Mídias Sociais

23

Jun

Mídias Sociais

Twitter vai mudar função de tuítes por áudio para contemplar surdos

A função de tuítes por áudio revelada pelo Twitter nesta semana nem fez a sua estreia por completo — o recurso ainda está sendo disponibilizado aos poucos para a base e, por ora, está disponível apenas para o iOS —, mas já está causando uma dor de cabeça à rede social de microblogs. Basicamente, a novidade acabou expondo um problema de gestão interna.

Os áudios via Twitter são um novo recurso que permitem ao usuário capturar 140 segundos de gravação sonora, publicando-o como um tuíte. A função foi recebida pela comunidade de forma divertida, desde pessoas prometendo reviver o famoso “gemidão do whats” até gente querendo segurar o refrão de “Galope(eeeeeeeee)ira” por todo o limite da gravação.

Internamente, porém, a história é outra: o Twitter não possui um time dedicado para implementar a função, dependendo exclusivamente de funcionários de outras áreas que, em caráter voluntário, trabalham além de suas designações para fazer o recurso funcionar plenamente. Isso é um problema que acabou sendo exposto por usuários que dependem de recursos de acessibilidade para usar as redes sociais: em especial, pessoas com deficiência auditiva, que ressaltaram à empresa que os “audio tweets” não trazem legenda, efetivamente excluindo-os do novo recurso.

Diante dos questionamentos, Andrew Hayward, um engenheiro de software do Twitter, revelou a ausência de um time específico para a função, o que poderia sanar a questão da acessibilidade. Depois do feedback desfavorável da comunidade, um porta-voz do Twitter confirmou ao The Verge, via e-mail, que a empresa está buscando profissionais para criar um time mais dedicado, incluindo o desenvolvimento de trabalhos para públicos com deficiência.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-vai-mudar-funcao-de-tuites-por-audio-para-contemplar-surdos-166740/

22

Jun

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Pesquisa: whatsApp registra aumento de 11% em golpes em maio

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, mensageiros e aplicativos de videochamadas se tornaram importantes ferramentas para diminuir o distanciamento social entre as pessoas, além de se tornarem essenciais para a comunicação corporativa. Contudo, ao passo que plataformas como o Zoom, que cresceu 2000% em menos de três meses, viram a base de usuários ativos aumentar consideravelmente, o número de ataques cibernéticos também seguiu a mesma reta.

O WhatsApp como um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo não está fora dessa lista e só aqui no Brasil, de acordo com um estudo recém divulgado pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, registrou aumento de 11% no mês de maio em golpes digitais envolvendo clonagem de contas pessoais e tentativas de pishing.

Estima-se que cerca de 407 mil usuários brasileiros do aplicativo se tornaram vítimas de cibercriminosos após serem atraídas por mensagens com links maliciosos que levavam para páginas falsas envolvendo assuntos como resgate imediato do FGTS e saque ao auxílio emergencial do governo. Tais endereços, segundo dados da pesquisa, foram acessados e compartilhados mais de 27 milhões de vezes.

Além desses temas, o estudo cita ainda que foram encontrados mais 136 mil golpes diferentes, impactando em torno de 10,6 milhões de brasileiros. São Paulo está no topo da lista entre os estados mais afetados, com 81,6 mil vítimas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 53,5 mil e Minas Gerais em terceiro lugar com 36,2 mil casos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-registra-aumento-golpes-em-maio-chegada-do-payments-preocupa-166786/

22

Jun

Mídias Sociais

Especialistas alertam para impactos de pagamento pelo WhatsApp

O Whatsapp anunciou que passará a permitir transações financeiras entre os usuários, utilizando a plataforma de finança digital da empresa controladora do app, o serviço Facebook pay. O serviço, com grande potencial de se tornar popular em um país com mais de 130 milhões de usuários do app, traz impactos e cuidados, segundo especialistas e pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil.

Na avaliação da especialista em direitos digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Juliana Oms, o novo serviço pode facilitar atividades como compras online, pagamentos e transferência de recursos para muitas pessoas. Mas a novidade também pode provocar prejuízos aos consumidores.

“O Facebook, embora seja uma rede social, tem seu negócio centrado na publicidade. Lucra a partir da exploração dos dados de seus usuários, que são utilizados para permitir envio de publicidades direcionadas aos consumidores. Esta nova funcionalidade permite ao Facebook adentrar em um novo meio de informações, ou seja, saber com quem você realiza transações financeiras, o que você compra, com qual frequência etc. Tudo isso pode ser integrado às demais informações que o Facebook possui sobre cada consumidor”, analisa a especialista do Idec.

"Isso é preocupante", continua Juliana Oms, "se considerado que o Facebook tem um histórico de uso abusivo e vazamento de dados dos usuários. Por isso é importante tomar cuidado quanto à segurança das informações. O controle de uma grande base de dados reforça também, completa a representante do Idec, o domínio de mercado da empresa, dificultando a entrada de novos competidores".

Mercado

O professor de sociologia econômica da Universidade Federal do Ceará e autor de livros sobre finanças digitalizadas, Edemilson Paraná prevê um impacto no mercado de carteiras digitais brasileiro, que já conta com serviços semelhantes de grandes empresas de tecnologia, como o Samsung Pay, Apple Pay e Google Pay.

“Certamente, devido a sua dimensão, escala e capilaridade há um potencial para causar um enorme impacto nesse mercado, reconfigurando-o por completo. A enorme base de usuários previamente cadastrados e utilizando ativamente a plataforma dá, sem dúvida alguma, uma posição privilegiada e desigual ao Facebook na concorrência com outros serviços de pagamento digital”, disse.

A capacidade de integração dos serviços informacionais e agora financeiros do Facebook e de suas aplicações, acrescenta Paraná, abre novas possibilidades à empresa “para a customização na divulgação e venda de produtos, tornando esse um espaço em que estar de fora - tanto para consumidores, mas sobretudo para as empresas - será cada vez mais difícil e custoso”.

Segurança

Em termos de segurança, o Whatsapp tem se tornado foco de golpes que clonam o app do usuário para pedir dinheiro a amigos. Com a possibilidade de fazer transações, esse tipo de procedimento abre espaço para acesso indevido aos recursos movimentados pela pessoa pelo aplicativo.

Fonte: Agência Brasil

18

Jun

Mídias Sociais

Facebook é a maior plataforma de notícias falsas, aponta estudo

O Facebook e o WhatsApp são as principais plataformas de difusão de conteúdos falsos, segundo o Relatório de Notícias Digitais 2020 do Instituto Reuters, considerado o mais importante estudo mundial sobre jornalismo e novas tecnologias. Entre os ouvidos, 29% manifestaram preocupação com a difusão de desinformação nas redes sociais Facebook, 6% no Youtube e 5% no Twitter. Nos apps de mensagem, o WhatsApp foi o mais citado.

O Facebook foi a rede social mais apontada nas Filipinas (47%), Estados Unidos (35%) e Quênia (29%), entre outros países. No Brasil, o Whatsapp foi mencionado como principal local por onde mensagens falsas são disparadas (35%), enquanto o Facebook é o segundo canal mais citado (24%). O Youtube é objeto de maior preocupação na Coreia do Sul, enquanto o Twitter ocupou essa posição no Japão.

Mais da metade (56%) dos participantes do levantamento se mostrou preocupada como identificar o que é real e o que é falso no consumo de informações. O Brasil foi o país onde esse receio apareceu de forma mais presente (84%), seguido do Quênia (76%) e da África do Sul (72%).

Entre as fontes de desinformação, a mais indicada foram os políticos (40%), especialmente nos Estados Unidos, Brasil e Filipinas. Em seguida vêm ativistas (14%), jornalistas (13%), cidadãos (13%) e governos estrangeiros (10%).

Confiança
Entre os ouvidos, 38% disseram confiar nas notícias, índice quatro pontos percentuais menor do que no ano passado. Essa atitude varia entre países, sendo mais comum na Finlândia e Portugal e menos recorrente em Taiwan, na França e na Coreia do Sul. O Brasil teve desempenho acima da média (51%).

Quando perguntados sobre os conteúdos jornalísticos que consomem, o índice subiu para 46%, ainda abaixo da metade e três pontos percentuais menor do que no ano anterior. Essa avaliação sobre a confiabilidade é menor em mecanismos de busca (32%) e em redes sociais (22%).

Mas 60% relataram preferir notícias mais objetivas (sem uma visão política clara) e 28% preferiram conteúdos com visões políticas claras e que reforçam suas crenças. O Brasil foi o com maior percentual de pessoas que desejam ver notícias de acordo com suas concepções (43%).

Fonte de informação
Os serviços online foram apontados como principal fonte de informação em diversos países, como Argentina (90%), Coreia do Sul (85%), Espanha (83%), Reino Unido (79%), Estados Unidos (73%), Alemanha (69%). Em seguida vêm a TV e o rádio. A mídia impressa perdeu espaço, servindo como meio para se informar em índices que variam de 30% a 16% a depender do país.

O estudo confirmou uma variação desse comportamento conforme a idade. Jovens preferem canais jornalísticos online, enquanto a TV e a mídia impressa são a principal alternativas para a faixa acima dos 55 anos de idade.

Os brasileiros foram os que mais recorrem ao Instagram para se informarem (30%), e também estão entre os que mais utilizam o Twitter para esta finalidade (17%). Mas o Facebook e o Whatsapp ainda são as plataformas dominantes, servindo de alternativa informativa para, respectivamente, 54% e 48% dos entrevistados.

Pandemia
Embora realizado em sua maioria antes da pandemia, o estudo avaliou o consumo de notícias durante esse período. Entre os ouvidos em seis países, 60% consideraram que a mídia ajudou a entender a crise e 65% concordaram que os noticiários explicaram o que os cidadãos poderiam fazer. Dos entrevistados nestas nações, 32% avaliaram que a mídia exagerou no impacto da pandemia.

Para o pesquisador do Instituto Nic Newman, a crise provocada pela pandemia do coronavírus reforçou a necessidade da importância de um jornalismo confiável e correto que possa informar a população. Ao mesmo tempo, ele lembra como a sociedade está suscetível a teorias da conspiração e à desinformação. 

“Os jornalistas não controlam o acesso à informação, enquanto o uso de redes sociais e plataformas dão às pessoas acesso a um rol grande de fontes e fatos alternativos, parte dos quais é enganosa ou falsa”, disse.

O estudo
A equipe responsável pelo relatório entrevistou mais de 80 mil pessoas em 40 países de todos os continentes. A maior parte das entrevistas foi coletada antes da pandemia, mas em alguns países, as respostas foram obtidas em abril, já trazendo algum impacto desse novo cenário.

Fonte: Agência Brasil

18

Jun

Mídias Sociais

Twitter lança ferramenta para mensagens de áudio

Além de publicar textos, fotos, vídeos e GIFs, os usuários do Twitter também terão a opção de postar suas mensagens em forma de áudio. O recurso foi anunciado pela rede social nesta quarta-feira, 17, e, por enquanto, estará disponível somente para os portadores de smartphones com sistema iOS.

De acordo com a rede social, a ferramenta de captação de voz será um ícone com ondas sonoras, que será ativado assim que o usuário clicá-lo. Após falar a mensagem, é necessário apenas tocar na opção “finalizar” para que a gravação seja encerrada e, posteriormente, o áudio seja publicado na timeline. Para ouvir o áudio é necessário apenas tocar na mensagem. Será possível escutar os áudios publicados enquanto o usuário rola a timeline para ler as demais mensagens.

Por enquanto, a nova ferramenta está em fase de testes e será disponibilizada para alguns grupos de usuários. Nas próximas semanas, a publicação de áudio será estendida a toda à base da rede social. De acordo com o Twitter, a nova função tem o objetivo de tornar a comunicação mais humana.

“Há muitas coisas que podem deixar de ser ditas ou mal interpretadas ao usar texto e é por isso que esperamos que os Tweets de voz criem uma experiência mais humana para ouvintes e contadores de histórias. Seja sobre a história do seu encontro com um ganso na vizinhança, um jornalista que compartilha uma notícia de última hora ou uma conta transmitindo um protesto em primeira mão, esperamos que os Tweets de voz permitam que você mostre sua perspectiva de maneira rápida e fácil com a sua voz. Mal podemos esperar para ver como as pessoas vão usar essa nova função para fazer com que suas vozes sejam ouvidas e participem da conversa pública”, diz a empresa, eu seu blog oficial.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/17/twitter-lanca-ferramenta-para-mensagens-de-audio.html

17

Jun

Mídias Sociais

Facebook e Instagram vão permitir desabilitar anúncios políticos

O Facebook anunciou que seus usuários poderão ocultar todos os anúncios políticos, incluindo publicações de questões sociais e de candidatos. A desativação poderá ser feita por meio de uma opção em um desses anúncios ou por meio das configurações do aplicativo. O mesmo recurso também estará presente no Instagram.

Ao USA Today, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que é mais importante dar voz aos candidatos, para que seus eleitores possam compreender suas intenções, do que remover as informações falsas da plataforma. Por isso, o recurso de ocultar anúncios políticos visa atender aqueles que não querem ser atingidos por esse tipo de conteúdo, seja ele verídico ou não.

Foco no registro de eleitores

Na campanha com medidas para as eleições presidenciais norte-americanas de 2020, o foco do Facebook é no registro de eleitores. A rede social quer atuar como uma entidade à parte, com o lançamento do “Centro de Informações de Votação”, que vai informar aos cidadãos como e onde votar, além de oferecer informações sobre como se registrar para votar e como votar por correio. Os usuários também podem ativar alertas que os lembrarão de votar e encaminhem-nos para os locais de votação em novembro.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/154247-facebook-instagram-permitir-desabilitar-anuncios-politicos.htm

16

Jun

Mídias Sociais

Estudo: Netflix e YouTube são inimigos do home office

A rotina de muitos trabalhadores mudou completamente depois que a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) estourou no planeta. Empresas em que é possível realizar o trabalho remotamente não hesitaram em mandar seus funcionários para casa para a prática do home office. Até há relatos de que algumas pensam em manter essa rotina mesmo com o fim do surto da COVID-19. O problema, porém, é que trabalhar de casa, para algumas pessoas, pode não ser tão produtivo, principalmente com ferramentas como YouTube e Netflix à disposição. Bem, pelo menos é o que mostrou um estudo da NetMotion Software.

De acordo com a empresa, 74% dos funcionários que trabalham em home office estão utilizando a Netflix, o YouTube ou ambos em aparelhos corporativos, ou seja computadores, celulares ou tablets que são emprestados pelas companhias aos trabalhadores. Essa análise foi feita com base em dados agregados obtidos do tráfego em VPNs.

O estudo detalha que um quinto dos funcionários gasta mais de 10 horas por semana em plataformas de streaming de entretenimento, enquanto 45% assistem a conteúdo de vídeo por 5 a 10 horas semanais. Enquanto isso, quase um terço admitiu acessar conteúdo não relacionado ao trabalho por meio de dispositivos corporativos durante o horário comercial, destacando uma potencial perda de produtividade.

Não é só streaming

Além das plataformas de entretenimento, a NetMotion alerta que funcionários podem colocar seus dispositivos em risco acessando outros serviços menos seguros, como sites maliciosos, o que dá ainda mais trabalho às equipes de segurança das empresas.

"Com a maioria dos funcionários trabalhando remotamente, as equipes de TI parecem estar lutando para obter visibilidade de como seus dispositivos estão sendo usados. Se eles não conseguirem ver ou limitar o uso de dispositivos de propriedade da empresa para atividades relativamente inofensivas, como a transmissão de conteúdo do YouTube, também não poderão determinar se os funcionários estão envolvidos em comportamentos potencialmente arriscados, como visitar sites inadequados ou desagradáveis introduzir malware na rede", diz o relatório.

Para minimizar ameaças desse tipo, a NetMotion Software defende uma mudança para arquiteturas descentralizadas e de confiança zero, que estão mais alinhadas com os ambientes remotos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/netflix-e-youtube-sao-inimigas-do-home-office-afirma-estudo-166435/

16

Jun

Mídias Sociais

Instagram anuncia atualizações para o mês do Orgulho LGBTQI+

O Instagram anunciou o lançamento de novos recursos em homenagem ao mês do Orgulho LGBTQI+. Entre as novidades estão adesivos exclusivos e filtros de realidade aumentada, que incluem as cores de mais de 12 bandeiras que representam diferentes identidades de gênero e sexualidade. Todas as atualizações já estão disponíveis para dispositivos Android e iOS.

Em parceria com a ONG Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD), a rede social também identificou mais de 100 hashtags populares entre a comunidade LGBTQI+ que aparecerão em um gradiente de arco-íris quando utilizadas no Stories ou em publicações.

Além disso, quem publicar uma dessas hashtags, terá sua foto de perfil contornada com as cores da bandeira. Entre os termos selecionados, os que ganham mais destaque no Brasil são #Orgulho e #CompartilheComOrgulho.

Os cinco novos adesivos criados em homenagem ao mês do Orgulho LGBTQI+ 

Segundo o Instagram, a iniciativa tem como objetivo conectar a comunidade LGBTQI+ na plataforma, já que os eventos presenciais que marcam o mês de junho foram cancelados devido à pandemia do novo coronavírus. Além das hashtags, novos adesivos foram adicionados à cartela de opções já existentes.

Os desenhos foram desenvolvidos por criadores da rede social, entre os quais a ilustradora brasileira Niege Borges (@niegeborges) faz parte. Ela foi responsável por dois dos cinco novos adesivos. “Eu espero que todos possam expressar seu orgulho da maneira que puderem, de suas casas. Vamos celebrar juntos este momento, mesmo que a distância”, comentou a ilustradora.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/154190-instagram-anuncia-atualizacoes-mes-orgulho-lgbtqi.htm

16

Jun

Mídias Sociais

Google revê política de segmentação de anúncios

O Google anunciou que está introduzindo uma nova política que pretende restringir práticas discriminatórias de segmentação de anúncios. Segundo a companhia, os anunciantes não poderão mais usar gênero, idade, estado civil, CEP e condição parental para segmentar os consumidores em áreas como emprego, moradia e serviços de crédito.

Embora o gigante de tecnologia não tenha fornecido um cronograma específico de quando a nova política entra em vigor, Scott Spencer, vice-presidente de gerenciamento de produtos para privacidade e segurança de anúncios do Google, diz que as mudanças serão lançadas “o mais rápido possível”.

Nos Estados Unidos, o movimento Black Lives Matter tem provocado muitos líderes da indústria a olhar para suas tecnologias de publicidade em busca de possíveis práticas discriminatórias. A Vice Media, por exemplo, convidou os anunciantes a reexaminarem suas listas de segmentação por palavras-chave, já que recentemente alguns começaram recentemente a bloquear palavras como “negros” e “BLM”.

Na segunda-feira, 8, Will Cady, chefe de estratégia de marca do Reddit, descreveu o impacto das chamadas listas brancas na mídia multicultural. “O que começou como uma medida protecionista para os anunciantes manterem suas marcas distantes do conteúdo tóxico evoluiu para uma cruzada moral de alavancagem financeira para limpar toda a internet”, escreveu ele. “O problema é que a prática da ‘lista branca’ determina onde o dinheiro e, portanto, os recursos, fluem pela Internet – e seus padrões estão repletos de preconceitos inconscientes.”

A lei federal norte-americana proíbe práticas de segmentação que usam categorias como raça e religião, mas a complexidade das tecnologias de publicidade podem torná-las invisíveis para o público geral. Spencer afirmou que o Google vem trabalhando junto ao Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos EUA nessas mudanças “há algum tempo”.

“Por mais de uma década, nós também temos políticas de publicidade personalizadas que proíbem os anunciantes de segmentar usuários com base em categorias sensíveis relacionadas à sua identidade, crenças, sexualidade ou dificuldades pessoais”, escreveu Spencer . “Isso significa que não permitimos que os anunciantes segmentem anúncios com base em categorias como raça, religião, etnia ou orientação sexual, para citar alguns. Avaliamos e desenvolvemos regularmente nossas políticas para garantir que elas estejam protegendo os usuários de comportamentos como discriminação ilegal”.

O executivo também apontou os esforços do Google na distribuição de US$ 1 bilhão para o desenvolvimento de moradias populares na área da baía de São Francisco, o que levou a inauguração de centenas de unidades em seis meses.

“Nós apreciamos as orientações do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano em nos ajudar a progredir nessas questões importantes”, acrescentou Spencer. “Nós vamos continuar trabalhando com o Departamento, especialistas em direitos civis e habitação e com a indústria de publicidade para tratar da discriminação na segmentação de anúncios”. No ano passado, o Facebook anunciou uma medida parecida com a adotado pelo Google para a publicidade em sua plataforma.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/15/google-reve-politica-de-segmentacao-de-anuncios.html

15

Jun

Mídias Sociais

WhatApp lança ferramenta para enviar e receber dinheiro

O WhatsApp lançou nesta segunda-feira (15) novo recurso que permite transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo de mensagens, com a proteção da plataforma Facebook Pay. 

No primeiro momento, a novidade estará disponível para clientes do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi que têm cartão de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard. As transações serão processadas pela Cielo e não preveem custos para consumidores e pessoas físicas. Já as empresas terão de arcar com uma taxa por transação recebida. As pequenas empresas são um dos principais focos do lançamento.

“Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap a essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento”, diz o comunicado do Whatsapp.

Para utilizar a ferramenta, o usuário precisa cadastrar seu cartão na plataforma Facebook Pay e cadastrar uma senha numérica (PIN) de seis dígitos como proteção. Também é possível usar biometria, como leitor de digitais e reconhecimento facial, para autorizar transações. Para receber o dinheiro, o contato precisa estar cadastrado no Facebook Pay.

Com informações da Agência Brasil

15

Jun

Mídias Sociais

Snapchat recebe integração com outros aplicativos e games

A Snap revelou uma série de novidades para o aplicativo Snapchat durante o evento online Snap Partner Summit 2020, incluindo novas integrações da plataforma com outros apps. A mudança mais significativa é o lançamento dos Minis, que permitem rodar outros aplicativos dentro do mensageiro.

Segundo explica a companhia, os Minis estão presentes dentro do chat da plataforma e permitem realizar ações de outros apps instantaneamente. As ferramentas presentes no lançamento incluem uma versão reduzida do aplicativo de meditação Headspace, uma janela de compra de ingressos de cinema da Atom e também Flash Cards, que servem para estudar idiomas e outros assuntos.

De acordo com o CEO da companhia, Evan Spiegel, a adição dos Minis tem potencial para auxiliar o Snapchat a crescer no comércio eletrônico, já que futuramente deve ganhar integração com plataformas de e-commerce. "Você poderá fazer comprar com os seus amigos, o que pode ser uma experiência bem divertida", explica o executivo.

Licenciamento para games

A empresa também abriu um programa de licenciamento de Bitmojis para games. Agora, desenvolvedores interessados podem utilizar a tecnologia para transformar os personagens do Snapchat em avatares personalizados dentro de jogos.

Para o lançamento da novidade, a Snap fechou parcerias com jogos como Scrabble GO Uno, que agora possuem a opção de criar um avatar usando o sistema de Bitmojis. A empresa liberou um trailer mostrando a funcionalidade em ação.

A Snap também anunciou que permitirá que outros aplicativos integrem a câmera do Snapchat em seus serviços, garantindo o uso de filtros e outras funções sem a necessidade de abrir a plataforma. A novidade já foi confirmada nos apps da Nike, Squad e MLB Ballpark.

Além de revelar a expansão do Snapchat e novas integrações para o app, a empresa também apresentou outras novidades voltadas especialmente para os usuários da plataforma. As melhorias incluem uma barra de navegação, que estava em testes desde o começo do ano, 10 novos jogos e "mais inteligência" para a câmera, que agora consegue identificar plantas e cachorros.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/154112-snapchat-recebe-integracao-outros-aplicativos-games.htm

11

Jun

Mídias Sociais

Desinformação sobre COVID-19 nas redes sociais “está custando vidas”, diz grupo global de médicos

Desde o início da pandemia de COVID-19, os veículos noticiosos e autoridades de saúde alertam para o perigo da desinformação sobre o novo coronavírus espalhada nas redes sociais. Agora, um grupo global de médicos assina uma campanha da Avaaz, organização da sociedade civil que tem pressionado governos e empresas pela regulamentação da atuação de plataformas digitais, segundo a qual a “infodemia” de notícias falsas tem contribuído para o crescente número de mortos em diferentes países. O grupo também apresentou evidências a parlamentares britânicos de como as falsidades on-line prejudicam os portadores da doença, informou o site Press Gazette.

Mais de 2 mil profissionais de saúde e apoiadores assinaram a campanha da Avaaz pedindo às empresas de mídia social que “corrijam o registro de informações erradas sobre saúde”, “alertando e notificando todas as pessoas que viram ou interagiram com informações errôneas em suas plataformas e compartilhando correção bem projetada e verificada de fato de forma independente”.

 “A desinformação sem controle nas mídias sociais custa vidas e precisamos de uma ação severa para evitar essas mortes evitáveis”, diz Ricardo Mexia, presidente da Associação Portuguesa de Médicos em Saúde Pública. Segundo Meenakshi Bewtra, professora assistente de medicina e epidemiologia da Universidade da Pensilvânia, as notícias falsas sobre a COVID-19 alimentaram "práticas imprecisas e perigosas, bem como uma reação contra a ciência válida e os cientistas que defendem os fatos".

Duncan Maru, epidemiologista e médico do Instituto Arnhold de Saúde Global, disse acreditar que alguns governos demoraram para agir de forma eficaz em boa parte porque acreditaram em linhas de pensamento sustentas pela desinformação. A falsidade, de acordo com ele, foi eficiente em várias formas, infelizmente. A disseminação viral da desinformação sobre terapias domésticas não comprovadas, por exemplo, ajudou a permitir que o vírus se espalhasse mais rapidamente. “Como resultado, vi pacientes tarde demais para os cuidados de que precisam para sobreviver”.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/1-noticias/jornal-anj-online/29412-desinformacao-sobre-covid-19-nas-redes-sociais-esta-custando-vidas-diz-grupo-global-de-medicos.html

9

Jun

Mídias Sociais

Maioria dos brasileiros defende lei que responsabiliza redes sociais por desinformação online

A mais recente pesquisa do Ibope sobre a desinformação espalhada nas redes sociais revela que a maioria da população brasileira (90%) concorda que é preciso uma lei que exija as empresas responsáveis por redes socias, como Facebook e Google, a proteger sociedade contra a desinformação. Em paralelo, o jornalismo, por meio da verificação de fatos, é visto como fundamental no combate a notícias falsas, uma vez que 81% dos entrevistados defendem legislação que obrigue as empresas de redes sociais a mostrarem artigos com checagem de fatos independentes para todas as pessoas expostas a conteúdo falso ou enganoso, enquanto 15% discordam da medida, segundo informação do jornal O Globo.

O estudo, encomendada pela rede de mobilização Avaaz, foi realizado no momento em que a desinformação on-line é tema de ao menos dois projetos de lei em discussão no Congresso. Nesta semana, o Senado começa hoje a analisar um projeto de lei do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) que estabelece normas e mecanismos de transparência para redes sociais e serviços de mensagens da internet para combater abusos. Outro texto semelhante foi apresentado na Câmara.

Transparência

Segundo a pesquisa do Ibope, 76% dos entrevistados concordam com a proposta de exigir que as redes sociais rotulem contas automatizadas, os chamados perfis “robôs”. Outros 20% discordam e 4% não souberam responder. Além disso, 71% concordam que as redes sociais informem em anúncios e postagens quem pagou por eles. Para o mesmo número de entrevistados, o Congresso deve exigir que as empresas de mídia sociais removam contas falsas que tentam enganar as pessoas, e ao mesmo tempo, garantam que usuários possam usar outro nome em seus perfis por motivos de segurança ou por serem contas de humor.

De acordo com reportagem de O Globo,  68% acreditam que o governo não está fazendo o suficiente para lidar com a desinformação, enquanto 24% avaliam que faz o suficiente. A confiança é ainda menor na forma como as empresas que controlam as redes sociais, como Facebook, YouTube e Twitter, tratam o tema. De acordo com a pesquisa, 72% não confiam nelas, contra 20% que confiam na ação das plataformas.

O levantamento aponta ainda que 76% dos eleitores estão muito preocupados ou um pouco preocupados com as notícias falsas e com a desinformação na internet e redes sociais, enquanto 22% disseram que não estão preocupados. Outros 15% discordam da medida, enquanto 3% não sabem ou não responderam.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/institucional/instquemsomos/1-noticias/jornal-anj-online/29224-maioria-dos-brasileiros-defende-lei-que-responsabiliza-redes-sociais-por-desinformacao-on-line.html

8

Jun

Mídias Sociais

Empresas agora podem incluir horários especiais de funcionamento no Google

O painel de administração de empresas na busca do Google e Google Mapas agora permite definir horários mais flexíveis. Entre as opções especiais que podem ser informadas estão horários para delivery, retirada, happy hour, cozinha e até o atendimento especial para idosos.

A mudança acontece após os ajustes do serviço para acomodar a pandemia da COVID-19. O Google Meu Negócio já permitia informar um status especial durante a pandemia, mas a publicação funciona como uma mensagem e não era exibida na busca do Google ou Mapas.

A alteração, que não está ativa ainda na versão em português do serviço, adiciona uma nova opção de horários junto da atual “Adicionar horários especiais”, chamada “More hours” (mais horários, em tradução direta).

Ao clicar na nova opção, a página que abre permite adicionar horários de atendimentos específicos para os serviços listados acima. Os comerciantes, escritórios, consultórios ou autônomos podem definir os horários de acordo com cada um dos sete dias da semana, e os dados devem passar a ser exibidos em breve no Google e Mapas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/google-agora-permite-incluir-horarios-especiais-para-delivery-retirada-e-mais-166062/

5

Jun

Mídias Sociais

Instagram testa linha do tempo dividida em duas abas

Todos os aplicativos populares testam novas funcionalidades e mudanças na apresentação para o usuário constantemente. Muitos testes acabam descartados logo no início, ao convencer que aquele pode não ser o melhor caminho a se tomar. O Instagram, ao que parece, começou recentemente um desses experimentos com a linha do tempo.

Uma postagem no Reddit mostra o feed da rede social dividido em duas abas: sugeridos e antigos. Na primeira, são exibidas fotos tanto de pessoas que o usuário segue como de perfis sugeridos pelo algoritmo do aplicativo. Na segunda aba, sim, só há postagens de quem está na lista “seguindo”.

“Para mim (e eu não atualizo o app há algum tempo) na visualização inicial apareceu uma nova aba Sugerido/Antigo. Meus amigos não receberam isso. Lançamento em etapas ou teste?”, escreveu o usuário leonhelmle, no Reddit. Ele ainda explicou as diferenças entre as abas e deixou claro que não gostou da novidade.

Nas respostas, é possível notar que mais alguns usuários foram contemplados com o teste, e nenhum deles se mostrou satisfeito. Porém, é bom notar que outros participantes do experimento podem dar um retorno positivo, e não dá para medir o sucesso deste novo feed simplesmente observando reações nas redes sociais.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/instagram-testa-linha-do-tempo-dividida-em-duas-abas-166001/