Jornalismo

12

Ago

Jornalismo

Dupla Jener e Gustavo Negreiros comanda mais um programa na TV Tropical

A dupla formada pelo publicitário Jener Tinôco e o jornalista e advogado Gustavo Negreiros, que comanda diariamente o Radar da Notícia na TV Tropical, estreou mais um programa na grade da emissora.

O Mundo dos Negócios, exibido todo sábado ao meio-dia, é  um espaço para falar sobre empreendedores e negócios, com entrevistas de empresários de destaque. “O programa Mundo dos Negócios vai mostrar as empresas e os empreendedores do Rio Grande do Norte, os cases de sucesso, a história, o caminho de quem faz, gera empregos e riquezas. Mundo dos Negócios, a voz do empregador”, explica Jener.

A dupla dinâmica Jener e Gustavo já atuou junta no programa de rádio Bom Dia Cidade, da 94 FM - que hoje permanece sob o comando de Jener; esteve à frente do Band Entrevista na Band Natal e agora investe nesse novo produto jornalístico com pegada empresarial.

12

Ago

Jornalismo

Segunda de estreias jornalísticas no horário do almoço nas TVs Tropical e Ponta Negra

O retorno da jornalista Margot Ferreira, às tardes na TV Tropical após quase 30 anos que atuou na emissora está marcado para hoje (12), segunda-feira, a partir de 13h20, na afiliada da RecordTV. A jornalista vai comandar o Jornal da Tropical 1ª edição e declarou em uma postagem de rede social que "a linha editorial do programa será o mais leve possível com muita cultura e entretenimento do cotidiano". Margot deixou recentemente a Ponta Negra, onde apresentava no mesmo horário o Jornal do Dia, que voltou ao comando de Georgia Nery. 

Já na TV Ponta Negra, afiliada ao SBT, será dia da estreia da jornalista Ediana Miraglia - ex-InterTV - na apresentação do Jornal do Estado, às 19h20. Ediana migrou para a Ponta Negra deixando a InterTV Cabugi órfã do seu estilo que caiu nas graças da audiência mais popular e vinha elevando os índices no Ibope, esquentando a tradicional briga das duas emissoras no horário do almoço. A paraense também vai participar das reportagens do Patrulha da Cidade, exibido ao meio-dia - e já vem sendo apresentada pela emissora como uma importante atração deste horário.

9

Ago

Jornalismo

A moeda real no mercado de notícias é a credibilidade cada vez mais exigida pelos leitores, revela especialista

Um das dificuldades encontradas pelos publishers que investem em busca de monetização com base nas assinaturas digitais é a limitação no poder de aquisição da audiência em um ambiente de crescente oferta de conteúdos pagos, não apenas notícias, mas músicas, séries, filmes, entre outros serviços e produtos. As empresas jornalísticas, entretanto, contam com uma vantagem sobre os seus concorrentes que, no entendimento de François Nel, diretor do Journalism Leaders Programme, da University of Central Lancashire, permite um olhar otimista para o futuro: a credibilidade.

Essa credibilidade, afirma o especialista, passa por um conjunto de características e de comportamento das pessoas no atual estágio da era digital: a confiança é mais valiosa do que nunca; a notícia é um dos poucos comércios cuja moeda real é a credibilidade; e, neste momento, os leitores redescobrindo que vale a pena pagar por informação de qualidade.

“A lei da oferta e da procura (demanda) ainda se aplica”, diz Nel em entrevista ao site da World Association of News Publishers (WAN-IFRA). “Os consumidores de notícias estão cada vez mais reconhecendo que, embora a informação seja abundante em um mundo cada vez mais conectado digitalmente, informações independentes baseadas em fatos que podem ser confiáveis são escassas”.

Não são apenas os leitores que estão percebendo o crescente valor do jornalismo de qualidade, segundo Nel. As perspectivas também estão mudando entre os publishers, que têm demonstrando um crescente comprometimento em fornecer conteúdo exclusivo e de qualidade pelo qual vale a pena pagar. "Estamos vendo isso mesmo no país mais caro do mundo para dados móveis, o Zimbábue, onde as assinaturas via celular do Daily News e do Financial Gazette estão em curva crescente", afirma Nel

Mesmo nas regiões em que há baixos níveis de confiança na mídia, sustenta o especialista, isso representa uma oportunidade para os publishers ganharem credibilidade. “Os inovadores provedores de notícias que estão atendendo seus clientes com notícias relevantes, oportunas e confiáveis em formatos que funcionam estão prosperando, em um contexto tão variado quanto a Birmânia e a Bélgica”.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/21612-a-moeda-real-no-mercado-de-noticias-e-a-credibilidade-cada-vez-mais-exigida-pelos-leitores.html

8

Ago

Jornalismo

Inscrições abertas para o Curso de Informação sobre Jornalismo e Direitos Humanos

Estão abertas, até 31 de agosto, as inscrições para o 6º Curso de Informação sobre Jornalismo e Direitos Humanos, módulo do Projeto Repórter do Futuro realizado pela OBORÉ em parceria com a Conectas Direitos Humanos e o Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais (IPFD). O curso conta com o apoio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Os vinte estudantes selecionados participarão de palestras e entrevistas coletivas entre os dias 14.set.2019 e 26.out.2019, na sede da Conectas, com coordenação do jornalista Marcelo Soares.

Nesta sexta edição, os vinte alunos selecionados participarão de conferências de imprensa e entrevistas coletivas com especialistas em temas como tortura, racismo estrutural, trabalho escravo, migração, refúgio e perspectiva histórica dos sistemas internacionais de proteção aos direitos humanos.  As atividades acontecem sempre aos sábados. O curso é voltado a estudantes universitários de jornalismo e de outras áreas do conhecimento de todo o Brasil. O resultado será divulgado no dia 6.set.2019. Essas e outras informações estão disponíveis no site.

Fonte: Abraji, disponível em: https://abraji.org.br/noticias/inscricoes-abertas-para-o-6o-curso-de-informacao-sobre-jornalismo-e-direitos-humanos

7

Ago

Jornalismo

MP desobriga empresas de publicar balanços em jornais

Uma medida provisória publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira, 6, desobriga as empresas de capital aberto a publicarem os balanços financeiros em veículos impressos. Publicada em 15 de dezembro de 1976, a Lei determinava, até então, que os resultados financeiros fossem publicados nos veículos oficiais da União, Estado ou do Distrito Federal e em algum jornal de grande circulação, publicado na mesma localidade da sede da empresa.

Ao publicar os balanços em jornais, as empresas pagam pelo espaço utilizado do veículo, como em qualquer negociação comercial, o que fazia da publicidade legal, como é chamada a veiculação de resultados financeiros, uma fonte de renda para os veículos de mídia impressa.

Agora, de acordo com a MP nº 892, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, “As publicações serão feitas nos sítios eletrônicos da Comissão de Valores Mobiliários e da entidade administradora do mercado em que os valores mobiliários da companhia estiverem admitidas à negociação”. Pelas novas regras, as empresas de capital aberto podem publicar seus balanços e resultados no site da CVM e também em sua própria página na internet.

De acordo com a MP, “as publicações contarão com a certificação digital de autenticidade dos documentos mantidos em sítio eletrônico por meio da autoridade certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil).”

ANJ se manifesta
Após a publicação da Medida Provisória, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgou uma nota na qual afirma ter recebido com “surpresa e estranhamento a edição da medida provisória 892”. . Leia a íntegra do comunicado:

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) recebe com surpresa e estranhamento a edição da Medida Provisória 892, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, que dispensa a publicação de balanços de grandes empresas nos jornais. Além de ir na contramão da transparência de informações exigida pela sociedade, a MP afronta parte da Lei 13.818, recém aprovada pela Câmara e pelo Senado e sancionada pelo próprio presidente da República em abril. Por essa lei, a partir de 1º de janeiro de 2022 os balanços das empresas com ações negociadas em bolsa devem ser publicados de modo resumido em veículos de imprensa na localidade sede da companhia e na sua integralidade nas versões digitais dos mesmos jornais.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/08/06/mp-desobriga-empresas-de-publicar-balancos-em-jornais.html

30

Jul

Jornalismo

Abertas as inscrições para o Congresso Nacional dos Jornalistas

Estão abertas as inscrições para o 38º Congresso Nacional dos Jornalistas, que acontecerá de 22 a 24 de agosto deste ano, no teatro São José e no Hotel Sonata de Iracema, em Fortaleza/CE. Com o tema “Afirmar o Jornalismo e o papel dos Jornalistas: função social, viabilidade econômica e desafios da profissão”, o evento é realizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce).

As inscrições podem ser feitas AQUI. O valor é de R$ 390,00. Estudantes de Jornalismo (graduação), jornalistas associados ao Sindjorcee em dia com as obrigações sindicais, jornalistas comprovadamente desempregados, jornalistas aposentados e sócios da Associação Brasileira de Podcasters (ABPOD) pagam R$ 195,00. Os valores podem ser parcelados em até seis vezes sem juros no cartão de crédito ou PagSeguro. As inscrições dão direito às palestras, material gráfico e lanche.

O evento contará com uma conferência de abertura, três oficinas (Podcast para Jornalistas, Introdução ao Jornalismo de Dados e Comunicação Sindical em Novas Mídias), cinco painéis de discussão e plenárias deliberativas. Temas como “Comunicação pública na era da hiperinformação”, “Internet e desinformação”, “Jornalismo de proximidade e os desafios da profissão fora dos grandes centros”, “Contrarreformas trabalhista e previdenciária” e “O Jornalismo e a retomada da democracia no Brasil” serão debatidos por grandes nomes do atual cenário intelectual brasileiro.

29

Jul

Jornalismo

Brasileiro tem elevado interesse pela cobertura de jornalismo em Ciência e Tecnologia

Os brasileiros têm elevado interesse pelo tema “Ciência e Tecnologia” (C&T) e gostam de se informar sobre o assunto pela mídia. Além disso, o segmento conta com elevada credibilidade das pessoas. É o que revela a quinta edição da Pesquisa Percepção Pública da Ciência & Tecnologia no Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE).

O estudo indica que 62% estão interessados ou muito interessados em algum assunto relacionado à C&T. O prestígio, segundo o portal da Universidade de São Paulo (SP), se estende aos próprios cientistas que, para 41% dos entrevistados, são considerados “pessoas inteligentes que fazem coisas úteis à humanidade”. O levantamento revela que os cientistas de universidades ou de institutos públicos de pesquisa estão entre os que apresentam maior índice de confiança (0,84) em uma escala de na escala de "-1" a "1", logo abaixo dos médicos (0,85) que aparecem em primeiro lugar. Cientistas de empresas aparecem com índice de 0,46 e jornalistas inspiram um médio nível de confiança entre os entrevistados (0,36).

A pesquisa indica também que a maioria dos brasileiros, conforme destacado pela revista Galileu, é otimista em relação à C&T: 73% das pessoas acreditam que os setores trazem mais “benefícios que malefícios” ou “trazem apenas benefícios” para a sociedade. Além disso, 90% dos brasileiros consideram importante aumentar ou manter investimentos do governo em ciência e tecnologia. 

Outro dado mostra que a maioria dos entrevistados afirma que o governo deveria aumentar ou manter os investimentos em pesquisas. Em 2019, 66% declaram querer aumentos e 24% manter os investimentos em pesquisa, contra apenas 6% que acreditam que devam ser diminuídos. Os três temas que os brasileiros consideram de maior interesse (entre os oito investigados pela pesquisa) são: medicina e saúde (79%), meio ambiente (76%) e religião (69%). 

A maioria dos entrevistados se declara preocupada com temas de cunho técnico e científico que atravessam questões ambientais, socioambientais ou de saúde, muitos deles sobre os quais o governo tem contrariado a opinião da comunidade científica. O desmatamento da Amazônia e os danos causados ao ambiente pela mineração, por exemplo, são uma preocupação de 92% das pessoas consultadas. O uso de agrotóxicos na agricultura preocupa 87% dos entrevistados. 

O interesse, entretanto, contrasta com a desinformação sobre o assunto. Apesar da credibilidade em universidades e pesquisadores, 90% dos entrevistados não souberam apontar o nome de algum cientista e 88% não se lembravam do nome de uma instituição de ciência ou universidade. A maioria dos participantes afirmou que saúde é um tema relevante, mas 78% disseram acreditar que os antibióticos têm a finalidade de matar vírus, quando na realidade essas substâncias são destinadas a combater infecções bacteriológicas. 

Aumentou também de forma significativa o número de brasileiros que acreditam que o Brasil esteja “atrasado” no campo das pesquisas científicas e tecnológica. A avaliação positiva sobre o grau de avanço da ciência brasileira cresceu significativamente de 2006 a 2010, sofrendo uma retração em 2015 entre 2019. A pesquisa entrevistou 2,2 mil pessoas, de 16 a 75 anos de idade, residentes em todas as regiões do país.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/21282-brasileiro-tem-elevado-interesse-pela-cobertura-de-jornalismo-em-ciencia-e-tecnologia.html

25

Jul

Comunicação

Especialista diz que não há “solução mágica” para combater fake news

Como é possível combater a desinformação, também conhecida como notícias falsas (ou fake news, no termo popularizado em inglês)? Na avaliação da professora e diretora do grupo de especialistas em desinformação da Comissão Europeia – órgão executivo da União Europeia, Madeleine de Cock Buning, não há apenas uma solução que dê conta do problema.

“Não há bala de prata. É um problema com várias faces. E tem que ter uma solução multidimensional. O nosso trabalho é definir o escopo do problema e formular recomendações”, disse.

Madeleine participou ontem, em São Paulo, da conferência de abertura do Seminário Internet, Desinformação e Democracia, promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), órgão multissetorial que organiza endereços da web no país e indica diretrizes sobre a rede. O evento dá continuidade a um debate iniciado no ano passado sobre práticas para para conter o fenômeno da desinformação na internet.

O uso do termo desinformação, segundo a professora, é mais preciso do que fake news, nome apropriado por alguns políticos e seus apoiadores para desvalorizar notícias que os desagradam. "Nosso trabalho é definir o escopo do problema e formular recomendações", afirmou.

Segundo a coordenadora, o grupo elaborou um relatório com recomendações sobre o tema. "É preciso ter uma abordagem em diferentes dimensões, fazer pesquisas para compreender o fenômeno e monitorar sua evolução. Isso inclui entender porque as pessoas gostam e compartilham notícias falsas e qual o impacto disso na vida política, como em eleições."

O relatório sugere que as plataformas digitais adotem medidas para dar mais transparência à sua operação, mostrando como funcionam sistemas, algoritmos responsáveis pela escolha dos conteúdos, recomendações de vídeos, textos e imagens a cada usuário. “As plataformas não são transparentes sobre seus algoritmos. Somos deixados no escuro sobre o funcionamento desses sistemas”, ressaltou a professora.

O documento elaborado pelo grupo da União Europeia indica que a desinformação não será combatida se não houver um ambiente plural e diverso, com diferentes fontes de informação disponíveis aos cidadãos. A promoção passa pelo empoderamento, tanto dos jornalistas e veículos profissionais de notícias, quanto dos próprios usuários. Iniciativas de formação – “alfabetização midiática” – fundamentais para que as pessoas tenham uma postura mais crítica,  não acreditem ou não repassem as mensagens automaticamente.

Para Madeleine, a disseminação de notícias falsas está vinculada à desconfiança no conjunto das instituições, gerando um desinteresse no que elas apresentam como verdade. "Em muitos casos, pessoas preferem acreditar naquilo que confirma suas opiniões, evitando posições críticas."

Fonte: Jonas Valente/ Agência Brasil

24

Jul

Jornalismo

Jornalista Lídia Pace, da InterTV Cabugi, vai apresentar o Jornal Nacional

A jornalista Lídia Pace, apresentadora do RN 2ª edição, da InterTV Cabugi, irá apresentar o Jornal Nacional por um dia, em uma iniciativa da TV Globo que comemora os 50 anos do programa jornalístico de maior audiência do país. A comunicação da escolha - feita por sorteio - foi feita por e-mail de William Bonner, editor-chefe do JN. 

“Apresentar o jornal de maior audiência do país será ao mesmo tempo o maior sonho realizado e a maior responsabilidade na minha carreira como jornalista. Feliz demais com a notícia! Espero poder representar bem meu Estado e meus colegas de profissão”, comentou. 

Lídia tem 19 anos de formada e o mesmo tempo de atuação em TV comercial. Está na InterTV há 13 anos, 12 como apresentadora. Formada pela UFRN, foi editora da Rádio universitária, apresentadora e repórter de rede da TV Ponta Negra; editora e apresentadora da TV Assembleia e além de apresentadora, é atualmente editora e repórter de rede da Intertv.

Rodízio entre os estados
A Globo anunciou nesta quarta-feira os nomes dos apresentadores de telejornais locais que vão comandar a bancada do "Jornal Nacional", em rodízio, aos sábados, a partir de 31 de agosto. 

William Bonner comunicou os nomes escolhidos e explicou a razão de ter adotado o sorteio como critério da seleção: "Em nome da justiça na escolha de nomes para representar os Estados de cada afiliada, essa mesma qualidade nos impediu de aplicar qualquer critério justo de seleção que não fosse o velho e bom sorteio", escreveu. Na seleção, deu Lídia Pace como representante do RN na bancada jornalística de maior prestígio da história do jornalismo brasileiro.

18

Jul

Comunicação

96 FM inova e inaugura um dos melhores estúdios de rádio do país

A rádio 96 FM sai na frente e traz para os ouvintes mais uma novidade que é um marco no mercado da comunicação no Rio Grande do Norte. A emissora montou um dos melhores e mais modernos estúdios de rádio do Brasil. Equipamentos de ponta para garantir o melhor som e imagem em todas as plataformas digitais.

O estúdio, projetado pela Broadcast Engineer, tem microfones de última geração, câmeras robôs, um novo switcher e vídeo wall, tudo isso para garantir o melhor som nas ondas do rádio e a melhor imagem para quem acompanha tudo pelas redes sociais.

“A 96 FM nunca perdeu o espírito inovador. Sempre buscamos estar um passo à frente de todos. Foi assim no início, durante todos esses anos e não poderia ser diferente agora. Fizemos um grande investimento à altura do nosso ouvinte, cada vez mais conectado com a nossa programação”, disse o diretor da rádio Ênio Sinedino.

Essa não é a primeira vez que a rádio 96 FM é pioneira. Ela já nasceu assim. Em 1981 foi a primeira emissora FM do estado. Em 2008, de um passo para o futuro: foi a primeira rádio potiguar com webcam ao vivo. Em 2017, a 96 FM  tornou-se a rádio com imagem: foi a primeira emissora a transmitir áudio e vídeo via Youtube, Instagram e Facebook, simultaneamente.

A rádio 96 FM se mantém como uma das maiores rádios do Nordeste. É líder de audiência com uma programação voltada para músicas nacionais e regionais de sucesso, além de trazer informação de qualidade, com uma programação jornalística de credibilidade, que começa cedinho com “O Povo no Rádio” e “Jornal 96” e se estende durante o dia e a noite, com os programas “96 minutos” e “Jornal das Seis”.

“O rádio tem se apresentado como uma excelente aposta comercial neste mundo cada vez mais digital, e com mídia fragmentada, como atestam as mais recentes pesquisas. Acho que estamos no caminho certo”, acrescentou Sinedino.

16

Jul

Jornalismo

Escola Digitalista: projeto educacional é criado para oferecer cursos de extensão a jornalistas

Os jornalistas brasileiros contam com mais um projeto educacional. No último fim de semana, a Escola Digitalista foi oficialmente lançada em São Paulo. A novidade chega ao mercado com propósito claro. O objetivo central é, por meio do conhecimento, auxiliar comunicadores — de estudantes a profissionais formados — a se atualizarem e serem valorizados pelo mundo corporativo. A solução chega sob comando de Almir Rizzatto. Jornalista, professor e empreendedor, ele é articulista-parceiro do Portal Comunique-se.

Com base no bairro paulistano da Bela Vista, a Escola Digitalista já teve atividades nos últimos dias. Na estrutura da nova empresa do ramo de educação, Almir Rizzatto liderou mais uma turma de redes sociais para jornalistas. Além dessa linha, o local servirá de palco para realização de outros cursos de extensão. Marketing de conteúdo, marketing de influência, Facebook, Instagram, LinkedIn, produção de conteúdo em vídeo para redes sociais, SEO, Google Ads e jornalismo digital são temas que serão atendidos desde já pela iniciativa.

Tendo vertentes da comunicação como base para a formulação de cursos, a Escola Digitalista oferecerá outros temas ao público ao decorrer dos próximos meses. Entre os assuntos a ganharem vez no projeto estão planejamento de conteúdo, gestão de crise nas redes sociais, copywritingstorytelling, UX, inbound marketing, assessoria de imprensa na era digital, jornalismo de dados e WordPress.

Fonte: Portal Comunique-se, disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/escola-digitalista-projeto-educacional-e-criado-para-oferecer-cursos-de-extensao-a-jornalistas/

15

Jul

Jornalismo

Surpresa no mercado: afiliada SBT contrata repórter destaque da Globo no RN

A TV Ponta Negra, afiliada ao SBT no Rio Grande do Norte, anunciou nesta segunda-feira (15), a contratação da jornalista Ediana Miralha. A paraense que conquistou os potiguares, com seu jeito diferenciado de fazer reportagens, passa a integrar a equipe do programa “Patrulha da Cidade”, campeão de audiência na hora do almoço.

Ediana Miralha recebeu, neste ano, o título de cidadã natalense por desenvolver um trabalho com as comunidades, dando voz à população junto ao poder público e ajudando na solução dos problemas. “Aqui na TV Ponta Negra, além de fazer o jornalismo comunitário, que é uma marca da emissora, Ediana vai usar a irreverência e o humor para mostrar os personagens e histórias do nosso estado, sendo responsável pelos quadros e reportagens especiais do Patrulha”, antecipa a gerente de jornalismo, Angélica Hipólito.

Além da reportagem, Ediana vai apresentar o telejornal noturno da TV Ponta Negra, o Jornal do Estado, que vai passar por uma reformulação na linguagem, ficando mais informal e ainda mais perto das pessoas.  "Ediana tem a cara da TV Ponta Negra. É criativa, ousada, sabe inovar e não tem vergonha de ser popular”, afirmou Rafael Cruz, gerente de programação da TV Ponta Negra, que anuncia a estreia da jornalista para o mês de agosto.

10

Jul

Jornalismo

Jornalista Georgia Nery volta a apresentar Jornal do Dia

A jornalista Georgia Nery se despede da apresentação do Jornal do Estado na TV Ponta Negra (SBT) e volta no dia 22 de julho para o comando do Jornal do Dia, na emissora, de segunda a sexta às 13h30.

Georgia foi apresentadora do JD durante 8 anos, antes de ser Secretaria de Comunicação do Governo em 2015 (jan/mar). A jornalista, pós-graduada em jornalismo econômico pela UFRN, começou sua carreira há 19 anos, ainda como estagiária na TV Tropical. Participou da implantação e da diretoria da TV Assembleia, além de ter trabalhado na TV Record (SP). 

10

Jul

Jornalismo

América Latina tem maior número de assassinatos de jornalistas no primeiro semestre de 2019

A América Latina é a região do mundo com o maior número de assassinatos de jornalistas registrados na primeira metade de 2019, segundo levantamento da organização Campanha Emblema de Imprensa (PEC) divulgado na última quinta-feira (4). Ao todo, foram 15 homicídios entre janeiro e junho deste ano no continente. O México, com nove mortes, lidera o ranking sangrento tanto na região latina quanto nos 20 países pesquisados pela entidade, que somam 38 assassinatos. O Brasil divide a quarta posição da lista geral ao lado da Colômbia, ambos com duas mortes.

O número total de mortes no mundo é 42% menor do que o registrado no primeiro trimestre de 2018, quando 66 jornalistas foram mortos. A PEC considerou positiva a queda, mas destacou sua preocupação com algumas regiões, em especial no México e no Afeganistão (seis assassinatos), onde grupos criminosos e terroristas são, respectivamente, os principais responsáveis pelos crimes.  

"Os mecanismos nacionais são claramente impotentes para evitar esses crimes e garantir a prestação de contas, porque as polícias locais e as instituições judiciais são insuficientes ou corruptas", disse o secretário-geral da PEC, Blaise Lempen. "A comunidade internacional deve estabelecer um mecanismo independente que possa combater a impunidade quando as instituições nacionais não forem eficientes nem suficientes para preencher as lacunas de prevenção, proteção e ação penal", acrescentou.

O Paquistão, segundo a organização, segue o México e o Afeganistão entre os países mais perigosos até agora neste ano, com quatro jornalistas mortos. Depois aparecem Brasil e Colômbia. Um jornalista foi morto nos seguintes países: Bangladesh, Chade, Gana, Haiti, Honduras, Índia, Iraque, Quênia, Líbia, Irlanda do Norte, Filipinas, África do Sul, Síria, Ucrânia e Iêmen. Oriente Médio, de acordo com a PEC, registrou certa melhora na segurança dos jornalistas devido, "entre outras razões, à diminuição do conflito na Síria e no Iraque".

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/20876-america-latina-tem-maior-numero-de-assassinatos-de-jornalistas-no-primeiro-semestre-de-2019.html

10

Jul

Jornalismo

Aos 77 anos, morre o jornalista Paulo Henrique Amorim

O jornalista Paulo Henrique Amorim morreu, na madrugada desta quarta-feira (10), aos 77 anos. O jornalista deixou o legado para a comunicação brasileira. Amorim estava em casa, no Rio de Janeiro, quando sofreu um infarto fulminante — informação confirmada pela mulher dele. Na noite da terça-feira (9), o jornalista havia saído para jantar com amigos. Paulo Henrique Amorim estava na Record TV desde 2003. Antes, passou por diversos jornais, revistas e emissoras de televisão do país.

Nascido em 22 de fevereiro de 1942, Paulo Henrique estreou no jornal A Noite, em 1961. Depois foi trabalhar em Nova York, como correspondente internacional da revista Realidade e, posteriormente, da revista Veja. Na televisão, passou pela extinta TV Manchete e pela TV Globo, também como correspondente internacional em Nova York.

Em 1996, deixou a TV Globo e foi para a TV Bandeirantes, onde apresentou o Jornal da Band e o programa Fogo Cruzado. Depois, foi para a TV Cultura. Em 2003, foi contratado pela Record TV, onde apresentou o Jornal da Record segunda edição. No ano seguinte, ajudou a criar a revista eletrônica Tudo a Ver na emissora. Em 2006, assumiu a apresentação do Domingo Espetacular, onde ficou até junho deste ano. Amorim deixa uma filha e a mulher, a jornalista Geórgia Pinheiro.