Mídias Sociais

10

Jun

Pinterest permite a adição de pronomes pessoais aos perfis

No Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Pinterest anunciou que, nas próximas semanas, os usuários da plataforma poderão adicionar pronomes pessoais que melhor representem sua identidade de gênero aos seus perfis. Tanto os perfis de usuários quanto de negócios podem escolher os pronomes nas configurações da plataforma e eles aparecerão ao lado do nome. A opção de pronome estará disponível nos idiomas locais em mais de 15 países, incluindo Estados Unidos, Espanha, Itália, França e Brasil.

A novidade faz parte da nova campanha do Orgulho “Show Your True Colors”, voltada ao criador da plataforma, que foi lançada nesta quarta-feira, 9. O filme (veja abaixo) disponível nas redes sociais da plataforma, destaca seis criadores LGBTQIA+, como Zooey Gleaves, do Reino Unido, e Boubou Belbak, da França, que falam sobre como o Pinterest os ajudou a se expressarem e explorarem sua sexualidade. O Pinterest trabalhou com a agência de criação independente Platform 13 e o diretor Mollie Mills no filme.

Além do filme, durante este mês, o Pinterest promoverá uma série de atividades sob o tema “Mostre suas verdadeiras cores”, para estimular a inspiração, a celebração e as ações entre os usuários da plataforma e os criadores de conteúdo. Entre essas ações, a rede destacará os conteúdos produzidos pelos criadores da comunidade LGBTQIA+ na aba Hoje.

Outra iniciativa promovida pela plataforma é que, nas próximas semanas, quando os usuários pesquisarem por “Orgulho” no Pinterest, encontrarão sugestões de buscas em todas as cores do arco-íris. Essa experiência estará disponível para todos os usuários nos Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Suíça, Áustria, Espanha, Itália, Japão, Brasil, México, Argentina e Colômbia. Quem pesquisar por “Orgulho” na plataforma ainda encontrará um fundo bastante festivo sob a barra de pesquisa, com recomendações adicionais de busca.

Para finalizar, em 23 de junho, o Pinterest promoverá um evento global sob o tema “Mostre suas verdadeiras cores”, com o objetivo de fomentar inspiração e discussões sobre ser um criador de conteúdo ou uma empresa LGBTQIA+, ou ambos, em 2021. Todos os criadores de conteúdo no Pinterest poderão participar de sessões educacionais e inspiradoras destinadas a despertar a criatividade e descobrir o real significado de ser um criador de conteúdo ou uma empresa LGBTQIA+.

Por fim, a plataforma doará uma quantia para a Immigration Equality, uma associação líder na luta pelos direitos de imigração LGBTQIA+, para a Mermaids, no Reino Unido, que trabalha com a diversidade de gênero com crianças, jovens e as famílias deles, e para a BLAQ, que está comprometida em empoderar as comunidades LGBTQ + aborígenes e os habitantes das ilhas do Estreito de Torres, por meio da inovação, inclusão , compreensão e promoção. Além disso, o Pinterest igualará as doações de funcionários para organizações que apoiam as questões da comunidade.

Esta não é a primeira iniciativa do Pinterest em relação à diversidade e inclusão. Em março deste ano, a plataforma expandiu sua ferramenta de gama de tons de pele, que permite aos usuários filtrar termos de pesquisa para se adequar ao tom mais próximo ao seu tom de pele, para treze novos países, incluindo França, Itália, Espanha, Alemanha, Suíça, Áustria, Holanda, Índia, Indonésia, México, Argentina, Brasil e Colômbia.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/06/09/pinterest-permite-a-adicao-de-pronomes-pessoais-aos-perfis.html

10

Jun

Instagram explica como funcionam os seus algoritmos

Como o Instagram decide quais publicações aparecem primeiro para cada usuário? Por que algumas postagens são mais visualizadas? Tentando responder a questionamentos como estes, o CEO da empresa, Adam Mosseri, publicou um comunicado nessa terça-feira (08) explicando o funcionamento da rede social.

Um dos pontos abordados foi o “algoritmo do Instagram”. Segundo Mosseri, a plataforma conta com uma “variedade de algoritmos, classificadores e processos”, para diferentes finalidades. Tais tecnologias ajudam a personalizar a experiência dos usuários, identificando seus hábitos.

O executivo comentou que os algoritmos usados no Feed e no Stories levam em conta centenas de “sinais” para definir o que mostrar primeiro para cada pessoa. Com base em critérios como horário da publicação, curtidas, interação e localização, o app dá destaque às postagens de quem você segue.

Já nas seções Explorar e Reels, o mecanismo funciona um pouco diferente, para levar o usuário a descobrir coisas novas, apresentando publicações de quem ele não segue. A plataforma também considera a sua atividade recente e prioriza conteúdos que acredita serem do seu interesse, evitando recomendar posts sensíveis e vídeos com resolução ruim.

“Shadowbanning” e dicas para influenciar o algoritmo

Mosseri também deu explicações sobre a prática de limitar o alcance de alguns posts (shadowbanning), da qual o Instagram é acusado. Segundo ele, nem sempre um menor número de curtidas se deve a algum tipo de penalização, pois a “maioria dos usuários vê menos da metade do seu feed”.

Quanto aos casos de remoção de conteúdos e outros tipos de punição, o executivo afirmou que a empresa tem trabalhado em maneiras de melhorar o seu sistema de notificação, para indicar as causas daquela penalização.

Por fim, o CEO deu dicas para quem quer influenciar o algoritmo da rede social. Adicionar os “melhores amigos” no Stories, silenciar uma conta e marcar postagens recomendadas como “não tenho interesse” ajudam a melhorar a sua experiência.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/218932-instagram-explica-funcionam-algoritmos.htm

9

Jun

Facebook e Instagram lançam novas formas de usuários ganharem dinheiro

Nesta terça-feira (8), o Facebook anunciou novas formas de remuneração para influenciadores e criadores de conteúdo, tanto em sua plataforma principal, quanto no Instagram. Entre as principais novidades, estão o novo programa de afiliação, as novas funcionalidades para lojas integradas e recursos de remuneração para transmissões ao vivo.

Destaque, o recurso "Afiliado" é um programa para o Instagram que busca recompensar os criadores de conteúdo pelas vendas, de outras marcas, que eles incentivarem. Esses usuários poderão encontrar novos produtos no momento da finalização de uma compra e, assim, também recomendá-los aos seus seguidores — aumentando o fluxo de transações no sistema de lojas integradas.

Segundo o Facebook, o recurso entrará em fase de testes nos próximos meses e contará com a participação de algumas empresas norte-americanas.

Programa de Afiliados do Instagram. (Fonte: Instagram / Divulgação)

Nesse contexto, as próprias lojas do Instagram também receberam uma expansão e contarão com novos recursos. Agora, contas pessoais também poderão possuir lojas próprias e vender seus produtos diretamente, como preferirem.

Similarmente, a plataforma também permitirá o vínculo de criadores de conteúdo com um entre seus quatro parceiros, sendo eles Fanjoy, Represent, Spring e UMG, possibilitando a criação de uma nova conta para promover os respectivos produtos. Esse recurso será liberado inicialmente nos Estados Unidos, até o final deste ano, conforme os requerimentos exigidos para as contas.

Novidades para os streamers

Para os criadores de conteúdo ao vivo, o Facebook anunciou a chegada dos "marcos", que funcionam como tarefas que recompensam os usuários com pagamentos extras quando completadas. Seus objetivos podem variar de acordo com várias metas, tais como transmitir com uma outra conta no Instagram ou obter uma determinada quantidade de estrelas em um curto período.

Marcos no Instagram e Facebook, respectivamente. (Fonte: Instagram / Divulgação)

Todas essas mudanças estão de acordo com a visão de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook: "nosso objetivo é ser a melhor plataforma para criadores de conteúdo como vocês ganharem dinheiro," ele explica.

Zuckerberg ainda acrescenta que, "se você tem uma ideia que deseja compartilhar com o mundo, você deve ser capaz de criá-la e divulgá-la com facilidade e simplicidade — no Facebook e no Instagram — e então ganhar dinheiro com seu trabalho," conclui.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/218867-facebook-instagram-lancam-novas-formas-usuarios-ganharem-dinheiro.htm

8

Jun

Privacidade: diferenças entre WhatsApp, Telegram e Signal

Desde que o WhatsApp anunciou a atualização de seus termos e condições, um grande número de usuários decidiu migrar para outros aplicativos de mensagens, como Telegram ou Signal. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, já mencionou que deixar de usar o WhatsApp não seria a solução para evitar possíveis problemas de privacidade e uso de informações pelas empresas. Agora, a ESET analisa as principais características dos aplicativos de mensagens mais populares para que os usuários possam escolher aquele que melhor atende às suas necessidades.

Antes de iniciar essa análise, no entanto, a ESET apresenta o contexto de cada um dos apps:

- O WhatsApp, atual líder em mensagens com mais de 2 bilhões de usuários, foi comprado em 2014 pelo Facebook. A partir dessa compra, o app cresceu em funcionalidades como canais e bate-papos em grupo, videochamadas, criptografia ponta a ponta e, recentemente, sistema de pagamento. Ou seja, é a aplicação mais utilizada, com amplas funcionalidades, e pertence a um dos maiores conglomerados empresariais da Internet.

- O Telegram, com mais de 500 milhões de usuários, pertence a uma organização autofinanciada e sem fins lucrativos fundada pelos irmãos russos Nikolái e Pável Dúrov, atualmente com sede em Dubai. Ele é um app gratuito e, embora os desenvolvedores tenham buscado como monetizá-lo em 2021 para cobrir despesas de infraestrutura, eles garantem que isso não será feito por meio de publicidade ou venda do app a uma empresa, mas com funcionalidades especiais para usuários comerciais ou premium.

- O Signal, ao contrário dos anteriores, é um aplicativo de código aberto, cujas bibliotecas e protocolos são publicados no github. Isso torna a implementação do aplicativo e seus protocolos de segurança facilmente verificáveis por toda a comunidade. Ainda que o Signal tenha começado a ganhar destaque em 2015, depois que Edward Snowden elogiou sua privacidade e segurança em uma conferência, atualmente ele tem mais de 10 milhões de usuários e um crescimento exponencial graças às recomendações de vários especialistas e figuras conhecidas como Elon Musk.

“Levar em consideração o contexto nos ajudará a entender melhor a posição que cada aplicativo tem em relação à privacidade e aos serviços que oferece aos seus usuários, bem como as vantagens e desvantagens de cada um deles. É importante levar em consideração a origem das aplicações quando se trata de questões de segurança e privacidade”, comenta Cecilia Pastorino, Pesquisadora do Laboratório da ESET na América Latina.

A ESET recomenda a leitura dos termos de serviço e política de privacidade de cada um desses aplicativos, que podem ser acessados nos seguintes links: política de privacidade do WhatsApppolítica de privacidade do Telegram e política de privacidade do Signal.

“À primeira vista, a quantidade de dados que o WhatsApp coleta é surpreendente em comparação com o Telegram ou Signal. É claro que existem dados essenciais que facilitam o funcionamento desses aplicativos, como o número do telefone, o perfil do usuário ou os contatos. Enquanto o resto dos dados que o WhatsApp coleta são usados para melhorar a experiência do usuário, dar suporte e integrá-lo com outros aplicativos do Facebook, entre outras coisas, também é um pouco excessivo em termos de privacidade”, acrescenta Pastorino.

Ao revisar as funcionalidades de cada aplicativo em termos de segurança, bem como as práticas para o usuário, como chamadas em grupo ou o uso de emojis, que são bastante semelhantes, a ESET analisa os aspectos relevantes de privacidade e proteção da segurança das mensagens e dados enviados.

O primeiro aspecto de segurança que a ESET destaca é que os três aplicativos possuem criptografia de ponta a ponta em suas mensagens. Isso significa que as mensagens são criptografadas no dispositivo do remetente e descriptografadas no do destinatário. As mensagens trafegam criptografadas por toda a comunicação, não permitindo que os servidores de aplicativos as descriptografem. No entanto, o WhatsApp não criptografa os metadados, ou seja, informações adicionais como para quem é enviada a mensagem (e os dados mencionados no início) e esse tipo de informação pode ser usado para deduzir com quem você está falando, a que horas, há quanto tempo, etc.

No caso do Telegram, a criptografia ponta a ponta só está disponível em mensagens secretas. No entanto, as comunicações regulares também são criptografadas entre o cliente e o servidor com o protocolo do próprio Telegram, que se mostrou muito seguro. Isso se deve principalmente ao fato de o Telegram ser um serviço baseado em nuvem, que apresenta algumas vantagens, como armazenar um backup criptografado e não depender da conexão telefônica para utilizar sua versão web ou desktop. Em caso de roubo do dispositivo móvel ou quando a bateria acabar, o serviço de mensagens pode continuar a ser usado a partir de um computador.

Entre outros aspectos, a ESET destaca a verificação em duas etapas, configuração essencial para evitar clonagem ou roubo de conta. Todos os apps analisados têm a capacidade de bloquear o aplicativo com um PIN ou impressão digital, para evitar que terceiros leiam as mensagens quando o telefone está desbloqueado. Além disso, o Telegram e o Sinal agregam a opção de receber notificações sem conteúdo para não revelar textos ou remetentes no recebimento de uma mensagem.

Quando se trata de excluir mensagens enviadas, os três têm essa opção. Além disso, o Signal e o Telegram têm a possibilidade de "autodestruir" uma mensagem depois de lida pelo receptor. No caso do WhatsApp, a opção está disponível depois de decorridos 7 dias do recebimento da mensagem, tempo muito superior aos minutos ou segundos oferecidos por seus concorrentes. Além disso, o Telegram e o Signal fornecem um sistema de bloqueio de captura de tela que, embora não garanta que uma foto não seja tirada de outro dispositivo, adiciona proteção extra.

Por fim, o Signal adiciona alguns pontos extras, pois permite anonimizar o endereço IP do remetente em chamadas de vídeo e enviar mensagens sem revelar o número de telefone ou perfil do remetente.

A pesquisadora da ESET conclui: “Cada aplicativo tem vantagens e desvantagens. O WhatsApp possui amplas funcionalidades de comunicação e é o mais utilizado, por isso provavelmente é mais prático para a comunicação diária ou com aqueles contatos que não utilizam outro aplicativo. No entanto, ao usá-lo, os dados e informações que estão sendo utilizados pelo conglomerado do Facebook estão sendo transferidos. O Telegram ficaria em algum lugar entre o Signal e o WhatsApp, com um número crescente de usuários e cada vez mais popular. Embora pertença a uma empresa privada, ele coleta muito menos informações e tem os mesmos (ou até mais) recursos do WhatsApp. No entanto, se você decidir usá-lo, é importante lembrar-se de utilizar bate-papos secretos para comunicações privadas. Por fim, o Signal é claramente o aplicativo que possui os melhores recursos de segurança, além de garantir a privacidade das informações. Porém, ainda é um aplicativo pouco conhecido e talvez muitos dos contatos não o utilizem”.

Para saber mais sobre segurança da informação, acesse o portal de notícias da ESET: https://www.welivesecurity.com/br

 

8

Jun

WhatsApp testa método de verificação de número por chamada

Em breve, você poderá receber uma ligação automática do WhatsApp quando for ativar a sua conta em um novo celular. A novidade foi revelada pelo WABetaInfo nesse domingo (6), que encontrou o método alternativo de verificação de login na versão beta do mensageiro para Android.

De acordo com a publicação, o recurso denominado “Chamadas Flash” está presente na versão 2.21.11.7 do WhatsApp Beta e é oferecido ao usuário sempre que ele precisar verificar a sua conta. Ao entrar na tela de solicitação do código de verificação de seis dígitos, o app pede permissão para ler o registro de ligações do smartphone.

Ao conceder a permissão, o WhatsApp irá ligar para o telefone com o objetivo de verificar se o número é o mesmo do envio do código numérico. Trata-se de uma chamada curta, que será encerrada automaticamente, permitindo o login no serviço a seguir.

No momento, a confirmação do número na plataforma é feita pelo envio de SMS com um código de seis dígitos, que deve ser inserido na tela. Também é possível receber a combinação de dígitos por meio de ligação, caso haja problema com o sistema de mensagem.

Método não deve funcionar no iPhone

Ainda conforme o site, o novo método de verificação do WhatsApp por chamada telefônica não deverá estar disponível no iPhone. Como o iOS não permite o acesso ao histórico de chamadas por apps de terceiros, o serviço de mensagens fica impossibilitado de realizar a ligação.

Outro detalhe é que a novidade não substituirá o atual sistema de confirmação por SMS nem o envio do código por ligação. Ele será oferecido de forma opcional ao usuário do aplicativo, junto com as demais alternativas já existentes.

Por enquanto, não há informações sobre quando a função será lançada na versão estável do app para Android, apesar dos indícios de que ela esteja em fase final de desenvolvimento.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/218766-whatsapp-testa-metodo-verificacao-numero-chamada.htm

8

Jun

Facebook vai passar a detalhar taxas que Google e Apple cobram de criadores

Apesar de ser conhecido como uma rede social, o Facebook tem na publicidade um de seus maiores negócios — e o Google e a Apple como alguns de seus maiores competidores. No que parece ser uma ação para se destacar em meio à concorrência, a rede social revelou que vai alterar sua interface para criadores para mostrar exatamente o quanto eles pagam a cada empresa simplesmente por operar na plataforma.

A nova tela ainda não tem data de estreia definida, mas a empresa já revelou o primeiro relance do que os usuários vão encontrar. Nela, criadores vão poder ver os ganhos totais e quanto foi descontado em impostos e em taxas adotadas pelo próprio Facebook, pela Apple e pelo Google — depois de todos esses descontos, eles poderão conferir o quanto efetivamente vão ganhar.

O anúncio da nova interface veio acompanhada por uma mensagem publicada pelo CEO Mark Zuckerberg em seu perfil na rede social. Ele revelou que o uso de eventos online, assinaturas de fãs e produtos futuros de notícias independentes vão ser mantidos totalmente gratuitos para criadores até 2023.

“E, assim que introduzirmos uma divisão de receita, ela vai ser menos do que os 30% que a Apple e os outros tiram”, finalizou Zuckerberg. Anteriormente, a empresa havia revelado que iniciaria seu plano de monetização ainda em 2021 — a mudança pode estar ligada à estratégia de expandir o uso da rede social como uma forma de transmitir eventos esportivos que nem sempre são contemplados pela televisão.

A referência com críticas à Apple feita pelo executivo não pode ser ignorada, visto que as duas companhias não estão nos melhores termos atualmente. O Facebook está entre os maiores críticos do sistema App Tracking Transparency introduzido pelo iOS 14.5 que, ao permitir que usuários barrem a coleta de dados pessoais, tira da plataforma a capacidade de vender anúncios direcionados precisos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-vai-passar-a-detalhar-taxas-que-google-e-apple-cobram-de-criadores-186639/

8

Jun

Redes sociais e sites de notícias são atingidos por interrupções

Deu na Folha de S.Paulo: 

Interrupções múltiplas na internet atingiram redes sociais e sites de notícias em todo o mundo nesta terça-feira (8), com relatos apontando para um problema no serviço de computação em nuvem Fastly, sediado nos Estados Unidos.

Quase 21 mil usuários do Reddit relataram problemas com a rede social, enquanto mais de 2.000 usuários relataram problemas com a Amazon, de acordo com o site que monitora interrupções na internet Downdetector.com. O Twitch, que pertence à Amazon, também registrava interrupção. Procurada pela agência de notícias Reuters, a empresa ainda não comentou o caso.

Os sites de veículos de imprensa como Financial Times, The Guardian, The New York Times, Bloomberg News, CNN e Al Jazeera também enfrentavam problemas por quase uma hora. Plataformas de streaming como Spotify, Hulu, sites de instituições oficiais como da Casa Branca e do governo britânico também tiveram instabilidade.

Segundo a Reuters, os sites voltaram a apresentar estabilidade por volta das 8h36 (horário de Brasília).

O serviço de computação em nuvem Fastly disse que está investigando "o potencial impacto para a performance de nosso serviço", de acordo com o site da empresa.

De acordo com o site da companhia, a maioria das áreas de cobertura da Fastly enfrentava "performance degradada".

A Fastly é um dos provedores de rede de entrega de conteúdo baseado em nuvem mais usados do mundo. A empresa afirma que o problema foi identificado e uma correção foi aplicada. Segundo a Fastly, os clientes podem ter um aumento na carga de origem conforme os serviços globais retornam.

A empresa, que abriu o capital em 2019 e tem uma capitalização de mercado de US $ 5 bilhões (R$ 25,2 bilhões), é muito menor do que concorrentes como o AWS, nuvem da Amazon. A empresa atua facilitando o fluxo de sites, seguindo rotas menos congestionadas, o que permite alcancem os consumidores com maior rapidez.

Foto: Getty Images AFP / Fonte disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/06/redes-sociais-e-sites-de-noticias-sao-atingidos-por-interrupcoes.shtml

7

Jun

Pra evitar amigos e familiares: Tinder agora permite que usuário bloqueie pessoas pelo número de telefone

Situação chata clássica do Tinder: você está lá deslizando pra direita e pra esquerda quando de repente aparece um amigo, familiar e ex de opção de contato que te deixa sem graça de estar usando o aplicativo – até porque se você consegue vê-lo na plataforma, ele também tem acesso a seu perfil.

O problema aparentemente é grande o suficiente pra fazer a companhia tomar providências para o usuário conseguir evitar estes momentos. Nesta sexta (4), o Tinder anunciou uma nova ferramenta que permite ao público bloquear pessoas na rede social com base nos números de telefone presentes na agenda do celular.

De acordo com a seção de ajuda da plataforma, o recurso está disponível desde hoje nas configurações da conta, dentro da seção tradicional de bloqueio de contato. Os usuários terão como barrar a lista completa de contatos, limitar números individuais e voltar atrás nas decisões a qualquer momento, enquanto o Tinder garante que não vai armazenar os dados para além do que foi fornecido pela conta.

O mais divertido dessa novidade é que ela é preventiva acima de tudo. Você não vai ter como saber quem entre os contatos tem um perfil na rede social, apenas bloqueá-lo com base no número fornecido durante a criação do usuário – e se a pessoa trocou de dado, é bem possível que ela apareça nas opções do algoritmo.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/145167/pra-evitar-amigos-e-familiares-tinder-agora-permite-que-usuario-bloqueie-pessoas-pelo-numero-de-telefone/

7

Jun

YouTube Shorts chega ao Brasil hoje

O YouTube anunciou, nesta segunda-feira (07), o lançamento do YouTube Shorts no Brasil. A ferramenta permite a criação de vídeos curtos originais e o remix de conteúdos usando áudios que já estão na plataforma.

O YouTube explicou que o novo recurso permitirá que os produtores de conteúdo dêem um toque criativo aos seus vídeos e possam até mesmo encontrar novos públicos. Entre formatos já consagrados de vídeos curtos estão reações à piadas, experimentação de receitas e encenação de esquetes cômicas.

Os criadores poderão desativar a opção de reaproveitar os vídeos caso eles não queiram que outras pessoas utilizem seus materiais para remixar. No caso das músicas, o site do Google fez acordos com gravadoras e produtoras para garantir que a comunidade tenha sons e faixas musicais disponíveis para uso.

Concorrente do TikTok

O Shorts é a tentativa do YouTube de concorrer com os vídeos curtos do TikTok, que explodiu em popularidade e foi mais baixado do que o Facebook e o Instagram em 2019.  A ferramenta do Google foi anunciada em setembro de 2020 em uma versão beta na Índia. De acordo com a gigante da tecnologia, os canais que utilizam o formato mais que triplicaram desde dezembro.

Em março deste ano, o Shorts chegou aos Estados Unidos e desde então globalmente a plataforma já ultrapassou 6,5 bilhões de visualizações diárias.

YouTube Shorts

“O lançamento do Shorts é uma evolução fundamental para o YouTube, seguindo um movimento cultural em direção à criação e consumo de vídeos curtos, e uma forma chave para capacitar qualquer pessoa a se tornar um criador diretamente de seu celular. Além disso, é um produto divertido para os espectadores aproveitarem nos pequenos momentos do dia, conectando-os ao conteúdo e aos criadores que amam”, afirmou Patrícia Muratori, diretora do YouTube Brasil.

De acordo com a empresa, o formato receberá novos recursos nos próximos meses, incluindo opções de monetização, novas ferramentas de criação e experiências novas de reprodução.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/218622-youtube-shorts-chega-brasil-segunda-feira-07.htm

7

Jun

TikTok poderá coletar dados biométricos dos usuários, inclusive rostos e voz

Uma mudança na política de privacidade da TikTok nos EUA criou polêmica e está repercutindo no mundo inteiro. A atualização nos termos de privacidade adicionou uma seção em que permite ao aplicativo coletar “identificadores e informações biométricas” dos usuários, o que inclui coisas como expressões faciais e voz.

A novidade foi adicionada em uma área criada especificamente para este fim, chamada Image and Audio Information (Informação de imagem e áudio, em tradução livre), encontrada junto ao trecho que elenca quais informações são coletadas automaticamente.

A primeira parte da nova seção explica que o TikTok pode coletar informações sobre as imagens e áudios que estão no conteúdo dos usuários, como a identificação dos objetos e cenários que aparecem; além da existência e localização de características do rosto e corpo das pessoas em uma foto. O app também seria capaz de reconhecer a natureza do áudio e do texto das palavras faladas.

Embora isso pareça assustador, outras redes sociais também fazem reconhecimento de objetos em imagens para fins de recursos de acessibilidade (para descrever um objeto que você esteja segurando, por exemplo). Já a identificação de fala pode ser usada para criação de legendas automáticas, o que ajuda pessoas com deficiência auditiva a compreender o vídeo.

Coleta biométrica é o problema

O que mais deixou as pessoas de cabelo em pé é o aviso de que dados biométricos podem ser identificados. Seria o caso de registros faciais e de tons de voz, inclusive sem permissão, desde que não haja uma exigência na lei. A declaração em si é vaga, porque não especifica se está considerando uma diretriz federal, uma regra estadual, ou ambas; o que é bastante comum nos Estados Unidos, onde a legislação varia de acordo com o local.

Não há uma definição clara nos termos do que seriam “impressões faciais” ou “impressões de voz”, e nem por que o TikTok precisa desses dados. Essas informações são usadas como meio de identificação das pessoas por celulares ou em sistemas de segurança, por isso parece arriscado que um aplicativo possa ter um registro disso.

O temor é que haja o uso com propósitos de controle social, permitindo identificar as pessoas com base nos seus traços e características. Isso constituiria uma grave violação da liberdade individual dos cidadãos em todo o mundo, principalmente se feito sem a devida autorização. E também existe sempre a possibilidade do vazamento dessa base, o que colocaria a privacidade e a segurança de muita gente em xeque.

Além disso, há sempre a possibilidade de que essas informações sirvam para para fins comerciais, como forma de segmentar anúncios com base na análise dos seus conteúdos. A criação de uma lista de preferências e hábitos tão apurados valeria uma nota no mercado, o que levaria o TikTok (e outras empresas que fazem uso disso) a arrecadar milhões de dólares em cima do comportamento do usuário — algo que muitas companhias já fazem, mas que continua sendo debatido com autoridades e governos.

O TikTok passa por uma crise de confiança em solo ianque, desde quando o governo local tentou proibir totalmente a operação em seu território, ao alegar que o app era uma ameaça à segurança nacional, por ser propriedade de uma empresa chinesa. A rede social luta contra a proibição e afirmou que só armazena dados simples dos usuários, e que tudo fica em centros de dados dos Estados Unidos e em Cingapura, sem transmitir nada para a China ou outro país.

Resposta do TikTok Brasil

Aqui no Brasil, a política de privacidade da empresa não é atualizada desde junho de 2020, portanto, até o momento, ainda não consta nenhuma permissão nesse sentido.

O Canaltech entrou em contato com a representação da rede social no país para comentar, mas a empresa se limitou a repetir o que foi dito pelo porta-voz norte-americano ao site TechCrunch. "Como parte de nosso compromisso contínuo com a transparência, atualizamos recentemente nossa Política de Privacidade para fornecer mais clareza sobre as informações que coletamos e como elas são usadas”, diz o comunicado.

Não foi esclarecido se essa mudança chegará ao Brasil, nem quais tipos de dados pretende-se coletar. Os termos para usuários brasileiros já mencionam a possibilidade do armazenamento de informações sobre as imagens e áudio como parte do "Conteúdo de Usuário", mas sem adentrar no mérito dos elementos biométricos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/tiktok-podera-coletar-dados-biometricos-dos-usuarios-inclusive-rostos-e-voz-186559/

7

Jun

WhatsApp não imporá restrições a quem não aceitar regras de dados

O WhatsApp não imporá mais restrições aos usuários que não aderirem às novas regras de coleta e tratamento de dados que estão em processo de adoção no Brasil e no restante do mundo. As novas práticas da plataforma são questionadas por órgãos como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério Público Federal (MPF).

A nova política foi anunciada no início do ano. Ela envolve o repasse ao Facebook, empresa controladora do WhatsApp, de dados das interações com contas comerciais. A nova política entrou em vigor no dia 15 de maio. Inicialmente, o WhatsApp divulgou restrições e limitações a quem não aceitasse a nova política.

Entre as restrições estavam a impossibilidade de acessar a lista de conversas e a suspensão do envio de mensagens e chamadas para o celular algumas semanas depois, caso o usuário não aceitasse a nova política.

Os órgãos ANPD, Cade e MPF apontaram problemas tanto para a proteção de dados dos usuários quanto para a concorrência do mercado de redes sociais e serviços de mensageria. Pesquisadores e entidades de direitos digitais também se manifestaram questionando a nova política.

Diante dos questionamentos, o WhtsApp se comprometeu a adiar a entrada em vigor das limitações por 90 dias. Agora, abandonou este prazo de três meses e abriu mão de impor tais obrigações.

Em nota à Agência Brasil, a empresa afirmou que, devido à discussão com autoridades regulatórias e especialistas em privacidade, a opção foi por não tornar as limitações obrigatórias.

“Ao invés disso, o WhatsApp continuará lembrando os usuários de tempos em tempos para que eles aceitem a atualização, incluindo quando as pessoas escolhem usar determinadas funcionalidades opcionais, como se comunicar no WhatsApp com uma empresa que esteja recebendo suporte do Facebook”, diz o comunicado da plataforma.

Fonte: Agência Brasil

4

Jun

Twitter começa a oferecer serviço de assinaturas

O Twitter revelou seu tão aguardado serviço de assinaturas, que irá fornecer aos usuários pagamentos algumas regalias na plataforma. Quem assinar o serviço poderá, por exemplo, desfazer posts já publicados e organizar a timeline de forma personalizada. A iniciativa é uma das propostas da rede social para tentar diminuir um pouco a dependência das receitas provenientes de publicidade.

Batizado de Twitter Blue, o produto custará US$ 2,99 por mês e oferecerá aos usuários diversas funcionalidades especiais, como a capacidade de ‘desfazer’ uma postagem antes de ser publicada, organizar as mensagens em diferentes pastas e acessar de forma mais fácil os tópicos da rede social. Os assinantes também terão acesso facilitado ao suporte da plataforma quando precisarem fazerem alguma reclamação e poderão escolher as cores do aplicativo.

O modelo de assinaturas pode ajudar o Twitter a diversificar seu negócio em um momento em que a pandemia ressaltou os riscos de uma forte dependência da publicidade digital. Mais de 85% da receita publicitária da companhia provém de comercialização de espaços publicitários, sendo o restante proveniente do licenciamento de dados. No segundo trimestre do ano passado, quando a pandemia obrigou várias partes do mundo a entrarem em lockdown e cancelarem eventos, a receita publicitária do Twitter caiu 19%. O Twitter Blue, portanto, poderia fornecer uma monetização mais consistente, ainda que menor.

A nova solução está sendo oferecida aos mais prolíficos dos 200 milhões de usuários diários do Twitter, incluindo jornalistas, gerentes de mídia social e para aqueles que usam a plataforma como sua principal fonte de notícias, de acordo com Sara Beykpour, líder de produto e responsável pelas assinaturas.

“O Twitter Blue é voltado para os clientes que são os mais engajados e mais apaixonados usuários, que realmente queiram levar sua experiência a outro patamar”, disse Beykpour, que não quis estimar a quantidade de pessoas que compõem o público-alvo do modelo de assinaturas. “Há algo especial sobre esse grupo que estamos aprendendo”, confessou a porta-voz.

O Twitter considera há anos a hipótese de oferecer um serviço pago, mas até então, a ideia não tinha passado de testes internos e pesquisas. O serviço, por enquanto, estará disponível apenas no Canadá e na Austrália, mas a ideia da empresa é levá-lo a outros mercados.

Com o novo serviço, os usuários poderão ver longas threads no modo de leitura, que reúne as mensagens em um formato de conteúdo mais longo, sem os botões que separam os posts. A rede social também está criando um serviço de atendimento ao cliente customizado, dedicado a receber as reclamações dos assinantes.

Um dos recursos aos quais os usuários que pagarem pela assinatura terão direito é uma espécie de janela de tempo, que permitirá que a pessoa visualize o tuíte por um tempo antes de ele ser publicado, com uma margem de tempo para que ele apague o conteúdo caso desista da publicação. Isso é diferente do botão de edição, que muitos usuários da plataforma pedem há anos. O CEO do Twitter, Jack Dorsey, disse por diversas vezes é improvável que a empresa disponibilize um botão de edição porque o uso de tal recurso seria perigoso para as mensagens que são compartilhadas de forma rápida. Alguém, por exemplo, poderia alterar uma mensagem postada depois de ela já ter sido amplamente distribuída.

Beykpour disse que essa janela de tempo entre a escrita e a publicação da postagem poderá ajudar os usuários a evitarem alguns problemas, como a postagem com erros de digitação. A porta-voz também disse que a rede social está planejando incluir outros recursos para seus assinantes. O TweetDeck, um serviço gratuito que muitas pessoas usam para gerenciar contas simultâneas na rede social, poderia se transformar em um modelo freemium, segundo a líder de produto, oferecendo recursos básicos no modo gratuito e opções mais avançadas no modo pago.

Alguns dos planos do Twitter para seu serviço de assinaturas haviam sido adiantados pela Bloomberg e outros detalhes foram descobertos e divulgados pela pesquisadora de segurança Jane Manchun Wong.

A empresa está criando outros produtos de assinaturas e pagamentos que visam permitir que usuários populares a ganhar dinheiro com suas contas na rede social. Nos últimos esses, a plataforma anunciou diversas ferramentas para criadores de conteúdo, incluindo um recurso de gorjetas que permitirão que os usuários doem dinheiro a outras pessoas a quem eles seguem e, delas, obtenham serviços exclusivos.

Um dos projetos de monetização da plataforma é o recurso que vem sendo chamado de Super Follows, que permitirá que os usuários cobrem de seus seguidores pelo fornecimento de algum tipo de conteúdo exclusivo, como newsletters, conversas de áudio e tuítes especiais. A companha ainda não revelou os detalhes desse recurso, mas existe a ideia de disponibilizar três diferentes faixas de preços: US$ 2,99; US$ 4,99 e US$ 9,99 por mês, declarou Esther Crawford, sênior product manager da rede social.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/06/04/twitter-comeca-a-oferecer-servico-de-assinaturas.html

3

Jun

Brasil é o segundo país do mundo que passa mais tempo nas redes sociais

A Comscore acaba de divulgar uma análise sobre o uso das redes sociais no Brasil durante 2020. A empresa traz dados relevantes sobre o consumo de conteúdo nos aplicativos, que servem de referência para guiar as estratégias digitais das marcas nos próximos meses. As informações foram apuradas com base em pesquisas proprietárias e métricas de ferramentas confiáveis, que indicam que o País teve um aumento representativo no uso das plataformas no último ano.

A análise da companhia identificou que a penetração dos conteúdos entre os usuários únicos de redes sociais no Brasil atinge um alcance de 97%, o índice mais alto do mundo, ultrapassando países como China, Índia e Estados Unidos. Além disso, os consumidores brasileiros passaram, em média, mais de 47 horas nas redes durante o mês de dezembro, tempo que fica apenas alguns minutos atrás dos usuários no México, que figuram em primeiro lugar em minutos consumidos em social media.

“O ano de 2020 foi marcado pela aceleração digital nos negócios e na sociedade. No âmbito das redes sociais, encontramos usuários ainda mais engajados e conectados, ávidos por conteúdo e compartilhamento. Com isso, as redes se apresentam como um cenário próspero para ações de marcas que querem se tornar relevantes e reconhecidas, e que buscam atuar mais próximas de seus públicos. Nesta análise, a Comscore desenha o panorama digital no País e aponta o que podemos esperar das redes nos próximos meses”, destaca Eduardo Carneiro, diretor geral da Comscore.

Em números absolutos, o estudo da Comscore contabilizou 24,4 bilhões de interações no Facebook, Instagram e Twitter de marcas, publishers e influenciadores - índice 25% maior do que o que foi registrado em 2019. Além disso, foram somadas 9 milhões de publicações nessas redes em 2020, número 21% maior em relação ao ano anterior.

A pesquisa também aponta que o Instagram foi a plataforma com maior share de ações no último ano; a rede foi responsável por 72% delas em 2020. Em relação à audiência, o Facebook ainda foi a plataforma com maior alcance e concentrou 65% da atenção dos usuários, já o Twitter foi o campeão em conteúdo, com 52% do share de posts. Neste parâmetro, o estudo indica que o volume de comentários nas redes também cresceu 5% em relação a 2019.

Categorias com mais visibilidade

Em relação aos temas que melhor performaram nas redes, conteúdos relacionados à educação e finanças foram os que mais cresceram em interações, 60% e 47%, respectivamente. Além disso, devido ao distanciamento social imposto pela pandemia, menções sobre alimentação (+30%) e cuidados com casa e jardim (+28%) também concentraram mais interações. Já os segmentos de lazer e turismo apresentaram queda de 38% nas respostas dos usuários.

Ações patrocinadas ganharam espaço

A Comscore registrou, ainda, que as ações sinalizadas com o handshake de “parceria paga por” cresceram 13% no Facebook e 48% no Instagram na relação ano a ano. Já os publiposts sinalizados com hashtags #ad #publi #publipost #promo cresceram 101% na análise cross plataformas. Com isso, o estudo aponta que o engajamento nas redes em 2020 foi 25% maior do que o apresentado em 2019.

A força dos influenciadores

Outro ponto de destaque na análise da Comscore foi a relevância dos influenciadores na relação com o público. Enquanto marcas e publishers conquistaram a audiência no Facebook e produziram mais conteúdo no Twitter, os formadores de opinião tiveram grande participação no Instagram, concentrando 72% das ações nas redes, com alcance de 55% da audiência em relação às outras plataformas.

Já o engajamento dos influencers cresceu, em média, 31% em relação a 2019. Os perfis que tiveram aumentos mais significativos em engajamento foram os de lifestyle e assuntos gerais (+141%), os perfis de comédia (+93%) e os empreendedores (+78%).

Alcance dos vídeos e o “boom” do Kwai e do TikTok

Os conteúdos em vídeo também seguiram em alta no último ano. Ao todo, contabilizaram 49 bilhões de visualizações e 4,7 bilhões de interações, crescimento de 35% e 20%, respectivamente, em relação a 2019. Entre os consumidores frequentes deste formato de conteúdo, a análise aponta que a maioria consome até 3 horas de vídeo por semana.

Essa preferência por vídeos mais curtos se refletiu no crescimento do uso do Kwai e do TikTok em 2020. Essas redes sociais sofreram uma evolução ascendente: o Kwai atingiu 40 milhões de unique visitors em sua plataforma, registrando um aumento de audiência de 643% entre janeiro e março do último ano. O app mostra grande afinidade com a população digital mais jovem, na faixa etária entre 15 e 34 anos, e atinge 32,2% do total de usuários digitais - apenas 2% atrás do TikTok, que cresceu em relação ao alcance e tempo de audiência dos vídeos entre janeiro e dezembro do último ano, alcançando picos nos meses de maio e agosto, respectivamente.

Em média, 30% dos usuários informaram que utilizam o TikTok várias vezes ao dia, 20% acessam a plataforma ao menos uma vez ao dia, e a mesma porcentagem apresenta a frequência de acesso de ao menos uma vez na semana. Já em relação aos conteúdos que geram mais interesse entre os consumidores desta rede, os segmentos que apresentam maior engajamento são os de música (53%), comédia (48%), animais (46%), culinárias (44%) e beleza (44%). Publicações sobre notícias (42%), moda (40%) e esportes (37%) também registraram uma boa relação com os usuários.

2

Jun

WhatsApp começa a liberar recurso que facilita a busca por figurinhas no app

O WhatsApp começou a implementar uma novidade que promete facilitar bastante as conversas dos usuários que utilizam figurinhas no mensageiro. A partir de agora, quem está na versão Beta do app para Android começa a receber uma atualização com o recurso de atalho para a busca de stickers, algo semelhante ao que acontece no Telegram.

Essa novidade, na verdade, já começou a ser testada internamente há alguns meses. Com ela, ao digitar uma palavra no WhatsApp, um símbolo destacado ao lado do texto leva a uma tela com sugestões de adesivos relacionados.

É importante lembrar que o mensageiro já possui, há um certo tempo, uma ferramenta que permite buscar algumas figurinhas com base em palavras-chave. Agora, porém, essa procura será ainda mais simples, já que o usuário não precisa clicar no ícone de emoji e depois no sinal da lupa na parte inferior da tela.

Além de buscar os stickers salvos com base no começo do texto digitado, o WhatsApp também irá identificar emojis inseridos. Dessa forma, caso o usuário insira um coração, por exemplo, será possível ver as figurinhas relacionadas a ele.

A princípio, esse recurso só possui compatibilidade garantida com os adesivos disponibilizados oficialmente pelo WhatsApp. No entanto, alguns aplicativos de terceiros — que permitem a customização de stickers — já possuem suporte para a novidade e possibilitam que o criador adicione até 3 emojis relacionados a uma figurinha, para facilitar sua busca no mensageiro, mais uma novidade emprestada do mensageiro rival de origem russa.

É válido frisar que essa novidade começou a ser liberada de forma gradativa para os usuários cadastrados no programa Beta do aplicativo. Até o momento, não há previsão de quando essa função chegará para os usuários “comuns” do WhatsApp.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-comeca-a-liberar-recurso-que-facilita-a-busca-por-figurinhas-no-app-186326/

2

Jun

Facebook e Instagram lançam ferramentas para celebrar mês do Orgulho LGBTIQ+

Junho é considerado o mês de celebração do Orgulho LGBTQI+, por isso o Instagram e o Facebook se juntaram para lançar ferramentas que ofereçam novas formas de se comunicar à toda comunidade. A meta é incentivar o compartilhamento do orgulho em se aceitar e dar mais visibilidade para grupos que precisam lidar diariamente com o preconceito.

Nos Stories do Instagram, já está disponível um novo pacote de adesivos chamado Pride, com seis novos designs criados por artistas consagrados da comunidade LGBTQI+. As figurinhas buscam trazer mais alegria, cores e inclusão para a plataforma como forma de representar a diversidade dessa população ainda tão discriminada.

A plataforma vai identificar as hashtags mais populares usadas pela comunidade para tornar mais fácil o compartilhamento de posts segmentados. Além disso, trará de volta as hashtags de arco-íris para o Feed (aparece em um gradiente com as sete cores) e Stories (contorno colorido durante 24 horas na foto do perfil). Esses efeitos também serão reproduzidos quando alguém usar um dos novos stickers Pride.

Para se ter uma ideia: só no Instagram, são mais de 2,5 milhões de contas que utilizam o emoji de arco-íris na biografia, como forma de mostrar seu apoio à causa. Com as novas adições, a expectativa é que haja um aumento considerável no apoio à causa.

Entre os artistas, está o ilustrador carioca Leandro Assis (@lebassis), responsável por dois dos novos adesivos, inspirados na comunidade queer negra. Segundo ele, o objetivo é inspirar as pessoas por meio das imagens para dar-lhes a coragem de expressar seus sentimentos.

Facebook mudou até a logo 

O aplicativo do Facebook para celulares fez uma parceria com a artista Jasmina El Bouamraoui (EL BOUM) para criar o logotipo na versão do Orgulho LGBTQI+. Com movimento, cores vibrantes e texturas diversas, a logomarca se destaca em meio ao visual tradicional da rede.

A maior rede social do mundo também terá animações diferenciadas para quem escolher usar filtros inspirados na bandeira do arco-íris ou na bandeira trans na parte superior das publicações compartilhadas.

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Assim como no Insta, o Feed do Facebook será completamente adaptado para incorporar a hashtag #Pride, que vai mostrar conteúdo relacionado durante todo o mês de junho. Os usuários poderão usar, ainda, avatares com o tema do Orgulho, novos planos de fundo para publicações, além de figurinhas para o Feed de Notícias e Stories e temas de bate-papo no Messenger.

Segundo a companhia, esse movimento é uma alternativa para dar visibilidade à causa durante este delicado momento de isolamento social, no qual as pessoas não podem sair às ruas. A ideia é permitir que toda população LGBTQI+ e seus apoiadores possam se apoiar uns nos outros e compartilhar experiências positivas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/facebook-e-instagram-lancam-ferramentas-para-celebrar-mes-do-orgulho-lgbtiq-186302/