Mídias Sociais

23

Set

Mídias Sociais

Facebook lança ferramentas de publicidade com foco nas eleições

As eleições no Brasil devem acontecer normalmente, porém, depois do período que era previsto. Entretanto, algumas empresas já se preparam para este período, que movimenta, e muito, a internet, principalmente as redes sociais. O Facebook decidiu iniciar os trabalhos com o lançamento de duas ferramentas para pesquisa e análise de publicidade sobre política ou eleições no Facebook e no Instagram: o Relatório de Transparência e a Interface de Programação de Aplicativo (ou API, em Inglês), ambas como parte da Biblioteca de Anúncios.

No Relatório de Transparência é possível visualizar rapidamente o total de anúncios sobre política e eleições criados no Brasil com um dos rótulos desde agosto de 2020, assim como o valor total gasto. É possível também ver as principais buscas na Biblioteca de Anúncios e filtrar os gastos por data, região ou anunciante, além de uma lista com os maiores anunciantes no último dia ou por intervalo de sete dias, trinta dias, noventa dias ou todas as datas.

Já com a Interface de Programação de Aplicativo (API) é possível criar pesquisas personalizadas de anúncios com palavras-chave personalizadas armazenadas na Biblioteca de Anúncios. Para ter acesso à API, é necessário confirmar identidade e localização, criar uma conta de desenvolvedor do Facebook e adicionar um novo aplicativo. Esse acesso permite pesquisar dados para todos os anúncios ativos e inativos sobre temas sociais, eleições ou política.

É importante lembrar que todos os anúncios sobre política ou eleições precisam passar por autorização expressa do Facebook em quaisquer plataformas e, claro, precisam estar de acordo com os Padrões da Comunidade, assim como as Políticas de Publicidade da rede social.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-lanca-ferramentas-de-publicidade-com-foco-nas-eleicoes-171872/

23

Set

Mídias Sociais

WhatsApp trabalha em opção de fotos e vídeos com autodestruição semelhante ao Instagram

WhatsApp deve lançar em breve a opção de fotos e vídeos com autodestruição, recurso já presente no Instagram há algum tempo. A plataforma tem testado a função a fim de tornar a troca dessas mídias mais segura entre os usuários.

De acordo com o WhatsApp WABetaInfo, os usuários não terão a opção de definir um cronômetro de expiração para mídia, mas elas desaparecerão automaticamente dos registros do destinatário assim que ele abrir o arquivo e sair do bate-papo. A imagem expirada nem deixa um aviso depois que o arquivo foi visualizado, simplesmente desaparece mesmo.

Por enquanto, não está claro se o WhatsApp notificará os remetentes se um destinatário tiver uma captura de tela dessa imagem. Isso deve ser definido e, principalmente, confirmado aos usuários antes de lançar o recurso.

O teste com as mídias autodestrutivas apareceu na última versão beta do WhatsApp enviada ao Google Play, mas ainda não há como dizer quando ou se ela chegará oficialmente ao aplicativo.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132282/whatsapp-trabalha-em-opcao-de-fotos-e-videos-com-autodestruicao-semelhante-ao-instagram/

22

Set

Mídias Sociais

Facebook permitirá que usuários reivindiquem autoria de imagens

Nesta segunda-feira (21), o Facebook anunciou que em breve usuários poderão reivindicar a autoria de suas imagens na plataforma. Inicialmente, a empresa trabalhará em colaboração com parceiros para testar a função de moderação de fotos, que busca permitir mais autonomia para os criadores de conteúdo. A novidade ainda não possui previsão de lançamento e, futuramente, deverá chegar para todos internautas.

De acordo com o site The Verge, embora os parceiros selecionados para o teste ainda não tenham sido revelados, a nova função pode indicar que grandes marcas terão mais controle sobre sua propriedade intelectual. Empresas como a National Geographic poderão postar suas imagens no chamado Facebook’s Rights Manager e, assim, ter controle sobre quando e onde foram postadas — até mesmo no Instagram. 

Nova interface de gerenciamento para criadores de conteúdo. (Fonte: Facebook via The Verge / Reprodução)

Para comprovar a autoria de uma imagem, a empresa ou internauta deverá fazer o upload de um arquivo CSV contendo seus metadados no gerenciador do Facebook, junto de especificações de onde se aplicam os direitos autorais. Quando o arquivo for verificado, o Facebook’s Rights Manager irá monitorar a visualização das postagens com a imagem.

Caso alguma infração seja comprovada, o autor da imagem poderá escolher entre a permanência, remoção ou a restrição territorial da postagem, que impediria sua visualização em territórios onde os direitos autorais se aplicam. 

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/198382-facebook-permitira-usuarios-reivindiquem-autoria-imagens.htm

21

Set

Mídias Sociais

Lives da Abraji serão transmitidas todas as quintas-feiras

As lives da Abraji serão transmitidas, a partir do dia 24.de setembro todas as quintas-feiras às 21h. Somadas as duas transmissões realizadas ao longo do 15º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, a Abraji já recebeu 28 jornalistas brasileiros de todas as cinco regiões que compartilharam suas experiências na profissão.

A cada quinze dias, Angelina Nunes, coordenadora do Programa Tim Lopes, conversa com jornalistas sobre sobre segurança e dificuldades de trabalho em áreas remotas do país. Adriana Barsotti, diretora da Abraji, reveza com Angelina ao entrevistar quinzenalmente profissionais de imprensa sobre temas contemporâneos no jornalismo, na série Papo de Jornalista.

Na primeira fase das lives da Abraji, quando eram feitas entrevistas todas as terças-feiras, a questão central foi o jornalismo e a pandemia. “A ideia continua sendo conhecer técnicas, enfatizar a importância da informação confiável. Mas, na nova etapa, a discussão amplia-se, com enfoque não necessariamente ligado à pandemia”, explica Adriana Barsotti, diretora da Abraji.

A íntegra das conversas está disponível no Instagram.

21

Set

Mídias Sociais

WhatsApp deve liberar acesso em até quatro dispositivos em breve

Uma única conta do WhatsApp em breve poderá ser usada em até quatro dispositivos simultaneamente, sem necessidade de o celular estar conectado à internet. De acordo com o site WABetaInfo, o recurso, cujo primeiro sinal apareceu há mais de um mês, está perto de ser liberado para testadores beta do mensageiro.

Segundo a publicação, vários recursos já estão prontos, incluindo a sincronização do histórico, silenciamento de conversas, envio e recebimento de mensagens, entre outros. “Alguns recursos da opção de múltiplos dispositivos ainda não estão prontos, mas os mais importantes estão”, resumiu.

Ainda não tem uma previsão para quando o recurso será liberado, mas não deve demorar muito, segundo a análise do WABetaInfo. O acesso simultâneo em até quatro aparelhos vai chegar inicialmente para os testadores beta do mensageiro no Android e iOS, permitindo que eles utilizem sua conta em outro celular, independente do sistema, e também em computadores e tablets. Quando os desenvolvedores acharem que tudo funciona devidamente, a função será liberada para todos.

O print de uma tela ainda não disponível, mas já inserida no código da versão 2.20.196.8 beta, mostra como o usuário do Android poderá habilitar a sincronização em múltiplos dispositivos. O usuário pode ligar ou desligar o recurso, e fazer a sincronização a partir do celular onde a conta está registrada originalmente. A partir daí, os outros dispositivos funcionam de maneira independente, ou seja, se o celular estiver desligado, as mensagens ainda são sincronizadas com o servidor.

Ao que parece, quando você ativar o acesso em mais aparelhos, qualquer conexão com outro dispositivo, como o WhatsApp Web, será perdida. Aí será necessário fazer um novo link, para atualizar o tipo de conexão. Se desabilitar o uso em múltiplos dispositivos, todos os outros aparelhos conectados serão automaticamente desautorizados pelo servidor, ficando apenas o seu celular conectado à sua conta.

O WhatsApp tem vários novos recursos em preparação para os usuários, a serem liberados em breve. Há um novo método de autenticação em desenvolvimento, além da inclusão de chamadas de voz e vídeo na versão web, que deve ser disponibilizada em breve.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-deve-liberar-acesso-em-ate-quatro-dispositivos-em-breve-171774/

18

Set

Mídias Sociais

Twitter vai reforçar segurança de políticos durante as eleições presidenciais

As eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2020 estão quase chegando, e o Twitter sabe bem qual é o poder que as redes sociais têm para manipular a opinião pública ou até mesmo criar desordem ao disseminar notícias falsas. Pensando nisso, a plataforma anunciou, nesta quinta-feira (17), uma série de iniciativas proativas para otimizar a segurança cibernética da cena política estadunidense.

A companhia vai exigir que determinados perfis adotem senhas mais complexas (enviando tais notificações na forma de um reset forçado) e incentivar a adoção de verificação em duas etapas. Segundo a empresa, a campanha será focada em funcionários do Poder Executivo, membros do Congresso, governadores, secretários, partidos políticos, candidatos e até mesmo jornalistas e veículos de mídia.

“Eleitores, candidatos, funcionários e jornalistas contam com o Twitter todos os dias para compartilhar e encontrar notícias e informações confiáveis sobre a eleição; nós levamos nossa responsabilidade com eles muito a sério", afirma a rede social, comentando ainda que as medidas fazem parte de aprendizagens com “erros do passado”.

Essa é apenas a primeira etapa do programa — o Twitter também promete algumas reformas internas de segurança, incluindo um monitoramento mais eficiente dos perfis críticos, detecções mais ágeis de comprometimento de contas e assim por diante. “A implementação dessas medidas de segurança é uma etapa preventiva crítica”, finaliza a plataforma.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-vai-reforcar-seguranca-de-politicos-durante-as-eleicoes-presidenciais-171704/

18

Set

Mídias Sociais

Facebook Business Suite: novo app que unifica perfis do Facebook, Messenger e Instagram para pequenas empresas

 Facebook está lançando um novo aplicativo que permite aos proprietários de pequenas empresas gerenciar páginas e perfis no Facebook, Messenger e Instagram em um mesmo lugar. De acordo com o anúncio feito pela COO Sheryl Sandberg, o app chamado Facebook Business Suite unirá a infraestrutura de back-end dos três aplicativos para que os empreendedores possam receber mensagens de clientes, alertas e notificações em uma caixa de entrada unificada.

O aplicativo também permite que as empresas postem no Facebook e no Instagram ao mesmo tempo, além de fornecer insights sobre o desempenho das campanhas publicitárias nas plataformas. Vale ressaltar que boa parte dessa funcionalidade de postagem cruzada já está disponível para administradores de contas comerciais do Instagram vinculadas às páginas do Facebook.

Junto com o novo app de negócios, o Facebook lançou também a terceira edição de sua pesquisa sobre como as pequenas empresas estão lidando com os impactos da pandemia de Covid-19, alé de um estudo encomendado com a Deloitte sobre os padrões de compra dos consumidores também durante a pandemia. Os resultados mostraram que 48% dos consumidores pesquisados ​​disseram que aumentaram seus gastos online desde o início do surto.

Ainda de acordo com Sheryl Sandberg, o Facebook Business Suite ainda ganhará uma integração com o WhatsApp no ​​futuro. O app também não ficará limitado às pequenas empresas. A longo prazo, o Facebook pretende estender o serviço também para empresas maiores.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/132117/facebook-business-suite-e-novo-app-que-unifica-perfis-do-facebook-messenger-e-instagram-para-pequenas-empresas/

16

Set

Mídias Sociais

Menos de 14% dos aplicativos contam com recursos de acessibilidade

Menos de 14% dos aplicativos disponíveis para sistema Android contam com um recurso de acessibilidade fundamental para pessoas com deficiência visual: a descrição de imagens.

Somente 37% dos campos editáveis estão claramente identificados e menos de 11% dos botões de comando são indicados adequadamente. Os botões ajudam o usuário a perceber melhor o que a interface de cada aplicativo contém, aprimorando, assim, a usabilidade.

Os dados fazem parte de um levantamento elaborado pelo Movimento Web para Todos e pela empresa BigDataCorp.

Os resultados foram obtidos após análise de mais de 2 mil aplicativos baixados por meio da loja da Google Play (para celulares com sistema Android) e que ultrapassaram 10 milhões de downloads

A pesquisa mostra que menos de 1% dos aplicativos descreve todos os elementos pesquisados e todas as imagens que aparecem na tela.

Feita com o apoio técnico da equipe brasileira do World Wide Web Consortium (W3C) e do Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o estudo aponta que apenas 4% dos aplicativos especificam todos os botões que aparecem na tela. Ao todo, 63% dos aplicativos têm menos de 10% dos campos editáveis com sinalização, 55% oferecem menos de 10% das imagens com descrição e 74% possuem menos de 10% dos botões rotulados. 

Parâmetros
Para auxiliar desenvolvedores de aplicativos, o W3C formulou o documento Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) 2.1, que reúne  recomendações para tornar a internet um espaço mais acessível.

Nele, é possível encontrar ferramentas que facilitam a navegabilidade para pessoas com deficiência visual, auditiva, física, de fala, intelectual, de linguagem, de aprendizagem e neurológica.

A referência, porém, não é tão aproveitada como poderia ser, segundo o jornalista e ativista na área de acessibilidade e inclusão Gustavo Torniero.

"A verdade é que existem parâmetros técnicos que os desenvolvedores deveriam seguir para os app e nem sempre é o que acontece. É necessário que os desenvolvedores e as empresas que produzem essas aplicações tenham o que a gente chama de DNA da civilidade, da diversidade", diz Torniero, que também é embaixador do Movimento Web para Todos. 

Ele destaca que essa deve ser uma preocupação de toda a equipe de desenvolvimento, e não apenas de uma pessoa. "As equipes precisam ser integradas e ter na cultura organizacional essa visão de que é preciso pensar em diferentes especificidades."

Apesar de observar, nos últimos anos, uma mobilização significativa da sociedade brasileira em torno da acessibilidade digital, Torniero afirma que ainda há um longo caminho a ser percorrido.

"Hoje, há uma presença maior de smartphones nas casas dos brasileiros. O acesso à internet se dá, em grande parte, por meio dos celulares e, se os aplicativos são inacessíveis, as pessoas passam a não ter acesso a uma série de serviços e produtos. Isso acontece comigo, como pessoa cega. Eu enfrento várias barreiras dessas no meu dia a dia", relata, citando que já teve problemas para usar aplicativos de bancos, finanças e até mesmo plano de saúde. 

O último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010, apurou que 45,6 milhões de brasileiros têm pelo menos um tipo de deficiência. O grupo correspondia a 23,9% da população, na época.

Modelo participativo
Na avaliação de Ademilson Costa, consultor de acessibilidade da Fundação Dorina Nowill, as soluções sugeridas pelo guia do W3C têm baixo custo e dependem mais da vontade dos desenvolvedores e das empresas de tornar os aplicativos mais acessíveis.

"Todas essas diretrizes, normas, não há investimento nenhum. O investimento que há é referente à capacitação, de buscar o conhecimento, porque é o que a gente sempre fala: quando vai falar de acessibilidade para os desenvolvedores e programadores, eles se espantam, porque a maioria deles, por mais que tenham todo o conhecimento técnico, de JavaScript, HTML, PHP, todas as linguagens de programação, desconhecem as diretrizes de acessibilidade, as normas", afirma. 

Costa defende que a inclusão digital só irá ocorrer efetivamente se as pessoas com deficiência puderem atuar de forma mais direta. "Temos um lema, da ONU [Organização das Nações Unidas], que é: Nada sobre nós sem nós. Ou seja, tudo que envolve as pessoas com deficiência precisa ter a participação, o envolvimento das próprias pessoas com deficiência”, diz.

“E, quando a gente fala de acessibilidade web ou de aplicativo, as pessoas com deficiência precisam participar das validações, dos testes. Eu vejo que as empresas, nesses últimos anos, de 2015, 2016 pra cá, começaram a enxergar um investimento nisso", acrescenta, pontuando que a falta de recursos básicos que facilitem a navegabilidade de pessoas com deficiência configura violação de direitos dessa parcela da população e se agrava com a pandemia de covid-19. 

Sites
Outro levantamento da BigDataCorp, feito em abril deste ano, também em parceria com o Movimento Web para Todos, revelou que, dos 14 milhões de sites brasileiros ativos, menos de 1% respeita critérios de acessibilidade. No caso de sites governamentais, o percentual é ainda menor, de 0,34%. 

Em entrevista à Agência Brasil, o CEO e fundador da BigDataCorp, Thoran Rodrigues, pondera que a ausência de mecanismos simples que democratizem os aplicativos serve de alerta.

Ele julga que as adaptações feitas para pessoas com deficiência visual são as mais fáceis de serem implementadas e que, portanto, ao serem ignoradas por desenvolvedores, mostram que cuidados mínimos estão sendo deixados de lado.

"É [na área de suprir as lacunas de deficiência visual] que existe mais tecnologia para ajudar, desde que você monte seu site ou seu aplicativo da maneira correta. No mínimo, as pessoas deveriam fazer o mais fácil e o que a gente vê, na prática, é que não estão fazendo nem isso. Então, provavelmente, as pessoas com outros tipos de deficiência têm mais dificuldade do que as com deficiência visual", afirma Rodrigues.

Com informações da Agência Brasil

16

Set

Mídias Sociais

Instagram adiciona legendas automáticas para vídeos no IGTV

Nesta terça-feira (15), o Instagram lança suas legendas geradas em tempo real para vídeos do IGTV. Criadas por inteligência artificial, a ferramenta tenta aprimorar a acessibilidade da plataforma para público portador de deficiências auditivas, se ajustando automaticamente ao idioma detectado. São 15 idiomas na lista inicial de suporte — incluindo o português brasileiro.

O usuário que precisa ou que gosta de acompanhar o conteúdo com legendas geradas automaticamente pode habilitar o recurso direto das configurações. Assim que ativada, a inteligência artificial levará legendas para a tela sempre que o celular estiver no volume mínimo, adaptando o conteúdo para portadores de deficiências auditivas ou para ambientes barulhentos.

a

Segundo o Instagram, a inteligência artificial foi carregada com uma extensa variedade de idiomas, tópicos, condições acústicas, gírias culturais e sotaques dos milhares de vídeos já publicados na rede social. Neste primeiro momento, a ferramenta oferecerá suporte para 15 línguas, mas a plataforma promete expandir essa lista ao longo dos meses.

“Quanto mais legendas de vídeo automáticas do IGTV forem usadas, melhor será a precisão da ferramenta”, descreve o Instagram. Sendo assim, o sistema será “retroalimentado” pelo consumo de conteúdo, aprimorando a ferramenta a cada vídeo assistido com legendas e tornando-as ainda mais precisas aos diálogos publicados.

A novidade deve ser introduzida em dispositivos Android e iOS de todo o mundo através de uma atualização; sendo assim, pode demorar alguns dias para que alcance seu celular.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/177756-instagram-adiciona-legendas-automaticas-videos-igtv.htm

16

Set

Mídias Sociais

Dados mostram que uso do Instagram cresceu durante a pandemia e é 31% maior que o Facebook

Um novo estudo realizado pela Socialbakers, plataforma global de soluções para otimização de performance corporativa em redes sociais, mostra que o Instagram ampliou sua liderança sobre o Facebook durante a pandemia de Covid-19. Em termos de audiência global, a rede social ampliou para 31,2% a vantagem que já era de 28% no primeiro trimestre de 2020.

O total de interações no Instagram foi 18,7 vezes maior do que no Facebook entre os meses de abril, maio e junho. As marcas, no entanto, publicaram mais conteúdo no Facebook, que recebeu cerca de 70% de todas as postagens dos 50 maiores perfis de empresas, mesmo com a interação nessa rede social sendo muito menor do que no Instagram.

O Instagram quase bateu seu próprio recorde de interações no final de junho, e durante o período raramente ficou abaixo de 80%. Já no Facebook, o envolvimento com as postagens diminuiu significativamente, passando de 100% em março para 50,8% durante os meses de abril, maio e parte de junho, antes de aumentar novamente no final de junho, quando voltou aos níveis normais. 

“O Instagram está se tornando a plataforma de mídia social número um quando se trata de engajamento de marcas. Quando olhamos para o engajamento em um nível absoluto, o Instagram tem um alcance maior por marcas do que o Facebook”, explica Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers.

No Brasil, a quantidade de postagens feitas tanto no Instagram quanto no Facebook é quase a mesma. Porém, ao contrário do que ocorre no mundo, a audiência das marcas ainda é maior no Facebook, mesmo que a quantidade de interações nessa mídia social seja muito menor do que no Instagram.

“O Instagram teve um aumento de atividade, a plataforma quase atingiu seu pico relativo das interações no final do trimestre. Além disso, vimos um crescimento do público-alvo e interações totais no Instagram das 50 maiores marcas na rede social. Esse panorama mostra que o caminho seguirá positivo para o Instagram no futuro. A plataforma continua sendo altamente eficaz para promover o engajamento e alcançar grandes públicos e é cada vez mais o lugar certo para as empresas se mostrarem de maneira criativa, estimularem engajamento e aumentarem o reconhecimento da marca”, explica Alexandra.

Uma outra descoberta presente no relatório da Socialbakers é que os posts de carrossel, que permitem a publicação de até 10 imagens e vídeos, têm superado consistentemente a imagem e o vídeo usados separadamente. E, com a média de 150,5 interações, alcançou o maior engajamento dos últimos 15 meses.

As principais marcas publicaram mais postagens no Facebook, mas o engajamento nessas postagens não atingiu os números alcançados no Instagram. As conclusões do novo relatório Social Media Trends Report Q2 2020 da Socialbakers foram feitas com base nos 50 maiores perfis de marcas do mundo e no Brasil, entre abril e junho de 2020.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/131883/pesquisa-mostra-que-uso-do-instagram-cresceu-durante-a-pandemia-e-e-31-maior-que-o-facebook/

15

Set

Mídias Sociais

Instagram pode permitir links clicáveis nas legenda das fotos, mas com um porém

O Instagram pode finalmente permitir que usuários coloquem links clicáveis na legenda das fotos publicadas na rede social, mas há uma pegadinha: o aplicativo, que pertence ao Facebook, pretende fazer uma cobrança para que o endereço se torne clicável pelos leitores.

Uma patente publicada no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos mostra como funciona a ideia. A documentação foi enviada ao órgão pelo Facebook e tem até uma imagem que ilustra como ficaria uma postagem com o link para uma página externa à rede social.

De acordo com a descrição, você poderia colocar uma URL na legenda e, ao fazer a publicação, o app pergunta se link deve se tornar clicável. Caso você concorde, uma taxa de US$ 2 (cerca de R$ 10) será cobrada; se disser que não, a URL aparece como texto não clicável e não selecionável, tal qual acontece atualmente .

“Se detectar que o conteúdo em texto da legenda inclui uma sequência de texto de link, identificando um endereço, o sistema solicita ao usuário que pague uma taxa para gerar um link”, explica a patente, requerida há cerca de um mês. Não ficou claro se essa taxa seria cobrada de todos os usuários ou apenas de usuários comerciais nem se é fixa (ou seja, se o valor pode variar conforme o solicitante).

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-links-clicaveis-legenda-das-fotos-mas-tem-porem-171465/

15

Set

Mídias Sociais

Shorts: YouTube lança ferramenta de vídeos curtos para concorrer com o TikTok

O YouTube anunciou nesta segunda-feira (14) o lançamento do Shorts, ferramenta que possibilita aos criadores de conteúdo gravarem vídeos com até 15 segundos e uparem em seus canais. A novidade estava em desenvolvimento deste junho deste ano e chegará para competir diretamente com o TikTok e o Instagram Reels.

Segundo o YouTube, o Shorts estará disponível na Índia nos próximos dias em fase de testes, mas a promessa é de disponibilizar a ferramenta para mais países nos próximos meses. Além disso, serão adicionados novos recursos ainda ao longo deste ano. Inicialmente, o Shorts terá à disposição os recursos:

Multi-segment camera: capaz de encadear vários clipes de vídeo em um só;

Gravar com música: o YouTube disponibilizará uma grande biblioteca de canções com promessa de expansão;

Cronômetro e contagem regressiva: para facilitar a gravação com sem o uso das mãos.

Os vídeos curtos estarão disponíveis na página inicial do YouTube e, assim como o TikTok, basta deslizar o dedo na tela verticalmente para explorar outros conteúdos. A interface parece bastante similar à dos Stories, já que basta segurar o botão do obturador da câmera para gravar os clipes.

O Shorts será lançado inicialmente para dispositivos Android na Índia, com a promessa de expansão para o iOS "em breve". Ainda não há informações sobre a chegada da ferramenta ao Brasil.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/youtube-lanca-shorts-ferramenta-de-videos-curtos-para-concorrer-com-o-tiktok-171472/

15

Set

Mídias Sociais

WhatsApp deve liberar chamadas de voz e vídeo na página web em breve

O recurso de chamadas de voz e vídeo no WhatsApp Web parece finalmente estar perto de ser disponibilizado. De acordo com o site WABetaInfo, que analisa o código de toda nova versão do aplicativo em todas as plataformas, os botões de chamada de vídeo e de voz já podem ser encontrados, apesar de desativados para o usuário.

As linhas de código que tratam dos botões foram encontradas na versão 2.2037.6 do cliente web do WhatsApp. A publicação lembra que já havia mencionado menções a chamadas de voz, vídeo e em grupo na versão 2.2025.5, e que a novidade são os botões.

“Esses botões estão indisponíveis atualmente porque o recurso está em desenvolvimento”, explicou o site. A nova versão ainda não está disponível para os usuários, que acessam a 2.2037.5 quando acessam o cliente web do mensageiro neste momento.

Além dos botões de chamadas, a nova versão também traz menções a uma troca nos botões de anexo, que estarão disponíveis em uma nova versão do WhatsApp web, seguindo o novo estilo disponibilizado para Android na atualização 2.20.198.9.

Não há informações sobre quando a nova versão será disponibilizada para usuários do cliente de navegadores do WhatsApp.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-deve-liberar-chamadas-de-voz-e-video-no-cliente-web-em-breve-171491/

11

Set

Mídias Sociais

Campus: Facebook trabalha em seção destinada a estudantes

O Facebook está trabalhando em uma nova seção para seu aplicativo chamada Campus, que será destinada à interação de estudantes. No Campus, o usuário poderá criar um perfil separado do original e, ao registrar informações como seus emails estudantis e ano de formação, ter um feed destinado apenas ao conteúdo da faculdade.

No feed do Campus, o usuário poderá filtrar o conteúdo de acordo com suas turmas ou cursos, além de ter acesso a um chat específico para aquela parte do aplicativo. O teste acontecerá em alguns campus selecionados dos Estados Unidos. Segundo o Business Insider, uma das grandes diferenças é que o Campus não terá eventos ou grupos públicos, já que a plataforma será exclusiva para os estudantes cadastrados e, portanto, separada da rede principal – mesmo que dentro do mesmo aplicativo.

A novidade é interessante por se tratar de um retorno às origens. O Facebook, vale lembrar, começou como uma rede social exclusiva para estudantes de Harvard, tendo como princípio base que, para se cadastrar na plataforma, você precisaria ter um email com o endereço de Harvard. Aos poucos a plataforma expandiu e chegou a outras universidades até que, em certo ponto, Mark Zuckerberg decidiu que o futuro da empresa estava em globalizar o acesso, independente de convites ou matrículas.

Mesmo que seu sucesso se dê muito pelo fato de ter se popularizado entre estudantes, o Facebook, aos poucos, viu esse público procurar outras plataformas. Redes privadas como o WhatsApp – que pertence ao Facebook Group – ou plataformas com propostas diferentes como o TikTok e o Instagram – que também pertence à empresa – se tornaram os principais ambientes virtuais para interação desse público. Com o Campus, então, o Facebook visa reconquistar um nicho que foi tão importante em seus primeiros anos e se popularizar novamente com um público mais jovem.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/131676/facebook-trabalha-em-secao-campus-destinada-a-estudantes/

11

Set

Mídias Sociais

Twitter amplia regras sobre desinformação antes de eleições nos EUA

O Twitter informou nesta quinta-feira (10) que vai remover de sua plataforma informações incorretas publicadas com o objetivo de minar a confiança na eleição dos Estados Unidos (EUA), incluindo publicações que alegam a vitória antes da divulgação dos resultados ou que incitam uma conduta ilegal para evitar uma transferência pacífica de poder.

O Twitter disse em seu blog que está atualizando as regras para reconhecer as mudanças na forma como as pessoas votarão na eleição de 3 de novembro e tentar se proteger contra a supressão de eleitores e conteúdo enganoso em sua plataforma.

A rede social acrescentou que colocaria alertas ou removeria informações incorretas, que criem confusão sobre leis, regulamentos e funcionários envolvidos em processos cívicos, bem como alegações contestadas que poderiam minar a credibilidade do processo, como informações não verificadas sobre apuração de votos ou fraude eleitoral.

Um porta-voz do Twitter disse que, se o conteúdo trouxer mentiras específicas ou tiver potencial para causar maiores danos será determinado se será removido, terá um alerta e o alcance reduzido.

As empresas de mídia social há muito estão sob pressão para combater a desinformação depois que agências de inteligência dos EUA entenderam que a Rússia usou suas plataformas para interferir nas eleições de 2016, alegações que Moscou negou.

O Twitter disse que suas regras seriam "aplicadas igual e criteriosamente para todos". A nova política, que é global, entrará em vigor no dia 17 deste mês.

Fonte: Agência Brasil