Mídias Sociais

12

Ago

Mídias Sociais

Twitter libera novas configurações para conversas

Em maio, o Twitter começou a testar um novo recurso na plataforma que possibilita limitar quantas pessoas podem responder a um tweet. Hoje, a rede social lança oficialmente algumas novas configurações para as conversas, incluindo a ferramenta testada anteriormente.

Desde ontem, qualquer pessoa poderá usar essas configurações para que respostas indesejadas não atrapalhem conversas significativas. São três opções para escolher quem pode responder ao seu tweet: Qualquer um (configuração padrão); Pessoas que você segue e Somente pessoas que você menciona.

Os tweets com essas últimas duas opções terão um aviso e o ícone de resposta na cor cinza, para que fique claro a quem não puder responder.

As pessoas que não estiverem habilitadas para resposta ainda poderão visualizar, retweetar, retweetar com comentário e curtir essas conversas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130273/twitter-libera-novas-configuracoes-para-conversas/

11

Ago

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Facebook vai doar R$ 14 milhões para pequenas e médias empresas brasileiras

Não bastasse o número massivo de morte por conta da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), o mundo todo vem enfrentando uma grande crise econômica. Os comércios de pequeno e médio porte foram os mais impactados pela COVID-19 e, neste momento, qualquer ajuda é primordial para que os donos continuem com as portas abertas nos próximos meses. E o Facebook anunciou um subsídio que pode ser de muita ajuda para muitos proprietários, com um total de R$ 14 milhões em doações.

A plataforma já havia anunciado anteriormente o programa Global Grants, que distribuiria um total de US$ 100 milhões em todo o mundo, na forma de verba, créditos para anúncios e outras ações. De acordo com a rede social, entre os exemplos estão suporte para funcionários, ajuda em custos operacionais e no pagamento de aluguel, conexão com mais clientes e apoio para a comunidade.

“As pequenas e médias empresas são a espinha dorsal de nossa economia, pois respondem por 52% dos empregos formais e 40% dos salários pagos no Brasil, segundo o Sebrae. Mas a crise está colocando imensa pressão nelas. Segundo nosso recente relatório Global State of Small Business, 52% das pequenas empresas no Brasil que operam no Facebook dizem que o fluxo de caixa será um desafio nos próximos meses”, destaca Conrado Leister, diretor-geral do Facebook no Brasil, em comunicado.

Como se eleger ao subsídio do Facebook?

O Facebook tem como meta usar os R$ 14 milhões em apoia a 1,2 mil pequenas e médias empresas no Brasil. Para se qualificar ao programa, os proprietários de pequenas e médias empresas devem atender critérios como estar no mercado há pelo menos um ano, empregar de duas até 50 pessoas e ter um endereço comercial nas áreas metropolitanas de São Paulo ou Brasília, entre outros.

Infelizmente, o Global Grants não poderá atender os empreendedores fora dessas duas cidades, pois a companhia preferiu destinar esses recursos nos locais onde o Facebook possui funcionários em seus escritórios. Contudo, outras praças podem contar com cursos e treinamentos grátis, oferecidos pela rede social para ajudar a superar a crise.

Os requisitos completos de elegibilidade podem ser encontrados no site do programa.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/empreendedorismo/facebook-doara-r-14-milhoes-para-pequenas-e-medias-empresas-brasileiras-169661/

11

Ago

Mídias Sociais

TikTok anuncia primeiros criadores de conteúdo a serem remunerados pelo app

TikTok anunciou a primeira leva de criadores da plataforma que receberão pelos conteúdos produzidos no app. Por enquanto, 19 criadores serão pagos através do Creator Fund, uma espécie de fundo do aplicativo que pretende investir até US$ 1 bilhão para o pagamento dos criadores mais populares da plataforma. Hoje o fundo conta com US$ 200 milhões.

Os 19 selecionados são dos Estados Unidos, incluindo nomes como David Dobrik, Brittany Tomlinson, Cheyenne Jaz Wise, entre outros. Enquanto alguns deles já eram conhecidos por conteúdos em outras plataformas, como o YouTube, outros mesmo TikTokers de origem.

O TikTok anunciou o fundo de US$ 200 milhões no final de julho, e um porta-voz descreveu a iniciativa como uma forma de apoiar criadores ambiciosos que “estão buscando oportunidades de sustentar seu conteúdo” no aplicativo.

Ainda não está claro com que frequência os criadores serão pagos ou quanto cada pagamento corresponde, mas um porta-voz da empresa disse ao The Verge que se trata de um sistema de pagamento contínuo.

Para que os criadores sejam selecionados como parte fundo, eles devem “ter 18 anos ou mais, atingir uma linha de base de 10 mil seguidores, ter acumulado pelo menos 10 mil visualizações de vídeo nos últimos 30 dias e postar conteúdo original” que não viole as diretrizes da comunidade da empresa. A meta da empresa é aumentar o fundo de US$ 200 milhões para US$ 1 bilhão nos próximos 3 anos.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130209/tiktok-anuncia-primeiros-criadores-de-conteudo-a-serem-remunerados-pelo-app/

10

Ago

Mídias Sociais

WhatsApp poderá ser usado em até quatro aparelhos ao mesmo tempo

Há alguns meses, rumores indicam que o WhatsApp está trabalhando para lançar um recurso muito esperado: usar a mesma conta em diferentes dispositivos ao mesmo tempo. Agora, o site WABetaInfo indica que a novidade deve sincronizar o histórico entre Android e iPhone.

A novidade eliminaria a necessidade dos aparelhos estarem conectados numa mesma rede Wi-Fi para transmitir os dados do app entre si. Além disso, no formato atual, o smartphone só pode transmitir o conteúdo do WhatsApp para um dispositivo por vez.

Com a futura atualização, a ideia é criar um processo único de sincronização que enviará as mensagens trocadas para até quatro dispositivos em que o WhatsApp esteja logado.

Além disso, a ferramenta também pode chegar junto com um aplicativo do WhatsApp para iPad. A novidade permitiria usar o mensageiro no iPhone e no tablet simultaneamente. Atualmente, é possível usar o WhatsApp no iPad por meio de apps de terceiros que usam o mesmo sistema de retransmissão da versão web do serviço.

Todos os recursos citados ainda estão em desenvolvimento e não possuem data prevista de lançamento para o público final.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/156025-whatsapp-usado-quatro-aparelhos-mesmo-tempo.htm

6

Ago

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Site com acervo mundial de arte urbana permite visitação digital

Com a mudança repentina da dinâmica na vida das pessoas devido à chegada da pandemia de covid-19 e a necessidade de todos repensarem a forma de continuar desenvolvendo suas atividades em meio ao isolamento social, a arte de rua ganha destaque em um museu online que já existe há dez anos e agora está incluindo em sua plataforma 500 novos artistas.

São cerca de 2 mil obras catalogadas, informações em texto, vídeo, serviço de geolocalização e sugestão de roteiros, que podem ser vistos de forma totalmente digital, aberta e gratuita. Segundo os idealizadores do projeto, o site Arte Fora do Museu, funciona como uma plataforma colaborativa para divulgar os artistas e seu trabalho, a fim de que ele seja percebido, reconhecido e valorizado nos grandes centros urbanos.

A maior parte das obras catalogadas está em locais públicos e de livre visitação na cidade de São Paulo, e pelo site é possível visitar esses locais como se faria em um museu físico. Entre os artistas disponíveis estão Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, assim como grandes nomes da street art como Os Gêmeos, Kobra e Invader, passando ainda por arquitetos da importância de Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha e Artacho Jurado.

A visitação pode ser feita escolhendo os artistas, o tema ou criando o próprio roteiro, escolhendo quais obras farão parte da visitação do usuário.

“Por meio do site, procuramos levar o mundo físico para o digital e ser um suporte para o mundo fisico por meio do digital, servindo como um guia da cidade e das obras de arte do mundo inteiro. O site já nasceu como catálogo de obras de arte e vai tomando esse caráter mais político, sem que pudéssemos prever isso. Com a pandemia, percebemos o quanto é importante ter uma ferramenta que propicie essa funcionalidade de poder visitar o museu sem sair de casa”, disse um dos responsáveis pelo Arte Fora do Museu, Felipe Lavignatti.

Para Lavignatti, o acervo tem grande importância para chamar a atenção e valorizar a arte urbana no espaço público, já que muitas vezes essas peças são abandonadas, são alvos de vandalismo ou nem mesmo são percebidas, seja lá qual o tipo de arte.

“Durante a pandemia, imagino que seja mais um escape para as pessoas, porque acredito que há uma necessidade de consumo de cultura muito grande. O Arte Fora do Museu é um prato cheio porque tem muito conteúdo e muita cultura para ser absorvida e admirada. E serve como um aperitivo para a pessoa ver o que poderá observar in loco quando tudo isso acabar”, ressaltou.

Com informações da Agência Brasil

6

Ago

Mídias Sociais

Após testes no Brasil, Instagram leva Reels ao mundo

Alguns dias depois de ter iniciado os testes da ferramenta Reels no mercado brasileiro – e também na França e Alemanha – o Instagram passa a disponibilizar a ferramenta em mais de 50 países. Com funções similares às encontradas no TikTok, o Reels permite aos usuários publicarem vídeos de 15 segundos, com recursos de música e edição.

É a segunda vez que o Instagram baseia-se na concorrência para criar uma ferramenta. Os stories foram adicionais após o sucesso das postagens dinâmicas do Snapchat. E, agora, o Reels leva ao universo do Facebook as funções do TikTok que vem conquistando jovens em todo o mundo.

Essa não é a primeira tentativa do Facebook de enfrentar o aplicativo chinês. A companhia havia lançado nos Estados Unidos o Lasso, um aplicativo independente que acabou sendo descontinuado no mês passado pelo fracasso em conquistar audiência. Com o Reels, no entanto, as perspectivas podem ser melhores, uma vez que o TikTok está enfrentando um problema político no território estadunidense, com o presidente, Donald Trump, ameaçando banir a rede social do país.

“O timing é uma coincidência, em vários sentidos”, afirma Vishal Shah, head de produto do Instagram, em uma entrevista coletiva. O Facebook já havia disponibilizado o recurso em outros países, como o Brasil, e também na Índia, onde o app chinês foi banido pelo governo. “Tínhamos a impressão de que o produto teria potencial e entendemos rapidamente que a ferramenta estava repercutindo entre as pessoas”, diz Shah.

Os vídeos do Reels são exibidos na aba Explorar, na qual os usuários podem buscar e visualizar conteúdos de páginas, inclusive aquelas que eles não seguem. A vantagem de colocar o Reels dentro do Instagram é, segundo a companhia, a oportunidade de já ter uma comunidade de mais de um milhão de usuários. É mais difícil convencer as pessoas a baixar um novo app do que descobrir uma nova funcionalidade em um aplicativo que já utilizam.

De propriedade da companhia chinesa ByteDance, o TikTok enfrenta uma situação complicada nos Estados Unidos, que pode terminar na proibição do app ou na venda da marca para uma companhia local (possivelmente para a Microsoft). Donald Trump e outras autoridades disseram que o TikTok é uma ameaça à segurança nacional, uma vez que poderia conceder dados de cidadãos estadunidenses ao governo chinês. O TikTok negou tais acusações.

A respeito do Reels, a ByteDance disse que a ideia do Facebook de copiar o projeto, bem como as acusações de que os proprietários chineses não estariam comprometidos com a segurança de dados e com a liberdade de expressão, podem ser considerados “plágio e difamação”. Apesar do argumento, o ByteDance não pode ser considerado pioneiro na criação de um app de edição de vídeos curtos. O Vine, aplicativo comprado pelo Twitter em 2013, lançou um recurso parecido na época. O app, no entanto, foi encerrado posteriormente.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/08/05/apos-testes-no-brasil-instagram-leva-reels-ao-mundo.html

5

Ago

Mídias Sociais

Receita lança atendimento sobre CPF pelo Telegram

A Receita Federal inaugurou atendimento de serviços relacionados ao Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) pelo Telegram. Esse novo canal de atendimento utiliza tecnologia conhecida como chatbot, que realiza o atendimento virtual e simula uma conversação por meio de chat.

Segundo a Receita, a iniciativa busca dar maior agilidade no atendimento ao cidadão e contribui para evitar que as pessoas se desloquem para alguma unidade de atendimento presencial, preservando a saúde dos servidores e cidadãos, evitando a aglomeração e a propagação do novo coronavírus.

Para solicitar o serviço, o contribuinte deverá acessar o canal ReceitaFederalOficial, interagir com a ferramenta, enviando as informações e documentos exigidos para que a Receita Federal faça a análise do pedido e conclua o atendimento.

Estão disponíveis no novo canal serviços como:

- Atualização/alteração de dados e Regularização de CPF;

- Segunda via de CPF;

- Informação do número do CPF;

- Consulta à situação cadastral; e

- Consulta ausência de DIRPF - Declaração do Imposto de Renda Pessoas Físicas (exercício omisso).

Com informações da Agência Brasil

5

Ago

Mídias Sociais

Orkut voltou? Novo site é um clone da rede social

Nesta terça-feira (04), o Orkut voltou a figurar entre os assuntos mais comentados no Brasil. O motivo seria um suposto retorno da famosa rede social, mas trata-se apenas de um site desenvolvido por um fã da plataforma. A interface é a mesma usada pela rede dos anos 2000; após passar pela tela de login, é possível ver até mesmo as famigeradas comunidades.

Ao acessar o site orkut.br.com, uma mensagem alerta que a página não tem vínculo com o Google e não é a mesma que o orkut.com. Isso significa que, apesar da sensação de nostalgia, não existe garantia de segurança durante o uso.

De acordo com o criador do site, a ideia é homenagear a antiga rede social, usando as mesmas ferramentas e o design da página original. "Caso sua intenção seja acessar a antiga rede social filiada ao Google, pedimos desculpas mas não será possível, infelizmente o Orkut.com encerrou suas atividades em 2014. [...] Você não vai ter acesso a sua antiga conta do orkut.com. Mas pode criar uma conta nova e adicionar seus amigos, enviar recados, depoimentos, participar das comunidades e muito mais".

Fonte: TecMundo, disponível em
https://m.tecmundo.com.br/redes-sociais/155851-orkut-voltou-novo-site-clone-rede-social.htm#goog_rewarded

4

Ago

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WhatsApp lança ferramenta que permite pesquisar sobre veracidade de mensagens encaminhadas

WhatsApp agora permite que os usuários verifiquem a veracidade (ou não) de mensagens encaminhadas. Por enquanto, a ferramenta lançada para os sistemas Android, iOS e também para a versão WhatsApp Web/Computador, está disponível no Brasil, Itália, Irlanda, México, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

novo recurso funciona de forma simples: ao receber uma mensagem encaminhada por algum contato, o usuário verá um botão de lupa. Ao clicar no botão, abrirá a opção de pesquisa no Google para verificar as informações da mensagem repassada.

A ferramenta permite que os usuários carreguem a mensagem diretamente pelo navegador do celular ou do computador sem que o WhatsApp tenha acesso ao conteúdo da mensagem.

De acordo com o WhatsApp, a novidade vem para ajudar na guerra contra as fake news: “Ao fornecer uma maneira simples de pesquisar na internet sobre o conteúdo desse tipo de mensagem, podemos ajudar nossos usuários a encontrar notícias ou outras fontes de informação sobre o conteúdo recebido”, diz a plataforma em seu blog oficial.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129927/whatsapp-lanca-ferramenta-que-permite-pesquisar-sobre-veracidade-de-mensagens-encaminhadas/

4

Ago

Mídias Sociais

Twitter pode ser multado em US$ 250 milhões por abuso de dados dos usuários

O Twitter confessou que, possivelmente, será multado em até US$ 250 milhões pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, no original em inglês) por ter desrespeitado um acordo firmado em 2011 com a agência regulatória. O pacto garantia que a rede social não poderia mais enganar seus utilizadores a respeito de como e para quê seus dados pessoais seriam utilizados pela companhia.

A própria plataforma afirma ter quebrado essa promessa ao utilizar, entre 2013 e 2019, o número de telefone e o endereço de email de seus usuários para disparo de publicidade direcionada — a informação cedida aos internautas, porém, era a de que tais informações cadastrais seriam empregadas apenas “para propósitos de segurança e de proteção”. A prática, naturalmente, aborreceu a FTC.

Tal revelação consta no último formulário Q-10 (relatório financeiro trimestral exigido pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos para todas as empresas de capital aberto) preenchido pela companhia. O Twitter comenta ainda que a FTC já lhe enviou um rascunho da queixa no dia 28 de julho, e estimativas da própria rede social apontam que o valor da multa deve ficar entre US$ 150 milhões e US$ 250 milhões.

Curiosamente, a companhia reservou apenas otimistas US$ 150 milhões para pagamento da multa. “O assunto permanece por resolver e não há garantias quanto ao prazo ou aos termos de qualquer resultado final”, explica a plataforma no relatório em questão. A prática de utilizar dados dos usuários para publicidade foi revelada pela própria rede social em outubro do ano passado.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-pode-ser-multado-em-us-250-milhoes-por-mal-uso-de-dados-dos-usuarios-169288/

3

Ago

Mídias Sociais

Com a chegada de agosto, empresas voltam a anunciar no Facebook

No final de junho, diversas marcas anunciaram a adesão ao Stop Hate for Profit, movimento que incentiva a pausa de investimentos em anúncios nas redes sociais. A iniciativa é uma tentativa de forçar plataformas como FacebookInstagram e Twitter a repensarem suas políticas em relação ao discurso de ódio e à desinformação. A proposta inicial era de um boicote às mídias sociais durante todo o mês de julho. E agora, com a chegada de agosto, muitas empresas já estão retomando a publicidade nas mesmas plataformas.

Quando o movimento foi lançado, uma série de companhias de alto nível anunciaram o boicote, incluindo Coca-Cola, Unilever, Starbucks, Hershey’s, VerizonLEGO Disney. Algumas dessas marcas, no entanto, já anunciaram a retomada dos anúncios, como Hershey’s, Heineken The North Face.

No caso da The North Face, a empresa foi a primeira grande marca a anunciar suporte ao #StopHateforProfit: “Reconhecemos que a mudança não acontece da noite para o dia. É por isso que continuaremos a dialogar com o Facebook para responsabilizá-los pelas ações que planejam implementar. Pretendemos retomar nossa relação de trabalho com o Facebook e o Instagram em agosto, mas ingressamos em nossa empresa controladora, a VF Corporation e outras marcas da VF para criar uma coalizão que fará check-ins regulares com a equipe do Facebook para avaliar continuamente seu progresso e determinar continuamente se eles são um parceiro e uma plataforma que mantém nossos valores”, diz a marca em comunicado.

A Heineken também lançou um comunicado sobre a volta de seu investimento em publicidade no Facebook e no : “Devido à preocupação com conteúdo prejudicial nas mídias sociais, a Heineken tomou a decisão de interromper as atividades do Facebook e Instagram em julho. Desde então, conversamos detalhadamente com o Facebook e temos o prazer de ver seus novos compromissos com base em um plano de ação formulado pela Global Alliance for Responsible Media. Enquanto retomarmos nossa publicidade nas plataformas do Facebook a partir de agosto, continuaremos nosso diálogo com o Facebook à medida que a empresa avança em relação aos novos compromissos”.

Impacto financeiro para o Facebook

De acordo com o Business Insider, nos Estados Unidos mais de mil empresas de grande porte cortaram anúncios no Facebook em julho. Uma análise realizada pela empresa de rastreamento digital Pathmatics ainda apontou que mesmo não aderindo publicamente ao boicote, algumas marcas cortaram gastos com anúncios no Facebook. É o caso de Samsung, McDonald’s, Kraft Heinz, LinkedIn Netflix.

As estimativas da Pathmatics afirmam que algumas empresas reduziram seus gastos em mais de 95% em julho, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. O gasto médio diário do McDonald’s no Facebook, por exemplo, caiu 97,3%, enquanto o da Samsung caiu 95,3%.

Ainda assim, a plataforma de Mark Zuckerberg minimizou o impacto do boicote em suas finanças. Também segundo o BI, embora o Facebook não tenha compartilhado seus ganhos durante o mês inteiro, a rede social afirma que a receita de anúncios nas três primeiras semanas de julho se manteve alinhada com o restante de seu crescimento anual em 2020, o que significa aproximadamente 10%.

A empresa também registrou uma receita de US$ 18,7 bilhões nos lucros do segundo trimestre, acima das expectativas dos analistas que eram de US$ 17,34 bilhões e acima também dos US$ 16,9 bilhões do ano anterior. Embora o período não englobe o mês de julho, o diretor financeiro da empresa, Dave Wehner, disse que os 100 principais anunciantes do Facebook representam apenas 16% de sua receita publicitária de mais de US$ 70 bilhões.

Uma porta-voz do Facebook ainda afirmou que as estimativas da Pathmatics “são muito limitadas”, uma vez que a empresa não forneceu nenhum dado para a formulação da análise.

Em resumo, apesar da grande quantidade de anunciantes que boicotaram a plataforma durante o mês, o segmento de anúncios do Facebook não foi efetivamente afetado.

Dos 20 principais anunciantes do Facebook, alguns devem manter a pausa nos anúncios, entre eles Microsoft, Unilever, Diageo, Coca-Cola e CVS. No caso da Unilever, a companhia garantiu que reduzirá pela metade sua publicidade no Facebook, no Instagram e no Twitter pelo menos até o fim de 2020. Diageo e Coca também devem manter o posicionamento pelo resto de 2020.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129855/julho-acabou-e-as-empresas-estao-voltando-a-anunciar-no-facebook/

3

Ago

Mídias Sociais

Estudo: investimento das marcas em redes sociais cresceu 26% no trimestre

A Socialbakers, empresa de soluções para performance em redes sociais, acaba de lançar um relatório de tendências de publicidade em redes sociais, considerando o impacto da pandemia de Covid-19 sobre a estratégia dos anunciantes no mundo todo. Chamado “Social Media Trends Report”, o levantamento leva em consideração dados referentes ao segundo trimestre de 2020. 

Em todo o mundo, os investimentos das marcas em anúncios em mídias sociais aumentaram 26% em relação ao final do primeiro trimestre, quando os orçamentos dos anunciantes foram mais impactados. 

O custo médio por clique (CPC) dos anúncios pagos online aumentou 55,3% depois de atingir seu ponto mais alto no início de março, antes da pandemia afetar todo o mundo. Para todas as marcas analisadas, o CPC aumentou 42,7%, chegando a US$ 0,107. 

Porém, nos principais feeds, o CPC ainda mostra um declínio em relação ao ano passado, o que representa uma oportunidade para marcas otimizarem investimentos e atingirem um público maior com seus conteúdos.

Boicote ao Facebook

Apesar da retomada gradual do investimento, houve queda pontual nos investimentos por conta de acontecimentos específicos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Socialbakers notou queda de 31% em investimentos em publicidade digital nas duas últimas semanas do trimestre, resultado associado ao boicote de muitos anunciantes ao Facebook.

Por outro lado, à medida em que consumidores começaram a sair da quarentena, o tempo de navegação online também começou a voltar a níveis pré-pandêmicos, em parte. As interações no Facebook caíram 50,8% no segundo trimestre, considerando o período como um todo, mas recuperaram parte do volume no final do trimestre com o menor índice de isolamento.

Vídeo em destaque

O vídeo foi um dos formatos publicitários que mais engajou durante o segundo trimestre. O Twitter, que contém mais de 20% dos tweets feitos por páginas de marcas, teve a maior participação na exibição desse formato. 

No Instagram, porém, houve um aumento de 16% na veiculação de vídeos publicitários em relação ao ano passado. No Facebook, esse aumento foi de 5%. O uso do Facebook live também teve aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 126% em relação aos primeiro trimestre. 

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/31/investimento-das-marcas-em-redes-sociais-cresceu-26-no-segundo-tri.html

30

Jul

Mídias Sociais

Em esforço de transparência, TikTok vai permitir que especialistas acessem seu algoritmo

Além das críticas bastante severas sobre a concorrência, o CEO Kevin Mayer aproveitou uma publicação no blog oficial do TikTok nesta quarta (29) para anunciar algumas medidas que buscam aumentar a transparência da plataforma. Isso inclui a decisão surpreendente da plataforma de abrir ainda mais o acesso a seu algoritmo e a permissão a especialistas de observar “em tempo real as políticas de moderação”, nas palavras do executivo.

No post, Mayer não apenas desafia a concorrência a seguir os passos como afirma que a rede social acredita que “Todas as empresas deveriam abrir o acesso de seus algoritmos, políticas de moderação e fluxo de dados a reguladores” e que o TikTok “não vai esperar a regulação chegar” e sim dar o primeiro passo para a formação do que ele chama de “Central de Transparência e Responsabilidade” da plataforma.

As declarações do executivo não apenas são corroboradas por medidas anunciadas pela rede social já em março sobre a abertura de especialistas externos – que incluía aliás a criação da tal central – mas também estão cronometradas com o início dos testemunhos de alguns dos principais executivos do Vale do Silício no judiciário estadunidense. A partir desta quarta, os CEOs do Facebook, Google, Apple e Amazon devem começar a prestar contas a membros do Congresso dos EUA durante um painel antitruste que vai definir se estas empresas devem continuar livres de qualquer escrutínio do mercado, e o TikTok deve ser bastante mencionado nas sessões conforme o aplicativo de origem chinesa se tornou exemplo do tipo de “competição ideológica” que estes conglomerados enfrentam atualmente.

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A briga maior da rede social da ByteDance é com o Facebook, óbvio, mas não apenas porque este vem buscado copiar o formato do TikTok. O CEO Mark Zuckerberg em diversas ocasiões fez a defesa da plataforma como ambiente de liberdade de expressão apontando a rival chinesa como inimigo a ser enfrentado, uma posição que muito provavelmente deve ser repetida hoje na audiência no Congresso.

“Nós acreditamos em valores – democracia, competição, inclusão e liberdade de expressão – que a economia norte-americana foi construída em cima” escreve Zuckerberg em um discurso inicial publicado na terça (28); “Muitas outras companhias de tecnologia compartilham estes valores, mas não há garantia de que nossos valores vencerão. Por exemplo, a China construiu sua própria versão da internet focada em ideais muito diferentes, e eles estão exportando a visão deles para outros países”.

É justamente este tipo de discurso que leva ao post de hoje escrito por Mayer, não à toa intitulado “Competição justa e transparência beneficiam todos nós”. O CEO em determinado ponto do texto chega a definir o posicionamento do Facebook e seu líder como ataques malignos “disfarçados de patriotismo e destinados a acabar com a nossa presença nos EUA”, além de comentar que sem o TikTok “os anunciantes norte-americanos estariam de novo com poucas opções”: “Nós não somos políticos, nós não aceitamos propaganda política e não possuímos uma agenda – nosso único objetivo é continuar uma plataforma vibrante e dinâmica para que todos aproveitem” continua Mayer na publicação, prometendo que a rede social “vai continuar a lutar para providenciar a creators, usuários e marcas estadunidenses um espaço de entretenimento para os próximos anos”.

O ponto de toda essa treta remonta de novo à atual posição frágil do TikTok nos EUA, cujo governo vem considerando formas de bloquear a presença chinesa pelo aplicativo no país. Além de uma ideia de venda a investidores estadunidenses já ter sido ventilada, a companhia também vem promovendo ações que buscam aumentar a presença do negócio no país. Isso inclui um fundo financeiro a criadores de conteúdo, a criação de um “campus” em Los Angeles e, óbvio, a própria escolha de Mayer – ex-chefe do Disney+ e por um tempo nome cotado para suceder Bob Iger na Disney – para o cargo de CEO.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129672/tiktok-vai-permitir-que-especialistas-acessem-seu-algoritmo/

30

Jul

Mídias Sociais

Pesquisa: celebridades sofrem queda nas redes sociais

Enquanto o início da quarentena significou uma oportunidade de consumo de conteúdo de influenciadores e celebridades, o decorrer do período de isolamento já não se mostrou tão promissor. No Instagram, os perfis de celebridades caíram em 34%, de uma média de seguidores de 13 milhões no primeiro trimestre de 2020, para 8 milhões. A queda no engajamento foi ainda maior: de 42%. As interações caíram de 150 mil, no início da pandemia, para 86 mil.

Os dados são resultado do relatório trimestral #MS360FAAP, realizado pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) com a Socialbakers. A mudança foi brusca entre o primeiro trimestre do ano, em que o crescimento desses perfis foi de 17%, em comparação com o último trimestre de 2019.

O relatório atribui o movimento ao mau exemplo que alguns influenciadores exibiram em relação às orientações de prevenção ao coronavírus e a falta de conteúdo de uma vida glamourosa para publicar. A união desses fatores fez com que eles perdessem seguidores e interesse do público.

Na rede social irmã do Instagram, o Facebook, os seguidores de marcas e páginas institucionais é que tiveram queda, embora menor do  que a  sentida no primeiro trimestre do ano. Em comparação com o fim de 2019, a diminuição foi de 31%. Já comparando o primeiro e o segundo trimestre de 2020, o número foi de 7%. A média de seguidores caiu de 2,9 milhões para 2,7 milhões.

De acordo a pesquisa, parte da retração pode ser atribuída às consequências do movimento Stop Hate for Profit, em que cerca de centenas de marcas anunciaram boicote ao Facebook por considerarem insuficientes os esforços  da rede para combater conteúdo de ódio.

O investimento das páginas de marcas, e-commerce e entretenimento em conteúdo impulsionado aumentou. O setor de mídia manteve 7% das suas publicações impulsionadas e bens e consumo diminuiu de 63% para 59%.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/30/apos-ganho-celebridades-sofrem-queda-nas-redes-sociais.html

30

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp testa mensagens que se apagam após sete dias

Temos uma boa notícia para quem tem paranoia em relação às suas próprias conversas realizadas através do WhatsApp. O mensageiro está testando um novo recurso que, ao ser ativado, apagará automaticamente todas as suas mensagens sete dias após a sua data de envio. A funcionalidade foi identificada na mais recente compilação beta do aplicativo.

De acordo com o WABetaInfo, site dedicado a analisar o código-fonte de todas as novas compilações do programa, a ferramenta é muito simples e poderá ser ligada ou desligada através do menu de configurações do serviço. Ao ativar a feature (batizada de “Expiring messages”), o WhatsApp apaga suas mensagens depois de sete dias.

Obviamente, há sempre uma chance de estarmos todos interpretando mal alguns parâmetros e screenshots. Também não podemos descartar a possibilidade de que o recurso seja, na verdade, um simples “auto limpar” que evita que suas conversas se transformem em históricos muito longos — o que não significa que, necessariamente, suas mensagens serão excluídas da contraparte, caso ela não ative a opção.

Ademais, outra novidade curiosa identificada no beta 2.20.197.4 é uma nova política de privacidade preparada especialmente para os usuários brasileiros. Podemos palpitar que os termos redesenhados sejam uma forma do WhatsApp garantir conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), norma local que, inicialmente, estava prevista para entrar em vigor justamente no mês de agosto.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-testa-mensagens-que-se-apagam-apos-sete-dias-169019/