Mídias Sociais

7

Jun

TikTok poderá coletar dados biométricos dos usuários, inclusive rostos e voz

Uma mudança na política de privacidade da TikTok nos EUA criou polêmica e está repercutindo no mundo inteiro. A atualização nos termos de privacidade adicionou uma seção em que permite ao aplicativo coletar “identificadores e informações biométricas” dos usuários, o que inclui coisas como expressões faciais e voz.

A novidade foi adicionada em uma área criada especificamente para este fim, chamada Image and Audio Information (Informação de imagem e áudio, em tradução livre), encontrada junto ao trecho que elenca quais informações são coletadas automaticamente.

A primeira parte da nova seção explica que o TikTok pode coletar informações sobre as imagens e áudios que estão no conteúdo dos usuários, como a identificação dos objetos e cenários que aparecem; além da existência e localização de características do rosto e corpo das pessoas em uma foto. O app também seria capaz de reconhecer a natureza do áudio e do texto das palavras faladas.

Embora isso pareça assustador, outras redes sociais também fazem reconhecimento de objetos em imagens para fins de recursos de acessibilidade (para descrever um objeto que você esteja segurando, por exemplo). Já a identificação de fala pode ser usada para criação de legendas automáticas, o que ajuda pessoas com deficiência auditiva a compreender o vídeo.

Coleta biométrica é o problema

O que mais deixou as pessoas de cabelo em pé é o aviso de que dados biométricos podem ser identificados. Seria o caso de registros faciais e de tons de voz, inclusive sem permissão, desde que não haja uma exigência na lei. A declaração em si é vaga, porque não especifica se está considerando uma diretriz federal, uma regra estadual, ou ambas; o que é bastante comum nos Estados Unidos, onde a legislação varia de acordo com o local.

Não há uma definição clara nos termos do que seriam “impressões faciais” ou “impressões de voz”, e nem por que o TikTok precisa desses dados. Essas informações são usadas como meio de identificação das pessoas por celulares ou em sistemas de segurança, por isso parece arriscado que um aplicativo possa ter um registro disso.

O temor é que haja o uso com propósitos de controle social, permitindo identificar as pessoas com base nos seus traços e características. Isso constituiria uma grave violação da liberdade individual dos cidadãos em todo o mundo, principalmente se feito sem a devida autorização. E também existe sempre a possibilidade do vazamento dessa base, o que colocaria a privacidade e a segurança de muita gente em xeque.

Além disso, há sempre a possibilidade de que essas informações sirvam para para fins comerciais, como forma de segmentar anúncios com base na análise dos seus conteúdos. A criação de uma lista de preferências e hábitos tão apurados valeria uma nota no mercado, o que levaria o TikTok (e outras empresas que fazem uso disso) a arrecadar milhões de dólares em cima do comportamento do usuário — algo que muitas companhias já fazem, mas que continua sendo debatido com autoridades e governos.

O TikTok passa por uma crise de confiança em solo ianque, desde quando o governo local tentou proibir totalmente a operação em seu território, ao alegar que o app era uma ameaça à segurança nacional, por ser propriedade de uma empresa chinesa. A rede social luta contra a proibição e afirmou que só armazena dados simples dos usuários, e que tudo fica em centros de dados dos Estados Unidos e em Cingapura, sem transmitir nada para a China ou outro país.

Resposta do TikTok Brasil

Aqui no Brasil, a política de privacidade da empresa não é atualizada desde junho de 2020, portanto, até o momento, ainda não consta nenhuma permissão nesse sentido.

O Canaltech entrou em contato com a representação da rede social no país para comentar, mas a empresa se limitou a repetir o que foi dito pelo porta-voz norte-americano ao site TechCrunch. "Como parte de nosso compromisso contínuo com a transparência, atualizamos recentemente nossa Política de Privacidade para fornecer mais clareza sobre as informações que coletamos e como elas são usadas”, diz o comunicado.

Não foi esclarecido se essa mudança chegará ao Brasil, nem quais tipos de dados pretende-se coletar. Os termos para usuários brasileiros já mencionam a possibilidade do armazenamento de informações sobre as imagens e áudio como parte do "Conteúdo de Usuário", mas sem adentrar no mérito dos elementos biométricos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/tiktok-podera-coletar-dados-biometricos-dos-usuarios-inclusive-rostos-e-voz-186559/

7

Jun

WhatsApp não imporá restrições a quem não aceitar regras de dados

O WhatsApp não imporá mais restrições aos usuários que não aderirem às novas regras de coleta e tratamento de dados que estão em processo de adoção no Brasil e no restante do mundo. As novas práticas da plataforma são questionadas por órgãos como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério Público Federal (MPF).

A nova política foi anunciada no início do ano. Ela envolve o repasse ao Facebook, empresa controladora do WhatsApp, de dados das interações com contas comerciais. A nova política entrou em vigor no dia 15 de maio. Inicialmente, o WhatsApp divulgou restrições e limitações a quem não aceitasse a nova política.

Entre as restrições estavam a impossibilidade de acessar a lista de conversas e a suspensão do envio de mensagens e chamadas para o celular algumas semanas depois, caso o usuário não aceitasse a nova política.

Os órgãos ANPD, Cade e MPF apontaram problemas tanto para a proteção de dados dos usuários quanto para a concorrência do mercado de redes sociais e serviços de mensageria. Pesquisadores e entidades de direitos digitais também se manifestaram questionando a nova política.

Diante dos questionamentos, o WhtsApp se comprometeu a adiar a entrada em vigor das limitações por 90 dias. Agora, abandonou este prazo de três meses e abriu mão de impor tais obrigações.

Em nota à Agência Brasil, a empresa afirmou que, devido à discussão com autoridades regulatórias e especialistas em privacidade, a opção foi por não tornar as limitações obrigatórias.

“Ao invés disso, o WhatsApp continuará lembrando os usuários de tempos em tempos para que eles aceitem a atualização, incluindo quando as pessoas escolhem usar determinadas funcionalidades opcionais, como se comunicar no WhatsApp com uma empresa que esteja recebendo suporte do Facebook”, diz o comunicado da plataforma.

Fonte: Agência Brasil

4

Jun

Twitter começa a oferecer serviço de assinaturas

O Twitter revelou seu tão aguardado serviço de assinaturas, que irá fornecer aos usuários pagamentos algumas regalias na plataforma. Quem assinar o serviço poderá, por exemplo, desfazer posts já publicados e organizar a timeline de forma personalizada. A iniciativa é uma das propostas da rede social para tentar diminuir um pouco a dependência das receitas provenientes de publicidade.

Batizado de Twitter Blue, o produto custará US$ 2,99 por mês e oferecerá aos usuários diversas funcionalidades especiais, como a capacidade de ‘desfazer’ uma postagem antes de ser publicada, organizar as mensagens em diferentes pastas e acessar de forma mais fácil os tópicos da rede social. Os assinantes também terão acesso facilitado ao suporte da plataforma quando precisarem fazerem alguma reclamação e poderão escolher as cores do aplicativo.

O modelo de assinaturas pode ajudar o Twitter a diversificar seu negócio em um momento em que a pandemia ressaltou os riscos de uma forte dependência da publicidade digital. Mais de 85% da receita publicitária da companhia provém de comercialização de espaços publicitários, sendo o restante proveniente do licenciamento de dados. No segundo trimestre do ano passado, quando a pandemia obrigou várias partes do mundo a entrarem em lockdown e cancelarem eventos, a receita publicitária do Twitter caiu 19%. O Twitter Blue, portanto, poderia fornecer uma monetização mais consistente, ainda que menor.

A nova solução está sendo oferecida aos mais prolíficos dos 200 milhões de usuários diários do Twitter, incluindo jornalistas, gerentes de mídia social e para aqueles que usam a plataforma como sua principal fonte de notícias, de acordo com Sara Beykpour, líder de produto e responsável pelas assinaturas.

“O Twitter Blue é voltado para os clientes que são os mais engajados e mais apaixonados usuários, que realmente queiram levar sua experiência a outro patamar”, disse Beykpour, que não quis estimar a quantidade de pessoas que compõem o público-alvo do modelo de assinaturas. “Há algo especial sobre esse grupo que estamos aprendendo”, confessou a porta-voz.

O Twitter considera há anos a hipótese de oferecer um serviço pago, mas até então, a ideia não tinha passado de testes internos e pesquisas. O serviço, por enquanto, estará disponível apenas no Canadá e na Austrália, mas a ideia da empresa é levá-lo a outros mercados.

Com o novo serviço, os usuários poderão ver longas threads no modo de leitura, que reúne as mensagens em um formato de conteúdo mais longo, sem os botões que separam os posts. A rede social também está criando um serviço de atendimento ao cliente customizado, dedicado a receber as reclamações dos assinantes.

Um dos recursos aos quais os usuários que pagarem pela assinatura terão direito é uma espécie de janela de tempo, que permitirá que a pessoa visualize o tuíte por um tempo antes de ele ser publicado, com uma margem de tempo para que ele apague o conteúdo caso desista da publicação. Isso é diferente do botão de edição, que muitos usuários da plataforma pedem há anos. O CEO do Twitter, Jack Dorsey, disse por diversas vezes é improvável que a empresa disponibilize um botão de edição porque o uso de tal recurso seria perigoso para as mensagens que são compartilhadas de forma rápida. Alguém, por exemplo, poderia alterar uma mensagem postada depois de ela já ter sido amplamente distribuída.

Beykpour disse que essa janela de tempo entre a escrita e a publicação da postagem poderá ajudar os usuários a evitarem alguns problemas, como a postagem com erros de digitação. A porta-voz também disse que a rede social está planejando incluir outros recursos para seus assinantes. O TweetDeck, um serviço gratuito que muitas pessoas usam para gerenciar contas simultâneas na rede social, poderia se transformar em um modelo freemium, segundo a líder de produto, oferecendo recursos básicos no modo gratuito e opções mais avançadas no modo pago.

Alguns dos planos do Twitter para seu serviço de assinaturas haviam sido adiantados pela Bloomberg e outros detalhes foram descobertos e divulgados pela pesquisadora de segurança Jane Manchun Wong.

A empresa está criando outros produtos de assinaturas e pagamentos que visam permitir que usuários populares a ganhar dinheiro com suas contas na rede social. Nos últimos esses, a plataforma anunciou diversas ferramentas para criadores de conteúdo, incluindo um recurso de gorjetas que permitirão que os usuários doem dinheiro a outras pessoas a quem eles seguem e, delas, obtenham serviços exclusivos.

Um dos projetos de monetização da plataforma é o recurso que vem sendo chamado de Super Follows, que permitirá que os usuários cobrem de seus seguidores pelo fornecimento de algum tipo de conteúdo exclusivo, como newsletters, conversas de áudio e tuítes especiais. A companha ainda não revelou os detalhes desse recurso, mas existe a ideia de disponibilizar três diferentes faixas de preços: US$ 2,99; US$ 4,99 e US$ 9,99 por mês, declarou Esther Crawford, sênior product manager da rede social.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/06/04/twitter-comeca-a-oferecer-servico-de-assinaturas.html

3

Jun

Brasil é o segundo país do mundo que passa mais tempo nas redes sociais

A Comscore acaba de divulgar uma análise sobre o uso das redes sociais no Brasil durante 2020. A empresa traz dados relevantes sobre o consumo de conteúdo nos aplicativos, que servem de referência para guiar as estratégias digitais das marcas nos próximos meses. As informações foram apuradas com base em pesquisas proprietárias e métricas de ferramentas confiáveis, que indicam que o País teve um aumento representativo no uso das plataformas no último ano.

A análise da companhia identificou que a penetração dos conteúdos entre os usuários únicos de redes sociais no Brasil atinge um alcance de 97%, o índice mais alto do mundo, ultrapassando países como China, Índia e Estados Unidos. Além disso, os consumidores brasileiros passaram, em média, mais de 47 horas nas redes durante o mês de dezembro, tempo que fica apenas alguns minutos atrás dos usuários no México, que figuram em primeiro lugar em minutos consumidos em social media.

“O ano de 2020 foi marcado pela aceleração digital nos negócios e na sociedade. No âmbito das redes sociais, encontramos usuários ainda mais engajados e conectados, ávidos por conteúdo e compartilhamento. Com isso, as redes se apresentam como um cenário próspero para ações de marcas que querem se tornar relevantes e reconhecidas, e que buscam atuar mais próximas de seus públicos. Nesta análise, a Comscore desenha o panorama digital no País e aponta o que podemos esperar das redes nos próximos meses”, destaca Eduardo Carneiro, diretor geral da Comscore.

Em números absolutos, o estudo da Comscore contabilizou 24,4 bilhões de interações no Facebook, Instagram e Twitter de marcas, publishers e influenciadores - índice 25% maior do que o que foi registrado em 2019. Além disso, foram somadas 9 milhões de publicações nessas redes em 2020, número 21% maior em relação ao ano anterior.

A pesquisa também aponta que o Instagram foi a plataforma com maior share de ações no último ano; a rede foi responsável por 72% delas em 2020. Em relação à audiência, o Facebook ainda foi a plataforma com maior alcance e concentrou 65% da atenção dos usuários, já o Twitter foi o campeão em conteúdo, com 52% do share de posts. Neste parâmetro, o estudo indica que o volume de comentários nas redes também cresceu 5% em relação a 2019.

Categorias com mais visibilidade

Em relação aos temas que melhor performaram nas redes, conteúdos relacionados à educação e finanças foram os que mais cresceram em interações, 60% e 47%, respectivamente. Além disso, devido ao distanciamento social imposto pela pandemia, menções sobre alimentação (+30%) e cuidados com casa e jardim (+28%) também concentraram mais interações. Já os segmentos de lazer e turismo apresentaram queda de 38% nas respostas dos usuários.

Ações patrocinadas ganharam espaço

A Comscore registrou, ainda, que as ações sinalizadas com o handshake de “parceria paga por” cresceram 13% no Facebook e 48% no Instagram na relação ano a ano. Já os publiposts sinalizados com hashtags #ad #publi #publipost #promo cresceram 101% na análise cross plataformas. Com isso, o estudo aponta que o engajamento nas redes em 2020 foi 25% maior do que o apresentado em 2019.

A força dos influenciadores

Outro ponto de destaque na análise da Comscore foi a relevância dos influenciadores na relação com o público. Enquanto marcas e publishers conquistaram a audiência no Facebook e produziram mais conteúdo no Twitter, os formadores de opinião tiveram grande participação no Instagram, concentrando 72% das ações nas redes, com alcance de 55% da audiência em relação às outras plataformas.

Já o engajamento dos influencers cresceu, em média, 31% em relação a 2019. Os perfis que tiveram aumentos mais significativos em engajamento foram os de lifestyle e assuntos gerais (+141%), os perfis de comédia (+93%) e os empreendedores (+78%).

Alcance dos vídeos e o “boom” do Kwai e do TikTok

Os conteúdos em vídeo também seguiram em alta no último ano. Ao todo, contabilizaram 49 bilhões de visualizações e 4,7 bilhões de interações, crescimento de 35% e 20%, respectivamente, em relação a 2019. Entre os consumidores frequentes deste formato de conteúdo, a análise aponta que a maioria consome até 3 horas de vídeo por semana.

Essa preferência por vídeos mais curtos se refletiu no crescimento do uso do Kwai e do TikTok em 2020. Essas redes sociais sofreram uma evolução ascendente: o Kwai atingiu 40 milhões de unique visitors em sua plataforma, registrando um aumento de audiência de 643% entre janeiro e março do último ano. O app mostra grande afinidade com a população digital mais jovem, na faixa etária entre 15 e 34 anos, e atinge 32,2% do total de usuários digitais - apenas 2% atrás do TikTok, que cresceu em relação ao alcance e tempo de audiência dos vídeos entre janeiro e dezembro do último ano, alcançando picos nos meses de maio e agosto, respectivamente.

Em média, 30% dos usuários informaram que utilizam o TikTok várias vezes ao dia, 20% acessam a plataforma ao menos uma vez ao dia, e a mesma porcentagem apresenta a frequência de acesso de ao menos uma vez na semana. Já em relação aos conteúdos que geram mais interesse entre os consumidores desta rede, os segmentos que apresentam maior engajamento são os de música (53%), comédia (48%), animais (46%), culinárias (44%) e beleza (44%). Publicações sobre notícias (42%), moda (40%) e esportes (37%) também registraram uma boa relação com os usuários.

2

Jun

WhatsApp começa a liberar recurso que facilita a busca por figurinhas no app

O WhatsApp começou a implementar uma novidade que promete facilitar bastante as conversas dos usuários que utilizam figurinhas no mensageiro. A partir de agora, quem está na versão Beta do app para Android começa a receber uma atualização com o recurso de atalho para a busca de stickers, algo semelhante ao que acontece no Telegram.

Essa novidade, na verdade, já começou a ser testada internamente há alguns meses. Com ela, ao digitar uma palavra no WhatsApp, um símbolo destacado ao lado do texto leva a uma tela com sugestões de adesivos relacionados.

É importante lembrar que o mensageiro já possui, há um certo tempo, uma ferramenta que permite buscar algumas figurinhas com base em palavras-chave. Agora, porém, essa procura será ainda mais simples, já que o usuário não precisa clicar no ícone de emoji e depois no sinal da lupa na parte inferior da tela.

Além de buscar os stickers salvos com base no começo do texto digitado, o WhatsApp também irá identificar emojis inseridos. Dessa forma, caso o usuário insira um coração, por exemplo, será possível ver as figurinhas relacionadas a ele.

A princípio, esse recurso só possui compatibilidade garantida com os adesivos disponibilizados oficialmente pelo WhatsApp. No entanto, alguns aplicativos de terceiros — que permitem a customização de stickers — já possuem suporte para a novidade e possibilitam que o criador adicione até 3 emojis relacionados a uma figurinha, para facilitar sua busca no mensageiro, mais uma novidade emprestada do mensageiro rival de origem russa.

É válido frisar que essa novidade começou a ser liberada de forma gradativa para os usuários cadastrados no programa Beta do aplicativo. Até o momento, não há previsão de quando essa função chegará para os usuários “comuns” do WhatsApp.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-comeca-a-liberar-recurso-que-facilita-a-busca-por-figurinhas-no-app-186326/

2

Jun

Facebook e Instagram lançam ferramentas para celebrar mês do Orgulho LGBTIQ+

Junho é considerado o mês de celebração do Orgulho LGBTQI+, por isso o Instagram e o Facebook se juntaram para lançar ferramentas que ofereçam novas formas de se comunicar à toda comunidade. A meta é incentivar o compartilhamento do orgulho em se aceitar e dar mais visibilidade para grupos que precisam lidar diariamente com o preconceito.

Nos Stories do Instagram, já está disponível um novo pacote de adesivos chamado Pride, com seis novos designs criados por artistas consagrados da comunidade LGBTQI+. As figurinhas buscam trazer mais alegria, cores e inclusão para a plataforma como forma de representar a diversidade dessa população ainda tão discriminada.

A plataforma vai identificar as hashtags mais populares usadas pela comunidade para tornar mais fácil o compartilhamento de posts segmentados. Além disso, trará de volta as hashtags de arco-íris para o Feed (aparece em um gradiente com as sete cores) e Stories (contorno colorido durante 24 horas na foto do perfil). Esses efeitos também serão reproduzidos quando alguém usar um dos novos stickers Pride.

Para se ter uma ideia: só no Instagram, são mais de 2,5 milhões de contas que utilizam o emoji de arco-íris na biografia, como forma de mostrar seu apoio à causa. Com as novas adições, a expectativa é que haja um aumento considerável no apoio à causa.

Entre os artistas, está o ilustrador carioca Leandro Assis (@lebassis), responsável por dois dos novos adesivos, inspirados na comunidade queer negra. Segundo ele, o objetivo é inspirar as pessoas por meio das imagens para dar-lhes a coragem de expressar seus sentimentos.

Facebook mudou até a logo 

O aplicativo do Facebook para celulares fez uma parceria com a artista Jasmina El Bouamraoui (EL BOUM) para criar o logotipo na versão do Orgulho LGBTQI+. Com movimento, cores vibrantes e texturas diversas, a logomarca se destaca em meio ao visual tradicional da rede.

A maior rede social do mundo também terá animações diferenciadas para quem escolher usar filtros inspirados na bandeira do arco-íris ou na bandeira trans na parte superior das publicações compartilhadas.

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Assim como no Insta, o Feed do Facebook será completamente adaptado para incorporar a hashtag #Pride, que vai mostrar conteúdo relacionado durante todo o mês de junho. Os usuários poderão usar, ainda, avatares com o tema do Orgulho, novos planos de fundo para publicações, além de figurinhas para o Feed de Notícias e Stories e temas de bate-papo no Messenger.

Segundo a companhia, esse movimento é uma alternativa para dar visibilidade à causa durante este delicado momento de isolamento social, no qual as pessoas não podem sair às ruas. A ideia é permitir que toda população LGBTQI+ e seus apoiadores possam se apoiar uns nos outros e compartilhar experiências positivas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/facebook-e-instagram-lancam-ferramentas-para-celebrar-mes-do-orgulho-lgbtiq-186302/

2

Jun

Twitter volta a aceitar pedidos do selo de verificado

Depois de uma breve pausa, o Twitter reabriu os pedidos de verificação de perfil na noite de terça-feira (1º). Agora, os usuários têm uma nova oportunidade de solicitar o cobiçado selo azul para os perfis na rede social.

O processo foi pausado na última sexta-feira (28), oito dias após a abertura dos pedidos de verificação em 20 de maio. Em sua conta oficial, o Twitter disse que a interrupção poderia durar alguns dias ou semanas dependendo do volume de solicitações.

Não está claro se o Twitter está seguindo um cronograma para abertura e pausa no processo de verificação de contas. A companhia, entretanto, não se aprofundou sobre o assunto.

Novidades no processo

Com o recente programa de verificação da rede social, qualquer pessoa pode se inscrever para obter o selo azul no perfil. Basicamente, o usuário precisa seguir todas as regras da plataforma e ter atividades registradas em sua conta nos últimos seis meses.

Anteriormente, apenas seis categorias de contas realmente se qualificavam para verificação: governos; empresas, marcas e organizações sem fins lucrativos; jornalismo; entretenimento; esportes e jogos; e ativistas e influenciadores.

Conforme informado pelo Twitter, novas classes serão incluídas no formulário de solicitação nos próximos meses. Entre elas, estão cientistas, acadêmicos e líderes religiosos.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/218454-twitter-volta-aceitar-pedidos-selo-verificado.htm

1

Jun

Estudo: WhatsApp lidera a divulgação de fake news sobre a COVID-19 no Brasil

Em um momento no qual redes sociais e plataformas de comunicação substituem sites tradicionais como fontes de informação, o WhatsApp surge como o líder na disseminação de notícias falsas sobre a COVID-19 no Brasil. Um estudo realizado pelo Instituto Reuters para Estudos do Jornalismo da Universidade de Oxford mostra que 40% dos entrevistados se depararam com desinformação sobre o vírus sendo veiculadas através do comunicador.

A pesquisa também mostra altas taxas de desinformação circulando pelas redes sociais (37%), sites de vídeo (26%) e mecanismos de busca (20%) — quanto mais usam aplicativos de conversa para se informar, mais propensas as pessoas estão a acreditar em mitos sobre a doença e a vacina. Isso gera bastante preocupação diante do fato de que as plataformas digitais foram as principais fontes de informação para os brasileiros, que deram preferência ao Google (54%), YouTube (45%), Facebook (44%), WhatsApp (41%) e Instagram (39%) na hora de saber mais sobre a doença e a pandemia.

Os números brasileiros superam os registrados em todos os demais países analisados, chegando ao dobro daqueles vistos na Alemanha (21% Facebook, 19% YouTube, 18% WhatsApp e 9% Instagram). O único país a ter uma fonte de notícias como mais prevalente do que o Google foi a Coreia do Sul, no qual 67% dos usuários usando o portal de buscas Naver como sua principal fonte de informação.

WhatsApp lidera a divulgação de fake news sobre a COVID-19 no Brasil -  Canaltech

Veículos tradicionais aparecem como os mais confiáveis

Apesar dos hábitos de consumos indicarem o contrário, a pesquisa revelou que os órgãos de imprensa tradicional ainda são considerados por 52% dos entrevistados brasileiros como confiáveis — contra os 30% dos apps de mensagens. No entanto, os mecanismos de busca (59%) surgem como a opção considerada mais confiável na procura por informações.

Entre os países pesquisados, o Brasil ficou em segundo lugar no índice de confiança da imprensa, perdendo somente para a Coreia do Sul (63%). O país que menos demonstrou confiança nos dados de veículos tradicionais foi os Estados Unidos (43%), seguido pela Espanha (46%), Japão (48%) e Argentina (48%).

A grande confiança reflete nas respostas relacionadas ao percentual de desinformação percebido em meios tradicionais. No Brasil, essa taxa ficou em 27%, enquanto na Argentina — que teve os números mais elevados — chegou a 34%. Fecham a relação o Reino Unido (17%), Alemanha (21%), Coreia do Sul (23%), Japão (24%), Estados Unidos (30%) e Espanha (32%).

O uso de fontes de informação consideradas confiáveis é importante para se prevenir em meio à pandemia, que já registrou mais de 462 mil mortes no Brasil. No início de maio, o governo brasileiro lançou um portal oficial com números sobre a vacinação e dicas de distanciamento social e o uso correto de máscaras, entre outras informações importantes.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-lidera-a-divulgacao-de-fake-news-sobre-a-covid-19-no-brasil-186187/

1

Jun

Twitter terá novos rótulos para combater mentiras e desinformação

Desde março do ano passado, com o agravamento da pandemia de COVID-19, o Twitter implantou os avisos de advertências para combater a desinformação. Embora no início eles fossem voltados para as fake news da saúde, eles foram expandidos para coibir mentiras durante as eleições dos Estados Unidos.

Agora, a desenvolvedora e engenheira revesa Jane Manchun Wong descobriu que o Twitter desenvolve três novos tipos de avisos de advertência contra a desinformação: “Últimas novidades”, “Fique informado” e “Informação errada”. O objetivo é comunicar aos usuários que aquele tuíte específico pode conter imprecisões que afetam a qualidade e a confiabilidade da fonte.

Conforme a captura de tela compartilhada por Wong, esses três novos tipos de rótulo serão acompanhados de um link direcionado para informações corretas e mais detalhadas. Ainda não está claro qual a destinação destes links (se serão para sites noticiosos, agências de checagem ou para o próprio Twitter) e nem como o algoritmo vai trabalhar para detectar uma informação falsa.

A certeza é que essa novidade pode ter um peso importante no atual momento de vacinação no mundo, no qual muitos boatos são espalhados. Hoje, o Twitter oferece a possibilidade de denunciar tweets que descumprem as políticas da rede, mas não há um botão para marcar a disseminação de conteúdos falsos, por exemplo. Essa poderia ser uma alternativa, mas, por outro lado, também poderia causar a manipulação do algoritmo para marcar publicações legítimas como errôneas.

Emojis nas reações

O Twitter também está trabalhando para trazer reações com emojis para sua plataforma, como fez o Orkut e semelhante ao Facebook. A ideia é dar mais possibilidades para as pessoas expressarem sentimentos na rede social do passarinho.

De acordo com Wong, o próximo recurso incluirá cinco reações: Like, Cheer (Celebração), Hmm, Sad (Triste) e Haha. Como pode ser visto no tuíte acima, no entanto, o recurso é um trabalho em andamento no momento, já que os emojis com as reações ainda não estão oficializados — de março para cá, a rede tem feito pesquisas com os usuários para saber quais se encaixam melhor na proposta.

Por enquanto, ainda não se sabe se as reações serão para todos ou limitadas aos usuários com uma assinatura do Twitter Blue, assim como a opção de desfazer tuítes. O serviço de assinatura deve custar R$ 15,90 por mês e incluirá recursos exclusivos, como a capacidade de personalizar cores e escolher ícones específicos, além de um modo de leitor que tornará os tópicos muito mais fáceis de ler.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/twitter-tera-novos-rotulos-para-combater-mentiras-e-desinformacao-186156/

1

Jun

Google Fotos encerra backup ilimitado de imagens e vídeos hoje (1º)

A partir desta terça-feira (1º), o Google Fotos não terá mais armazenamento ilimitado. O anúncio da mudança, feito em novembro de 2020, deixa claro que fotos e vídeos passarão a consumir os 15 GB oferecidos gratuitamente para cada conta. O mesmo também é divido entre o Drive e Gmail.

A mudança, segundo o Google, visa "criar o Google Fotos do futuro". Com exceção de usuários de smartphones da linha Pixel (do 1 ao 5), da própria companhia, todas as contas gratuitas do Google são afetadas pela mudança.

Por outro lado, quem fez um backup até este 1º de junho terá todos esses arquivos originais salvos, gratuitamente, sem consumir os 15 GB. Caso o usuário queira mais armazenamento, precisará assinar algum plano do serviço Google One — que reúne, exatamente, o Google Fotos, Drive e Gmail. São cinco opções no total:

200 GB: R$ 9,99 ao mês ou R$ 99,99 ao ano

2 TB: R$ 34,99 ao mês ou R$ 349,99 ao ano

10 TB: 349,99 ao mês

20 TB: R$ 699,99 ao mês

30 TB: R$ 1.049,99 ao mês

Google Fotos armazenamento

No primeiro trimestre de 2021, a receita dos serviços em nuvem do Google foi de US$ 4,05 bilhões (cerca de R$ 20 milhões na cotação atual). O valor também registra um crescimento de 46% em relação ao mesmo período de 2020. A perda operacional da divisão foi de US$ 974 milhões no período, algo que a companhia espera reduzir ainda mais nos próximos meses.

O que fazer sem o backup ilimitado?

Usuários vêm tentando buscar alternativas no mercado, ainda gratuitas, para comportar seus backups. Entre elas, há o OneDrive, da Microsoft, que também oferece 15 GB gratuitamente; no Amazon Cloud Drive há 5 GB gratuitos; e o Dropbox oferece 2 GB.

No Google Fotos, a companhia oferece três opções de backup dos seus arquivos — e todas passam a consumir espaço nos backups — que incluem:

Qualidade original: não redimensiona as imagens

Alta qualidade: fotos de até 16 MP (até 64 x 40 cm), vídeos em até 1080p

Backup rápido: fotos de até 3 MP, vídeos em até 480p

Como gerenciar o espaço do Google?

Também existem maneiras de otimizar o espaço na conta do Google. A mais prática é usando o próprio gerenciador do Google One. No entanto, também é válido apelar para a busca refinada do Gmail (e de outros serviços) para apagar arquivos específicos.

Google One armazenamento

No gerenciador, o usuário tem opções simplificadas para descartar itens de cada serviço, separados ainda por categorias. Tais como e-mails excluídos, spam e arquivos excluídos do Drive; arquivos grandes (como anexos, e-mails, fotos e vídeos); além de arquivos em formatos incompatíveis com o Fotos.

É possível acessar o gerenciador de armazenamento da conta do Google tanto no navegador, quanto nos aplicativos de Android e iOS.

O que acontece se ultrapassar o limite?

Caso o usuário atinja sua cota gratuita de 15 GB, não será mais possível fazer uploads em nenhum dos serviços, tampouco backups. Inclusive, o Google poderá interromper o envio ou recebimento de e-mails no Gmail. A empresa também esclarece quais arquivos, e de quais pastas ou áreas, consomem o armazenamento da conta:

  • Documentos, Planilhas, Apresentações, Desenhos, Formulários e o Jamboard
  • Fotos e vídeos, no geral
  • Mensagens e anexos do Gmail (incluindo as pastas de spam e lixeira)
  • "A maioria dos arquivos no Google Drive (incluindo PDFs, imagens e vídeos)"
  • Arquivos compartilhados em serviços de colaboração do Google

No entanto, existem alguns detalhes a serem levados em consideração. Os arquivos que foram armazenados na conta até hoje não ocuparão, de fato, espaço dos 15 GB — desde que eles não sejam nunca mais editados. Caso sejam editados, devem passar a consumir o armazenamento normalmente.

Em outro caso, se o usuário atingir os 15 GB, ele ainda terá dois anos para "se organizar", liberar espaço e ainda recuperar todo o conteúdo da conta. Caso contrário, o Google deixa claro que o conteúdo do Gmail, Drive e Fotos pode ser excluído.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/218360-google-fotos-encerra-backup-ilimitado-imagens-videos-1.htm

31

Mai

Twitter testa reações em postagens no estilo do Facebook

O Twitter está testando um novo recurso para que usuários possam reagir às publicações de outras pessoas com sentimentos variados — algo muito parecido com o que o Facebook implementou ainda em 2016.

A descoberta é da programadora Jane Manchun Wong, que costuma encontrar funções em desenvolvimento e antecipar novidades da plataforma, como a versão paga da rede social. Nas respostas da postagem original, há menções também de que o Twitter fez perguntas sobre esse recurso em questionários enviados a usuários.

O recurso é mesmo parecido com o do Facebook: é possível reagir a qualquer tweet com uma série de emoções.

No caso da imagem divulgada pela desenvolvedora, é mostrado o botão "Curtir" tradicional, além de uma risada, um emoji triste, outro de dúvida e um de animação. Como a função não está finalizada, é possível notar que alguns dos emojis ainda estão repetidos e devem ser substituídos até o lançamento.

Os Tweets Reactions estão em fase de testes nas últimas semanas e, assim como vários outros recursos da rede social, não possuem garantia de que serão mesmo implementados como uma função no aplicativo estável.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/218292-twitter-testa-reacoes-postagens-estilo-facebook.htm

31

Mai

Twitter suspende programa de verificação temporariamente

Devido ao alto número de solicitações que recebeu, o Twitter anunciou na última sexta-feira (28) a suspensão temporária do seu programa de verificação de perfis, que foi reaberto no dia 20 de maio. Na ocasião, a rede social já havia avisado que o processo poderia levar semanas para ser finalizado, dependendo da procura.

"Estamos abarrotados", disse a empresa em um tweet. "Por isso, temos de fazer uma pausa para aceitarmos mais [pedidos], enquanto revisamos os que foram enviados. Reabriremos em breve! (juramos)", complementou. Bastaram oito dias para um verdadeiro tsunami de interessados e interessadas no recurso invadir a companhia.

Reavaliando procedimentos

Segundo as novas diretrizes, podem se candidatar instituições e pessoas que se enquadrem nas seguintes categorias: poder público; empresas, marcas e organizações sem fins lucrativos; jornalismo; entretenimento; e-Sports; e ativistas. Sendo assim, não é de surpreender a quantidade de manifestações em um período tão curto.

No mais, as regras, introduzidas em janeiro deste ano e que devem ser ampliadas nos próximos meses, substituíram as exigências vigentes até 2017, época em que o programa foi suspenso após a verificação de um supremacista – cujas postagens violavam os padrões de uso da plataforma.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/218286-twitter-suspende-programa-verificacao-temporariamente.htm

29

Mai

Profissionais buscam apoio especializado para se posicionar no digital

A pandemia da Covid-19 acelerou a migração não só de empresas para o digital. Com os desafios impostos pelo isolamento social, os profissionais autônomos e liberais viram no mercado online a oportunidade de se reinventarem como também de continuarem os negócios.

Dados do Portal do Empreendedor revelam que o registro de novos microempreendedores individuais (MEIs) chegou à marca de 1.459.841 em meio à pandemia. Muitos são empreendedores de primeira viagem ou tiveram que adaptar e buscar um recomeço.

Caio Olliveira, especialista em imagem e reputação, destaca que profissionais precisam trabalhar ainda mais a imagem profissional para conquistarem seus espaços no meio digital. “É um novo universo para muitos, porém é preciso estar nelas de forma profissional para conseguir resultados satisfatórios. Quem chegou recentemente ao digital tem uma concorrência mais acirrada com os profissionais que já estão lá há mais tempo”, explica.

Orientação profissional

A empresária Cajhu Oliveira, 28, foi uma das profissionais que buscou apoio profissional pois viu a necessidade de trabalhar a sua imagem de forma diferenciada. “Não adiantava começar a me expor na Internet de qualquer jeito porque seria mais uma pessoa a postar sem saber o que fazer por lá. Daí tenho toda uma segurança e direcionamento. Colho bons frutos já”.

Realizar uma estratégia assertiva da marca profissional no meio online é complexa, já que cada pessoa tem um estilo e características únicas. E são muitas ações e ferramentas que devem-se saber. “Houve uma grande procura, cerca de 100% a mais, por parte dos profissionais que precisam usar o ambiente digital a favor e de forma profissional. Eles querem e buscam o suporte de tudo”, diz o especialista.

“Com um assessoramento, o cliente fica mais confiante de si e nós, profissionais de relações-públicas, conseguimos traçar metas e elaborar estratégias para aumentar a credibilidade e admiração, gerando um impacto positivo da imagem dele na sociedade", enfatiza o RP.

Como funciona

A boa imagem de entidades públicas e privadas, executivos, profissionais liberais ou autônomos na sociedade é transmitida através de todas as ações que estes efetuam, tudo aquilo que conseguem realizar e demonstrar. No entanto, essas ações precisam ser estratégicas para, de fato, conseguir a percepção positiva do público.

“Essa atividade é caracterizada pela multidisciplinaridade. Então, de certa forma, precisa de um investimento e de mais cuidado pois envolve outras especialidades que contribuirão na imagem e reputação que o cliente pretende ter. É um caminho sem volta para esse tipo de profissional, agora é só aprimorar e praticar. Com ajuda profissional fica muito mais fácil e rápido chegar ao caminho do sucesso”, finaliza Olliveira.

28

Mai

Investimento de marcas no Facebook aumentou na pandemia

*Por Meio & Mensagem

A crise do coronavírus modificou o modo de consumo da população, apresentando algumas novas tendências no mercado, como o boom do e-commerce. Mesmo bem antes da pandemia, as marcas já vinham investindo em publicidade nas redes sociais, mas esse tipo de negócio ganhou ainda mais força no ano passado. De 2019 para 2021, comparados os primeiros trimestres de cada ano, as empresas investiram quase o dobro em conteúdos pagos no Facebook.

A informação é de um estudo realizado pela Socialbakers, plataforma de soluções para a otimização de perfomance corporativa em mídias sociais. Ainda que a análise dos setores industriais tenha revelado uma desaceleração em comparação ao último trimestre dos últimos dois anos – que compreendem as festas de final de ano -, houve um investimento de 65% nas redes sociais nos primeiros trimestres. A exceção vai para o setor de acomodação, que teve queda de 5% no primeiro trimestre de 2021 quando comparado ao ano passado. 

O Facebook foi a plataforma que ganhou destaque em termos de preferência, por parte das marcas, no Brasil. A Socialbakers identificou que mais de 50% das verbas destinadas às redes sociais foram destinadas ao feed da rede. O investimento em vídeos foi de aproximadamente 5%. Em seguida, o Instagram tem cerca de 20% da preferência, principalmente no que diz respeito às ferramentas que oferece, como os Stories, que tiveram 10% de participação em relação à verba publicitária direcionada à rede.

Em relação aos setores da economia que mais apostaram na publicidade nas redes sociais, destaca-se a indústria de bebidas alcoólicas, que investiu 81% mais no período analisado. Quanto ao e-commerce, as verbas aumentaram 66%. Em relação à moda e beleza, o desembolso com anúncios pagos em redes sociais subiu 52% e 20%, respectivamente. O ramo de alimentação investiu 59% a mais na comparação com o período anterior, enquanto o de finanças ampliou o investimento em publicidade nas redes sociais em 55%.

Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, conta que a rápida mudança  no comportamento do cliente em direção ao comércio eletrônico, impulsionada pela pandemia, fez com que os consumidores passassem a utilizar as mídias sociais não apenas para descobrir novos produtos, mas também para comprá-los, o que acaba impactando nas estratégias dos anunciantes para as redes sociais.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/05/27/investimento-de-marcas-no-facebook-aumentou-na-pandemia.html

26

Mai

Instagram está voltando a mostrar o número de likes

 Essas ultimas semanas o Instagram tem mostrado para algumas pessoas a opção de voltar a ver o número de curtidas em publicações. Ela está em fase de testes, por isso ainda está chegando nas atualizações mais recentes do aplicativo. É que lá em 2019 as curtidas haviam sido desativadas em todo o Instagram. Essa foi uma das decisões mais polêmicas da rede social na época.

Um dos motivos, segundo a equipe do Instagram, é que as pessoas se sentiam menos pressionadas ao não ver o número das curtidas. Assim, essa seria uma maneira de direcionar a atenção das pessoas aos conteúdos dos criadores e não aos números e engajamentos. Com essa nova função, agora você pode decidir se quer voltar a ver o número de curtidas das publicações da sua linha do tempo.

Mas, vale lembrar que essa função é opcional. Quando essa mensagem chegar para sua conta, você pode ativar as curtidas na categoria “Privacidade” em “Configurações”, daí é só tocar em “Publicações” que será o novo botão dedicado aos detalhes do seu feed. 

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/instagram-volta-mostrar-curtidas-no-app/