Mídias Sociais

20

Ago

Mídias Sociais

Levantamento: 84% dos conteúdos falsos de saúde no Facebook não são rotulados com alertas

Cerca de 84% dos conteúdos que trazem desinformação médica e são publicados no Facebook permanecem online, sem rótulos ou avisos por parte da rede social. E são visualizados por bilhões de pessoas. As informações são provenientes de um relatório do grupo Avaaz.

O documento pode jogar luz sobre a ineficiência do monitoramento de fake news da rede social, já que apenas 16% das afirmações médicas falsas são rotuladas como conteúdos suspeitos, não comprovados ou prejudiciais.

O relatório da Avaaz, que é uma organização sem fins lucrativos dos EUA, analisou 174 peças de conteúdo que foram verificadas por um terceiro confiável e que continham informações incorretas sobre saúde. A entidade descobriu que muitas postagens, algumas das quais alcançaram milhões de pessoas, conseguiram evitar ser rotuladas pelo Facebook repostando conteúdo de outras páginas ou traduzindo para outros idiomas.

A Avaaz descobriu que, no ano passado, a desinformação sobre saúde foi vista 3,8 bilhões de vezes no Facebook em pelo menos cinco países - EUA, Reino Unido, França, Alemanha e Itália. O volume atingiu o pico em abril, quando a pandemia do coronavírus se espalhou rapidamente pelo mundo. A conclusão do grupo é que que o Facebook representa uma "grande ameaça" à saúde pública.

Mais audiência que a OMS

O levantamento da Avaaz também descobriu algo dos mais preocupantes: o conteúdo dos dez maiores sites de divulgação de fake news sobre saúde tinha quase quatro vezes mais visualizações no Facebook do que o conteúdo das dez grandes entidades de saúde, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês).

A Avaaz também afirmou que o Facebook deveria colocar correções independentes e verificadas junto com a desinformação na plataforma. O grupo afirmou que isso poderia reduzir a crença das pessoas na desinformação em uma média de quase 50%. Além disso, a entidade afirmou que o Facebook deve alterar seu algoritmo para reduzir o alcance da desinformação em 80%.

"O Facebook ainda precisa aplicar efetivamente essas soluções na escala e sofisticação necessárias para derrotar esta grande massa de desinformação, apesar dos repetidos alertas de médicos e especialistas em saúde para fazê-lo.", disse a Avaaz em comunicado.

A pandemia do coronavírus colocou o Facebook sob um novo holofote, à medida que informações falsas e enganosas sobre o vírus, sua origem, vacinas, curas e o papel das autoridades públicas estão se espalhando pelas plataformas de social media. Recentemente, a rede social retirou do ar vídeos conspiratórios, alertou as pessoas que podem ter espalhado informações erradas e retirou do ar as páginas de eventos anti-lockdown.

A Avaaz afirmou que "a prevalência da desinformação, apesar dessas medidas, mostra que mesmo as estratégias mais ambiciosas do Facebook estão aquém do que é necessário para proteger efetivamente a sociedade". A entidade classificou sua investigação como "uma das primeiras a medir até que ponto os esforços da rede scial para combater a desinformação sobre vacinas e saúde em sua plataforma foram bem-sucedidos, tanto antes quanto durante seu maior teste: a pandemia do coronavírus".

O que o Facebook diz

Em entrevista ao canal BBC, o Facebook rejeitou as descobertas da Avaaz, afirmando que elas "não refletiam os passos que tomamos". A empresa declarou ainda que "compartilha a meta da Avaaz de limitar a desinformação. Graças à nossa rede global de verificadores de fatos, de abril a junho, aplicamos rótulos de advertência a 98 milhões de informações incorretas da Covid-19 e removemos sete milhões de informações que poderiam levar a danos iminentes".

Para completar seu posicionamento, a rede social afirma que "direcionou a mais de dois bilhões de pessoas recursos cujas fontes são autoridades de saúde. E quando alguém tenta compartilhar um link sobre COVID-19, mostramos a eles um pop-up para conectá-los com informações de saúde confiáveis".

Entre outras ações, em março último, a empresa anunciou a proibição de anúncios relativos a máscaras faciais médicas e produtos médicos que prometam prevenção ou cura para o COVID-19. Grupos de discussão, cujo tema está relacionado ao Coronavírus, também estão sendo bloqueados, não sendo mais recomendados pelo algoritmo da rede social.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/84-conteudos-saude-falsos-facebook-nao-sao-rotulados-com-alerta-170193/

17

Ago

Mídias Sociais

Relatório aponta YouTube como a plataforma de mídia social mais responsável

De acordo com um relatório lançado pela empresa IPG Mediabrands, o YouTube é a plataforma de mídia social mais responsável atualmente. O relatório “Media Responsibility Audit” tem como objetivo incentivar as redes sociais no aprimoramento de suas políticas de segurança e responsabilidade.

Segundo a IPG Mediabrands, o YouTube aparece em primeiro lugar como resultado das mudanças que a plataforma realizou em suas políticas de segurança nos últimos três anos, desde que alguns anunciantes retiraram campanhas da plataforma depois de descobrirem que seus anúncios estavam sendo veiculados ao lado de conteúdos extremistas.

Twitter aparece em segundo lugar, com o LinkedIn em terceiro, o Snapchat em quarto e o Facebook em quinto. Já Pinterest (sexto), Twitch (sétimo), Reddit (oitavo) e TikTok (nono) foram listados como “abaixo da média”.

A auditoria também constatou que a maioria das plataformas está deixando de fazer backup de suas políticas: “Eles raramente se concentram nas plataformas que se responsabilizam pela aplicação das políticas”, diz o estudo.

O relatório também afirma que “há uma necessidade urgente” de verificação de terceiros quando se trata de evitar que anúncios de marcas apareçam ao lado de conteúdo considerado prejudicial: “A indústria precisa promover e usar parceiros de verificação terceirizados de forma mais ampla, para que não fiquem à mercê da falta de controles das plataformas”, observa o documento.

Outras descobertas incluíram que a desinformação é um desafio para a maioria das plataformas e, portanto, uma oportunidade para os anunciantes aplicarem pressão sobre elas. “Enquanto certas plataformas funcionam com muita organização no combate à desinformação, outras não têm nenhuma estrutura”, disse o relatório.

O relatório analisou as plataformas em relação a 10 princípios: promoção do respeito; protegendo pessoas; diversidade; coleta e uso de dados; bem-estar infantil; se bloqueiam o discurso de ódio; desinformação; como eles aplicam sua política efetivamente; transparência publicitária; e responsabilidade. Cada plataforma social respondeu a uma pesquisa com 250 perguntas sobre esses pontos.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130475/relatorio-aponta-youtube-como-a-plataforma-de-midia-social-mais-responsavel/

17

Ago

Mídias Sociais

Facebook começa a unir chats do Messenger e Instagram

O Facebook começou a liberar a integração entre os sistemas de chat do Messenger e Instagram. A novidade está chegando para usuários do Android e iOS.

Ao abrir o Instagram, o usuário contemplado com a integração é recebido por uma mensagem em pop-up. A tela de aviso indica as mudanças que foram feitas no chat do aplicativo de fotos após a união com o Messenger.

Segundo o Facebook, a novidade traz um visual mais colorido para o chat e também reações com qualquer emoji. A principal mudança, porém, é a possibilidade de conversar e responder usuários do Messenger sem precisar sair do Instagram.

Instagram Messenger

Após a atualização, o ícone do Direct também será substituído pelo símbolo do Messenger na interface inicial do Instagram. Ainda não é possível conversar com usuários entre plataformas, mas as mudanças de interface já foram aplicadas no app de fotos e vídeos.

Os planos do Facebook de integrar seus aplicativos de mensagens foram anunciados no ano passado e também envolvem o WhatsApp, uma das plataformas de mensagem mais populares do mundo. Até o momento, Mark Zuckerberg e seu time não deram detalhes de quando vão trazer a novidade para o app.

A distribuição da integração para o Messenger e Instagram ainda é limitada e abrange apenas alguns usuários.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/156302-facebook-comeca-unir-chats-messenger-instagram.htm

14

Ago

Mídias Sociais

Instagram vai solicitar documento de identidade de "contas suspeitas"

O Instagram anunciou, nesta quinta-feira (13), que a rede social adotará novas medidas para inibir a atividade de bots ou perfis fraudulentos. A partir de agora, a plataforma vai identificar contas com “comportamentos suspeitos” e requisitar o envio de uma versão digitalizada de um documento de identidade oficial com foto; caso se recuse, o internauta sofrerá uma redução no alcance de suas postagens e poderá até mesmo ser bloqueado.

O serviço garante que as novas políticas não devem incomodar usuários normais, e sim perfis que realmente demonstrem características questionáveis e que aparentam estar envolvidos em “comportamentos inautênticos coordenados” — como uma grande quantidade de seguidores de outro país diferente do seu ou sinais de automação.

Ao que tudo indica, o objetivo primário do Instagram é reduzir a incidência de desinformação e notícias falsas na rede social antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos. A política segue regras similares àquelas adotadas pelo Facebook, que já requisita que os responsáveis por operar páginas de grande audiência realizem uma checagem de identidade enviando um documento oficial.

Vale lembrar que, em 2016, um comitê investigativo da Rússia categorizou o Instagram como “a ferramenta mais efetiva usada pelo Exército Republicano Irlandês para conduzir sua campanha de operações de informação”, acusando o aplicativo de servir como palco para a disseminação de desinformação através de bots.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-vai-solicitar-documento-de-identidade-de-contas-suspeitas-169903/

13

Ago

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Twitter e Facebook intensificam ações contra desinformação em eleições

As plataformas de mídia social intensificaram medidas contra a desinformação voltada às eleições dos Estados Unidos. O Facebook lançou uma página para ajudar usuários com recursos relacionados a pesquisas de opinião pública e o Twitter expandiu regras contra mentiras que envolvam votos por correio e votação antecipada.

A mudança do Twitter envolverá o surgimento de novas políticas "que enfatizam informações precisas sobre todas as opções disponíveis para votar, incluindo correio e votação antecipada".

Enquanto isso, o Facebook lançou uma página com um centro de informações sobre a eleição norte-americana, para ajudar os eleitores com dados precisos e fáceis de se encontrar sobre a votação.

A empresa disse que também está discutindo com autoridades a ameaça emergente vinculada à desinformação em torno dos resultados eleitorais.

O Twitter implementará as novas ferramentas, políticas e recursos no próximo mês. A empresa está explorando como expandir suas "políticas de integridade civil" para lidar com publicações mentirosas sobre votos por correio e outros procedimentos eleitorais. Os detalhes das medidas ainda estão sendo finalizados.

Fonte: Agência Brasil

13

Ago

Mídias Sociais

Facebook vai providenciar contexto a todos os links relacionados à pandemia que forem compartilhados

Depois de introduzir no fim de junho uma ferramenta que avisava o usuário quando o link compartilhado era antigo, o Facebook vai expandir a notificação com foco em toda e qualquer informação sobre a pandemia divulgada pelo público na rede social. A ideia é justamente providenciar contexto a todo momento sobre o status da doença no mundo – em especial quando as matérias compartilhadas são mais antigas e portanto sujeitas à datação.

“A notificação vai ajudar as pessoas a entender a recência e a fonte do conteúdo antes que elas o compartilhem” escreve a empresa no anúncio oficial da atualização, onde confirma que a tela vai redirecionar o usuário à central de informação da pandemia na plataforma “para garantir que o público tenha acesso a informações dignas de confiança” das autoridades mundiais de saúde.

Além disso, a empresa declara que conteúdos postados por autoridades governamentais e organizações globais da área de saúde não serão sujeitas à nova função para garantir que a rede social “não desacelere a disseminação de informação” providenciada por estas fontes.

A preocupação do Facebook com o controle da desinformação nos últimos tempos é evidente, mas ganhou um belo de um impulso com a pandemia do coronavírus. Além de promover diversas atualizações no seu ecossistema de aplicativos para garantir a segurança do público durante os meses de isolamento social, a companhia também tem sido mais ativa na caça às informações falsas, inclusive realizando operações para desmantelamento de redes em diversas regiões do globo – incluindo no Brasil.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130332/facebook-vai-providenciar-contexto-a-todos-os-links-relacionados-a-pandemia-que-forem-compartilhados/

13

Ago

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WhatsApp clonado: mais de 3 milhões de vítimas no Brasil em 2020

De acordo com uma pesquisa realizada pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, até julho deste ano mais de 3 milhões de brasileiros tiveram o WhatsApp clonado.

Os números indicam queda de 18% no número de ataques em comparação com o mesmo período do ano passado devido à divulgação nos meios de comunicação. Mesmo assim, as ocorrências desse tipo ainda estão em um patamar assustador.

Mais de 40 mil links de golpes ativos

A pesquisa revelou que, no momento, há mais de 40 mil links de golpes ativos circulando entre os usuários e que geralmente são compartilhados em redes sociais e aplicativos de mensagens como o próprio WhatsApp. Eles levam a páginas nas quais os usuários têm a promessa de conseguir algum benefício. Após clicar em um link malicioso, a pessoa acaba concedendo a permissão para receber as notificações por push, por onde chegam anúncios que geram lucro aos criminosos, além de mais mensagens com novos golpes.

A clonagem do WhatsApp também pode ocorrer por meio de uma ligação aleatória, em que o criminoso tenta se passar por um funcionário de alguma empresa com a qual a vítima tem certo tipo de relacionamento. Durante a conversa, há uma tentativa de corrigir algum dado incongruente. É nessa parte que o golpista tenta fazer com que o usuário repasse o código recebido via SMS que permite usar o WhatsApp da pessoa em outro aparelho.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/156166-whatsapp-clonado-3-milhoes-vitimas-brasil-2020.htm

12

Ago

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Facebook quer auditoria externa sobre relatório de revisão de conteúdo

O Facebook convidará especialistas externos para auditar de forma independente seu relatório trimestral sobre as métricas usadas para remover conteúdo de sua plataforma, afirmou a rede social nesta terça-feira (11), ao divulgar o sexto relatório.

Introduzido em 2018, o Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade do Facebook fornece detalhes sobre o conteúdo removido em seus aplicativos por violações de políticas, incluindo violência, suicídio e discurso de ódio.

A empresa disse que dependeu mais da tecnologia de automação para revisar o conteúdo entre abril e junho, já que tinha menos moderadores nos escritórios devido à pandemia da covid-19.

Isso resultou na empresa tomando menos medidas em relação a conteúdo sobre suicídio, automutilação, nudez infantil e exploração sexual em suas plataformas, disse o Facebook em publicação em seu blog.

Fonte: Agência Brasil

12

Ago

Mídias Sociais

Twitter libera novas configurações para conversas

Em maio, o Twitter começou a testar um novo recurso na plataforma que possibilita limitar quantas pessoas podem responder a um tweet. Hoje, a rede social lança oficialmente algumas novas configurações para as conversas, incluindo a ferramenta testada anteriormente.

Desde ontem, qualquer pessoa poderá usar essas configurações para que respostas indesejadas não atrapalhem conversas significativas. São três opções para escolher quem pode responder ao seu tweet: Qualquer um (configuração padrão); Pessoas que você segue e Somente pessoas que você menciona.

Os tweets com essas últimas duas opções terão um aviso e o ícone de resposta na cor cinza, para que fique claro a quem não puder responder.

As pessoas que não estiverem habilitadas para resposta ainda poderão visualizar, retweetar, retweetar com comentário e curtir essas conversas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130273/twitter-libera-novas-configuracoes-para-conversas/

11

Ago

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Facebook vai doar R$ 14 milhões para pequenas e médias empresas brasileiras

Não bastasse o número massivo de morte por conta da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), o mundo todo vem enfrentando uma grande crise econômica. Os comércios de pequeno e médio porte foram os mais impactados pela COVID-19 e, neste momento, qualquer ajuda é primordial para que os donos continuem com as portas abertas nos próximos meses. E o Facebook anunciou um subsídio que pode ser de muita ajuda para muitos proprietários, com um total de R$ 14 milhões em doações.

A plataforma já havia anunciado anteriormente o programa Global Grants, que distribuiria um total de US$ 100 milhões em todo o mundo, na forma de verba, créditos para anúncios e outras ações. De acordo com a rede social, entre os exemplos estão suporte para funcionários, ajuda em custos operacionais e no pagamento de aluguel, conexão com mais clientes e apoio para a comunidade.

“As pequenas e médias empresas são a espinha dorsal de nossa economia, pois respondem por 52% dos empregos formais e 40% dos salários pagos no Brasil, segundo o Sebrae. Mas a crise está colocando imensa pressão nelas. Segundo nosso recente relatório Global State of Small Business, 52% das pequenas empresas no Brasil que operam no Facebook dizem que o fluxo de caixa será um desafio nos próximos meses”, destaca Conrado Leister, diretor-geral do Facebook no Brasil, em comunicado.

Como se eleger ao subsídio do Facebook?

O Facebook tem como meta usar os R$ 14 milhões em apoia a 1,2 mil pequenas e médias empresas no Brasil. Para se qualificar ao programa, os proprietários de pequenas e médias empresas devem atender critérios como estar no mercado há pelo menos um ano, empregar de duas até 50 pessoas e ter um endereço comercial nas áreas metropolitanas de São Paulo ou Brasília, entre outros.

Infelizmente, o Global Grants não poderá atender os empreendedores fora dessas duas cidades, pois a companhia preferiu destinar esses recursos nos locais onde o Facebook possui funcionários em seus escritórios. Contudo, outras praças podem contar com cursos e treinamentos grátis, oferecidos pela rede social para ajudar a superar a crise.

Os requisitos completos de elegibilidade podem ser encontrados no site do programa.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/empreendedorismo/facebook-doara-r-14-milhoes-para-pequenas-e-medias-empresas-brasileiras-169661/

11

Ago

Mídias Sociais

TikTok anuncia primeiros criadores de conteúdo a serem remunerados pelo app

TikTok anunciou a primeira leva de criadores da plataforma que receberão pelos conteúdos produzidos no app. Por enquanto, 19 criadores serão pagos através do Creator Fund, uma espécie de fundo do aplicativo que pretende investir até US$ 1 bilhão para o pagamento dos criadores mais populares da plataforma. Hoje o fundo conta com US$ 200 milhões.

Os 19 selecionados são dos Estados Unidos, incluindo nomes como David Dobrik, Brittany Tomlinson, Cheyenne Jaz Wise, entre outros. Enquanto alguns deles já eram conhecidos por conteúdos em outras plataformas, como o YouTube, outros mesmo TikTokers de origem.

O TikTok anunciou o fundo de US$ 200 milhões no final de julho, e um porta-voz descreveu a iniciativa como uma forma de apoiar criadores ambiciosos que “estão buscando oportunidades de sustentar seu conteúdo” no aplicativo.

Ainda não está claro com que frequência os criadores serão pagos ou quanto cada pagamento corresponde, mas um porta-voz da empresa disse ao The Verge que se trata de um sistema de pagamento contínuo.

Para que os criadores sejam selecionados como parte fundo, eles devem “ter 18 anos ou mais, atingir uma linha de base de 10 mil seguidores, ter acumulado pelo menos 10 mil visualizações de vídeo nos últimos 30 dias e postar conteúdo original” que não viole as diretrizes da comunidade da empresa. A meta da empresa é aumentar o fundo de US$ 200 milhões para US$ 1 bilhão nos próximos 3 anos.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/130209/tiktok-anuncia-primeiros-criadores-de-conteudo-a-serem-remunerados-pelo-app/

10

Ago

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WhatsApp poderá ser usado em até quatro aparelhos ao mesmo tempo

Há alguns meses, rumores indicam que o WhatsApp está trabalhando para lançar um recurso muito esperado: usar a mesma conta em diferentes dispositivos ao mesmo tempo. Agora, o site WABetaInfo indica que a novidade deve sincronizar o histórico entre Android e iPhone.

A novidade eliminaria a necessidade dos aparelhos estarem conectados numa mesma rede Wi-Fi para transmitir os dados do app entre si. Além disso, no formato atual, o smartphone só pode transmitir o conteúdo do WhatsApp para um dispositivo por vez.

Com a futura atualização, a ideia é criar um processo único de sincronização que enviará as mensagens trocadas para até quatro dispositivos em que o WhatsApp esteja logado.

Além disso, a ferramenta também pode chegar junto com um aplicativo do WhatsApp para iPad. A novidade permitiria usar o mensageiro no iPhone e no tablet simultaneamente. Atualmente, é possível usar o WhatsApp no iPad por meio de apps de terceiros que usam o mesmo sistema de retransmissão da versão web do serviço.

Todos os recursos citados ainda estão em desenvolvimento e não possuem data prevista de lançamento para o público final.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/156025-whatsapp-usado-quatro-aparelhos-mesmo-tempo.htm

6

Ago

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Site com acervo mundial de arte urbana permite visitação digital

Com a mudança repentina da dinâmica na vida das pessoas devido à chegada da pandemia de covid-19 e a necessidade de todos repensarem a forma de continuar desenvolvendo suas atividades em meio ao isolamento social, a arte de rua ganha destaque em um museu online que já existe há dez anos e agora está incluindo em sua plataforma 500 novos artistas.

São cerca de 2 mil obras catalogadas, informações em texto, vídeo, serviço de geolocalização e sugestão de roteiros, que podem ser vistos de forma totalmente digital, aberta e gratuita. Segundo os idealizadores do projeto, o site Arte Fora do Museu, funciona como uma plataforma colaborativa para divulgar os artistas e seu trabalho, a fim de que ele seja percebido, reconhecido e valorizado nos grandes centros urbanos.

A maior parte das obras catalogadas está em locais públicos e de livre visitação na cidade de São Paulo, e pelo site é possível visitar esses locais como se faria em um museu físico. Entre os artistas disponíveis estão Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, assim como grandes nomes da street art como Os Gêmeos, Kobra e Invader, passando ainda por arquitetos da importância de Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha e Artacho Jurado.

A visitação pode ser feita escolhendo os artistas, o tema ou criando o próprio roteiro, escolhendo quais obras farão parte da visitação do usuário.

“Por meio do site, procuramos levar o mundo físico para o digital e ser um suporte para o mundo fisico por meio do digital, servindo como um guia da cidade e das obras de arte do mundo inteiro. O site já nasceu como catálogo de obras de arte e vai tomando esse caráter mais político, sem que pudéssemos prever isso. Com a pandemia, percebemos o quanto é importante ter uma ferramenta que propicie essa funcionalidade de poder visitar o museu sem sair de casa”, disse um dos responsáveis pelo Arte Fora do Museu, Felipe Lavignatti.

Para Lavignatti, o acervo tem grande importância para chamar a atenção e valorizar a arte urbana no espaço público, já que muitas vezes essas peças são abandonadas, são alvos de vandalismo ou nem mesmo são percebidas, seja lá qual o tipo de arte.

“Durante a pandemia, imagino que seja mais um escape para as pessoas, porque acredito que há uma necessidade de consumo de cultura muito grande. O Arte Fora do Museu é um prato cheio porque tem muito conteúdo e muita cultura para ser absorvida e admirada. E serve como um aperitivo para a pessoa ver o que poderá observar in loco quando tudo isso acabar”, ressaltou.

Com informações da Agência Brasil

6

Ago

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Após testes no Brasil, Instagram leva Reels ao mundo

Alguns dias depois de ter iniciado os testes da ferramenta Reels no mercado brasileiro – e também na França e Alemanha – o Instagram passa a disponibilizar a ferramenta em mais de 50 países. Com funções similares às encontradas no TikTok, o Reels permite aos usuários publicarem vídeos de 15 segundos, com recursos de música e edição.

É a segunda vez que o Instagram baseia-se na concorrência para criar uma ferramenta. Os stories foram adicionais após o sucesso das postagens dinâmicas do Snapchat. E, agora, o Reels leva ao universo do Facebook as funções do TikTok que vem conquistando jovens em todo o mundo.

Essa não é a primeira tentativa do Facebook de enfrentar o aplicativo chinês. A companhia havia lançado nos Estados Unidos o Lasso, um aplicativo independente que acabou sendo descontinuado no mês passado pelo fracasso em conquistar audiência. Com o Reels, no entanto, as perspectivas podem ser melhores, uma vez que o TikTok está enfrentando um problema político no território estadunidense, com o presidente, Donald Trump, ameaçando banir a rede social do país.

“O timing é uma coincidência, em vários sentidos”, afirma Vishal Shah, head de produto do Instagram, em uma entrevista coletiva. O Facebook já havia disponibilizado o recurso em outros países, como o Brasil, e também na Índia, onde o app chinês foi banido pelo governo. “Tínhamos a impressão de que o produto teria potencial e entendemos rapidamente que a ferramenta estava repercutindo entre as pessoas”, diz Shah.

Os vídeos do Reels são exibidos na aba Explorar, na qual os usuários podem buscar e visualizar conteúdos de páginas, inclusive aquelas que eles não seguem. A vantagem de colocar o Reels dentro do Instagram é, segundo a companhia, a oportunidade de já ter uma comunidade de mais de um milhão de usuários. É mais difícil convencer as pessoas a baixar um novo app do que descobrir uma nova funcionalidade em um aplicativo que já utilizam.

De propriedade da companhia chinesa ByteDance, o TikTok enfrenta uma situação complicada nos Estados Unidos, que pode terminar na proibição do app ou na venda da marca para uma companhia local (possivelmente para a Microsoft). Donald Trump e outras autoridades disseram que o TikTok é uma ameaça à segurança nacional, uma vez que poderia conceder dados de cidadãos estadunidenses ao governo chinês. O TikTok negou tais acusações.

A respeito do Reels, a ByteDance disse que a ideia do Facebook de copiar o projeto, bem como as acusações de que os proprietários chineses não estariam comprometidos com a segurança de dados e com a liberdade de expressão, podem ser considerados “plágio e difamação”. Apesar do argumento, o ByteDance não pode ser considerado pioneiro na criação de um app de edição de vídeos curtos. O Vine, aplicativo comprado pelo Twitter em 2013, lançou um recurso parecido na época. O app, no entanto, foi encerrado posteriormente.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/08/05/apos-testes-no-brasil-instagram-leva-reels-ao-mundo.html

5

Ago

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Receita lança atendimento sobre CPF pelo Telegram

A Receita Federal inaugurou atendimento de serviços relacionados ao Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) pelo Telegram. Esse novo canal de atendimento utiliza tecnologia conhecida como chatbot, que realiza o atendimento virtual e simula uma conversação por meio de chat.

Segundo a Receita, a iniciativa busca dar maior agilidade no atendimento ao cidadão e contribui para evitar que as pessoas se desloquem para alguma unidade de atendimento presencial, preservando a saúde dos servidores e cidadãos, evitando a aglomeração e a propagação do novo coronavírus.

Para solicitar o serviço, o contribuinte deverá acessar o canal ReceitaFederalOficial, interagir com a ferramenta, enviando as informações e documentos exigidos para que a Receita Federal faça a análise do pedido e conclua o atendimento.

Estão disponíveis no novo canal serviços como:

- Atualização/alteração de dados e Regularização de CPF;

- Segunda via de CPF;

- Informação do número do CPF;

- Consulta à situação cadastral; e

- Consulta ausência de DIRPF - Declaração do Imposto de Renda Pessoas Físicas (exercício omisso).

Com informações da Agência Brasil