Mídias Sociais

1

Out

Mídias Sociais

Facebook Messenger e Instagram começam a ter DMs integradas; veja como funciona

Em meados de 2019, o Facebook anunciou os planos de integrar os seus serviços de mensagem (Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp). Embora um ano depois ainda não tenhamos uma integração completa entre os aplicativos, a empresa já começou a dar os primeiros passos. Nesta quarta-feira (30), a rede social informou que vai tornar possível a troca de mensagens entre o Instagram e o Messenger.

Na prática, isso significa que será possível começar uma conversa com outra pessoa sem precisar trocar de aplicativo. Segundo o Facebook, mesmo que um usuário não tenha uma das redes sociais, vai ser possível visualizar e responder as mensagens da outra; veja como funcionará abaixo:

Recursos do Messenger no Instagram

Além da possibilidade de conversar com usuários do Messenger, o Instagram ganhou alguns recursos muito bem-vindos do irmão, como responder a uma mensagem específica ou encaminhá-la, trocar temas e cores do bate-papo, além da função Assistir Juntos, que permite assistir filmes, séries e conteúdos do Facebook Watch, IGTV e Reels durante uma chamada de vídeo.

O Instagram também vai ganhar o modo Temporário do Messenger, em que as mensagens vistas desaparecem depois de serem visualizadas ou quando a pessoa fecha o bate-papo, além de efeitos de mensagem animados e figurinhas de selfie.

Disponibilidade

Segundo o Facebook, a integração entre o Messenger e o Instagram será disponibilizada em alguns países ao redor do mundo, mas a promessa é de expandi-la para todos os usuários "em breve".

Entramos em contato com a assessoria do Facebook sobre o lançamento da novidade no Brasil e fomos informados de que ainda não há informações sobre a disponibilização da integração por aqui.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/facebook-messenger-integracao-instagram-veja-como-funciona-172330/

29

Set

Mídias Sociais

Pesquisa aponta que 26% dos americanos consomem notícias pelo YouTube

Um novo estudo realizado pela Pew Research Center traz uma visão sobre o consumo de notícias através do YouTube nos Estados Unidos. A pesquisa ouviu 12.638 norte-americanos entre 06 a 20 de janeiro, além de realizar uma análise dos 377 canais de notícias do YouTube mais populares no país e de conteúdo dos vídeos publicados pelos 100 canais com o maior número médio de visualizações em novembro e dezembro de 2019.

De acordo com a empresa em um comunicado “cerca de um quarto de todos os adultos dos EUA (26%) afirmam consumir notícias no YouTube, o site de compartilhamento de vídeos de propriedade do Google”, e acrescenta que o estudo “encontra um ecossistema em que organizações de notícias estabelecidas e criadores independentes prosperam lado a lado e, consequentemente, um ecossistema em que as organizações de notícias estabelecidas não têm mais controle total sobre as notícias que os americanos assistem”, conclui.

A pesquisa também aponta que, entre os consumidores de notícias pelo YouTube, canais afiliados a organizações de notícias externas e canais independentes são consumidos com a mesma frequência (23%). Ainda entre os entrevistados, 59% disse que a plataforma é uma ferramenta importante para obter notícias, e 13% a consideram a ferramenta mais importante de todas.

Os dados mostram ainda que 44% dos canais de notícias analisados são classificados pelo YouTube como pessoais, ou seja, canais que geralmente são comandados por YouTubers.

Outras descobertas da pesquisa foram:

66% dos entrevistados disseram que os vídeos de notícias que assistem no YouTube os ajudam a entender melhor eventos atuais, enquanto 73% esperam que esses vídeos sejam bem precisos.

Quando questionados sobre o que torna o YouTube um bom lugar para consumir notícias, as respostas mais comuns foram relacionadas ao conteúdo em si, incluindo “acesso a fontes de notícias fora do mainstream e a abundância de diferentes opiniões e visões disponíveis na plataforma”.

Vídeos sobre teorias da conspiração estavam quase inteiramente concentrados em canais independentes e praticamente ausentes de vídeos produzidos por canais de organizações de notícias. 21% dos vídeos de canais independentes mencionaram pelo menos uma das teorias de conspiração que foram estudadas.

Vídeos sobre a gestão do presidente Donald Trump compuseram a maior parcela dos analisados ​​em dezembro do ano passado, com 36% sobre seu impeachment e 31% sobre questões domésticas como controle de armas, aborto e imigração. Enquanto isso, a eleição presidencial de 2020 foi o tema de apenas 12% desses vídeos.

Apenas 12% dos canais de notícias estudados pela Pew incluíram explicitamente linguagem sobre sua ideologia política em suas descrições, com 8% identificando-se como de direita e 4% como de esquerda.

A pesquisa completa pode ser vista aqui.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132586/pesquisa-aponta-26-dos-americanos-consomem-noticias-pelo-youtube/

29

Set

Mídias Sociais

Google Meet gratuito terá limite de 60 minutos a partir outubro

A partir do dia 1º de outubro, a versão gratuita do Google Meet passará a ter um limite de 60 minutos para videochamadas. O Meet é um app de videoconferências com foco no segmento corporativo, e teve uma versão gratuita lançada no início deste ano, o que foi um grande “quebra galho” para várias companhias, instituições de ensino e usuários finais nesse período de isolamento social.

A Google já havia afirmado que a versão gratuita do app funcionaria sem limite de tempo até o dia 30 de setembro. Agora, os usuários têm apenas dois dias para se adequar à limitação: é possível criar uma nova chamada de vídeo e reenviar os links de participação, assim que os 60 minutos da chamada anterior se encerrarem.

Outra opção seria realizar chamadas com menos pautas, a fim de que as reuniões coubessem no limite dos 60 minutos.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/204407-google-meet-gratuito-tera-limite-60-minutos-partir-outubro.htm

28

Set

Mídias Sociais

Análise do Twitter mostra que 41% das pessoas estão lendo mais durante a pandemia

Os últimos seis meses foram de mudanças drásticas em todo o mundo. A pandemia sem precedentes da Covid-19 fez com que as pessoas alterassem – e muito – as suas próprias rotinas e percepções. Levando tudo isso em consideração, o Twitter fez um levantamento com dados colhidos na própria plataforma durante o primeiro semestre de 2020. A pesquisa aponta seis mudanças que se destacaram desde que a Organização Mundial da Saúde sugeriu a necessidade do isolamento social.

O estudo apresenta um panorama sobre como as pessoas estão vivendo e como estão lidando com as dificuldades originadas desse período. As descobertas mostram, ainda, quais destes comportamentos têm a maior chance de se tornarem permanentes mesmo depois da crise. A conversa sobre saúde mental ainda é significativa, mas interesses em hobbies como leitura, jardinagem e cozinha também apresentaram grande crescimento.

De acordo com os dados do levantamento, as pessoas passaram a investir mais em hobbies e passatempos: 1 em cada 3 pessoas está pensando mais neste tempo de qualidade. Mais de 41% afirmam estar lendo mais neste período, houve também um aumento de mais de 46% de menções relacionadas a pequenos prazeres.

“Para se ter uma ideia, houve um aumento de 41% na conversa diária sobre saúde mental, estresse e auto cuidado desde o início do isolamento. Isso mostra como as pessoas vem se sentindo por conta de todo o problema global que estamos passando. Também houve um crescimento de 13% no uso de palavras ligadas a humor e emoções para se expressar quando comparado ao período pré pandemia”, explicou Beatriz Montenegro, analista de pesquisa, Marketing Insights e Analytics do Twitter Brasil.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132520/analise-do-twitter-mostra-que-41-das-pessoas-estao-lendo-mais-durante-a-pandemia/

25

Set

Mídias Sociais

Depois dos tweets de áudio, Twitter testa gravações de voz nas DMs

Três meses depois de introduzir os infames tuítes de áudio, o Twitter novamente se encontra interessado com as possibilidades do som dentro de sua rede social. A companhia confirmou ao The Verge nesta quarta (23) o início de testes com uma nova ferramenta que vai permitir aos usuários gravar e enviar áudios nas mensagens diretas da plataforma.

“Nós sabemos que as pessoas querem mais opções para se expressar em conversas no Twitter, tanto publicamente no privado” diz o gerente de produto da área Alex Ackerman-Greenberg ao veículo, onde confirma que o Brasil será o primeiro país a ter acesso à função. A interface é simples, disponibilizando um botão de reprodução e pausa ao lado do ícone “pulsante” do usuário para o que o executivo define como uma facilidade “para mandar essas mensagens como parte do curso natural da discussão” – mas há uma opção de reportar problemas caso necessário.

O anúncio do experimento chega pouco depois do Twitter confirmar a criação de uma equipe de acessibilidade para trabalhar de forma próxima às atuais e futuras ferramentas de áudio de sua plataforma, uma questão que virou problema na época do anúncio dos tuítes de áudio. Ao Protocol, o chefe de design da empresa Dantley Davis reconheceu o erro e declarou que o novo time está inscritos nos núcleos de desenvolvimento, engenharia e design de produto “para que a acessibilidade sempre seja considerada durante a pesquisa destas funções”.

Ainda não se sabe se os áudios da DM vão ser implementados ou só um teste inicial.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132407/depois-dos-tweets-de-audio-twitter-testa-gravacoes-de-voz-nas-dms/

24

Set

Mídias Sociais

Atualização do Zoom traz recurso para interpretação em linguagem de sinais

A mais recente atualização do Zoom traz mais acessibilidade à plataforma com a adição de três opções principais de acessibilidade, cada uma focada principalmente em deixar os intérpretes de linguagem de sinais mais visíveis na tela.

De acordo com Jen Hill, gerente de marketing da Zoom, os novos recursos foram pensados para ajudar a comunidade de deficientes auditivos que precisam utilizar o serviço. Agora, os usuários podem fixar e destacar várias telas de vídeo ao mesmo tempo, a fim de manter o intérprete ao lado do palestrante, por exemplo. Na visualização em grade do Zoom, os usuários podem reorganizar as janelas de vídeo para manter o intérprete onde desejam.

Seguindo os padrões definidos pelo grupo de acessibilidade digital A11Y, que promove a inclusão de pessoas com deficiência em ferramentas e serviços de tecnologia, as atualizações de destaque e fixação para várias telas durante as videochamadas são bem-vindas, uma vez que até então só era possível fixar uma tela de vídeo durante a chamada.

Outros serviços de videoconferência oferecem ferramentas de acessibilidade. O Skype e o Google Meet, por exemplo, fornecem principalmente transcrições e legendas em tempo real como formas de permitir que usuários com alguma deficiência auditiva usem os serviços.

Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132403/atualizacao-do-zoom-traz-recurso-para-interpretacao-em-linguagem-de-sinais/

24

Set

Mídias Sociais

Instagram aumenta tempo limite dos Reels e oferece mais ferramentas de criação

O Instagram anunciou a nova função Reels, sua resposta ao TikTok, no início de agosto, e no começo de setembro começou a testar um novo layout para dar mais destaque à nova função. Agora, atendendo a pedidos, a rede social ampliou o tempo máximo de cada vídeo.

De acordo com a empresa, a partir de agora é possível fazer Reels de até 30 segundos. Para aumentar o tempo das suas publicações, basta tocar no ícone de duração no menu à esquerda na tela de criação. O número 15 será trocado pelo número 30 para informar que é possível fazer um vídeo maior.

É bom notar que o principal rival dos Reels,o TikTok, permite a criação de vídeos de até 60 segundos, apesar de também ter começado com limite de 15. É possível que a rede social de Mark Zuckerberg chegue ao mesmo limite do principal concorrente no futuro.

 

A diretora de produto do Instagram Reels, Tessa Lyons-Laing, justificou a alteração como um pedido dos próprios usuários. “Continuamos aprimorando o Reels com base no feedback das pessoas e essas atualizações facilitam a criação e a edição. Embora ainda seja cedo, estamos vendo muito conteúdo criativo e divertido”, disse, em comunicado.

Além do tempo maior para soltar a criatividade, os usuários também têm uma nova ferramenta de edição, que permite estender o cronômetro para 10 segundos e cortar ou excluir qualquer trecho do vídeo. Essa é mais uma reivindicação da comunidade que deve facilitar a produção dos vídeos curtos do Instagram.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-aumenta-tempo-limite-dos-reels-e-oferece-mais-ferramentas-de-criacao-171966/

23

Set

Mídias Sociais

Facebook lança ferramentas de publicidade com foco nas eleições

As eleições no Brasil devem acontecer normalmente, porém, depois do período que era previsto. Entretanto, algumas empresas já se preparam para este período, que movimenta, e muito, a internet, principalmente as redes sociais. O Facebook decidiu iniciar os trabalhos com o lançamento de duas ferramentas para pesquisa e análise de publicidade sobre política ou eleições no Facebook e no Instagram: o Relatório de Transparência e a Interface de Programação de Aplicativo (ou API, em Inglês), ambas como parte da Biblioteca de Anúncios.

No Relatório de Transparência é possível visualizar rapidamente o total de anúncios sobre política e eleições criados no Brasil com um dos rótulos desde agosto de 2020, assim como o valor total gasto. É possível também ver as principais buscas na Biblioteca de Anúncios e filtrar os gastos por data, região ou anunciante, além de uma lista com os maiores anunciantes no último dia ou por intervalo de sete dias, trinta dias, noventa dias ou todas as datas.

Já com a Interface de Programação de Aplicativo (API) é possível criar pesquisas personalizadas de anúncios com palavras-chave personalizadas armazenadas na Biblioteca de Anúncios. Para ter acesso à API, é necessário confirmar identidade e localização, criar uma conta de desenvolvedor do Facebook e adicionar um novo aplicativo. Esse acesso permite pesquisar dados para todos os anúncios ativos e inativos sobre temas sociais, eleições ou política.

É importante lembrar que todos os anúncios sobre política ou eleições precisam passar por autorização expressa do Facebook em quaisquer plataformas e, claro, precisam estar de acordo com os Padrões da Comunidade, assim como as Políticas de Publicidade da rede social.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-lanca-ferramentas-de-publicidade-com-foco-nas-eleicoes-171872/

23

Set

Mídias Sociais

WhatsApp trabalha em opção de fotos e vídeos com autodestruição semelhante ao Instagram

WhatsApp deve lançar em breve a opção de fotos e vídeos com autodestruição, recurso já presente no Instagram há algum tempo. A plataforma tem testado a função a fim de tornar a troca dessas mídias mais segura entre os usuários.

De acordo com o WhatsApp WABetaInfo, os usuários não terão a opção de definir um cronômetro de expiração para mídia, mas elas desaparecerão automaticamente dos registros do destinatário assim que ele abrir o arquivo e sair do bate-papo. A imagem expirada nem deixa um aviso depois que o arquivo foi visualizado, simplesmente desaparece mesmo.

Por enquanto, não está claro se o WhatsApp notificará os remetentes se um destinatário tiver uma captura de tela dessa imagem. Isso deve ser definido e, principalmente, confirmado aos usuários antes de lançar o recurso.

O teste com as mídias autodestrutivas apareceu na última versão beta do WhatsApp enviada ao Google Play, mas ainda não há como dizer quando ou se ela chegará oficialmente ao aplicativo.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132282/whatsapp-trabalha-em-opcao-de-fotos-e-videos-com-autodestruicao-semelhante-ao-instagram/

22

Set

Mídias Sociais

Facebook permitirá que usuários reivindiquem autoria de imagens

Nesta segunda-feira (21), o Facebook anunciou que em breve usuários poderão reivindicar a autoria de suas imagens na plataforma. Inicialmente, a empresa trabalhará em colaboração com parceiros para testar a função de moderação de fotos, que busca permitir mais autonomia para os criadores de conteúdo. A novidade ainda não possui previsão de lançamento e, futuramente, deverá chegar para todos internautas.

De acordo com o site The Verge, embora os parceiros selecionados para o teste ainda não tenham sido revelados, a nova função pode indicar que grandes marcas terão mais controle sobre sua propriedade intelectual. Empresas como a National Geographic poderão postar suas imagens no chamado Facebook’s Rights Manager e, assim, ter controle sobre quando e onde foram postadas — até mesmo no Instagram. 

Nova interface de gerenciamento para criadores de conteúdo. (Fonte: Facebook via The Verge / Reprodução)

Para comprovar a autoria de uma imagem, a empresa ou internauta deverá fazer o upload de um arquivo CSV contendo seus metadados no gerenciador do Facebook, junto de especificações de onde se aplicam os direitos autorais. Quando o arquivo for verificado, o Facebook’s Rights Manager irá monitorar a visualização das postagens com a imagem.

Caso alguma infração seja comprovada, o autor da imagem poderá escolher entre a permanência, remoção ou a restrição territorial da postagem, que impediria sua visualização em territórios onde os direitos autorais se aplicam. 

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/198382-facebook-permitira-usuarios-reivindiquem-autoria-imagens.htm

21

Set

Mídias Sociais

Lives da Abraji serão transmitidas todas as quintas-feiras

As lives da Abraji serão transmitidas, a partir do dia 24.de setembro todas as quintas-feiras às 21h. Somadas as duas transmissões realizadas ao longo do 15º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, a Abraji já recebeu 28 jornalistas brasileiros de todas as cinco regiões que compartilharam suas experiências na profissão.

A cada quinze dias, Angelina Nunes, coordenadora do Programa Tim Lopes, conversa com jornalistas sobre sobre segurança e dificuldades de trabalho em áreas remotas do país. Adriana Barsotti, diretora da Abraji, reveza com Angelina ao entrevistar quinzenalmente profissionais de imprensa sobre temas contemporâneos no jornalismo, na série Papo de Jornalista.

Na primeira fase das lives da Abraji, quando eram feitas entrevistas todas as terças-feiras, a questão central foi o jornalismo e a pandemia. “A ideia continua sendo conhecer técnicas, enfatizar a importância da informação confiável. Mas, na nova etapa, a discussão amplia-se, com enfoque não necessariamente ligado à pandemia”, explica Adriana Barsotti, diretora da Abraji.

A íntegra das conversas está disponível no Instagram.

21

Set

Mídias Sociais

WhatsApp deve liberar acesso em até quatro dispositivos em breve

Uma única conta do WhatsApp em breve poderá ser usada em até quatro dispositivos simultaneamente, sem necessidade de o celular estar conectado à internet. De acordo com o site WABetaInfo, o recurso, cujo primeiro sinal apareceu há mais de um mês, está perto de ser liberado para testadores beta do mensageiro.

Segundo a publicação, vários recursos já estão prontos, incluindo a sincronização do histórico, silenciamento de conversas, envio e recebimento de mensagens, entre outros. “Alguns recursos da opção de múltiplos dispositivos ainda não estão prontos, mas os mais importantes estão”, resumiu.

Ainda não tem uma previsão para quando o recurso será liberado, mas não deve demorar muito, segundo a análise do WABetaInfo. O acesso simultâneo em até quatro aparelhos vai chegar inicialmente para os testadores beta do mensageiro no Android e iOS, permitindo que eles utilizem sua conta em outro celular, independente do sistema, e também em computadores e tablets. Quando os desenvolvedores acharem que tudo funciona devidamente, a função será liberada para todos.

O print de uma tela ainda não disponível, mas já inserida no código da versão 2.20.196.8 beta, mostra como o usuário do Android poderá habilitar a sincronização em múltiplos dispositivos. O usuário pode ligar ou desligar o recurso, e fazer a sincronização a partir do celular onde a conta está registrada originalmente. A partir daí, os outros dispositivos funcionam de maneira independente, ou seja, se o celular estiver desligado, as mensagens ainda são sincronizadas com o servidor.

Ao que parece, quando você ativar o acesso em mais aparelhos, qualquer conexão com outro dispositivo, como o WhatsApp Web, será perdida. Aí será necessário fazer um novo link, para atualizar o tipo de conexão. Se desabilitar o uso em múltiplos dispositivos, todos os outros aparelhos conectados serão automaticamente desautorizados pelo servidor, ficando apenas o seu celular conectado à sua conta.

O WhatsApp tem vários novos recursos em preparação para os usuários, a serem liberados em breve. Há um novo método de autenticação em desenvolvimento, além da inclusão de chamadas de voz e vídeo na versão web, que deve ser disponibilizada em breve.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-deve-liberar-acesso-em-ate-quatro-dispositivos-em-breve-171774/

18

Set

Mídias Sociais

Twitter vai reforçar segurança de políticos durante as eleições presidenciais

As eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2020 estão quase chegando, e o Twitter sabe bem qual é o poder que as redes sociais têm para manipular a opinião pública ou até mesmo criar desordem ao disseminar notícias falsas. Pensando nisso, a plataforma anunciou, nesta quinta-feira (17), uma série de iniciativas proativas para otimizar a segurança cibernética da cena política estadunidense.

A companhia vai exigir que determinados perfis adotem senhas mais complexas (enviando tais notificações na forma de um reset forçado) e incentivar a adoção de verificação em duas etapas. Segundo a empresa, a campanha será focada em funcionários do Poder Executivo, membros do Congresso, governadores, secretários, partidos políticos, candidatos e até mesmo jornalistas e veículos de mídia.

“Eleitores, candidatos, funcionários e jornalistas contam com o Twitter todos os dias para compartilhar e encontrar notícias e informações confiáveis sobre a eleição; nós levamos nossa responsabilidade com eles muito a sério", afirma a rede social, comentando ainda que as medidas fazem parte de aprendizagens com “erros do passado”.

Essa é apenas a primeira etapa do programa — o Twitter também promete algumas reformas internas de segurança, incluindo um monitoramento mais eficiente dos perfis críticos, detecções mais ágeis de comprometimento de contas e assim por diante. “A implementação dessas medidas de segurança é uma etapa preventiva crítica”, finaliza a plataforma.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-vai-reforcar-seguranca-de-politicos-durante-as-eleicoes-presidenciais-171704/

18

Set

Mídias Sociais

Facebook Business Suite: novo app que unifica perfis do Facebook, Messenger e Instagram para pequenas empresas

 Facebook está lançando um novo aplicativo que permite aos proprietários de pequenas empresas gerenciar páginas e perfis no Facebook, Messenger e Instagram em um mesmo lugar. De acordo com o anúncio feito pela COO Sheryl Sandberg, o app chamado Facebook Business Suite unirá a infraestrutura de back-end dos três aplicativos para que os empreendedores possam receber mensagens de clientes, alertas e notificações em uma caixa de entrada unificada.

O aplicativo também permite que as empresas postem no Facebook e no Instagram ao mesmo tempo, além de fornecer insights sobre o desempenho das campanhas publicitárias nas plataformas. Vale ressaltar que boa parte dessa funcionalidade de postagem cruzada já está disponível para administradores de contas comerciais do Instagram vinculadas às páginas do Facebook.

Junto com o novo app de negócios, o Facebook lançou também a terceira edição de sua pesquisa sobre como as pequenas empresas estão lidando com os impactos da pandemia de Covid-19, alé de um estudo encomendado com a Deloitte sobre os padrões de compra dos consumidores também durante a pandemia. Os resultados mostraram que 48% dos consumidores pesquisados ​​disseram que aumentaram seus gastos online desde o início do surto.

Ainda de acordo com Sheryl Sandberg, o Facebook Business Suite ainda ganhará uma integração com o WhatsApp no ​​futuro. O app também não ficará limitado às pequenas empresas. A longo prazo, o Facebook pretende estender o serviço também para empresas maiores.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132117/facebook-business-suite-e-novo-app-que-unifica-perfis-do-facebook-messenger-e-instagram-para-pequenas-empresas/

16

Set

Mídias Sociais

Menos de 14% dos aplicativos contam com recursos de acessibilidade

Menos de 14% dos aplicativos disponíveis para sistema Android contam com um recurso de acessibilidade fundamental para pessoas com deficiência visual: a descrição de imagens.

Somente 37% dos campos editáveis estão claramente identificados e menos de 11% dos botões de comando são indicados adequadamente. Os botões ajudam o usuário a perceber melhor o que a interface de cada aplicativo contém, aprimorando, assim, a usabilidade.

Os dados fazem parte de um levantamento elaborado pelo Movimento Web para Todos e pela empresa BigDataCorp.

Os resultados foram obtidos após análise de mais de 2 mil aplicativos baixados por meio da loja da Google Play (para celulares com sistema Android) e que ultrapassaram 10 milhões de downloads

A pesquisa mostra que menos de 1% dos aplicativos descreve todos os elementos pesquisados e todas as imagens que aparecem na tela.

Feita com o apoio técnico da equipe brasileira do World Wide Web Consortium (W3C) e do Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o estudo aponta que apenas 4% dos aplicativos especificam todos os botões que aparecem na tela. Ao todo, 63% dos aplicativos têm menos de 10% dos campos editáveis com sinalização, 55% oferecem menos de 10% das imagens com descrição e 74% possuem menos de 10% dos botões rotulados. 

Parâmetros
Para auxiliar desenvolvedores de aplicativos, o W3C formulou o documento Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) 2.1, que reúne  recomendações para tornar a internet um espaço mais acessível.

Nele, é possível encontrar ferramentas que facilitam a navegabilidade para pessoas com deficiência visual, auditiva, física, de fala, intelectual, de linguagem, de aprendizagem e neurológica.

A referência, porém, não é tão aproveitada como poderia ser, segundo o jornalista e ativista na área de acessibilidade e inclusão Gustavo Torniero.

"A verdade é que existem parâmetros técnicos que os desenvolvedores deveriam seguir para os app e nem sempre é o que acontece. É necessário que os desenvolvedores e as empresas que produzem essas aplicações tenham o que a gente chama de DNA da civilidade, da diversidade", diz Torniero, que também é embaixador do Movimento Web para Todos. 

Ele destaca que essa deve ser uma preocupação de toda a equipe de desenvolvimento, e não apenas de uma pessoa. "As equipes precisam ser integradas e ter na cultura organizacional essa visão de que é preciso pensar em diferentes especificidades."

Apesar de observar, nos últimos anos, uma mobilização significativa da sociedade brasileira em torno da acessibilidade digital, Torniero afirma que ainda há um longo caminho a ser percorrido.

"Hoje, há uma presença maior de smartphones nas casas dos brasileiros. O acesso à internet se dá, em grande parte, por meio dos celulares e, se os aplicativos são inacessíveis, as pessoas passam a não ter acesso a uma série de serviços e produtos. Isso acontece comigo, como pessoa cega. Eu enfrento várias barreiras dessas no meu dia a dia", relata, citando que já teve problemas para usar aplicativos de bancos, finanças e até mesmo plano de saúde. 

O último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010, apurou que 45,6 milhões de brasileiros têm pelo menos um tipo de deficiência. O grupo correspondia a 23,9% da população, na época.

Modelo participativo
Na avaliação de Ademilson Costa, consultor de acessibilidade da Fundação Dorina Nowill, as soluções sugeridas pelo guia do W3C têm baixo custo e dependem mais da vontade dos desenvolvedores e das empresas de tornar os aplicativos mais acessíveis.

"Todas essas diretrizes, normas, não há investimento nenhum. O investimento que há é referente à capacitação, de buscar o conhecimento, porque é o que a gente sempre fala: quando vai falar de acessibilidade para os desenvolvedores e programadores, eles se espantam, porque a maioria deles, por mais que tenham todo o conhecimento técnico, de JavaScript, HTML, PHP, todas as linguagens de programação, desconhecem as diretrizes de acessibilidade, as normas", afirma. 

Costa defende que a inclusão digital só irá ocorrer efetivamente se as pessoas com deficiência puderem atuar de forma mais direta. "Temos um lema, da ONU [Organização das Nações Unidas], que é: Nada sobre nós sem nós. Ou seja, tudo que envolve as pessoas com deficiência precisa ter a participação, o envolvimento das próprias pessoas com deficiência”, diz.

“E, quando a gente fala de acessibilidade web ou de aplicativo, as pessoas com deficiência precisam participar das validações, dos testes. Eu vejo que as empresas, nesses últimos anos, de 2015, 2016 pra cá, começaram a enxergar um investimento nisso", acrescenta, pontuando que a falta de recursos básicos que facilitem a navegabilidade de pessoas com deficiência configura violação de direitos dessa parcela da população e se agrava com a pandemia de covid-19. 

Sites
Outro levantamento da BigDataCorp, feito em abril deste ano, também em parceria com o Movimento Web para Todos, revelou que, dos 14 milhões de sites brasileiros ativos, menos de 1% respeita critérios de acessibilidade. No caso de sites governamentais, o percentual é ainda menor, de 0,34%. 

Em entrevista à Agência Brasil, o CEO e fundador da BigDataCorp, Thoran Rodrigues, pondera que a ausência de mecanismos simples que democratizem os aplicativos serve de alerta.

Ele julga que as adaptações feitas para pessoas com deficiência visual são as mais fáceis de serem implementadas e que, portanto, ao serem ignoradas por desenvolvedores, mostram que cuidados mínimos estão sendo deixados de lado.

"É [na área de suprir as lacunas de deficiência visual] que existe mais tecnologia para ajudar, desde que você monte seu site ou seu aplicativo da maneira correta. No mínimo, as pessoas deveriam fazer o mais fácil e o que a gente vê, na prática, é que não estão fazendo nem isso. Então, provavelmente, as pessoas com outros tipos de deficiência têm mais dificuldade do que as com deficiência visual", afirma Rodrigues.

Com informações da Agência Brasil