Aqui você encontra comunicação, educação, tecnologia, mundo corporativo, entrevistas, mídias sociais e cultura

Fale com a gente pelo e-mail blogdajuliska.news@gmail.com e nos siga no Instagram @blogdajuliska.

16

Jan

As pessoas passaram 3 horas e 40 minutos, em média, utilizando aplicativos (também conhecidos como apps) em 2019. O índice é 35% maior do que em 2017. As informações são do principal relatório sobre o tema no mundo, da consultoria App Annie. A edição de 2020 foi divulgada ontem (15).

O Brasil ficou na terceira colocação no ranking dos países em termos de tempo gasto em apps, levemente acima da média, com 3 horas e 45 minutos.

O país foi superado pela China, onde as pessoas mexem com esses programas durante quase 4 horas, e a Indonésia, onde o tempo diário chegou a 4 horas e 40 minutos. Em seguida, vêm a Coreia do Sul (3h40) e Índia (3h30).

Na comparação entre 2019 e 2017, a China obteve a maior ampliação (60%), seguida pela Índia, o Canadá e a França (25%), a Indonésia (20%) e o Brasil, a Alemanha, Coreia do Sul, o Japão e Reino Unido (15%).

No recorte por idade, a chamada geração Z (nascida entre 1997 e 2012) passou 3 horas e 46 minutos por app por mês e teve 150 sessões por mês nos principais aplicativos.

download anual de aplicativos cresceu 45% nos últimos três anos: saiu de 140 bilhões em 2016 para chegar a quase 204 bilhões em 2019.

No Brasil, esse aumento foi de 40%, atingindo cerca de 5 bi no ano passado. Entre as nações, o maior aumento no período foi da Índia: 190%.

Tipos

Os apps de finanças foram acessados 1 trilhão de vezes em 2019, um crescimento de 100% na comparação com 2017. O Brasil também ficou em terceiro no ranking desse tipo de programa, atrás apenas da Índia e da China.

Mas enquanto alguns países já têm a maioria de acessos em carteiras virtuais (China e Coreia do Sul), no Brasil e em outros (como Indonésia, França e Alemanha) as transações digitais são realizadas em sua maioria por apps de bancos. Os apps mais baixados nessa categoria foram Nubank, FGTS, Picpay, Caixa e Mercadopago.

O Brasil seguiu na terceira colocação também no ranking do crescimento em tempo gasto em apps de compras, atrás da Índia e Indonésia.

Entre 2018 e 2019, os brasileiros ampliaram em 32% a sua presença nesse tipo de ferramenta. Os apps mais baixados com essa finalidade foram Mercadolivre, Americanas, Magazine Luiza, AliExpress e Wish.

A colocação foi mantida também no caso dos apps de entrega de comida. O número de sessões nesse tipo de ferramenta entre os usuários daqui foi de 8 bilhões, ficando atrás dos Estados Unidos (10 bi) e da Indonésia (20 bi).

Nas aplicações voltadas ao entretenimento, o Brasil ficou em 7º lugar no ranking de crescimento entre 2018 e 2019, ainda assim com um índice de 32%.

Entre os locais onde o uso desse tipo de app foi maior estão Índia (78%), França (60%) e Japão (58%). Os mais baixados dessa modalidade foram Netflix, Youtube Go, Amazon PrimeVideo, Globoplay e Viki.

Entre as redes sociais, o estudo não divulgou ranking mundial, mas registrou a força do app chinês Tik Tok. A lista de mais baixados no Brasil é formada por Whatsapp, Status Saver, Snapchat, Telegram e Hago.

Investimentos

Já os gastos com aplicativos aumentaram 110%, passando de US$ 55 bilhões para US$ 120 bilhões no mesmo período. Os jogos são responsáveis por 72% do faturamento. A China aumentou 190% nos últimos três anos, chegando a acumular 40% do mercado mundial.

Em 2019, foram gastos US$ 190 bilhões em publicidade em dispositivos móveis. Neste ano, a projeção da consultoria é de que essa movimentação chegue a US$ 240 bilhões.

Internet das Coisas

O documento destaca o papel dos apps no ambiente interconectado que vem sendo chamado de Internet das Coisas. Nos Estados Unidos, os apps mais baixados para esse tipo ecossistema foram os assistentes Alexa e Google Home, o agregador de serviços audiovisuais Roku, o sistema de videogame Xbox, o sistema de segurança doméstica Ring e o aplicativo vinculado a um relógio conectado Fitbit.

Com informações da Agência Brasil

16

Jan

Uma equipe de 28 voluntários, entre professores e alunos vinculados ao Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) e à Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), prepara para fevereiro o lançamento de uma plataforma de combate à violência contra mulher, que tem como base um sistema de geolocalização e a captação de sons. Batizada de Hear (sigla para Helping everyone to actively react - Auxiliando a todos a reagir ativamente, em tradução livre), a ferramenta possibilitará que uma ocorrência seja comunicada a pessoas que estejam próximas do local de onde a violência está sendo praticada e possam socorrer a vítima e contatar a polícia. O serviço será disponibilizado de forma gratuita.

A plataforma funcionará por meio de um aplicativo instalado no celular que capta sons do ambiente em que a vítima está presente, para identificar palavras ou ruídos que possam ter sido produzidos em um contexto de violência. O download será possível após a efetuação de um cadastro na plataforma web. As notificações sobre os casos de agressão serão emitidas por Whatsapp a pessoas também cadastradas, que estiverem nas redondezas.

Segundo a professora Ana Paula Furtado, como se trata de um problema complexo, sob o ponto de vista computacional, o grupo que concebeu o projeto está realizando diversos testes, a fim de eliminar a possibilidade de existirem falsos negativos. Diante desse problema, os criadores cogitam adicionar um botão que desabilite o aplicativo em algumas situações. Como exemplo, a professora cita o caso de a mulher desligá-lo quando vai assistir a um filme, já que o sistema poderia interpretar os barulhos gerados pelos personagens como uma ameaça e acionar a rede de apoio às vítimas.

Ela explica que o conjunto de palavras ditas pelos agressores e pelas vítimas varia conforme a região e que, para chegar as referências, consultou sete delegacias de polícia. "A gente faz análise de cenas acústicas. Dentro de alguns parâmetros do som, consegue avaliar, fazer estudos e indicar, com alto grau de precisão", explicou.

A docente conta que a proposta foi apresentada por um aluno, cuja mãe foi vítima de agressões cometidas pelo ex-companheiro. "Em setembro de 2018, um aluno teve a ideia. A mãe dele sofria violência na infância dele inteira. A gente ia desenvolver uma pesquisa em outra área e ele teve a ideia. Ele dizia ‘eu precisei crescer para ser o guia da minha mãe, porque via a hora de ela morrer’, disse Ana Paula, que leciona na escola de inovação Cesar School, e na UFRPE, na área de engenharia de software.

Da plataforma web, deverá constar um mapa de calor, no qual estarão indicadas todas as ocorrências detectadas. Isso, segundo ela, deverá contribuir para mudar o contexto de violência constante ao qual estão submetidas as mulheres.

A iniciativa foi um dos cinco projetos finalistas do EU-Brazil Innovation Pitch 2019, competição em que pesquisadores podem apresentar trabalhos que tenham um caráter inovador. O concurso é organizado pela Euraxess Brazil, pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e o Enrich Brazil, com apoio da Delegação Europeia no Brasil.

De acordo com o 13º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2018 ocorreram 263.067 casos de lesão corporal dolosa contra mulheres, o que significa que, a cada dois minutos, uma mulher foi vítima desse tipo de agressão. O levantamento também aborda a quantidade de feminicídios ocorridas naquele ano. Foram registrado 1.206, sendo em que, em 88,8% deles, o autor era companheiro ou ex-companheiro da vítima.

Um balanço da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco evidencia um aumento no total de registros de violência contra mulher, ao longo dos anos. Em 2012, quando as informações começaram a ser coletadas, eram 28.188 e, em 2018, o volume salta para 39.945. Os indicadores referentes a 2019, segundo a secretaria, ainda estão sendo fechados, e a versão consolidada do material será divulgada em breve.

Com informações da Agência Brasil

16

Jan

O advento de novas tecnologias aliadas à educação tem provocado mudanças nas salas de aula. Além do lápis, do livro e da lousa do professor, o computador passou a ganhar espaço nesse ambiente, como instrumento fundamental de aprendizagem. Em Natal, os alunos do Colégio Porto, que vai entrar em funcionamento a partir do próximo dia 27 de janeiro, vão contar com um equipamento exclusivo e totalmente diferenciado: os Chromebooks.

O Chromebook é um notebook concebido pelo Google que traz o sistema operacional Chrome OS, que funciona totalmente baseado na web. O equipamento e suas principais ferramentas também podem ser usadas de modo offline, ou seja, sem nenhuma conexão com a internet. No Colégio Porto, cada estudante vai receber o seu computador, em regime de comodato, e o equipamento vai acompanhar o aluno por todo o ensino médio.

“A geração de adolescentes de hoje apresenta características únicas devido à quantidade sem precedentes de informações disponíveis, à facilidade de acesso a elas e à velocidade da comunicação que a tecnologia tem proporcionado. Essas diferenças impactam a relação entre alunos e professores e o Colégio Porto, então, tem por premissa que esta relação seja positiva, tendo a tecnologia, efetivamente, a favor da educação”, explicou a diretora pedagógica do Colégio Porto, Ana Cristina Dias.

Nos Chromebooks, os estudantes vão fazer atividades, avaliações e desfrutar de todas as possibilidades proporcionadas pelo Google for Education, uma solução inovadora e completa que torna o aprendizado mais divertido, colaborativo e disponível em qualquer lugar.

Por meio de multiplataformas, os conteúdos serão produzidos e distribuídos de forma mais simples, melhorando a comunicação entre alunos e professores. Os educadores vão criar oportunidades de aprendizagem e desafiar os alunos a pensar de forma crítica. Os computadores não vão substituir os livros usados pelas disciplinas. Eles serão um complemento ao processo de aprendizagem desenvolvido pelo Colégio Porto.

16

Jan

Qualquer pai ou mãe que vai matricular o filho na escola pela primeira vez sofre com a mesma dúvida: qual o melhor modelo de ensino para o início da vida escolar? Como essa escolha pode afetar o futuro da criança? Afinal, é partir do ensino infantil que os filhos passam a conviver com as diferenças e fazem descobertas em várias áreas do conhecimento.  Os estímulos oferecidos aos pequenos nos primeiros anos são fundamentais para a construção dos alicerces do conhecimento e da personalidade. 

É por essas e outras que essa decisão deve ser baseada em critérios que levem em conta uma metodologia de ensino diferenciada, que priorize o desenvolvimento social e intelectual da criança, acompanhado de uma boa estrutura e de uma equipe de educadores capacitada. 

A Maple Bear Natal, que tem uma experiência de 11 anos na formação educacional, emprega no ensino infantil uma metodologia voltada para o desenvolvimento integral da criança, nos aspectos biológicos, afetivos, emocionais, cognitivos, sociais e simbólicos. 

Tudo isso desenvolvido por meio de experiências, de brincadeiras relacionadas com o seu cotidiano. “Temos um olhar diferenciado para cada criança na sua individualidade e um ambiente preparado especialmente para desenvolver e atender às necessidades de cada um deles”, disse a coordenadora do ensino infantil da Maple Bear Natal, Danielle Gurgel.

EXPERIÊNCIAS INOVADORAS

O método canadense de ensino proporciona às crianças experiências inovadoras no processo de formação. Essa vivência começa a partir do primeiro ano de vida, por meio do Early Toddler, a primeira etapa do ensino infantil, que vai até os 2 anos de idade. Esse programa de ensino funciona com imersão 100% inglês e tem como objetivo desenvolver atitudes saudáveis em relação ao aprendizado e ao interesse pelo ambiente escolar. 

No Early Toddler, a criança tem vivências diretamente ligadas ao seu cotidiano e rotina, além de fazer ligação direta com a família. A rotina 100% inglês proporciona um desenvolvimento linguístico por meio da metodologia bilíngue.

“Quando as crianças têm acesso desde cedo a uma metodologia de ensino bilíngue de imersão, elas recebem estímulos extras no desenvolvimento linguístico, assim como em outras áreas do cérebro, como as funções executivas, que são habilidades em controlar e regular nossos pensamentos, emoções e ações. Dessa forma, elas aproveitam melhor as janelas de aprendizagens próprias da faixa etária”, detalhou Danielle Gurgel.

CENTROS DE APRENDIZAGEM

Aos 5 anos, na última etapa da educação infantil, as crianças passam a ter 25% do conteúdo em português, e a partir do 1º ano do ensino fundamental, 50% do conteúdo em português e 50% em inglês.
As salas de aula do ensino infantil são estruturadas com centros de aprendizagem: matemática, blocos de construção, faz de conta, coordenação motora fina, coordenação motora ampla, criação, sensorial e centro de leitura.

16

Jan

Os motoristas que precisam renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) agora podem fazer o agendamento online e concluir todo o processo sem precisar ir ao Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran). Com o novo recurso, o usuário inicia o processo em casa e finaliza na clínica médica para onde será direcionado pelo sistema, podendo agendar dia e horário para o atendimento.

Quem fizer o pedido de Renovação pela Internet, vai conseguir emitir o boleto para pagamento e saber para qual clínica médica será encaminhado. Na própria clínica, será realizada a captura de imagem e das impressões digitais dos condutores. O serviço está disponível inicialmente em Natal e será expandido para todas as unidades do Detran no Rio Grande do Norte.

O Chefe de Gabinete do Detran, Osmar Paiva Filho, explica que o novo serviço vai utilizar a tecnologia para facilitar a vida dos cidadãos. “Essa opção de atendimento evita a necessidade de se dirigir a uma unidade física do Detran para fazer o pedido de renovação da CNH, o que vai colaborar no nosso planejamento de desafogar as unidades e reduzir as filas, proporcionando cada vez mais comodidade para realização dos serviços”, comentou o chefe de Gabinete.

Ao acessar a página do Detran, logo na página inicial o usuário encontra um banner para Renovação da CNH, clicando nesse link vai preencher todos os dados solicitados. Em seguida, receberá o boleto para pagamento das taxas e será direcionado para a clínica onde fará os procedimentos. Ao concluir essa etapa, é preciso se dirigir à clínica médica para coleta de imagem, assinatura e impressões digitais, levando comprovante de pagamento, CNH vencida e comprovante de residência.

Cerca de cento e trinta mil processos de Renovação de Habilitação foram realizados no Detran/RN em 2019, é o que mostram os dados contabilizados pela Subcoordenadoria de Informática do órgão. A renovação da CNH é necessária ser feita a cada 5 anos para quem tem menos de 65 anos, acima dessa idade, a renovação deve ser feita a cada 3 anos. O condutor precisa ainda passar por exames médicos para continuar conduzindo o veículo.

15

Jan

Depois que havia sido anunciado que a rádio da Tribuna do Norte seria afiliada à Band News e do insucesso da negociação, o grupo agora está de olho em outra grife nacional, com o negócio quase fechado.

 O namoro da vez é com a marca Jovem Pan News. Representantes do grupo estarão em São Paulo nos próximos dias para assinar o contrato, na corrida contra a o tempo para lançar a nova emissora.

15

Jan

A Tribuna do Norte está lançando nesta semana uma série de pesquisas que foram feitas durante o Enem em três capitais do Nordeste – Natal, Recife e Fortaleza – com a intenção de investigar a “cabeça dos jovens”. As pesquisas são a primeira empreitada, exclusiva para o jornal, do instituto Radar Nordeste, empresa criada a partir da sociedade entre o empresário potiguar Flávio Azevedo, acionista majoritário do jornal, e o ex-diretor do Ibope Maurício Garcia. 

O projeto de contar com um instituto de pesquisa genuinamente potiguar que servisse não somente para levantar números eleitorais, mas também informações nas áreas de economia e comportamento, foi elaborado – durante mais de um ano –  pelo publicitário e jornalista Ricardo Rosado, ex-sócio de Flávio no Portal NoAr. A ideia era fortalecer o jornalismo impresso da Tribuna com conteúdo exclusivo, conseguido a partir de base científica. A ideia original era ter uma espécie de “Datafolha” da Tribuna. 

Com o fechamento da Certus, haviam restado no RN dois ou três institutos de pesquisa. A percepção de que havia uma nova oportunidade no mercado atraiu Maurício Garcia, que topou vir a Natal investir neste novo instituto. O entendimento do grupo era de que, até então, institutos de pesquisa no Estado só investiam em pesquisas políticas, de mercado imobiliário e avaliação administrativa. A ideia é que o Radar Nordeste venha contribuir com pesquisas de opinião pública, que contribuam para o comércio e para os meios publicitário e jornalístico.

15

Jan

Nesta quinta-feira (16) acontece o lançamento oficial da 25ª edição da Feira Internacional de Artesanato (Fiart), a partir das 8h, no Espaço Neuma Leão, em Morro Branco. O lançamento deverá contar com as presenças da imprensa, patrocinadores, apoiadores e colaboradores. Na ocasião, serão apresentadas a estrutura, a programação e as novidades da próxima edição da Feira, que acontecerá de 24 de janeiro a 02 de fevereiro, das 16h às 22h, no Centro de Convenções de Natal.

A Fiart 2020 é realizada através da Espacial Eventos e Promoções, Governo do Estado, Prefeitura do Natal e Sebrae/RN, contando também com o patrocínio, através da Lei de incentivo municipal Djalma Maranhão , da Unimed Natal e a Luck Receptivo.

15

Jan

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem se dedicado ao enfrentamento da desinformação disseminada acerca do processo eleitoral e da Justiça Eleitoral (JE). Diversas iniciativas foram lançadas com o objetivo de conter esse fenômeno, que teve seu ápice nas Eleições Gerais de 2018, provocando efeitos negativos à imagem e à credibilidade desse segmento especializado da Justiça. O TSE decidiu debater o assunto e preparar o terreno em 2019, estabelecendo defesas contra as informações falsas que eventualmente terão de ser enfrentadas no pleito municipal de 2020.

Na opinião do juiz auxiliar da Presidência da Corte Ricardo Fioreze, que também é coordenador do grupo gestor do Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, a atuação preventiva capacita a Justiça Eleitoral para conter a desinformação de forma mais efetiva. Segundo ele, como esse fenômeno alcança várias camadas e setores da sociedade, com antecedência, é possível reunir um maior número de parceiros a fim de se executarem ações conjuntas.

“A atuação preventiva também garante maior tempo para a execução de ações voltadas a conscientizar a população, em especial, os eleitores, sobre a desinformação e seu significado, bem como sobre os riscos e os prejuízos que ela pode causar tanto para o cidadão como para a democracia. A ideia é mostrar os cuidados e os recursos de que o cidadão pode se valer para não ser enganado por práticas de desinformação”, completa o juiz. 

Seminário

Em maio do ano passado, o TSE realizou o Seminário Internacional Eleições e Fake News, com o apoio da União Europeia, que reuniu alguns dos maiores especialistas no tema para debater estratégias de combate à proliferação de notícias falsas no processo eleitoral.

O evento contou com a participação de dirigentes do Facebook, do Google, do Twitter e do WhatsApp e de especialistas do FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA), da Polícia Federal, da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Poder Judiciário, além de representantes da imprensa, de universidades e de institutos de checagem nacionais e internacionais, entre outros convidados.

 Enfrentamento à desinformação

No segundo semestre de 2019, a Corte lançou o Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, que conta hoje com 47 instituições parceiras, entre partidos políticos e entidades públicas e privadas. A iniciativa tem a finalidade de enfrentar os efeitos negativos provocados pela desinformação à imagem e à credibilidade da Justiça Eleitoral, à realização das eleições e aos atores envolvidos no pleito.

Na ocasião do lançamento do programa, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, anunciou a veiculação de uma página na internet que reúne dados sobre a desinformação e, também, de um livro que é fruto dos debates ocorridos no Seminário Internacional. A obra está disponível no Portal do Tribunal na internet.

Para 2020, serão priorizadas ações de educação midiática e informacional, com a finalidade de conscientizar os cidadãos acerca da desinformação, bem como de informar os eleitores sobre pontos importantes do processo eleitoral.

“Também serão priorizadas ações de identificação e checagem de práticas de desinformação e, se for o caso, de divulgação da informação correta, tanto pela própria Justiça Eleitoral como pelos parceiros do programa”, explica o juiz Ricardo Fioreze.

Fato ou Boato?

Em outubro de 2019, o TSE lançou a página “Fato ou Boato?”, que reúne, em um só espaço, todos os conteúdos produzidos para rebater as informações falsas sobre a Justiça Eleitoral.

O site é uma evolução da ferramenta disponibilizada em 2018, dentro do rol de ações da campanha de esclarecimento ao eleitor daquele ano, intitulada “TSE contra Fake News”. A campanha rendeu à Corte a indicação como finalista da 16ª edição do Prêmio Innovare, na categoria “Tribunal”.

O espaço conta também com materiais produzidos pelas instituições parceiras que aderiram ao Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020.

Com um layout mais moderno, no formato onepage (todo o conteúdo é disposto na mesma página), o novo espaço foi dividido em oito áreas: Passo a Passo, Esclarecimentos, Quiz, Mitos Eleitorais, Agências, Posts, Candidatos e Fake News.

Para visitar o site, basta digitar o endereço www.justicaeleitoral.jus.br/fato-ou-boato ou acessar o Portal do TSE, no centro da página, e clicar no banner“Fato ou Boato?”.

Mais ações

O Núcleo de Rádio e TV do TSE também produziu diversos vídeos e spots de rádio sobre o tema. Veiculou ainda, no canal da Justiça Eleitoral no YouTube, uma série de vídeos com depoimentos de especialistas nacionais e internacionais que participaram do Seminário Internacional Fake News e Eleições. 

Além disso, o Núcleo produziu a série Minuto da Checagem, com o objetivo de mostrar ao eleitor a importância de checar as informações antes de compartilhá-las. Com duração de aproximadamente um minuto, os vídeos são veiculados uma vez por mês no canal da JE no YouTube e também no intervalo da programação da TV Justiça e das demais 500 emissoras parceiras do TSE. 

As redes sociais do Tribunal também foram atuantes no enfrentamento da desinformação. Além de replicar todo o conteúdo produzido pela Assessoria de Comunicação (Ascom) da Corte, o Núcleo de Gestão Web produziu diversos posts e campanhas para esclarecer o cidadão.

Outra ação que merece destaque é a campanha “Turma da Democracia”. Em várias animações de 30 segundos, personagens divertidos e parcialmente humanizados estimulam a conscientização dos cidadãos a respeito da democracia e do papel de cada um em uma sociedade. Suas mensagens também despertam a atenção do público para os inimigos da democracia, como a desinformação.

15

Jan

*Deu no Meio & Mensagem

O grupo de consumidores com idade até 22 anos está mais disposto a pagar mais por marcas sustentáveis em comparação com outras faixas demográficas, de acordo com estudo da First Insight. O levantamento realizado pela empresa de pesquisa digital indicou que 73% dos entrevistados pagariam mais por produtos sustentáveis — a maioria está disposta a pagar um preço 10% superior.

“Com a geração Z em vias de se tornar a maior geração de consumidores neste ano, varejistas e marcas devem impulsionar as práticas sustentáveis agora se quiserem manter o ritmo. A cada geração a sustentabilidade está mais inserida nas decisões de compra”, explica Greg Petro, CEO da First Insight.

O varejo tem se movimentado para atender a crescente demanda dos consumidores por produtos sustentáveis ou eco-friendily. O setor de vestuário, por exemplo, é uma indústria que gasta grandes quantidades de água e descarta roupas com facilidade. Para combater essa realidade, marcas como GAP e Everlane investiram em práticas de negócio sustentáveis, enquanto outras criaram modelos de negócio em torno do tema. O mercado de roupas de segunda mão, composto por empresas como RealReal e ThredUP, que compram e vendem roupas usadas de alta qualidade estão ganhando popularidade à medida que as preocupações ambientais ganham força.

O estudo, que ouviu mil pessoas nos Estados Unidos, indica que os representantes da geração Z superam os antecessores millennials e geração X em termos de preferência por produtos sustentáveis. Os baby boomers, geralmente os avós da geração Z, são os “resistentes”. Ainda assim, a sustentabilidade está se tornando o item mais importante na decisão de compra no geral e a maioria dos respondentes espera que as marcas e o varejo se tornem mais sustentáveis.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/01/15/geracao-z-esta-disposta-a-pagar-mais-por-produtos-eco-friendly.html