Mídias Sociais

23

Jul

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Projeto assegura a familiares direito a herança digital

O Projeto de Lei 3050/20 inclui no Código Civil o direito de herança digital. Pelo texto, são transmitidos aos herdeiros todos os conteúdos, contas e arquivos digitais do autor da herança.

A proposta, do deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), tramita na Câmara dos Deputados. Ele ressalta que, atualmente, há diversos casos no Judiciário aguardando decisões, com familiares querendo acesso a arquivos ou contas armazenadas na internet. “É preciso que a lei civil trate do tema, como medida de prevenção e pacificação de conflitos sociais”, afirma.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

22

Jul

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Spotify anuncia podcasts em vídeo para todos usuários

Nesta terça-feira (21), o Spotify anunciou um recurso para permitir que produtores de podcasts lancem seus episódios em vídeo. O conteúdo poderá ser acessado tanto por usuários Premium, quanto por não pagantes, em países onde a empresa já disponibiliza o formato de podcast.

Segundo a empresa, isto é uma “forma de enriquecer a experiência de áudio” e permitirá que os criadores “se conectem de forma mais significativa com seus ouvintes, expandam a audiência e aprofundem o engajamento com o público”.

A novidade será disponibilizada tanto nos aplicativos para Android e iOS, quanto no desktop. A primeira versão do recurso terá podcasts em inglês, como The Morning Toast, Higher Learning e The Misfits Podcast.

Com isso, a plataforma de streaming vai concorrer com o YouTube, que já conta com podcasts neste formato. No entanto, nesta competição, o Spotify apresenta algumas vantagens: se você minimizar a plataforma, o áudio continuará sendo reproduzido em segundo plano, com menor consumo de dados. Além disso, usuários também poderão baixar o áudio para escutar os podcasts sem utilizar dados de sua internet móvel.

O Youtube não é a única empresa que será afetada pela estratégia do Spotify: a plataforma criou um ranking de podcasts mais ouvidos para competir também com a Apple. A plataforma já chegou a 1 milhão de programas publicados e investe em podcasts exclusivos, como o de Michelle Obama, que será lançado em 29 de julho.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/155391-spotify-anuncia-podcasts-video-usuarios.htm

22

Jul

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Instagram lança ferramenta para arrecadar dinheiro pelo aplicativo

Os usuários do Instagram poderão utilizar seus perfis para arrecadar fundos para diferentes tipos de causas. A novidade foi liberada pela plataforma nesta terça-feira (21), chegando primeiro a um grupo selecionado de pessoas nos Estados Unidos, Irlanda e Reino Unido, que poderão testá-la na versão do app para Android.

A ferramenta para angariar fundos no Instagram vai possibilitar arrecadar dinheiro para uma causa pessoal, para contribuir com pequenas empresas que estejam passando por um momento de crise ou para ajudar um amigo em dificuldade, por exemplo.

De acordo com a rede social, as histórias ocorridas durante a pandemia do novo coronavírus e nos protestos antirracistas que tomaram as ruas dos Estados Unidos nas últimas semanas, inspiraram o lançamento do novo recurso, que será disponibilizado posteriormente no app para iOS.

As solicitações para arrecadar dinheiro no Instagram poderão ser criadas no menu “Editar perfil”, na opção “Adicionar angariação de fundos”. O usuário terá a oportunidade de adicionar uma imagem, escolher a categoria na qual a vaquinha online se enquadra, contar sua história para incentivar outros a doarem e inserir as informações de pagamento.

Pedidos serão revisados
Segundo o Instagram, todos os pedidos de doação feitos por meio da plataforma serão revisados pela equipe da rede social. O objetivo é garantir que as causas sejam realmente elegíveis e evitar fraudes.

Após a aprovação, a vaquinha poderá ser publicada, ficando disponível durante 30 dias, com a possibilidade de estender o período de captação de recursos uma vez, por mais 30 dias. O usuário interessado em arrecadar fundos precisa ter pelo menos 18 anos de idade.

Com relação aos doadores, eles poderão ocultar suas informações para o público, mas não para o criador do evento, que verá nome do usuário e do perfil e o valor da colaboração. Ao final, a quantia arrecadada será transferida para a conta bancária designada.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/155410-instagram-lanca-ferramenta-arrecadar-dinheiro-app.htm

21

Jul

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Disney adere a boicote e para de anunciar no Facebook

Mais uma empresa para engrossar a lista das participantes do boicote às redes de Mark Zuckerberg. Dessa vez, segundo o jornal americano The Wall Street Journal, a Disney reduziu significativamente seus gastos com anúncios no Facebook e no Instagram em meio a preocupação com as políticas das redes sociais.

A empresa do Mickey, no entanto, não é a primeira a participar do movimento. No início do mês outras gigantes, como a Coca-Cola, a Lego, o Starbucks, a Unilever, a Adidas, a Ford e até a Microsoft aderiram à onda de parar de anunciar na rede social para pressionar mudanças sobre os posicionamentos voltados a discurso de ódio.

A iniciativa responde à pressão de grupos de direitos civis como a NAACP, Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor, e a Liga Anti-Difamação. Para essas organizações, o trabalho do Facebook não tem sido suficiente no combate ao ódio e as notícias falsas. 

Segundo a firma de pesquisas americana Pathmatics Inc., a Disney foi a empresa que mais gastou com anúncios no Facebook no começo do ano nos Estados Unidos. A Disney não fez nenhum anúncio público de que iria parar de anunciar nas redes sociais.

Fonte: Exame, disponível em: https://exame.com/negocios/ate-tu-disney-empresa-adere-boicote-e-para-de-anunciar-no-facebook/

20

Jul

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Estudo mostra que algoritmos do Youtube contribuem para disseminar Fake News sobre saúde

Informações incorretas podem se tornar muito populares na internet. Para a saúde pública, isso é um problema. No Youtube, existem milhões de vídeos relacionados ao novo coronavírus, por exemplo, e pelo menos um quarto deles não contém embasamento científico válido.

Esse foi um dos pontos apresentados por Anjana Susarla, professor de Sistemas da Informação da Universidade de Michigan, que realizou um estudo sobre como os algoritmos do Youtube contribuem para a disseminação de Fake News relacionadas à saúde em geral. 

Para falar sobre esta pesquisa, antes é preciso compreender os algoritmos da plataforma. Por meio de inteligência artificial, eles se baseiam no tipo de conteúdo assistido por cada usuário para sugerir vídeos de forma personalizada. O problema é que nem todo mundo tem o hábito de seguir canais com fontes médicas confiáveis, e, quanto mais informação duvidosa é consumida, mais conteúdo semelhante é sugerido. 

O estudo de Anjana Susarla mostrou que os vídeos com maior engajamento costumam ser os que apresentam informação de forma mais simplória, e muitas vezes incorreta. Em parte, isso se deve ao fato de que canais médicos confiáveis nem sempre se expressam de forma compreensível para o público, o que faz com que eles sejam menos assistidos e, portanto, menos indicados pelo algoritmo.

Desse modo, a pesquisa concluiu que, quanto maior a popularidade do vídeo, menor a sua probabilidade de contar com fundamentos médicos comprovados.   

Desinformação é causa de 'infodemia'

Ainda segundo a pesquisa, pessoas com conhecimento prévio em saúde têm mais chances de reconhecer a confiabilidade dos vídeos. Por outro lado, usuários com menor índice de estudo são mais propensos a acreditar em informações duvidosas. Ao personalizar os vídeos sem seguir critérios de evidência científica, os algoritmos do Youtube podem potencializar a disparidade no modo como as diferentes parcelas da população acessam e compreendem as questões ligadas à saúde. 

Em tempos de pandemia, isso é ainda mais grave. A quantidade exacerbada de Fake News sobre o novo coronavírus na internet levou a Organização Mundial da Saúde a declarar a existência de uma "infodemia", tamanha a capacidade da desinformação de se espalhar de forma prejudicial à sociedade — como um vírus.

Adequar o algoritmo para que ele sugira somente conteúdo de qualidade seria uma boa solução, mas isso não é tão simples como parece. O Youtube não tem como saber previamente o que é dito em cada um dos milhões de vídeos hospedados na plataforma. O que a empresa pode fazer é deletar, por meio de denúncia dos usuários, conteúdos que violem regras da comunidade; e colocar fontes confiáveis no topo dos resultados para palavras-chave relacionadas a saúde, como vem fazendo.

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/algoritmos-do-youtube-contribuem-para-disseminar-fake-news-sobre-saude/103724

19

Jul

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Emojipedia revela novos emojis que chegarão ao Android e iOS no fim de 2020

De tempos em tempos, os emojis disponíveis para uso em plataformas Android e iOS são atualizados. Alguns saem, outros são atualizados, e muitos novos chegam. A Emojipedia acaba de revelar quais serão as novidades que chegarão para os dispositivos móveis no fim de 2020.

Ao todo, são 117 novos emojis, que incluem 62 novas animações com 55 variações de tons de pele e gênero, chegando junto ao Android 11. Entre as novidades, temos um ninja, um símbolo de união de gêneros, alguns novos animais e órgãos do corpo humano. Abaixo, você pode conferir as novidades em imagens:

Segundo o 9to5Google, o Google ainda está remodelando a forma de acessar os emojis no gboard, o teclado da empresa. uma forma mais eficiente e prática de utilizar os emojis será apresentada juntamente ao Android 11 para que você não precise abrir o menu apenas para acessar as imagens.

Outra novidade é que alguns emojis estão sendo repaginados para que funcionem melhor para usuários que utilizam o celular em modo escuro. O tema escuro, que torna a maior parte da interface do aparelho preta, faz com que emojis sem muita definição e com cores também escuras não tenham tanto destaque.

O Google também trabalhou em parceria com o Monterey Bay Aquarium e o Victoria Bug Zoo para criar imagens de animais com visuais mais autênticos, o que resultou em mudanças para bichos como bisão, castor, tartaruga e urso polar.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/129193/emojipedia-revela-novos-emojis-que-chegarao-ao-android-e-ios-no-fim-de-2020/

16

Jul

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Twitter facilita visualização de DMs com nova interface

O Twitter ganhou uma nova interface para mensagens diretas que promete facilitar a vida de quem conversa de maneira privada na rede social. O design renovado está disponível para a versão web e traz uma aba no canto inferior direito, com uma janela trazendo as DMs.

Quando o usuário envia ou recebe uma mensagem para um contato, a interface abre uma nova janela para comportar a conversa, trazendo as opções básicas para enviar conteúdos de maneira compacta. A novidade é similar ao que já temos em redes sociais como LinkedIn e Facebook, e marca um grande avanço para o Twitter.

Anteriormente, o único jeito de enviar mensagem pela edição web do serviço era clicando no ícone de mensagens. Dessa forma, o usuário é obrigatoriamente redirecionado para uma página inteira com os contatos.

Com a nova solução, o Twitter permite que os usuários enviem mensagens e também naveguem no feed ao mesmo tempo. A funcionalidade já está sendo liberada pela empresa e chega após a companhia aplicar outras melhorias em seu sistema de mensagens.

Além de ter "surrupiado" a ideia das janelas de mensagem do Facebook, o Twitter se inspirou em outra função do Messenger neste ano. No começo de 2020, a empresa aplicou reações de emojis nas DMs, que já estão disponíveis em todas as edições da rede social.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/155236-twitter-facilita-visualizacao-dms-nova-interface.htm

16

Jul

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Facebook: quase metade das pequenas e médias empresas ativas na rede social tiveram 25% das vendas feitas online

Mesmo em tempos de pandemia, 47% das pequenas e médias empresas (PMEs) operacionais no Facebook relatam que um quarto ou mais de suas vendas foram realizadas online nos últimos meses. Além disso, 43% delas se dizem otimistas quanto ao futuro dos negócios. Esse números fazem parte do Relatório Global sobre a Situação das Pequenas Empresas, produzido a partir de uma parceria da rede social com o Banco Mundial e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e que foi divulgado nesta quarta-feira (15).

A pesquisa foi feita com 30 mil líderes de pequenas e médias empresas em mais de 50 países. Segundo o Facebook, este é o primeiro relatório de uma série que se encerrará em dezembro desde ano e tem o objetivo de compreender a situação das empresas ao redor do mundo, incluindo o Brasil, após as restrições causadas pela COVID-19.

Abaixo, você pode conferir os principais pontos levantados pelo estudo, tanto para o Brasil, quanto para o resto do mundo. São eles:

Brasil

47% das pequenas e médias empresas operacionais no Facebook relatam que 25% ou mais de suas vendas foram realizadas online no último mês;

43% das pequenas e médias empresas operacionais no Facebook estão otimistas quanto ao futuro dos negócios;

Cerca de 30% das pequenas e médias empresas pesquisadas no Brasil disseram receber algum tipo de assistência financeira e cerca de 75% delas relataram que essa ajuda se dá sob a forma de doações ou empréstimos do governo;

18% dos negócios que fecharam esperam recontratar os antigos funcionários quando reabrirem;

52% das pequenas e médias empresas operacionais no Facebook preveem que o fluxo de caixa será um desafio nos próximos meses;

37% das pequenas e médias empresas operacionais no Facebook reduziram a quantidade de funcionários/colaboradores por causa da pandemia.

Global

36% das PMEs fechadas planejam contratar os mesmos trabalhadores quando reabrirem;

Um quarto das empresas fechadas estão pagando os trabalhadores enquanto estão fechados, pelo menos parcialmente;

67% das pequenas e médias empresas pertencentes a mulheres (em comparação com 69% daquelas pertencentes a homens) se encontram em operação ou envolvidas em algum tipo de atividade geradora de receita;

37% das pequenas e médias empresas operacionais no Facebook reduziram a quantidade de funcionários ou trabalhadores como consequência da pandemia da COVID-19;

Na amostra global, os setores com mais fechamentos das atividades incluem: agências de viagens ou turismo (54%), serviços de hospitalidade e eventos (47%), serviços de educação e cuidado infantil (45%), hotéis, cafés e restaurantes (32%).

A pesquisa revela ainda que o caminho para a recuperação no pós-COVID-19 é incerto e que muitos podem precisar de apoio de governos ou outras instituições retomar ritmo padrão de suas operações. “Mais de 160 milhões dos pequenos negócios usam o Facebook, Instagram, Messenger ou WhatsApp todos os meses para alcançar clientes, vender e crescer", diz Maren Lau, vice-presidente do Facebook na América Latina. "Sabemos que as PMEs são uma das bases mais importantes da economia e se eu precisasse destacar uma tendência que vejo, seria a mudança dos consumidores em direção ao omnichannel, onde a experiência on-line permanece fundamental para a estratégia de venda”, afirmou.

A desigualdade entre mulheres e homens também se mostrou no relatório. O documento aponta que 23% das líderes de negócios tiveram que passar seis horas ou mais por dia em tarefas domésticas, como cuidar de familiares, em relação a 11% dos líderes empresariais do sexo masculino. Para obter mais detalhes sobre a metodologia e a amostragem, clique aqui (em inglês).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/e-commerce/quase-metade-das-pmes-ativas-no-facebook-tiveram-14-das-vendas-feitas-online-168140/

15

Jul

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YouTube lança seção que permite explorar conteúdo educativo

Você é desses que costumam assistir a vídeo aulas no YouTube para se preparar para uma determinada prova? Acontece que, com esse nicho em mente, nesta quarta-feira (15) a plataforma de vídeos lançou a seção Aprender, que permite ao usuário a exploração diferentes áreas do conhecimento, com direito a playlists com vídeos de diversos assuntos — de biologia, educação financeira a experiências e até mesmo DIY (aqueles vídeos de "faça você mesmo").

No computador, a seção pode ser acessada pelo menu lateral esquerdo, na opção "Mais no YouTube" ou diretamente pelo link. Enquanto isso, na versão mobile, é possível encontrar o conteúdo pelo botão “Aprender", na guia “Explorar”. "É um destino criado para oferecer conteúdo educativo de qualidade a adolescentes e adultos. Aqui você encontrará playlists que despertam a curiosidade e conteúdos de assuntos variados, de física à produção de filmes. Portanto, se você está estudando para uma prova, quer aprender uma nova habilidade ou está curioso sobre o mundo ao seu redor, o YouTube.com/learning tem algo para você", consta na descrição da seção.

Com conteúdos renovados periodicamente, a seção Aprender tem uma curadoria que mistura filtros algorítmicos e seleção humana. Algumas playlists também foram criadas por parceiros, como a Fundação Lemann, responsável pelo canal YouTube EDU junto com o YouTube Brasil. O hub já foi lançado em inglês, italiano, francês, coreano, espanhol e japonês e, agora, em português. Outros idiomas serão disponibilizados em breve.

No Brasil, uma pesquisa de 2018 mostrou que 9 entre cada 10 pessoas acessam o YouTube para obter conhecimento, seja para desenvolver habilidades profissionais (87%), aprender pequenos consertos para casa (93%) ou conferir dicas de esporte (73%). "Diante desses dados, a importância da seção aprender fica ainda mais clara. Nossa ideia é ajudar o usuário a encontrar esses conteúdos”, afirma Clarissa Orberg, gerente de parcerias estratégicas do YouTube para educação.

Quanto à novidade da plataforma, Clarissa aponta: “Essa nova seção do YouTube apresenta uma série de vídeos em diferentes áreas de conhecimento: desde conteúdo mais acadêmico como matemática, física ou gramática vindo dos canais do YouTube Edu, passando por assuntos ligados à carreira e desenvolvimento pessoal, até temas de interesse mais amplo como artes e literatura". A gerente ressalta que o principal objetivo do hub é apresentar uma diversa gama de criadores de conteúdo que compartilham seus conhecimentos em suas áreas de expertise, para que os usuários do YouTube possam descobrir seus interesses e explorá-los com mais facilidade.

A empresa conta que, com as pessoas passando mais tempo em casa, a média de visualizações diárias de vídeos com "ensino em casa" no título aumentou mais de 120% globalmente desde março de 2020, em comparação com o resto do ano. Os brasileiros também têm usado a plataforma para desenvolver novas habilidades, como cozinhar, uma vez que as buscas por “receitas fáceis” tiveram um aumento de 65%.

Outra tendência global que se reflete no Brasil é o sucesso dos vídeos “estude comigo”, em que os criadores deixam a câmera ligada enquanto fazem suas atividades acadêmicas, oferecendo uma companhia virtual a outros estudantes. Desde 15 de março de 2020, a visualização diária de vídeos no Brasil com "study with me” ou "estude comigo" no título cresceu 85% em relação ao restante do ano.

Outro espaço dedicado à educação na versão brasileira da plataforma é o canal YouTube Edu. Lançado em 2013, em parceria com a Fundação Lemann, oferece conteúdos guiados pela Base Nacional Curricular e curados pela instituição. Ao longo dos anos, mais de 450 canais passaram por um rigoroso processo de avaliação e foram aprovados para fazer parte do projeto.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/youtube-lanca-secao-que-permite-explorar-conteudo-educativo-168068/

10

Jul

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Canal da 96fm no Youtube atinge marca de 1 milhão de visualizações em 2020

O canal da rádio 96 fm no Youtube atingiu no primeiro semestre de 2020 a marca de 1 milhão de visualizações. Os números reafirmam a liderança da emissora, não só no rádio, mas também nas plataformas digitais, como são o Youtube, o Facebook e o Instagram.

Além disso, o canal dobrou o número de inscritos nesse período e atingiu 260 mil horas de exibição, o que fez com o Youtube criasse quase 7 milhões de miniaturas oferecendo vídeos da 96fm na plataforma para quem o acessasse.

O crescimento é consequência de novos produtos implementados no canal, como novos programas e quadros, como trechos de comentários, entrevistas exclusivas e notícias polêmicas. O vídeo da entrevista do médico Albert Dickson ao Meio Dia RN, por exemplo, já foi assistido por mais de 115 mil perfis no Youtube em pouco mais de dois meses no ar.

"Diante desses números e da liderança da 96fm em outras plataformas, como Instagram e Facebook, além de, claro, o próprio rádio, o nosso muito obrigado a todos os ouvintes, telespectadores, seguidores e amigos que nos ajudaram e se integraram a esse projeto. Obrigado!", afirmou o diretor-geral da emissora, Enio Sinedino.

10

Jul

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Pesquisa: número de usuários do WhatsApp cresceu 900% em 7 anos

Um estudo divulgado pelo Cuponation mostra que o WhatsApp tem se tornado cada vez mais popular entre os usuários. Uma prova disso é que o aplicativo de troca de mensagens teve um aumento de 900% em sua base nos últimos sete anos.

Para efeitos de comparação, a rede contava com 200 milhões de pessoas cadastradas em seu sistema de usuários recorrentes em 2013, e segue caminhando para aproximadamente 2 bilhões de pessoas conectadas diariamente em tempos mais recentes. Muito disso se deve ao cenário que estamos vivendo por conta do coronavírus, somado a algumas facilidades entregues pelo aplicativo.

Popularidade

Quando falamos de popularidade, a pesquisa indica que o WhatsApp é a terceira rede social com maior inserção e também se coloca na mesma posição quando o assunto é popularidade ao redor do globo. No primeiro caso, ela perde para o Facebook e o YouTube, garantindo 48% de usuários regulares, enquanto no outro quesito a sua base de quase 2 bilhões de usuários nas últimas semanas garantiu o posto mencionado.

Quando observamos a base dessa tabela, percebemos que a rede menos utilizada é o SnapChat, com apenas 13% de penetração mundial. O Twitter aparece na sequência com 23% de alcance global.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/155016-numero-usuarios-whatsapp-cresceu-900-7-anos.htm

9

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp: agora você conversa com empresas sem salvar o número

O WhatsApp está lançando hoje (09) duas novidades importantes para quem usa o app para se comunicar com empresas. Agora será possível iniciar uma conversa com uma empresa por meio de um QR Code, sem a necessidade de salvar o número de telefone delas nos seus contatos. Além disso, também será possível conferir o catálogo de produtos desse negócio através do mensageiro.

O código QR funciona como a porta de entrada digital de uma empresa facilitando o primeiro contato de um cliente. No passado, ao encontrar empresas de seu interesse, as pessoas precisavam adicionar manualmente o número de telefone de cada uma delas às suas listas de contatos. Agora basta escanear o código QR na vitrine de uma loja, em uma embalagem ou em um recibo para iniciar uma conversa com uma empresa no WhatsApp.

Ao escanear um código QR, o usuário verá uma mensagem predefinida pela empresa para que ele possa iniciar a conversa no WhatsApp. A partir de hoje, o recurso de código QR está disponível para empresas do mundo todo que usam o app WhatsApp Business e a API do WhatsApp Business.

whatsapp

Compartilhar de produtos e serviços: Com o catálogo, as empresas podem exibir e compartilhar os produtos e os serviços que oferecem, o que pode ajudá-las a concluir vendas. Desde seu lançamento no ano passado, o recurso tornou-se uma das maneiras mais populares de interação entre clientes e empresas no WhatsApp. Prova disso é que, todos os meses, mais de 40 milhões de pessoas visualizam os catálogos de empresas no WhatsApp.

Para que as pessoas possam descobrir produtos e serviços com ainda mais facilidade, as empresas agora podem compartilhar os links do catálogo e de itens individuais em sites, no Facebook, no Instagram e em outras plataformas. Além disso, os clientes também podem compartilhar os links do catálogo ou de itens com amigos e familiares por meio do WhatsApp ou por outras plataformas.

Os links do catálogo já estão disponíveis para os usuários do WhatsApp Business em todo o mundo.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/154959-whatsapp-qr-code-empresas-conversar-salvar-numero.htm

8

Jul

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Executivos do Facebook se reúnem com líderes do boicote

Grupos de direitos civis dos Estados Unidos saíram desapontados de uma reunião realizada nesta terça-feira, 7, com executivos do Facebook (incluindo o CEO, Mark Zuckerberg), para falar sobre o boicote que visa pressionar a rede social a ampliar suas políticas de combate aos discursos de ódio. Após o encontro, representantes dessas organizações criticaram as lideranças da rede social dizendo que as sugestões apresentadas pelo Facebook foram poucas para, efetivamente, melhorar o ambiente da plataforma.

A companhia disse que queria uma oportunidade de conversar com os grupos de direitos civis para explicar seu comprometimento com o combate ao discurso de ódio. “Mas o que recebemos foi o mesmo que tínhamos antes da reunião começar: nada”, criticou Derrick Johnson, presidente da Associação Nacional para Progresso das Pessoas de Cor (NAACP, na sigla em inglês).

Após o encontro com as lideranças do Facebook, a NAACP, junto com a Anti-Defamation League, Color of Change e Free Press participaram de uma videoconferência com a imprensa para falar sobre a reunião. Essas organizações lideraram o movimento que sugeriu às empresas que deixassem de anunciar no Facebook no mês de julho – e que já conta com a adesão de mais de mil marcas, entre elas, gigantes como Starbucks, Pfizer, Coca-Cola, PepsiCo, Ford e Verizon.

Em 2019, o Facebook faturou US$ 70 bilhões com publicidade. Como a rede social conta com mais de oito milhões de anunciantes em todo o mundo, a estimativa é de que a interrupção dos investimentos dessas empresas não traga muitos prejuízos nos resultados trimestrais. Ainda assim, os danos na reputação e na imagem da rede social devem ser considerados, uma vez que os anunciantes já manifestaram a preocupação de vincular sua publicidade a conteúdos ofensivos.

“Essa reunião foi uma oportunidade para ouvirmos os organizadores da campanha e reafirmar nosso compromisso em combater o ódio na plataforma. Eles querem que o Facebook fique livre dos discursos de ódio tanto quanto nós. Por isso é tão importante que trabalhemos para que isso aconteça. Sabemos que seremos julgados por nossas ações e não por nossas palavras e somos gratos a esses e a outros grupos pelo seu contínuo engajamento”, declarou um porta-voz do Facebook, por e-mail, ao Advertising Age.

As organizações de direitos civis sugeriram dez ações que o Facebook poderia tomar em prol do combate aos discursos de ódio em sua plataforma e as detalharam na página do movimento Stop Hate for Profit. As organizações pedem uma explicação mais clara do que a rede social classifica como ‘discurso de ódio’ e, também, solicitam uma auditoria na remoção dos conteúdos.

A companhia de Mark Zuckerberg respondeu a algumas dessas demandas nos últimos dias, ao detalhar sobre a política de avaliação de discursos de ódio, sobretudo em anúncios políticos. O Facebook também prometeu entregar nesta quarta-feira, 8, um relatório sobre seu histórico de atuação de atuação. Segundo a plataforma, 89% de todo o discurso de ódio postado já é detectado por ferramentas de inteligência artificial, antes mesmo de se tornarem públicos. Mesmo diante desses dados, as organizações ainda exigem mais clareza na definição das classificações da rede social.

De forma geral, os líderes das organizações saíram decepcionados da reunião. “O encontro foi longo, mas curto em termos de compromissos”, disse Jonathan Greenblatt, CEO da Anti-Defamation League. “O que os ouvimos dizer é que eles estão em uma jornada e que acreditam que estejam se saindo bem. Mas não há jornada quando se está combatendo o ódio”, complementou.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/07/08/executivos-do-facebook-se-reunem-com-lideres-do-boicote.html

8

Jul

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Instagram lança recurso que permite fixar comentários

O Instagram anunciou nesta terça-feira (7) um novo recurso que permite fixar comentários nas publicações. Por meio de um post em sua conta oficial do Twitter, a empresa divulgou a novidade, que tem como objetivo permitir que os usuários tenham mais controles sob as interações em suas fotos e vídeos na rede social.

A ferramenta, que já está disponível para todos os usuários, começou a ser testada em maio deste ano, juntamente com os novos mecanismos contra cyberbullying — como o alerta de comentário e a opção restringir. 

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Para fixar um comentário no iOS, basta deslizá-lo para a esquerda e clicar no símbolo de alfinete. No Android, por sua vez, é preciso pressionar o comentário e selecionar a opção fixar na barra de ferramentas que aparecerá na parte superior da tela. Caso o recurso ainda não tenha aparecido para você, confira se o seu aplicativo está atualizado.

Uma vez selecionada, o recurso exibirá uma janela com a mensagem "Fixe até 3 comentários para mostrá-los no topo da sua publicação e destacar a positividade. Quando você fixar um comentário, enviaremos uma notificação para a pessoa que o escreveu". A partir disso, o usuário poderá dar um direcionamento para as conversas em suas publicações e destacar comentários preferidos.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/154935-instagram-lanca-recurso-permite-fixar-comentarios.htm

7

Jul

Mídias Sociais

Facebook responde a movimento de boicote de anúncios na rede social

Em junho, teve início um movimento chamado Stop Hate For Profit ("pare de dar lucro ao ódio"), basicamente um boicote publicitário de vários anunciantes às redes sociais, principalmente o Facebook. Várias grandes marcas já se juntaram ao movimento, como Unilever, Coca-Cola, Diageo, Adidas, Ford, Honda, Microsoft, Starbucks e Levi's, e na última quarta-feira (1), a rede social se pronunciou publicamente pela primeira vez diante do que está acontecendo.

A ideia por trás do movimento Stop Hate For Profit é que o Facebook, que gera 98% de sua receita por meio de anúncios, seja "menos complacente" com mensagens de ódios publicadas na plataforma. Esse boicote foi lançado por seis grupos norte-americanos de direitos civis, mas até agora, mais de 150 empresas no mundo todo já aderiram.

Carta aberta do Facebook

O pronunciamento oficial do Facebook é uma "carta aberta" de Nick Clegg, vice-presidente global de políticas públicas e comunicação da empresa. O executivo inicia a mensagem dizendo que quando a sociedade está dividida e as tensões aumentam essas, divisões aparecem nas redes sociais, e que plataformas como o Facebook funcionam como um espelho da realidade.

"Com mais de 3 bilhões de pessoas usando pelo menos um dos aplicativos do Facebook todos os meses, tudo de bom, ruim e até desagradável vai encontrar expressão na nossa plataforma. Isso coloca uma grande responsabilidade no Facebook e em outras empresas de redes sociais, para decidir o limite sobre qual conteúdo é aceitável", consta no posicionamento.

O vice-presidente global de políticas públicas e comunicação do Facebook continua, alegando que tem recebido muitas críticas nas últimas semanas após a decisão de permitir que posts controversos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuassem na plataforma: "Quero ser claro: o Facebook não lucra com o ódio. Bilhões de pessoas usam o Facebook e o Instagram porque elas têm uma boa experiência - elas não querem ver conteúdo odioso, nossos anunciantes tampouco querem ver isso e nem nós. Não há qualquer incentivo para nós a não ser remover esse tipo de conteúdo".

A rede social conta que mais de 100 bilhões de mensagens são enviadas por nossos serviços todos os dias, e que nessas bilhões de interações, uma fração muito pequena é de discurso de ódio. "Quando encontramos posts odiosos no Facebook e Instagram, temos tolerância zero e removemos esses conteúdos. Quando o conteúdo fica perto de ser classificado como discurso de ódio — e também não viola outras políticas que têm como foco prevenir danos no mundo offline ou supressão de votos — prevalece a liberdade de expressão porque, no fim das contas, a melhor maneira de combater discurso ofensivo e divisivo é com mais argumentos e conversas", acrescenta.

Nick Clegg continua o pronunciamento dizendo que, com tanto conteúdo sendo postado diariamente, erradicar o ódio é como procurar uma agulha em um palheiro. Ele ainda menciona o investimento de bilhões de dólares todos os anos em pessoas e tecnologia para manter nossa plataforma segura. "Triplicamos para mais de 35 mil pessoas nossas equipes trabalhando em segurança e integridade. Somos pioneiros em uso de tecnologia de inteligência artificial para remover conteúdo com discurso de ódio em escala."

Na carta aberta, o executivo ainda afirma que estão tendo progresso, e cita um recente relatório da Comissão Europeia que apontou que o Facebook revisou 95,7% das denúncias de conteúdo com discurso de ódio em menos de 24 horas, mais rápido que YouTube e Twitter. "Estamos melhorando, mas não estamos satisfeitos. Por isso, anunciamos recentemente novas políticas e produtos para garantir que todos possam permanecer seguros, informados e, principalmente, usar sua voz onde mais importa — nas eleições", aponta.

"Obviamente, é necessário e compreensível se concentrar no discurso de ódio e outros tipos de conteúdo prejudicial nas redes sociais, mas vale lembrar que a grande maioria das bilhões de conversas online é positiva", Nick Clegg ressalta. Ele ainda conclui: "Talvez nunca consigamos erradicar que o discurso de ódio apareça no Facebook, mas estamos melhorando o tempo todo para impedir esse tipo de conteúdo".

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-responde-a-movimento-de-boicote-de-anuncios-na-rede-social-167533/