Educação

4

Jul

Educação

Como conseguir um estágio nos EUA

Cada vez mais brasileiros vão em busca de oportunidades fora do país, pois além de adquirir uma boa experiência na sua área em uma empresa estrangeira, ao mesmo tempo conseguem vivenciar uma outra cultura. O que é bem compreensível, já que essa experiência é de extrema importância tanto para o crescimento profissional quanto pessoal do estudante.

Contudo, é preciso deixar claro que existem regras e exigências bem específicas, pois não há muitos países que abrem suas portas para que estrangeiros possam estagiar por lá de forma remunerada. “O governo dos Estados Unidos é um dos únicos no mundo que permite tal experiência para estrangeiros. Além do mais, receber um alto salário não deve ser prioridade do candidato, tendo em vista que o objetivo a ser alcançado é outro.” – destaca a empresária Arleth Bandera, brasileira que hoje vive nos EUA e é CEO da agência Eagle Intercâmbio.

Além de ter a oportunidade de aperfeiçoar o inglês, de acordo com a especialista, neste tipo de intercâmbio a pessoa terá a chance de desenvolver várias habilidades profissionais, vivenciando o cotidiano dentro de uma empresa norte-americana, e ainda poderá conhecer pessoas de diversas regiões do planeta. “Para poder participar de um programa de estágio nos Estados Unidos é necessário que o intercambista seja um estudante de graduação, pois só assim é possível se tornar um estagiário ou trainee.” – explica. No entanto, caso já tenha se graduado em algum curso, só é possível se aplicar para o programa se ainda é recém-formado, com a colação de grau realizada nos últimos 12 meses.

Todo o processo seletivo envolvendo as empresas e os candidatos é realizado no Brasil, e o estudante já sai daqui sabendo onde irá trabalhar. “Geralmente o tempo do programa é de até 12 meses, porém é possível estender a duração do mesmo por mais 6 meses. Contudo, depois disso não é possível prolongar mais a sua permanência em território norte-americano, tendo em vista que esse é o tempo máximo de estadia que o visto necessário para estagiar permite.” – pontua.

Existem diversas áreas do conhecimento que permitem a aplicação, dentre elas: Negócios; Engenharia; Turismo e Hospitalidade; Mídia e Comunicação; Direito e Administração Pública; Serviço Social, além de outras. E para poder se aplicar para um estágio os Estados Unidos, Alerth Bandera pontua que não existe uma idade certa, o único pré-requisito é que somente pessoas maiores de 18 anos podem participar do programa. “Há também uma idade limite que pode variar de acordo com o programa escolhido, então é bom que o participante fique atento quanto a isso.” – finaliza.

 

 

3

Jul

Educação

Três livros para crianças aprenderem mais sobre sustentabilidade

Seja na escola ou em casa, estimular práticas sustentáveis faz parte do processo de ensino-aprendizagem de crianças e adolescentes. A preocupação com o meio ambiente está prevista inclusive na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que reforça que por meio de competências socioemocionais, como empatia, responsabilidade e ética, os estudantes devem aprender sobre o uso adequado dos recursos naturais.

Os livros, além de estimular a alfabetização e o hábito da leitura, podem ser grandes aliados das famílias e dos educadores no momento de falar sobre sustentabilidade. Pensando nisso, foram reunidas obras destinadas ao público infantojuvenil, selecionadas e divulgadas em junho pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o Clube de Leitura dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os ODS fazem parte da Agenda 2030, um plano de ação global criado para promover vida digna a todos na próxima década. Entre os títulos selecionados estão dois do grupo SOMOS Educação:

Macapacarana - Selecionado pela ONU para o Clube de Leitura da ODS na categoria “Redução das Desigualdades”, Macapacarana (Editora Scipione), de Giselda Laporta Nicolelis, trata do choque cultural vivenciado por Gerson, um garoto que sai de São Paulo para morar com o pai no Amapá. Ali ele descobre outro Brasil: o mundo das matas e dos rios, do garimpo de ouro, o mundo de José, o cozinheiro indígena, e de Tocha, com quem aprende a conhecer e desvendar os mistérios da Amazônia.

O livro é um clássico premiado dos anos 1980, que ganhou uma nova edição pela editora Scipione em 2020 e que continua sendo bastante atual ao mostrar as diversidades presentes no Brasil e ao ser relacionado a questões ainda latentes como desmatamento, caça e pesca predatórias e disputas por terras que acontecem na região Norte do país.

Chapéu fora de moda - Incluso na seleção da ONU na categoria “Consumo e Produção Responsáveis”, Chapéu fora de moda (Editora Caramelo), escrito e ilustrado pela britânica Emily Gravett, conta a história de Beto, um personagem que adora o chapéu que sua avó tricotou para ele quando era pequeno. A peça é tão quentinha e confortável que o menino não tem vontade de tirar e, então, seus amigos começam zombar do presente fora de moda. Se sentindo mal, Beto experimenta muitos outros chapéus tentando se encaixar nos padrões. Traduzido para nove idiomas, o livro relaciona de forma natural questões como modismo, consumismo exagerado, necessidade de seguir o que é tendência, além de explorar a importância de ser quem a gente é.

Tex, o texugo pra lá de organizado - Fechando a seleção com uma segunda obra de Emily Gravett, Tex, o texugo pra lá de organizado (Editora Caramelo) traz o desafio de um texugo em manter tudo limpo e organizado quando se mora na floresta. Com apenas 40 páginas, a história estimula o cuidado com a natureza, incluindo a mensagem de preservação ambiental de forma contemporânea, em que os excessos podem ser prejudiciais.

Traduzido em 22 idiomas, o livro foi vencedor do The Independent Bookshop Week (IBW) Book Award – Categoria Livro Ilustrado (2017) e finalista da Medalha Kate Greenaway (2017), o mais prestigiado prêmio de ilustração para crianças do Reino Unido.

2

Jul

Educação

UFRN lança manual de inscrição para ações de extensão em Libras

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e da Secretaria de Inclusão e Acessibilidade (SIA), investe cada vez mais na inclusão de alunos com necessidades especiais. Na última quarta-feira, 30, dentro da política inclusiva da Instituição, foi lançado o Manual de Inscrição para Eventos e Cursos de Extensão em Libras. O manual pode ser acessado no InstagramFacebook e YouTube da Proex.

Disponibilizado em formato de vídeo, o manual apresenta o passo a passo para inscrição em cursos e eventos oferecidos pela UFRN, por meio do Sigaa, na versão em Libras. O vídeo traz desde a etapa de localização de eventos e cursos disponíveis no sistema, passando pelo cadastramento de login e senha de acesso, até a confirmação da inscrição na atividade de extensão.

Para o pró-reitor adjunto de Extensão, Edvaldo Vasconcelos de Carvalho Filho, esta ação é fundamental para ampliar a política inclusiva na UFRN, “possibilitando a participação de todas e todos nas ações de extensão na UFRN”. Para incentivar essa inclusão, a Proex vem financiando bolsas para o desenvolvimento de ações de extensão com acessibilidade e inclusivas.

O Manual é uma das primeiras iniciativas do Programa de Educação, Inclusão, Acessibilidade e Necessidades Específicas, parceria entre a SIA e a Proex. A proposta é agregar projetos de extensão em diversas modalidades que promovam e fortaleçam a Política de Inclusão e Acessibilidade para Pessoas com Necessidades Especiais da UFRN e uma cultura inclusiva na Instituição. 

O secretário de Inclusão e Acessibilidade da UFRN, Ricardo Lins, acredita que através desse programa possa-se disseminar a importância da participação e da colaboração de todos os segmentos da universidade (gestores, docentes, técnicos, estudantes e familiares/responsáveis). 

“Esperamos que essa colaboração ocorra numa perspectiva interdisciplinar e de redes de apoio na criação e desenvolvimento de iniciativas que busquem a implementação da acessibilidade em todas suas dimensões nos diversos ambientes da UFRN, visando assegurar o sucesso acadêmico e/ou laboral das pessoas com deficiência ou com outras NE em seu contexto”, pontua.

Para ele, o programa torna-se fundamental na Instituição, entendendo ser este estratégico para o desenvolvimento institucional considerando a responsabilidade social da UFRN frente a esse público e sua visão de futuro por meio de sua consolidação como uma universidade inovadora e inclusiva, socialmente referenciada, reconhecida nacional e internacionalmente por sua excelência acadêmica e de gestão. 

Nesse sentido, o programa visa a contribuir também para o alcance das metas estabelecidas no Plano de Gestão (2019 – 2023), particularmente daqueles relacionados ao fortalecimento e consolidação da Política de Inclusão e Acessibilidade da UFRN (indicadores de 33 ao 37). “Para sua viabilidade, buscamos contar com a parceria da Administração Central e de outras instâncias da UFRN, visando alocar recursos financeiros, materiais e bolsas para a efetivação do programa. Esperamos, entre os resultados a serem obtidos, uma UFRN reconhecida pela sua comunidade como uma instituição inclusiva à luz da acessibilidade”, conclui Ricardo Lins.

MANUAL DE INSCRIÇÃO – YouTube

1

Jul

Educação

Estudantes do Colégio Porto são estimulados a desenvolver habilidades de empreendedorismo e liderança

O espaço tradicional da sala de aula, utilizado para aprender disciplinas como história, matemática e português, tem se tornado também um lugar para desenvolver habilidades voltadas para o mundo dos negócios. E desde cedo. Jovens entre 13 e 14 anos já são estimulados a pensar como líderes e empreendedores. É assim que funciona no Colégio Porto, com os estudantes do 8º e 9º ano do ensino fundamental.

Desde o início do ano letivo eles têm aulas de Empreendedorismo e Liderança, com o professor Fábio San Martin, um dos grandes nomes dessa área no RN. San Martin é administrador de empresas e possui MBA em Gestão de Negócios pelo Ibmec, com experiência internacional e mais de 15 anos de atuação no mercado. “Busco formas de surpreender e tirar os alunos da zona de conforto, daquela situação passiva que a aula tradicional trás. Dessa forma, a cada encontro, entrego o conteúdo de formas diferentes, seja através de dinâmicas, seja através de storytellings ou mesmo desenvolvendo atividades que simulam algo real”, explicou o professor.

Uma dessas atividades aconteceu recentemente. Os estudantes foram desafiados a desenvolver a capacidade de venda. “No caso especifico, peguei itens pessoais que estão fora de uso na atualidade e pedi que cada equipe estudasse sobre o produto e criasse um roteiro para vender ele. Pra você ter uma ideia, entre os itens, tinha DVD, rádio- relógio, coleção de selos, etc. O resultado foi muito bom. É incrível como eles respondem bem ao conteúdo”, destacou.

As aulas despertam a curiosidade dos estudantes, como foi o caso da Maria Cecília Aladim, do 8º ano. Ela destacou as dinâmicas e os desafios feitos durante a disciplina como algo positivo para o aprendizado. “A lição tirada dessas aulas é que com esforço nós sempre alcançamos nossos objetivos.
Agora, além dos exemplos de casa, tenho acesso a um conteúdo rico e dinâmico apresentado pelo Colegio Porto, o qual levarei para a minha vida profissional e pessoal”, disse.

As aulas de Empreendedorismo e Liderança intercalam etapas que constroem a capacidade de empreender. Os jovens aprendem sobre ter visão de mercado, criatividade, inovação, comunicação. Os alunos também interagem com empreendedores de verdade. “Pretendo criar um núcleo de inteligência Empreendedora, em que os alunos sejam mestres em resolver problemas. Ultimamente essa capacidade tem sido bastante valorizada nas empresas inovadoras ao redor do mundo. Isso porque as mudanças cada vez mais aceleradas clamam por pessoas com paixão aos desafios. O Colégio Porto também está criando novos projetos que serão divulgados em breve”, prometeu San Martin.

1

Jul

Educação

MEC lança sistema que ajuda professores na alfabetização

O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (30) o Sistema Online de Recursos para a Alfabetização, apelidado de Sora. A plataforma foi desenvolvida para apoiar professores e trabalhadores da educação no planejamento e execução de atividades de ensino para alunos que estão aprendendo a ler e escrever.

O sistema traz estratégias de ensino ou como o conteúdo pode ser ensinado. Elenca também propostas de atividades a serem aplicadas em salas de aula, ferramentas que são utilizadas na consolidação da apreensão dos conteúdos.

A plataforma vai disponibilizar recursos adicionais diversos que auxiliam os professores. Podem ser acessadas, por exemplo, imagens que ajudam a fixar as letras do alfabeto. Será incluído também um módulo com sugestões de avaliações para verificar a aprendizagem do conteúdo.

Para o ministro da Educação, Milton Ribeiro, o sistema pode qualificar a alfabetização no país. “O Sora representa democratização de ganhos de qualidade, eficácia e agilidade para professores da alfabetização” disse, em evento online de lançamento da iniciativa.

Formação continuada

O MEC lançou também uma formação continuada para gestores da educação. Ela é focada nos gestores escolares, em especial os diretores de escolas. O curso foi elaborado em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

São seis cursos diferentes, de 12 horas cada um, que asseguram uma certificação. Os cursos trazem conteúdos sobre gestão organizacional, de pessoas, de recursos, de bens e serviços, da informação e pedagógica.

 A abordagem é voltada a aspectos práticos da gestão escolar. O ministério pretende realizar seminários na web sobre os temas dos cursos.

Fonte: Agência Brasil

30

Jun

Educação

Estudo do Instituto do Cérebro da UFRN sugere que comunicação entre áreas do cérebro durante o sono atua na consolidação de memórias recentes

O Laboratório de Sono, Sonhos e Memória, do Instituto do Cérebro (ICe-UFRN), chefiado pelo neurocientista Sidarta Ribeiro, vem colecionando avanços no entendimento do que acontece dentro da nossa cabeça quando a encostamos no travesseiro. Mais um passo foi dado em direção a esse conhecimento com a publicação, na revista Scientific Reports, do grupo britânico Nature, do artigo “Hippocampus-retrosplenial cortex interaction is increased during phasic REM and contributes to memory consolidation” (Interação Hipocampo-Córtex Retrosplenial aumenta durante REM fásico e contribui para consolidação da memória), assinado pelo pós-doutorando Daniel Gomes de Almeida Filho - orientando de Sidarta e de Claudio Queiroz, também do ICe-UFRN, e que integram o trabalho - em parceria com mais quatro cientistas, entre eles o professor Pierre-Hervé Luppi (Universidade de Lyon, na França).

E foi com o professor Luppi, no Centro de Pesquisa em Neurociência da Universidade de Lyon, que esse artigo começou. Em 2015, ele publicou um trabalho na revista Science Advances que identificava regiões do cérebro mais fortemente ativadas durante o sono REM (conhecido por ser um estado de sono profundo, momento em que acontecem os sonhos). Dois anos depois, graças ao programa de cooperação internacional entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior  (CAPES) e o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil (COFECUB), pesquisadores do Instituto do Cérebro puderam demonstrar, por meio de registros eletrofisiológicos, essa ativação.

A técnica de eletrofisiologia permite compreender como impulsos elétricos produzidos por neurônios, os chamados potenciais de ação, são organizados no tempo e no espaço. Esses resultados foram publicados em 2017, na revista The Journal of Neuroscience

A partir de então, os pesquisadores se perguntaram se essa comunicação neuronal durante o sono apresentava alguma relevância para processos cognitivos, como a memória. Para isso, eles registraram a atividade eletrofisiológica de ratos antes e depois dos animais serem expostos a um paradigma comportamental capaz de produzir uma memória emocional (o medo) associada a um contexto. Para analisar esses registros, Daniel, primeiro autor do trabalho recém publicado, utilizou uma técnica estatística conhecida por Causalidade de Granger. Essa estratégia analítica permite inferir relações de causalidade entre séries temporais, ou seja, se um determinado fenômeno contribui com o futuro de outro.

Assim, Daniel e seus orientadores confirmaram achados anteriores, de que a atividade teta no hipocampo durante o sono REM tende a influenciar a atividade teta no córtex retrosplenial, uma estrutura cortical integrante do chamado sistema límbico, um sistema envolvido com memória e emoções em mamíferos. Em seguida, Daniel demonstrou que essa comunicação entre o hipocampo e o córtex retrosplenial não era constante durante o sono REM, mas que podia mudar de direção e que ela ocorria mais intensamente durante momentos de aceleração do ritmo teta. 

Conhecida há mais de 15 anos, essas acelerações são chamadas de REM fásico e, até o momento, nenhum estudo havia proposto uma função para essa aceleração. O trabalho publicado por pesquisadores do Instituto do Cérebro, que contou com a colaboração de pesquisadoras da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Petrolina, PE) e da Universidade Estadual da Paraíba (Campina Grande, PB), sugere que essas acelerações permitem a consolidação do traço de memória emocional experimentada durante a vigília. 

No sono REM fásico depois do aprendizado, os animais que apresentaram aumento da influência do córtex retrosplenial aprenderam melhor. Os que apresentaram crescimento da influência do hipocampo, tiveram um aprendizado ruim. Já para os animais que foram colocados no contexto, mas não foram treinados, não houve mudança na relação de influência das oscilações teta entre as duas regiões. “Esse trabalho traz vários avanços para a área, mas o principal eu diria que é mais uma evidência que reforça a ideia de que há consolidação de memória durante o sono”, resumiu Daniel, que hoje trabalha como pesquisador pós-doutor no laboratório do professor Alcino Silva, na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). 

“O trabalho reporta uma correlação entre a formação de uma memória emocional e oscilações cerebrais durante o sono REM em ratos. Especificamente, esse é o primeiro trabalho a demonstrar a participação de eventos denominados "REM fásicos" (breves acelerações do ritmo teta hipocampal durante o sono REM) na formação de novas memórias”, resumiu o professor Claudio Queiroz.

30

Jun

Educação

Inscrições para o Enem 2021 começam nesta quarta-feira

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) inicia, nesta quarta-feira (30), as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021.

Os interessados poderão se inscrever na Página do Participante, até 14 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 85 e o pagamento deve ser feito por aqueles que não estão isentos, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança).

Os resultados finais das solicitações de isenção foram divulgados pelo Inep, no dia 25 de junho, e estão disponíveis na Página do Participante.

Os interessados em fazer o Enem 2021 deverão realizar a inscrição no exame, isentos ou não. O Inep preparou um passo a passo para ajudar na inscrição. Para isso, basta acessar a Página do Participante, no endereço eletrônico enem.inep.gov.br.

Provas

As provas do Enem 2021 serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, tanto a versão digital quanto a impressa. As duas versões também terão a mesma estrutura de prova: quatro cadernos de questões e a redação.

Cada prova terá 45 questões de múltipla escolha, que, no caso do Enem Digital, serão apresentadas na tela do computador. Já a redação será realizada em formato impresso, nos mesmos moldes de aplicação e correção da versão em papel. Os participantes receberão folhas de rascunho nos dois dias.

No primeiro dia, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, e ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. A aplicação regular terá cinco horas e 30 minutos de duração.

No segundo dia, as provas serão de ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. Nesse caso, a aplicação regular terá cinco horas de duração.

Fonte: Agência Brasil

30

Jun

Educação

Aluno premiado da SESI Escola no RN é aprovado em três cobiçados cursos superiores do país e sonha chegar à NASA

A aprovação em três dos cursos universitários mais cobiçados do país por quem deseja seguir carreira na área tecnológica se somam a outros importantes passos que o estudante da SESI Escola do Rio Grande do Norte, José Alfredo de Araújo Filho, de 17 anos, vem galgando em sua vida escolar no caminho para realizar o sonho de atuar profissionalmente no setor aeroespacial. O aluno da SESI Escola Mossoró é um dos cases de sucesso das unidades de ensino do Sistema Indústria, que desde sua inauguração do RN, registram histórias de sucesso.

O aluno SESI foi aprovado em três universidades diferentes no último Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O resultado mais recente ele recebeu neste dia 28 de junho: a aprovação em Engenharia Aeroespacial na Universidade de Brasília (UNB).

Antes da UNB, Alfredo foi aprovado em Engenharia Mecânica na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e em Ciência e Tecnologia na Universidade Federal do ABC (UFABC), em São Paulo. “Atualmente estou matriculado na UFABC, no entanto com a conquista de ter passado na universidade dos meus sonhos e de renome em todo brasil, a UNB, farei a matrícula nela”, comemora Alfredo.

Essas conquistas não são as únicas. Apesar da pouca idade, Alfredo já soma várias. Desde méritos regionais e nacionais até internacionais. Em 2019, recebeu o Mérito Estadual na Olimpíada Brasileira de Robótica; conquistou o 3° lugar First Lego league; e foi também 3° lugar na Maratona de Química do Rio Grande do Norte. Nacionalmente fez parte da equipe classificada para representar o Brasil mundialmente no Open International Lebanon da First Lego league 2018/2019. Neste torneio, conquistou o Mérito Internacional junto com a equipe, com o 1° Lugar da categoria de Design Mecânico no Open International Lebanon FLL, tendo assim em seu currículo, o título de Melhor Design Mecânico do Mundo nessa competição.

Alfredo estudou no SESI Escola por três anos. Entrou em 2018 e concluiu em 2020, quando prestou o exame do ENEM. “Para mim particularmente, foi “tranquilo”. O ENEM, por mais que seja uma prova muito difícil e que requer muito estudo e disciplina, se tornou fácil devido a ajuda que tive dos professores no SESI, sempre com as aulas direcionadas para a prova, para deixar os alunos preparados para o que quer que tenha”, conta o aluno, agora universitário.

No SESI, o incentivo escolar que precisava

A reportagem do Sistema FIERN conversou com Alfredo sobre seus sonhos diante de tantas conquistas. Ele diz que, em geral, sempre teve interesse por criar coisas e desenvolver projetos. “Eu sempre tive muita curiosidade em relação ao espaço, mas nunca tive muito incentivo do colégio onde estudava antes. Na SESI Escola consegui, finalmente, me encaixar”, explica.

O que Alfredo deseja é estar em uma atividade que possa contribuir para mudar o mundo, de preferência, em conexão com o espaço. “Tanto desenvolvendo projetos na área aeroespacial, como talvez no futuro participando ativamente dela, pois sempre tive o sonho de participar de viagens espaciais, construindo os veículos ou sendo um tripulante. Meu grande sonho é poder participar de grandes empresas como a SpaceX ou a NASA no futuro”, acrescenta.

Alfredo teve a oportunidade, durante o período da etapa nacional de robótica, de fazer uma viagem aos Estados Unidos (EUA). Nesse contexto ele teve a oportunidade de visitar o centro técnico da National Aeronautics and Space Administration (NASA). “Fui lá como integrante da equipe e apresentei o projeto para um astronauta, Scott Parazynski, médico geral da espaçonave. Eu estava até com as bandeiras do SESI e a da equipe”, conta, emocionado.

Filho dos comerciantes Maria das Neves e José Alfredo, Alfredo Filho agradece aos pais pelo apoio durante todo esse período e afirma que pretende continuar se esforçando em seus estudos para alcançar seus sonhos. “Eu gostaria de agradecer aos meus pais pela paciência e pelo apoio que eles sempre me deram, e por me permitirem ir para o SESI e continuar lá. E por me ajudarem a seguir meus sonhos – que nunca são fáceis, mas eles sempre estão lá pra me ajudar e apoiar”, conclui.

29

Jun

Educação

Rio Grande do Norte recebe webinário gratuito para capacitação de profissionais da educação hoje

Com o objetivo de sinalizar as construções de caminhos para implementação do novo ensino médio e a transformação digital do espaço escolar, o Sistema GGE de Ensino promoverá, nesta terça-feira (29), um webinário voltado às escolas potiguares. O encontro marca a chegada do grupo ao Rio Grande do Norte, que já começa com a 1ª escola parceira na Capital Potiguar, o Centro Educacional União - CEU. As inscrições para o webinário são gratuitas e podem ser realizadas por meio do site Edu Web Road Show, do Sistema GGE de Ensino.

Professores e gestores educacionais de escolas públicas ou privadas podem participar. O primeiro tema, abordado a partir das 19h, será: “Construindo caminhos para implementação do novo ensino médio” e contará com os palestrantes Ana Selva, Mestre e Doutora em Psicologia Cognitiva pela Universidade Federal de Pernambuco (2003), com doutorado sanduíche na Oxford Brookes University (Inglaterra), e Leonardo Siqueira, gerente-executivo do Sistema GGE de Ensino. 

O segundo tema, “Transformação digital do espaço escolar: aprendizagem no centro”, será abordado às 20h. O assunto receberá os participantes Luciano Meira, Ph.D. em Educação Matemática pela Universidade da Califórnia (Berkeley/EUA, 1991), Mestre em psicologia cognitiva e bacharel em pedagogia, e Pedro Simas, Professor, graduado em história, pós-graduado em Direitos Humanos, mestrando em Design. Séfora Cavalcante, especialista em gramática e produção textual pela UFRN, será a mediadora do evento.

Sobre os palestrantes 

Luciano Meira: Ph.D. em Educação Matemática pela Universidade da Califórnia (Berkeley/EUA, 1991), Mestre em psicologia cognitiva e bacharel em pedagogia. Atua como professor adjunto de psicologia na Universidade Federal de Pernambuco, professor colaborador da Cesar School (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife) e coordenador de Ciência e Inovação da Joy Street, uma empresa de tecnologias educacionais lúdicas da qual é sócio-fundador no Porto Digital. Luciano também é Lemann Fellow, através da Stanford University, na qualidade de Visiting Scholar no Lemann Center for Educational Entrepreneurship and Innovation in Brazil, e Sócio Efetivo do movimento Todos pela Educação.

Pedro Simas: Professor graduado em história, pós-graduado em Direitos Humanos, mestrando em Design, gestor educacional, pesquisador, empreendedor e fundador da GOON - Jornadas Criativas, Estúdio de Design & Educação.

Ana Selva: Mestre e Doutora em Psicologia Cognitiva pela Universidade Federal de Pernambuco (2003), com doutorado sanduíche na Oxford Brookes University (Inglaterra). Ana Selva é professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco com pesquisas na área da educação matemática, com ênfase no desenvolvimento de conceitos matemáticos, uso da calculadora na sala de aula, educação financeira, educação estatística e formação de professores. Atualmente encontra-se em exercício do cargo de Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação, na Secretaria de Educação e Esportes do Estado de Pernambuco, além de  coordenadora estadual na construção do currículo da educação básica de Pernambuco.

Leonardo Siqueira: Administrador de empresas, com mais de 10 anos de experiência na área da Educação. Além de especialista em Gestão de Pessoas e Financeira, com MBA em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, e Gerente-executivo do Sistema GGE de Ensino.

Conheça o Centro Educacional União - CEU

Uma unidade de ensino especializada nos níveis: infantil e fundamental; conta com berçário, turno complementar, projeto bilíngue, musicalização, robótica e projetos de reforço para auxiliar o aluno. A sede fica localizada no bairro Pitimbu, na Zona Sul de Natal.

Link do evento: http://www.sistemaggedeensino.com.br/eduwebroadshow

29

Jun

Educação

Egresso do IFRN, estudante surdo é aprovado para licenciatura em Língua Brasileira de Sinais

Curioso e determinado. Essas são algumas das características que definem o ex-aluno do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Daniel Henrique de Melo Bezerra, de 23 anos. O estudante, que é surdo, estudou o curso técnico Recursos Pesqueiros, no Campus Macau do IFRN e carrega desde pequeno o sonho de se tornar professor de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Agora, o sonho está mais próximo, pois, este ano, o estudante foi aprovado para licenciatura em Letras Libras/Língua Portuguesa. 

Com uma trajetória repleta de desafios, Daniel contou com o apoio dos amigos e familiares, que o incentivaram a não desistir e lutar pelo o que acredita: a inclusão dos surdos na sociedade. Ao lado da intérprete de Libras do Campus Macau, Márcia Efigênia, o estudante conta sua história.

Relação com o IFRN

Foi por meio de uma visita com sua antiga escola, em 2013, que Daniel conheceu o Instituto Federal do Rio Grande do Norte. O jovem lembra que, por não haver um intérprete de Libras na época, ele não pôde compreender muita coisa. Mesmo assim, prestou o processo seletivo para o IFRN. Após tentar por dois anos, Daniel foi aprovado, e, em 2015, ingressou no curso técnico Integrado em Recursos Pesqueiros, no Campus Macau.

“Eu tive muitas dificuldades”, relembrou o estudante sobre o início de seus estudos no Instituto. A ausência de um intérprete o preocupava. Porém, a prefeitura de Macau, cidade em que mora, em acordo com a Equipe Técnica Pedagógica (Etep) do Campus, concedeu a profissional de língua de sinais Tamires Raissa, que o ajudou nas primeiras semanas de aula. No entanto, por motivos de saúde, a profissional teve de ser afastada.

Egresso do IFRN, estudante surdo é aprovado para licenciatura em Língua Brasileira de Sinais

Ainda em 2015, os interpretes Yngrid Beatriz, do IFRN, e Carlos Antônio, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), passaram a dar suporte do estudante, então com 17 anos. Nos momentos de dificuldades, os profissionais encorajaram Daniel a não desistir. “Eu continuei lutando. Sou muito grato à Tamires (primeira intérprete), à Yngrid e ao Carlos”.

Com o objetivo de levar acessibilidade a Daniel, a intérprete Yngrid chegou a organizar, durante as férias escolares, um curso de Libras para os servidores do Campus. A Equipe Técnica Pedagógica também buscou expandir a inclusão, desenvolvendo uma oficina para que demais os estudantes aprendessem a Língua Brasileira de Sinais.

Dificuldades e superação

A vontade de desistir era persistente. Porém, mais persistente ainda era o sonho de se tornar professor. “Eu tinha o interesse, como pessoa surda, de ser professor de Libras. Desde os 11, 12 anos, escolhi essa profissão para ensiná-la a surdos e ouvintes. Achava importante, por isso essa vontade de fazer a licenciatura”. Os intérpretes de língua de sinais, parceiros de Daniel, o incentivaram a continuar estudando. “Fui até o fim”, declarou ele, todo orgulhoso.

O fato de ser o primeiro surdo no Campus Macau também inspirou o jovem, que queria inspirar outros. “Conheci a luta da inclusão, e entendi que, como pessoa surda, eu precisaria estar incluído”.

Quem comemora cada conquista do jovem é Márcia Efigênia, a intérprete do Campus Macau. A profissional conta que os primeiros anos ao lado do estudante foram difíceis: “Foi complicado. Daniel precisava tanto de apoio quanto de material. Era um trabalho exaustivo”. É sorrindo, porém, que Márcia acrescenta: “Daniel era um aluno que queria saber de tudo, que queria estar envolvido com tudo; queria saber de todas os assuntos. Era cansativo, mas eu já trabalhava há mais de 12 anos com a língua de sinais, e era uma satisfação enorme para mim ver o Daniel crescendo”. A parceria entre os dois foi tamanha que, até hoje, Márcia continua dando assistência ao jovem, que concluiu o curso técnico no IFRN em 2019.

Questionado sobre o que o Daniel atual diria para o Daniel de 2015, o estudante responde: “O eu do passado diria que o Daniel de agora não iria conseguir, mas, hoje, eu diria para o Daniel de antes que iria, sim, conseguir, e o incentivaria a continuar persistindo”.

Futuro professor, mestre e doutor

A aprovação na tão sonhada graduação veio este ano. Daniel conquistou uma vaga na licenciatura de Letras Libras/Língua Portuguesa, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Transparecendo toda sua felicidade, o futuro professor revela: “Penso nisso a todo instante: ser professor de Libras e dar visibilidade a essa língua”.

No alto dos seus 23 anos, o estudante tem seu futuro bem planejado, com direito a mestrado e doutorado. “Me sinto realizado e feliz em pensar que os problemas e as coisas negativas passaram. Eu estou conseguindo traçar meus sonhos”, concluiu Daniel.

29

Jun

Educação

Resultado de recurso para pedido de isenção do Enem estão disponíveis

O resultado dos recursos para isenção no Enem 2021 estão publicados na Página do Participante para quem fez a solicitação. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza o exame, adverte que a aprovação da isenção ou da justificativa de ausência não garante a participação na prova.

Quem tem interesse em realizar o Enem 2021, isento ou não, deve fazer a inscrição a partir desta quarta-feira (30). E quem se ausentou no Enem de 2020, também pode justificar.

No momento da inscrição, o participante deve escolher se quer fazer a prova impressa ou digital. Nesta edição, o Inep disponibilizou mais de 101 mil inscrições para a modalidade digital do exame, que é exclusiva para quem já concluiu o ensino médio, ou está concluindo em 2021.

Para fazer a inscrição no Enem 2021, todos os interessados precisam ter cadastro no portal do Governo Federal e criar login único e senha. Quem já está cadastrado terá acesso, no período de inscrição, à Página do Participante. As inscrições vão até o dia 14 de julho.

Fonte: Agência Brasil

29

Jun

Educação

MEC publica editais do Prouni, Fies e Sisu para segundo semestre

O Ministério da Educação publicou hoje (28) os editais com os prazos e critérios de inscrição nos processos seletivos do Programa Universidade para Todos (Prouni), Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As regras são referentes à seleção do segundo semestre deste ano. 

Os critérios foram publicados na edição desta segunda-feira no Diário Oficial da União.

As inscrições para bolsas do Prouni  começam no dia 13 de julho e vão até 16 de julho na página do programa. Para realizar a inscrição, o candidato precisa ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2020 e ter tirado, no mínimo, 450 pontos de média em cinco provas do exame. 

As inscrições para o Fies começam em 27 de julho e vão até 30 de julho e estarão disponíveis na página do programa na internet. Para se inscrever, a exigência é a de que o candidato tenha participado do Enem, a partir da edição de 2010, e tenha obtido média aritmética das notas nas cinco provas do exame igual ou superior a 450 pontos e nota superior a zero na redação. Também é necessário possuir renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até 3 salários mínimos. 

As inscrições para o processo seletivo do Sisu serão realizadas entre 3 e 6 de agosto. É preciso ter feito o Enem de 2020 e ter obtido nota superior a zero na prova de redação, desde que não tenha participado como treineiro.

Mais informações podem ser encontradas na página do Ministério da Educação. 

Fonte: Agência Brasil

28

Jun

Educação

Com metodologia canadense, escola de Natal oferece ensino reconhecido ao redor do mundo para crianças a partir dos primeiros anos de vida

Umas das primeiras preocupações de quem decide ser pai ou mãe é oferecer ao filho uma educação de qualidade. E isso começa já nos primeiros anos de vida, com o ingresso no ensino infantil. A escolha de uma metodologia de ensino diferenciada, desde já, faz toda a diferença para o desenvolvimento da criança. É nessa fase que elas começam a construir o conhecimento e a personalidade. Nesse quesito, a Maple Bear Natal larga na frente.

O método canadense, utilizado pela escola e reconhecido como um dos melhores ao redor do mundo, prioriza o desenvolvimento social e intelectual dos pequenos. No Early Toddler, a primeira etapa do ensino infantil, que vai até os 2 anos de idade, o ensino funciona com imersão 100% inglês. Segundo especialistas, o mergulho em uma segunda língua logo nos primeiros anos de vida auxilia as crianças a aproveitaram melhor as janelas de aprendizagens próprias da faixa etária.

As atividades de ensino e aprendizagem acontecem de forma leve e espontânea, por meio de experiências e brincadeiras relacionadas ao cotidiano, sem deixar de lado lições sobre disciplina, cidadania e organização. Com isso, a metodologia da Maple Bear cumpre o seu objetivo de desenvolver atitudes saudáveis em relação ao aprendizado, ao interesse pelo ambiente escolar e ao estímulo à relação familiar.

Ambiente diferenciado

No Early Toodler, as crianças contam com uma professora titular e até três professoras auxiliares em cada sala de aula, compostas de no máximo 12 alunos. Elas acompanham de perto a convivência, o desenvolvimento e as necessidades de cada aluno.

Outro diferencial são as instalações físicas exclusivas, com salas de aula totalmente equipadas como centros de aprendizagem, além de três áreas externas para recreação e sala de estimulação motora. O espaço físico dos pequenos fica em um prédio separado, o que garante exclusividade de acesso, que é feito individualmente, para evitar aglomerações e contatos externos.

A escola segue todos os protocolos de higiene e distanciamento necessários para o funcionamento das atividades escolares. O acesso ainda é controlado por meio do aplicativo “School Guardian”, que permite aos pais avisarem quando estão a caminho para deixar ou pegar a criança.

28

Jun

Educação

Enem 2021: inscrições começam dia 30 e plataforma gratuita está disponível para se preparar

Contando com a expertise de 6 das principais Instituições de Ensino Superior do país, o Enem na Mira vem com o objetivo de ajudar estudantes que vão participar do Enem 2021, e é totalmente gratuito. A UnP, em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi, UNIFACS, Fadergs, UniRitter e IBMR, colocou no ar, no dia 21 de junho, a plataforma de conteúdos educacionais – mais uma ferramenta de estudo para capacitação e ingresso ao Ensino Superior.
 
O site foi lançado como uma opção aos estudantes que tem interesse em se prepararem para a realização da prova do Enem 2021, que neste ano acontecerá nos dias 21 e 28 de novembro nos formatos impresso e digital. As inscrições para o exame estarão abertas a partir do dia 30 de junho e vão até o dia 14 de julho, e podem ser realizadas diretamente na Página do Participante.
 
Enem na Mira é uma plataforma de ensino com conteúdos personalizados que está disponível para acesso desde o dia 21/06 e, por se tratar de um espaço “vivo”, assim como os estudantes, segue em constante crescimento e agrupando cada vez mais conteúdos e conhecimento relevante para a formação acadêmica dos estudantes.
 
Para aproveitar, basta o estudante acessar www.enemnamira.com.br, fazer o cadastro completo e ele terá acesso a dicas de estudos e conteúdos especialmente desenvolvidos para este momento de suas vidas, como e-books, lives, podcasts, game, concursos, aulão e simulado, além da distribuição de bolsas para o cursinho Me Salva!, que desde 2012 já impactou a vida de mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil.

28

Jun

Educação

Ampliado o número de estudantes selecionados para cursos de especialização no IFRN; confira

A Coordenação de Acesso Discente do IFRN (Cadis/IFRN) divulgou na sexta-feira (25) uma atualização na lista de aprovados para os cursos de Especialização, processo seletivo regido pelo Edital 23/2021. A atualização se deu em razão de uma falha na distribuição para as reservas de vagas de autodeclarados e pessoas com deficiência, o que gerou a necessidade de reprocessamento do resultado final. A Coordenação informa que não houve prejuízo aos candidatos.

O processo seletivo é referente aos cursos de especialização em "Literatura e Ensino", "Ensino de Língua Portuguesa e Matemática em uma Perspectiva Transdisciplinar" e "Educação Ambiental e Geografia do Semiárido".

Acesse:

Lista atualizada de selecionados

Edital 23/2021