Mídias Sociais

15

Jun

Twitter trabalha em botão para remover menções em conversas

O Twitter está trabalhando em uma série de funções ainda em fases iniciais de implementação. Uma delas em especial chamou atenção, revelada pelo próprio designer de produto da plataforma, Dominic Camozzi.

Trata-se de um recurso que permite ao usuário remover menções ao seu perfil em uma conversa, evitando que receba novas notificações ou seja acionado por respostas. Isso pode ser realizado caso você tenha sido citado indevidamente, não faça parte daquele tópico ou simplesmente não quer ser incomodado.

A novidade seria implementada sem que seja necessário bloquear ou silenciar usuários. A opção fica no mesmo menu de opções para seguir as pessoas envolvidas ou denunciar o tweet e só é possível remover as menções a si mesmo, sem alterar o status dos demais envolvidos.

O botão para remover a menção ainda está em desenvolvimento.

Ainda de acordo com as imagens liberadas, a remoção não gera qualquer tipo de aviso aos demais envolvidos no tweet.

Segundo Camozzi, a função ainda está em fases inicias de desenvolvimento e não possui garantia de que será oficializada, assim como outras novidades na rede social. Sugestões da comunidade são bem-vindas no feed do designer para ajudar a equipe a alterar o visual ou funcionamento da novidade antes da possível implementação.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/219265-twitter-trabalha-botao-remover-mencoes-em-conversas.htm

15

Jun

WhatsApp começa a testar busca por figurinhas para usuários do iOS; veja como

Após habilitar um atalho para pesquisar facilmente por adesivos no WhatsApp para Android, a novidade agora chegará para todos os testadores beta no iOS. Os experimentadores da versão 2.21.12.1 no Android tiveram acesso a essa adição há cerca de duas semanas.

O WhatsApp já oferecia suporte a um recurso de busca de adesivos, habilitado no ano passado, mas isso agora foi expandido para suportar diversos tipos de figurinhas, inclusive as personalizadas. Ao digitar uma palavra ou emoji específico, o app começará a mostrar também os adesivos em sua biblioteca, além de dar mais destaque aos resultados encontrados.

Os pacotes de adesivos padrão do WhatsApp já contam com esse recurso de modo nativo, então, se você instalou um deles, tente digitar emojis ou palavras relacionadas na barra de bate-papo para ver se está disponível na sua conta. Caso o pacote seja de terceiros, a busca pode não funcionar corretamente, porque não era feita a associação entre emojis e stickers.

Se você criou suas próprias figurinhas, então pode começar a inserir o suporte a essa busca com o aplicativo Sticker Maker Studio, o qual permite inserir palavras e até três emojis simultâneos, ou outra ferramenta similar. Quem não fizer esse vínculo, vai precisar ficar procurando manualmente as figurinhas como ocorre hoje.

A nova atualização já está disponível através do TestFlight, mas pode não ter chegado para todos ainda. Se o recurso não estiver disponível para sua conta do WhatsApp, não se preocupe: as próximas atualizações devem trazê-los para o seu aparelho.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-comeca-a-testar-busca-por-figurinhas-para-usuarios-do-ios-187281/

11

Jun

Facebook Messenger ganha habilidade de transferir dinheiro, mas há uma ressalva

O Facebook anunciou boas adições na mais recente atualização do Messenger, sua plataforma de bate-papo. As novidades — que não foram muitas — incluem um conjunto de novos temas, melhorias em usabilidade e integração com sistema de transferências do Facebook Pay, que permite enviar e receber dinheiro por QR Code.

A maior das novidades, a integração do Messenger com o Facebook Pay, simplifica o processo de transferências e poupa você de baixar mais um aplicativo no celular para enviar ou receber dinheiro de outros usuários do Facebook. Cada pagamento, assim como acontece em carteiras digitais como PicPay e PayPal, pode ser feito através do envio de um link ou escaneamento do QR Code.

No anúncio, o Facebook menciona que o recurso será exclusivo para usuários dos Estados Unidos e justificou a disponibilidade limitada. Contudo, a novidade não deve fazer falta para usuários brasileiros, considerando que o WhatsApp (também do Facebook) trouxe ao Brasil a própria ferramenta de transferências, o WhatsApp Pay, que funciona de forma semelhante, mas no mensageiro mais usado do país.

Mais temas

Em temas, as surpresas são interessantes para dar uma cara nova ao mensageiro. São três novas paletas de cores e papeis de parede para compor as salas de chat: Olivia Rodrigo (inspirado na cantora), Word Oceans Day (em uma homenagem à vida marinha) e F9 (para os fãs da franquia Velozes e Furiosos).

Por fim, o Messenger agora permite responder fotos ou vídeos sem sair da tela de reprodução. Assim, usuários não precisam parar de ver o vídeo e selecioná-lo para elaborar uma resposta. Enquanto você assiste, basta puxar o teclado virtual e enviar a mensagem.

As novidades são distribuídas gradativamente, seja no app do Instagram ou Messenger. Se ainda não apareceram para você, é bom conferir se não há atualizações pendentes na Play Store ou na App Store.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/facebook-messenger-ganha-habilidade-de-transferir-dinheiro-mas-ha-uma-ressalva-187018/

11

Jun

Twitter começa a exibir botões de inscrição em newsletters

A guerra dos boletins de notícias continua a esquentar a briga entre Facebook e Twitter. Após a rede social de Mark Zuckerberg dar indícios de que lançaria o seu recurso até o final do mês, a rede do passarinho se antecipou e já começou a liberar o botão de inscrição nos perfis para o serviço de newsletter da Revue, adquirido recentemente pela empresa de Jack Dorsey.

Ao visitar o perfil de alguém que tenha uma newsletter no serviço, o usuário verá um ícone que dá direito a se cadastrar. Confirmada a inscrição, você começará a receber as notícias diretamente no e-mail vinculado à conta do Twitter. Por enquanto, isto ainda está em fase de testes, portanto é bem provável que pouquíssimos usuários tenham a funcionalidade.

O objetivo é proporcionar uma fonte alternativa de engajamento desses produtores de conteúdo, além de permitir a monetização dentro do serviço. Isso porque a plataforma já anunciou que os redatores poderão criar modelos pagos, voltados especificamente para quem quer se aprofundar em determinado assunto.

Segundo o portal Mashable, o Twitter teria dito que o botão de inscrição chegará primeiro aos perfis na versão web e no aplicativo para Android, e só desembarcará no iOS após “algum tempo”. Possivelmente, a rede quer testar tudo antes de levar a funcionalidade para o público da Apple.

Twitter começa a exibir botões de inscrição em newsletters - Canaltech

Embora pouco popular no Brasil, o Revue é um serviço com boa adesão nos Estados Unidos e reúne alguns profissionais de mídia bastante conceituados. Além de agregar vários jornalistas e escritores, a plataforma oferece uma leitura limpa, sem anúncios e com foco no conteúdo. Após a aquisição do serviço pelo Twitter, criou-se uma certa incerteza sobre o seu futuro, mas agora a companhia começa ter seus objetivos revelados.

Apoio na monetização

Além de permitir a criação de newsletters sobre temas variados, o serviço tira proveito de toda imensa base de usuários do serviço de microblogging para impulsionar a disseminação dos conteúdos. Quem já tem muitos seguidores pode sair na frente dos concorrentes.

Essa novidade também deve ajudar nas finanças da rede social, afinal ela tem sofrido com queda na publicidade online. O passarinho azul deverá cobrar uma taxa de 5% sobre o valor das assinaturas dos boletins informativos pagos, metade do valor que concorrentes como o Substack cobram.

Já o Facebook disse que não descontará nada dos ganhos dos criadores até 2023. Além disso, a plataforma social pretende investir capital neste início para impulsionar o negócio e atrair escritores renomados para seu sistema.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/twitter-comeca-a-exibir-botoes-de-inscricao-em-newsletters-187007/

10

Jun

Facebook, Whatsapp e Instagram tiveram instabilidade na noite de ontem

As redes sociais Facebook, Instagram e Whatsapp passaram por instabilidade no funcionamento no começo da noite desta 4ª feira (9.jun.2021).

O site Downdetector, que monitora problemas em sites da internet, registrou um pico de reclamações de usuários nas 3 redes.

O Whatsapp foi o que mais recebeu notificações de problemas. Às 19h44 foram reportados 4.608 reclamações, a maior parte referindo-se a dificuldades no envio de mensagens.

As queixas mais comuns de Facebook e Instagram foram de falhas gerais nos aplicativos.

Dentre os registros de problemas, pessoas relataram travamento no sistema e lentidão. As falhas ocorreram tanto em celulares quando no acesso por computador.

Fonte: Poder360, disponível em: https://www.poder360.com.br/tecnologia/facebook-whatsapp-e-instagram-tem-instabilidade-na-noite-desta-4a-feira/

10

Jun

Facebook pode lançar seu primeiro smartwatch em 2022

O mercado dos smartwatches ainda não explodiu como se esperava na década passada, mas isso não impede que as grandes empresas continuem investindo. Além da Apple, que é a principal referência do mercado com o Apple Watch, gigantes como a Samsung e a Xiaomi também disputam esse nicho. Agora, o Facebook é o próximo nome a embarcar nessa brincadeira.

Segundo o The Verge, a ideia é lançar o relógio no verão do hemisfério norte de 2022. O Facebook Group não confirmou oficialmente nenhuma informação, mas segundo a matéria, o relógio deve ter duas câmeras que podem ser destacadas do corpo do relógio para serem usadas para tirar fotos ou gravar vídeos. Além disso, o relógio teria uma tela de 1080p de definição, câmera com foco automático e corpo de aço.

O Facebook estaria negociando com outras empresas para criarem acessórios para o produto, como suportes para mochilas. A ideia, ao que parece, não é exatamente disputar o mercado com produtos como o Apple Watch, mas encontrar um meio-termo entre os smartwatches e os smartphones. Mesmo sem confirmação, o projeto faria sentido se lembrarmos que há anos o fundador da empresa, Mark Zuckerberg, tem falado sobre seus planos de criar mais produtos.

Caso o Facebook de fato lance o seu relógio ainda sem nome e invista mais em gadgets do tipo, é provável que a empresa se torne uma concorrente direta de gigantes como a própria Apple e o Google – outra empresa da internet que só começou a investir em produtos próprios na última década, como por exemplo a linha de celulares Pixel.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/145464/facebook-pode-lancar-seu-primeiro-smartwatch-em-2022/

10

Jun

Pinterest permite a adição de pronomes pessoais aos perfis

No Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Pinterest anunciou que, nas próximas semanas, os usuários da plataforma poderão adicionar pronomes pessoais que melhor representem sua identidade de gênero aos seus perfis. Tanto os perfis de usuários quanto de negócios podem escolher os pronomes nas configurações da plataforma e eles aparecerão ao lado do nome. A opção de pronome estará disponível nos idiomas locais em mais de 15 países, incluindo Estados Unidos, Espanha, Itália, França e Brasil.

A novidade faz parte da nova campanha do Orgulho “Show Your True Colors”, voltada ao criador da plataforma, que foi lançada nesta quarta-feira, 9. O filme (veja abaixo) disponível nas redes sociais da plataforma, destaca seis criadores LGBTQIA+, como Zooey Gleaves, do Reino Unido, e Boubou Belbak, da França, que falam sobre como o Pinterest os ajudou a se expressarem e explorarem sua sexualidade. O Pinterest trabalhou com a agência de criação independente Platform 13 e o diretor Mollie Mills no filme.

Além do filme, durante este mês, o Pinterest promoverá uma série de atividades sob o tema “Mostre suas verdadeiras cores”, para estimular a inspiração, a celebração e as ações entre os usuários da plataforma e os criadores de conteúdo. Entre essas ações, a rede destacará os conteúdos produzidos pelos criadores da comunidade LGBTQIA+ na aba Hoje.

Outra iniciativa promovida pela plataforma é que, nas próximas semanas, quando os usuários pesquisarem por “Orgulho” no Pinterest, encontrarão sugestões de buscas em todas as cores do arco-íris. Essa experiência estará disponível para todos os usuários nos Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Suíça, Áustria, Espanha, Itália, Japão, Brasil, México, Argentina e Colômbia. Quem pesquisar por “Orgulho” na plataforma ainda encontrará um fundo bastante festivo sob a barra de pesquisa, com recomendações adicionais de busca.

Para finalizar, em 23 de junho, o Pinterest promoverá um evento global sob o tema “Mostre suas verdadeiras cores”, com o objetivo de fomentar inspiração e discussões sobre ser um criador de conteúdo ou uma empresa LGBTQIA+, ou ambos, em 2021. Todos os criadores de conteúdo no Pinterest poderão participar de sessões educacionais e inspiradoras destinadas a despertar a criatividade e descobrir o real significado de ser um criador de conteúdo ou uma empresa LGBTQIA+.

Por fim, a plataforma doará uma quantia para a Immigration Equality, uma associação líder na luta pelos direitos de imigração LGBTQIA+, para a Mermaids, no Reino Unido, que trabalha com a diversidade de gênero com crianças, jovens e as famílias deles, e para a BLAQ, que está comprometida em empoderar as comunidades LGBTQ + aborígenes e os habitantes das ilhas do Estreito de Torres, por meio da inovação, inclusão , compreensão e promoção. Além disso, o Pinterest igualará as doações de funcionários para organizações que apoiam as questões da comunidade.

Esta não é a primeira iniciativa do Pinterest em relação à diversidade e inclusão. Em março deste ano, a plataforma expandiu sua ferramenta de gama de tons de pele, que permite aos usuários filtrar termos de pesquisa para se adequar ao tom mais próximo ao seu tom de pele, para treze novos países, incluindo França, Itália, Espanha, Alemanha, Suíça, Áustria, Holanda, Índia, Indonésia, México, Argentina, Brasil e Colômbia.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/06/09/pinterest-permite-a-adicao-de-pronomes-pessoais-aos-perfis.html

10

Jun

Instagram explica como funcionam os seus algoritmos

Como o Instagram decide quais publicações aparecem primeiro para cada usuário? Por que algumas postagens são mais visualizadas? Tentando responder a questionamentos como estes, o CEO da empresa, Adam Mosseri, publicou um comunicado nessa terça-feira (08) explicando o funcionamento da rede social.

Um dos pontos abordados foi o “algoritmo do Instagram”. Segundo Mosseri, a plataforma conta com uma “variedade de algoritmos, classificadores e processos”, para diferentes finalidades. Tais tecnologias ajudam a personalizar a experiência dos usuários, identificando seus hábitos.

O executivo comentou que os algoritmos usados no Feed e no Stories levam em conta centenas de “sinais” para definir o que mostrar primeiro para cada pessoa. Com base em critérios como horário da publicação, curtidas, interação e localização, o app dá destaque às postagens de quem você segue.

Já nas seções Explorar e Reels, o mecanismo funciona um pouco diferente, para levar o usuário a descobrir coisas novas, apresentando publicações de quem ele não segue. A plataforma também considera a sua atividade recente e prioriza conteúdos que acredita serem do seu interesse, evitando recomendar posts sensíveis e vídeos com resolução ruim.

“Shadowbanning” e dicas para influenciar o algoritmo

Mosseri também deu explicações sobre a prática de limitar o alcance de alguns posts (shadowbanning), da qual o Instagram é acusado. Segundo ele, nem sempre um menor número de curtidas se deve a algum tipo de penalização, pois a “maioria dos usuários vê menos da metade do seu feed”.

Quanto aos casos de remoção de conteúdos e outros tipos de punição, o executivo afirmou que a empresa tem trabalhado em maneiras de melhorar o seu sistema de notificação, para indicar as causas daquela penalização.

Por fim, o CEO deu dicas para quem quer influenciar o algoritmo da rede social. Adicionar os “melhores amigos” no Stories, silenciar uma conta e marcar postagens recomendadas como “não tenho interesse” ajudam a melhorar a sua experiência.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/218932-instagram-explica-funcionam-algoritmos.htm

9

Jun

Facebook e Instagram lançam novas formas de usuários ganharem dinheiro

Nesta terça-feira (8), o Facebook anunciou novas formas de remuneração para influenciadores e criadores de conteúdo, tanto em sua plataforma principal, quanto no Instagram. Entre as principais novidades, estão o novo programa de afiliação, as novas funcionalidades para lojas integradas e recursos de remuneração para transmissões ao vivo.

Destaque, o recurso "Afiliado" é um programa para o Instagram que busca recompensar os criadores de conteúdo pelas vendas, de outras marcas, que eles incentivarem. Esses usuários poderão encontrar novos produtos no momento da finalização de uma compra e, assim, também recomendá-los aos seus seguidores — aumentando o fluxo de transações no sistema de lojas integradas.

Segundo o Facebook, o recurso entrará em fase de testes nos próximos meses e contará com a participação de algumas empresas norte-americanas.

Programa de Afiliados do Instagram. (Fonte: Instagram / Divulgação)

Nesse contexto, as próprias lojas do Instagram também receberam uma expansão e contarão com novos recursos. Agora, contas pessoais também poderão possuir lojas próprias e vender seus produtos diretamente, como preferirem.

Similarmente, a plataforma também permitirá o vínculo de criadores de conteúdo com um entre seus quatro parceiros, sendo eles Fanjoy, Represent, Spring e UMG, possibilitando a criação de uma nova conta para promover os respectivos produtos. Esse recurso será liberado inicialmente nos Estados Unidos, até o final deste ano, conforme os requerimentos exigidos para as contas.

Novidades para os streamers

Para os criadores de conteúdo ao vivo, o Facebook anunciou a chegada dos "marcos", que funcionam como tarefas que recompensam os usuários com pagamentos extras quando completadas. Seus objetivos podem variar de acordo com várias metas, tais como transmitir com uma outra conta no Instagram ou obter uma determinada quantidade de estrelas em um curto período.

Marcos no Instagram e Facebook, respectivamente. (Fonte: Instagram / Divulgação)

Todas essas mudanças estão de acordo com a visão de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook: "nosso objetivo é ser a melhor plataforma para criadores de conteúdo como vocês ganharem dinheiro," ele explica.

Zuckerberg ainda acrescenta que, "se você tem uma ideia que deseja compartilhar com o mundo, você deve ser capaz de criá-la e divulgá-la com facilidade e simplicidade — no Facebook e no Instagram — e então ganhar dinheiro com seu trabalho," conclui.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/218867-facebook-instagram-lancam-novas-formas-usuarios-ganharem-dinheiro.htm

8

Jun

Privacidade: diferenças entre WhatsApp, Telegram e Signal

Desde que o WhatsApp anunciou a atualização de seus termos e condições, um grande número de usuários decidiu migrar para outros aplicativos de mensagens, como Telegram ou Signal. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, já mencionou que deixar de usar o WhatsApp não seria a solução para evitar possíveis problemas de privacidade e uso de informações pelas empresas. Agora, a ESET analisa as principais características dos aplicativos de mensagens mais populares para que os usuários possam escolher aquele que melhor atende às suas necessidades.

Antes de iniciar essa análise, no entanto, a ESET apresenta o contexto de cada um dos apps:

- O WhatsApp, atual líder em mensagens com mais de 2 bilhões de usuários, foi comprado em 2014 pelo Facebook. A partir dessa compra, o app cresceu em funcionalidades como canais e bate-papos em grupo, videochamadas, criptografia ponta a ponta e, recentemente, sistema de pagamento. Ou seja, é a aplicação mais utilizada, com amplas funcionalidades, e pertence a um dos maiores conglomerados empresariais da Internet.

- O Telegram, com mais de 500 milhões de usuários, pertence a uma organização autofinanciada e sem fins lucrativos fundada pelos irmãos russos Nikolái e Pável Dúrov, atualmente com sede em Dubai. Ele é um app gratuito e, embora os desenvolvedores tenham buscado como monetizá-lo em 2021 para cobrir despesas de infraestrutura, eles garantem que isso não será feito por meio de publicidade ou venda do app a uma empresa, mas com funcionalidades especiais para usuários comerciais ou premium.

- O Signal, ao contrário dos anteriores, é um aplicativo de código aberto, cujas bibliotecas e protocolos são publicados no github. Isso torna a implementação do aplicativo e seus protocolos de segurança facilmente verificáveis por toda a comunidade. Ainda que o Signal tenha começado a ganhar destaque em 2015, depois que Edward Snowden elogiou sua privacidade e segurança em uma conferência, atualmente ele tem mais de 10 milhões de usuários e um crescimento exponencial graças às recomendações de vários especialistas e figuras conhecidas como Elon Musk.

“Levar em consideração o contexto nos ajudará a entender melhor a posição que cada aplicativo tem em relação à privacidade e aos serviços que oferece aos seus usuários, bem como as vantagens e desvantagens de cada um deles. É importante levar em consideração a origem das aplicações quando se trata de questões de segurança e privacidade”, comenta Cecilia Pastorino, Pesquisadora do Laboratório da ESET na América Latina.

A ESET recomenda a leitura dos termos de serviço e política de privacidade de cada um desses aplicativos, que podem ser acessados nos seguintes links: política de privacidade do WhatsApppolítica de privacidade do Telegram e política de privacidade do Signal.

“À primeira vista, a quantidade de dados que o WhatsApp coleta é surpreendente em comparação com o Telegram ou Signal. É claro que existem dados essenciais que facilitam o funcionamento desses aplicativos, como o número do telefone, o perfil do usuário ou os contatos. Enquanto o resto dos dados que o WhatsApp coleta são usados para melhorar a experiência do usuário, dar suporte e integrá-lo com outros aplicativos do Facebook, entre outras coisas, também é um pouco excessivo em termos de privacidade”, acrescenta Pastorino.

Ao revisar as funcionalidades de cada aplicativo em termos de segurança, bem como as práticas para o usuário, como chamadas em grupo ou o uso de emojis, que são bastante semelhantes, a ESET analisa os aspectos relevantes de privacidade e proteção da segurança das mensagens e dados enviados.

O primeiro aspecto de segurança que a ESET destaca é que os três aplicativos possuem criptografia de ponta a ponta em suas mensagens. Isso significa que as mensagens são criptografadas no dispositivo do remetente e descriptografadas no do destinatário. As mensagens trafegam criptografadas por toda a comunicação, não permitindo que os servidores de aplicativos as descriptografem. No entanto, o WhatsApp não criptografa os metadados, ou seja, informações adicionais como para quem é enviada a mensagem (e os dados mencionados no início) e esse tipo de informação pode ser usado para deduzir com quem você está falando, a que horas, há quanto tempo, etc.

No caso do Telegram, a criptografia ponta a ponta só está disponível em mensagens secretas. No entanto, as comunicações regulares também são criptografadas entre o cliente e o servidor com o protocolo do próprio Telegram, que se mostrou muito seguro. Isso se deve principalmente ao fato de o Telegram ser um serviço baseado em nuvem, que apresenta algumas vantagens, como armazenar um backup criptografado e não depender da conexão telefônica para utilizar sua versão web ou desktop. Em caso de roubo do dispositivo móvel ou quando a bateria acabar, o serviço de mensagens pode continuar a ser usado a partir de um computador.

Entre outros aspectos, a ESET destaca a verificação em duas etapas, configuração essencial para evitar clonagem ou roubo de conta. Todos os apps analisados têm a capacidade de bloquear o aplicativo com um PIN ou impressão digital, para evitar que terceiros leiam as mensagens quando o telefone está desbloqueado. Além disso, o Telegram e o Sinal agregam a opção de receber notificações sem conteúdo para não revelar textos ou remetentes no recebimento de uma mensagem.

Quando se trata de excluir mensagens enviadas, os três têm essa opção. Além disso, o Signal e o Telegram têm a possibilidade de "autodestruir" uma mensagem depois de lida pelo receptor. No caso do WhatsApp, a opção está disponível depois de decorridos 7 dias do recebimento da mensagem, tempo muito superior aos minutos ou segundos oferecidos por seus concorrentes. Além disso, o Telegram e o Signal fornecem um sistema de bloqueio de captura de tela que, embora não garanta que uma foto não seja tirada de outro dispositivo, adiciona proteção extra.

Por fim, o Signal adiciona alguns pontos extras, pois permite anonimizar o endereço IP do remetente em chamadas de vídeo e enviar mensagens sem revelar o número de telefone ou perfil do remetente.

A pesquisadora da ESET conclui: “Cada aplicativo tem vantagens e desvantagens. O WhatsApp possui amplas funcionalidades de comunicação e é o mais utilizado, por isso provavelmente é mais prático para a comunicação diária ou com aqueles contatos que não utilizam outro aplicativo. No entanto, ao usá-lo, os dados e informações que estão sendo utilizados pelo conglomerado do Facebook estão sendo transferidos. O Telegram ficaria em algum lugar entre o Signal e o WhatsApp, com um número crescente de usuários e cada vez mais popular. Embora pertença a uma empresa privada, ele coleta muito menos informações e tem os mesmos (ou até mais) recursos do WhatsApp. No entanto, se você decidir usá-lo, é importante lembrar-se de utilizar bate-papos secretos para comunicações privadas. Por fim, o Signal é claramente o aplicativo que possui os melhores recursos de segurança, além de garantir a privacidade das informações. Porém, ainda é um aplicativo pouco conhecido e talvez muitos dos contatos não o utilizem”.

Para saber mais sobre segurança da informação, acesse o portal de notícias da ESET: https://www.welivesecurity.com/br

 

8

Jun

WhatsApp testa método de verificação de número por chamada

Em breve, você poderá receber uma ligação automática do WhatsApp quando for ativar a sua conta em um novo celular. A novidade foi revelada pelo WABetaInfo nesse domingo (6), que encontrou o método alternativo de verificação de login na versão beta do mensageiro para Android.

De acordo com a publicação, o recurso denominado “Chamadas Flash” está presente na versão 2.21.11.7 do WhatsApp Beta e é oferecido ao usuário sempre que ele precisar verificar a sua conta. Ao entrar na tela de solicitação do código de verificação de seis dígitos, o app pede permissão para ler o registro de ligações do smartphone.

Ao conceder a permissão, o WhatsApp irá ligar para o telefone com o objetivo de verificar se o número é o mesmo do envio do código numérico. Trata-se de uma chamada curta, que será encerrada automaticamente, permitindo o login no serviço a seguir.

No momento, a confirmação do número na plataforma é feita pelo envio de SMS com um código de seis dígitos, que deve ser inserido na tela. Também é possível receber a combinação de dígitos por meio de ligação, caso haja problema com o sistema de mensagem.

Método não deve funcionar no iPhone

Ainda conforme o site, o novo método de verificação do WhatsApp por chamada telefônica não deverá estar disponível no iPhone. Como o iOS não permite o acesso ao histórico de chamadas por apps de terceiros, o serviço de mensagens fica impossibilitado de realizar a ligação.

Outro detalhe é que a novidade não substituirá o atual sistema de confirmação por SMS nem o envio do código por ligação. Ele será oferecido de forma opcional ao usuário do aplicativo, junto com as demais alternativas já existentes.

Por enquanto, não há informações sobre quando a função será lançada na versão estável do app para Android, apesar dos indícios de que ela esteja em fase final de desenvolvimento.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/218766-whatsapp-testa-metodo-verificacao-numero-chamada.htm

8

Jun

Facebook vai passar a detalhar taxas que Google e Apple cobram de criadores

Apesar de ser conhecido como uma rede social, o Facebook tem na publicidade um de seus maiores negócios — e o Google e a Apple como alguns de seus maiores competidores. No que parece ser uma ação para se destacar em meio à concorrência, a rede social revelou que vai alterar sua interface para criadores para mostrar exatamente o quanto eles pagam a cada empresa simplesmente por operar na plataforma.

A nova tela ainda não tem data de estreia definida, mas a empresa já revelou o primeiro relance do que os usuários vão encontrar. Nela, criadores vão poder ver os ganhos totais e quanto foi descontado em impostos e em taxas adotadas pelo próprio Facebook, pela Apple e pelo Google — depois de todos esses descontos, eles poderão conferir o quanto efetivamente vão ganhar.

O anúncio da nova interface veio acompanhada por uma mensagem publicada pelo CEO Mark Zuckerberg em seu perfil na rede social. Ele revelou que o uso de eventos online, assinaturas de fãs e produtos futuros de notícias independentes vão ser mantidos totalmente gratuitos para criadores até 2023.

“E, assim que introduzirmos uma divisão de receita, ela vai ser menos do que os 30% que a Apple e os outros tiram”, finalizou Zuckerberg. Anteriormente, a empresa havia revelado que iniciaria seu plano de monetização ainda em 2021 — a mudança pode estar ligada à estratégia de expandir o uso da rede social como uma forma de transmitir eventos esportivos que nem sempre são contemplados pela televisão.

A referência com críticas à Apple feita pelo executivo não pode ser ignorada, visto que as duas companhias não estão nos melhores termos atualmente. O Facebook está entre os maiores críticos do sistema App Tracking Transparency introduzido pelo iOS 14.5 que, ao permitir que usuários barrem a coleta de dados pessoais, tira da plataforma a capacidade de vender anúncios direcionados precisos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-vai-passar-a-detalhar-taxas-que-google-e-apple-cobram-de-criadores-186639/

8

Jun

Redes sociais e sites de notícias são atingidos por interrupções

Deu na Folha de S.Paulo: 

Interrupções múltiplas na internet atingiram redes sociais e sites de notícias em todo o mundo nesta terça-feira (8), com relatos apontando para um problema no serviço de computação em nuvem Fastly, sediado nos Estados Unidos.

Quase 21 mil usuários do Reddit relataram problemas com a rede social, enquanto mais de 2.000 usuários relataram problemas com a Amazon, de acordo com o site que monitora interrupções na internet Downdetector.com. O Twitch, que pertence à Amazon, também registrava interrupção. Procurada pela agência de notícias Reuters, a empresa ainda não comentou o caso.

Os sites de veículos de imprensa como Financial Times, The Guardian, The New York Times, Bloomberg News, CNN e Al Jazeera também enfrentavam problemas por quase uma hora. Plataformas de streaming como Spotify, Hulu, sites de instituições oficiais como da Casa Branca e do governo britânico também tiveram instabilidade.

Segundo a Reuters, os sites voltaram a apresentar estabilidade por volta das 8h36 (horário de Brasília).

O serviço de computação em nuvem Fastly disse que está investigando "o potencial impacto para a performance de nosso serviço", de acordo com o site da empresa.

De acordo com o site da companhia, a maioria das áreas de cobertura da Fastly enfrentava "performance degradada".

A Fastly é um dos provedores de rede de entrega de conteúdo baseado em nuvem mais usados do mundo. A empresa afirma que o problema foi identificado e uma correção foi aplicada. Segundo a Fastly, os clientes podem ter um aumento na carga de origem conforme os serviços globais retornam.

A empresa, que abriu o capital em 2019 e tem uma capitalização de mercado de US $ 5 bilhões (R$ 25,2 bilhões), é muito menor do que concorrentes como o AWS, nuvem da Amazon. A empresa atua facilitando o fluxo de sites, seguindo rotas menos congestionadas, o que permite alcancem os consumidores com maior rapidez.

Foto: Getty Images AFP / Fonte disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/06/redes-sociais-e-sites-de-noticias-sao-atingidos-por-interrupcoes.shtml

7

Jun

Pra evitar amigos e familiares: Tinder agora permite que usuário bloqueie pessoas pelo número de telefone

Situação chata clássica do Tinder: você está lá deslizando pra direita e pra esquerda quando de repente aparece um amigo, familiar e ex de opção de contato que te deixa sem graça de estar usando o aplicativo – até porque se você consegue vê-lo na plataforma, ele também tem acesso a seu perfil.

O problema aparentemente é grande o suficiente pra fazer a companhia tomar providências para o usuário conseguir evitar estes momentos. Nesta sexta (4), o Tinder anunciou uma nova ferramenta que permite ao público bloquear pessoas na rede social com base nos números de telefone presentes na agenda do celular.

De acordo com a seção de ajuda da plataforma, o recurso está disponível desde hoje nas configurações da conta, dentro da seção tradicional de bloqueio de contato. Os usuários terão como barrar a lista completa de contatos, limitar números individuais e voltar atrás nas decisões a qualquer momento, enquanto o Tinder garante que não vai armazenar os dados para além do que foi fornecido pela conta.

O mais divertido dessa novidade é que ela é preventiva acima de tudo. Você não vai ter como saber quem entre os contatos tem um perfil na rede social, apenas bloqueá-lo com base no número fornecido durante a criação do usuário – e se a pessoa trocou de dado, é bem possível que ela apareça nas opções do algoritmo.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/145167/pra-evitar-amigos-e-familiares-tinder-agora-permite-que-usuario-bloqueie-pessoas-pelo-numero-de-telefone/

7

Jun

YouTube Shorts chega ao Brasil hoje

O YouTube anunciou, nesta segunda-feira (07), o lançamento do YouTube Shorts no Brasil. A ferramenta permite a criação de vídeos curtos originais e o remix de conteúdos usando áudios que já estão na plataforma.

O YouTube explicou que o novo recurso permitirá que os produtores de conteúdo dêem um toque criativo aos seus vídeos e possam até mesmo encontrar novos públicos. Entre formatos já consagrados de vídeos curtos estão reações à piadas, experimentação de receitas e encenação de esquetes cômicas.

Os criadores poderão desativar a opção de reaproveitar os vídeos caso eles não queiram que outras pessoas utilizem seus materiais para remixar. No caso das músicas, o site do Google fez acordos com gravadoras e produtoras para garantir que a comunidade tenha sons e faixas musicais disponíveis para uso.

Concorrente do TikTok

O Shorts é a tentativa do YouTube de concorrer com os vídeos curtos do TikTok, que explodiu em popularidade e foi mais baixado do que o Facebook e o Instagram em 2019.  A ferramenta do Google foi anunciada em setembro de 2020 em uma versão beta na Índia. De acordo com a gigante da tecnologia, os canais que utilizam o formato mais que triplicaram desde dezembro.

Em março deste ano, o Shorts chegou aos Estados Unidos e desde então globalmente a plataforma já ultrapassou 6,5 bilhões de visualizações diárias.

YouTube Shorts

“O lançamento do Shorts é uma evolução fundamental para o YouTube, seguindo um movimento cultural em direção à criação e consumo de vídeos curtos, e uma forma chave para capacitar qualquer pessoa a se tornar um criador diretamente de seu celular. Além disso, é um produto divertido para os espectadores aproveitarem nos pequenos momentos do dia, conectando-os ao conteúdo e aos criadores que amam”, afirmou Patrícia Muratori, diretora do YouTube Brasil.

De acordo com a empresa, o formato receberá novos recursos nos próximos meses, incluindo opções de monetização, novas ferramentas de criação e experiências novas de reprodução.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/218622-youtube-shorts-chega-brasil-segunda-feira-07.htm