Educação

28

Jun

Educação

Núcleo de Estudos em Direito Digital da UFRN seleciona novos membros até hoje

O Núcleo de Estudos em Direito Digital (NEDDIG), projeto de extensão e pesquisa vinculado ao curso de Direito do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA/UFRN), abriu o processo de seleção para novos membros, a ser realizado de forma remota, de acordo com o edital. As inscrições são gratuitas e acontecem até o dia 28 de junho por formulário online.

Podem participar da seleção graduandos, graduados, mestrandos e doutorandos de qualquer instituição de ensino superior autorizada pelo Ministério da Educação (MEC). Os novos integrantes serão selecionados na qualidade de extensionista/pesquisador e de orientador, e serão concedidas, ao final de cada semestre, 60 horas de pesquisa e extensão, fornecidas pela Pró-Reitoria de Extensão da UFRN.

A seleção acontece em três fases com resultado final previsto para ser divulgado por e-mail e pelo Instagram do NEDDIG até o dia 1º de setembro de 2021. Para outras informações, entre em contato pelo endereço eventos.neddig@gmail.com.

26

Jun

Educação

Três dicas para autores independentes terem sucesso

Mudança de comportamento durante a pandemia fez com que o número de escritores e novos títulos crescesse exponencialmente. A praticidade que plataformas de autopublicação trazem também é um fator que contribui para esse aumento. Só no Clube de Autores, são cerca de mil exemplares sendo publicados mensalmente e  57 mil autores em sua comunidade. 

Escrever uma boa história, nos tempos de hoje, não basta mais. “Não que o conteúdo não seja mais importante, pelo contrário, continua sendo absolutamente fundamental que um livro tenha uma boa narrativa construída e que engaje o leitor de alguma maneira. Mas existem outros fatores que ajudam a conquistar mais leitores”, comenta Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores. Confira:

1 - Conteúdo de qualidade

Um livro de qualidade não é um livro que agrade todo mundo – até porque isso é essencialmente impossível - mas é aquele que reúne, em sua narrativa, todos os elementos necessários para agradar o seu próprio público-alvo, a fatia de leitores que goste do tipo de literatura em que ele se encaixa. Para os que estão começando, buscar dicas de como escrever um bom livro também ajuda. Além disso, é recomendado que haja uma leitura crítica e revisão ortográfica antes da publicação. 

2 - Acabamento profissional

Sim, um livro vende pela capa. E se deixar cada página com uma fonte minúscula, o leitor terá preguiça de continuar além das primeiras páginas. Cabe ao autor garantir que seu “produto” fique bem acabado. Ou seja:

- Ter uma capa bem feita, capaz de seduzir qualquer leitor;

- Ter uma boa diagramação para proporcionar uma experiência de leitura interessante;

- Estar disponível em formatos diferentes para consumo, como ter as versões impresso e também em e-book;

- O preço deve ser bem pensado, bem estruturado;

- Ter o ISBN, que é um sistema internacional padronizado de identificação de livros. Desta forma é possível garantir a distribuição pelas maiores livrarias do país, grande vantagem oferecida pelo Clube de Autores. 

3 - Divulgação

Ter uma história excelente em um produto perfeito é apenas parte do processo para publicação. Criar uma boa estratégia de divulgação também é fundamental e isso fica a cargo de cada um. Entre as mais relevantes delas estão:

- Fazer um evento de lançamento;

- Organizar uma LIVE de divulgação nas redes sociais;

- Criar um Book Trailer;

- Utilizar períodos estratégicos para o lançamento.

25

Jun

Educação

EAJ oferece curso para professores de todo o Brasil

As novas ferramentas de Tecnologia passaram a ocupar um espaço maior em nossas vidas desde o início da pandemia causada pelo covid-19 e na vida dos docentes não foi diferente. Pensando nisso, uma iniciativa idealizada por Maiara Gonçalves (EAJ/UFRN) entre os dias 15 de março e 16 de abril deste ano, buscou capacitar professores de escolas públicas para esse desafio. Com o total de 24 aulas, o curso de extensão realizado pela Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN), Ensino de História e as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), teve como objetivo de buscar novos meios para harmonizar a união entre o ensino de história e as chamadas TICs. 

A necessidade de se reinventar nesse momento provocou a realização dessa ação, com aulas programadas para discutir o tema. O  curso buscou novos meios de prosseguir com o modelo de ensino atual e trocar experiências entre os professores de história. Os encontros síncronos e assíncronos se assemelhavam à rotina atual que muitos docentes e discentes possuem hoje em dia: um dia para explicações, debates e questionamentos e outro dedicado à leitura de textos direcionados. 

A ideia surgiu pela professora de História Maiara Gonçalves, que percebeu a possibilidade de unir as chamadas “TICs”, Tecnologias de Informação e Comunicação, ao ensino de História. Inicialmente, foram ofertadas 55 vagas destinadas a professores de História do ensino básico das redes municipais e estaduais, mas a adesão do público-alvo alcançou um número maior do que o esperado, sendo necessário aumentar a oferta para 70 vagas. As inscrições vieram das cinco regiões do país, desde docentes do Rio Grande do Norte até do Rio Grande do Sul.

Um dos fatores que nesse momento contribuiu para a adesão desse público foi o fato de ser 100% online, onde tem sido o único local em que se pode reunir um número maior de pessoas, através de plataformas digitais. Ao início do curso, os professores apresentaram suas dificuldades que, segundo a historiadora, não eram indiferentes para ela ou os outros participantes dessas aulas. “As queixas eram comuns. Em nosso primeiro encontro síncrono, discutimos sobre a forma como a implementação das aulas remotas se deu. A maioria dos docentes não receberam nenhuma instrução”, explica.

Segundo a responsável pelo curso, uma das pautas iniciais também foi o aumento da jornada de trabalho nesse novo momento. “Nós não apenas estamos tendo que organizar as nossas aulas, como estamos tendo que produzir bem mais materiais didáticos do que antes”, argumenta. Além da falta de instrução por parte das Secretarias de Educação, a falta de apoio para adquirir esses materiais tecnológicos fizeram muitos professores aderirem por conta própria os aparelhos eletrônicos.

Sendo assim, o curso trouxe a chance de habituar-se com a rotina proposta e, mesmo a tutora da extensão não sendo especialista na área de ensino de história ou TICs, não diminuiu a potencialidade dessa atividade. Em conversa com a idealizadora dessa iniciativa, ela descreve como organizou o material destinado ao evento. “A princípio, eu selecionei um pequeno conjunto de bibliografias, produzida por historiadores e historiadoras, que tratavam do tema para que eles lessem os textos e que produzisse um debate nos encontros síncronos no google meet e nos fóruns utilizando o google classroom”, explica. 

Encontros síncronos com palestras de profissionais acadêmicos de História que desenvolviam projetos, pesquisas ou mesmo que atuavam utilizando essas ferramentas como instrumento didático, além dos debates sobre os possíveis usos das mídias foram do mesmo modo abordados no decorrer das aulas. De acordo com Maiara, serviram para mostrar os possíveis usos das mídias digitais no ensino de História. 

Entretanto, em meio a tantos desafios como educadores, essa ação não surgiu somente como forma de instruir os professores, mas também como uma determinada rede de apoio e solidariedade. De acordo com Juliana, o ganho do curso não foi somente a oportunidade de discutir assuntos relacionados às TICs.  “O curso de extensão serviu para mostrar os possíveis usos das mídias digitais no ensino de História. Mas acho que o ganho foi muito mais além do que aprender a explorar as TICs. O ganho foi poder entender que os desabafos, as frustrações, as dificuldades, os temores não eram casos isolados”, observa a professora, “No final de dois meses de curso, a maior contribuição foi a de criar e fortalecer redes de apoio e de trocas entre esses profissionais do ensino de História” afirma.

Foto: Anastácia Vaz

25

Jun

Educação

Pandemia faz aumentar número de alunos que podem abandonar estudos

Quatro em cada dez alunos da educação básica na rede pública de ensino correm risco de abandonar a escola por causa da pandemia do novo coronavírus. Isso é o que mostrou um estudo feito com pais e responsáveis de estudantes da rede pública e encomendado pela Fundação Lemann, o Itaú Social e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ao Datafolha.

Segundo a pesquisa, o percentual de estudantes que não estão motivados com as aulas, que não estão evoluindo nos estudos ou que manifestaram a possibilidade de desistir da escola cresceu este ano, passando de 26% em maio do ano passado para 40% em maio deste ano.

E esse problema é ainda maior para os estudantes negros: 43% deles manifestaram o desejo de abandonar a escola. Entre os brancos, o percentual foi de 35%.

O número também é maior para aqueles estudantes de famílias com renda mensal de até um salário-mínimo (48%) e para os que vivem em áreas rurais (51%). O risco cresce também entre os estudantes que vivem no Nordeste: 50% dos estudantes dessa região manifestaram falta de motivação ou intenção de deixar a escola. Na região Sul, isso corresponde a 31%.

Impacto

A pesquisa demonstrou ainda o impacto da pandemia na alfabetização das crianças. De acordo com os pais e responsáveis entrevistados no estudo, 88% dos estudantes matriculados no 1º, 2 º e 3 º ano do ensino fundamental estão em processo de alfabetização. Desse total, mais da metade (51%) das crianças ficou no mesmo estágio de aprendizado, ou seja, não aprendeu nada de novo (29%), ou desaprendeu o que já sabia (22%).

Entre os brancos, 57% teriam aprendido coisas novas durante a pandemia segundo a percepção dos responsáveis. Entre os negros, no entanto, esse índice cai para 41%.

"O efeito de longo prazo da covid-19 no Brasil será na educação. Uma geração inteira ficará profundamente marcada pela pandemia e o Brasil precisará de múltiplas ações para superar as perdas de aprendizagem. Isso deve ser prioridade para o país", disse Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann.

Aula presencial

Segundo os pais e responsáveis entrevistados para o estudo, apenas 24% dos estudantes tiveram as escolas reabertas para aulas presenciais. Dos que tiveram a escola reaberta, 40% dos estudantes não retornaram para a aula presencial.

No retorno às escolas, 63% dos estudantes estão sendo avaliados para identificar as suas dificuldades, mas só 29% estão recebendo aulas de reforço.

Para 86% dos pais e responsáveis, o desempenho escolar dos seus filhos antes da pandemia era ótimo ou bom e, agora, esse índice caiu para 59%. Esse baixo desempenho escolar é a principal preocupação dos responsáveis por crianças que não estão em processo de alfabetização.

A pesquisa quantitativa foi realizada entre os dias 22 de abril e 21 de maio de 2021, com abordagem telefônica, com responsáveis por crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos da rede pública, em todas as regiões do país.

Fonte: Agência Brasil

24

Jun

Educação

UFRN participa de publicação internacional sobre cadeias agrícolas globais

Os professores Thales Penha e Valdênia Apolinário, do Departamento de Economia (Depec) do Centro de CIências Sociais Aplicadas (CCSA) da UFRN, participaram da pesquisa e publicação do livro The Phantom of Upgrading in Agricultural Supply Chains, resultado de uma pesquisa internacional em parceria com várias universidades do mundo e coordenado pelo In­ter­na­tio­nal Cen­ter for De­ve­lop­ment and De­cent Work (ICDD), da Universidade de Kassel, na Alemanha. Veja a publicação original

O livro traz uma série de estudos comparativos de culturas e países, em oito capítulos. O grupo de pesquisa escolheu manga, café e arroz em países exportadores e analisaram os impactos socioeconômicos destes em cada um. Os pesquisadores da UFRN estudaram a produção da manga na região nordeste do Brasil em comparação com a produzida no Paquistão, e os resultados são apresentados no quarto capítulo do livro.

A publicação é liderada pelo professor Christoph Scherrer, do ICDD, que montou uma rede de pesquisadores vinculados a universidades do Brasil, Bangladesh, Gana, Índia, Paquistão e Vietnã. A ideia era analisar os impactos socioeconômicos das cadeias globais de valor agrícolas nos países em desenvolvimento do sul global, através de estudos comparativos. 

A pesquisa foi financiada pelo Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico – Deutscher Akademischer Austauschdiens (DAAD) – e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e foi elaborada a partir de workshops internacionais realizados no Paquistão, Berlin, Kassel, Campinas-SP e também na UFRN, em abril de 2018.

24

Jun

Educação

Grupo CriAção da UFRN abre processo seletivo para estudantes de Design

O Grupo de Pesquisa em Criatividade e Inovação de Produtos e Processos – Energias Renováveis (CRIAÇÃO) abre processo seletivo para formar cadastro de reserva no projeto Estudos Econômicos, Ambientais e da Cadeia de Valor para o Desenvolvimento Tecnológico da Infraestrutura Portuária para o Setor Eólico Offshore e Múltiplos Usos do Estado do RN

As inscrições podem ser feitas até este domingo, 27. As vagas são destinadas a estudantes do curso de Design da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O processo seletivo é de caráter classificatório, com a análise do currículo lattes, histórico do curso e entrevista. Para se inscrever, o interessado deve preencher este formulário e enviar currículo lattes e histórico do curso para o e-mail grupocriacaoufrn@gmail.com.

A carga horária consiste em 20 horas semanais, exercidas de acordo com a necessidade do projeto e a remuneração é de R$ 800,00 (oitocentos reais), incluso vale transporte. Para mais informações, acesse o edital

23

Jun

Educação

Pesquisadores do Nordeste realizam estudo sobre pesca da lagosta-de-espinho

Pesquisadores do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), da Universidade Federal do RN (UFRN), da Universidade Regional do Cariri (Urca) e da ONG Oceânica realizaram um estudo que apresenta a avaliação da pesca de lagostas-de-espinho no Nordeste brasileiro. A pesquisa, publicada nos Anais da Academia Brasileira de Ciências, teve o objetivo de analisar a tecnologia de pesca empregada, a estrutura populacional explotada e a variação temporal de pesca da lagosta no Nordeste do Brasil, como parte do Projeto Ponta de Pirangi, em Natal. O pesquisador e professor do IFRN, Paulo Victor do Nascimento Araújo, assina como um dos autores.

O estudo avaliou populações de duas espécies da lagosta: a brasileira Panulirus meripurpuratus e a cabo verde, P. laevicauda. Os pesquisadores identificaram que cada espécie estava sendo afetada de forma diferente. Com base nos dados monitorados, ao longo da temporada legal de atividade pesqueira, de 24 de maio a 21 de novembro de 2010, foi observado que a área de pesca adotada, o tipo de apetrecho utilizado e a demanda de balança comercial em escala temporal foram os fatores que influenciaram a pressão de pesca das populações das lagostas.

Pesquisadores do Nordeste realizam estudo sobre pesca da lagosta-de-espinho

Paulo Victor, docente do Campus Macau, conta que a pesca da lagosta-de-espinho tem uma grande contribuição na geração de renda das comunidades tradicionais pesqueiras em quase todo Norte e Nordeste do país. “Ao analisar a tecnologia de pesca empregada, é levantada uma atualização sobre as informações dessa pescaria, gerando, assim, informações que podem nortear futuras políticas públicas para o setor. Além disso, ao avaliar a estrutura populacional explotada e a variação temporal de pesca das espécies que são capturadas, geramos informações para um futuro ordenamento pesqueiro efetivo”, declarou o professor, que ainda acrescentou: “Esses dados são fundamentais para estabelecer medidas que melhoram a gestão do recurso pesqueiro no Nordeste do Brasil”.

Academia Brasileira de Ciências

A Academia Brasileira de Ciências é um periódico científico de circulação nacional e internacional, que visa publicar avanços na Pesquisa Científica, tanto de pesquisadores atuantes no país, como, também, de cientistas de outras nacionalidades. É a revista mais antiga de circulação continua no país e contém natureza multidisciplinar, com publicações de resultados originais de pesquisas realizadas nas mais diversas áreas da Ciência.

Com informações da assessoria de comunicação da Universidade Regional do Cariri (Urca). Acesso em: Artigo publicado

23

Jun

Educação

Mestrado acadêmico em Geografia do CERES na UFRN recebe inscrições

O Programa de Pós-Graduação em Geografia do Centro de Ensino Superior do Seridó (GeoCeres/UFRN) recebe inscrições para o mestrado acadêmico em Geografia, com ingresso no segundo semestre de 2021. As inscrições podem ser realizadas até 11 de julho, via Sigaa.

Estão sendo ofertadas 15 vagas de ampla concorrência, sendo 2 (duas) delas para demanda institucional, isto é, professores e técnicos da universidade. Para as vagas do mestrado, podem candidatar-se graduados em Geografia e áreas afins, indicando, no ato da inscrição, uma das linhas de pesquisa presentes no edital da seleção.

Em relação às pesquisas, o GeoCeres tem como área de concentração Espaço e Paisagem no Semiárido Nordestino, com as seguintes linhas de pesquisa: Dinâmica Socioespacial do Semiárido Nordestino Estrutura e Dinâmica de Paisagens no Semiárido.

A seleção exige que o candidato envie, por meio do Sigaa, os documentos pessoais de identificação digitalizados e outros, como diploma de curso superior, histórico escolar de graduação e currículo lattes. O resultado final estará disponível no sistema eletrônico e será publicado até o dia 13 de agosto de 2021 no site do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Ceres. 

23

Jun

Educação

UFRN sedia 7º Seminário do Grupo de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria  com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), realiza a sétima edição do Seminário Nacional do Grupo de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias (Grupeci). O evento, que estava previsto para novembro do último ano, porém foi adiado devido à pandemia da covid-19, acontece no período de 30 de junho a 2 de julho, agora em formato on-line. As inscrições estão disponíveis no site do evento.

Esta edição leva a debate o tema Pesquisa, Direitos Humanos e Justiça Social, a fim de promover trabalhos que discutam questões ligadas às crianças e às infâncias brasileiras, levando em consideração tanto o cenário atual quanto o vivido anteriormente e o contexto social inserido, com o intuito de contribuir para o registro histórico.

Sob a coordenação das professoras Denise Maria de Carvalho Lopes e Elaine Luciana Sobral Dantas, ambas integrantes do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEd/UFRN), o evento conta com cinco eixos temáticos: História e Concepções de Infância; Infâncias, Direitos Humanos e Políticas Públicas; Infância, Arte e Mídias; Infâncias, Práticas Educacionais e Formação de Professores; e Crianças, Infâncias, Diversidade e Inclusão.

Para a professora Denise Maria, o formato on-line se apresenta como uma dificuldade, mas também proporciona oportunidades. “O desafio é conseguir plataformas digitais que propiciem a realização dos encontros, das discussões entre os grupos. Por outro lado, enquanto tínhamos, no formato presencial, o encontro face a face, havia também a limitação do deslocamento e dos espaços físicos nas instituições”.

“O nosso evento agora tem mais de 1500 inscritos de todo o Brasil, temos mais de 140 grupos de pesquisa inscritos, com apresentação de dois ou três trabalhos cada, o que resulta em cerca de 400 pesquisas apresentadas”, completa a professora.

Além do seminário em si, outro aspecto do evento que vale a pena ser destacado é a construção da identidade visual: uma figura de três crianças que estão em pé, de costas, como se estivessem pintando-olhando o número ordinal da edição a ser realizada e a sigla GRUPECI. Associada à imagem principal, a logo também possui um desenho distinto que representa o local no qual o evento será realizado. 

Desta vez, a arte desenvolvida pela artista e design potiguar Eriadne Teixeira do Nascimento mostra uma estrela formada por cinco losangos na cor laranja, dos quais saem seis raios na cor laranja escuro e uma longa cauda de vários raios em tons de azul que parecem se movimentar. É a estrela-guia dos Reis Magos, símbolo da cidade de Natal. 

23

Jun

Educação

Turma da Mônica ilustra guia para retorno às aulas presenciais

A Turma da Mônica é a estrela de guia lançado hoje (22) com orientações para a prevenção do novo coronavírus em ambiente escolar. A cartilha Cuidados na Escola tem a intenção de orientar as famílias do Brasil sobre o retorno às aulas presenciais, que tem ocorrido gradualmente em diferentes estados e municípios. 

A cartilha foi elaborada pela equipe técnica do Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância (Unicef), das áreas de saúde, educação e WASH, que é a sigla em inglês para Água, Saneamento e Higiene. O guia inclui ainda informações e orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e secretarias de saúde estaduais e municipais.

Na visão do Unicef, é preciso reforçar alguns cuidados nesse retorno que se dá depois de meses sem que os alunos pudessem frequentar as escolas presencialmente. O guia, que é ilustrado pelos personagens do Bairro do Limoeiro, traz procedimentos de forma didática para que os pais, mães e responsáveis orientem as crianças e adolescentes no retorno às escolas. “Para que todos fiquem protegidos, incluindo estudantes, profissionais que atuam nas escolas e as famílias de cada um”, apontou o Unicef.

A cartilha também dá dicas de como abordar o assunto com os filhos e sugere atividades para serem realizadas pelas escolas. “O material também traz orientações e os cuidados necessários no ambiente escolar, tanto na sala de aula, quanto no transporte e na hora do recreio, como o uso de máscaras e a higienização frequente das mãos”, detalhou o Fundo da ONU.

UNICEF Brasil e Mauricio de Sousa Produções

Para reforçar a inclusão, o guia inclui ainda ações de prevenção para crianças e adolescentes com deficiências cognitivas ou respiratórias graves que provocam dificuldade de utilização das máscaras. Além disso, propõe alternativas a crianças e adolescentes com perda ou problemas auditivos, que precisam ter a leitura labial e visualizar as expressões do locutor. A sugestão, nesse caso, é o uso de máscaras transparentes. “Dessa forma, é possível construir um ambiente seguro e que garanta oportunidades de aprendizagem a todos”, avaliou o Fundo das Nações Unidas.

Para a diretora-executiva da Maurício de Sousa Produções, Mônica Sousa, é de extrema importância que a mensagem seja transmitida de forma mais clara possível, para que chegue às famílias de maneira eficaz. "Nesse momento em que os pequenos estão ansiosos para reencontrar e interagir com os colegas, é fundamental reforçar todos os procedimentos para que eles possam aproveitar o retorno à escola com a maior segurança possível. Entendemos que a forma didática é a mais eficaz de se passar a orientação às famílias, principalmente, por meio de personagens e histórias que todos já conhecem, facilitando a divulgação e entendimento da mensagem”, observou.

A representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, destacou que as escolas são parte essencial na vida de cada criança e além da educação e a preparação para o mundo do trabalho, o ambiente escolar representa uma diversidade de outras oportunidades de desenvolvimento para as crianças e adolescentes, incluindo competências sociais, proteção contra diferentes formas de violência e, para muitos, também alimentar-se bem.

“Em novembro de 2020, mais 5 milhões de crianças e adolescentes não tiveram acesso à educação no Brasil. Muitas famílias têm dúvidas sobre como realizar a volta para a escola de uma maneira segura. Este novo guia responde a muitas destas questões e vai ajudar crianças, adolescentes e famílias a retornar à escola, e se manter nela, de forma segura", completou.

O UNICEF e a Maurício de Sousa Produções trabalham juntos desde o início da pandemia, para passar informações à população, desenvolvendo diversos materiais com orientações contra o novo coronavírus por meio dos canais digitais. A iniciativa faz parte do projeto Juntos contra o coronavírus, que é uma campanha realizada pela Maurício de Sousa Produções. Em 2007, a personagem Mônica se tornou embaixadora do Unicef, participando de campanhas relacionadas aos direitos da criança e do adolescente. Seu criador, Mauricio de Sousa, recebeu o título de escritor para crianças concedido pelo Unicef.

Fonte: Agência Brasil

22

Jun

Educação

Projeto Música Instrumental nas Escolas estreia sua segunda edição, em formato virtual

A primeira edição do Projeto Música Instrumental nas Escolas, realizada em 2019, alcançou dez escolas públicas de Natal/RN. Para sua segunda edição, por conta da pandemia, o projeto teve que se adaptar ao formato virtual, e preparou cinco aulas-espetáculos dos músicos instrumentais: DUO Taufic, Isadora Rezende, Mangaba Trio, Tiquinha Rodrigues e Camarones Orquestra Guitarrística. 

A proposta é oferecer um conteúdo relevante para adentrar as salas de aulas proporcionando uma experiência de apreciação para os alunos e alunas e ampliando o referencial estético e cultural dos discentes e docentes, principalmente do recorte que a proposta apresenta da música instrumental potiguar. O projeto também apresenta às crianças e jovens outras formas de viver e trabalhar através da profissionalização pela música, e incentiva a busca pela música instrumental. 

O acesso ao conteúdo produzido, está disponível gratuitamente, no site da BOBOX Produções: www.bobox.com.br. Para finalizar o recebimento do conteúdo é só preencher um cadastro simples, informando os dados básicos do educador ou educadora, para que o projeto tenha um controle dos profissionais da educação que estão acessando o conteúdo, e para que possa construir uma rede de interessados no projeto, para receber a aula-espetáculo, no formato presencial, em sua terceira edição, prevista para acontecer em 2022. 

A BOBOX Produções, atuante há 12 anos no mercado profissional, é a produtora idealizadora e responsável pelo projeto Música Instrumental, através dos produtores Arlindo Bezerra e Renata Kaiser. Sobre esta edição o coordenador do projeto Arlindo Bezerra, compartilha: "Nosso maior desafio para esta edição, foi produzir um conteúdo dinâmico e ao mesmo didático, despertando o interesse da comunidade escolar pela música instrumental, acreditamos na educação enquanto experiência sensorial, o formato virtual nos limita um pouco, mas acreditamos que o projeto continuará chegando no nosso público escolar".  O conteúdo do projeto ficará disponível até dezembro de 2021, e pode ser acessado por todos os profissionais da educação que tenham interesse no assunto. 

O projeto Música Instrumental nas Escolas tem o patrocínio da Prefeitura do Natal, e Colégio CEI Romualdo Galvão, através do Programa Djalma Maranhão. 

 

22

Jun

Educação

IFRN oferta disciplina em parceria com a Universidade de Buenos Aires

No dia 10 de março de 2021, o IFRN realizou uma reunião com a Universidade de Buenos Aires (UBA) para discutir parcerias. Desde então, outros encontros foram feitos, em frentes distintas, como ensino, pesquisa, pós-graduação e qualificação de servidores.

Em conjunto com a Assessoria de Extensão e de Relações Internacionais (Aseri), a Coordenação de Pós-Graduação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (CoPPG/Popi) articulou-se às Coordenações dos Programas de Pós-Graduação em Educação Profissional (PPGEP), em Ensino (Posensino) e em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT) para pensar a oferta de um componente curricular em parceria com a UBA. 

Também corroboram a importância desta oferta as Coordenações das Licenciaturas em Espanhol dos Campi Natal-Central e Natal-Zona Leste, para as quais foram destinadas vagas aos docentes e discentes. “Aproveitamos a modalidade síncrona de Ensino Remoto para promover concomitantemente a internacionalização de três programas de pós-graduação stricto sensu e da Licenciatura em Espanhol, por meio da mobilidade virtual de docente estrangeiro”, disse Francinaide Nascimento, coordenadora da Pós-Graduação na Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação.

Informações sobre inscrições

A disciplina Filosofía Nuestroamericana será ministrada às quintas-feiras, das 14h às 15h30 (horário de Brasília e de Buenos Aires). As aulas iniciarão no dia 15 de julho de 2021. Serão ofertadas 90 vagas para discentes dos três programas de pós-graduação mencionados acima, bem como para estudantes e docentes da Licenciatura em Espanhol. As inscrições podem ser feitas no formulário a seguir: Inscrições - disciplina Filosofía Nuestroamericana.

22

Jun

Educação

Projeto EPA da UFRN lança primeiro e-book gratuito sobre cosmologia do Brasil

A ação de extensão Ensino de Partículas e Astropartículas (EPA) da UFRN lançou, neste mês de junho, o primeiro livro virtual sobre cosmologia a ser distribuído gratuitamente no Brasil. O e-book é o segundo do projeto e tem o nome COSMOS  Para o Ensino Básico. Com também uma versão em Braille, a iniciativa é um grande passo para facilitar o acesso à ciência e despertar a curiosidade dos estudantes de ensino médio sobre cosmologia, de forma interativa e bem humorada.

O coordenador do EPA, Farinaldo Queiroz, pontuou que a ação está entrelaçada ao objetivo do projeto no sentido de realçar a importância para o desenvolvimento das noções na produção de Ciência Básica, especificamente as áreas relacionadas à Física de Partículas e Astropartículas. 

“Com o nosso e-book COSMOS  Para o Ensino Básico, trazemos uma linguagem voltada para o público jovem com pitadas de humor, e super ilustrado. O livro trata de alguns mistérios, histórias interessantes e conceitos importantes para os amantes do universo. Esse livro será distribuído em 6 países e em milhares de escolas no Brasil e no exterior gratuitamente”.

21

Jun

Educação

Concurso de Redação gratuito premia e prepara alunos das escolas públicas para melhorar desempenho no ENEM

Estudantes do ensino médio de escolas públicas, estaduais e municipais de todo o país poderão se inscrever no 46º Concurso de Redação do Instituto AIPI, da International Paper do Brasil. Em mais uma edição, o concurso conta com o apoio da marca Chamex. O desafio, que em 2020 teve pela primeira vez abrangência nacional, traz para este ano uma novidade: cada estado e o Distrito Federal contarão com uma redação destaque reconhecida, além de um grande vencedor nacional.

Em 2020, o concurso atendeu os 26 estados da Federação e o Distrito Federal, contando com a participação de 33 mil estudantes de escolas públicas, se tornando o maior em redações corrigidas. Atualmente, o concurso do Instituto AIPI é o maior em quantidade de alunos e também o que mais impacta socialmente a vida de estudantes de todo o Brasil, principalmente se consideramos os reflexos negativos da pandemia na educação do país com a suspensão das aulas. O concurso de redação seguiu, mesmo em um momento tão desafiador, contribuindo para a adequada preparação de milhares de alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

Com o objetivo de incentivar jovens estudantes a transformarem suas realidades por meio da escrita, o concurso deste ano terá como tema “Como os livros podem contribuir para a educação no Brasil e serem agentes transformadores no ensino e na sociedade?”, relacionando a discussão aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas do dia 1o de junho até o dia 10 de setembro de 2021, pelo site: concursoaipi.redacaonline.com.br

A iniciativa, segundo Mariana Claudio, gerente executiva do Instituto AIPI, reforça a importância de fortalecer nos estudantes a capacidade de análise crítica da sociedade para que possam ser cidadãos ativos e agentes de mudança. “A parceria com o Redação Online amplia a nossa capacidade de alcance, impactando cada vez mais jovens, além de trazer ao concurso o diferencial de preparação de alunos e professores, indo muito além apenas de um concurso”, afirma Mariana.

Para que os alunos possam se preparar melhor para a redação, são oferecidas videoaulas específicas para a escrita da redação do ENEM. Cada inscrito receberá um login e uma senha de cadastro no site – os conteúdos estarão disponíveis a partir de 1o de junho, data do lançamento. Assim como as aulas, os critérios de correção também estão de acordo com os estabelecidos pelo ENEM. “Participar do Concurso de Redação do Instituto AIPI foi uma experiência única e que levarei por toda a minha vida. Fui motivada a participar por minha professora de língua portuguesa e também por meus familiares. Graças ao concurso, pude aprimorar as minhas habilidades de escrita e aprendi a ter mais confiança em mim mesma”, comenta Ana Lívia, primeira colocada da 45ª edição do Concurso.

Ao final do processo, os três estudantes com melhor classificação serão convidados a participar de uma banca on-line, com o objetivo de expor quais foram suas referências, intenções e perspectivas diante do tema. Após essa etapa, será selecionado o grande vencedor nacional.

Como forma de incentivo, os 27 autores mais bem colocados, sendo um por estado, irão receber vale-compras, fornecidos pelo Instituto AIPI, para a aquisição de livros e materiais escolares. Para os 100 primeiros colocados, será oferecido um plano de aulas on-line, com validade de 12 meses na plataforma. Assim como os estudantes, as escolas e os professores também serão premiados. As três instituições com maior número de alunos cadastrados ganharão, cada uma, 10 caixas de Chamex A4, marca referência de papel para imprimir e escrever da International Paper, e livros educativos até o valor de R$ 5.000,00. Já os 20 professores que tiverem a maior quantidade de alunos inscritos receberão um treinamento para correção de redação no modelo ENEM e um vale-compras cada no valor de R$ 300,00 para aquisição de livros e materiais escolares. Os resultados serão divulgados no dia 21 de outubro de 2021, no site concursoaipi.redacaonline.com.br.

21

Jun

Educação

Plataforma auxilia estudantes na realização do Enem 2021

Estudantes de todo o país ganham mais uma ferramenta de estudo, inteiramente gratuita, para a capacitação e o ingresso ao ensino superior. A UnP - juntamente com as instituições IBMR, Anhembi Morumbi, UNIFACS, FADERGS e UniRitter - colocaram no ar, a partir de hoje (21), a plataforma de conteúdos educacionais Enem na Mira, que tem a contribuição de diversos profissionais renomados e um cronograma extenso de ações para promover educação de forma dinâmica e eficiente. Além disso, possui a parceria com o cursinho Me Salva!, que desde 2012 já impactou a vida de mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil.
 
Neste espaço, os estudantes em fase preparatória para o exame encontrarão dicas de estudos e conteúdos especialmente desenvolvidos para este momento de suas vidas, como e-books, lives, podcasts, game, concursos, aulão e simulado, além da distribuição de bolsas para o cursinho Me Salva!. Os conteúdos acadêmicos são propostos e revisados de forma colaborativa pelas seis instituições e os estudantes cadastrados na plataforma também terão acesso a condições especiais comerciais, em primeira mão, para ingressar em uma das instituições de ensino superior participantes.
 
“Nós, como instituição de ensino, acreditamos que promover o acesso ao conhecimento é a nossa principal missão. Foi pensando nisso, em maneiras de auxiliar estudantes de todo o país, que desenvolvemos o Enem na Mira. Foram meses de preparação e produção de conteúdos nos mais diversos formatos para oferecer um serviço atrativo, interessante e eficiente para o preparo dos jovens para esta etapa tão importante que é o Enem”, comenta diretora de Marketing e Comunicação da Ânima Educação, Simone Simões.
 
Enem na Mira é uma plataforma de ensino com conteúdos personalizados, que estará disponível para acesso a partir de 21 de junho e, por se tratar de um espaço “vivo”, assim como os estudantes, seguirá em constante crescimento e agrupando cada vez mais conhecimento relevante para a formação acadêmica de quem ingressar no ambiente. Para aproveitar todas as atividades e os conteúdos oferecidos gratuitamente, basta acessar www.enemnamira.com.br e fazer o cadastro completo.