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3

Jul

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Facebook e Instagram vão lembrar usuários de usarem máscara

Nesta quinta-feira (2), o Facebook anunciou que mostrará um alerta no topo do aplicativo, e também no Instagram, lembrando usuários de usarem máscaras de proteção em público. A alteração se dá por causa do aumento dos casos de covid-19 nos Estados Unidos. Na quarta-feira (1), o país registrou mais de 52 mil novos casos de infecção.

"Use uma máscara de pano para ajudar a impedir a propagação da covid-19", diz o alerta que aparecerá no topo dos feeds. Além disso, links direcionam os usuários para obter informações no 'Centro de Informações da covid-19" e para os 'Centros de Controle e Prevenção de Doenças'.

Uma das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e de instituições de saúde, é de que a população use máscaras de proteção para, de fato, evitar a propagação do coronavírus (Sars-Cov-2). O Facebook não detalhou se a novidade também será implementada nas duas redes sociais em outros países.

Fonte: TecMundo, disponível em:https://www.tecmundo.com.br/ciencia/154784-facebook-instagram-lembrar-usuarios-usarem-mascara.htm

3

Jul

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YouTube implementa respostas automáticas a comentários para criadores de vídeos

Criadores de conteúdo recebem milhares de comentários a cada vídeo novo e, humanamente falando, é impossível respondê-los um por um. Mas uma novidade do Google para influenciadores com canais de alto tráfego no YouTube pode ajudar a minimizar isso. A empresa anunciou em seu blog oficial o sistema de smart reply, basicamente, um algoritmo que sugere respostas automáticas para determinados tipos de comentário sem que o dono do vídeo tenha que digitar nada.

Pelo post, os criadores do novo recurso informaram que esse sistema não é o mesmo visto pelo Smart Compose implementado no Gmail, ressaltando até que tiveram que construir uma tecnologia de processamento de linguagem específica para que o Smart Reply do YouTube contemplasse o uso de emojis — sim, emojis estarão entre as sugestões de respostas.

“Comparado aos e-mails, que tendem a ser longos e dominados por um discurso mais formal, os comentários do YouTube trazem padrões complexos de troca de linguagem, abreviações, gírias, pontuação inconsistente e muito emprego de emojis”, diz o texto. Eles também informam que o sistema de Smart Reply não se limita à geração de respostas (algo que se vê, por exemplo, em um chatbot), mas “interpreta” quais são os comentários com maior probabilidade de receberem interação direta do criador do vídeo — ou seja, nem todo comentário será respondido e há o emprego de aprendizado de máquina no processo.

No mesmo post, o Google aproveitou para anunciar que está estudando formas de levar o Smart Compose para aplicativos de mensagem como Telegram e WhatsApp.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/youtube-implementa-respostas-automaticas-a-comentarios-para-criadores-de-videos-167423/

2

Jul

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WhatsApp lança figurinhas animadas, QR Code e outras novidades; confira

O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (1º) várias novidades que serão disponibilizadas nas próximas semanas. Além de confirmar a chegada dos pacotes de figurinhas animadas, que já haviam vazado, o mensageiro também ganhou QR Code para adicionar contatos e modo escuro em sua versão para web, entre outros recursos.

Em teste na plataforma há alguns meses, os adesivos animados chegaram primeiro ao app beta do mensageiro para Android e iOS, permitindo o envio e o recebimento de versões em movimento dos tradicionais stickers.

De acordo com o WhatsApp, bilhões de figurinhas são trocadas diariamente no aplicativo, sendo uma das maneiras favoritas de comunicação entre os usuários. Com o lançamento dos stickers animados para a versão estável, as trocas de mensagens prometem ficar ainda mais divertidas.

A empresa não informou quando será possível baixar os pacotes de figurinhas animadas, confirmando apenas que a novidade estará disponível nas próximas semanas. Confira as outras novidades, que também serão liberadas em breve:

QR Code

Segundo o mensageiro, a chegada da função tem o objetivo de facilitar o ato de criar um contato no app, evitando ter que digitar o número do celular todas as vezes que for adicionar alguém à sua lista. Para tanto, bastará escanear o QR Code do número do WhatsApp e ele será adicionado automaticamente aos seus contatos.

Modo escuro para WhatsApp Web

O popular modo noturno também vai chegar à versão web do app de mensagens, acessada pelo computador ou notebook. Com isso, o usuário poderá acioná-la quando estiver conectado durante a noite ou em ambientes mais escuros, dando um maior conforto para olhos.

Melhorias nas chamadas de vídeo em grupo

Quem utiliza o WhatsApp para videochamadas em grupo poderá notar algumas diferenças nos próximos dias. Uma das novidades é a possibilidade de focar em um dos participantes da conferência online, tocando e segurando no vídeo dele, para que aconteça a visualização em tela cheia.

Também será adicionado o ícone de vídeo aos grupos com até oito pessoas, facilitando a realização de uma chamada rápida, com apenas um toque.

Status para KaiOS

Já os usuários do mensageiro no sistema KaiOS poderão compartilhar as atualizações de status com os seus contatos, que desaparecem 24 horas após a publicação.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/154732-whatsapp-lanca-figurinhas-animadas-qr-code-outras-novidades.htm

2

Jul

Mídias Sociais

Instagram pode ganhar painel dedicado com várias postagens de Stories

O Instagram Stories é um dos produtos de maior sucesso do Facebook atualmente. Segundo a própria plataforma, no ano passado metade dos usuários mensais ativos, ou 500 milhões de perfis, abriram as postagens rápidas diariamente — isso representa o dobro de toda a base diária do Snapchat, que popularizou esse tipo de publicação. Assim, é natural que a rede social amplie o acesso a esse recurso e agora um novo painel dedicado, com muito mais atualizações de Stories, vem sendo testado com um pequeno número de pessoas.

A empresa possivelmente pretende tornar o Stories em uma ferramenta mais central no uso cotidiano. Com isso, tanto a tela inicial quanto esse painel específico apresentariam mais vídeos efêmeros. A primeira alteração viria com duas linhas de sugestões no Feed, que atualmente exibe apenas uma linha — e isso já apareceu para algumas pessoas no Brasil recentemente.

Um botão embaixo dessa área expandida daria, então, o acesso à seção “Ver todos os Stories”, em tela cheia. O recurso foi visto pela primeira vez pelo gerente de mídia social Julian Gamboa, no final da semana passada. Ele trabalha na Califórnia e compartilhou o flagrante no Twitter.

 

Instagram confirma testes: O Instagram confirmou ao Tech Crunch que realmente vem fazendo avaliações sobre esses novos paineis para o Stories com um pequeno número de usuários. A empresa se recusou a fornecer mais detalhes, mas disse que o teste está em vigor há mais de um mês. "Estamos sempre testando novas maneiras de melhorar a experiência do Instagram para nossa comunidade", resumiu um porta-voz.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-pode-ganhar-painel-dedicado-com-varias-postagens-de-stories-167393/

1

Jul

Mídias Sociais

Em resposta ao boicote, Facebook promete combater conteúdo de ódio

Por Meio & Mensagem

No centro de uma crise em que diversos grandes anunciantes promete interromper o investimento em publicidade em suas plataformas, o Facebook veio a público para dizer que vem evoluindo no combate aos discursos de ódio.

“Investimos bilhões de dólares todos os anos para manter nossa comunidade segura e trabalhamos continuamente com especialistas da sociedade civil para revisar e atualizar nossas políticas. Nos abrimos para uma auditoria de direitos civis e banimos 250 organizações supremacistas brancas do Facebook e Instagram”, disse a rede social, em comunicado enviado à imprensa, após a onda do boicote às redes sociais ganhar cada vez mais volume.

Para mostrar o comprometimento no combate aos discursos de ódio e à desinformação – razões que motivaram os anunciantes a tirar a plataforma de seus planos de mídia – o Facebook usou seu blog oficial para destacar, inclusive, que vem aprimorando os trabalhos em torno da filtragem a conteúdos nocivos. Em um post assinado pelo vice presidente de integridade da companhia, Guy Rosen, a rede social declara que é signatária do código de conduta da Comissão Europeia criada para combater o discurso de ódio online ilegal. O Facebook relata que a quinta edição do relatório publicado pela Comissão, publicado há alguns dias para avaliar o desempenho das empresas, sinalizou uma evolução.

“Segundo este relatório independente, o Facebook revisou 95,7% e o Instagram avaliou 91,8% das denúncias de conteúdos com discurso de ódio em menos de 24 horas, em comparação com 81,5% no YouTube e 76,6% no Twitter. A Comissão Européia também afirma que ‘apenas o Facebook informa os usuários sistematicamente; todas as outras plataformas precisam fazer melhorias”. Embora reconheçamos que temos mais a fazer, esses resultados sugerem que estamos caminhando na direção certa e que temos sistemas implementados que continuam a liderar nossa indústria”, declarou Rosen, no post oficial.

Nessa segunda-feira, 29, o Facebook anunciou novas medidas que seriam tomadas para atender às demandas das marcas e das entidades dos direitos civis que exigem posicionamentos mais severos em relação à postagem de conteúdos nocivos. A rede social anunciou que passará por uma auditoria externa para a moderação de seus sistemas de revisão de conteúdo.

“Estamos alcançando nossos stakeholders, abrangendo autoridades governamentais, a sociedade civil e a indústria de publicidade, conforme o planejado. Essa auditoria terceirizada será feita por uma empresa de reputação e incluirá a incidência de violação de conteúdo”, declarou o Facebook.

Organizações acham medidas insuficientes

As organizações e entidades dos Estados Unidos ligadas aos direitos civis, no entanto, acham que essa medida não atende às diferentes questões levantadas pelos grupos, que ajudaram a fomentar o protesto Stop Hate for Profit.
Jonathan Greenblatt, CEO da Liga Anti-Difamação, declarou que, além da auditoria de terceiros, as entidades também pedem que a rede social tenha mais moderação humana na filtragem do conteúdo e mais garantia para as marcas de que seus anúncios não aparecerão atrelados a conteúdos ofensivos. “Isso só mostra que o Facebook ainda não está disposto a fazer mudanças significativas. Eles responderam essencialmente ‘não’ a todos os 10 próximos passos recomendados”, disse Greenblatt.

Boicote cresce
Enquanto o Facebook tenta lidar com a crise e mostrar à sociedade que se preocupa com a publicação de conteúdos ofensivos em suas plataformas, o boicote à empresa continua crescendo – e atinge até outras redes sociais. Após a adesão de gigantes como Unilever e Coca-Cola, o boicote global cresce agregando mais marcas, que prometem deixar de investir em publicidade em redes como Facebook e Instagram e também no Twitter enquanto essas empresas não provarem o comprometimento no combate à discursos ofensivos e falsos.

O Advertising Age está monitorando as empresas que anunciaram que irão interromper a publicidade no Facebook. Algumas prometem deixar de veicular publicidade ao longo do mês de julho, como propõe o movimento Stop Hate For Profit. Já outras, como Unilever e Diageo, decidiram estender a medida até o final de 2020, contemplando todas as grandes plataformas sociais.

Por enquanto, já são quase 40 os anunciantes que aderiram ao movimento: Pfizer, Vans, Madewell, Best Buy, Puma, Kellogg Co., HP, Conagra Brands, Adidas, Ford, Clorox, Truth Initiative, Edgewell Personal Care, Denny’s, Beam Suntory, Starbucks, Diageo, Levi’s, Coca Cola Co., Hershey’s Co., Honda, Unilever, JanSport, Flickr, Birchbox, Lending Club, Viber, Verizon, Elleen Fisher, Magnolia Pictures, Arc’teryx, Ben & Jerry’s, Eddie Bauer, Dashlane, Patagonia, Upwork, REI e The North Face.

 Fonte: Meio & Mensagem, disponivel em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/30/facebook-responde-a-boicote-com-promessa-de-combater-o-odio.html

29

Jun

Mídias Sociais

Contra discursos de ódio, empresas se juntam em boicote e suspendem publicidade das grandes plataformas de mídia social

 Em uma atitude conjunta as empresas Starbucks, Coca-Cola, Diageo e Unilever vão suspender suas propagandas de plataformas de mídia social, especialmente o Facebook e Instagram. O protesto se dá, segundo as grandes empresas, pela falta de ação dessas redes contra o "discurso de ódio". Além delas, outras corporações mundo a fora prometem se engajar no movimento que está sendo chamado #StopHateforProfit (Dê um Basta no Ódio por Lucro). 

Os anúncios das empresas foram feitos depois de o Facebook ter tomado a polêmica decisão de moderar o conteúdo postado na sua plataforma. Muitos acreditam que a medida é insuficiente para combater a disseminação dos discursos de ódio na rede. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg disse que vai proibir anúncios que digam que "pessoas de raças, etnias, nacionalidades, religiões, castas, orientações sexuais, identidades sexuais ou status de imigração específicos" são uma ameaça aos demais.

Os organizadores da campanha, que vem acusando o Facebook de não agir contra discursos de ódio e desinformação, disseram que "uma pequena quantidade de pequenas mudanças" não vai "nem causar um arranhão no problema". A intenção é promover um impacto de proporções globais na receita das redes sociais. A Coca-Cola anunciou que vai interromper sua publicidade em todas as plataformas de mídia social em todo o mundo. Já a Unilever, dona de diversas marcas de comida e higiene, disse que reduzirá pela metade sua publicidade no Twitter, Facebook e Instagram até "pelo menos" o resto de 2020.

A campanha pede que Zuckerberg crie uma infraestrutura permanente de direitos civis dentro do Facebook, submeta conteúdo a auditorias independentes, procure e remova grupos públicos e privados que publicam conteúdos de ódio e desinformação e crie equipes especializadas em revisão de reclamações.

Com informações da BBC 

28

Jun

Mídias Sociais

Redes sociais reinventam autoajuda entre millennials

Por Meio & Mensagem

Conteúdos com pegada motivacional, design impecável e milhares de compartilhamentos têm se tornado comuns nos feeds das redes sociais. Há algum tempo, o mercado digital vê uma proliferação de estúdios e agências de conteúdo independentes que apostam em conteúdos voltados para bem-estar e autocuidado, mas com toques de ativismo e cultura pop.

O movimento é mais visível no Instagram, com a viralização de posts com ilustrações, colagens e mensagens que bebem de referências da psicologia, sociologia e empreendedorismo. 

Páginas do gênero se tornaram uma máquina de engajamento para o público millennial e geração Z, e não por acaso conquistam a atenção das marcas.

Um dos cases de sucesso nesse universo é a Obvious Agency, que nasceu em 2015 com a proposta de executar projetos diretamente para marcas. A página no Instagram, que traz conteúdos sobre empoderamento feminino, era para ser apenas um portfólio da agência, mas foi crescendo organicamente até chegar a mais de 460 mil seguidores. 

“Tínhamos uma missão que era mudar a publicidade através da nossa linha editorial, e produzir conteúdos com narrativas sobre a felicidade feminina era uma forma de nos posicionar no mercado de moda e beleza”, relembra a publicitária e fundadora Marcela Ceribelli. 

Com o sucesso da página, a Obvious passou a se posicionar também como uma revista digital, abordando temas como autoconhecimento, auto-aceitação e liberdade da mulher.  Para produzir o conteúdo, a agência conta com uma rede de mulheres parceiras além de sua equipe fixa, incluindo influenciadoras, ilustradoras e designers.

Outro estúdio de criação que cresceu na onda de discussões sobre bem-estar foi a agência Contente, dona das páginas Contente.vc e Instamission – cada uma com pelo menos 60 mil seguidores. Os perfis mesclam artes gráficas com reflexões sobre o uso consciente das redes sociais, o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal e bem-estar digital.

“As redes sociais ocupam grande parte da vida profissional e pessoal das pessoas, mas gostamos de usá-las para questionar o próprio uso da internet. Queremos que aquele tempo que a pessoa passa rolando o Instagram possa gerar alguma reflexão”, conta a jornalista Daniela Arrais, que cofundou a Contente junto à publicitária Luiza Voll.

As postagens da Contente cresceram cerca de 92% em audiência e 113% em interações no período da pandemia, em relação aos meses anteriores.

Inspirar a audiência enquanto defende os direitos das mulheres também é o objetivo do Instituto Free Free, criado em 2019 pela diretora criativa Yasmine Sterea. O Instituto atua como uma plataforma de saúde emocional, autoestima e independência financeira para mulheres.

Embora boa parte do trabalho do instituto seja offline, com eventos, workshops e ações para mulheres em situação de vulnerabilidade, o Free Free vem fortalecendo seu braço de conteúdo digital com conteúdos que desmistificam padrões estéticos, a maternidade, questões de gênero e empreendedorismo. “O papel do Free Free é ressignificar a mulher, porque há o mito da mulher perfeita e que não existe”, diz Yasmine. 

Apesar do sucesso estrondoso até agora, a pulverização de páginas “empoderadoras” está no caminho de virar commodity. “O conteúdo sobre autocuidado com artes gráficas e frases já está ficando muito banalizado. É um conteúdo muito belo de se ver, fácil de viralizar, mas que acabou ficando muito parecido”, argumenta Ceribelli, da Obvious.

Para se diferenciar, a Obvious vem apostando em podcasts e webséries proprietárias para aprofundar os temas. Da mesma forma, Free Free e Contente também apostam em lives e vídeos para redes sociais com a participação de especialistas.

Trabalho com marcas

O sucesso de produtoras com foco em redes sociais também faz delas potenciais parceiras para marcas que querem se aliar a projetos de bem-estar e empoderamento.  

A Contente, por exemplo, já fez parcerias com empresas como Vivo, Instagram e Converse. “Atuamos com direção criativa e design, validamos conteúdos para a marca e fazemos também um trabalho educativo com workshops, palestras e eventos”, conta Luiza Voll. 

Já o Free Free tem parcerias perenes com marcas como Pepsico e Riachuelo, além de já ter trabalhado com marcas como O Boticário. “Não fazemos ações de marketing pelo marketing, mas buscamos empresas que realmente possam ser multiplicadoras da nossa proposta”, argumenta Yasmine.  Uma das ações do Free Free desde o início da pandemia foi uma parceria com a Pepsico e Ministério Público de SP para doar cestas básicas para mães da periferia.

A Obvious, por sua vez, vem monetizando seu conteúdo através de parcerias de branded content em novos produtos como podcasts e séries no IGTV. “Não fazemos conteúdo ‘publi’. Temos posicionamentos muito claros, então buscamos entender a campanha da marca e entender de que forma ela pode entrar nos nossos projetos”, explica Marcela.

Efeito quarentena

O cenário de pandemia alavanca o engajamento em conteúdo sobre saúde mental e bem-estar, mas também pede maior responsabilidade dos produtores de conteúdo. O desafio é acolher a audiência sem romantizar o momento atual. 

“Cada pessoa está passando por um momento diferente, dependendo do seu privilégio ou grau de vulnerabilidade, mas ao mesmo tempo vivemos algo coletivo.  Por isso, temos feito conteúdo para falar com todos os perfis de mulheres”, diz Yasmine, do Free Free. Além do conteúdo nas redes, o Free Free tem feito campanhas com o Ministério Público de São Paulo sobre conscientização sobre a violência doméstica (abaixo), contando com embaixadoras como Claudia Leite e Thelma Assis. Neste mês, o instituto também lança uma plataforma de educação e mentoria profissional para mulheres, o Plano Free Free.

Disponível em; https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/26/redes-sociais-reinventam-autoajuda-entre-publico-millennial.html

26

Jun

Mídias Sociais

Facebook agora te avisa quando uma matéria é de 3 meses atrás

Em mais um esforço para combater desinformação e notícias falsas na plataforma, o Facebook anunciou nesta quinta (25) uma nova tela de notificação que vai servir para ajudar o usuário a perceber quando matérias e links estão no ar há mais de 90 dias. A ferramenta chega como desenvolvimento do “botão de contexto” que a companhia inaugurou em 2018 para o feed de notícias e estará disponível a partir de hoje em todo o globo.

De acordo com o anúncio no blog oficial da empresa, o recurso será ativado toda vez que o usuário decidir compartilhar um material que se enquadre nas características, mas não exatamente vai barrar a possibilidade de compartilhamento. O vídeo divulgado pelo Facebook também revela que a ferramenta se adapta aos períodos de tempo de publicação dos artigos e notícias, podendo ir até o “Este artigo tem mais de um ano de vida”.

O objetivo parece ser mesmo dar o máximo de contexto ao público quando utilizando a plataforma para se informar, conforme o Facebook escreve que decidiu instalar o recurso depois que veículos de notícias “mostraram preocupação sobre matérias antigas serem compartilhadas nas redes sociais como notícias atuais, o que pode enganar o público sobre o estado atual do mundo”.

Além da ferramenta padronizada, a companhia ainda escreve que vai testar “outros usos de telas de notificação” para modalidades específicas, incluindo aí as informações relacionadas à atual pandemia. No caso do coronavírus, a ideia explorada no momento é providenciar mais fatos sobre a situação no recurso, providenciando links a mais sobre as fontes utilizadas pela matéria e direcionadas à central de informações do Covid-19 inaugurado pela rede social em março.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128147/facebook-agora-te-avisa-quando-uma-materia-e-de-3-meses-atras/

26

Jun

Mídias Sociais

Instagram começa a exibir Stories em fila dupla no Brasil

É normal que antes de disponibilizar um novo recurso para os usuários em geral, os desenvolvedores testem a novidade com uma parcela dos usuários para a identificação de bugs e aceitação com o público. O Instagram, por exemplo, fez isso em sua plataforma antes de esconder o número de likes das postagens e passar a exibir somente aos autores.

Agora, segundo informações do portal iraniano Toranji e conforme veiculado pelo Gizchina, a rede social está experimentando a exibição de uma segunda fileira para agrupar até oito Stories na tela principal do aplicativo para Android. Não há muitos detalhes de como isso funciona e qual critério é utilizado pelo algoritmo, apenas que a barra de Stories pode ser deslizada para visualizar o restante. Veja só como ficou:

Motivos apontam que novidade pode ser definitiva

Não se sabe, no entanto, qual o objetivo da linha extra, mas há algumas hipóteses levantadas. Entre elas dar ainda mais destaque aos conteúdos que expiram após 24h ou uma melhor usabilidade ao usuário, principalmente para pessoas que têm muitos amigos ou seguem muitas páginas, uma vez que as bolinhas estão mais espaçadas entre si.

Além disso, o fato de que os smartphones estão com telas cada vez maiores e compridas também pode influenciar nessa possível mudança. Vale ressaltar que o número de Stories, principalmente neste período de pandemia da COVID-19 em que há muitas lives acontecendo, o número de conteúdos compartilhadas nas redes sociais aumentou consideravelmente, motivando o Instagram a liberar várias melhorias importantes em sua plataforma, entre elas a opção de salvar lives no IGTV após 24h, por exemplo.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-experimenta-exibir-stories-em-fila-dupla-166416/

25

Jun

Mídias Sociais

Instagram atualiza políticas e a partir de julho vai permitir que creators vendam produtos direto no app

Instagram anunciou na última terça-feira (23) uma atualização dos seus Requisitos de Qualificação para o Comércio que impacta de maneira direta os criadores de conteúdo da plataforma. A partir do próximo dia 9 de julho, a companhia vai começar a aceitar que creators vendam produtos diretamente em seus perfis na rede social, não precisando de terceiros para viabilizar um negócio no ambiente virtual.

As novas diretrizes passam a valer para todos os países onde o Instagram Shopping existe e vão exigir dos influenciadores interessados que demonstrem confiabilidade na forma de uma presença estabelecida e autêntica – o que pode incluir a manutenção de uma base de seguidores. O anúncio oficial não deixa em evidência um número mínimo de pessoas que o usuário deve ter como público afim de se qualificar como creator aos olhos da empresa, mas escreve que aqueles que se encaixarem nos termos precisarão de um site externo para marcar os produtos à venda em seu perfil, como qualquer outra empresa hoje no aplicativo.

“Com essa nova política, as empresas devem marcar produtos no Instagram com base em um único site de sua propriedade e de onde vendem, para que as pessoas tenham uma experiência de compra consistente e confiável.” escreve a empresa na publicação; “Além disso, atualizaremos nosso fluxo de cadastro para fornecer orientações mais claras às empresas e oferecer mais transparência nos tipos de empresas que estamos mais aptos a apoiar, como criadores de conteúdo que desejam expandir os negócios no Instagram.”.

Além de criar o caminho para que influenciadores e criadores de conteúdo aumentem o potencial da plataforma como meio de vida, a medida é também mais um passo tomado pelo Instagram para aumentar as possibilidades de monetização de seu ecossistema. No mês passado, a empresa do Facebook passou a exibir anúncios no IGTV e anunciou novas modalidades de patrocínio para lives e colaborações com marcas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128029/instagram-atualiza-politicas-e-a-partir-de-julho-vai-permitir-que-creators-vendam-produtos-direto-no-app/

25

Jun

Mídias Sociais

Facebook anuncia novas exigências e rótulos para identificar anúncios políticos

Desde que o escândalo Cambridge Analytica veio à tona em 2018, o Facebook acumula críticas sobre a transparência da publicidade de políticos em sua plataforma — como as acusações de uma curadoria “frouxa” no tratamento de conteúdo pago que possa influenciar eleitores sem a devida identificação desse material. Para evitar que isso aconteça no pleito que se aproxima nos Estados Unidos, a rede social anunciou nesta quarta-feira (24) novas medidas para distinguir claramente essas postagens.

“O Facebook informa que, a partir de agosto, todo anunciante que quiser criar anúncios sobre temas políticos ou eleições no Facebook e Instagram deverá passar por um processo de autorização e acrescentar nas campanhas o rótulo ‘Pago por’, ou ‘Propaganda Eleitoral’”, diz o texto. Os anúncios que não tenham sido identificados pelos autores com essas denominações não serão aprovados e essas exigências devem ser mantidas na plataforma após as eleições deste ano.

Essas marcações já estão disponíveis desde 2018 e foram atualizadas justamente para conferir mais transparência, com detalhes sobre o indivíduo e/ou organização responsáveis pelas campanhas. O comunicado diz também que “cabe ao anunciante cumprir todas as leis e regulamentos eleitorais ou de publicidade aplicáveis no país em que deseja exibir anúncios eleitorais ou políticos” — o que deixa a dúvida se haverá alguma fiscalização ou medida posterior, caso alguém consiga burlar esse filtro.

Ainda segundo o texto, todos os anúncios marcados com esses rótulos ficarão disponíveis por sete anos na Biblioteca de Anúncios. Nela, qualquer pessoa pode consultar detalhes sobre cada uma das peças publicitárias e verificar informações como o valor estimado gasto e o número de vezes que o material foi visualizado.

O que é necessário para conseguir a autorização?

Qualquer pessoa ou organização que queira fazer anúncios relacionados à política ou eleições no Facebook e no Instagram no Brasil, vai precisar primeiro confirmar sua identidade e residência no país, assim como telefone, e-mail e um website. Os responsáveis também poderão fornecer o número do CNPJ ou CPF. Após confirmar sua identidade, o anunciante poderá criar um aviso legal e selecionar os rótulos "Pago Por" ou "Propaganda Eleitoral", dependendo do tipo de campanha e sendo observadas as necessidades de adequação à legislação local.

Segundo o Facebook, um anúncio será considerado de conteúdo político quando: For preparado por, encomendado em nome de, ou relacionado a um candidato atual ou ex-candidato a um cargo público, a uma figura política, a um partido político ou que defende o resultado de uma eleição a um cargo público; Tiver citações sobre eleições, referendos ou iniciativas de votação, incluindo campanhas de incentivo ao voto ou eleitorais; Anunciantes no Brasil poderão iniciar o processo de autorização para fazer propaganda com conteúdo político no Facebook e Instagram a partir de hoje, através da própria plataforma, na aba Configurações da sua página.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-anuncia-novas-exigencias-e-rotulos-para-identificar-anuncios-politicos-167024/

24

Jun

Mídias Sociais

WhatsApp e Adobe Acrobat foram os apps mais baixados em smartphones corporativos

Um levantamento feito pela Navita, empresa especializada em serviços gerenciados de mobilidade, TI e telecom, apontou que o WhatsApp e o Adobe Acrobat foram os aplicativos mais baixados em dispositivos corporativos ao longo de 2020. A conclusão foi feita a partir da análise de 20 mil celulares corporativos, que mostrou que no período houve 45.586 downloads de apps.

Desse pouco mais de 45,5 mil downloads de apps, se destarcaram aqueles pertencentes às categorias de "Produtividade" (8.846 downloads ou 19,21%) e "Comunicação" (7.344 ou 16,11%). Individualmente, o campeão foi o WhatsApp, instalado em 3.693 aparelhos (ou 8,10% do total), o que mostra a sua ampla adoção não somente para uso pessoal, como também para fins profissionais, dada a sua gama cada vez maior de recursos - o que, em breve, pode lhe incluir entre os chamados "super apps".

Já o Adobe Acrobat - que permite a conversão de documentos de diversos formatos em arquivos PDF - obteve o segundo lugar do pódio, com 2.524 (ou 5,48% do total). Entre outras categorias de apps que se destacaram na pesquisa, estão de "Compras / Entregas", que tiveram 4.341 downloads (9,52%).

Além desses três segmentos, os jogos ficaram em quarto lugar, sendo descarregados 4.227 vezes (9,27%), seguidos pelos aplicativos de streaming, com 3.964 downloads (8,7%). Em sexto lugar, ficaram os aplicativos de redes sociais, baixados 3.425 vezes (7,51%) . Em sétimo na lista está a categoria de aplicativos de transporte: 3.350 downloads (7,51%).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-e-adobe-acrobat-foram-os-apps-mais-baixados-em-smartphones-corporativos-166932/

24

Jun

Mídias Sociais

Facebook lança app com previsões sobre o futuro

O Facebook lançou um novo aplicativo que permite que especialistas façam previsões e depois revejam se elas foram precisas. Chamado de Forecast, o app tem como objetivo identificar eventos futuros, como o COVID-19, e preparar o mundo para eles.

Até o momento, o app tem apenas especialistas convidados, que podem apresentar suas previsões e o raciocínio por trás delas. O público, por sua vez, pode votar em quais prognósticos eles acham que têm maior probabilidade de se tornarem realidade.

Segundo o Facebook, a primeira iniciativa do Forecats começou nesta terça-feira (23) com pesquisadores e acadêmicos da área da saúde prevendo os impactos e resultados da pandemia do Coronavírus.

Para algumas pessoas do mercado, o problema do aplicativo é que a especulação de certos cenários podem reforçar crenças e medos. Outro ponto a ser observado é que, todo o processo de eleição do público se resume a escolhas binárias - uma forma muito simplista de avaliar propostas tão complexas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-lanca-app-com-previsoes-sobre-o-futuro-166916/

24

Jun

Mídias Sociais

Instagram anuncia o recurso Reels para competir com o TikTok

O Instagram acaba de anunciar mais um novo recurso na plataforma. Chamado Reels, é basicamente uma extensão do teste com as Cenas, vídeos de até 15 segundos que já são gravados com cortes e edição de áudio, desde que sejam músicas disponíveis na biblioteca da própria rede social — a ideia é competir com o TikTok.

O recurso está disponível ainda em fase de testes no Brasil, onde já aparecia como Cenas, França e Alemanha, que passam a ter a opção pela primeira vez. De acordo com a plataforma, “o Reels permite que você se expresse e ao mesmo tempo crie conteúdo de entretenimento, seja testando uma dança divertida com os seus amigos ou dividindo mensagens sobre temas importantes para você com uma audiência global e diversa”.

Para criar, é só na câmera de criação de Stories e selecionar a opção Reels, que substitui as Cenas na versão mais recente do app. Com o vídeo pronto, você pode escolher entre publicar nos Stories — ou enviar para alguém por mensagem — ou no Feed, e aí vai para a aba Explorar, se o seu perfil for público, ou apenas na sua linha do tempo, se for uma conta privada.

Antes de compartilhar, você ainda escolhe uma foto de capa para o vídeo. Isso, claro, se você tiver optado pelo compartilhamento na linha do tempo e na aba Explorar, já que nos Stories vai passar normalmente, como uma publicação qualquer deste recurso.

Para assistir os Reels já disponíveis, basta ir na aba Explorar — a lupa no menu inferior do Instagram — e abrir o primeiro vídeo que aparecer. Você vai ver uma série de vídeos curtos e editados, e aí pode curtir, compartilhar e comentar. Isso, claro, se estiver no Brasil, na Alemanha ou na França. Quem mora em outros países só vai poder ver essas publicações no feed.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-anuncia-reels-para-competir-com-o-tiktok-166922/

23

Jun

Mídias Sociais

Acesso à internet aumenta entre crianças e adolescentes

Em todo o país, a porcentagem de crianças e adolescentes que não acessam a internet caiu de 14%, em 2018 para 11% em 2019, de acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019, divulgada hoje (23). Isso significa que são 3 milhões, com idade entre 9 e 17 anos que não têm acesso à rede, sendo que 1,4 milhões nunca acessaram a internet.

A pesquisa considera como não usuários aqueles que não acessaram a internet nos últimos três meses. Apesar ter aumentado o acesso, no entanto, os dados mostram que ele é ainda bastante desigual dependendo da região do país e também da renda das famílias. Com as aulas suspensas nas escolas de todo o país, devido à pandemia do novo coronavírus, e com as atividades sendo realizadas de forma remota, não ter acesso à internet faz diferença, de acordo com a coordenadora da pesquisa, Luisa Adib.

“Muitas atividades de educação e de comunicação acabam não sendo realizadas da mesma forma ou mesmo não sendo realizadas dependendo da conexão e do acesso à internet e isso tem impacto muito grande”, diz, ressaltando que isso leva ao descumprimento de direitos de crianças e adolescentes na era digital.

O estudo mostra que, entre aqueles que têm acesso à rede, a própria casa é apontada com o local de acesso por 92%. No entanto, enquanto nas classes A e B apenas 1% não acessa a internet em casa, esse percentual sobe para 17% entre as classes D e E. O acesso é desigual também entre as regiões do país. Na região Centro-Oeste, 98% têm acesso, 96% na região Sudeste e 95% na região Sul. Já nas regiões Norte e Nordeste, esse percentual cai para 79%.

Segundo a pesquisa, no total, 4,8 milhões de crianças e adolescentes de 9 a 17 anos vivem em domicílios sem acesso à internet no Brasil, o que equivale a 18% dessa população.  Não ter internet em casa é apontado como motivo para não acessar a rede por 1,6 milhão de crianças e adolescentes e, não ter internet em nenhum lugar que costumam ir, por 900 mil.

Uso da internet

Em relação aos dispositivos usados para o acesso, o celular é o principal. Mais da metade, 58%, acessam a internet exclusivamente pelo celular. Entre as classes D e E, essa porcentagem chega a 73%, enquanto nas classes A e B, a 25%. Em todo o país, pouco mais de um terço, 37%, usa o celular e o computador para acessar a rede.

Em relação às atividades realizadas na internet, 76% das crianças e adolescentes dizem ter feito pesquisas para trabalhos escolares; 64% que pesquisaram por curiosidade ou vontade própria; 55% que leram ou assistiram a notícias na internet; e, 31% que procuraram informações sobre saúde.

As vídeo chamadas, que se tornaram populares em meio às medidas de distanciamento social adotadas para conter a propagação do vírus, não são tão familiares para todas as crianças e adolescentes. Nas classes A e B, 56% conversaram por vídeo chamada. Já nas classes D e E, 27%.

Perigos na internet

A pesquisa aponta também riscos e danos do acesso à internet. De acordo com o levantamento, 15% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos viram na Internet imagens ou vídeos de conteúdo sexual; 18% de 11 a 17 anos receberam mensagens de conteúdo sexual; e, 11% dessa faixa etária dizem que já pediram para eles, na internet, uma foto ou vídeo em que apareciam pelados.

Quase um terço das meninas (31%) e um quarto dos meninos (24%) foram tratados de forma ofensiva na internet. Dentre eles, 12% tinham entre 9 e 10 anos e 37% entre 15 e 17 anos. Um a cada dez diz que contou para um amigo ou amiga da mesma idade e 9%, para os pais ou responsáveis.

O estudo mostra ainda que 43% das crianças e dos adolescentes de 9 a 17 anos viram alguém ser discriminado na Internet, enquanto 7% reportaram terem se sentido discriminados. Em 33% dos casos que ocorreram com meninas, essa discriminação foi pela cor ou raça e; em 26% pela aparência física; em 21% por gostarem de pessoas do mesmo sexo; e, em 15%, pela religião. Entre os meninos, 20% reportam discriminação por cor ou raça; 15% pela aparência; 9% por gostarem de pessoas do mesmo sexo; e, 7%, pela religião.

Mediação dos pais e responsáveis

A maior parte dos pais e responsáveis (80%) diz que conversa sobre o que as crianças e adolescentes fazem na internet; 77% dizem que ensinam jeitos de usar a rede social com segurança; e, 57%, que sentam junto com eles enquanto usam a internet, falando ou participando do que estão fazendo.

Os jovens, no entanto, dizem saber mais sobre a rede: 77% da população de 15 a 17 anos acredita saber mais sobre a internet do que seus pais ou responsáveis. Entre 13 e 14 anos essa porcentagem cai para 67% e para 52% entre 11 e 12 anos. Eles dizem também que têm dificuldades de largar a internet. Entre as crianças de 11 a 17 anos, 25% reportaram que tentaram passar menos tempo na internet, mas não conseguiram.

“A internet, assim como os ambientes offline, colocam as crianças e adolescentes expostas a oportunidades e também a muitos riscos. Nesse sentido é determinante a mediação parental para uso da internet”, diz Luisa.

Segundo a coordenadora da pesquisa, a restrição não é o melhor caminho pois isso privaria os jovens de oportunidade e do desenvolvimento de habilidades.“O que a gente sempre reforça é a participação de pais e responsáveis num diálogo e mediação ativa. Em um diálogo com crianças e adolescentes para saber que atividades realizam online e saber como têm participado desse ambiente para uso seguro e responsável”, acrescenta.

A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019 foi realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O estudo foi feito entre outubro de 2019 e março de 2020 com 2.954 crianças e adolescentes de 9 a 17 anos e seus pais ou responsáveis.