Mídias Sociais

10

Jul

Novidade no TikTok: agora você pode se candidatar a um emprego pelo app

Já pensou em se candidatar a uma vaga de emprego pelo TikTok? A marca está testando uma ferramenta de candidatura a empregos que permite que os seus usuários se inscrevam diretamente com currículos em vídeo para empresas como Chipotle, Target e Shopify.

O teste do novo recurso se chama TikTok Resumes  incluí mais de 30 empresas inscritas para aceitar currículos para o piloto , que vai até 31 de julho.

Os usuários terão que criar um currículo em vídeo, postá-lo no TikTok e, em seguida, enviar esse vídeo aos recrutadores por meio do aplicativo. Um vídeo de instrução para o programa piloto recomenda que os candidatos não incluam informações pessoais de contato.

Empresas como Target, Chipotle, Sweetgreen e Great Clips também estão usando a plataforma para encontrar funcionários de nível básico e médio para trabalhar em lojas e depósitos. Já o Shopify está procurando contratar um engenheiro de dados.

Embora o teste seja temporário, ele mostra como o TikTok está pensando em treinar e instalar um ecossistema de criadores de conteúdo para aumentar a sua influência. Sendo assim, é uma maneira fácil de combinar empresas que buscam lucrar com a Geração Z em busca de um cargo em tempo integral.

Os currículos do TikTok estarão abertos para inscrições de 7 a 31 de julho. Além disso, para quem possui um currículo longo, o app está lançando vídeos de três minutos.

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/2021/07/08/internet-e-redes-sociais/novidade-no-tiktok-agora-voce-pode-se-candidatar-a-um-emprego-pelo-app/

9

Jul

WhatsApp vai permitir envio de fotos em alta resolução

Na mais recente versão beta do WhatsApp, foram encontradas seções no menu de Armazenamento e Dados, nas configurações do app, que deixam você escolher qual a qualidade do envio de imagens em conversas com seus contatos.

Assim como deve acontecer em relação aos vídeos, conforme relatado pelo Canaltech, a função permitiria o ajuste da qualidade do envio de fotos em três diferentes opções:

Automática: recomendada pelo WhatsApp e que deve tomar como base a sua conexão no momento do envio);
Melhor qualidade: a plataforma enviará a mídia na melhor qualidade possível;
Economia de Dados: imagens seriam enviadas com resolução comprimida com o auxílio de algoritmos de compressão.

No atual estado do novo recurso, as alternativas dadas pelo WhatsApp não são muito claras e não garantem muita coisa quando se trata de resolução. É provável que a plataforma jogue uma luz sobre a ferramenta assim que ela estiver pronta e for liberada para todo o público na versão estável. O Signal e o Telegram, concorrentes do mensageiro do Facebook, contam com função parecidas e permitem envio de imagens em alta definição.

O site WABetaInfo, que encontrou a função em testes no "Zap", informa que ela ainda está em desenvolvimento e será lançada primeiro para usuários da versão beta. As pistas do controle de qualidade para fotos foram encontradas na compilação de número 2.21.14.15 para Android, mas não se sabe quando ela chegaria para todo mundo. Por agora, resta torcer para que o ajuste não apresente problemas e o período de testes seja o mais curto possível.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-finalmente-vai-permitir-envio-de-fotos-em-alta-resolucao-189431/

8

Jul

WhatsApp testa mudanças visuais em links e perfis de grupos e contatos

Parece que virou tradição: mais uma vez, o WhatsApp se inspira em características de seu rival, o Telegram, em adições encaminhadas nas versões de teste. Agora, o mensageiro do Facebook experimenta exibir links compartilhados em balões maiores, com direito a imagem, quando enviados como mensagem.

A novidade parece estar em desenvolvimento, mas o site WABetaInfo conseguiu habilitá-la na distribuição beta para iOS e, nesta quarta-feira (7), para Android. Em uma primeira impressão, isso não resulta em mudanças muito significativas no uso, mas facilita a visualização de sites e o compartilhamento de links em conversas privadas ou em grupo.

Assim como acontece de links diretos para vídeos (como endereços do TikTok, YouTube e Instagram), os sites apresentariam uma pequena imagem acima deles, com o logo ou o assunto em questão. No Telegram já há algo semelhante. No exemplo abaixo, quando o Canaltech é o conteúdo da mensagem, a plataforma dá espaço para o ícone da empresa bem abaixo do endereço.

O site WABetaInfo diz que nem todos os sites suportam a representação em tamanho maior e, nesse caso, uma logo menor tomaria o espaço reservado.

Não há data para lançamento da ferramenta na versão final e, no canal de testes, a novidade está contida na compilação de número 2.21.14.15.

Mais mudanças visuais na tela principal

Somando às alterações apresentadas nas últimas semanas — todas noticiadas pelo Canaltech —, o WhatsApp diminuirá o tamanho das fotos de perfil que identificam grupos e contatos na tela principal. O círculo que comporta essas imagens parece ligeiramente menor, mas o espaçamento entre conversas parece não ter sido alterado.

Essa novidade combina com a retirada da linha de separação flagrada em versões anteriores do mensageiro. Em ambos os casos, as modificações não alteram em nada a usabilidade, nem melhoram a intuitividade do WhatsApp.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-testa-mudancas-visuais-em-links-e-perfis-de-grupos-e-contatos-189319/

8

Jul

Como as mudanças no Instagram impactam as marcas

Na semana passada, o head do Instagram, Adam Mosseri, fez uma publicação em seus perfis nas redes sociais para compartilhar novidades sobre a plataforma e o novo rumo que o Instagram deve seguir. Segundo o executivo, o aplicativo não é mais uma plataforma de fotos e sim de entretenimento. “Nós não somos mais um app de compartilhamento de fotos. Em uma pesquisa, a primeira coisa que as pessoas dizem sobre como usam o Instagram, elas falam que é para entretenimento”, disse.

Entre as mudanças, consta a maior priorização da entrega de conteúdo em vídeo, recomendações de novas contas para seguir na timeline, e maior investimento em shopping e mensageria. No vídeo publicado, Mosseri detalhou o investimento em vídeo. Segundo ele, a intenção é investir em experiências imersivas. Para isso, a empresa realiza testes para exibir o conteúdo em tela cheia e foca em mobile. “Vídeo está proporcionando um grande crescimento online para todas as maiores plataformas e é algo que temos que investir mais”, apontou.

Muito desse movimento do Instagram é uma resposta a competitividade com outras plataformas de compartilhamento de vídeo, como o TikTok, como o executivo afirmou. “Sejamos honestos, há uma competição muito grande neste momento”, disse ele. “O TikTok é enorme, o YouTube é ainda maior, e há muitos outras plataformas se destacando também”, disse. O próprio Instagram e o YouTube criaram recursos de vídeos curtos, como o formato principal do TikTok, depois do crescimento deste último. Da mesma forma, o Instagram também tem o IGTV para vídeos longos.

No campo de shopping, o executivo indicou que a empresa aposta na tendência do comércio online acelerado pela pandemia e, quanto a troca de mensagens, Mosseri disse que a mensageria se tornou a principal forma de comunicação do usuário com amigos e parentes, mais do que publicações em feed e stories inclusive. Por fim, o head prometeu que a plataforma vai compartilhar mais seus investimentos com o público geral.

Para Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP, a plataforma quer deixar o lugar tão criticado de rede da ostentação e supervalorização da imagem que é, inclusive, associada à causa de problemas de saúde mental. Além disso, o professor indica que criadores de conteúdo estão insatisfeitos com a entrega de suas publicações.

“Essa mudança da proposta de conteúdo já vem acontecendo naturalmente, impulsionada pelos próprios usuários e criadores que durante a pandemia passaram a valorizar conteúdos mais relevantes para o momento. Esse anúncio parece ser também uma resposta a isso, possivelmente com novas possibilidades de entrega e performance das publicações, a partir da mudança no sistema de recomendações de posts que foi citada. Porém, é arriscado mexer na forma como o usuário final é impactado por publicações de perfis que ele não segue, porque essa mudança na experiência de uso da plataforma pode não ser bem recebida”, explica.

Simone Bispo, supervisora de conteúdo da VMLY&R, indica aos que não produzem conteúdo em vídeo que é hora de começar, assim como utilizar a aba de shopping da plataforma, mas faz uma ressalva: “é importante explicar que o Instagram não vai abolir ou deixar de entregar as publicações com imagens, porém, vai dar um destaque maior para conteúdos de vídeo, já que as pesquisas mostraram que o público está na plataforma em busca de entretenimento (e podemos atribuir essa necessidade ao fator isolamento social na pandemia). Adam Mosseri ressaltou que o Instagram não quer ser lembrado apenas por foto”, diz.

Em consenso, ambos os executivo veem as mudanças como oportunidade para as marcas, seja pelo shopping ou pela exploração maior da criatividade para atrair a atenção dos usuários e, assim, ter seu conteúdo mais recomendado pelo aplicativo. “Agora, as marcas vão abusar da criatividade para produzir vídeos interessantes, principalmente pelo fato desse conteúdo atingir possíveis seguidores com a função recomendações. Será uma possibilidade de fisgar um novo público a partir da afinidade com o que as marcas apresentam”, prevê Simone.

 

Por outro lado também figura um desafio. “A tendência é que ficará ainda mais difícil obter propagação espontânea de conteúdos de marcas. Será ainda mais importante ser criativo, relevante e, principalmente, estabelecer parcerias com criadores de conteúdo e influenciadores digitais”, diz Messa.

Fonte: Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/07/08/como-as-mudancas-no-instagram-impactam-as-marcas.html

7

Jul

Análise mostra quanto valem as postagens dos perfis mais caros do Instagram

A plataforma de análise de mídia Hopper HQ apresentou um ranking sobre os valores cobrados por cada postagem dos perfis mais caros do Instagram. A lista Instagram Richlist é divulgada desde 2018, e na edição 2021 traz Cristiano Ronaldo no topo de posts mais valiosos. O jogador cobra cerca de US$ 1,6 milhão por postagem para promover um produto ou serviço para seus mais de 310 milhões de seguidores.

O ranking segue com Dwayne “The Rock” Johnson, que ganha aproximadamente US$ 1,5 milhão por postagem patrocinada, seguido por Ariana Grande, Kylie Jenner, Selena Gomez e Kim Kardashian. Segundo a HQ de Hopper, as informações são resultados de análises de “estatísticas internas, tabelas de preços de agências e informações públicas”.

A lista completa elenca 395 perfis, dos quais 5 são de brasileiros. Neymar Jr. é o representante do país mais bem-sucedido no Instagram, aparecendo na 16ª posição e cobrando US$ 824 mil por postagem. Ronaldinho Gaúcho vem na 31ª posição com posts de cerca de US$ 301 mil. Um post patrocinado de Caio Castro, na 50ª posição, custa US$ 151 mil. A blogueira Camila Coelho (125ª) cobra US$ 30.900,00 e Gracyanne Barbosa (141ª) US$ 24 mil.

O top 10 das contas mais valiosas do Instagram de 2021, de acordo com a HQ de Hoppe são:

  1. Cristiano Ronaldo: US$ 1,604,000 por post;
  2. Dwayne Johnson: US$ 1,523,000 por post;
  3. Ariana Grande: US$ 1,510,000 por post;
  4. Kylie Jenner: US$ 1,494,000 por post;
  5. Selena Gomez: US$ 1,468,000 por post;
  6. Kim Kardashian: US$ 1,419,000 por post;
  7. Lionel Messi: US$ 1,169,000 por post;
  8. Beyoncé: US$ 1,147,000 por post;
  9. Justin Bieber: US$ 1,112,000 por post;
  10. Kendall Jenner: US$ 1,053,000 por post.

A lista completa pode ser vista aqui.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146960/instagram-quanto-valem-postagens-perfis-mais-caros-plataforma/

7

Jul

Google volta a testar tema escuro no buscador para desktop e muda menu de lugar

O Google decidiu implementar mudanças visuais no seu popular buscador. Discretamente, a gigante adicionou uma engrenagem ao canto superior direito, para facilitar o acesso às configurações e ampliou o alcance dos testes dos papéis de parede dinâmicos no app para celular, que se alteram de acordo com a pesquisa. Além disso, o modo escuro parece estar de volta, mesmo que para pouquíssimas pessoas.

A adição do atalho para as configurações do Google não acrescenta nada à experiência rotineira. A engrenagem é apenas um meio mais rápido (e intuitivo) de acessar os ajustes.

Ali foram adicionadas: configurações de pesquisa, escolha de idioma, ocultação de resultados com conteúdo explícito, pesquisa avançada, histórico de pesquisa, seus dados com o buscador e link para ajuda. Anteriormente, essas mesmas opções apareciam no final da página de pesquisa, enquanto algumas podiam ser reveladas pelo menu “Ferramentas”, ao lado das opções de filtro.

Bing, é você?

Nos navegadores para celular, o Google parece estar ampliando o alcance dos testes com fundo dinâmico do buscador. De acordo com uma reportagem do 9to5Google, os papeis de parede do cabeçalho (onde fica a logo do Google, a barra de pesquisa e os filtros) mudam de acordo com o tema da pesquisa.

Talvez você se lembre imediatamente dos fundos rotativos do Bing, um dos rivais do Google. A diferença, porém, está na presença do fundo dinâmico: ao invés de aparecer na tela inicial da busca, ele é acionado em certas pesquisas. De certa forma, dá para notar que pode piorar a legibilidade do cabeçalho.

Modo escuro, de novo

Quem parece estar de volta, mais uma vez, é o modo escuro do buscador. O Google tem sido bem misterioso quanto à implementação do modo escuro para a plataforma.

O tema já foi para testes, foi liberado para boa parte dos usuários e, sem aviso, sumiu de novo. Agora, parece que ele voltou para a distribuição limitada. Não está claro se há métodos para fazer o botão de alternância voltar a aparecer, tampouco quando ele será liberado para todos de forma definitiva.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/google-volta-a-testar-tema-escuro-no-buscador-para-desktop-e-muda-menu-de-lugar-189177/

5

Jul

Twitter começa a testar marcadores de desinformação mais chamativos

O Twitter anunciou na última quinta (1) o início de testes para novos marcadores de desinformação na plataforma – e pelo andar da carruagem, as considerações da empresa giram em torno de designs mais chamativos na hora de identificar posts que estejam promovendo a má prática, mas não o suficiente para serem deletados.

Previsto para ir ao ar já esta semana a um número limitado de usuários, as mudanças em teste incluem um código de cores para os marcadores de desinformação, bem como um espaço maior de ocupação na linha do tempo. Os tweets identificados como “enganação” terão um fundo vermelho no aviso, enquanto publicações mais brandas receberão uma marcação com fundo amarelo.

Ao TechCrunch, um porta-voz da empresa esclarece que a ideia por trás dos novos designs é permitir que as pessoas recebam “uma comunicação mais impactante” por meio de “cópias, símbolos e cores” quando para identificar posts suspeitos na linha do tempo. O Twitter diz também que as mudanças são consideradas tendo em vista uma série de estudos que provou o impacto positivo destas alterações visuais na forma como os usuários se relacionam com essas marcações – e que diversas variantes foram experimentadas até aqui.

O experimento é também mais um passo nas mudanças que a companhia tem promovido na área desde sua introdução no ano passado. Em junho, o Twitter introduziu um sistema de strikes similar ao YouTube para controlar melhor contas que continuamente infringem as regras da comunidade, além de ter lançado marcadores específicos de desinformação sobre a vacinação da Covid-19.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146798/twitter-comeca-a-testar-marcadores-de-desinformacao-mais-chamativos/

5

Jul

Google pode encarar processo nos EUA por gravações da Assistente

A Google deve enfrentar um processo judicial nos Estados Unidos por gravar conversas de pessoas que acionaram acidentalmente o assistente de voz da empresa no celular. A possibilidade foi confirmada pela juíza distrital de San Jose Beth Labson Freeman, nessa quinta-feira (1º).

Segundo a Reuters, a juíza autorizou os reclamantes de uma ação coletiva a prosseguir com as alegações de violação de leis de privacidade. Freeman afirma que os autores apresentaram indícios de que suas conversas próximas a dispositivos com o Google Assistente habilitado foram gravadas indevidamente.

Na decisão, a magistrada disse que embora os termos de uso do serviço informem a possibilidade da coleta de informações para publicidade direcionada, há falhas na comunicação. “Ela não informa suficientemente os usuários de que usará gravações feitas na ausência de ativação manual ou expressão de palavras”, justificou.

Acionada por meio de comandos como “Ok Google” ou “Hey Google”, a assistente virtual estaria sendo ativada por engano ao interpretar erroneamente palavras ditas pelos usuários. Para os reclamantes, tais gravações não podem ser usadas para exibir anúncios.

Google nega violações

Em resposta à ação, a companhia de Mountain View disse não haver provas de que os reclamantes foram prejudicados nem comprovação de violação de contrato. A big tech também afirma nunca ter prometido que a assistente será ativada apenas quando o usuário enviar o comando.

Com a decisão favorável, os autores podem continuar com o processo, mas precisarão reunir provas concretas para construir o caso. A ação busca danos não especificados e contempla todos os americanos que adquiriram dispositivos com Google Assistente a partir de 18 de maio de 2016.

É válido lembrar que a Google enfrenta acusação semelhante na Índia. Funcionários da empresa teriam revelado ao governo local que a ferramenta registra as conversas mesmo quando não é ativada. Além disso, esse material seria ouvido por profissionais para aprimorar o reconhecimento de voz.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/220448-google-encarar-processo-eua-gravacoes-assistente.htm

2

Jul

Chefe do Instagram diz que app é sobre entretenimento e vídeos, e não mais sobre compartilhamento de fotos

Não que a gente já não soubesse, mas Adam Mosseri, chefe do Instagram, disse que o aplicativo não é mais sobre o compartilhamento de fotos, e sim uma plataforma para entretenimento e consumo de conteúdos em vídeos. Em uma postagem feita em suas contas no Instagram e Twitter, Mosseri disse que a empresa está procurando se inclinar para essas vertentes depois de ver o sucesso de concorrentes como TikTok YouTube.

Segundo o executivo, o Instagram não quer mais ser visto como “um aplicativo de compartilhamento de fotos quadrado”, e sim como um app de entretenimento geral movido por algoritmos e vídeos.

Adam Mosseri também descreve algumas mudanças e experiências futuras que o Instagram fará, incluindo mostrar recomendações aos usuários para tópicos que eles não estão seguindo e tornar o vídeo mais envolvente ao oferecer uma experiência em tela inteira.

Recentemente, o Instagram anunciou alguns testes sobre para os algoritmos do feed principal, mas a ideia de basear-se em tópicos que os usuários podem selecionar parece ser nova para a plataforma. O app também teve experiências de vídeo em tela cheia por um tempo para conteúdos postados em IGTV, Reels e Stories, mas segundo Mosseri, a empresa quer “abraçar o vídeo de forma mais ampla”.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146741/instagram-app-entretenimento-videos-nao-compartilhamento-fotos/

2

Jul

Pinterest confirma expansão da proibição de anúncios relacionados a perda de peso

Pinterest anunciou nesta quinta (1) um banimento completo de publicidade voltada à perda de peso. Válido já a partir de hoje, a restrição é uma expansão das regras da plataforma e inclui qualquer anúncio que conte com linguagem e imagens referentes ao tema, referências a medidas como o Índice de Massa Corporal (IMC) e qualquer tipo de desvalorização de corpos.

A rede social já barrava anúncios para suplementos e medicamentos que diminuíam o peso e suprimiam o apetite, procedimentos como a lipoaspiração e qualquer peça que promovia body shaming, mas a medida de hoje parece vir mesmo para acabar de vez com qualquer publicidade que toque no assunto. Prova disso é que a companhia também confirmou que não vai exibir peças publicitárias que promovam produtos que se dizem capazes de diminuir o peso a partir de aplicação ou vestimenta, assim como campanhas de bem estar focadas na redução do peso – no caso da última, ainda são bem vindos anúncios que divulguem hábitos e rotinas saudáveis.

De acordo com o Pinterest, a ação foi tomada sobretudo pensando na adoção da comunidade à “body neutrality”, conforme a rede social detectou o crescimento de pesquisas sobre temas como “mindset saudável”, “pare o body shaming” e “body acceptance” no último ano. A nova política foi desenvolvida com o apoio da Associação Nacional de Desordens Alimentares dos Estados Unidos, que em março apontou um aumento de 41% nas ligações de sua central de ajuda no último ano – e estudos apontam que isso se deve ao impacto na vida das pessoas com condições do tipo.

Enquanto pede publicamente a outras redes sociais que sigam o mesmo caminho, o Pinterest ainda anuncia que vai destacar criadores de conteúdo que mostram formas de “reimaginar a relação com o corpo” de uma forma saudável para a mente.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146747/pinterest-confirma-expansao-da-proibicao-de-anuncios-relacionados-a-perda-de-peso/

2

Jul

Facebook anuncia parceria com especialistas para promover segurança das mulheres nas plataformas da empresa

Está acontecendo em Paris ao longo da semana o Fórum Geração Igualdade, da ONU Mulheres, que reúne governos, empresas, jovens e sociedade civil para promover avanços sobre a igualdade de gênero. Aproveitando o evento, o Facebook anunciou o lançamento da Central de Segurança da Mulher e a formação do Grupo Global de Conselheiras Especialistas em Segurança da Mulher, uma equipe de 12 líderes de organizações sem fins lucrativos, ativistas e especialistas acadêmicas. A proposta é ajudar a desenvolver novas políticas, produtos e programas de suporte a mulheres que usam os aplicativos da empresa.

De acordo com Cindy Southworth, Diretora do Women’s Safety no Facebook, a parceria conta com especialistas reconhecidas em suas áreas e têm contribuído para promover a segurança das mulheres, online e offline: “Já trabalhamos com elas no passado e estamos ansiosos para organizar reuniões trimestrais regulares dedicadas especificamente ao avanço da segurança online das mulheres. Com o tempo, incluiremos novas especialistas de outros países, portanto, continuaremos a ouvir vozes diversas”, comenta.

A Central de Segurança da Mulher pretende centralizar todos os recursos de segurança que as mulheres precisam ao navegar nas plataformas do Facebook, como WhatsApp, Instagram e Messenger. O hub inclui recursos específicos para mulheres líderes, jornalistas e sobreviventes de abuso. Desenvolvido em consulta com parceiros sem fins lucrativos ao redor do mundo e em breve disponível em 55 idiomas, o hub contém vídeos com treinamentos de segurança, além de um local para se registrar e participar de sessões de treinamento de segurança ao vivo, que serão ministradas em diversos idiomas.

“Capacitar nossos usuários por meio da educação é apenas uma parte de nosso trabalho para manter as mulheres mais seguras no ambiente online. Desenvolvemos políticas rigorosas para proteger os usuários contra abuso online e usar ferramentas, como tecnologia de detecção proativa para ajudar a detectar conteúdo que possa violar nossas políticas”, afirma a diretora de Women’s Safety. Ela cita como exemplo dessas medidas o novo recurso do Instagram chamado “Palavras ocultas”, que permite às pessoas filtrarem mensagens potencialmente ofensivas.

O grupo inaugural de Conselheiras Especialistas em Segurança da Mulher do Facebook inclui uma representante brasileira, Enrica Duncan, Diretora de Projetos da Nossas, laboratório liderado por mulheres para engajamento cívico e ativismo na América Latina.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146752/facebook-parceria-especialistas-seguranca-mulheres-plataformas/

2

Jul

Instagram considera Stories “exclusivos” para assinantes

Expandir as possibilidades de monetização da plataforma para acessibilidade parece ser o nome do jogo do momento nas redes sociais. O TechCrunch reporta que o Instagram explora a possibilidade de criar o “Exclusive Stories”, que como bem sugere o nome permite que criadores de conteúdo tornem alguns de seus Stories visíveis apenas para quem pague uma assinatura.

O recurso atualmente se encontra em fase de testes, com o desenvolvedor Alessandro Paluzzi acompanhando seu desenvolvimento no Twitter desde o último dia 21 de junho. Assim como o recurso de melhores amigos identifica Stories com a cor verde, as publicações “exclusivas” seriam identificadas como um círculo roxo a todos os usuários e, caso a pessoa não assine o Exclusive Stories daquela conta, ela seria notificada de que o conteúdo só pode ser acessado pela modalidade.

Além de corroborar papos recentes da companhia sobre explorar novas formas de monetização – o CEO Adam Mosseri em maio disse ao The Information que tinha interesse nessa modalidade especificamente – os Stories “exclusivos” de certa forma seguem os passos do Super Follow, que o Twitter começou a testar no fim de junho nos EUA e basicamente são tweets para assinantes. É uma tendência que parece derivada do Substack e da nova onda das newsletters, uma que o próprio Facebook já busca surfar desde janeiro de 2021 com o Bulletin.

O importante a ser dito agora, porém, é que este novo recurso do Instagram é algo que lembra muito mais um protótipo que um produto final, dado que a companhia só confirmou a veracidade dos screenshots a outros veículos e afirma que não há muito mais a ser compartilhado no momento.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146718/depois-do-super-follow-no-twitter-instagram-considera-stories-exclusivos-para-asssinantes/

1

Jul

Tecnologia do Facebook treinará robôs domésticos para realizar tarefas de casa

Quando se fala em Facebook, as pessoas logo pensam em redes sociais, mas a empresa tem vários projetos na área de inteligência artificial para impactar a vida humana, inclusive na hora de organizar a sua casa. Imagine nunca mais precisar botar o lixo para fora ou arrumar as compras do mercado: isso pode ser tornar realidade graças a uma tecnologia da empresa de Mark Zuckerberg.

A gigante das mídias sociais está criando uma IA capaz de treinar robôs para realizar aquelas tarefas que ninguém gosta de fazer, como limpar banheiros ou varrer o chão. Esse recurso é um aprimoramento da tecnologia Habitat, uma plataforma de simulação de ambientes domésticos fotorrealistas em 3D.

Criado em 2019, esse sistema de código aberto tinha como meta mapear os locais, mas hoje é usado para treinar a movimentação de robôs por ambientes inspirados em casas de verdade. A versão 2.0 do Habitat traz novos benchmarks, um conjunto de dados aprimorados e velocidades de processamento até 100 vezes superiores à antecessora, o que permitirá o treinamento em locais mais imersivos e interativos.

A promessa é possibilitar uma locomoção muito melhor e a introdução de tarefas levando em conta esse espaço mapeado. Com os devidos aprimoramentos, os robôs poderão guardar compras na geladeira, arrumar a mesa para o jantar, colocar a louça na máquina de lavar e até levar o lixo para fora. Os robôs mordomos dos Jetsons nunca estiveram tão perto de virar realidade.

Simulação em ambientes tridimensionais

Segundo o Facebook, o “pulo do gato” se chama ReplicaCAD. Ele usa um conjunto de dados reconstruídos para um modelo em três dimensões, com obstáculos, níveis distintos e vários objetos interativos. Diferentemente do robozinho que limpam casas pelo mundo, cuja função é puramente baseada em sensores para evitar se chocar com paredes, aqui o Habitar 2.0 consegue promover tarefas mais complexas e inteligentes.

Para garantir a eficiência, o aprendizado de máquina leva em conta informações como composição do material, geometria, textura, cores e outros aspectos dos objetos. Esse conjunto permite que a IA cruze milhares de dados para entender que aquilo é a porta da geladeira, um livro caído e até uma almofada em formato peculiar jogada no chão.

Depois de identificar o objeto, o robô consultaria suas informações para saber como agir. Ele seria capaz de tomar decisões rápidas e assertivas, como colocar o livro de volta na estante e coletar a almofada caída para devolvê-la ao sofá. Por enquanto, o sistema é capaz de identificar 92 objetos que os artistas 3D levaram mais de 900 horas para criar. Ainda não é um sistema tão intuitivo, afinal depende de uma atuação humana (e demorada) para funcionar, mas os avanços são inegáveis.

O pesquisador do Facebook Dhruv Batra, responsável pelo projeto, espera que seja possível fornecer uma estrutura de pesquisa robusta o suficiente para que seja feito o treinamento com robôs físicos de verdade. "Esperamos que a capacidade de realizar tarefas mais complexas em simulação nos aproxime da IA que pode ajudar a tornar nossa vida cotidiana mais fácil e melhor", concluiu o especialista.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inovacao/tecnologia-do-facebook-treinara-robos-domesticos-para-realizar-tarefas-de-casa-188690/

1

Jul

Facebook agora vale US$ 1 trilhão

Desde o seu lançamento, o Facebook tem crescido tanto ao ponto de ser, há pelo menos uma década, uma das empresas mais valiosas do mundo. Agora, a companhia fundada por Mark Zuckerberg atingiu uma nova marca histórica: está valendo US$ 1 trilhão de dólares.

A empresa se juntou a um grupo de apenas cinco gigantes tecnológicas americanas a exceder o valor de US$ 1 trilhão, após AppleMicrosoftAmazon e Alphabet (a dona do Google e do YouTube). Apesar de estar há um bom tempo passando perto da marca, o Facebook só a atingiu esta semana, impulsionado pela rejeição de um juiz para um pedido que visava forçar a empresa a vender o Instagram e o WhatsApp.

Agora, o Facebook está avaliado em US$ 1,01 trilhão, enquanto a Alphabet está em US$ 1,67 trilhão, a Amazon em US$ 1,74 trilhão, a Microsoft em US$ 2,02 trilhões e a Apple em US$ 2,25 trilhões. O Twitter, que talvez seja o principal rival do Facebook nas redes sociais, está avaliado em “apenas” US$ 54,5 bilhões.

Como notou o The Verge, apesar de ser a última companhia do grupo das 5 grandes big techs americanas a integrar o grupo do trilhão, o Facebook é a única empresa que foi fundada neste século (em 2004, mais especificamente). O Alphabet teoricamente foi fundado em 2015, mas surgiu do Google, que já existia desde 1998. É provável que, em breve, a Tesla de Elon Musk seja a próxima empresa a entrar no grupo, já que foi fundada em 2003 e já está avaliada em US$ 663,5 bilhões.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146600/facebook-agora-vale-us-1-trilhao/

30

Jun

Instagram libera link no stories para todos os usuários

O compartilhamento de links pelo Stories sempre foi limitado a um grupo específico de usuários do Instagram: aqueles que possuem 10 mil seguidores ou mais. Agora, a rede social que pertence ao Facebook Group vai disponibilizar o recurso para toda a comunidade da plataforma.

Há duas pequenas diferenças. A primeira é meramente estética: em vez de ter o botão “arrastar para cima”, você poderá simplesmente usar um sticker que te permite atrelar a um link. Assim, quem quiser acessar o endereço que você colocar na postagem, precisará apenas clicar no sticker. A segunda é que, diferente dos stories “arrasta pra cima”, que não podem ser respondidos, os stories com link por figurinha poderão sim ser respondidos pelos visualizadores.

Por ora, o teste ocorre com um pequeno número de contas do Instagram. A plataforma deve observar quais links serão postados nos stories para ficar de olho em potenciais usos maliciosos, como o compartilhamento de spam, golpes ou propagação de desinformação ou discurso de ódio. Vishal Shah, chefe de produto da empresa, comentou a novidade dizendo que a intenção é implementar os links com o mesmo método de todo o sistema da plataforma, e por isso, as figurinhas foram a alternativa óbvia.

Se você ficou animado com a possibilidade de também ter links em postagens no feed, não fique: a empresa anunciou também que não há nenhum plano para permitir que fotos e vídeos postados no perfil possam em um futuro próximo ter links. Por ora, sites externos só podem ser referenciados pelo link na bio do perfil e, em breve, nos stories.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146588/instagram-libera-link-no-stories-para-todos-usuarios/