Mídias Sociais

28

Jun

Mídias Sociais

Redes sociais reinventam autoajuda entre millennials

Por Meio & Mensagem

Conteúdos com pegada motivacional, design impecável e milhares de compartilhamentos têm se tornado comuns nos feeds das redes sociais. Há algum tempo, o mercado digital vê uma proliferação de estúdios e agências de conteúdo independentes que apostam em conteúdos voltados para bem-estar e autocuidado, mas com toques de ativismo e cultura pop.

O movimento é mais visível no Instagram, com a viralização de posts com ilustrações, colagens e mensagens que bebem de referências da psicologia, sociologia e empreendedorismo. 

Páginas do gênero se tornaram uma máquina de engajamento para o público millennial e geração Z, e não por acaso conquistam a atenção das marcas.

Um dos cases de sucesso nesse universo é a Obvious Agency, que nasceu em 2015 com a proposta de executar projetos diretamente para marcas. A página no Instagram, que traz conteúdos sobre empoderamento feminino, era para ser apenas um portfólio da agência, mas foi crescendo organicamente até chegar a mais de 460 mil seguidores. 

“Tínhamos uma missão que era mudar a publicidade através da nossa linha editorial, e produzir conteúdos com narrativas sobre a felicidade feminina era uma forma de nos posicionar no mercado de moda e beleza”, relembra a publicitária e fundadora Marcela Ceribelli. 

Com o sucesso da página, a Obvious passou a se posicionar também como uma revista digital, abordando temas como autoconhecimento, auto-aceitação e liberdade da mulher.  Para produzir o conteúdo, a agência conta com uma rede de mulheres parceiras além de sua equipe fixa, incluindo influenciadoras, ilustradoras e designers.

Outro estúdio de criação que cresceu na onda de discussões sobre bem-estar foi a agência Contente, dona das páginas Contente.vc e Instamission – cada uma com pelo menos 60 mil seguidores. Os perfis mesclam artes gráficas com reflexões sobre o uso consciente das redes sociais, o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal e bem-estar digital.

“As redes sociais ocupam grande parte da vida profissional e pessoal das pessoas, mas gostamos de usá-las para questionar o próprio uso da internet. Queremos que aquele tempo que a pessoa passa rolando o Instagram possa gerar alguma reflexão”, conta a jornalista Daniela Arrais, que cofundou a Contente junto à publicitária Luiza Voll.

As postagens da Contente cresceram cerca de 92% em audiência e 113% em interações no período da pandemia, em relação aos meses anteriores.

Inspirar a audiência enquanto defende os direitos das mulheres também é o objetivo do Instituto Free Free, criado em 2019 pela diretora criativa Yasmine Sterea. O Instituto atua como uma plataforma de saúde emocional, autoestima e independência financeira para mulheres.

Embora boa parte do trabalho do instituto seja offline, com eventos, workshops e ações para mulheres em situação de vulnerabilidade, o Free Free vem fortalecendo seu braço de conteúdo digital com conteúdos que desmistificam padrões estéticos, a maternidade, questões de gênero e empreendedorismo. “O papel do Free Free é ressignificar a mulher, porque há o mito da mulher perfeita e que não existe”, diz Yasmine. 

Apesar do sucesso estrondoso até agora, a pulverização de páginas “empoderadoras” está no caminho de virar commodity. “O conteúdo sobre autocuidado com artes gráficas e frases já está ficando muito banalizado. É um conteúdo muito belo de se ver, fácil de viralizar, mas que acabou ficando muito parecido”, argumenta Ceribelli, da Obvious.

Para se diferenciar, a Obvious vem apostando em podcasts e webséries proprietárias para aprofundar os temas. Da mesma forma, Free Free e Contente também apostam em lives e vídeos para redes sociais com a participação de especialistas.

Trabalho com marcas

O sucesso de produtoras com foco em redes sociais também faz delas potenciais parceiras para marcas que querem se aliar a projetos de bem-estar e empoderamento.  

A Contente, por exemplo, já fez parcerias com empresas como Vivo, Instagram e Converse. “Atuamos com direção criativa e design, validamos conteúdos para a marca e fazemos também um trabalho educativo com workshops, palestras e eventos”, conta Luiza Voll. 

Já o Free Free tem parcerias perenes com marcas como Pepsico e Riachuelo, além de já ter trabalhado com marcas como O Boticário. “Não fazemos ações de marketing pelo marketing, mas buscamos empresas que realmente possam ser multiplicadoras da nossa proposta”, argumenta Yasmine.  Uma das ações do Free Free desde o início da pandemia foi uma parceria com a Pepsico e Ministério Público de SP para doar cestas básicas para mães da periferia.

A Obvious, por sua vez, vem monetizando seu conteúdo através de parcerias de branded content em novos produtos como podcasts e séries no IGTV. “Não fazemos conteúdo ‘publi’. Temos posicionamentos muito claros, então buscamos entender a campanha da marca e entender de que forma ela pode entrar nos nossos projetos”, explica Marcela.

Efeito quarentena

O cenário de pandemia alavanca o engajamento em conteúdo sobre saúde mental e bem-estar, mas também pede maior responsabilidade dos produtores de conteúdo. O desafio é acolher a audiência sem romantizar o momento atual. 

“Cada pessoa está passando por um momento diferente, dependendo do seu privilégio ou grau de vulnerabilidade, mas ao mesmo tempo vivemos algo coletivo.  Por isso, temos feito conteúdo para falar com todos os perfis de mulheres”, diz Yasmine, do Free Free. Além do conteúdo nas redes, o Free Free tem feito campanhas com o Ministério Público de São Paulo sobre conscientização sobre a violência doméstica (abaixo), contando com embaixadoras como Claudia Leite e Thelma Assis. Neste mês, o instituto também lança uma plataforma de educação e mentoria profissional para mulheres, o Plano Free Free.

Disponível em; https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/26/redes-sociais-reinventam-autoajuda-entre-publico-millennial.html

26

Jun

Mídias Sociais

Facebook agora te avisa quando uma matéria é de 3 meses atrás

Em mais um esforço para combater desinformação e notícias falsas na plataforma, o Facebook anunciou nesta quinta (25) uma nova tela de notificação que vai servir para ajudar o usuário a perceber quando matérias e links estão no ar há mais de 90 dias. A ferramenta chega como desenvolvimento do “botão de contexto” que a companhia inaugurou em 2018 para o feed de notícias e estará disponível a partir de hoje em todo o globo.

De acordo com o anúncio no blog oficial da empresa, o recurso será ativado toda vez que o usuário decidir compartilhar um material que se enquadre nas características, mas não exatamente vai barrar a possibilidade de compartilhamento. O vídeo divulgado pelo Facebook também revela que a ferramenta se adapta aos períodos de tempo de publicação dos artigos e notícias, podendo ir até o “Este artigo tem mais de um ano de vida”.

O objetivo parece ser mesmo dar o máximo de contexto ao público quando utilizando a plataforma para se informar, conforme o Facebook escreve que decidiu instalar o recurso depois que veículos de notícias “mostraram preocupação sobre matérias antigas serem compartilhadas nas redes sociais como notícias atuais, o que pode enganar o público sobre o estado atual do mundo”.

Além da ferramenta padronizada, a companhia ainda escreve que vai testar “outros usos de telas de notificação” para modalidades específicas, incluindo aí as informações relacionadas à atual pandemia. No caso do coronavírus, a ideia explorada no momento é providenciar mais fatos sobre a situação no recurso, providenciando links a mais sobre as fontes utilizadas pela matéria e direcionadas à central de informações do Covid-19 inaugurado pela rede social em março.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128147/facebook-agora-te-avisa-quando-uma-materia-e-de-3-meses-atras/

26

Jun

Mídias Sociais

Instagram começa a exibir Stories em fila dupla no Brasil

É normal que antes de disponibilizar um novo recurso para os usuários em geral, os desenvolvedores testem a novidade com uma parcela dos usuários para a identificação de bugs e aceitação com o público. O Instagram, por exemplo, fez isso em sua plataforma antes de esconder o número de likes das postagens e passar a exibir somente aos autores.

Agora, segundo informações do portal iraniano Toranji e conforme veiculado pelo Gizchina, a rede social está experimentando a exibição de uma segunda fileira para agrupar até oito Stories na tela principal do aplicativo para Android. Não há muitos detalhes de como isso funciona e qual critério é utilizado pelo algoritmo, apenas que a barra de Stories pode ser deslizada para visualizar o restante. Veja só como ficou:

Motivos apontam que novidade pode ser definitiva

Não se sabe, no entanto, qual o objetivo da linha extra, mas há algumas hipóteses levantadas. Entre elas dar ainda mais destaque aos conteúdos que expiram após 24h ou uma melhor usabilidade ao usuário, principalmente para pessoas que têm muitos amigos ou seguem muitas páginas, uma vez que as bolinhas estão mais espaçadas entre si.

Além disso, o fato de que os smartphones estão com telas cada vez maiores e compridas também pode influenciar nessa possível mudança. Vale ressaltar que o número de Stories, principalmente neste período de pandemia da COVID-19 em que há muitas lives acontecendo, o número de conteúdos compartilhadas nas redes sociais aumentou consideravelmente, motivando o Instagram a liberar várias melhorias importantes em sua plataforma, entre elas a opção de salvar lives no IGTV após 24h, por exemplo.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-experimenta-exibir-stories-em-fila-dupla-166416/

25

Jun

Mídias Sociais

Instagram atualiza políticas e a partir de julho vai permitir que creators vendam produtos direto no app

Instagram anunciou na última terça-feira (23) uma atualização dos seus Requisitos de Qualificação para o Comércio que impacta de maneira direta os criadores de conteúdo da plataforma. A partir do próximo dia 9 de julho, a companhia vai começar a aceitar que creators vendam produtos diretamente em seus perfis na rede social, não precisando de terceiros para viabilizar um negócio no ambiente virtual.

As novas diretrizes passam a valer para todos os países onde o Instagram Shopping existe e vão exigir dos influenciadores interessados que demonstrem confiabilidade na forma de uma presença estabelecida e autêntica – o que pode incluir a manutenção de uma base de seguidores. O anúncio oficial não deixa em evidência um número mínimo de pessoas que o usuário deve ter como público afim de se qualificar como creator aos olhos da empresa, mas escreve que aqueles que se encaixarem nos termos precisarão de um site externo para marcar os produtos à venda em seu perfil, como qualquer outra empresa hoje no aplicativo.

“Com essa nova política, as empresas devem marcar produtos no Instagram com base em um único site de sua propriedade e de onde vendem, para que as pessoas tenham uma experiência de compra consistente e confiável.” escreve a empresa na publicação; “Além disso, atualizaremos nosso fluxo de cadastro para fornecer orientações mais claras às empresas e oferecer mais transparência nos tipos de empresas que estamos mais aptos a apoiar, como criadores de conteúdo que desejam expandir os negócios no Instagram.”.

Além de criar o caminho para que influenciadores e criadores de conteúdo aumentem o potencial da plataforma como meio de vida, a medida é também mais um passo tomado pelo Instagram para aumentar as possibilidades de monetização de seu ecossistema. No mês passado, a empresa do Facebook passou a exibir anúncios no IGTV e anunciou novas modalidades de patrocínio para lives e colaborações com marcas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/128029/instagram-atualiza-politicas-e-a-partir-de-julho-vai-permitir-que-creators-vendam-produtos-direto-no-app/

25

Jun

Mídias Sociais

Facebook anuncia novas exigências e rótulos para identificar anúncios políticos

Desde que o escândalo Cambridge Analytica veio à tona em 2018, o Facebook acumula críticas sobre a transparência da publicidade de políticos em sua plataforma — como as acusações de uma curadoria “frouxa” no tratamento de conteúdo pago que possa influenciar eleitores sem a devida identificação desse material. Para evitar que isso aconteça no pleito que se aproxima nos Estados Unidos, a rede social anunciou nesta quarta-feira (24) novas medidas para distinguir claramente essas postagens.

“O Facebook informa que, a partir de agosto, todo anunciante que quiser criar anúncios sobre temas políticos ou eleições no Facebook e Instagram deverá passar por um processo de autorização e acrescentar nas campanhas o rótulo ‘Pago por’, ou ‘Propaganda Eleitoral’”, diz o texto. Os anúncios que não tenham sido identificados pelos autores com essas denominações não serão aprovados e essas exigências devem ser mantidas na plataforma após as eleições deste ano.

Essas marcações já estão disponíveis desde 2018 e foram atualizadas justamente para conferir mais transparência, com detalhes sobre o indivíduo e/ou organização responsáveis pelas campanhas. O comunicado diz também que “cabe ao anunciante cumprir todas as leis e regulamentos eleitorais ou de publicidade aplicáveis no país em que deseja exibir anúncios eleitorais ou políticos” — o que deixa a dúvida se haverá alguma fiscalização ou medida posterior, caso alguém consiga burlar esse filtro.

Ainda segundo o texto, todos os anúncios marcados com esses rótulos ficarão disponíveis por sete anos na Biblioteca de Anúncios. Nela, qualquer pessoa pode consultar detalhes sobre cada uma das peças publicitárias e verificar informações como o valor estimado gasto e o número de vezes que o material foi visualizado.

O que é necessário para conseguir a autorização?

Qualquer pessoa ou organização que queira fazer anúncios relacionados à política ou eleições no Facebook e no Instagram no Brasil, vai precisar primeiro confirmar sua identidade e residência no país, assim como telefone, e-mail e um website. Os responsáveis também poderão fornecer o número do CNPJ ou CPF. Após confirmar sua identidade, o anunciante poderá criar um aviso legal e selecionar os rótulos "Pago Por" ou "Propaganda Eleitoral", dependendo do tipo de campanha e sendo observadas as necessidades de adequação à legislação local.

Segundo o Facebook, um anúncio será considerado de conteúdo político quando: For preparado por, encomendado em nome de, ou relacionado a um candidato atual ou ex-candidato a um cargo público, a uma figura política, a um partido político ou que defende o resultado de uma eleição a um cargo público; Tiver citações sobre eleições, referendos ou iniciativas de votação, incluindo campanhas de incentivo ao voto ou eleitorais; Anunciantes no Brasil poderão iniciar o processo de autorização para fazer propaganda com conteúdo político no Facebook e Instagram a partir de hoje, através da própria plataforma, na aba Configurações da sua página.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-anuncia-novas-exigencias-e-rotulos-para-identificar-anuncios-politicos-167024/

24

Jun

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WhatsApp e Adobe Acrobat foram os apps mais baixados em smartphones corporativos

Um levantamento feito pela Navita, empresa especializada em serviços gerenciados de mobilidade, TI e telecom, apontou que o WhatsApp e o Adobe Acrobat foram os aplicativos mais baixados em dispositivos corporativos ao longo de 2020. A conclusão foi feita a partir da análise de 20 mil celulares corporativos, que mostrou que no período houve 45.586 downloads de apps.

Desse pouco mais de 45,5 mil downloads de apps, se destarcaram aqueles pertencentes às categorias de "Produtividade" (8.846 downloads ou 19,21%) e "Comunicação" (7.344 ou 16,11%). Individualmente, o campeão foi o WhatsApp, instalado em 3.693 aparelhos (ou 8,10% do total), o que mostra a sua ampla adoção não somente para uso pessoal, como também para fins profissionais, dada a sua gama cada vez maior de recursos - o que, em breve, pode lhe incluir entre os chamados "super apps".

Já o Adobe Acrobat - que permite a conversão de documentos de diversos formatos em arquivos PDF - obteve o segundo lugar do pódio, com 2.524 (ou 5,48% do total). Entre outras categorias de apps que se destacaram na pesquisa, estão de "Compras / Entregas", que tiveram 4.341 downloads (9,52%).

Além desses três segmentos, os jogos ficaram em quarto lugar, sendo descarregados 4.227 vezes (9,27%), seguidos pelos aplicativos de streaming, com 3.964 downloads (8,7%). Em sexto lugar, ficaram os aplicativos de redes sociais, baixados 3.425 vezes (7,51%) . Em sétimo na lista está a categoria de aplicativos de transporte: 3.350 downloads (7,51%).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-e-adobe-acrobat-foram-os-apps-mais-baixados-em-smartphones-corporativos-166932/

24

Jun

Mídias Sociais

Facebook lança app com previsões sobre o futuro

O Facebook lançou um novo aplicativo que permite que especialistas façam previsões e depois revejam se elas foram precisas. Chamado de Forecast, o app tem como objetivo identificar eventos futuros, como o COVID-19, e preparar o mundo para eles.

Até o momento, o app tem apenas especialistas convidados, que podem apresentar suas previsões e o raciocínio por trás delas. O público, por sua vez, pode votar em quais prognósticos eles acham que têm maior probabilidade de se tornarem realidade.

Segundo o Facebook, a primeira iniciativa do Forecats começou nesta terça-feira (23) com pesquisadores e acadêmicos da área da saúde prevendo os impactos e resultados da pandemia do Coronavírus.

Para algumas pessoas do mercado, o problema do aplicativo é que a especulação de certos cenários podem reforçar crenças e medos. Outro ponto a ser observado é que, todo o processo de eleição do público se resume a escolhas binárias - uma forma muito simplista de avaliar propostas tão complexas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-lanca-app-com-previsoes-sobre-o-futuro-166916/

24

Jun

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Instagram anuncia o recurso Reels para competir com o TikTok

O Instagram acaba de anunciar mais um novo recurso na plataforma. Chamado Reels, é basicamente uma extensão do teste com as Cenas, vídeos de até 15 segundos que já são gravados com cortes e edição de áudio, desde que sejam músicas disponíveis na biblioteca da própria rede social — a ideia é competir com o TikTok.

O recurso está disponível ainda em fase de testes no Brasil, onde já aparecia como Cenas, França e Alemanha, que passam a ter a opção pela primeira vez. De acordo com a plataforma, “o Reels permite que você se expresse e ao mesmo tempo crie conteúdo de entretenimento, seja testando uma dança divertida com os seus amigos ou dividindo mensagens sobre temas importantes para você com uma audiência global e diversa”.

Para criar, é só na câmera de criação de Stories e selecionar a opção Reels, que substitui as Cenas na versão mais recente do app. Com o vídeo pronto, você pode escolher entre publicar nos Stories — ou enviar para alguém por mensagem — ou no Feed, e aí vai para a aba Explorar, se o seu perfil for público, ou apenas na sua linha do tempo, se for uma conta privada.

Antes de compartilhar, você ainda escolhe uma foto de capa para o vídeo. Isso, claro, se você tiver optado pelo compartilhamento na linha do tempo e na aba Explorar, já que nos Stories vai passar normalmente, como uma publicação qualquer deste recurso.

Para assistir os Reels já disponíveis, basta ir na aba Explorar — a lupa no menu inferior do Instagram — e abrir o primeiro vídeo que aparecer. Você vai ver uma série de vídeos curtos e editados, e aí pode curtir, compartilhar e comentar. Isso, claro, se estiver no Brasil, na Alemanha ou na França. Quem mora em outros países só vai poder ver essas publicações no feed.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-anuncia-reels-para-competir-com-o-tiktok-166922/

23

Jun

Mídias Sociais

Acesso à internet aumenta entre crianças e adolescentes

Em todo o país, a porcentagem de crianças e adolescentes que não acessam a internet caiu de 14%, em 2018 para 11% em 2019, de acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019, divulgada hoje (23). Isso significa que são 3 milhões, com idade entre 9 e 17 anos que não têm acesso à rede, sendo que 1,4 milhões nunca acessaram a internet.

A pesquisa considera como não usuários aqueles que não acessaram a internet nos últimos três meses. Apesar ter aumentado o acesso, no entanto, os dados mostram que ele é ainda bastante desigual dependendo da região do país e também da renda das famílias. Com as aulas suspensas nas escolas de todo o país, devido à pandemia do novo coronavírus, e com as atividades sendo realizadas de forma remota, não ter acesso à internet faz diferença, de acordo com a coordenadora da pesquisa, Luisa Adib.

“Muitas atividades de educação e de comunicação acabam não sendo realizadas da mesma forma ou mesmo não sendo realizadas dependendo da conexão e do acesso à internet e isso tem impacto muito grande”, diz, ressaltando que isso leva ao descumprimento de direitos de crianças e adolescentes na era digital.

O estudo mostra que, entre aqueles que têm acesso à rede, a própria casa é apontada com o local de acesso por 92%. No entanto, enquanto nas classes A e B apenas 1% não acessa a internet em casa, esse percentual sobe para 17% entre as classes D e E. O acesso é desigual também entre as regiões do país. Na região Centro-Oeste, 98% têm acesso, 96% na região Sudeste e 95% na região Sul. Já nas regiões Norte e Nordeste, esse percentual cai para 79%.

Segundo a pesquisa, no total, 4,8 milhões de crianças e adolescentes de 9 a 17 anos vivem em domicílios sem acesso à internet no Brasil, o que equivale a 18% dessa população.  Não ter internet em casa é apontado como motivo para não acessar a rede por 1,6 milhão de crianças e adolescentes e, não ter internet em nenhum lugar que costumam ir, por 900 mil.

Uso da internet

Em relação aos dispositivos usados para o acesso, o celular é o principal. Mais da metade, 58%, acessam a internet exclusivamente pelo celular. Entre as classes D e E, essa porcentagem chega a 73%, enquanto nas classes A e B, a 25%. Em todo o país, pouco mais de um terço, 37%, usa o celular e o computador para acessar a rede.

Em relação às atividades realizadas na internet, 76% das crianças e adolescentes dizem ter feito pesquisas para trabalhos escolares; 64% que pesquisaram por curiosidade ou vontade própria; 55% que leram ou assistiram a notícias na internet; e, 31% que procuraram informações sobre saúde.

As vídeo chamadas, que se tornaram populares em meio às medidas de distanciamento social adotadas para conter a propagação do vírus, não são tão familiares para todas as crianças e adolescentes. Nas classes A e B, 56% conversaram por vídeo chamada. Já nas classes D e E, 27%.

Perigos na internet

A pesquisa aponta também riscos e danos do acesso à internet. De acordo com o levantamento, 15% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos viram na Internet imagens ou vídeos de conteúdo sexual; 18% de 11 a 17 anos receberam mensagens de conteúdo sexual; e, 11% dessa faixa etária dizem que já pediram para eles, na internet, uma foto ou vídeo em que apareciam pelados.

Quase um terço das meninas (31%) e um quarto dos meninos (24%) foram tratados de forma ofensiva na internet. Dentre eles, 12% tinham entre 9 e 10 anos e 37% entre 15 e 17 anos. Um a cada dez diz que contou para um amigo ou amiga da mesma idade e 9%, para os pais ou responsáveis.

O estudo mostra ainda que 43% das crianças e dos adolescentes de 9 a 17 anos viram alguém ser discriminado na Internet, enquanto 7% reportaram terem se sentido discriminados. Em 33% dos casos que ocorreram com meninas, essa discriminação foi pela cor ou raça e; em 26% pela aparência física; em 21% por gostarem de pessoas do mesmo sexo; e, em 15%, pela religião. Entre os meninos, 20% reportam discriminação por cor ou raça; 15% pela aparência; 9% por gostarem de pessoas do mesmo sexo; e, 7%, pela religião.

Mediação dos pais e responsáveis

A maior parte dos pais e responsáveis (80%) diz que conversa sobre o que as crianças e adolescentes fazem na internet; 77% dizem que ensinam jeitos de usar a rede social com segurança; e, 57%, que sentam junto com eles enquanto usam a internet, falando ou participando do que estão fazendo.

Os jovens, no entanto, dizem saber mais sobre a rede: 77% da população de 15 a 17 anos acredita saber mais sobre a internet do que seus pais ou responsáveis. Entre 13 e 14 anos essa porcentagem cai para 67% e para 52% entre 11 e 12 anos. Eles dizem também que têm dificuldades de largar a internet. Entre as crianças de 11 a 17 anos, 25% reportaram que tentaram passar menos tempo na internet, mas não conseguiram.

“A internet, assim como os ambientes offline, colocam as crianças e adolescentes expostas a oportunidades e também a muitos riscos. Nesse sentido é determinante a mediação parental para uso da internet”, diz Luisa.

Segundo a coordenadora da pesquisa, a restrição não é o melhor caminho pois isso privaria os jovens de oportunidade e do desenvolvimento de habilidades.“O que a gente sempre reforça é a participação de pais e responsáveis num diálogo e mediação ativa. Em um diálogo com crianças e adolescentes para saber que atividades realizam online e saber como têm participado desse ambiente para uso seguro e responsável”, acrescenta.

A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019 foi realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O estudo foi feito entre outubro de 2019 e março de 2020 com 2.954 crianças e adolescentes de 9 a 17 anos e seus pais ou responsáveis. 

23

Jun

Mídias Sociais

Twitter vai mudar função de tuítes por áudio para contemplar surdos

A função de tuítes por áudio revelada pelo Twitter nesta semana nem fez a sua estreia por completo — o recurso ainda está sendo disponibilizado aos poucos para a base e, por ora, está disponível apenas para o iOS —, mas já está causando uma dor de cabeça à rede social de microblogs. Basicamente, a novidade acabou expondo um problema de gestão interna.

Os áudios via Twitter são um novo recurso que permitem ao usuário capturar 140 segundos de gravação sonora, publicando-o como um tuíte. A função foi recebida pela comunidade de forma divertida, desde pessoas prometendo reviver o famoso “gemidão do whats” até gente querendo segurar o refrão de “Galope(eeeeeeeee)ira” por todo o limite da gravação.

Internamente, porém, a história é outra: o Twitter não possui um time dedicado para implementar a função, dependendo exclusivamente de funcionários de outras áreas que, em caráter voluntário, trabalham além de suas designações para fazer o recurso funcionar plenamente. Isso é um problema que acabou sendo exposto por usuários que dependem de recursos de acessibilidade para usar as redes sociais: em especial, pessoas com deficiência auditiva, que ressaltaram à empresa que os “audio tweets” não trazem legenda, efetivamente excluindo-os do novo recurso.

Diante dos questionamentos, Andrew Hayward, um engenheiro de software do Twitter, revelou a ausência de um time específico para a função, o que poderia sanar a questão da acessibilidade. Depois do feedback desfavorável da comunidade, um porta-voz do Twitter confirmou ao The Verge, via e-mail, que a empresa está buscando profissionais para criar um time mais dedicado, incluindo o desenvolvimento de trabalhos para públicos com deficiência.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-vai-mudar-funcao-de-tuites-por-audio-para-contemplar-surdos-166740/

22

Jun

Mídias Sociais

Pesquisa: whatsApp registra aumento de 11% em golpes em maio

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, mensageiros e aplicativos de videochamadas se tornaram importantes ferramentas para diminuir o distanciamento social entre as pessoas, além de se tornarem essenciais para a comunicação corporativa. Contudo, ao passo que plataformas como o Zoom, que cresceu 2000% em menos de três meses, viram a base de usuários ativos aumentar consideravelmente, o número de ataques cibernéticos também seguiu a mesma reta.

O WhatsApp como um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo não está fora dessa lista e só aqui no Brasil, de acordo com um estudo recém divulgado pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, registrou aumento de 11% no mês de maio em golpes digitais envolvendo clonagem de contas pessoais e tentativas de pishing.

Estima-se que cerca de 407 mil usuários brasileiros do aplicativo se tornaram vítimas de cibercriminosos após serem atraídas por mensagens com links maliciosos que levavam para páginas falsas envolvendo assuntos como resgate imediato do FGTS e saque ao auxílio emergencial do governo. Tais endereços, segundo dados da pesquisa, foram acessados e compartilhados mais de 27 milhões de vezes.

Além desses temas, o estudo cita ainda que foram encontrados mais 136 mil golpes diferentes, impactando em torno de 10,6 milhões de brasileiros. São Paulo está no topo da lista entre os estados mais afetados, com 81,6 mil vítimas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 53,5 mil e Minas Gerais em terceiro lugar com 36,2 mil casos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-registra-aumento-golpes-em-maio-chegada-do-payments-preocupa-166786/

22

Jun

Mídias Sociais

Especialistas alertam para impactos de pagamento pelo WhatsApp

O Whatsapp anunciou que passará a permitir transações financeiras entre os usuários, utilizando a plataforma de finança digital da empresa controladora do app, o serviço Facebook pay. O serviço, com grande potencial de se tornar popular em um país com mais de 130 milhões de usuários do app, traz impactos e cuidados, segundo especialistas e pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil.

Na avaliação da especialista em direitos digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Juliana Oms, o novo serviço pode facilitar atividades como compras online, pagamentos e transferência de recursos para muitas pessoas. Mas a novidade também pode provocar prejuízos aos consumidores.

“O Facebook, embora seja uma rede social, tem seu negócio centrado na publicidade. Lucra a partir da exploração dos dados de seus usuários, que são utilizados para permitir envio de publicidades direcionadas aos consumidores. Esta nova funcionalidade permite ao Facebook adentrar em um novo meio de informações, ou seja, saber com quem você realiza transações financeiras, o que você compra, com qual frequência etc. Tudo isso pode ser integrado às demais informações que o Facebook possui sobre cada consumidor”, analisa a especialista do Idec.

"Isso é preocupante", continua Juliana Oms, "se considerado que o Facebook tem um histórico de uso abusivo e vazamento de dados dos usuários. Por isso é importante tomar cuidado quanto à segurança das informações. O controle de uma grande base de dados reforça também, completa a representante do Idec, o domínio de mercado da empresa, dificultando a entrada de novos competidores".

Mercado

O professor de sociologia econômica da Universidade Federal do Ceará e autor de livros sobre finanças digitalizadas, Edemilson Paraná prevê um impacto no mercado de carteiras digitais brasileiro, que já conta com serviços semelhantes de grandes empresas de tecnologia, como o Samsung Pay, Apple Pay e Google Pay.

“Certamente, devido a sua dimensão, escala e capilaridade há um potencial para causar um enorme impacto nesse mercado, reconfigurando-o por completo. A enorme base de usuários previamente cadastrados e utilizando ativamente a plataforma dá, sem dúvida alguma, uma posição privilegiada e desigual ao Facebook na concorrência com outros serviços de pagamento digital”, disse.

A capacidade de integração dos serviços informacionais e agora financeiros do Facebook e de suas aplicações, acrescenta Paraná, abre novas possibilidades à empresa “para a customização na divulgação e venda de produtos, tornando esse um espaço em que estar de fora - tanto para consumidores, mas sobretudo para as empresas - será cada vez mais difícil e custoso”.

Segurança

Em termos de segurança, o Whatsapp tem se tornado foco de golpes que clonam o app do usuário para pedir dinheiro a amigos. Com a possibilidade de fazer transações, esse tipo de procedimento abre espaço para acesso indevido aos recursos movimentados pela pessoa pelo aplicativo.

Fonte: Agência Brasil

18

Jun

Mídias Sociais

Facebook é a maior plataforma de notícias falsas, aponta estudo

O Facebook e o WhatsApp são as principais plataformas de difusão de conteúdos falsos, segundo o Relatório de Notícias Digitais 2020 do Instituto Reuters, considerado o mais importante estudo mundial sobre jornalismo e novas tecnologias. Entre os ouvidos, 29% manifestaram preocupação com a difusão de desinformação nas redes sociais Facebook, 6% no Youtube e 5% no Twitter. Nos apps de mensagem, o WhatsApp foi o mais citado.

O Facebook foi a rede social mais apontada nas Filipinas (47%), Estados Unidos (35%) e Quênia (29%), entre outros países. No Brasil, o Whatsapp foi mencionado como principal local por onde mensagens falsas são disparadas (35%), enquanto o Facebook é o segundo canal mais citado (24%). O Youtube é objeto de maior preocupação na Coreia do Sul, enquanto o Twitter ocupou essa posição no Japão.

Mais da metade (56%) dos participantes do levantamento se mostrou preocupada como identificar o que é real e o que é falso no consumo de informações. O Brasil foi o país onde esse receio apareceu de forma mais presente (84%), seguido do Quênia (76%) e da África do Sul (72%).

Entre as fontes de desinformação, a mais indicada foram os políticos (40%), especialmente nos Estados Unidos, Brasil e Filipinas. Em seguida vêm ativistas (14%), jornalistas (13%), cidadãos (13%) e governos estrangeiros (10%).

Confiança
Entre os ouvidos, 38% disseram confiar nas notícias, índice quatro pontos percentuais menor do que no ano passado. Essa atitude varia entre países, sendo mais comum na Finlândia e Portugal e menos recorrente em Taiwan, na França e na Coreia do Sul. O Brasil teve desempenho acima da média (51%).

Quando perguntados sobre os conteúdos jornalísticos que consomem, o índice subiu para 46%, ainda abaixo da metade e três pontos percentuais menor do que no ano anterior. Essa avaliação sobre a confiabilidade é menor em mecanismos de busca (32%) e em redes sociais (22%).

Mas 60% relataram preferir notícias mais objetivas (sem uma visão política clara) e 28% preferiram conteúdos com visões políticas claras e que reforçam suas crenças. O Brasil foi o com maior percentual de pessoas que desejam ver notícias de acordo com suas concepções (43%).

Fonte de informação
Os serviços online foram apontados como principal fonte de informação em diversos países, como Argentina (90%), Coreia do Sul (85%), Espanha (83%), Reino Unido (79%), Estados Unidos (73%), Alemanha (69%). Em seguida vêm a TV e o rádio. A mídia impressa perdeu espaço, servindo como meio para se informar em índices que variam de 30% a 16% a depender do país.

O estudo confirmou uma variação desse comportamento conforme a idade. Jovens preferem canais jornalísticos online, enquanto a TV e a mídia impressa são a principal alternativas para a faixa acima dos 55 anos de idade.

Os brasileiros foram os que mais recorrem ao Instagram para se informarem (30%), e também estão entre os que mais utilizam o Twitter para esta finalidade (17%). Mas o Facebook e o Whatsapp ainda são as plataformas dominantes, servindo de alternativa informativa para, respectivamente, 54% e 48% dos entrevistados.

Pandemia
Embora realizado em sua maioria antes da pandemia, o estudo avaliou o consumo de notícias durante esse período. Entre os ouvidos em seis países, 60% consideraram que a mídia ajudou a entender a crise e 65% concordaram que os noticiários explicaram o que os cidadãos poderiam fazer. Dos entrevistados nestas nações, 32% avaliaram que a mídia exagerou no impacto da pandemia.

Para o pesquisador do Instituto Nic Newman, a crise provocada pela pandemia do coronavírus reforçou a necessidade da importância de um jornalismo confiável e correto que possa informar a população. Ao mesmo tempo, ele lembra como a sociedade está suscetível a teorias da conspiração e à desinformação. 

“Os jornalistas não controlam o acesso à informação, enquanto o uso de redes sociais e plataformas dão às pessoas acesso a um rol grande de fontes e fatos alternativos, parte dos quais é enganosa ou falsa”, disse.

O estudo
A equipe responsável pelo relatório entrevistou mais de 80 mil pessoas em 40 países de todos os continentes. A maior parte das entrevistas foi coletada antes da pandemia, mas em alguns países, as respostas foram obtidas em abril, já trazendo algum impacto desse novo cenário.

Fonte: Agência Brasil

18

Jun

Mídias Sociais

Twitter lança ferramenta para mensagens de áudio

Além de publicar textos, fotos, vídeos e GIFs, os usuários do Twitter também terão a opção de postar suas mensagens em forma de áudio. O recurso foi anunciado pela rede social nesta quarta-feira, 17, e, por enquanto, estará disponível somente para os portadores de smartphones com sistema iOS.

De acordo com a rede social, a ferramenta de captação de voz será um ícone com ondas sonoras, que será ativado assim que o usuário clicá-lo. Após falar a mensagem, é necessário apenas tocar na opção “finalizar” para que a gravação seja encerrada e, posteriormente, o áudio seja publicado na timeline. Para ouvir o áudio é necessário apenas tocar na mensagem. Será possível escutar os áudios publicados enquanto o usuário rola a timeline para ler as demais mensagens.

Por enquanto, a nova ferramenta está em fase de testes e será disponibilizada para alguns grupos de usuários. Nas próximas semanas, a publicação de áudio será estendida a toda à base da rede social. De acordo com o Twitter, a nova função tem o objetivo de tornar a comunicação mais humana.

“Há muitas coisas que podem deixar de ser ditas ou mal interpretadas ao usar texto e é por isso que esperamos que os Tweets de voz criem uma experiência mais humana para ouvintes e contadores de histórias. Seja sobre a história do seu encontro com um ganso na vizinhança, um jornalista que compartilha uma notícia de última hora ou uma conta transmitindo um protesto em primeira mão, esperamos que os Tweets de voz permitam que você mostre sua perspectiva de maneira rápida e fácil com a sua voz. Mal podemos esperar para ver como as pessoas vão usar essa nova função para fazer com que suas vozes sejam ouvidas e participem da conversa pública”, diz a empresa, eu seu blog oficial.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/06/17/twitter-lanca-ferramenta-para-mensagens-de-audio.html

17

Jun

Mídias Sociais

Facebook e Instagram vão permitir desabilitar anúncios políticos

O Facebook anunciou que seus usuários poderão ocultar todos os anúncios políticos, incluindo publicações de questões sociais e de candidatos. A desativação poderá ser feita por meio de uma opção em um desses anúncios ou por meio das configurações do aplicativo. O mesmo recurso também estará presente no Instagram.

Ao USA Today, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que é mais importante dar voz aos candidatos, para que seus eleitores possam compreender suas intenções, do que remover as informações falsas da plataforma. Por isso, o recurso de ocultar anúncios políticos visa atender aqueles que não querem ser atingidos por esse tipo de conteúdo, seja ele verídico ou não.

Foco no registro de eleitores

Na campanha com medidas para as eleições presidenciais norte-americanas de 2020, o foco do Facebook é no registro de eleitores. A rede social quer atuar como uma entidade à parte, com o lançamento do “Centro de Informações de Votação”, que vai informar aos cidadãos como e onde votar, além de oferecer informações sobre como se registrar para votar e como votar por correio. Os usuários também podem ativar alertas que os lembrarão de votar e encaminhem-nos para os locais de votação em novembro.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/154247-facebook-instagram-permitir-desabilitar-anuncios-politicos.htm