Mídias Sociais

16

Jul

WhatsApp bane mais de 20 milhões de contas em um mês, destaca relatório

O WhatsApp baniu mais de 20 milhões de contas dentro de uma janela de um mês (15 de maio a 15 de junho) por uso não autorizado de envios automatizados e spam. Desse total, 2 milhões das linhas telefônicas continham código DDI +95 (originados da Índia), revela relatório divulgado pela plataforma.

“Nosso principal foco era prevenir contas de enviar mensagens prejudiciais ou não desejadas em grande escala", revela o WhatsApp. A empresa explica ainda que mantém "recursos avançados para identificar contas que enviam uma taxa alta ou anormal de mensagens”. Os banimentos se aplicaram também às contas que tentaram cometer esse tipo de abuso.

Segundo o mensageiro, a onda de banimentos não considera apenas o comportamento dos perfis, mas também informações não criptografadas disponíveis, incluindo denúncias de usuários, fotos de perfil e capas e descrições de grupos. Ferramentas com inteligência artificial também ajudam na detecção e prevenção de violações.

“A detecção de abusos acontece em três estágios para uma conta: no registro, durante os envios de mensagens, e em resposta ao feedback negativo, que vem de denúncias de usuários e bloqueios. Uma equipe de analistas aumenta esses sistemas para avaliar casos extremos e ajudar a melhorar nossa eficiência ao longo do tempo”, complementa a empresa.

Número vem crescendo

Desde 2019, o pente fino contra contas irregulares ficou cada vez mais severo. A companhia afirma que os sistemas de análise ficaram cada vez mais sofisticados, daí, conseguem detectar comportamento irregular com mais facilidade. Entretanto, a plataforma não descarta que houve um aumento no volume de envios indesejados.

A média internacional de banimentos fica próximo de 8 milhões de conta a cada mês. Na última onda descrita pelo relatório, 95% das exclusões foram por detecção automática.

Ter a maior parte dos banimentos composta por telefones com DDI +95 não é uma surpresa, uma vez que a Índia é a região que mais utiliza o mensageiro: mais de 390 milhões de utilizadores são do país asiático, enquanto o Brasil (dono da segunda maior audiência do app) soma 108 milhões de usuários, de acordo com o Business Insider.

O relatório do WhatsApp foi elaborado em conformidade com as novas leis indianas para a atuação de redes sociais. Ele é o primeiro documento liberado pela companhia, mas será seguido por outros relatórios mensalmente. A plataforma não divulgou, porém, quais informações foram demandadas pelo governo nesse período.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-bane-mais-de-20-milhoes-de-contas-em-um-mes-revela-relatorio-189949/

16

Jul

Facebook Messenger ganha emojis com som pra você ouvir o barulho daquele chorinho que enviou pro amigo

Na busca para tornar o Messenger mais relevante, a nova aposta do Facebook com sua plataforma de mensagens é implementar emojis com som. A novidade chega a tempo do tal Dia do Emoji, que é celebrado todo dia 17 de julho.

Batizados de Soundmojis, o recurso funciona como uma extensão natural dos emojis, mas tem aplicação própria. O usuário pode ativar a ferramenta ao selecionar um ícone e selecionar o botão de som na lateral direita, o qual disponibiliza uma série de variações para cada emoji. Daí é só enviar que qualquer pessoa na conversa pode ativar clicando no mesmo.

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Em termos de oferta, há de tudo. Além de aplicações básicas como o emoji de cabra soltar um barulho de cabra, o The Verge aponta que haverão referências musicais e audiovisuais em determinados itens, como a ampulheta podendo soltar um trecho da “The Motto” de Drake ou o de soquinho mandar o “eu não tenho amigos, eu tenho família” de Dominic Toretto em “Velozes e Furiosos 7”. O Facebook ainda confirma no anúncio oficial que deve atualizar constantemente o recurso, então espere muitas referências rolando – e por mais que não tenha sido confirmado, provavelmente em caráter regional também.

De acordo com a companhia, a ideia com os Soundmojis é criar mais ferramentas “divertidas e inovadoras que mantenham as pessoas conectadas e com maior liberdade de expressão”. Se isso significa mais tempo gasto no Messenger, o Facebook agradece.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/147502/facebook-messenger-ganha-emojis-com-som/

16

Jul

Uso de emojis atinge nova alta histórica, revela pesquisa

Nesta semana, a Emojipedia revelou estatísticas sobre os emojis, as populares "carinhas" das redes sociais. Segundo o site, o uso dos ideogramas atingiu uma nova alta histórica e, agora, está presente em pelo menos um em cada cinco tweets — um aumento de 25% em relação ao levantamento anterior, feito em 2019. 

Os dados foram obtidos através da análise de 6,7 bilhões de tweets publicados internacionalmente ao longo dos últimos dez anos. Os posts foram "coletados" para avaliação em um período mensal, permitindo uma observação mais detalhada da tendência de uso dos emojis.

Segundo a análise, os emojis estiveram presentes em pelo menos 20,69% das publicações do Twitter desde janeiro deste ano, atingindo sua maior taxa de uso nas últimas duas semanas. Curiosamente, o recorde foi alcançado pouco antes do Dia Mundial do Emoji, celebrado anualmente no dia 17 de julho. Confira o gráfico:

Gráfico ilustrando o crescimento no uso de emojis na última década. (Fonte: Emojipedia / Reprodução)

Segundo a Emojipedia, a tendência registrada desde o último ano aponta que os usuários estão utilizando os emojis com mais frequência e confiança. A entidade também afirma que isso pode significar um amadurecimento dos ideogramas nas conversas, além da consolidação de seu uso no futuro.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/221183-uso-emojis-atinge-nova-alta-historica-revela-pesquisa.htm

16

Jul

Google agora facilita a exclusão do histórico de pesquisa mais recente

Excluir o histórico pode ser necessário em determinados momentos da vida, principalmente para quem precisa compartilhar o computador ou celular. Durante a conferência anual Google I/O deste ano, o Google anunciou uma maneira de excluir rapidamente os 15 últimos minutos de navegação, e agora a companhia começa a tirar isso no campo das promessa e deve incluir um atalho nos aplicativos para Android e iOS.

O usuário que quiser apagar os rastros recentes poderá fazê-lo ao tocar no avatar do perfil, o que revelará um botão chamado “Delete last 15 min” (Excluir últimos 15 minutos, em português). Hoje até dá para fazer isso, mas somente de modo manual: é preciso entrar no histórico e deletar um a um os últimos sites visitados.

Embora o Google já ofereça um modo de navegação anônima, que também não registra o histórico dos sites visitados, a ideia aqui parece ser algo mais emergencial. O recurso é voltado para quem acessou uma página, por engano ou não, e agora precisa que aquela informação seja excluída.

A gigante das buscas também anunciou oficialmente a capacidade de bloquear a página “Minha atividade” com uma camada extra de segurança. Para acessá-la, o usuário precisaria digitar as credenciais novamente, o que evitaria que usuários com dispositivos compartilhados tenham acesso a informações pessoais.

O recurso chega junto da capacidade de fazer com que o histórico da pesquisa seja apagado de forma automática a cada 3, 18 ou 36 meses. Com esse incremento, dá vai dar para apagar o passado recente e nem sempre agradável que outra pessoa poderia ver.

Até agora, o atalho já está disponível para iOS, mas ainda não foi disponibilizado para usuários do Android. A opção de personalizar o auto-delete já está liberada em ambas as plataformas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/google-agora-facilita-a-exclusao-do-historico-de-pesquisa-mais-recente-189978/

15

Jul

Twitter revela aumento de pedidos de retirada de posts de jornalistas e veículos

Um relatório de transparência publicado pelo Twitter nesta quarta-feira (14) mostra que, em 2020, houve um aumento nos pedidos de governos em todo o mundo para retirar conteúdo publicado por jornalistas e veículos de notícias. Os países que mais solicitaram remoções foram Índia, Turquia, Paquistão e Rússia.

Segundo o documento, 199 perfis sofreram 361 demandas legais do tipo no segundo semestre de 2020 — 26% a mais que na primeira metade do ano. No fim, o Twitter removeu cinco tuítes. É a primeira vez que a plataforma divulga esse tipo de dado: até agora, ela não monitorava esses pedidos.

A informação vem em um momento em que as plataformas de mídia sociais (como o próprio Twitter, o Facebook e o YouTube) enfrentam investigação dos governos sobre os conteúdos publicados em seus domínios. Alguns países passaram a impedir ou restringir o acesso a redes sociais.

Na segunda-feira (12), por exemplo, o governo de Cuba limitou o acesso ao Facebook e a mensageiros como o WhatsApp e o Telegram em razão de protestos contra a administração. Em junho, a Nigéria aboliu o Twitter do país e solicitou que rádios e TVs não usem a plataforma para colher informações.

A rede social já se envolveu em diversos conflitos com países sobre regras de conteúdo para mídias sociais. Na semana passada, a companhia informou que contratou um chefe de compliance interino na Índia e pretende selecionar outros executivos para cumprir essas normas.

Tecnologia proativa

Segundoa a empresa, seus algoritmos identificam automaticamente mais de 65% do conteúdo abusivo e os enviam para revisão, em vez de apenas confiar em denúncias de usuários. O relatório de transparência diz que as visualizações de tuítes que violaram as regras da plataforma representam menos de 0,1% do total global no segundo semestre de 2020.

A rede social tem tido dificuldade, assim como mídias similares, para controlar o discurso de ódio, a desinformação e outros abusos. Jack Dorsey, CEO da plataforma, foi um dos executivos entrevistados no Congresso americano em março sobre desinformação.

Nesta semana, depois da vitória da Itália sobre a Inglaterra na Liga dos Campeões, as redes sociais foram invadidas por ataques racistas a jogadores negros da equipe inglesa. As plataformas, então, voltaram a ser criticadas pelo discurso de ódio.

Fonte: NBC News, via Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/mercado/twitter-revela-aumento-de-pedidos-de-retirada-de-posts-de-jornalistas-e-veiculos-189869/

15

Jul

Twitter vai encerrar o Fleets pouco mais de um ano após lançamento

Twitter vai enterrar o Fleets, sua plataforma de postagem de vídeos e fotos que expiram em 24h, diretamente inspirada nos stories do Instagram (que por sua vez, copiaram os snaps do Snapchat). A notícia chega pouco mais de um ano após o recurso ser implementado mundialmente.

Segundo o The Verge, a decisão foi tomada pelo fato de o índice de uso por parte dos usuários ser baixíssimo. Boa parte da comunidade do Twitter não aderiu ao formato, e preferiu continuar utilizando os stories do Instagram. A partir do dia 3 de agosto, o espaço no topo do aplicativo será destinado apenas às conversas do Espaços, o recurso de conversas por voz inspirado no Clubhouse.

“Os Fleets foram criados como uma forma de iniciar conversas com pensamentos passageiros no Twitter. Esperávamos que o recurso pudesse tornar a experiência de compartilhar ideias e opiniões momentâneas mais confortável. Porém, desde que anunciamos o recurso globalmente, não tivemos um aumento no número de novas pessoas participando de conversas com Fleets da forma que esperávamos. Por conta disto, a partir do dia 3 de agosto, os Fleets não estarão mais disponíveis no Twitter”, afirmou a rede social em uma postagem em seu blog oficial.

Em junho, o Twitter ainda tentou justificar a existência do Fleets implementando um sistema de propagandas nos mesmos moldes dos stories do Instagram. A ideia, porém, parece não ter dado certo, e a plataforma que já não era tão bem vista pela comunidade do microblog acabou se tornando ainda menos popular.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/147406/twitter-vai-encerrar-o-fleets-pouco-mais-de-um-ano-apos-lancamento/

15

Jul

WhatsApp começa a testar funcionamento em mais de um aparelho ao mesmo tempo

Chegou a hora: nesta quarta-feira (14), o WhatsApp começa a testar na versão beta o acesso de uma mesma conta em múltiplos dispositivos ao mesmo tempo. A novidade permite que o app para computador funcione de forma independente do celular e que uma mesma conta seja dividida em até quatro dispositivos diferentes.

A conexão no WhatsApp em mais de um aparelho é prevista há meses, inclusive foi um recurso confirmado pelo diretor do mensageiro, Will Cathcart, em junho deste ano. Em setembro de 2020, a funcionalidade parecia passar por testes internos, mas nunca apareceu para os usuários finais — mas a espera acabou.

Finalmente, um pequeno grupo de membros do programa beta recebe a ferramenta para preparar o terreno para o lançamento oficial. Apesar de parecer uma adição simples, a sincronização entre múltiplos dispositivos foi complexa e exigiu elaboração de mecanismos importantes para assegurar que as mensagens não serão interceptadas por um agente intermediário e continuarão protegidas por criptografia de ponta a ponta.

A sincronização funciona exatamente da forma que você espera: uma mensagem enviada pelo computador a grupos ou contatos também fica disponível a partir do telefone, mas o envio não exige que o portátil esteja conectado a todo momento. Se o smartphone estiver sem internet, a conversa que foi mantida no computador será sincronizada quando a conexão for reestabelecida — assim, dá para continuar o papo exatamente de onde parou, em qualquer aparelho vinculado.

Nesse primeiro momento, embarcar na prévia da novidade desconectará todos os dispositivos conectados no formato antigo (ainda dependentes da conexão com o celular). É possível que o usuário precise vincular a conta ao WhatsApp para desktop duas vezes, para concluir a transição.

Se a sua conta ficar 14 dias sem nenhuma atividade no celular, o computador perderá acesso ao mensageiro. Esse mecanismo impede que contas continuem sendo utilizadas somente no computador sem a autorização do dono. Chamadas (de vídeo ou somente voz) estão disponíveis nos dispositivos vinculados, no entanto, alguns recursos nativos não estão disponíveis no beta, mas devem ser implementados com o tempo.

Acesso fácil

Vazamentos já mostraram que o gerenciamento de dispositivos aconteceria a partir da tela de "Aparelhos conectados". Dali, o usuário pode ativar ou desabilitar o funcionamento independente de outros dispositivos. Atualmente, essa seção serve para controlar o acesso das versões web/desktop do mensageiro (que ainda dependem da conexão do celular).

Não há previsão para quando a ferramenta estará disponível para todos e, por enquanto, não será possível vincular vários celulares a uma mesma conta. Detalhes mais precisos sobre o recurso e como os acessos serão gerenciados devem ser divulgados pelas pessoas sortudas que receberão a experiência.

É bem provável que o recurso seja liberado por atualização, então é bom ficar de olho na Play Store e na App Store para baixar pacotes pendentes. Para os utilizadores da versão estável, resta aguardar e torcer para que a conexão em múltiplos dispositivos funcione bem e tenha um período de testes curto.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-comeca-a-testar-funcionamento-em-mais-de-um-aparelho-ao-mesmo-tempo-189833/

14

Jul

Pesquisa: WhatsApp concentra quase 90% das mensagens de phishing do Brasil

Bastante popular entre a população brasileira, o WhatsApp é o alvo preferencial dos criminosos que enviam mensagens falsas (phishing) para realizar golpes ou roubar dados privados. Segundo uma análise conduzida pela Kaspersky a partir de usuários do sistema operacional Android, 89,6% dos links maliciosos reportados se concentram no mensageiro pertencente ao Facebook.

Embora outras plataformas de comunicação também sejam usadas para aplicar golpes, elas surgem de forma mais discreta: 5,7% das mensagens se concentram no Telegram, enquanto o Viber responde por 4,9% delas. A decisão de usar o WhatsApp como alvo é justificada pelo fato de que o aplicativo está instalado em 98% dos celulares brasileiros, fornecendo uma base abrangente de alvos aos criminosos.

As informações foram coletadas de forma voluntária e anônima pelos clientes da plataforma Kaspersky Internet Security for Android, e servem como alerta para quem usa o mensageiro. Enquanto muitos dos golpes usam links maliciosos — muitas vezes detectados por programas de proteção —, ações que usam da engenharia social para obter números de confirmação enviados por mensagens de SMS também são comuns.

Segundo o analista de segurança Fabio Assolini, os usuários não devem subestimar as ameaças digitais, especialmente em um cenário no qual o Brasil é recordista em golpes de phishing. Usando táticas que se repetem, golpes do tipo usam assuntos de interesse público como a pandemia do COVID-19 e datas como a Black Friday para chamar a atenção e conquistar a confiança das vítimas.

Como se proteger dos golpes?

A Kasperky oferece algumas dicas para não ser vítimas de tentativas de phishing pelo WhatsApp:

Preste atenção a esquemas de corrente e evite compartilhar links suspeitos com seus contatos;

Não confie em mensagens com muitos erros de ortografia ou que apresentem links com formatos incomuns;

Mesmo que um contato seja conhecido, desconfie de mensagens que prometem promoções imperdíveis e possuem textos que demonstrem urgência. É possível que ele tenha sido vítima de um golpe que roubou sua conta para espalhar mensagens maliciosas;

Instale soluções de segurança e as mantenha atualizadas: as melhores bloqueiam links inseguros e impedem que seus dados sejam comprometidos.

Algo que facilita a ação dos criminosos é um fato de que três em cada dez brasileiros não sabem reconhecer uma mensagem de e-mail falso, algo que também afeta as mensagens recebidas por mensageiros. “Soma-se a esta dificuldade a popularidade dos app de mensagens. Isso permite que as mensagens maliciosas tenho o potencial de alcançar uma quantidade alta de pessoas de forma rápida”, alerta.

O analista também afirma que, mesmo sendo percebidos pelo público como algo comum, golpes de phishing ainda funcionam e atingem muitos alvos. Como exemplo, ele cita um caso recente de uma mensagem que oferecia material escolar gratuito que trazia um link malicioso que foi clicado 675 mil vezes em cinco dias. A situação, que simulou uma promoção semelhante realizada um ano antes, mostra que é preciso ter todo o cuidado para lidar com criminosos que se mostram cada vez mais sofisticados e inteligentes em suas ações.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/whatsapp-concentra-quase-90-das-mensagens-de-phishing-do-brasil-189746/

14

Jul

Instagram testa figurinha de recompartilhamento

Instagram começou a testa uma nova figurinha que pode ser um sucesso para a rede social do Facebook Group. Segundo o TechCrunch, alguns usuários já estão vendo o sticker de recompartilhamento, que pode ser usado nos stories para você relembrar postagens recentes que te marcaram.

Os testes ocorrem apenas com alguns usuários selecionados, que pela figurinha, poderão postar no story memórias ou lembretes de vídeos do IGTV, do Reels e até do feed tradicional da plataforma. Antes, se o usuário desejasse repostar algo antigo, era necessário ir até a postagem e compartilhar ou fazer upload de uma captura de tela.

instagramreshare

Com a novidade, você poderá também usar a figurinha apenas para unir a postagem que deseja destacar a uma foto ou vídeo gravado diretamente do story, como você pode ver na imagem em destaque. Para facilitar o uso da ferramenta, o Instagram permitirá que itens salvos sejam facilmente encontrados pelo recurso.

Nos últimos anos, o Instagram tem passado por diversas mudanças em sua plataforma. Com o TikTok sendo a principal referência das redes sociais no momento, a ideia é transformar a rede social de fotos em uma plataforma de vídeos de forma definitiva. O processo já começou com a criação do Reels, que é diretamente inspirado no TikTok, mas deve continuar mudando, já que o algoritmo deve priorizar cada vez mais vídeos em vez de fotos na timeline.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/147324/instagram-testa-figurinha-recompartilhamento/

14

Jul

WhatsApp vai deixar você entrar em chamadas em grupo em andamento

As chamadas em grupo do WhatsApp chegaram em 2018, para só em abril de 2020 passarem a aceitar oito pessoas ao mesmo tempo. Apesar disso, para entrar no papo, você precisa ser rápido e atender a ligação enquanto o telefone ainda está tocando. Porém, nas versões beta mais recente para Android e iOS, o mensageiro parece ter implementado uma solução para tirar essa urgência, e isso deve chegar junto de uma nova interface para conversas em voz.

Na compilação de número 2.21.140.11 do mensageiro para iOS, as chamadas em grupo estão de cara nova. A interface do WhatsApp no sistema da Apple ficou bem a cara do FaceTime, aplicativo de videochamadas da Apple, com uma bandeja puxada da parte inferior para acionar os botões de viva-voz, vídeo, mudo, desligar, adicionar novas pessoas e o botão "Ring", para refazer a chamada para contatos que não atenderam da primeira vez.

No Android, o visual é um pouco diferente e tem aquela cara tradicional do WhatsApp no sistema do robozinho:

Não conseguiu atender a tempo? A outra adição está na capacidade de entrar em chamadas em grupo já em andamento. Se você foi convidado para uma ligação, mas não conseguiu atender a tempo de entrar, seria possível ingressar no papo depois a partir da aba de chamadas.

Sim, recurso semelhante também está disponível para o Telegram. Essa adição é mais um inspirado no popular concorrente do WhatsApp, que dá a seus utilizadores a possibilidade de entrarem nas conversas em grupo quando for possível. Lá, porém, é fato que você pode entrar e sair da conversa quando quiser.

Não há previsão para que as novidades alcancem o grande público. Se os testes correrem bem, é provável que os testes não durem muito e logo a versão final receba os recursos novos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-vai-deixar-voce-entrar-em-chamadas-em-grupo-em-andamento-189655/

14

Jul

Twitter permite alterar configurações de conversa mesmo depois do tweet estar publicado

Há alguns meses, o Twitter apresentou um de seus recursos mais interessantes: a limitação para respostas de tweets. Com isso, o autor da postagem pode escolher quem terá a capacidade de responder o tweet original: todos, apenas quem o autor segue ou apenas quem é mencionado na conversa.

A novidade, porém, só permitia que esses filtros fossem aplicados antes que o tweet fosse publicado. Agora, o Twitter informou em seu blog que a comunidade poderá alterar o público de uma conversa mesmo após a publicação do tweet. “A novidade tem como objetivo proporcionar uma melhor experiência para quem tuíta algo que recebe atenção inesperada e respostas indesejadas”, afirma o microblog.

tweets

A novidade já está disponível gratuitamente para usuários do aplicativo para Android e iOS e também para a versão desktop. A mudança faz bastante sentido, já que é comum que tweets simples e despretensiosos acabam recebendo uma atenção inesperada e, com isso, comentários desagradáveis.

Com a novidade, o Twitter se torna uma plataforma que melhor protege os autores dos tweets. Não são raras as vezes em que uma postagem viraliza e o autor tranca sua conta para evitar mensagens indesejadas, algo que poderá ser evitado ou ao menos minimizado com a nova atualização.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/147344/twitter-permite-alterar-configuracoes-conversa-mesmo-depois-tweet-publicado/

14

Jul

Instagram vai permitir revisar logins e usar WhatsApp para confirmar acessos

Manter a segurança das contas é uma preocupação antiga do Instagram, afinal há usuários com milhões de seguidores e outros tantos que dependem da rede para tirar seu ganha-pão. É por isso que a plataforma anunciou hoje a chegada de um recurso chamado Security Checkup, com objetivo de fechar brechas para criminosos e dificultar a perda do acesso a contas.

Em postagem no blog oficial do Facebook, o Instagram diz que o recurso deve ajudar nas etapas necessárias para proteger e guiar pessoas cujas contas podem ter sido hackeadas. A novidade vai permitir a verificação da atividade de login, revisar informações do perfil, confirmar contas que compartilham as credenciais e atualizar dados de contato para uma eventual recuperação — como o número de telefone e e-mail.

Para garantir a segurança das contas, a nova verificação de segurança deve recomendar a execução das seguintes etapas:

 Autenticação de dois fatores: exige o uso de um aplicativo extra como o Google Autenticador ou similares. Em breve, as pessoas poderão associá-la a um número do WhatsApp, recebendo um código único via app.

 Manutenção de número de telefone e e-mail atualizados: se houver roubo de credenciais, a forma de recuperar o acesso é fornecer tais dados.

 Habilitar solicitação e alerta de login: essa é uma alternativa super recomendada pelo Instagram, porque ele avisa sempre que alguém tentar efetuar acesso na sua conta a partir de um dispositivo novo ou navegador da web desconhecido.

 Cuidado com as mensagens diretas (DM): muita gente tem sido enganada ao clicar em links maliciosos vindos de desconhecidos enviados por esse tipo de comunicação. O Instagram informou no seu post que não entra em contato desta maneira. O que for necessário estará na guia “E-mails do Instagram”, nas configurações.

 Denúncias de conteúdo e contas considerados irregulares: mesmo com o cerco a quem produz conteúdo irregular ou tem atitudes suspeitas, ninguém melhor do que os usuários para identificar o que vai contra os bons princípios da plataforma. A ferramenta permite denunciar conteúdo tocando nos três pontos acima de uma postagem ou visitando um perfil criminoso. Dá para identificar vários tipos de violações, o que ajuda na apuração dos fatos.

Os desenvolvedores do Instagram também disseram que será feita uma atualização significativa na caixa de entrada de suporte, o que facilitará a exibição de informações mais recentes. A rede também pretende listar dados de relatórios e informações se alguma de suas postagens está violando as políticas do Instagram.

Ainda não foi divulgado quando essas mudanças passarão a valer para todos, mas elas não devem demorar muito para chegar. Quando a plataforma dedica um blog específico para falar sobre as adições, significa que elas já estão prontas para desembarcar.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/instagram-vai-permitir-revisar-logins-e-usar-whatsapp-para-confirmar-acessos-189734/

13

Jul

Novo golpe promete selo de verificação em redes sociais

As redes sociais são importantes canais para a comunicação. Com o desenvolvimento delas e das ferramentas disponíveis, muitas pessoas passaram a utilizá-las de forma profissional. Pensando nisso, as principais plataformas como Facebook, Instagram, Twitter e TikTok oferecem o famoso “selo azul”, no intuito de autenticar contas de interesse público. Esse selo, no entanto, acabou se tornando terreno fértil para golpes de verificação, que vem crescendo exponencialmente.

De acordo com o portal CNET, variações do golpe já existem há anos, mas os especialistas em segurança cibernética acreditam no poder de crescimento do golpe de verificação à medida que as pessoas passam mais tempo construindo suas estratégias de marca nas plataformas digitais.

A pandemia também favoreceu o crescimento das fraudes cibernéticas de todos os tipos. Segundo pesquisas, os danos financeiros comunicados no primeiro semestre de 2020 chegaram a marca de 117 milhões de dólares em todo o mundo, quase tanto quanto os 134 milhões relatados ao longo de 2019. Os golpes de verificação constituem uma parte desse total, embora não esteja bem definida a sua dimensão.

A fraude funciona de seguinte maneira: algumas contas do Instagram, por exemplo, administradas por pessoas que afirmam ser consultores de mídia social, prometem o selo de verificação em troca de uma taxa fixa, geralmente em dólar. Ludibriados com a proposta, os usuários que pretendem ter maior visibilidade na plataforma contratam o serviço.

Os golpistas, então, direcionam os usuários para formulários externos e pedem a confirmação de dados pessoais. A tática é usar essas informações privilegiadas para assumir o controle de suas contas e conseguir mais dinheiro.

Um porta-voz do Facebook, dono do Instagram, declarou que a comercialização de verificação é contra as regras da empresa.

Alvos fáceis

As contas já verificadas em alguma rede social normalmente têm um grande número de seguidores, o que pode torná-las os principais alvos de golpistas ou hackers, que tentam alcançar muitas pessoas. Dessa forma, anunciar que você acabou de ser verificado em alguma plataforma pode facilitar o “trabalho” dos estelionatários.

Jon Clay, vice-presidente de inteligência de ameaças da Trend Micro, disse que a empresa japonesa de segurança em TI tem observado o crescimento de golpes de verificação em cerca de 70 países, incluindo o Brasil. “O desejo da verificação corresponde a uma isca, que dá aos criminosos a oportunidade de atacar as vítimas”, disse Clay.

Um exemplo é o caso do “ig.verificationbadgeservice”. Este nome de usuário entrou em contato com várias pessoas no Instagram por meio de mensagem direta. A tentativa de golpe anunciava que o credenciamento do aplicativo estava sendo feito por meio de um formulário online e não diretamente no Instragram, como costuma ocorrer. O argumento utilizado pelos trapaceiros foi o momento atual de pandemia.

A argumentação, inclusive, é bastante convincente, até mesmo para pessoas que estão em alerta, como relata um usuário anônimo prejudicado. Nesse sentido, o cuidado deve ser redobrado. “Pequenas bandeiras vermelhas estavam explodindo em meu cérebro, mas eu estava super animado. Não estava pensando com clareza”, conta ele.

Falha de segurança das plataformas

Outro caso emblemático é do consultor de mídia social turco Enver Ceylan. Ele se apresenta como músico e ator que “desempenhou o papel principal em muitas séries de TV e filmes”. Entre seus serviços digitais, que já fez diversas vítimas, está auxiliar os usuários com questões de publicidade, a fim de aumentar o alcance de suas contas. 

Uma versão do site de Ceylan exibia com destaque um formulário que pedia aos usuários do TikTok que preenchessem informações pessoais para que suas contas fossem verificadas, status geralmente reservado para figuras notáveis no aplicativo.

O golpista também estava no Twitter, que disse ter suspenso sua conta por falsificação de identidade, mas concluiu, após uma análise mais aprofundada, que ela foi hackeada. O Instagram, da mesma forma, declarou retirar a conta de Ceylan, embora uma nova logo tenha aparecido e ainda esteja online. 

Especialistas acreditam que as pessoas podem ser vítimas de mensagens diretas que prometem verificação, porque um mercado paralelo de emblemas nas plataformas, principalmente o Instagram, desenvolveu-se fora do serviço.

Em resposta, um porta voz do Instagram afirma que a plataforma faz o possível para conter perfis fraudulentos. “Se detectarmos que a verificação foi adquirida de forma maliciosa, ou que um indivíduo está vendendo contas verificadas para outras pessoas, tomaremos medidas que podem levar à remoção permanente do Instagram”, diz.

Nota-se que a medida que os golpistas não sendo expulsos das plataformas, novas contas são criadas. Os sinais de alerta, portanto, devem ser observados. Da mesma maneira, urge que os desenvolvedores das redes sociais criem meios para frear novos golpes.

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/2021/07/13/internet-e-redes-sociais/novo-golpe-promete-selo-de-verificacao-em-redes-sociais/

13

Jul

TikTok proíbe influenciadores de promover criptomoedas

Por ser uma das redes sociais mais populares da atualidade, é normal que o TikTok seja também uma plataforma atrativa para propagandas. A partir de agora, porém, anúncios de criptomoedas feitos por influenciadores estão proibidos do app da ByteDance. Juntamente às criptomoedas, as novas diretrizes de uso da empresa para influenciadores também proíbem serviços financeiros.

Empresas de empréstimo e cartões de crédito estão inclusas no banimento. Segundo o Merca2.0, o motivo da decisão se dá pelo desejo da TikTok de impedir que investimentos de alto risco sejam promovidos na plataforma e também para não abrir brecha para esquemas maliciosos, como empresas com sistema de pirâmide e fraudes.

Como nota o Entrepreneur, serviços relacionados a dinheiro ainda poderão anunciar na plataforma, mas apenas como propaganda impulsionada e para usuários com 18 anos ou mais. A diferença é que esses anúncios não poderão ser feitos em patrocínio com contas populares – algo que é bastante comum tanto no TikTok quanto em outras redes, como Instagram e Twitter.

Até hoje, o TikTok nunca havia definido diretrizes para lidar com propaganda de criptomoedas e serviços financeiros em sua plataforma. Apesar disso, se tornou um assunto bastante popular na rede social, principalmente pelo fato de que nos últimos anos, as criptomoedas têm se tornado mais populares pelo mundo e, portanto, um assunto mais relevante.

Fonte: Porta B9, disponível em: https://www.b9.com.br/147238/tiktok-proibe-influenciadores-de-promover-criptomoedas/

13

Jul

WhatsApp facilitará a recuperação de contas banidas

O WhatsApp está desenvolvendo uma ferramenta que tornará mais fácil solicitar uma revisão do banimento de uma conta, segundo o site WABetaInfo. A opção foi identificada em uma atualização futura do WhatsApp Beta para iOS, mas também deverá ser desenvolvida para o Android.

O recurso, por enquanto oculto, permite a solicitação de uma revisão do bloqueio da conta no aplicativo mesmo se o usuário estiver banido. A avaliação do pedido leva normalmente 24 horas e as conversas não são apagadas neste intervalo. Quando concluída, o usuário receberá uma notificação no WhatsApp.

Caso o bloqueio tenha sido realizado de forma incorreta, o app deve restaurar a conta após a revisão. Por outro lado, se o sistema confirmar que o usuário realizou uma atividade ilegal, o banimento será confirmado e será necessário registrar um novo número para usar o aplicativo.

Novo recurso do WhatsApp vai permitir a revisão de contas banidas de forma injusta. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Existem vários motivos que podem levar ao bloqueio de uma conta no app. A utilização de versões extraoficiais do aplicativo, como WhatsApp Plus e GB WhatsApp, geralmente provoca a uma suspensão temporária do usuário. Isso pode ser facilmente resolvido ao mudar para a versão oficial após o aviso do banimento.

Outro motivo para a suspensão de usuários é a violação dos Termos de Serviço do WhatsApp, como o envio de mensagens em massa ou automatizadas e outras atividades ilegais.

Para coibir essas práticas, o app realiza uma busca automática. No entanto, neste processo, o aplicativo pode bloquear também contas de forma equivocada. O bloqueio vem geralmente sem aviso prévio, o que gera certamente um transtorno imediato.

Ao buscar auxílio no suporte do aplicativo, os usuários banidos injustamente não têm conseguido encontrar uma ajuda satisfatória. Por isso, essa atualização deve resolver um problema que não tinha solução e, atualmente, até já virou arma para golpes.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/220929-whatsapp-facilitara-recuperacao-contas-banidas.htm