúde (de -46% para -36%), Moda (de – 56% para -50%), Serviços de Alimentação (de -56% para – 51%), Indústria Alimentícia (de – 40% para – 37%).

- Entre os segmentos que tiveram piora destacam-se: Pet Shop e Serviços Veterinários (de – 24% para – 37%), Agronegócio (de -37% para – 45%), Energia (de – 49% para – 57%), Artesanato (de – 44% para – 47%) e Logística e Transporte (de – 53% para – 58%).

- A maioria das empresas (62%) conhecem e já implementaram os protocolos de segurança definidos pelo poder público para o funcionamento da sua atividade.

- As empresas em locais com maior risco de aglomeração têm mais dificuldade de funcionar. Sendo assim, as empresas que funcionam dentro de feiras ou shopping populares e aquelas que funcionam em algum veículo como Uber e Transporte Escolar, estão sofrendo mais com a pandemia.

- 41% dos Microempreendedores Individuais (MEI) trabalham em casa e 52% das micro e pequenas empresas funcionam em loja/sala de rua.

20

Ago

Mercado

Estudo: confiança do empresário do comércio cresce 11,5% em agosto

A confiança do empresário do comércio cresceu 11,5% em agosto e alcançou 78,2 pontos, na comparação com o mês anterior. É a segunda taxa mensal positiva consecutiva e a maior da série histórica do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). Os avanços nos três subíndices do indicador, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) favoreceram o resultado. 

De acordo com a CNC, apesar de permanecer na zona de avaliação pessimista, que é abaixo dos 100 pontos, a alta mensal foi a maior desde o início da realização da pesquisa, em abril de 2011. No comparativo anual, no entanto houve queda de 32%.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a retomada econômica do país se dá de forma gradual, porque a redução em praticamente todos os segmentos foi bastante intensa durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Na visão dele, os indicadores de atividade dos principais setores da economia têm mostrado que o fundo do poço da crise foi em abril. 

Tadros destacou a influência do comércio eletrônico no setor como resposta à pandemia. Ele defendeu a necessidade da reabertura gradativa do comércio não essencial. “Apesar das restrições que a covid-19 ainda impõe para as vendas físicas, o varejo tem viabilizado parte do faturamento pelo comércio eletrônico e outros canais digitais”, disse.

Subíndices
Entre os três subíndices do Icec que apresentaram alta em agosto, o destaque foi para o que avalia as expectativas para o curto prazo. A elevação ficou em 17,8%, se comparado a julho. Isso, para a CNC, revela o otimismo dos comerciantes para os próximos meses em relação à economia e ao desempenho tanto do comércio como da própria empresa. Com esse crescimento, o item chegou a 127,1 pontos e se consolidou como o de maior nível entre os principais indicadores da pesquisa.

A avaliação dos comerciantes com relação ao desempenho da economia nos próximos meses subiu 19,3%, o segundo aumento consecutivo, e alcançou 116,5 pontos. Com isso voltou à zona de avaliação otimista. 

Para a economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, isso reflete a sensação dos empresários para os próximos meses. “Cresceu a proporção de empresários que esperam melhora do nível de atividade econômica nos meses a frente: 64,7% em agosto, contra 50,8%, em julho. Por outro lado, as avaliações correntes da economia estão em nível ainda muito baixo, a 85 pontos do nível pré pandemia”, observou.

O indicador que mede a satisfação dos comerciantes com as condições atuais teve alta de 5,9%, o primeiro em cinco meses, após acumular quedas intensas em abril, maio, junho e julho. O item atingiu 36,9 pontos, o que representa 58,2% atrás da pontuação registrada em agosto de 2019.

Contratação
O índice que avalia as intenções de investimento cresceu 4,3%, a primeira alta desde abril e chegou a 70,5 pontos. Entre os indicadores de investimento, a intenção de contratação de funcionários registrou crescimento recorde de 13,9% em agosto, chegando a 77,9 pontos, apesar de estar 48 pontos abaixo do nível pré-pandemia. 

Izis Ferreira informou que pela primeira vez, desde dezembro de 2019, aumentou a proporção de empresários do comércio que relataram intenção de ampliar o quadro de funcionários, que saiu de 25,1% em julho para 33,2% em agosto. De acordo com a economista, esse movimento é influenciado pela reabertura gradual e expectativas de melhor desempenho do setor no último quadrimestre.

“O último trimestre do ano concentra a principal data para o comércio, com aumento sazonal das vendas entre novembro e dezembro, o que motiva a contratação de funcionários, mesmo os temporários”, apontou.

Icec
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio é o indicador mensal antecedente, pesquisado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo. A intenção é verificar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. Aproximadamente 6 mil empresas em todas as capitais do país compõem a amostra, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

Fonte: Agência Brasil

19

Ago

Mercado

Sebrae RN vai iniciar palestras virtuais para estimular empreendedores à investir em negócios de impacto

O Sebrae no Rio Grande do Norte inicia nesta semana uma série de palestras virtuais voltadas para empreendedores que atuam no interior do estado na área de negócios de impacto socioambiental. A proposta é dialogar sobre o tema e estimular empresários e cooperativas a investirem nesse tipo de empreendimento, impulsionando o crescimento do setor. As inscrições podem ser feitas pelo link https://bit.ly/palestra-negociosdoimpacto/.  

A ação faz parte de uma parceria entre o Sebrae e o Banco do Nordeste para difundir os negócios de impacto social nos polos territoriais do Rio Grande do Norte. A instituição, assim como o banco, participa do Comitê Estadual de Negócios de Impacto, criado, entre outras finalidades, para apoiar esse tipo de empreendimento e incentivar o surgimento de novos negócios de impacto socioambiental. "Com essa iniciativa conjunta, pretendemos disseminar esse tema no interior do estado. Por isso, estamos promovendo essa série de palestras nos polos territoriais onde o Banco do Nordeste tem atuação juntamente com o Sebrae, que é parceiro”, explica a gestora do Impacta RN 2020, Mona Paula Nóbrega.  

A primeira palestra será realizada nesta quinta-feira (20), às 10 horas, e reunirá empresas e ccooperativas que atuam nessa área em municípios das regiões do Seridó, Trairi e Sertão Central Cabugi. Na próxima terça-feira (25) será a vez das regiões do Alto Oeste, Sertão do Apodi e Acu-Mossoró. O ciclo encerrra com a particiapação de empreendedores do Mato Grande, Agreste, Litoral Sul e Potengi no dia 27, quinta-feira da próxima semana.

O banco e as instituições financeiras que integram o comitê pretendem, entre outras ações, ampliar o acesso ao crédito dos negócios de impacto social. “Como temos um ecossistema ainda em fase inicial de desenvolvimento, a ideia é que a gente possa disseminar mais a informação sobre esse tipo de negócio, cujo trabalho traz uma repercussão positiva para comunidades locais, e, a partir daí, as instituições financeiras possam conhecer melhor esses empreendimentos e formatarem novos produtos de crédito específicos para esses negócios”, explica Mona Nóbrega.   

Além de entrar nessa estratégia de estimular esse tipo empreendedorismo, o Sebrae do Rio Grande do Norte também incentiva o setor com ações específicas, como é o caso do programa Impacta RN 2020. Essa iniciativa vai dar suporte aos empreendedores sociais instalados no Rio Grande do Norte para estruturar os negócios de forma profissional, sustentável e financeiramente viável. Ao longo de quatro meses, os empreendedores receberão apoio de uma equipe multidisciplinar de especialistas, composta por mentores de impacto social, consultores de mercado e analistas de empreendedorismo, que os ajudarão a entender o momento do negócio e vencer desafios. 

O edital se enquadra no contexto da Agenda 2030, na medida em que busca mapear soluções de negócios capazes de responder às demandas apontadas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Por isso, o Sebrae-RN vai selecionar empreendedores que desenvolvam negócios de impacto socioambiental ou inclusivos, que já estejam em operação no estado. A proposta é atuar no fortalecimento desses negócios selecionados para que cresçam e ampliem o impacto de forma financeiramente viável. 

São classificados como negócios de impacto socioambiental, os empreendimentos que geram lucro e impacto social e/ou ambiental positivo através da sua atividade principal. Já os negócios inclusivos são aqueles empreendimentos que oferecem oportunidades de inclusão socioeconômica para cidadãos de menor renda ou que envolvam população de baixo poder aquisitivo como sócio ou parceiro de negócio (fornecedor, distribuidor ou revendedor). 

18

Ago

Mercado

Atendimento virtual com um toque de humanidade

Após quatro meses de isolamento social, novos hábitos foram implementados na rotina dos brasileiros. Durante esse período, o uso da internet aumentou cerca de 40% a 50% segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Isso se deve a um maior número de acesso, de estudantes em aulas onlines e ao aumento da necessidade de utilização dos serviços digitais, como compras onlines por exemplo. Por isso, empresas de tecnologia seguem em busca de melhoria no atendimento ao cliente.

Com essa nova rotina, houve também um aumento na demanda aos canais de atendimento. Como forma de agilizar o contato com seus usuários, a Cabo Telecom, empresa de tecnologia com DNA potiguar, lançou no início de maio mais um canal de conversa com o cliente: o Dexter, serviço de atendimento humanizado via whatsapp. Além do call center e das lojas físicas, os clientes têm mais essa alternativa que pode ser acessada através do número (84) 2010-2012.

Para os usuários, o novo serviço tem se mostrado eficaz: “sou cliente Cabo há mais de 15 anos e o atendimento pelo whatsapp tem sido essencial durante a pandemia. Hoje, quando preciso da segunda via da fatura ou de solicitar suporte técnico, utilizo o Dexter, porque é mais rápido e prático”, afirma o engenheiro mecânico Alcimar Dantas. Por meio deste canal, também é possível receber atendimento administrativo, desbloquear serviços suspensos por inadimplência, negociar débitos e solicitar o serviço Fale Conosco. 

“Reproduzimos para o Dexter a excelência do nosso atendimento presencial e por telefone, tão bem aceito pelos nossos clientes e um diferencial sobre o qual nos orgulhamos muito, uma marca da Cabo Telecom. O nosso call center é considerado um dos melhores do Brasil pela Anatel”, comenta Claudio Alvarez, diretor presidente da empresa. 

A experiência com a ferramenta tem apresentado números positivos, segundo dados do Setor de Atendimento da Cabo Telecom: mais de 50% dos contatos são resolvidos por meio da plataforma, sem a necessidade da visita técnica. Mas, para os clientes que preferem o contato presencial na resolução desses problemas, como a troca de equipamentos, as lojas de Candelária, Alecrim, Zona Norte e Parnamirim seguem funcionando com todos os cuidados de higiene, mantendo a distância recomendada pelos órgãos de saúde e com álcool gel para limpeza constante das mãos.

17

Ago

Mercado

Webinar: Fomento à internacionalização tornará o RN mais competitivo

O Rio Grande do Norte passa a contar a partir deste ano com um importante aliado no processo de internacionalização do setor produtivo, em especial as empresas de Tecnologia da Informação. A Rede Potiguar de Fomento à Internacionalização está articulando a realização de seminários virtuais com vistas ao mercado externo. O primeiro webinar acontecerá na próxima sexta-feira (21), às 15h, e terá como expositora a CEO da empresa paulistana Sterna, Raquel Kibrit, especialista em internacionalização de empresas.

Raquel Kibrit é formada em Relações Internacionais, com pós-graduação em Gestão de Negócios e Projetos e possui MBA pelo Instituto de Ensino e Pesquisa - INSPER. A empresa Sterna já atuou na internacionalização de 50 empresas e seu mais recente trabalho foi feito junto ao Porto de Santos, o maior da América Latina. As inscrições podem ser feitas através do link.de forma gratuita.

A Rede Potiguar de Fomento à Internacionalização é uma iniciativa da Câmara de Comércio, Indústria e Turismo Brasil-Portugal e do Parque Tecnológico Metrópole Digital e conta com a parceria do Sebrae no Rio Grande do Norte, Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern), Governo do Estado, Prefeitura do Natal e da Rede Potiguar de Incubadoras e Parques Tecnológicos (Repin).

Ao todo estão programadas pela Rede cinco webinars (seminários através da web), que contarão com a participação de especialistas do mercado e terão por objetivo traçar um cenário completo para quem quer internacionalizar seus negócios, em especial no que diz respeito ao mercado português e europeu. Ao final de cada encontro, também será reservado um canal individual ou em grupo para dirimir dúvidas dos empreendedores participantes.

Empresas mais competitivas

O diretor do Parque Metrópole, Rodrigo Romão, ressalta a importância da iniciativa para contribuir para que os empreendedores locais passem a ter um pensamento global quanto aos seus negócios. “Por que não, logo no início de um empreendimento, pensá-lo de forma internacional?”, indaga Romão.

Rodrigo Romão afirma que, do ponto de vista econômico, o momento é propício para o planejamento de ações de internacionalização, seja para superar o momento de dificuldade trazido pela pandemia do coronavírus, seja devido à desvalorização da moeda nacional. “O passo seguinte a esse momento de sensibilização, por meio dos webinars, será formar um pool de empresas interessadas, com as quais a Câmara Brasil-Portugal poderia atuar em aspectos como a negociação de parcerias”, anuncia Romão.

O gerente da Unidade de Inovação e Negócios do Sebrae no Rio Grande do Norte, David Góis, considera a inciativa da Rede um passo decisivo rumo à internacionalização das empresas de base tecnológica e startups norte-rio-grandenses, que terão mais competitividade no mercado exterior. “Estamos abrindo mais uma grande possibilidade de desenvolver o estado através dessas empresas de tecnologia. Contudo, não adianta desenvolver empresas de base tecnológica, sem abrir mercados. A internacionalização de empresas de tecnologia é um grande vetor que impulsionará a economia do RN, através dessa Rede formada por instituições, que são referência no apoio ao desenvolvimento econômico”, avalia David.

A diretora de internacionalização e relacionamento com o mercado da Câmara Brasil-Portugal, Daniela Freire, destaca que o fato de vários órgãos ligados à Rede já terem projetos voltados para o mercado exterior facilitou a criação da parceria. “Isso demostrou que as instituições do Estado, não só estão atentas a soluções para mitigar o impacto da crise, como também atuando em bloco para estimular e preparar o empresariado local visando expandir mercado e fazer negócios com outros países, diversificando o risco da operação e tornando as empresas mais competitivas”, destaca a dirigente.

Daniela Freire também aponta a fase como oportuna para iniciativas do tipo. “O peso da moeda e os incentivos por parte do governo europeu ao longo dos próximos meses e anos são fatores que favorecem a expansão de mercado neste momento e não devemos perder esta janela”, defende. Ela conta que o órgão tem interesse em estimular o comércio entre os dois países e que o objetivo “é usar sua expertise e rede de parceiros para auxiliar na retomada econômica do Brasil”.
O secretário municipal de planejamento, Alexsandro Ferreira Cardoso da Silva, afirma que a articulação para a Rede de Fomento faz-se importante, dentre outros motivos, por se constituir numa “renovada oportunidade de ampliar as parcerias institucionais já existentes e fomentar novos contatos”. Segundo Alexsandro, “é bem-vinda a iniciativa de estabelecer fortes vínculos com Portugal, seu ambiente de negócios, como porta de entrada ao mercado Europeu”.

O diretor da Rede Potiguar de Incubadoras e Parques Tecnológicos (Repin), Anderson Paiva Cruz, destaca a relevância da implementação de medidas de formação para os empreendedores na área de internacionalização. Paiva explica que, dentre as ações previstas, está a implementação de cursos de capacitação, por parte do Governo do Rio Grande do Norte, voltados para CEOs de empresas. “A ideia é que os empreendedores possam conhecer os vários aspectos da internacionalização, de modo a fortalecê-las e prepará-las nesse processo. O mais importante é que essas instituições estão atuando de modo a fortalecer a internacionalização como um vetor desenvolvimento do Estado”, conclui o diretor da Repin.

17

Ago

Mercado

Famílias por mais tempo em casa fazem crescer busca por isolamento acústico para melhor conforto

Mais tempo em casa, mais gente circulando pelos cômodos, crianças correndo pra lá e pra cá, aparelhos de som e televisão ligados por mais horas. Tudo isso produz barulhos e ruídos que podem causar incômodos a você e aos vizinhos também. Mas todo esse desconforto poderia ser evitado se o seu lar tiver um bom isolamento acústico. Isolar paredes, tetos, portas e janelas traz mais qualidade de vida, evita reclamações e favorece a privacidade.

O isolamento pode ser feito em praticamente qualquer cômodo. O ideal é que esse serviço seja pensado ainda na fase do projeto, principalmente desde os estudos preliminares, mas quando não é possível, há inúmeras soluções que podem ser aplicadas a ambientes já em uso.

A diretora comercial e de marketing de OBorrachão, Raíssa Diniz, destaca que durante a pandemia cresceu muito o interesse e a busca por informações sobre como realizar o isolamento acústico de residências. “As pessoas passaram a procurar compreender como se pode tratar os espaços acusticamente, e houve um grande movimento de busca por informações desse tipo”, explica. Raíssa ressalta que o isolamento acústico pode ser sinônimo de qualidade de vida, menos estresse e sono de melhor qualidade, especialmente em períodos que a família precisa permanecer mais tempo em casa.

A arquiteta Bianca Araújo, que atua com projetos de isolamento acústico, explica como funcionam. “O isolamento acústico deve ser feito, primeiramente, observando o ambiente e identificando as fontes sonoras que estão incomodando. Em seguida, avaliar as partições - partes, como paredes, esquadrias, teto, ou piso - que precisam de isolamento. Tem que cuidar muito bem das frestas, principalmente em portas e divisórias. Um bom isolamento acústico tem que ser do sistema todo”, afirma.

Opções e aplicações

São várias as opções de materiais para bloquear a passagem do som entre os ambientes. Nas lojas OBorrachão, é possível encontrar placas de drywall, que atendem a vários tipos de isolamento, e combinadas com lãs de pet ou de rocha, garantem um bom bloqueio de sons e ruídos. Esse tipo de material é ideal para o isolamento de residências e para imóveis com paredes geminadas; as mantas acústicas ou painéis em lã de pet, conhecidos como Isolantes Acústicos, podem ser usados em grandes espaços ou pequenas áreas e sua aplicação vai do chão ao teto. 

O acompanhamento de um profissional especializado é fundamental para colocar em prática um projeto de isolamento. Ele vai saber orientar como o serviço deve ser feito e o que deve ser usado. Nas lojas OBorrachão, o cliente encontra todos os produtos necessários para que o profissional possa montar o projeto acústico de qualquer tipo de ambiente, levando em conta o melhor custo benefício.  “Até porque, nem sempre o que é necessário para um ambiente serve para outro. O isolamento acústico para um quarto de dormir é diferente de uma sala de estar, de um teto, de um banheiro”, completou a arquiteta Bianca Araújo.

OBorrachão disponibiliza uma série de informações sobre isolamento acústico, como fazer e os contatos para a assistência necessária no site https://www.revestimentosoborrachao.com/