Educação

24

Set

Inscrições do Enem para isentos ausentes em 2020 terminam domingo

Terminam no domingo (26) as inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 para os estudantes de baixa renda que tiveram isenção de taxa na edição do exame em 2020 e não compareceram às provas. As inscrições podem ser feitas na Página do Participante, sem que seja necessário justificar a ausência no Enem 2020 ou pagar a taxa de inscrição.

Os candidatos também poderão solicitar atendimento especializado, até 26 de setembro, e tratamento pelo nome social, até 27 de setembro.

Para os isentos ausentes no Enem 2020, as inscrições do Enem 2021 são exclusivamente para o modelo impresso. As provas serão aplicadas em 9 e 16 de janeiro de 2022, mesma data da realização do Enem para Pessoas Privadas de Liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL).

A aplicação das provas nos dias 21 e 28 de novembro de 2021 está mantida para todos os participantes que já tiveram a inscrição confirmada no exame, conforme previsto no edital regular. Ao todo, 3.109.762 pessoas foram confirmadas para o Enem 2021, nas duas versões do exame, impressa e digital. Esse foi o menor número de inscrições desde 2005.

Decisão do STF

No dia 14 de setembro, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) reabriu o prazo de inscrição para os isentos ausentes no Enem 2020 em cumprimento a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

O valor da taxa de inscrição no Enem é de R$ 85 e, pelas regras do primeiro edital, quem teve direito à isenção no Enem 2020, mas faltou à prova, só poderia obter nova gratuidade no Enem 2021 se conseguisse justificar a ausência. As justificativas precisavam ser comprovadas documentalmente, bem como se encaixar nas hipóteses previstas, que incluíam situações como acidentes de trânsito, morte de familiar, emergências médicas e assaltos, entre outras.

Entretanto, o STF entendeu que, em razão da pandemia da covid-19, as provas do ano passado foram aplicadas em um contexto de anormalidade, e a exigência de comprovação documental para os ausentes viola diversos preceitos fundamentais, entre eles o do acesso à educação e o de erradicação da pobreza. Além disso, a obrigação imposta pelo edital penaliza os estudantes que fizeram a “difícil escolha” de faltar às provas para atender às recomendações das autoridades sanitárias de evitar aglomerações.

Quem estivesse com covid-19 ou tivesse contato com alguém infectado também poderia apresentar essa justificativa. Mas o candidato que faltou somente pelo medo de contaminação, por exemplo, ou que não pudesse comprovar com documentos nenhuma outra razão para a falta, não estaria coberto pela gratuidade na edição do exame deste ano.

Direito a isenção

O novo prazo para inscrição com isenção da taxa vale para aqueles que comprovarem ter direito à gratuidade, mas sem que precise justificar falta na edição anterior do exame.

Pessoas que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou que foram bolsistas integrais durante toda a etapa em escolas particulares têm direito à gratuidade na inscrição do exame. Estudantes que estão cursando a última série do ensino médio na rede pública, no ano de 2021, também podem pedir a isenção.

O mesmo vale para quem está em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda. Nesse caso, é preciso comprovar a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Fonte: Agência Brasil

24

Set

Instituto do Cérebro lidera ranking da UFRN em lista promovida pela AD Scientific Index

O AD Scientific Index - ranking que ordena os cientistas de acordo com suas citações no Google Acadêmico - publicou a lista dos dez mil cientistas mais produtivos do BRICS (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). O Brasil aparece em segundo lugar com 3.192 estudiosos e 155 instituições analisadas. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte aparece na posição 25, com 22 pesquisadores, sendo seis deles do Instituto do Cérebro: Martín Cammarota, Sidarta Ribeiro, Lia Bevilaqua, Adriano Tort, Sandro Souza e Janine Inez Rossato.

Dentre esses, três atuam no laboratório de Pesquisa da Memória: Lia Bevilaqua, Janine Inez Rossato e Martin Cammarota, que lidera o ranking entre os cientistas da UFRN. “Ainda não se compara com a USP, que tem mais de mil pesquisadores na lista, mas eu acho que estamos no caminho certo. O ranking é sumamente importante já que pode ajudar a nortear a política de pesquisa da universidade”, comenta o professor Martin, que já apareceu anteriormente na lista.

Um exemplo de trabalho produzido no laboratório de Pesquisa da Memória e publicado recentemente, foi o artigo intitulado “Dopamine controls whether new declarative information updates reactivated memories through reconsolidation” (“A dopamina controla se novas informações declarativas atualizam memórias reativadas através da reconsolidação”) - assinado por Martin, Lia e Janine, além de Maria Carolina Gonzalez e Andressa Radiske. Em resumo, a pesquisa demonstrou que é possível apagar memórias - algo parecido com o que acontece no filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” (2004).

24

Set

UFRN e Natal lançam adesão a programa da ONU para Cidades Resilientes

O fórum internacional Connect RN, que acontece nos dias 28 e 29 de setembro, vai contar com o lançamento das cartas de compromisso de Natal e municípios vizinhos ao programa da ONU Construindo Cidades Resilientes 2030 (MCR-2030, na sigla em inglês). A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) também irá se vincular à iniciativa, na condição de entidade de apoio.

O programa é gerido pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres e tem por objetivo estimular as cidades a conhecer, a planejar e a implementar ações que as permitam se tornarem capazes de suportar contextos de estresse para suas estruturas, de modo a manter o desenvolvimento sustentável e a segurança das populações.

Fórum

O fórum Connect RN é realizado pela Rede Potiguar de Fomento à Internacionalização e tem inscrições gratuitas, que podem ser feitas por meio deste site. O evento contará com debatedores nacionais e estrangeiros e tratará de temas como Cidades Resilientes e Sustentáveis, Energias Renováveis, Tecnologias da Informação e Comunicações e Novas Tecnologias na Área de Saúde.

Os assuntos abordados estão relacionados ao contexto do ecossistema de inovação potiguar, tendo por objetivo debater a importância de parcerias para solucionar desafios globais e com capacidade de serem desenvolvidas pelo setor produtivo do estado. O fórum será realizado online (com transmissão via Zoom), com opções de tradução simultânea.

Outras cidades

Segundo um dos organizadores do fórum, o professor do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) Anderson Cruz, uma das possibilidades trazidas pela iniciativa MCR-2030 é o planejamento local, proporcionando aprendizado e acesso a outras cidades do mundo. Para isso, os gestores poderão, por meio da plataforma do MCR-2030, criar conexões com instituições que apoiam o programa, bem como conhecer vários serviços voltados para ambientes urbanos resilientes.

Além de Natal, também as cidades de Parnamirim, Macaíba e São Gonçalo estão aderindo ao programa, assim como o Governo do Estado do Rio Grande do Norte. O lançamento das cartas de compromisso será feito, por meio de um representante da prefeitura de Natal, na abertura do segundo dia de debates do fórum Connect RN, em 29 de setembro.

Programação

A programação do Connect RN será realizada por meio de três painéis. O primeiro deles irá abordar o tema Ecossistema de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Rio Grande do Norte e contará, além do professor Anderson Paiva, com os pesquisadores Per Petersson (Lund University), Edgard Morya (Instituto Santos Dumont), Sidarta Ribeiro (Instituto do Cérebro/UFRN), Michael Sand (Boehringer Ingelheim) e Gregory Riggins (Johns Hopkins University).

Já o segundo painel discutirá a temática Abrindo o Caminho para Cidades Resilientes e Sustentáveis, e o terceiro tratará do tema Investindo em Energia Renovável no Rio Grande do Norte: Experiências de Empreendedores Globais e Novas Oportunidades. A descrição completa dos painéis e a lista dos convidados participantes pode ser conferida no site do evento.

Rede de Fomento

Promotora do evento, a Rede Potiguar de Fomento à Internacionalização (Internacionaliza RN), é uma iniciativa da Câmara de Comércio, Indústria e Turismo Brasil-Portugal, do Parque Tecnológico Metrópole Digital, UFRN, Sebrae, Fiern, Governo do RN, Prefeitura do Natal e Rede Potiguar de Incubadoras e Parques Tecnológicos (Repin).

24

Set

UFRN tem 22 cientistas entre os mais influentes dos Brics

AD Scientific acaba de publicar o ranking dos 10 mil principais cientistas do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Desses, 22 são da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que ocupa a posição 94 entre as 1.033 Instituições de Ensino Superior (IES) pesquisadas nos cinco países do grupo e em 15ª no Brasil. Os pesquisadores indicados estão espalhados por diversas áreas, sendo cinco do Instituto do Cérebro (ICe), cinco do Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET), quatro do Centro de Biologia (CB), três do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e os outros cinco do Instituto de Medicina Tropical (IMT), Instituto de Química (IQ), Instituto Metrópole Digital (IMD), Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) e Centro de Educação (CE).

De acordo com o realizador, o AD Scientific Index é um sistema de classificação e análise com base no desempenho científico e no valor agregado da produtividade científica dos cientistas. Além disso, fornece classificações de instituições com base nas características científicas dos cientistas afiliados. O novo índice usa o total e os valores dos últimos cinco anos do índice i10 (número de publicações com, no mínimo, 10 citações), índice h (resultado do equilíbrio entre o número de publicações e o número de citações) e pontuações de citação no Google Scholar. Além disso, a proporção do valor dos últimos cinco anos corresponde ao valor total dos índices acima mencionados.

“É importante e deve-se comemorar as colocações da UFRN nesta lista, ainda mais, quando enfrentamos um cenário de desinvestimento nas universidades e negacionismo dos estudos científicos. Por outro lado, também devemos lamentar a pouca quantidade de brasileiros nessa classificação. Somos um país grande, com excelentes pesquisadores e poderíamos ter uma maior representatividade”, afirma o professor e pesquisador do Departamento de Física Teórica e Experimental, José Dias do Nascimento.

Usando um total de nove parâmetros, o Índice Científico AD mostra a classificação de um cientista individual por 12 assuntos (Agricultura e Silvicultura, Artes, Design e Arquitetura, Negócios e Gestão, Economia e Econometria, Educação, Engenharia e Tecnologia, História, Filosofia, Teologia, Direito, Direito e Estudos Jurídicos, Medicina e Ciências da Saúde, Ciências Naturais, Ciências Sociais e Outros). Assim, cientistas e universidades podem obter suas classificações acadêmicas e monitorar a evolução da classificação ao longo do tempo.

Veja lista de cientistas citados pela ordem da AD Scientific

1. Martín Camarotta – ICe
2. Eduardo Silva – IMD
3. Carlos Martinez Huitle – IQ
4. Selma Jerônimo – IMT
5. Sidarta Ribeiro – ICe
6. Kenio Costa de Lima – DOD/CCS
7. Lia Bevilaqua – ICe
8. Farinaldo Queiroz – DFTE/CCET
9. Adriano Tort – ICe
10. Hugo Roch – DBQ/CB
11. Fredy Enrique Gonzalez – DPEC/CE
12. Gandhimohan Viswanathan – DFTE/CCET
13. Eudenilson Albuquerque – DBF/CB
14. Sandro José de Souza – ICe
15. Benjamin Bedrega – DIMAp/CCET
16. Francisco Hilario Bezerra – GEO/CCET
17. Iris do Céu Clara Costa – DOD/CCS
18. Carlos Roberto Fonseca – ECL/CB
19. Janine Inês Rossato – DFS/CB
20. Leila Batista de Souza – DOD/CCS
21. Oswaldo Hajime Yamamoto – DEPSI/CCHLA
22. José Dias do Nascimento – DFTE/CCET

24

Set

Pesquisa: mulheres são maioria entre professores de inglês na rede básica

O Brasil tem 172.030 professores e professoras de língua inglesa na educação básica. Do total, 80,34% são mulheres e 19,66% são homens. A média de idade dos docentes é de 41,2 anos. Cada profissional leciona, em média, para cerca de 300 estudantes. Entre os docentes, 16,70% não têm ensino superior completo.

Os dados fazem parte de uma pesquisa nacional inédita feita pelo Observatório para o Ensino da Língua Inglesa, uma plataforma online promovida pelo governo britânico e desenvolvida pelo British Council. A intenção é incentivar debates, compartilhar experiências, sistematizar e produzir conteúdo, na busca pelo fortalecimento do ensino e aprendizagem do idioma no Brasil.

As informações podem ser obtidas em uma sessão interativa do Observatório, que permite ao público o acesso a dados específicos de seus estados e municípios, e aos cruzamentos de informações para conhecer as realidades locais do ensino de língua inglesa.

As fontes do estudo são o Censo Escolar da Educação Básica 2020 e o Censo da Educação Superior 2019, que são os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Os pesquisadores analisaram dados de perfil como gênero, raça e idade e de formação, carga de trabalho e regime de contratação.

Além dos resultados dos profissionais em atuação, para compreender o perfil de futuros profissionais foram avaliados os dados relativos à formação inicial de docentes de língua inglesa, a partir dos micro dados do Censo da Educação Superior 2019.

Para a diretora do Programa do governo britânico, Thaiane Rezende, é muito importante entender o perfil, as necessidades e potencialidades dos docentes que lecionam língua inglesa no Brasil, organizando evidências empíricas, conforme entende o governo britânico, que trabalha na perspectiva de parceria respeitando os contextos e saberes de cada país.

“Enxergamos as professoras e os professores como agentes de mudança capazes de provocar impacto positivo na aprendizagem de inglês nas escolas públicas brasileiras, por isso a produção de diagnósticos como este”, afirmou a diretora.

A pesquisa é resultado do programa do governo britânico UK-Brazil Skills for Prosperity, iniciativa global que, de acordo com o British Council, “coloca a língua inglesa como habilidade chave para melhores condições de empregabilidade e avanço social”. No Brasil, o projeto é conduzido por um consórcio de quatro organizações sem fins lucrativos e liderado pela Fundação Lemann, incluindo a Associação Nova Escola, Instituto Reúna e o British Council.

Cor e raça

A pesquisa revelou um significativo percentual de não declarados (27,84%) ao fazer referência a cor ou raça. Na visão dos pesquisadores esse dado prejudica o entendimento do quadro, uma vez que os dados existentes, indicam maioria branca (38,89%), seguida dos que se declaram pardos (27,68%) e pretos (4,01%). Indígenas (0.81%) e amarelos (0.76%) são minoria. A maior quantidade de docentes de cor branca está nas redes, estadual (51,39%) e federal (48,53%). Já em menor proporção estão docentes negras e negros, principalmente, nas redes, municipal (39,35%) e privada (28,08%). A rede privada é a que tem o maior percentual de docentes de língua inglesa. Entre eles, não há informação sobre cor ou raça em 33,60%.

Carga de trabalho

O estudo apontou ainda que, no Brasil, um docente de inglês leciona em média para 303 alunos e atende aproximadamente 12,66 turmas, das quais 5,73 são de inglês. A maior sobrecarga de trabalho é a da rede estadual, que em termos de médias tem 416,06 alunos por docente, com 14,46 turmas, sendo 7,44 turmas de inglês.

Outra característica é que, de modo geral, esses docentes não ensinam exclusivamente inglês. Eles também trabalham com turmas de outras línguas e/ou de outras matérias, em diferentes escolas e etapas de ensino e de redes, o que, no entendimento dos pesquisadores, “compromete a possibilidade de maior engajamento e dedicação a projetos político-pedagógicos nas escolas”.

Gênero

Os professores de inglês têm maior média de alunos (363,92) no total das turmas do que as professoras (289,20). Os docentes de Inglês do sexo masculino são também os que têm maior média de turmas de Inglês (6,73), de turmas de outras matérias que não sejam de línguas (5,75), que ensinam em diferentes etapas (1,72), e lecionam em escolas diferentes (1,57) e em diferentes redes de ensino (1,16).

Ensino superior completo

Apenas 29,42% do total de turmas de língua inglesa, em todas as redes, têm com docentes com titulação adequada, ou seja, que tenham cursado licenciatura única (letras: inglês) ou dupla (letras: português-inglês) ou que tenham cursado bacharelado nas duas áreas e tenham complementação pedagógica concluída em língua inglesa. “Isso significa que a maior parte das turmas parece contar com docentes com titulação inadequada (70,58 %) de acordo com os dados do Censo Escolar 2020”, apontaram os pesquisadores, acrescentando que nenhum ente federativo tem um percentual de turmas de língua inglesa, tendo à frente docentes com titulação adequada próximo dos 100%.

Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Sergipe registraram os maiores percentuais por volta dos 60%. Os estados com maiores percentuais de turmas em que os docentes têm graduação em letras, mas sem formação linguística em inglês (grupo C), são Ceará, Goiás, Pará, Pernambuco e Santa Catarina. O maior percentual nesse grupo é de São Paulo (87,09%).

Redes

A rede federal é a que apresentou os maiores percentuais de turmas de língua inglesa, conduzidas por docentes com titulação adequada (61,32%), seguida da rede estadual (30,64%), rede privada (28,70%) e rede municipal (27,88%). Os três níveis (municipal, estadual e federal) da rede pública têm 718.495 turmas de língua inglesa, que prioritariamente, estão nos anos finais do ensino fundamental (48,88%) e no ensino médio (24,59%).

O conjunto de redes estaduais, que é o maior existente no país, oferece um maior número de turmas de língua inglesa no ensino médio (45,36%) e nos anos finais do ensino fundamental (41,60%).

O segundo conjunto mais numeroso no Brasil é o das redes municipais. A maior quantidade de turmas de língua inglesa fica no ensino fundamental, tanto nos anos finais (58,3%) quanto nos anos iniciais (30,03%). A menor rede federal do país é a federal. A maior parte das turmas nessa rede é voltada para o ensino médio técnico integrado (74,76%).

A terceira mais representativa é a rede privada, cuja maior oferta de turmas de língua inglesa ocorre no ensino fundamental, tanto nos anos iniciais (53,35%) quanto nos anos finais (31,28%). Os percentuais de menor adequação, ou seja, de docentes sem ensino superior, estão na rede privada, com 17,69% das turmas sob responsabilidade de docentes sem ensino superior completo.

Fonte: Agência Brasil

23

Set

Projeto do IMD seleciona pesquisadores das áreas de Computação e Ciências Contábeis

O projeto SynchroArch, conduzido pelo Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) em parceria com a Synchro Sistemas de Informação, abriu processo seletivo para pesquisadores de Computação e Ciências Contábeis. O projeto visa à construção de um framework arquitetural para a construção, migração e implantação de aplicações em Computação em Nuvem.

As inscrições podem ser feitas até o dia 23 de setembro, por meio deste formulário. No ato da inscrição, devem ser anexados, em formato PDF, os documentos: diploma ou certificado de curso de mestrado e cópia do currículo lattes ou vitae.

Conforme o Edital nº 01/2021, são ofertadas duas vagas para pesquisadores, com remunerações de R$ 3 mil (Computação) e de R$ 2 mil (Contábeis) e carga horária de 20h semanais. Também podem participar pessoas com mestrado concluído em áreas de conhecimento correlatas às especialidades indicadas.

Seleção

O processo de seleção será realizado no dia 27 de setembro e consistirá em duas etapas: análise dos documentos enviados e entrevista técnica, cujo dia e horário serão definidos previamente por e-mail.

O resultado final da seleção será divulgado a partir do dia 3 de outubro, no site do IMD, na aba Editais.

22

Set

MEC divulga resultado preliminar do Censo Escolar da Educação Básica

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, hoje (22), os resultados preliminares do Censo Escolar da Educação Básica de 2021. Os dados estão em portaria publicada no Diário Oficial da União.

Os resultados referem-se à matrícula inicial na creche, pré-escola, ensinos fundamental e médio (incluindo o médio integrado e normal magistério), no ensino regular e na educação de jovens e adultos (EJA) presencial fundamental e médio (incluindo a EJA integrada à educação profissional). Os dados incluem as redes estaduais e municipais, urbanas e rurais em tempo parcial e integral e o total de matrículas nessas redes de ensino.

A coleta de dados aconteceu entre os dias 18 de junho e 23 de agosto, por meio do sistema Educacenso.

A partir de agora, com a publicação dos resultados preliminares, os gestores estaduais e municipais têm 30 dias para conferência, ratificação e eventual retificação das informações. No dia 7 de outubro, o instituto realizará uma live em seu canal do YouTube para orientar os gestores das escolas e redes sobre esses procedimentos.

Durante este período, as escolas também poderão complementar as informações com dados que não foram informados no período de coleta da matrícula inicial, desde que as informações tenham como base a data de referência do Censo Escolar 2021, que é 26 de maio de 2021.

Em caso de dúvidas sobre os procedimentos de conferência dos dados, os gestores podem enviar os questionamentos para o Inep até 29 setembro, por meio de um formulário eletrônico. As principais perguntas serão selecionadas e esclarecidas durante a live.

Os resultados finais da primeira etapa serão divulgados em 31 de janeiro de 2022. No dia seguinte, em 1º de fevereiro de 2022, começa a segunda etapa. O Educacenso ficará disponível até 17 de março para as escolas declararem os dados referentes à situação do aluno. Também haverá um período de conferência das informações e o encerramento ocorre com a divulgação dos indicadores de rendimento escolar, no dia 19 de maio de 2022, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

O Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado, em regime de colaboração, entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. Ele é o principal instrumento de coleta de informações da educação básica e a mais importante pesquisa estatística educacional brasileira.

As matrículas e os dados escolares coletados servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para acompanhar a efetividade das políticas públicas. O Censo Escolar subsidia a produção de um conjunto amplo de indicadores, que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, a distorção idade-série, entre outros.

Fonte: Agência Brasil

22

Set

MEC lança programa para incentivar participação de famílias em escolas

O Ministério da Educação (MEC) lançou nesta terça-feira (21) o Programa Educação e Família, que tem o objetivo de promover o engajamento das famílias na vida escolar dos filhos por meio de uma interação mais permanente com as escolas. 

Este ano, segundo a pasta, o programa atenderá 5.755 escolas da educação básica, que deverão criar e colocar em prática estratégias para ampliar e qualificar a participação das famílias. Em 2022, serão contempladas mais 17 mil escolas. O total de recursos distribuídos em 2021 será de R$ 16 milhões.

"Nós ainda acreditamos que, de fato, a escola ensina, mas a família educa", disse o ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante evento de lançamento da iniciativa, ocorrido em Brasília e transmitido pelas redes sociais da pasta.

Para o secretário de Educação Básica do MEC, Mauro Rabelo, para a concretização do programa, é fundamental que as escolas criem mecanismos para atrair as famílias, gerem coletivamente ideias e soluções, “materializando-as em um plano de ação que contemple metas, prazos e custos das atividades que serão realizadas, tais como oficinas, visitas guiadas, cursos, palestras, atividades voluntárias, entre outros". 

Segundo o governo, o Programa Educação e Família concentra-se em quatro ações estratégicas. A primeira é o repasse de recursos financeiros por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) para as unidades educacionais selecionadas. A segunda estratégia é o processo de formação continuada, ofertadas principalmente em ambiente virtual, para professores, pais e alunos. 

O terceiro foco é no fortalecimento e ampliação do conselho escolar, com destaque para maior participação da família no colegiado. A quarta ação estratégica envolve a disseminação do uso do aplicativo Clique Escola, que já tem mais de 200 mil downloads e permite acesso de qualquer cidadão a informações financeiras e de programas das escolas. Por meio da plataforma, as famílias poderão fiscalizar os recursos recebidos e colaborar com a gestão das escolas.  

Presidente à cerimônia de lançamento do programa, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, elogiou o projeto ao lembrar que escola e família devem caminhar juntas, já que "uma precisa da outra". "A escola pode ser sim um lugar de proteção, um lugar de fortalecimento de vínculos familiares", disse.

Fonte: Agência Brasil

21

Set

Unicamp abre inscrições para Encontro de Divulgação Científica

Estão abertas as inscrições para a 8ª edição do Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura (EDICC), evento organizado anualmente pelo corpo discente do programa de Mestrado em Divulgação Científica e Cultural (MDCC), do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em virtude da pandemia, o EDICC 8 será realizado virtualmente, nos dias 19, 20 e 21 de outubro. 

As inscrições seguirão até o dia 24/09 (sexta-feira) e custam R$10,00, mas há a possibilidade de isenção. Para ouvintes, a participação é gratuita. Os interessados podem conferir as linhas de pesquisa, a programação e se cadastrar no site oficial: http://edicc2021.labjor.unicamp.br/.

Neste ano, o EDICC tem como proposta pensar as controvérsias que atravessam as produções de conhecimento, algo que atinge praticamente todas as esferas da vida social. Entende-se também as controvérsias como eixos potentes para refletir sobre a ciência, a cultura e a tecnologia – sobretudo em tempos de colapso sanitário, político, social e ambiental. 

Podem participar nas apresentações de comunicação oral estudantes e pesquisadores com trabalhos acadêmicos, concluídos ou em andamento, produzidos durante o ensino médio (iniciação científica), graduação (iniciação científica ou trabalho de conclusão de curso), mestrado, doutorado ou especialização. 

Os estudos devem estar em consonância com a proposta geral do evento e ao menos uma das quatro linhas de pesquisa do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp. São elas: “Cultura científica e sociedade”, “Literatura, artes e comunicação”, “Informação, comunicação, tecnologia e sociedade” e “Percepção Pública da Ciência e Tecnologia”. 

O EDICC 8 convida os participantes a explorarem as controvérsias em suas pluralidades, sejam elas tecnológicas, artísticas, científicas e culturais. 

21

Set

Faculdade promove encontros online de capacitação e empoderamento feminino

Garantir capacitação para o mercado de trabalho e melhorar a qualidade de vida de mulheres em vulnerabilidade ou pequenas empreendedoras é o objetivo de uma série de encontros online que serão realizados quinzenalmente às quintas-feiras, às 19h de forma virtual e aberta a todas as interessadas. Para participar, basta acessar o perfil do Núcleo de Comunicação da Estácio em Juiz de Fora, campus que sedia o evento, nas redes sociais.

A iniciativa faz parte de ações promovidas pelo projeto de extensão Mulheres Empreendedoras Empoderadas da Estácio e os temas dos encontros são propostos pelas próprias participantes de acordo com suas principais demandas.  O primeiro encontro terá como tema  “Marketing Digital para empreendedoras”, a pedido das participantes do projeto e que estão começando seus empreendimentos mas ainda não dominam as ferramentas disponíveis nas redes sociais. Segundo uma das coordenadoras do eixo de Comunicação do projeto, a jornalista e cientista social, Tâmara Lis, o espaço foi a forma encontrada para promover encontros, ainda que virtuais, entre profissionais das diferentes áreas e pesquisadores, e as empreendedoras utilizando uma linguagem acessível e democratizando o acesso ao conhecimento.

Este primeiro encontro contará com a participação da também professora da instituição, Tatiana Marmon, que é produtora de conteúdo e co-produtora de marketing digital. Para ela, saber utilizar as redes sociais é de extrema importância em razão da necessidade de trabalhar a imagem pessoal é fundamental para fazer negócios, por ser uma ferramenta poderosa de vendas”. A professora vai orientar as participantes com dicas simples sobre como utilizar e aproveitar os recursos ofertados ao seu favor.

A professora Tâmara Lis reforça que “qualquer pessoa pode participar mandando suas perguntas e inclusive sugerindo temas para próximos encontros”. Os principais eixos do projeto são: Educação Física, Direito, Nutrição, Psicologia e Gestão, mas todos os cursos ofertados na Estácio estão disponíveis para orientar quem precisar.

Sobre o Mulheres Empreendedoras Empoderadas

Mulheres Empreendedoras Empoderadas (MEE), projeto de extensão da Estácio criado no primeiro semestre de 2021, tem como intuito realizar atendimentos gratuitos para mulheres de baixa renda, em especial desempregadas e estudantes, oferecendo cursos de capacitação, acompanhamento psicológico, nutricional, de educação física e jurídica. Por meio dos serviços prestados, o projeto auxilia as mulheres em situação de vulnerabilidade social a se colocarem no mercado de trabalho, cuidarem da sua saúde e até mesmo para que recebam apoio em casos de violência doméstica.

Contando com mais de 1200 estudantes, supervisionados por docentes dos diversos cursos ofertados pela Estácio, o projeto já impactou mais de 15 mil pessoas entre março e maio de 2021. O MEE da Estácio está disponível nas cidade de Juiz de Fora – MG; Porto Alegre – RS; Natal – RN e, em São Luis – MA. Em Natal, as mulheres interessadas em participar do projeto podem solicitar mais informações pela página do Instagram @mee.extensao.

Atuante em projetos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural do País, a Estácio apoia iniciativas ligadas ao Esporte, Escola, Cidadania, Cultura, Inovação e Empreendedorismo. O Programa de Responsabilidade Social Corporativa Educar para Transformar reflete o compromisso da instituição de oferecer uma educação de qualidade e acessível, e assim, gerar um impacto positivo para a construção de uma sociedade mais justa. 

21

Set

UFRN: O Oráculo da Noite ganha edição em inglês e resenha positiva do The New York Times

Lançado em 2019, o O oráculo da noite, do professor e neurocientista do Instituto do Cérebro da UFRN Sidarta Ribeiro, rapidamente tornou-se best seller e ainda figura entre os livros mais vendidos da área. Em 2020, a obra ganhou tradução para o espanhol e, este ano, para o inglês. A edição chegou ao mercado norte-americano em agosto de 2021 e neste mês de setembro recebeu as primeiras resenhas – entre as quais a do prestigiado jornal The New York Times.

A matéria – disponível neste link – pontua alguns dos temas abordados no texto do neurocientista, como a influência dos sonhos nas civilizações antigas e as relações entre sonhos e inconsciente. As edições em espanhol e em inglês já estavam previstas na ocasião do lançamento do original em português e seguiram o sucesso da primeira, figurando entre as mais vendidas de grandes e-commerces, como a Amazon. 

Na resenha, a jornalista Sarah Lyall comenta que há material em O oráculo da noite para pelo menos dois livros. E, de fato, o professor Sidarta Ribeiro prosseguiu com a produção de mais obras: “Tenho um novo livro quase pronto e outro a meio caminho. De certo modo, também serão sobre sonhos, mas por ângulos diferentes”, resume.

20

Set

Setembro amarelo: faculdade oferece plantão psicológico gratuito em Natal

Com a campanha de Setembro Amarelo em pleno andamento ao longo desse mês, a atenção dos brasileiros se volta para a importância do cuidado com a saúde mental com foco na prevenção ao suicídio. A longo prazo, especialistas orientam sempre para a busca de ajuda profissional para tratar algum sofrimento mais profundo com a Psicologia ou Psiquiatria, mas em caso de questões que precisam ser atendidas com urgência, serviços de plantão podem ser de grande ajuda.

Um dos mais conhecidos é o CVV — Centro de Valorização da Vida, que realiza apoio emocional por telefone, site e e-mail de forma sigilosa 24h por dia. Em Natal, na unidade Ponta Negra da Estácio, o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) também oferece gratuitamente o acolhimento com escuta especializada em até três sessões para adultos que estejam precisando desse suporte profissional de forma imediata. 

“A função do plantão é atender demandas psicológicas urgentes, sofrimentos emocionais intensos que precisem ser abordados imediatamente, como um processo de luto, uma crise em um relacionamento muito difícil, perda de emprego, aumento de ansiedade, pensamentos ou até ideações de suicídio”, explica Sydennya Lima, especialista em Saúde Mental e Terapias Cognitivas e coordenadora do SPA. 

A profissional explica que, no plantão, o atendimento é direcionado para sanar a questão imediata, e depois será realizado o encaminhamento para a psicoterapia ou outros serviços que possam atender melhor às necessidades individuais de cada um, como a procura por ajuda psiquiátrica, por exemplo. “Nesse atendimento, vamos acolher quem vier. A gente não mede a dor de alguém em relação à situação, pode ser qual for o motivo que naquele momento esteja angustiando e impedindo que a pessoa siga com a vida normalmente”, esclarece a psicóloga.

“Em casos mais graves, se o indivíduo com ideações parte para o planejamento do suicídio, com a verbalização do ato, o que fazemos é dar suporte para que essa pessoa procure de forma voluntária atendimento nos serviços de saúde especializados na internação, como a UPA ou o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), porque da mesma forma que um acidente de trânsito é um risco à vida, a tentativa de suicídio também é e deve ser tratada com a mesma seriedade”, alerta.

20

Set

Editora IFRN lança editais para seleção de textos sobre a educação durante a pandemia

A Editora IFRN, através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propi/IFRN), está com inscrições abertas para a submissão de textos que irão compor a publicação de livros com a temática da educação durante a pandemia.

Editais abertos

Com o objetivo de estabelecer diretrizes para submissão e seleção de textos, fluxo editorial e publicação de livro com artigos científicos ou ensaios acadêmicos sobre a prática de ensino superior durante a pandemia de Covid-19, o Edital n° 25/2021 é destinado para orientações sobre a submissão de textos que vão compor um livro sobre experiências de ensino superior nos tempos de pandemia de Covid-19. A obra é promovida em coedição entre editoras de instituições de ensino superior do Brasil (representado pelo IFRN), Argentina (representada pela Universidad de Buenos Aires) e El Salvador (representado pela Universidad Francisco Gavidia).

Os interessados deverão submeter os trabalhos pelo Sistema Unificado de Administração Pública (Suap), pelo Módulo Pesquisa > Editora > Submissão de obras, com prazo até o dia 10 de novembro de 2021.

Já o Edital n°28/2021 é destinado à submissão de textos que vão originar, após etapa de seleção, obra a ser publicada em regime de coedição pela Editora IFRN e pela Editora UFPE, dedicada à reflexão sobre a prática da educação no Nordeste brasileiro durante pandemia da Covid-19. A publicação será feita em regime de coedição entre Editora IFRN e Editora UFPE.

Os interessados deverão submeter o texto ao endereço eletrônico editora@ifrn.edu.br, preenchendo com “Inscrição no edital 28/2021” o assunto, com prazo até o dia 10 de novembro de 2021.

18

Set

Cinco dicas de educação financeira para estudantes

Chegar à faculdade, iniciar uma pós-graduação, um curso livre ou técnico é um objetivo comum entre os brasileiros. Além do sonho de se formar, o mercado de trabalho tem contratado cada vez mais pessoas que possuem especificamente o ensino superior. Um levantamento realizado pelo IDados, com base na Pnad Contínua do IBGE, mostrou que o único emprego que cresce no Brasil é aquele que requer, pelo menos, um curso superior completo. O número de empregados com pelo menos o ensino superior incompleto já ultrapassou o nível pré-crise, com alta de 660 mil trabalhadores, totalizando mais de 2,006 milhões trabalhadores graduados. 

Pensando que, de acordo com o Censo da Educação Superior 2019, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), existem no país 2.608 instituições de educação superior, sendo 2.306 privadas e 302 públicas e que, do total de matrículas na educação superior (8.604.526), a maior parte, 76%, está na rede privada, a chance do estudante brasileiro precisar pagar por seus estudos é muito grande. Por isso,  além de pesquisar sobre o curso desejado, também é fundamental priorizar o gerenciamento adequado das finanças desde o início. Felipe Chanes, gerente de controladoria do Pravaler, maior plataforma de soluções financeiras para educação do país, dá cinco dicas de como fazer isso de um jeito descomplicado.

Planeje as finanças

O primeiro passo a ser dado é planejar como utilizar o dinheiro. Desta forma, se cuida da situação atual e se planejam os investimentos futuros. Procure fixar um limite de gastos mensais, e compre conscientemente, de acordo com suas possibilidades.

“Se você toma consciência de onde quer chegar, fica mais fácil, e motivador, fazer escolhas que podem resultar em economia de dinheiro, como controlar os gastos no cartão de crédito, ou diminuir o uso de aplicativos de mobilidade, refeições, etc.”, explica Felipe Chanes. 

Tenha comprometimento 

Se você tem um objetivo, ser responsável com as finanças é fundamental para não se endividar e avaliar como você pode adaptar sua rotina e seus gastos para alcançá-lo. É necessário ter sempre em mente o seu orçamento e até onde se pode ir, sempre levando em conta que você tem o compromisso de atingir suas metas. “A vida de um estudante traz gastos peculiares como compra de livros, cópias de documentos, transporte, etc. No dia a dia, estes gastos, seja pelo valor ou pela rotina, podem ser subestimados, e as pessoas acabam direcionando os recursos para outros fins, muitas vezes não essenciais”, comenta Chanes.

Avalie todas as possibilidades

Se por qualquer motivo, como desemprego, mudança de trabalho ou redução da renda, seus recursos ficarem limitados, você pode reavaliar seus gastos mensais para se adaptar a uma nova realidade ou até mesmo complementar a renda com atividades extras que geram retorno financeiro. Aulas particulares e trabalhos temporários estão entre os exemplos do que você pode fazer para ganhar dinheiro.

Use o tempo a seu favor

Com boa organização financeira e investimentos certos, é possível ter uma reserva financeira que assegure o período dos estudos. Se programe para reservar uma quantia todo mês, que será dedicada a gastos com os estudos. 

“Quanto mais tempo você tiver para economizar, menos precisará investir por mês. Existem diversas soluções financeiras disponíveis que podem ajudar neste desafio. Com o tempo, os resultados surgirão, fazendo a diferença no dia a dia e podendo até contribuir para que você tenha um aumento na sua renda mensal como resultado de uma nova formação”, finaliza Felipe.

Busque aliados para o pagamento dos estudos

Uma pesquisa realizada pelo Pravaler mostrou que dificuldades financeiras foram os principais motivos para a solicitação do financiamento e para eventual trancamento da faculdade durante a pandemia. Alguns não teriam condições de cursar o ensino superior sem tal apoio ou bolsa e já solicitaram no momento da matrícula; outros tiveram alguns imprevistos como perda de emprego próprio ou diminuição de renda familiar. Por isso, serviços como o oferecido pelo Pravaler, que já ajudou 180 mil estudantes a transformar suas vidas por meio da educação, são a solução e não um entrave, como muitos imaginam, pois contam com produtos sem juros, que permitem pagar valores referentes à metade da mensalidade no dobro do tempo sem o risco de acúmulo dos boletos. “O financiamento dos estudos pode ser visto como um investimento, pois a médio prazo colabora com o aumento da renda, além de transformar a sua vida e de todos que fazem parte do seu meio”, explica Felipe Chances, gerente de controladoria do Pravaler. 

17

Set

Maior aulão de matemática do país terá humorista Mução como participação especial

Um dos maiores eventos preparatórios para o ENEM 2021 do Brasil, o Aulão André Cury – Lidere seu Futuro, vai contar com um convidado especial para momentos de descontração nos intervalos entre a apresentação dos conteúdos de Matemática: o humorista Mução, famoso por suas tiradas e pegadinhas. O evento será realizado no dia 7 de outubro, das 13h às 21h, no Teatro Riachuelo.

Mução terá a missão de entreter os participantes e levar descontração aos estudantes que estão na reta final para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que neste ano será nos dias 21 e 28 de novembro. O aulão contará com uma megaestrutura para até 1.500 alunos. 

O professor André Cury, que tem 23 anos de experiência no ensino de Matemática, ressalta que o evento será recheado de dicas preciosas para a prova, “para que os alunos se sintam confiantes, seguros e capacitados a alcançar o máximo de resultado e desempenho”, explica. “Será um momento muito especial”, promete André, reconhecido como um dos principais nomes da educação no RN.

Além do conteúdo e do apresentador irreverente, o aulão trará surpresas e atividades especiais, priorizando o aprendizado e também a socialização dentro dos protocolos de biossegurança, com o uso obrigatório de máscaras. Os ingressos do 3º lote de vendas já estão quase esgotados. As vendas para o Aulão André Cury – Lidere seu Futuro, estão sendo realizadas no site do Teatro Riachuelo (www.teatroriachuelonatal.com.br), nos totens digitais e na bilheteria do teatro, além do aplicativo UHUU.