Mídias Sociais

26

Ago

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Facebook ganha divisão para lojas similar ao Instagram

O Facebook anunciou uma nova divisão em sua rede social chamada Shop (Loja, em tradução livre). A novidade, que já está disponível nos Estados Unidos, funciona como uma espécie de vitrine para páginas de negócios, desde pequenas empresas até grandes companhias.

A nova seção para lojas é similar a um recurso lançado pela empresa recentemente no Instagram. A divisão é uma central que reúne páginas de marcas e comerciantes, permitindo que o usuário visualize produtos, entre em contato com a companhia e até adquira itens diretamente no aplicativo.

A nova divisão é uma espécie de vitrine para diferentes lojas

A aba para negócios veio acompanhada de outras novidades para quem trabalha com vendas e utiliza a rede social. A empresa também anunciou que vai expandir globalmente o Facebook Shops, que permite criar lojas dentro da plataforma e traz conexão com Instagram, Messenger e, futuramente, WhatsApp.

Outra novidade anunciada pela empresa é o lançamento do Instagram Checkout em todos os Estados Unidos. A ferramenta permite que os comerciantes utilizem o sistema da própria rede social para concluir compras e receber pagamentos de clientes. Além disso, a função permite anunciar e vender itens durante transmissões ao vivo no app.

As ferramentas para lojas permitem conectar páginas de vendas com o Messenger

O Facebook ainda promete que não vai cobrar tarifas de transação em seu meio de pagamento até o final do ano. Apesar da expansão, tanto as ferramentas de criação do Facebook Shops quanto o Instagram Checkout só poderão ser utilizados por empresas elegíveis e aprovadas pela rede social.

Mesmo com as limitações, a tendência é que as novidades voltadas para o comércio sejam expandidas rapidamente pelo Facebook. A empresa de Mark Zuckerberg vê grande potencial de lucro no e-commerce e, com estimativas apontando que 85% das pessoas estão comprando online durante a pandemia, agora é a melhor hora para investir no setor.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/176443-facebook-ganha-divisao-lojas-similar-instagram.htm

25

Ago

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Facebook anuncia expansão de seu serviço de notícias

Menos de um ano após a estreia do Facebook News nos EUA, o Facebook anunciou nesta terça-feira (25) a intenção de ampliar o serviço para outros países, entre eles o Reino Unido, Alemanha, França, Índia e Brasil.

O Facebook News é uma seção dentro do Facebook que oferece conteúdo curado, fornecido por parceiros da empresa. Além de notícias gerais, o serviço também traz publicações regionais, de acordo com a localização do usuário.

"Os hábitos dos consumidores e o inventário de notícias variam de acordo com o local, portanto iremos trabalhar em conjunto com os parceiros de notícias de cada país para personalizar o conteúdo e oferecer uma experiência valiosa para as pessoas, enquanto honramos o modelo de negócios das editoras", disse Campbell Brown, Vice-Presidente de Parcerias Globais para Notícias no Facebook.

Ao contrário de concorrentes como o Google News, o Facebook remunera seus parceiros pelo conteúdo fornecido ao Facebook News. Segundo a empresa, 95% do tráfego que o Facebook News leva a seus parceiros é "complementar" ao tráfego que já recebem através dos feeds dos usuários.

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/facebook-anuncia-expansao-de-seu-servico-de-noticias/105781

25

Ago

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Banco do Brasil renegocia mais de R$ 7 milhões em dívidas por WhatsApp

Em quase um mês de funcionamento, a renegociação de dívidas de clientes do Banco do Brasil (BB) por meio do WhatsApp refinanciou R$ 7 milhões. Desde a estreia da ferramenta, no início de agosto, cerca de 800 acordos com pessoas físicas foram firmados exclusivamente com o uso do sistema de inteligência artificial. O banco espera encerrar o ano com R$ 100 milhões em débitos renegociados pela plataforma.

O assistente virtual está disponível na API do WhatsApp Business, versão do aplicativo destinada a contas comerciais. A ferramenta facilita a comunicação de empresas de médio e grande porte com os seus clientes por meio do WhatsApp e permite a renegociação de dívidas de até R$ 1 milhão, usando um fluxo simples e intuitivo fornecido pelo assistente virtual.

Caso o cliente se enquadre no público-alvo, o sistema oferecerá três opções para solução do débito. A ferramenta permite ainda cancelar acordo realizado, emitir segunda via de boleto de renegociação e liquidar acordos de forma antecipada.

Para usar a funcionalidade, o cliente deve acessar o WhatsApp do BB, pelo número (61) 4004-0001. Ele pode iniciar uma conversa com o assistente virtual ou enviar o texto #renegocie, escrito com hashtag. O assistente virtual identifica as ofertas de renegociação disponíveis e oferece as opções ao cliente. O boleto é enviado pelo próprio WhatsApp.

Em qualquer momento, o cliente pode pedir para conversar com um atendente, mas o processo pode ser concluído apenas com o uso da inteligência artificial. Para fazer uso da ferramenta, o dispositivo móvel do cliente deve estar liberado para transações pelo WhatsApp.

Segundo o Banco do Brasil, o atendimento e a realização de transações pelo WhatsApp aumentaram durante a pandemia do novo coronavírus, que ocasionou restrições de mobilidade e redução do horário de funcionamento das agências. Nos últimos quatro meses, a instituição atendeu a quase 5 milhões de pessoas pelo aplicativo, movimentação recorde na plataforma.

O banco começou a usar o WhatsApp como canal de atendimento em 2017, apenas para consultas. Em 2018, o uso da inteligência artificial foi ampliado para a realização de transações financeiras.

Com informações da Agência Brasil

24

Ago

Mídias Sociais

Facebook considera uso de 'circuit breaker' no combate à desinformação

Com as eleições presidenciais dos Estados Unidos se aproximando a passos rápidos, o Facebook busca aumentar suas opções na hora de controlar a desinformação dentro da plataforma – e o próximo recurso em mente é dos mais drásticos. De acordo com o The Interface, a companhia estaria considerando implementar um “circuit breaker de viralização” para diminuir drasticamente o compartilhamento de determinados conteúdos quando sob avaliação dos moderadores.

“Circuit breaker” no caso é uma ferramenta tradicional do mercado financeiro e que é utilizada quando a bolsa de valores atinge uma situação crítica, interrompendo de forma brusca todas as transações para permitir a estabilização do cenário. No caso do Facebook, a ideia seria aplicar este conceito de interrupção ao alcance de publicações mais explosivas que estejam sob escrutínio da avaliação de serem ou não desinformação e propagadores de notícias falsas. É uma forma de criar tempo a quem avalia o conteúdo, com a inspeção do conteúdo sendo realizada sem maior desespero.

A companhia não considera o aparato sem alguma base de pesquisa, claro. O Center for American Progress recentemente lançou um relatório no qual recomenda a utilização dos “circuit breakers virais” como forma de barrar o algoritmo de impulsionar a desinformação nas plataformas, e o Facebook agora deve realizar um programa piloto com o dispositivo que lembra o formato considerado pela entidade.

É um teste que faz sentido se considerar que desde o início da pandemia o Facebook já removeu em torno de sete milhões de publicações com desinformação sobre o coronavírus. Ações sobraram nestes meses, desde notificações com contexto sobre posts até uma central de informação sobre o Covid-19, mas o algoritmo da plataforma continua a ser um problema sério na hora de controlar as notícias falsas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130732/facebook-considera-uso-de-circuit-breaker-no-combate-a-desinformacao/

24

Ago

Mídias Sociais

Google lança função delivery direto pela busca ou Maps

A partir de agora, os brasileiros poderão pedir comida online diretamente pela busca do Google ou pelo Maps, ferramenta de localização da big tech. Até o momento, o Google fechou parceria com três companhias de entrega no Brasil: Rappi, Delivery Center e Onyo. Mas pretende aumentar essa lista em breve. A empresa já contava com esse serviço nos Estados Unidos desde maio do ano passado.

Por ter uma parceria com o Delivey Center, os shoppings centers administrados pela brMalls também oferecerão delivery pelo Google. Até o momento, 280 operações de alimentação dos shoppings estão aceitando a nova funcionalidade, número que pode chegar a mais 440, de acordo com a administradora.

 

Para fazer um pedido tanto pelo buscador quanto pelo Google Maps é preciso ter as versões mais recentes de todos os principais navegadores de celular e desktop. Em seguida, ao buscar por um restaurante que faça parte do catálogo desses serviços de entrega e que seja dentro de sua região, aparecerá o botão “Faça seu pedido”. Depois, será possível escolher o prato, os horários de entrega ou retirada e finalizar a compra usando o Google Pay.

Com o login e o pagamento do Google não será necessário informar os detalhes da conta ou as informações do cartão de crédito no serviço escolhido. Assim que a compra for concluída, o usuário receberá um e-mail com o resumo do pedido, dados de rastreamento e contatos do restaurante.

“Para proprietários de restaurantes e cafés, a nova experiência também pode ajudar a criar novos canais de descoberta e alcançar mais clientes, especialmente durante esses tempos difíceis”, disse Alessandro Germano, diretor de desenvolvimento de negócios do Google para a América Latina, em nota.“Estamos muito felizes em apoiar o ecossistema local, criando produtos e recursos para tornar a vida das pessoas mais fácil e melhor”, completou.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/08/21/google-lanca-funcao-delivery-direto-pela-busca-ou-maps.html

21

Ago

Mídias Sociais

Facebook lança ferramenta que destaca negócios de empreendedores negros

Em junho, o Facebook anunciou uma série de iniciativas para auxiliar a comunidade negra dentro da plataforma, como parte do posicionamento da empresa diante do movimento Black Lives Matter. Agora, a rede social lança uma ferramenta para tornar mais fácil para os usuários encontrarem negócios de empreendedores negros na plataforma.

O novo recurso permite que os administradores que gerenciam páginas de empresas possam identificar o empreendimento como “Negócios de Propriedade de Negros”, uma nova na subseção localizada na guia “Negócios Próximos”.

O Facebook também anunciou que vai usar US$ 40 milhões para concessões fornecidas a pequenas empresas de empresários negros. Negócios com até 50 funcionários podem se inscrever para receber o subsídio. No total, 10 mil empreendimentos serão selecionados para receber os fundos.

De acordo com a promessa feita pelo Facebook em junho, a empresa pretende investir US$ 200 milhões para apoiar empresas e organizações de propriedade de negros. Por enquanto, metade desse fundo já foi destinado a pequenas empresas, criadores de conteúdo e organizações sem fins lucrativos.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130660/facebook-lanca-ferramenta-que-destaca-negocios-de-empreendedores-negros/

20

Ago

Mídias Sociais

Instagram cria feed infinito com sugestão de postagens

Um novo recurso de sugestão de conteúdos está sendo lançado ontem (19) pelo Instagram. Ele dará ao usuário uma opção para continuar na plataforma quando chegar ao final do seu feed, conferindo postagens de contas que não fazem parte da sua lista de contatos.

Até agora, o feed era baseado apenas nas preferências do proprietário do perfil e das contas seguidas por ele. Mas com a função de postagens sugeridas, isso vai mudar. A proposta parece ser fazer o usuário continuar no app de fotos o máximo de tempo possível, deixando de lado a ferramenta para evitar o uso excessivo da rede social, lançada há dois anos — entre outras coisas, ela avisa quando você está em dia com as atualizações de seus amigos.

De acordo com o diretor de produto do Instagram Robby Stein, a novidade é uma resposta para as pessoas que querem ver mais postagens quando chegam ao fim do seu feed, mas não sabem quais assuntos procurar. Ela se assemelha ao algoritmo utilizado no TikTok, com os usuários recebendo conteúdos sugeridos de maneira contínua.

Obter novos conteúdos na rede social ficará mais fácil com a ferramenta.

“Vemos as pessoas continuando a procurar mais postagens nas quais estão interessadas depois de acompanhar seus feeds, então queríamos aprender com isso e tornar mais fácil ir um pouco mais fundo para aqueles que optam por fazê-lo”, disse ele ao TechCrunch.

Anúncios também serão exibidos

As novas sugestões de postagens serão também um espaço que poderá ser aproveitado pelos anunciantes da plataforma, para a divulgação de seus produtos a uma enorme base de potenciais compradores.

É que a ferramenta incluirá a exibição de anúncios em meio aos conteúdos recomendados de contas não seguidas pelo usuário, os quais o Instagram acredita que ele possa gostar, diferente do método utilizado nas sugestões da guia Explorar. O recurso será lançado globalmente, devendo chegar em breve a todos os usuários da rede social.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/163243-instagram-cria-feed-infinito-post-sugeridos.htm

20

Ago

Mídias Sociais

Levantamento: 84% dos conteúdos falsos de saúde no Facebook não são rotulados com alertas

Cerca de 84% dos conteúdos que trazem desinformação médica e são publicados no Facebook permanecem online, sem rótulos ou avisos por parte da rede social. E são visualizados por bilhões de pessoas. As informações são provenientes de um relatório do grupo Avaaz.

O documento pode jogar luz sobre a ineficiência do monitoramento de fake news da rede social, já que apenas 16% das afirmações médicas falsas são rotuladas como conteúdos suspeitos, não comprovados ou prejudiciais.

O relatório da Avaaz, que é uma organização sem fins lucrativos dos EUA, analisou 174 peças de conteúdo que foram verificadas por um terceiro confiável e que continham informações incorretas sobre saúde. A entidade descobriu que muitas postagens, algumas das quais alcançaram milhões de pessoas, conseguiram evitar ser rotuladas pelo Facebook repostando conteúdo de outras páginas ou traduzindo para outros idiomas.

A Avaaz descobriu que, no ano passado, a desinformação sobre saúde foi vista 3,8 bilhões de vezes no Facebook em pelo menos cinco países - EUA, Reino Unido, França, Alemanha e Itália. O volume atingiu o pico em abril, quando a pandemia do coronavírus se espalhou rapidamente pelo mundo. A conclusão do grupo é que que o Facebook representa uma "grande ameaça" à saúde pública.

Mais audiência que a OMS

O levantamento da Avaaz também descobriu algo dos mais preocupantes: o conteúdo dos dez maiores sites de divulgação de fake news sobre saúde tinha quase quatro vezes mais visualizações no Facebook do que o conteúdo das dez grandes entidades de saúde, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês).

A Avaaz também afirmou que o Facebook deveria colocar correções independentes e verificadas junto com a desinformação na plataforma. O grupo afirmou que isso poderia reduzir a crença das pessoas na desinformação em uma média de quase 50%. Além disso, a entidade afirmou que o Facebook deve alterar seu algoritmo para reduzir o alcance da desinformação em 80%.

"O Facebook ainda precisa aplicar efetivamente essas soluções na escala e sofisticação necessárias para derrotar esta grande massa de desinformação, apesar dos repetidos alertas de médicos e especialistas em saúde para fazê-lo.", disse a Avaaz em comunicado.

A pandemia do coronavírus colocou o Facebook sob um novo holofote, à medida que informações falsas e enganosas sobre o vírus, sua origem, vacinas, curas e o papel das autoridades públicas estão se espalhando pelas plataformas de social media. Recentemente, a rede social retirou do ar vídeos conspiratórios, alertou as pessoas que podem ter espalhado informações erradas e retirou do ar as páginas de eventos anti-lockdown.

A Avaaz afirmou que "a prevalência da desinformação, apesar dessas medidas, mostra que mesmo as estratégias mais ambiciosas do Facebook estão aquém do que é necessário para proteger efetivamente a sociedade". A entidade classificou sua investigação como "uma das primeiras a medir até que ponto os esforços da rede scial para combater a desinformação sobre vacinas e saúde em sua plataforma foram bem-sucedidos, tanto antes quanto durante seu maior teste: a pandemia do coronavírus".

O que o Facebook diz

Em entrevista ao canal BBC, o Facebook rejeitou as descobertas da Avaaz, afirmando que elas "não refletiam os passos que tomamos". A empresa declarou ainda que "compartilha a meta da Avaaz de limitar a desinformação. Graças à nossa rede global de verificadores de fatos, de abril a junho, aplicamos rótulos de advertência a 98 milhões de informações incorretas da Covid-19 e removemos sete milhões de informações que poderiam levar a danos iminentes".

Para completar seu posicionamento, a rede social afirma que "direcionou a mais de dois bilhões de pessoas recursos cujas fontes são autoridades de saúde. E quando alguém tenta compartilhar um link sobre COVID-19, mostramos a eles um pop-up para conectá-los com informações de saúde confiáveis".

Entre outras ações, em março último, a empresa anunciou a proibição de anúncios relativos a máscaras faciais médicas e produtos médicos que prometam prevenção ou cura para o COVID-19. Grupos de discussão, cujo tema está relacionado ao Coronavírus, também estão sendo bloqueados, não sendo mais recomendados pelo algoritmo da rede social.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/84-conteudos-saude-falsos-facebook-nao-sao-rotulados-com-alerta-170193/

17

Ago

Mídias Sociais

Relatório aponta YouTube como a plataforma de mídia social mais responsável

De acordo com um relatório lançado pela empresa IPG Mediabrands, o YouTube é a plataforma de mídia social mais responsável atualmente. O relatório “Media Responsibility Audit” tem como objetivo incentivar as redes sociais no aprimoramento de suas políticas de segurança e responsabilidade.

Segundo a IPG Mediabrands, o YouTube aparece em primeiro lugar como resultado das mudanças que a plataforma realizou em suas políticas de segurança nos últimos três anos, desde que alguns anunciantes retiraram campanhas da plataforma depois de descobrirem que seus anúncios estavam sendo veiculados ao lado de conteúdos extremistas.

Twitter aparece em segundo lugar, com o LinkedIn em terceiro, o Snapchat em quarto e o Facebook em quinto. Já Pinterest (sexto), Twitch (sétimo), Reddit (oitavo) e TikTok (nono) foram listados como “abaixo da média”.

A auditoria também constatou que a maioria das plataformas está deixando de fazer backup de suas políticas: “Eles raramente se concentram nas plataformas que se responsabilizam pela aplicação das políticas”, diz o estudo.

O relatório também afirma que “há uma necessidade urgente” de verificação de terceiros quando se trata de evitar que anúncios de marcas apareçam ao lado de conteúdo considerado prejudicial: “A indústria precisa promover e usar parceiros de verificação terceirizados de forma mais ampla, para que não fiquem à mercê da falta de controles das plataformas”, observa o documento.

Outras descobertas incluíram que a desinformação é um desafio para a maioria das plataformas e, portanto, uma oportunidade para os anunciantes aplicarem pressão sobre elas. “Enquanto certas plataformas funcionam com muita organização no combate à desinformação, outras não têm nenhuma estrutura”, disse o relatório.

O relatório analisou as plataformas em relação a 10 princípios: promoção do respeito; protegendo pessoas; diversidade; coleta e uso de dados; bem-estar infantil; se bloqueiam o discurso de ódio; desinformação; como eles aplicam sua política efetivamente; transparência publicitária; e responsabilidade. Cada plataforma social respondeu a uma pesquisa com 250 perguntas sobre esses pontos.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130475/relatorio-aponta-youtube-como-a-plataforma-de-midia-social-mais-responsavel/

17

Ago

Mídias Sociais

Facebook começa a unir chats do Messenger e Instagram

O Facebook começou a liberar a integração entre os sistemas de chat do Messenger e Instagram. A novidade está chegando para usuários do Android e iOS.

Ao abrir o Instagram, o usuário contemplado com a integração é recebido por uma mensagem em pop-up. A tela de aviso indica as mudanças que foram feitas no chat do aplicativo de fotos após a união com o Messenger.

Segundo o Facebook, a novidade traz um visual mais colorido para o chat e também reações com qualquer emoji. A principal mudança, porém, é a possibilidade de conversar e responder usuários do Messenger sem precisar sair do Instagram.

Instagram Messenger

Após a atualização, o ícone do Direct também será substituído pelo símbolo do Messenger na interface inicial do Instagram. Ainda não é possível conversar com usuários entre plataformas, mas as mudanças de interface já foram aplicadas no app de fotos e vídeos.

Os planos do Facebook de integrar seus aplicativos de mensagens foram anunciados no ano passado e também envolvem o WhatsApp, uma das plataformas de mensagem mais populares do mundo. Até o momento, Mark Zuckerberg e seu time não deram detalhes de quando vão trazer a novidade para o app.

A distribuição da integração para o Messenger e Instagram ainda é limitada e abrange apenas alguns usuários.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/156302-facebook-comeca-unir-chats-messenger-instagram.htm

14

Ago

Mídias Sociais

Instagram vai solicitar documento de identidade de "contas suspeitas"

O Instagram anunciou, nesta quinta-feira (13), que a rede social adotará novas medidas para inibir a atividade de bots ou perfis fraudulentos. A partir de agora, a plataforma vai identificar contas com “comportamentos suspeitos” e requisitar o envio de uma versão digitalizada de um documento de identidade oficial com foto; caso se recuse, o internauta sofrerá uma redução no alcance de suas postagens e poderá até mesmo ser bloqueado.

O serviço garante que as novas políticas não devem incomodar usuários normais, e sim perfis que realmente demonstrem características questionáveis e que aparentam estar envolvidos em “comportamentos inautênticos coordenados” — como uma grande quantidade de seguidores de outro país diferente do seu ou sinais de automação.

Ao que tudo indica, o objetivo primário do Instagram é reduzir a incidência de desinformação e notícias falsas na rede social antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos. A política segue regras similares àquelas adotadas pelo Facebook, que já requisita que os responsáveis por operar páginas de grande audiência realizem uma checagem de identidade enviando um documento oficial.

Vale lembrar que, em 2016, um comitê investigativo da Rússia categorizou o Instagram como “a ferramenta mais efetiva usada pelo Exército Republicano Irlandês para conduzir sua campanha de operações de informação”, acusando o aplicativo de servir como palco para a disseminação de desinformação através de bots.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-vai-solicitar-documento-de-identidade-de-contas-suspeitas-169903/

13

Ago

Mídias Sociais

Twitter e Facebook intensificam ações contra desinformação em eleições

As plataformas de mídia social intensificaram medidas contra a desinformação voltada às eleições dos Estados Unidos. O Facebook lançou uma página para ajudar usuários com recursos relacionados a pesquisas de opinião pública e o Twitter expandiu regras contra mentiras que envolvam votos por correio e votação antecipada.

A mudança do Twitter envolverá o surgimento de novas políticas "que enfatizam informações precisas sobre todas as opções disponíveis para votar, incluindo correio e votação antecipada".

Enquanto isso, o Facebook lançou uma página com um centro de informações sobre a eleição norte-americana, para ajudar os eleitores com dados precisos e fáceis de se encontrar sobre a votação.

A empresa disse que também está discutindo com autoridades a ameaça emergente vinculada à desinformação em torno dos resultados eleitorais.

O Twitter implementará as novas ferramentas, políticas e recursos no próximo mês. A empresa está explorando como expandir suas "políticas de integridade civil" para lidar com publicações mentirosas sobre votos por correio e outros procedimentos eleitorais. Os detalhes das medidas ainda estão sendo finalizados.

Fonte: Agência Brasil

13

Ago

Mídias Sociais

Facebook vai providenciar contexto a todos os links relacionados à pandemia que forem compartilhados

Depois de introduzir no fim de junho uma ferramenta que avisava o usuário quando o link compartilhado era antigo, o Facebook vai expandir a notificação com foco em toda e qualquer informação sobre a pandemia divulgada pelo público na rede social. A ideia é justamente providenciar contexto a todo momento sobre o status da doença no mundo – em especial quando as matérias compartilhadas são mais antigas e portanto sujeitas à datação.

“A notificação vai ajudar as pessoas a entender a recência e a fonte do conteúdo antes que elas o compartilhem” escreve a empresa no anúncio oficial da atualização, onde confirma que a tela vai redirecionar o usuário à central de informação da pandemia na plataforma “para garantir que o público tenha acesso a informações dignas de confiança” das autoridades mundiais de saúde.

Além disso, a empresa declara que conteúdos postados por autoridades governamentais e organizações globais da área de saúde não serão sujeitas à nova função para garantir que a rede social “não desacelere a disseminação de informação” providenciada por estas fontes.

A preocupação do Facebook com o controle da desinformação nos últimos tempos é evidente, mas ganhou um belo de um impulso com a pandemia do coronavírus. Além de promover diversas atualizações no seu ecossistema de aplicativos para garantir a segurança do público durante os meses de isolamento social, a companhia também tem sido mais ativa na caça às informações falsas, inclusive realizando operações para desmantelamento de redes em diversas regiões do globo – incluindo no Brasil.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130332/facebook-vai-providenciar-contexto-a-todos-os-links-relacionados-a-pandemia-que-forem-compartilhados/

13

Ago

Mídias Sociais

WhatsApp clonado: mais de 3 milhões de vítimas no Brasil em 2020

De acordo com uma pesquisa realizada pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, até julho deste ano mais de 3 milhões de brasileiros tiveram o WhatsApp clonado.

Os números indicam queda de 18% no número de ataques em comparação com o mesmo período do ano passado devido à divulgação nos meios de comunicação. Mesmo assim, as ocorrências desse tipo ainda estão em um patamar assustador.

Mais de 40 mil links de golpes ativos

A pesquisa revelou que, no momento, há mais de 40 mil links de golpes ativos circulando entre os usuários e que geralmente são compartilhados em redes sociais e aplicativos de mensagens como o próprio WhatsApp. Eles levam a páginas nas quais os usuários têm a promessa de conseguir algum benefício. Após clicar em um link malicioso, a pessoa acaba concedendo a permissão para receber as notificações por push, por onde chegam anúncios que geram lucro aos criminosos, além de mais mensagens com novos golpes.

A clonagem do WhatsApp também pode ocorrer por meio de uma ligação aleatória, em que o criminoso tenta se passar por um funcionário de alguma empresa com a qual a vítima tem certo tipo de relacionamento. Durante a conversa, há uma tentativa de corrigir algum dado incongruente. É nessa parte que o golpista tenta fazer com que o usuário repasse o código recebido via SMS que permite usar o WhatsApp da pessoa em outro aparelho.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/156166-whatsapp-clonado-3-milhoes-vitimas-brasil-2020.htm

12

Ago

Mídias Sociais

Facebook quer auditoria externa sobre relatório de revisão de conteúdo

O Facebook convidará especialistas externos para auditar de forma independente seu relatório trimestral sobre as métricas usadas para remover conteúdo de sua plataforma, afirmou a rede social nesta terça-feira (11), ao divulgar o sexto relatório.

Introduzido em 2018, o Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade do Facebook fornece detalhes sobre o conteúdo removido em seus aplicativos por violações de políticas, incluindo violência, suicídio e discurso de ódio.

A empresa disse que dependeu mais da tecnologia de automação para revisar o conteúdo entre abril e junho, já que tinha menos moderadores nos escritórios devido à pandemia da covid-19.

Isso resultou na empresa tomando menos medidas em relação a conteúdo sobre suicídio, automutilação, nudez infantil e exploração sexual em suas plataformas, disse o Facebook em publicação em seu blog.

Fonte: Agência Brasil