Jornalismo

25

Abr

Jornalismo

Cresce a busca por notícias positivas durante a crise de COVID-19, informa jornal

Por ANJ

Em meio a trágicos relatos sobre a pandemia de COVID-19, as pessoas também estão interessadas nas notícias positivas, informa reportagem do jornal The New York Times.

Segundo o diário, as buscas no Google por “boas notícias” não param de crescer nos últimos 30 dias. “Nas últimas quatro semanas tivemos um crescimento sem precedentes”, diz Lucia Knell, diretora de parcerias de marca da Upworthy, cuja missão é divulgar reportagens de teor positivo.

Grandes organizações de jornalismo, incluindo o The New York Times, criaram suas próprias seções de notícias positivas ao longo dos anos. Mas neste momento, informa o jornal, mais do que nunca, os leitores sentem necessidade delas.

“Uma avalanche de pessoas anda nos escrevendo e dizendo o quanto precisam dessas reportagens ou contando que elas leem um artigo e as lágrimas escorrem por seu rosto”, afirma Allison Klein, editora do blog Inspired Life, do jornal The Washington Post.

O diário também mudou a periodicidade de sua newsletter de boas notícias, The Optimist, de uma para duas vezes por semana. Além disso, criou o The Daily Break, que destaca uma reportagem edificante por dia.

“As pessoas estão procurando uma razão para seguir vivendo”, destaca David Beard, editor-executivo de newsletters da National Geographic. Para atender a uma demanda jamais vista, a editora criou dois informativos on-line de notícias positivas.

Leia aqui a reportagem original na íntegra. Neste link, em português, traduzida por Clara Allain, da Folha de S.Paulo.

21

Abr

Jornalismo

Abraji lança lives semanais para valorizar o trabalho dos jornalistas

Abraji começou um novo projeto para valorizar o trabalho dos jornalistas e mostrar à sociedade o papel desses profissionais, principalmente durante momentos cruciais para o país e o mundo, como é o caso da pandemia da covid-19, a maior crise de saúde em pelo menos 100 anos.

As entrevistas ficarão a cargo da diretora da Abraji Adriana Barsotti, que tem passagens pelas redações de O Estado de S. PauloIstoÉ e O Globo, onde ganhou o Prêmio Esso com a série de reportagens “A História Secreta da Guerrilha do Araguaia”. Barsotti venceu o Prêmio Vladimir Herzog de 2019 na categoria multimídia pelo Projeto #Colabora e é professora de Jornalismo na Universidade Federal Fluminense (UFF).

“A ideia é mostrar os bastidores da cobertura da pandemia, humanizando os profissionais que estão na linha de frente e, por meio das entrevistas, refletir como o jornalismo está se adaptando ao novo cenário; como os jornalistas estão lidando com o home office, quais são as principais dificuldades da cobertura e como estão driblando-as”, explica Barsotti. 

O intuito também é discutir como repórteres, editores e outros profissionais da área estão conciliando neste momento vida profissional e questões pessoais como relações afetivas, educação de crianças e adolescentes, além de cuidados com pais, avós e parentes idosos.

Para o vice-presidente da Abraji, Guilherme Amado, o trabalho do jornalista é essencial em qualquer época, mas numa crise humanitária como essa é ainda mais importante.  

“A informação correta pode determinar se uma vida vai ser salva ou não. Acreditamos que os jornalistas envolvidos nessa tarefa, ao contar como está sendo o dia a dia do trabalho, ajudam a mostrar aos leitores, ouvintes e espectadores como a imprensa livre é uma aliada do cidadão", diz Amado.

O projeto pretende reunir profissionais de todas as plataformas, regiões e especialidades. De jornalistas de grandes redações aos que trabalham em veículos nas favelas e periferias, passando por áreas com imensa dificuldade de ir a campo para as apurações, como a Amazônia, fronteiras e o interior dos estados, muitas vezes mergulhados nos chamados “desertos de notícias”. 

No dia 28 de abril, o entrevistado será o jornalista Raull Santiago, produtor de documentários, empreendedor social e ativista dos direitos humanos. Santiago é fundador e integrante dos coletivos Papo Reto, Movimentos, Perifa Connection e faz parte da Assembleia de Membros da Anistia Internacional do Brasil. 

Vom informações da Abraji

18

Abr

Jornalismo

Pesquisa aponta quais canais de TV e veículos de imprensa lideram na confiança dos brasileiros

Por Meio & Mensagem

Em meio a pandemia do novo coronavírus, as pessoas estão buscando cada vez mais informação sobre a doença. De acordo com levantamento realizado pelo Instituto QualiBest, 19% da população brasileira afirma que a Globo é o canal mais confiável para se informar sobre a pandemia do novo coronavírus. Outras plataformas do grupo, como o portal G1 e a GloboNews, aparecem com 8 e 5%, respectivamente. A pesquisa foi realizada com base em respostas coletadas via online.

Outros canais de televisão também apareceram na pesquisa, como a Record, apontada por 10% dos respondentes; SBT e Band, com 3% cada; a recém chegada CNN Brasil, com 7%; e BandNews, com 1%. Em nota, Daniela Malouf, diretora geral do QualiBest, afirmou que os números mostram que a televisão ainda é o principal meio de comunicação do país e o que as pessoas mais têm confiança. “Não à toa, os canais estão reestruturando suas grades e horários para dar conta dessa demanda por informações sobre a pandemia”, completou.

Além da TV, outra fonte de informação confiável para os 14% dos brasileiros segundo o levantamento, são os órgãos governamentais, como Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com Daniela, este dado revela que as pessoas estão buscando por informações oficiais neste momento de incertezas. “É uma tentativa de diminuir a circulação de fake news que parece estar dando resultado”, apontou a diretora.

Outros veículos jornalísticos que foram citados pela população foram: UOL (4%); Folha e Estadão (3%); e Veja (1%). Já os com menos de 1% das citações foram: El País, Nexo, Valor Econômico e os internacionais New York Times e The Guardian.

Confira ranking dos meios mais confiáveis para se informar sobre a Covid-19:

1. Globo (19%)

2. Órgãos governamentais – Ministério da Saúde, OMS (14%)

3. Record (10%)

4. Internet – Google News, Bing (7%)

5. CNN (7%)

6. G1 (8%)

7. GloboNews (5%)

8. Redes sociais – Canais do Youtube, Facebook (5%)

9. UOL (4%)

10. Band (3%)

11. SBT (3%)

12. Folha de S. Paulo (3%)

13. Estadão (3%)

14. Canal de Átila Iamarino (2%)

15. Veja (1%)

16. BandNews (1%)

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/04/17/pesquisa-aponta-tv-como-o-meio-informativo-mais-confiavel.html

15

Abr

Jornalismo

Google dará suporte financeiro a empresas jornalísticas

O Google irá lançar um fundo de auxílio emergencial para apoiar veículos jornalísticos de todo o mundo que estejam sofrendo as consequências econômicas da crise trazida pela pandemia da Covid-19.

Anunciado nesta quarta-feira, 15, o projeto da Google News Initiative pretende dar suporte financeiro a milhares de pequenas e médias empresas jornalísticas de todo o mundo, preferencialmente aquelas que estejam produzindo conteúdo original voltado a comunidades regionais durante esse período de crise.

O Google não detalhou o valor total do auxílio destinado a esse fundo, mas declara que a quantia irá variar de alguns milhares de dólares para redações pequenas a dezenas de milhares de dólares para empresas de maior parte. A companhia não limitou a quantidade de veículos que serão auxiliados em diferentes países ou continentes.

De acordo com o comunicado da empresa, assinado pelo vice-presidente do Google Notícias, Richard Gingras, os veículos interessados em fazer parte do projeto devem preencher um formulário, descrevendo detalhes de sua atuação. Os critérios para a adesão ao programa estão detalhados no site oficial do projeto.

O prazo para as inscrições termina no próximo dia 30 abril. A empresa pode agilizar a seleção dos veículos para, rapidamente, encaminhar o auxílio financeiro. Segundo a companhia, os nomes dos veículos contemplados no projeto e os recursos que receberão serão anunciados nos próximos dias.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/04/15/google-fara-doacoes-a-empresas-jornalisticas.html

14

Abr

Jornalismo

Abraji disponibiliza manual com dicas para jornalistas e gestores de redação durante pandemia

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) traduziu um manual colaborativo escrito por uma rede internacional para ajudar chefes de jornalistas que estão tomando decisões diárias sobre a cobertura do novo coronavírus. O guia foi elaborado a partir do da realidade dos repórteres e editores norte-americanos, mas muitas orientações e dicas podem se adequar ao contexto brasileiro ou serem retrabalhadas pelas redações do Brasil, segundo a Abraji.

O manual começa falando sobre orientações gerais para evitar a doença, o que fazer caso o jornalista tenha sido exposto ao novo coronavírus e caso familiares e amigos apresentem os sintomas. A força do guia, informou a Abraji, está no reconhecimento da fragilidade dos jornalistas enquanto um grupo exposto ao desgaste emocional de uma cobertura sem precedentes na história moderna. O texto traz dicas de equipamentos e ferramentas que podem ajudar no trabalho remoto, como sites e aplicativos desenvolvidos para o “home office”, estratégias de entrevistas e abordagens. 

O material pode ser acessado para download aqui. Leia neste link um resumo produzido pela Abraji.

14

Abr

Jornalismo

USP avalia impacto da pandemia entre jornalistas e comunicadores

Um dos mais importantes núcleos de pesquisa sobre o trabalho de jornalistas brasileiros lançou um novo estudo para avaliar o impacto da cobertura do novo coronavírus entre os profissionais ligados à comunicação. A ideia do projeto é entender melhor os processos laborais da categoria durante a pandemia da covid-19 e mostrar à sociedade a relevância desses profissionais em momentos tão cruciais.

O Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) funciona desde 2003 na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Coordenado pela professora Roseli Fígaro, o grupo reúne doutorandos, mestrandos e jovens pesquisadores de iniciação científica. O foco é estudar a imbricação entre a comunicação e o mundo do trabalho. 

A pesquisa “Como trabalham os comunicadores em tempos de pandemia da covid-19” está sendo feita pela internet a partir de um questionário que pode ser respondido aqui. O público-alvo para o questionário é formado por uma gama ampla: jornalistas, relações públicas, publicitários, educomunicadores, gestores e técnicos que organizam e tratam a informação. Ou seja, “profissionais que estão no olho do furacão, ajudando a sociedade a enfrentar a crise pandêmica”.

Para Roseli Fígaro, um dos objetivos é encontrar procedimentos de segurança para os comunicadores e para a saúde deles.   “Nesses momentos, a informação é uma arma fundamental na defesa do cidadão, dos direitos e da própria vida. Nós estamos vivendo esse embate no cotidiano, no dia a dia. E o trabalho de qualidade do comunicador é fundamental. Para isso, o profissional tem que ter condições de trabalho e de saúde mental e física para poder desenvolver um bom trabalho”, declara.

Depois de concluída, a pesquisa será publicada por meio de artigos e compartilhada com associações e sindicatos, na tentativa de indicar possíveis políticas públicas para ajudar os profissionais. “Tradicionalmente, o trabalho do comunicador é um trabalho de muito ritmo, intensidade e estresse. Nós temos como hipótese que, em situações como essa que estamos vivendo, esse estresse, essa intensidade de trabalho e essa tensão aumentam. Então, nós queremos saber como eles estão enfrentando essas dificuldades, que apoio têm e estão obtendo para o exercício do seu trabalho”, complementa Fígaro.

Com informações da Abraji

3

Abr

Jornalismo

Repórteres Sem Fronteiras oferece apoio financeiro a jornalistas impactados pela covid-19

Diante da emergência de saúde global desencadeada com a pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19, a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) expandiu seu serviço de assistência oferecido a jornalistas vítimas de represálias provocadas por sua atividade profissional. Agora, o departamento de assistência da organização também recebe solicitações de apoio financeiro por parte de jornalistas diretamente impactados pela pandemia. 

Podem enviar pedidos de apoio os comunicadores que tenham sido infectados pelo novo coronavírus durante a cobertura da crise sanitária e que precisem da assistência para gastos médicos. Aqueles perseguidos por autoridades públicas, em represália à cobertura da pandemia, também podem serão considerados. As solicitações de apoio individual devem ser enviados para os e-mails assistance@rsf.orgassistance2@rsf.org.


Sobre a iniciativa

Com mais de 30 anos de atuação internacional, a Repórteres Sem Fronteiras trabalha em defesa das liberdades de imprensa e de informação. Entre outras ações, a organização coordena um apoio financeiro e jurídico a jornalistas e meios de comunicação vítimas de represálias políticas. Cerca de cem bolsas são concedidas anualmente para profissionais indevidamente processados, ameaçados ou agredidos.


Profissionais da imprensa

Diferentes iniciativas têm sido estruturadas com o objetivo de salvaguardar os profissionais da imprensa durante a cobertura do novo coronavírus. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) produziu este manual com recomendações de segurança.

Em 30.mar.2020, o CPJ também lançou a campanha #FreeThePress (Liberte a Imprensa, em português), pela libertação de todos os jornalistas encarcerados ao redor do mundo, para garantir sua segurança durante a pandemia da covid-19. Nos últimos quatro anos, o censo anual do CPJ encontrou um número recorde de jornalistas presos por causa de seu trabalho — pelo menos 250. 

Também nesta semana, o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Moez Chakchouk, enfatizou a importância da segurança dos jornalistas em meio à pandemia, e instou os 195 Estados membros, entre eles o Brasil, a garantirem um cenário de liberdade de imprensa e de expressão para o exercício da atividade jornalística.

Com informações da Abraji

31

Mar

Jornalismo

Facebook investirá US$ 100 milhões em jornalismo devido à Covid-19

Informação é fundamental para o combate efetivo ao novo coronavírus, que já causou mais de 700 mil contaminações no mundo inteiro, vitimando cerca de 33 mil pessoas. Por isso, o Facebook anunciou investimentos de US$ 100 milhões no setor de notícias: US$ 25 milhões direcionados à produção de conteúdos locais pelo Facebook Journalism Project e US$ 75 milhões para "gastos adicionais em marketing", distribuídos para organizações de notícias em todo o mundo.

Enfrentando um cenário econômico incerto, editores de publicações viram as receitas caírem com cortes de gastos com publicidade e patrocinadores. Só para se ter uma ideia, a Reuters informou que o vírus pode custar bilhões de dólares à indústria nos Estados Unidos. De acordo com a SearchEngineLand, a eMarketer reduziu em 3% as previsões mundiais de gastos com publicidade em mídia.

Trata-se de uma empresa de pesquisa de mercado com base em assinatura que fornece informações e tendências relacionadas a marketing digital, mídia e comércio. Esse valor é um adicional aos já prometidos US$ 300 milhões voltados ao setor, que foram anunciados pela rede social no início de 2019 e que, de acordo com o planejamento, serão distribuídos durante 3 anos.

Outra iniciativa da empresa no mesmo ano foi o lançamento de um programa para ajudar as organizações de notícias locais a aumentarem as vendas de assinaturas digitais. Além disso, 4,5 milhões de libras esterlinas serão dedicadas ao treinamento de jornalistas no Reino Unido. Nessa nova leva de investimentos, o foco está em concentrar recursos para auxiliar os profissionais dos países mais afetados pela pandemia.

A primeira distribuição foi de US$ 5 mil dólares para 50 empresas dos Estados Unidos e do Canadá, visando pagar custos inesperados associados à cobertura de informações sobre o novo coronavírus. Mesmo que o uso de serviços de mensagem e videochamada do Facebook esteja aumentando, os prejuízos também estão chegando à rede social. "Nossos negócios estão sendo afetados como todos os outros", afirmou a companhia de Mark Zuckerberg em comunicado.

"Se as pessoas precisavam de mais provas de que o jornalismo local é um serviço público fundamental, estão tendo agora", declarou a empresa, que combate diariamente fake news e informações de baixa qualidade, as quais afetam diretamente a produção de conteúdo, atrasando as equipes responsáveis por novos materiais.

Fonte: TecMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/151542-facebook-investira-us-100-milhoes-jornalismo-devido-covid-19.htm

 

27

Mar

Jornalismo

Agências de checagem ampliam atuação durante crise de saúde

As agências de checagem jornalística ampliam parcerias com veículos e aumentam frequência de checagens em meio à crise do novo coronavírus. A movimentação impulsiona, inclusive, novos formatos de entrega para diminuir a disseminação de notícias falsas sobre a crise de saúde pública.

A agência Lupa, por exemplo, busca atingir ainda mais leitores com uma nova newsletter sobre o coronavírus. Com divulgação diária durante os cinco dias úteis da semana, o produto conquistou 300 assinantes no primeiro dia de disponibilidade, destaca a agência. Além disso, a média de publicações nas redes sociais da Lupa cresceu de até duas por dia para chegar a cinco, segundo levantamento interno.

Natália Leal, diretora de conteúdo da Lupa, explica que há uma quantidade elevada de notícias falsas nesse momento, e destaca o papel das parcerias com veículos e plataformas para a divulgação da checagem de fatos.

“Trabalhamos junto ao Facebook para desmentir informações e boatos que são denunciados por usuários da plataforma. As coisas mais preocupantes e comuns são as coisas que estão ligadas a possíveis curas e antídotos”, destaca Leal.

O financiamento da agência, inclusive, vem dessas parcerias com publishers e plataformas.

A agência Pública, que não faz checagem, mas produz conteúdo sobre o tema para outros veículos, também se debruçou sobre o novo coronavírus nas últimas semanas. “Esta é uma forma de fazer com que informações de qualidade sobre a pandemia cheguem a públicos diferentes”, destaca Marina Dias, coordenadora de comunicação da Agência Pública.

O foco da redação da agência está voltado para reportagens investigativas que indiquem como a pandemia afeta “populações mais vulneráveis e, também, sobre a transparência e movimentações nas redes sociais”, destaca Dias.

Já o projeto Comprova, por outro lado, passou a fazer checagem de fatos sobre o coronavírus nessa quarta-feira, 25. A iniciativa é uma união de 24 veículos jornalísticos que, juntos, formam uma coalizão que monitora as redes sociais em busca de informações falsas sobre certos temas. O projeto nasceu durante a eleição presidencial de 2018.

Mentira recontada

Entre a miríade de notícias falsas checadas por agências, algumas são recorrentes e especialmente danosas ao bem comum. “As coisas mais preocupantes e comuns são as que estão ligadas a possíveis curas e antídotos. Sabemos que é um vírus novo, então insistimos que é uma informação falsa e recorrente – até que tenhamos uma informação de algum país que conseguiu”, destaca Leal, da Lupa.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/03/27/agencias-de-checagem-ampliam-atuacao-durante-crise-de-saude.html

26

Mar

Jornalismo

Centro de Ciências da Saúde lança cartilha com orientações sobre delivery

Nesses dias de isolamento, devido à pandemia do Covid-19, pedir comida pronta ou insumos alimentares para não ter de se deslocar até os supermercados, o chamado delivery, tem sido uma mão na roda. Mas até com isso é preciso ter cuidado, pois os alimentos podem servir de veículo de transmissão do novo vírus, seja por meio das embalagens ou porque o entregador está doente. Pensando nisso, o Departamento de Nutrição (DNUT), do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRN), criou uma nova cartilha trazendo algumas dicas sobre a interação com esse tipo de serviço. A cartilha está disponível neste link.

A cartilha, composta de 12 páginas, traz orientações básicas para o consumidor, entregador e estabelecimentos comerciais, considerando não apenas a situação do Covid-19, mas também a situação de produção e distribuição dos alimentos. Em relação a possível contaminação, é sugerido que os alimentos recebidos sejam desembalados em lugar diferente daquele onde são feitas as refeições. As embalagens devem ser desinfectadas e, após, as mãos lavadas conforme recomendação dos órgãos de saúde.

Para os entregadores, as preocupações são ainda mais rigorosas, sobretudo com objetos utilizados como a maquineta de crédito. Também é sugerido evitar usar utensílios como brincos, relógios, anéis e outros objetos que acumulem sujeira e microrganismos, como bactérias e vírus. As Caixas térmicas devem ser lavadas com detergente, antes de cada turno de trabalho, e higienizadas com álcool a 70% frequentemente.

As preocupações do DNUT vão ao encontro daquilo que preconizam os órgãos de saúde, visando o controle do Covid-19 para evitar sobrecarga nas unidades hospitalares. O Departamento também tem dado orientações em relação ao tipo de alimentação consumida durante o período de isolamento quando as pessoas se movimentam menos e, consequentemente, acumulam mais calorias. Recentemente, publicou outra cartilha com orientações nutricionais que pode ser acessada neste link.

24

Mar

Jornalismo

TVs e jornais lideram índice de confiança em informações sobre coronavírus, diz Datafolha

Por Tribuna do Norte

O jornalismo produzido pelas organizações de notícias é, para os brasileiros, a fonte mais confiável na divulgação de informações sobre a pandemia do novo coronavírus, segundo pesquisa do Datafolha, informou o jornal Folha de S.Paulo. Enquanto isso, redes sociais e aplicativos de mensagens são vistos como pouco confiáveis em meio à pandemia.

Segundo o levantamento, programas jornalísticos da TV (61%) e jornais impressos (56%) lideram no índice de confiança sobre o tema, seguidos por programas jornalísticos de rádio (50%) e sites de notícias (38%). Em posição oposta à imprensa profissional estão os conteúdos que vêm de WhatsApp e Facebook. Nas duas plataformas, apenas 12% dizem confiar em informações sobre o coronavírus. Nelas, o índice dos que dizem não confiar nas informações atinge 58% (WhatsApp) e 50% (Facebook).

O índice dos que dizem não confiar nas informações sobre a pandemia é de 11% nos jornais e de 12% nos telejornais. Os sites de notícias têm a desconfiança de 22%. O levantamento do Datafolha foi realizado de quarta (18) a sexta-feira (20). A pesquisa foi feita por telefone, e não presencialmente, devido à pandemia, segundo a Folha de S.Paulo. Foram ouvidas 1.558 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.

Disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/tvs-e-jornais-lideram-a-ndice-de-confiana-a-em-informaa-a-es-sobre-coronava-rus-diz-datafolha/475622

23

Mar

Jornalismo

Jornais brasileiros se unem em mensagem sobre Covid-19

Deu no Portal Meio e Mensagem:

“Juntos vamos derrotar o vírus. Unidos pela informação e pela responsabilidade.” Essa mensagem estampou a capa da edição desta segunda-feira, 23, de dezenas de jornais brasileiros. A ação foi articulada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) com a proposta de enfatizar a importância do trabalho da imprensa e da informação com credibilidade para auxiliar a sociedade durante a pandemia.

“Em situações dramáticas como a que vivemos, informação precisa e contextualizada ainda é um bem essencial”, diz Marcelo Rech, presidente da ANJ, a respeito da ação, explicada em reportagens veiculadas em Folha, Estadão, O Globo, Zero Hora e outros jornais de diversos locais do País. A ação foi criada pela agência Tailor Media.

Além da mensagem na capa das edições impressas, a campanha da ANJ também será veiculada nas edições digitais dessas publicações, que destacarão a hashtag #imprensacontraovírus. A associação desenvolveu a ação na semana passada e pretende, ainda, fazer uso das redes sociais e outros meios para reforçar a importância da busca por informações de credibilidade, produzidas por veículos profissionais, a respeito da pandemia e das medidas de prevenção. Na semana passada, os principais veículos de mídia impressa da Argentina fizeram a mesma ação, estampando na capa uma mensagem sobre a importância da informação de qualidade no atual momento.

Após a quinta-feira passada, 12, quando a Organização Mundial da Saúde classificou como pandemia a disseminação do novo coronavírus, jornais brasileiros começaram a tomar medidas para garantir maior acesso à informação de conteúdo importante a respeito da prevenção, medidas de restrição e do panorama da doença no mundo. Por isso, veículos como Estadão, Folha, O Globo, Correio, O Povo, GaúchaZH, O Correio do Povo, Jornal do Comércio, Gazeta do Povo, O Popular, NSC Total e A Gazeta liberaram o acesso às suas reportagens sobre o coronavírus a quem não é assinante.

Fonte disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/03/23/jornais-brasileiros-se-unem-em-mensagem-sobre-covid-19.html

 

23

Mar

Jornalismo

Jovem Pan News Natal estreia no rádio potiguar

Deu na Tribuna do Norte:

Entra em operação, a partir desta terça-feira (24), a Jovem Pan News Natal, emissora vinculada ao grupo TRIBUNA DO NORTE, que completa 70 anos exatamente na data da primeira transmissão  da nova FM. Com a frequência 93,5, a emissora passará a fazer parte da rotina dos ouvintes do Rio Grande do Norte com a missão de levar o melhor da informação do que acontece em Natal e no Rio Grande do Norte, aliado a uma bandeira nacional.

Para o diretor da Rede TRIBUNA DO NORTE, empresário Flávio Azevedo, a operação da FM fortalecerá o grupo. “Já enfrentei muitos desafios ao longo de 52 anos de atividade empresarial. Poucos foram tão gratificantes quanto esse. A responsabilidade de dar sequência a atividade de uma empresa com décadas ininterruptas de atividade foi enorme. Mas, conseguimos. Na próxima semana, iniciaremos  a operação da FM, como credenciada da maior e mais moderna rede de radiodifusão do Brasil, a Jovem Pan News. E, em conjunto com o jornal e portal TRIBUNA DO NORTE, estaremos formando a maior rede de comunicação do Rio Grande do  Norte”, destaca Flávio Azevedo.

Com uma estrutura de última geração, estúdios feitos sob cuidado e equipamentos de primeira qualidade, o grande propósito da Jovem Pan News Natal é ter uma sinergia com o noticiário do jornal impresso e do site, um diferencial no radiojornalismo potiguar.

“A grande proposta da Pan News é a integração dos veículos. A primeira notícia sai cedo no impresso, que paralelamente está no portal e será repercutida na rádio. A ideia é informar o ouvinte nos três âmbitos: nacional, regional e local. Isso 24 horas. Vamos utilizar as principais ferramentas que a comunicação oferece: o rádio e as redes sociais. O diferencial é o contato off. A programação local tem o intuito de ir, pessoalmente, onde o ouvinte está. Por meio das reportagens, da interação com quem nos ouve”, garante Erasmo Magno, gerente de programação da Pan News Natal 93.5.

Fazendo parte de uma rede de rádio jornalística brasileira do Grupo Jovem Pan, a Pan News surgiu em outubro de 2013 como projeto de rádio all news, isto é, com programação jornalística 24 horas por dia. A parceria com a Pan News renderá os programas da emissora. Aliado a isso, a rádio terá ainda a programação local, com equipe altamente qualificada.

Na coordenação de marketing da rádio estará a gerente comercial da TRIBUNA DO NORTE, Karina Mandel. De acordo com ela, a parceria entre duas marcas fortes, vai render ações integradas entre o jornal e a rádio. “Para o marketing é ótimo porque podemos criar ações com as duas marcas e intensificar ainda mais o conceito de informação com credibilidade. Essa união de marcas fortes afeta diretamente o comercial, já que os anunciantes buscam  cada dia mais veículos que tenham esse compromisso com a notícia”, aponta Karina Mandel.

Fonte disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/jovem-pan-news-natal-estreia-no-ra-dio-potiguar/475427

20

Mar

Jornalismo

Blog da Juliska completa dois anos estreando novo layout desenvolvido pela Maxmeio

Estamos de cara nova para comemorar nossos dois anos de existência! A partir de hoje (20), quem acessa o blog encontra um novo layout, que passa a apresentar notícias em destaque para facilitar o acesso do leitor às informações de seu interesse. Agora, ao entrar no Blog da Juliska para se informar sobre temas como comunicação, educação, tecnologia e empreendedorismo, o internauta já encontra quatro destaques principais para acesso rápido, e abaixo deles, seguem todas as demais matérias postadas em barra de rolagem.

Ao longo de dois anos, o Blog da Juliska já divulgou quase 6 mil notícias e tem crescido em público e relevância como espaço que destaca informações de um universo que atrai cada vez mais a atenção do público. Novidades sobre mídias sociais, comunicação digital, seu crescimento e alcance; atualidades das áreas de tecnologia e empreendedorismo; iniciativas nas áreas de lazer e cultura e o que acontece no meio acadêmico do Estado e no universo das startups são alguns dos assuntos recorrentes no veículo. 

“O Blog da Juliska apresenta ao leitor temas que despertam sua atenção e que nem sempre encontram destaque nos outros veículos, que muitas vezes privilegiam os fatos do dia e notícias nas áreas de segurança e política. Aqui, ele encontra análises e informações além do factual e também se informa sobre o universo da comunicação”, afirma a editora, jornalista Juliska Azevedo. Diariamente, é encaminhada uma lista de transmissão com as principais notícias do Blog para formadores de opinião, empreendedores, comunicadores, educadores, advogados, entre outros públicos.

As mudanças no layout foram realizadas pela Maxmeio, uma das principais agências de serviços digitais do Norte e Nordeste. O diretor da agência, Flávio Sales, ressalta a preocupação de manter o blog atualizado com as tendências de design do universo digital e com a melhor acessibilidade para as notícias. “Somos parceiros do blog desde o início e entendemos que esse novo layout é adequado para o momento em que ele vem crescendo em número acessos e conquistando um público cada vez mais abrangente”, afirma.

17

Mar

Jornalismo

Coronavírus: Globo suspende novelas e operadoras de TV paga abrem a programação

Para evitar a aglomeração de profissionais em sets de filmagem, a TV Globo tomou uma decisão inédita em mais de 50 anos: resolveu suspender a gravação das suas novelas. Com isso, após terminarem os capítulos que estão no ar atualmente, passarão a ser exibidas novelas que já foram ao ar, no estilo Vale a Pena Ver de Novo. A nova novela das 18h, que já estava sendo anunciada – Nos Tempos do Imperador – foi suspensa.

Amor de Mãe, que ocupa a faixa das 21h, termina sua primeira fase neste sábado e vai sofrer uma pausa. A partir de segunda uma versão compacta de Fina Estampa, que foi ao ar em 2011, passa a ser exibida. Éramos Seis, das 18h, termina no dia 30. Não será substituída, como era o plano, por Nos Tempos do Imperador. Novo Mundo, de 2017, também em versão compacta, entra no ar. E Salve-se Quem Puder, das 19h, vai até o dia 28 quando também vai ser pausada.

Totatalmente Demais, de 2015, a substitui. Já a TV Record preferiu seguir com a rotina. Amor Sem Igual, das 20h30, continua com as gravações a pleno vapor. E a equipe responsável pela trama bíblica Gênesis, com estreia marcada para abril, está no Marrocos para o registro das primeiras cenas.

TVs pagas liberam canais

Com o objetivo de aumentar as opções para quem está em casa, serviços de streaming e operadoras de TV por assinatura estão liberando canais. A Globoplay abriu toda sua programação infantil por 30 dias. Os seis canais Telecine, também. A operadora de TV paga Net liberou a íntegra de todos seus canais. Sky TV abriu o sinal de 70 canais ao todo; a Oi TV, para dez canais, incluindo os infantis; e, a Claro TV, também abrirá uma variedade maior de opções.