Mídias Sociais

16

Jun

Mídias Sociais

Estudo: Netflix e YouTube são inimigos do home office

A rotina de muitos trabalhadores mudou completamente depois que a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) estourou no planeta. Empresas em que é possível realizar o trabalho remotamente não hesitaram em mandar seus funcionários para casa para a prática do home office. Até há relatos de que algumas pensam em manter essa rotina mesmo com o fim do surto da COVID-19. O problema, porém, é que trabalhar de casa, para algumas pessoas, pode não ser tão produtivo, principalmente com ferramentas como YouTube e Netflix à disposição. Bem, pelo menos é o que mostrou um estudo da NetMotion Software.

De acordo com a empresa, 74% dos funcionários que trabalham em home office estão utilizando a Netflix, o YouTube ou ambos em aparelhos corporativos, ou seja computadores, celulares ou tablets que são emprestados pelas companhias aos trabalhadores. Essa análise foi feita com base em dados agregados obtidos do tráfego em VPNs.

O estudo detalha que um quinto dos funcionários gasta mais de 10 horas por semana em plataformas de streaming de entretenimento, enquanto 45% assistem a conteúdo de vídeo por 5 a 10 horas semanais. Enquanto isso, quase um terço admitiu acessar conteúdo não relacionado ao trabalho por meio de dispositivos corporativos durante o horário comercial, destacando uma potencial perda de produtividade.

Não é só streaming

Além das plataformas de entretenimento, a NetMotion alerta que funcionários podem colocar seus dispositivos em risco acessando outros serviços menos seguros, como sites maliciosos, o que dá ainda mais trabalho às equipes de segurança das empresas.

"Com a maioria dos funcionários trabalhando remotamente, as equipes de TI parecem estar lutando para obter visibilidade de como seus dispositivos estão sendo usados. Se eles não conseguirem ver ou limitar o uso de dispositivos de propriedade da empresa para atividades relativamente inofensivas, como a transmissão de conteúdo do YouTube, também não poderão determinar se os funcionários estão envolvidos em comportamentos potencialmente arriscados, como visitar sites inadequados ou desagradáveis introduzir malware na rede", diz o relatório.

Para minimizar ameaças desse tipo, a NetMotion Software defende uma mudança para arquiteturas descentralizadas e de confiança zero, que estão mais alinhadas com os ambientes remotos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/netflix-e-youtube-sao-inimigas-do-home-office-afirma-estudo-166435/

16

Jun

Mídias Sociais

Instagram anuncia atualizações para o mês do Orgulho LGBTQI+

O Instagram anunciou o lançamento de novos recursos em homenagem ao mês do Orgulho LGBTQI+. Entre as novidades estão adesivos exclusivos e filtros de realidade aumentada, que incluem as cores de mais de 12 bandeiras que representam diferentes identidades de gênero e sexualidade. Todas as atualizações já estão disponíveis para dispositivos Android e iOS.

Em parceria com a ONG Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD), a rede social também identificou mais de 100 hashtags populares entre a comunidade LGBTQI+ que aparecerão em um gradiente de arco-íris quando utilizadas no Stories ou em publicações.

Além disso, quem publicar uma dessas hashtags, terá sua foto de perfil contornada com as cores da bandeira. Entre os termos selecionados, os que ganham mais destaque no Brasil são #Orgulho e #CompartilheComOrgulho.

Os cinco novos adesivos criados em homenagem ao mês do Orgulho LGBTQI+ 

Segundo o Instagram, a iniciativa tem como objetivo conectar a comunidade LGBTQI+ na plataforma, já que os eventos presenciais que marcam o mês de junho foram cancelados devido à pandemia do novo coronavírus. Além das hashtags, novos adesivos foram adicionados à cartela de opções já existentes.

Os desenhos foram desenvolvidos por criadores da rede social, entre os quais a ilustradora brasileira Niege Borges (@niegeborges) faz parte. Ela foi responsável por dois dos cinco novos adesivos. “Eu espero que todos possam expressar seu orgulho da maneira que puderem, de suas casas. Vamos celebrar juntos este momento, mesmo que a distância”, comentou a ilustradora.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/154190-instagram-anuncia-atualizacoes-mes-orgulho-lgbtqi.htm

16

Jun

Mídias Sociais

Google revê política de segmentação de anúncios

O Google anunciou que está introduzindo uma nova política que pretende restringir práticas discriminatórias de segmentação de anúncios. Segundo a companhia, os anunciantes não poderão mais usar gênero, idade, estado civil, CEP e condição parental para segmentar os consumidores em áreas como emprego, moradia e serviços de crédito.

Embora o gigante de tecnologia não tenha fornecido um cronograma específico de quando a nova política entra em vigor, Scott Spencer, vice-presidente de gerenciamento de produtos para privacidade e segurança de anúncios do Google, diz que as mudanças serão lançadas “o mais rápido possível”.

Nos Estados Unidos, o movimento Black Lives Matter tem provocado muitos líderes da indústria a olhar para suas tecnologias de publicidade em busca de possíveis práticas discriminatórias. A Vice Media, por exemplo, convidou os anunciantes a reexaminarem suas listas de segmentação por palavras-chave, já que recentemente alguns começaram recentemente a bloquear palavras como “negros” e “BLM”.

Na segunda-feira, 8, Will Cady, chefe de estratégia de marca do Reddit, descreveu o impacto das chamadas listas brancas na mídia multicultural. “O que começou como uma medida protecionista para os anunciantes manterem suas marcas distantes do conteúdo tóxico evoluiu para uma cruzada moral de alavancagem financeira para limpar toda a internet”, escreveu ele. “O problema é que a prática da ‘lista branca’ determina onde o dinheiro e, portanto, os recursos, fluem pela Internet – e seus padrões estão repletos de preconceitos inconscientes.”

A lei federal norte-americana proíbe práticas de segmentação que usam categorias como raça e religião, mas a complexidade das tecnologias de publicidade podem torná-las invisíveis para o público geral. Spencer afirmou que o Google vem trabalhando junto ao Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos EUA nessas mudanças “há algum tempo”.

“Por mais de uma década, nós também temos políticas de publicidade personalizadas que proíbem os anunciantes de segmentar usuários com base em categorias sensíveis relacionadas à sua identidade, crenças, sexualidade ou dificuldades pessoais”, escreveu Spencer . “Isso significa que não permitimos que os anunciantes segmentem anúncios com base em categorias como raça, religião, etnia ou orientação sexual, para citar alguns. Avaliamos e desenvolvemos regularmente nossas políticas para garantir que elas estejam protegendo os usuários de comportamentos como discriminação ilegal”.

O executivo também apontou os esforços do Google na distribuição de US$ 1 bilhão para o desenvolvimento de moradias populares na área da baía de São Francisco, o que levou a inauguração de centenas de unidades em seis meses.

“Nós apreciamos as orientações do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano em nos ajudar a progredir nessas questões importantes”, acrescentou Spencer. “Nós vamos continuar trabalhando com o Departamento, especialistas em direitos civis e habitação e com a indústria de publicidade para tratar da discriminação na segmentação de anúncios”. No ano passado, o Facebook anunciou uma medida parecida com a adotado pelo Google para a publicidade em sua plataforma.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/15/google-reve-politica-de-segmentacao-de-anuncios.html

15

Jun

Mídias Sociais

WhatApp lança ferramenta para enviar e receber dinheiro

O WhatsApp lançou nesta segunda-feira (15) novo recurso que permite transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo de mensagens, com a proteção da plataforma Facebook Pay. 

No primeiro momento, a novidade estará disponível para clientes do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi que têm cartão de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard. As transações serão processadas pela Cielo e não preveem custos para consumidores e pessoas físicas. Já as empresas terão de arcar com uma taxa por transação recebida. As pequenas empresas são um dos principais focos do lançamento.

“Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap a essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento”, diz o comunicado do Whatsapp.

Para utilizar a ferramenta, o usuário precisa cadastrar seu cartão na plataforma Facebook Pay e cadastrar uma senha numérica (PIN) de seis dígitos como proteção. Também é possível usar biometria, como leitor de digitais e reconhecimento facial, para autorizar transações. Para receber o dinheiro, o contato precisa estar cadastrado no Facebook Pay.

Com informações da Agência Brasil

15

Jun

Mídias Sociais

Snapchat recebe integração com outros aplicativos e games

A Snap revelou uma série de novidades para o aplicativo Snapchat durante o evento online Snap Partner Summit 2020, incluindo novas integrações da plataforma com outros apps. A mudança mais significativa é o lançamento dos Minis, que permitem rodar outros aplicativos dentro do mensageiro.

Segundo explica a companhia, os Minis estão presentes dentro do chat da plataforma e permitem realizar ações de outros apps instantaneamente. As ferramentas presentes no lançamento incluem uma versão reduzida do aplicativo de meditação Headspace, uma janela de compra de ingressos de cinema da Atom e também Flash Cards, que servem para estudar idiomas e outros assuntos.

De acordo com o CEO da companhia, Evan Spiegel, a adição dos Minis tem potencial para auxiliar o Snapchat a crescer no comércio eletrônico, já que futuramente deve ganhar integração com plataformas de e-commerce. "Você poderá fazer comprar com os seus amigos, o que pode ser uma experiência bem divertida", explica o executivo.

Licenciamento para games

A empresa também abriu um programa de licenciamento de Bitmojis para games. Agora, desenvolvedores interessados podem utilizar a tecnologia para transformar os personagens do Snapchat em avatares personalizados dentro de jogos.

Para o lançamento da novidade, a Snap fechou parcerias com jogos como Scrabble GO Uno, que agora possuem a opção de criar um avatar usando o sistema de Bitmojis. A empresa liberou um trailer mostrando a funcionalidade em ação.

A Snap também anunciou que permitirá que outros aplicativos integrem a câmera do Snapchat em seus serviços, garantindo o uso de filtros e outras funções sem a necessidade de abrir a plataforma. A novidade já foi confirmada nos apps da Nike, Squad e MLB Ballpark.

Além de revelar a expansão do Snapchat e novas integrações para o app, a empresa também apresentou outras novidades voltadas especialmente para os usuários da plataforma. As melhorias incluem uma barra de navegação, que estava em testes desde o começo do ano, 10 novos jogos e "mais inteligência" para a câmera, que agora consegue identificar plantas e cachorros.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/154112-snapchat-recebe-integracao-outros-aplicativos-games.htm

11

Jun

Mídias Sociais

Desinformação sobre COVID-19 nas redes sociais “está custando vidas”, diz grupo global de médicos

Desde o início da pandemia de COVID-19, os veículos noticiosos e autoridades de saúde alertam para o perigo da desinformação sobre o novo coronavírus espalhada nas redes sociais. Agora, um grupo global de médicos assina uma campanha da Avaaz, organização da sociedade civil que tem pressionado governos e empresas pela regulamentação da atuação de plataformas digitais, segundo a qual a “infodemia” de notícias falsas tem contribuído para o crescente número de mortos em diferentes países. O grupo também apresentou evidências a parlamentares britânicos de como as falsidades on-line prejudicam os portadores da doença, informou o site Press Gazette.

Mais de 2 mil profissionais de saúde e apoiadores assinaram a campanha da Avaaz pedindo às empresas de mídia social que “corrijam o registro de informações erradas sobre saúde”, “alertando e notificando todas as pessoas que viram ou interagiram com informações errôneas em suas plataformas e compartilhando correção bem projetada e verificada de fato de forma independente”.

 “A desinformação sem controle nas mídias sociais custa vidas e precisamos de uma ação severa para evitar essas mortes evitáveis”, diz Ricardo Mexia, presidente da Associação Portuguesa de Médicos em Saúde Pública. Segundo Meenakshi Bewtra, professora assistente de medicina e epidemiologia da Universidade da Pensilvânia, as notícias falsas sobre a COVID-19 alimentaram "práticas imprecisas e perigosas, bem como uma reação contra a ciência válida e os cientistas que defendem os fatos".

Duncan Maru, epidemiologista e médico do Instituto Arnhold de Saúde Global, disse acreditar que alguns governos demoraram para agir de forma eficaz em boa parte porque acreditaram em linhas de pensamento sustentas pela desinformação. A falsidade, de acordo com ele, foi eficiente em várias formas, infelizmente. A disseminação viral da desinformação sobre terapias domésticas não comprovadas, por exemplo, ajudou a permitir que o vírus se espalhasse mais rapidamente. “Como resultado, vi pacientes tarde demais para os cuidados de que precisam para sobreviver”.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/1-noticias/jornal-anj-online/29412-desinformacao-sobre-covid-19-nas-redes-sociais-esta-custando-vidas-diz-grupo-global-de-medicos.html

9

Jun

Mídias Sociais

Maioria dos brasileiros defende lei que responsabiliza redes sociais por desinformação online

A mais recente pesquisa do Ibope sobre a desinformação espalhada nas redes sociais revela que a maioria da população brasileira (90%) concorda que é preciso uma lei que exija as empresas responsáveis por redes socias, como Facebook e Google, a proteger sociedade contra a desinformação. Em paralelo, o jornalismo, por meio da verificação de fatos, é visto como fundamental no combate a notícias falsas, uma vez que 81% dos entrevistados defendem legislação que obrigue as empresas de redes sociais a mostrarem artigos com checagem de fatos independentes para todas as pessoas expostas a conteúdo falso ou enganoso, enquanto 15% discordam da medida, segundo informação do jornal O Globo.

O estudo, encomendada pela rede de mobilização Avaaz, foi realizado no momento em que a desinformação on-line é tema de ao menos dois projetos de lei em discussão no Congresso. Nesta semana, o Senado começa hoje a analisar um projeto de lei do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) que estabelece normas e mecanismos de transparência para redes sociais e serviços de mensagens da internet para combater abusos. Outro texto semelhante foi apresentado na Câmara.

Transparência

Segundo a pesquisa do Ibope, 76% dos entrevistados concordam com a proposta de exigir que as redes sociais rotulem contas automatizadas, os chamados perfis “robôs”. Outros 20% discordam e 4% não souberam responder. Além disso, 71% concordam que as redes sociais informem em anúncios e postagens quem pagou por eles. Para o mesmo número de entrevistados, o Congresso deve exigir que as empresas de mídia sociais removam contas falsas que tentam enganar as pessoas, e ao mesmo tempo, garantam que usuários possam usar outro nome em seus perfis por motivos de segurança ou por serem contas de humor.

De acordo com reportagem de O Globo,  68% acreditam que o governo não está fazendo o suficiente para lidar com a desinformação, enquanto 24% avaliam que faz o suficiente. A confiança é ainda menor na forma como as empresas que controlam as redes sociais, como Facebook, YouTube e Twitter, tratam o tema. De acordo com a pesquisa, 72% não confiam nelas, contra 20% que confiam na ação das plataformas.

O levantamento aponta ainda que 76% dos eleitores estão muito preocupados ou um pouco preocupados com as notícias falsas e com a desinformação na internet e redes sociais, enquanto 22% disseram que não estão preocupados. Outros 15% discordam da medida, enquanto 3% não sabem ou não responderam.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/institucional/instquemsomos/1-noticias/jornal-anj-online/29224-maioria-dos-brasileiros-defende-lei-que-responsabiliza-redes-sociais-por-desinformacao-on-line.html

8

Jun

Mídias Sociais

Empresas agora podem incluir horários especiais de funcionamento no Google

O painel de administração de empresas na busca do Google e Google Mapas agora permite definir horários mais flexíveis. Entre as opções especiais que podem ser informadas estão horários para delivery, retirada, happy hour, cozinha e até o atendimento especial para idosos.

A mudança acontece após os ajustes do serviço para acomodar a pandemia da COVID-19. O Google Meu Negócio já permitia informar um status especial durante a pandemia, mas a publicação funciona como uma mensagem e não era exibida na busca do Google ou Mapas.

A alteração, que não está ativa ainda na versão em português do serviço, adiciona uma nova opção de horários junto da atual “Adicionar horários especiais”, chamada “More hours” (mais horários, em tradução direta).

Ao clicar na nova opção, a página que abre permite adicionar horários de atendimentos específicos para os serviços listados acima. Os comerciantes, escritórios, consultórios ou autônomos podem definir os horários de acordo com cada um dos sete dias da semana, e os dados devem passar a ser exibidos em breve no Google e Mapas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/google-agora-permite-incluir-horarios-especiais-para-delivery-retirada-e-mais-166062/

5

Jun

Mídias Sociais

Instagram testa linha do tempo dividida em duas abas

Todos os aplicativos populares testam novas funcionalidades e mudanças na apresentação para o usuário constantemente. Muitos testes acabam descartados logo no início, ao convencer que aquele pode não ser o melhor caminho a se tomar. O Instagram, ao que parece, começou recentemente um desses experimentos com a linha do tempo.

Uma postagem no Reddit mostra o feed da rede social dividido em duas abas: sugeridos e antigos. Na primeira, são exibidas fotos tanto de pessoas que o usuário segue como de perfis sugeridos pelo algoritmo do aplicativo. Na segunda aba, sim, só há postagens de quem está na lista “seguindo”.

“Para mim (e eu não atualizo o app há algum tempo) na visualização inicial apareceu uma nova aba Sugerido/Antigo. Meus amigos não receberam isso. Lançamento em etapas ou teste?”, escreveu o usuário leonhelmle, no Reddit. Ele ainda explicou as diferenças entre as abas e deixou claro que não gostou da novidade.

Nas respostas, é possível notar que mais alguns usuários foram contemplados com o teste, e nenhum deles se mostrou satisfeito. Porém, é bom notar que outros participantes do experimento podem dar um retorno positivo, e não dá para medir o sucesso deste novo feed simplesmente observando reações nas redes sociais.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/instagram-testa-linha-do-tempo-dividida-em-duas-abas-166001/

5

Jun

Mídias Sociais

Facebook vai rotular publicações provenientes de mídias estatais

Nesta quinta-feira (04), o Facebook anunciou que vai por em prática sua decisão de rotular conteúdo – parcial ou totalmente influenciado – proveniente de mídias controladas por governos, sejam anúncios, páginas ou postagens. A companhia quer que os usuários tomem conhecimento quando estiverem diante de um conteúdo com possível teor parcial e ideológico. O recurso vai entrar em vigor nos EUA nas próximas semanas, oito meses depois que a rede social falou no assunto pela primeira vez.

O anúncio chega em um momento em que a empresa está sendo pressionada a tomar medidas para evitar a influência estrangeira nas próximas eleições presidenciais americanas, agendadas para novembro.

Entre os meios de comunicação que serão rotulados estão as agências de notícias chinesas Xinhua e CCTV, e as russas RT e Sputnik. As agências que forem rotuladas por enganos poderão reclamar junto à rede social.

“Estamos oferecendo maior transparência a esses editores porque eles combinam a influência de uma organização de mídia com o apoio estratégico de um estado, e acreditamos que as pessoas devem saber se as notícias que elas leem são provenientes de uma publicação que pode estar sob a influência de um governo”, diz parte do anúncio do Facebook.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/153863-facebook-rotular-publicacoes-provenientes-midias-estatais.htm

3

Jun

Mídias Sociais

Facebook facilita a exclusão de posts antigos da rede social; veja como

O Facebook introduziu uma nova ferramenta para apagar publicações antigas da rede social. Ciente de que a personalidade de pessoas está em constante transformação, a plataforma permitirá apagar ou arquivar publicações com mais agilidade.

Batizada de “Gerenciar Atividade” ("Manage Activity", originalmente), a ferramenta permite que você exclua ou arquive publicações antigas que não condizem com sua atual condição ou personalidade. “Queremos facilitar o gerenciamento da sua presença no Facebook para que reflita com maior precisão o que você é hoje”, disse a companhia no texto de anúncio.

Excluir e arquivar publicações do próprio perfil não é novidade na rede social, a diferença é que o “Gerenciar Atividade” facilitará essa manutenção. Antes, cada publicação deveria ser arquivada ou excluída individualmente, rolando infinitamente pela própria página de perfil; a nova ferramenta tornará o processo mais intuitivo, listando sua atividade com filtros e permitindo múltiplas exclusões ou arquivamentos.

Ao arquivar publicações, fotos ou vídeos, o usuário coloca o conteúdo em um ambiente onde somente ele terá acesso. Ao excluí-las, as publicações serão encaminhadas para uma “lixeira” onde permanecerão por 30 dias e, posteriormente, serão removidas da rede social.

Essa ferramenta se torna uma grande aliada em momentos de grandes transformações na vida pessoal, como a entrada numa nova empresa ou fim de um relacionamento.

Vale lembrar que a ferramenta de manutenção garante que publicações não serão visíveis para a comunidade; contudo, os dados são preservados nos servidores do Facebook. Assim como dados de navegação; a construção do seu perfil na plataforma é importante para a companhia — mesmo que isso implique em discussões sobre privacidade.

A ferramenta foi primeiramente adicionada ao app do Facebook para Android e iOS; sua introdução à versão web e ao Facebook Lite será feita em breve.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/153761-facebook-facilita-exclusao-posts-antigos-rede-social.htm

2

Jun

Mídias Sociais

Facebook Venue é o novo app para eventos ao vivo

O time de novos conceitos mobile do Facebook (NPE) lançou o Venue, app de interação exclusiva durante transmissões de eventos ao vivo. Ao contrário da maioria das plataformas, essa tem como foco dar voz a especialistas em determinados assuntos, como jornalistas, personalidades e atletas.

“Fãs apaixonados estão constantemente procurando maneiras melhores de se envolver com outros fãs e especialistas em seus eventos favoritos”, justificou a equipe em comunicado oficial.

O Venue permite que esses usuários façam comentários, criem enquetes rápidas e troquem mensagens rápidas via bate-papo. Nesse último caso, haverá um recurso chamado “Moments”, através do qual o público em geral poderá interagir com eles por um período determinado.


O app busca, assim, reunir em um mesmo canal alguns recursos do YouTube, Instagram e Twitter, considerados os principais espaços para esse tipo de conteúdo. Porém a diferença estaria no fato de não se tratar de uma ferramenta aberta para todas as pessoas, sobretudo para troca de opiniões e impressões imediatas.

O Venue foi inaugurado na nova temporada de corridas da NASCAR, realizadas no último domingo (31), com a participação de comentaristas, pilotos e repórteres especializados. Conforme a publicação do NPE, esse tipo de serviço fornece às pessoas diferentes visões sobre um mesmo assunto, que podem ser acompanhadas via perfil de cada personalidade em tempo real.

O recurso está disponível para dispositivos Android e iOS, contudo, o Facebook não deixou claro como e se será promovido em eventos de outros países, como o Brasil.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/153701-facebook-venue-novo-app-eventos-vivo.htm

2

Jun

Mídias Sociais

WhatsApp ensina usuários a combater a desinformação na pandemia

O mensageiro WhatsApp lançou um pacote de conteúdos que auxiliam os usuários a compreenderem o papel do aplicativo durante a pandemia do novo coronavírus. A chamada "coleção especial de materiais" servem tanto para que profissionais de saúde aproveitem melhor as ferramentas disponíveis quanto para o público em geral, que pode ajudar a melhorar o ambiente do aplicativo.

Os materiais são áudios, vídeos e infográficos com explicações gerais sobre o app, usando uma linguagem intuitiva e objetiva. A ideia não é apenas que você leia, ouça ou assista a tudo, mas também compartilhe com amigos e parentes. Todos os conteúdos estão disponíveis em português, inglês e espanhol na página do WhatsApp com os downloads de recursos sobre a covid-19.

Entre os infográficos, por exemplo, há uma cartilha sobre como idosos podem aproveitar melhor o WhatsApp para se manterem conectados com familiares, dicas para lutar contra spam ou desinformação e um passo a passo de como agenda uma consulta médica apenas usando a plataforma. Para baixar a coleção, é só acessar o site e clicar em cada um dos itens (as opções em português estão ao final da página).

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/153703-whatsapp-ensina-usuarios-combater-desinformacao-pandemia.htm

1

Jun

Mídias Sociais

YouTube lança nova função para facilitar visualização de vídeos longos

Uma novidade que outros canais já tinham, mas que ainda faltava ao YouTube, enfim chegou à comunidade de vídeos do Google: formalmente anunciada e testada em abril, a função “Capítulos” foi oficialmente disponibilizada quinta-feira (28) para toda a base de usuários, do desktop até o smartphone. Basicamente, a função “Capítulos” tem um funcionamento bem óbvio: ela adiciona marcações específicas de tempo em vídeos para que você chegue a uma parte deseja com maior facilidade e rapidez.

O interessante é que sua inclusão no YouTube mal mexe no design das páginas e players de reprodução: uma pequena linha vertical preta é exibida na barra de progresso de um vídeo, sinalizando o corte — seja pelo computador ou pelo celular, você só precisa arrastar o marcador até essa tira e pronto. Nos dispositivos móveis, porém, há um adendo: como o seu dedo pode ficar no caminho da visualização de onde está o marcador, o YouTube usará um feedback háptico para alertá-lo de quando você passa por cima de um capítulo novo.

Em dispositivos mais antigos, sem esse recurso disponível, o indicador de tempo dos vídeos simplesmente vai se posicionar automaticamente quando chegar próximo à marcação desejada. Isso dito, essa novidade não é implementada automaticamente, ao contrário de outras inovações do Google. Como o recurso “Capítulos” não utiliza machine learning ou qualquer outra atribuição da inteligência artificial, os criadores de conteúdo terão que inserí-lo no vídeo manualmente.

Basicamente, o primeiro marcador sempre será “00:00” porque, bem, o vídeo precisa começar em algum lugar, certo? Marcadores deverão obrigatoriamente conter um título (digamos que um vídeo de um show ao vivo use os nomes das músicas para isso, por exemplo). De qualquer forma, o YouTube lembrará criadores de conteúdo de inserirem capítulos em seus vídeos, como forma de incentivar a adoção massiva da nova ferramenta.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/youtube-capitulos-visualizacao-videos-longos-165676/

1

Jun

Mídias Sociais

Facebook vai verificar autenticidade de perfis populares suspeitos nos EUA

Nos Estados Unidos, o Facebook vai adicionar mais uma camada de segurança em seu combate a campanhas de desinformação: a rede já vinha fazendo isso para páginas específicas na plataforma. Agora perfis individuais que apresentem um surto estranho de popularidade ou cujos posts viralizem rapidamente passarão por verificações de autenticidade por parte da empresa, podendo ter seu alcance reduzido e passarem por impedimentos de postarem em páginas que porventura estejam administrando.

A ideia é, como sempre, impedir que campanhas de propaganda irregular, contendo fake news ou ataques de cunho extremista, ganhem projeção alta de audiência dentro da rede do Facebook, que hoje conta com quase 1,7 bilhões de usuários. A isso, o Facebook atribuiu o rótulo de “padrão de comportamento não autêntico”.

Basicamente, a empresa chefiada por Mark Zuckerberg vai reduzir artificialmente a distribuição de posts viralizados cuja publicação original tenha vindo de contas cujo nome de usuário (ID) não esteja em conformidade com o link do perfil. Tais contas também ficarão impedidas de postar em suas páginas até que forneçam comprovação de identidade por meio da ferramenta de autorização de publicadores das páginas. Identidades enviadas serão armazenadas em ambiente seguro e não serão compartilhadas, informa a rede.

A ação não vai, porém, banir usuários identificados como veiculadores de campanhas irregulares — algo que o Facebook já anunciou no passado que não faria (e pelo que a rede vem até hoje enfrentando muitas críticas). De qualquer forma, é um esforço a mais para a rede social, que enfrentou interferência externa em 2016, durante as eleições presidenciais. Neste ano de 2020, novas eleições serão veiculadas e o Facebook já busca se proteger.  As verificações, por ora, serão restritas aos Estados Unidos. Ainda não há informação de eventual disponibilização da ação em outros países.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-vai-verificar-autenticidade-de-perfis-populares-suspeitos-nos-eua-165691/