Aqui você encontra comunicação, educação, tecnologia, mundo corporativo, entrevistas, mídias sociais e cultura

Fale com a gente pelo e-mail blogdajuliska.news@gmail.com e nos siga no Instagram @blogdajuliska.

23

Jan

O Ministério da Educação (MEC) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) iniciaram o processo de compra de 7.636 bicicletas, por meio do programa Caminho da Escola. Segundo o MEC, as últimas aquisições ocorreram em 2011. As bicicletas serão usadas por estudantes, que chegam a percorrer, a pé, diariamente, 15 quilômetros para chegar à escola ou ao ponto onde passa o ônibus escolar, segundo estudos do FNDE.

“Com os veículos, o MEC tem objetivo de diminuir a evasão escolar e melhorar a qualidade do transporte escolar, principalmente em áreas rurais e ribeirinhas”, diz nota do ministério. A bicicleta estará disponível em dois tamanhos, o aro 20 e o aro 26, e vão ter quadro reforçado, selim anatômico, para-lamas, descanso lateral, espelho retrovisor, campainha e refletores. Serão ofertados também bombas manuais para encher o pneu, ferramentas e capacetes de segurança.

O programa Caminhos da Escola desde 2010 busca renovar a frota de veículos escolares no Brasil e garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes. Os estados, Distrito Federal e municípios interessados em adquirir as bicicletas devem acessar o Sistema de Gerenciamento de Atas de Registros de Preço (Sigarp) do FNDE e utilizar as atas do Fundo com recursos próprios ou fazer transferência direta, via Plano de Ações Articuladas (PAR).

Com informações da Agência Brasil

23

Jan

Cerca de 70% das inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm sido feitas por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Segundo o Ministério da Educação, até o início da tarde, 2.095.174 inscrições foram realizadas por 1.108.434 pessoas. Cada candidato pode sinalizar o interesse em até dois cursos.

De acordo com o MEC, a lentidão no acesso ao sistema acontece em virtude da adaptação ao novo modelo adotado nesta edição. A partir deste ano, o sistema está em nuvem, fora dos servidores da pasta, para viabilizar que mais usuários possam acessar ao mesmo tempo, adaptar o portal para aparelhos mobile e economizar recursos. O sistema já registrou 7 mil inscrições por minuto.

O Sisu é a principal maneira de acessar o ensino superior público com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgada na semana passada. Para participar da seleção, é obrigatório não ter zerado a redação na edição de 2019 do exame. Neste semestre, são 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas de todo o país. A inscrição é gratuita e deve ser feita na página do participante.

Com informações da Agência Brasil

23

Jan

Cerca de 169 mil pessoas deixaram as penitenciárias do país no primeiro semestre de 2017, de acordo com os dados mais recentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Quando retornam à vida em liberdade, muitas destas pessoas se encontram desamparadas e em situação de vulnerabilidade, com dificuldades para encontrar oportunidades de trabalho e para acessar políticas públicas básicas que apoiem uma nova trajetória.

É para incidir nesse quadro que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está criando, por meio do programa Justiça Presente, o Escritório Social Virtual, aplicativo que reunirá diversos serviços e informações direcionado a esse público. Desenvolvido em parceria com o Governo do Distrito Federal e a Universidade de Brasília e com expectativa de lançamento para o primeiro semestre de 2020, o aplicativo se propõe a facilitar fluxos de informações aos egressos, em linguagem simples e direta, sobre a rede de serviços públicos aos quais podem recorrer para buscar oportunidades e inserção em políticas públicas adequadas como educação, cultura, saúde, trabalho, entre outras. Para garantir a maximização de uso, a produção do aplicativo está passando por validação com um grupo de egressos.

De acordo com o coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ, Luís Lanfredi, o aplicativo trará ao ambiente virtual parte dos serviços oferecidos nas versões físicas do Escritório Social, política fomentada pelo CNJ e atualmente presente em sete unidades da federação – . “O aplicativo se propõe a usar a tecnologia para facilitar um atendimento individualizado sobre as necessidades do egresso, considerando que cada pessoa tem uma trajetória de vida própria. Ao mesmo tempo, a ferramenta simplifica a reintegração social, poupando o egresso de estigmas e processos marcados por burocracia e restrições”, avalia.

Funcionalidades e apoio

Uma das vantagens do aplicativo é a possibilidade de apoiar a pessoa egressa enquanto ainda se encontra em cumprimento da pena, considerando a transição do regime fechado para o semiaberto, por exemplo. Nesta fase, o preso obtém o direito de pedir para deixar a prisão sem escolta por determinados períodos. Pela Lei de Execuções Penais (Lei 7.210/84 – LEP), esse tipo de saída temporária depende de autorização prévia do juiz e só pode ser solicitada para o preso visitar a família, estudar ou participar de atividades que concorram para o retorno ao convívio social.

Mesmo assim, o preso tem de cumprir critérios que serão observados pelo juiz ao avaliar a solicitação de saída temporária, que, quando concedida, estipula determinadas condições. “Quando a gente vai para o regime semiaberto, é complicado sair e ir em uma consulta, ou fazer um exame. A gente não tem liberdade para procurar, não pode procurar um médico. Na prisão (regime fechado) a gente só tinha acesso a um clínico geral”, afirma Leandro Brito, que cumpre pena em regime aberto no Distrito Federal desde abril de 2018. Com o aplicativo na mão, o homem de 39 anos poderia procurar o serviço de que precisa e anotar o local do compromisso médico na solicitação de saída temporária. O aplicativo ainda indicará serviços como albergues públicos, restaurantes populares e unidades hospitalares, postos de saúde e centros de psicossocial. Antes de ser lançado, o aplicativo passará por novas validações com participação de pessoas egressas.

Outro serviço importante que estará em formato digital é a situação processual do usuário. “Muitos presos relataram a sensação de sair ‘perdido’ da prisão, com dificuldades para entender a própria situação processual, por não entender as exigências e o trâmite burocrático para regularização da documentação e reabilitação criminal. Também relatam desconhecer seus direitos e quais órgãos públicos poderão ajudá-los nesta nova fase”, disse Pollyanna Alves, coordenadora adjunta do eixo do programa Justiça Presente responsável pelo projeto.

Caso ainda esteja cumprindo pena fora da prisão, em regime de semiliberdade ou aberto, a pessoa egressa saberá quanto tempo de pena ainda tem por cumprir no celular. Também descobrirá a quem recorrer para obter assistência jurídica gratuita – a Defensoria Pública e algumas faculdades de direito prestam o serviço sem cobrar. Leandro Brito, um dos egressos que avaliou a concepção do aplicativo, não se lembra em que data concluirá sua pena, algo que seria resolvido em poucos cliques com o aplicativo em mãos.

Embora a baixa renda da maioria da população carcerária brasileira possa parecer, à primeira vista, um obstáculo para uso do aplicativo, a dificuldade pode ser superada tomando um smartphone emprestado da mãe, da esposa ou do filho, por exemplo. “Em entrevistas com pessoas egressas, indagamos quanto à questão e muitos nos colocaram que a maior parte do público a ser atendido possui um smartphone. Um desafio é a falta de um plano de dados, motivo pelo qual o projeto pensa em pactuar parcerias com políticas de inclusão digital, já em curso pelo Governo do Distrito Federal”, afirmou Pollyanna Alves. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil possui 228,5 milhões de linhas de telefonia móvel registradas, metade pré-pago e metade pós-pago.

Mundo do trabalho

Uma outra frente trabalhada no aplicativo são opções de educação e empregabilidade para o egresso, com reunião de informações sobre rede de ensino, cursos profissionalizantes gratuitos e dicas de atuação no mundo do trabalho. “A principal dificuldade relatada na vida pós-prisão é a adequação ao mercado de trabalho, situação que acaba agravada pela falta de emprego que atinge o país em geral. Por isso, estamos firmando parcerias para cursos de qualificação profissional gratuitos, bem como para a produção de vídeos explicativos sobre como se comportar no ambiente corporativo, em uma entrevista de emprego, por exemplo”, diz Pollyanna Alves.

Além do estigma que envolve a passagem pelo sistema prisional, os egressos também enfrentam desafios de colocação profissional resultantes da baixa escolaridade. Metade deles (51,3%) não têm o ensino fundamental, de acordo com os dados mais recentes do Depen, referentes a junho de 2017. Quanto à experiência profissional, a prisão não melhorou as chances de emprego, embora a LEP assegure à população prisional direito ao trabalho. Apenas 17,5% dos 726 mil brasileiros presos tiveram alguma atividade laboral na prisão. Mesmo assim, 57,8% deles não recebiam por isso, ao contrário do estabelecido em lei.

Justiça Presente

O programa Justiça Presente foi iniciado em janeiro de 2019, resultado de parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública para abordar problemas estruturais no sistema prisional e no sistema socioeducativo. A ressocialização é um dos quatro eixos do programa, que também trata dos problemas do superencarceramento, do sistema socioeducativo e da modernização da execução penal em todo o país.

22

Jan

A curta temporada do espetáculo Meu Seridó na Caixa Cultural rendeu indicação ao Prêmio Botequim Cultural de Teatro. Meu Seridó, dirigido por Cesar Ferrario, está concorrendo na categoria melhor direção da 8º edição do Prêmio Botequim Cultural. A peça retrata o sertão potiguar e percorreu 46 cidades brasileiras no ano passado. 

O processo de votação popular, para a escolha dos vencedores está aberto até o dia 10 de fevereiro. Para votar é só clicar no link abaixo e preencher o formulário de votação: http://botequimcultural.com.br/8o-premio-botequim-cultural-votacao-final/

 

22

Jan

Três dos cinco maiores jornais do País registraram crescimento na média da circulação do ano de 2019. Dados do Instituto Verificador de Comunicação (IVC) apontam que, no ano passado, a média das circulações da Folha de S.Paulo, O Globo e Super Notícia cresceu na comparação com a média anual de 2018.

Líder no segmento do País, a Folha registrou uma média mensal de 328.438 exemplares de acordo com o IVC. O número representa um aumento de 6,4% na comparação com a circulação registrada pela Folha no ano anterior. Para esse cálculo, o IVC considera a soma dos dados de circulação impressa com os de circulação digital.

Segundo colocado no ranking, o Globo registrou um aumento de 7,2% na circulação geral, em comparação com 2018, alcançando o número de 323.172 exemplares. O Super Notícia, de Minas Gerais, também ampliou sua circulação em 2019, alcançando uma média de 193.105 (3,1% superior à registrada em 2018).

Embora o Estadão tenha registrado uma ligeira queda de 0,8& na média geral de circulação em 2018, o veículo também cresceu quando se analisa somente a parte de assinaturas digitais. Nesse meio, o jornal viu sua circulação subir 5,5% em 2019 na comparação com o ano anterior.

O Zero Hora, de Porto Alegre, também teve um recuo em sua média geral de circulação (impresso + digital), que passou de 181.183 exemplares em 2018 para 163.594 no ano passado.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/01/21/circulacao-dos-maiores-jornais-do-pais-cresce-em-2019.html

22

Jan

Deu no Meio & Mensagem

A Ambev é a líder isolada do ranking de anunciantes mais punidos no Conar em 2019. O levantamento é elaborado pelo nono ano consecutivo por Meio & Mensagem, com base nas informações publicadas pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária em seu site.

Das dez condenações da Ambev, oito foram por ações envolvendo a cerveja Skol, uma da marca Brahma e uma de Stella Artois. No ano passado, o ranking das empresas mais punidas pelo Conar foi liderado pela Divcom Pharma, LG e Nestlé, sendo que naquele ano cada uma dessas quatro empresas foi condenada três vezes.

No levantamento relativo a 2019, os fabricantes de bebidas alcoólicas ocupam quatro das seis posições — considerando anunciantes que tiveram, pelo menos, três punições. Após a Ambev, o ranking segue com Coca-Cola, Claro e Diageo, com quatro condenações cada, e Heineken e Missiato, com três.

Assim como nos últimos anos, boa parte dos processos julgados pelo Conar são de ações comerciais feitas em redes sociais por influenciadores. Em 2019, dois processos da Ambev envolveram a cantora Anitta. Em março, a Skol parecia nos Stories feitos pela cantora em sua festa de aniversário. E em outubro, em nova postagem feita pela cantora, o cantor abriu outro processo para avaliar a postagem da bebida Skol Beats, 150 BPM, feita em parceria com Anitta, que pouco antes havia sido nomeada head de criatividade e inovação da marca. Veja, abaixo, o ranking dos anunciantes mais penalizados, elaborado pela quantidade de processos que resultaram em condenações:

Ambev – 10 condenações
Três das condenações da Ambev envolvem a cantora Anitta. Em duas, a decisão foi por sustação das peças veiculadas em redes sociais, com advertência ao anunciante e à artista. A postagem com o texto “Em homenagem ao funk, a nova Beats é 150 BPM, porque é mais acelerada do que todas as Skol Beats que vocês já viram” foi punida pela aparição em veículo dirigido a público predominantemente jovem. O segundo caso é parecido, com publicação de foto em que ela bebe diretamente de uma lata de Skol, novamente sem frase recomendando consumo responsável e sem explícita identificação publicitária. Além de Anitta, a Ambev também recebeu punições pela campanha “Puro Malte”, que brincava com o tema das fake news, um comercial em animação veiculado na internet e criado para Skol pela F/Nazca S&S. Outro pedido de alteração, mas desta vez agravado por advertência, foi motivado por ação de Skol nas redes sociais que associavam a cerveja ao grupo sul-coreano de k-pop BTS, com uso do título “BTS – Bora Tomar uma Skol”. A reprovação se deve ao forte apelo da banda junto ao público infanto-juvenil. Também com recomendação de alteração e advertência aos anunciantes, terminou processo envolvendo a Ambev, sua agência Score Group e a Gol Linhas Aéreas, pela promoção “Gol por preço de Brahma”, com passagens anunciadas a R$ 3,90, que causou pane no site da empresa aérea, o que levou muitos consumidores a questionaram a veracidade da ação. Em outros três casos, anúncios em mídia exterior foram reprovados por infringirem as regras do Conar, que recomendam que, neste meio, a publicidade de bebidas alcoólicas deve se limitar à exibição do produto, sua marca, slogan e frase de advertência sobre consumo responsável. E, finalmente, terminou com pedido de alteração, a divulgação de um serviço de delivery nas redes sociais, criada pela Bullet para Skol, com o título “SOS Skol – Apertou, chegou, maratonou”. O Conar solicitou a inclusão de explicação mais precisa sobre o acesso ao serviço, que se faz mediante um app.

Claro – 4 condenações
A operadora de telefonia sofreu quatro pedidos de alteração, um deles com advertência. Neste último caso, em decorrência de desconformidade da cobrança recebida em relação ao preço de R$ 79,00 por 35 megas por mês, anunciado na internet. Os outros três casos de alteração envolveram a publicidade de ligações ilimitadas (em que havia cobrança de “taxa de deslocamento”), o acesso ao conteúdo de revistas oferecido como complemento ao serviço de telefonia (na verdade, restrito a alguns planos) e a liderança em velocidade com fibra ótica. Antes do julgamento, o Conar realizou reunião de conciliação entre a Claro e a Vivo, que fez a reclamação, mas o encontro não resultou em entendimento.

Coca-Cola – 4 condenações
Uma das condenações com pedido de alteração da Coca-Cola se deu por postagem nas redes sociais feita pela cantora Anitta, sem a informação de que se tratava de publicidade. O anunciante reconheceu o equivoco e a cantora acrescentou a identificação à postagem. Outro caso terminou com pedido de alteração na embalagem de Guaraná Kuat 220 ml que destaca “nova receita com 37% menos açúcares”, no sentido de deixar claro se ficou mais saudável ou apenas mudou de categoria em função da concorrência. Anúncio em mídia exterior de Coca-Cola Café, com o título “Gás extra para virar a noite jogando”, ilustrado por foto de crianças jogando vídeo game, teve pedido de sustação pela mensagem propor inadequadamente o consumo excessivo do produto, condenando também a veiculação próxima a escolas. A quarta condenação envolve a campanha “O poder das sementes”, de Ades, e a Twogether Produções Artísticas, e teve pedido de alteração agravada por advertência ao anunciante, ainda não detalhado no site do Conar.

Diageo – 4 condenações
Todas as quatro condenações da Diageo se deram por anúncios em mídia exterior. Peça com o título “Celebre com o novo drink Johnnie Highball”, teve pedido de sustação por infringir quatro itens do Código. Mensagem de Smirnoff Ice foi punida com pedido de alteração por usar ilustração de um skate, que remete a tema de interesse de crianças e adolescentes, o que extrapola as recomendações para publicidade de bebidas alcoólicas. Anúncio do Old Parr, com o título “O whisky 12 anos mais vendido do Brasil”, foi sustado por conter texto que não é o slogan do produto. E campanha de Johnnie Walker foi julgada por não publicar frase de advertência sobre consumo responsável, terminando com pedido de alteração.

Heineken – 3 condenações
Duas condenações ocorreram por veiculações em mídia exterior que excediam a recomendação de que a publicidade de bebidas alcoólicas se limite, neste meio, à exibição do produto, sua marca, slogan e cláusula de advertência, sem apelo de consumo. O caso da marca Amstel teve pedido de sustação, agravada por advertência, e o da cerveja Schin com a cantora Ivete Sangalo, de sustação. O anunciante foi advertido em outra ocasião pela ausência em áudio da frase de advertência, recomendando consumo moderado do produto, em vídeo da Heineken nas redes sociais.

Missiato – 3 condenações
O anunciante foi punido três vezes com sustação, agravada por advertência, por ações da marca de bebidas alcoólicas Corote. Postagem nas redes sociais que mostram imagens de jovens ingerindo o produto foi condenada por ausência de mecanismo seletivo de acesso e de frase recomendando consumo responsável do produto, uso de imagens que remetem ao universo infanto-juvenil e incentivo ao consumo exagerado. A fabricante alegou não ter sido responsável pelos anúncios, sendo apenas uma empresa presente nos eventos promocionais da bebida. Em outra veiculação nas redes sociais, nova ausência de mecanismo de acesso seletivo, alusão a temática infantil, mostrando pessoas que não aparentam ter 25 anos ou mais de idade e frase de advertência de difícil leitura. A terceira condenação foi motivada por post feito pelo influenciador digital Cocielo, com ausência de ferramenta que limite o acesso de menores de idade, frase recomendando consumo responsável e informação de que se trata de publicidade. Marca e influencer disseram que a postagem era um agradecimento do blogueiro por presente recebido.

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/01/22/marcas-de-bebidas-lideram-punicoes-do-conar-em-2019.html

 

22

Jan

Center for Cooperative Media oferece uma série de cursos on-line e gratuitos sobre jornalismo colaborativo entre janeiro e abril. Com duração média de uma hora, os cursos têm diferentes datas de exibição, que podem ser escolhidas pelo(a) aluno(a) no momento da inscrição.

Três módulos estão disponíveis: “Introdução ao jornalismo colaborativo”, “Como construir a colaboração no jornalismo” e “Fluxo de trabalho e tecnologia no jornalismo colaborativo”.

De acordo com Stefanie Murray, diretora do centro, os cursos podem fornecer inspiração a iniciativas de jornalismo colaborativo que crescem no Brasil e na América Latina através de uma visão geral de como esse modelo está sendo estudado nos Estados Unidos e dos diferentes tipos de projetos possíveis.

“Temos ouvido falar sobre muitos esforços de colaboração interessantes acontecendo na América Latina, e acreditamos que é um cenário propício para mais parcerias”, afirma.

Murray é responsável pela apresentação do curso de introdução ao jornalismo colaborativo. Os outros dois módulos são apresentados por Heather Bryant, fundadora do Projeto Facet.

Localizado na Universidade Estadual de Montclair, em Nova Jersey, Estados Unidos, o Center for Cooperative Media tem como missão o fortalecimento do jornalismo local e colaborativo. Os cursos foram financiados por uma doação da Fundação Rita Allen.

Fonte: Abraji, disponível em: https://abraji.org.br/noticias/centro-especializado-dos-eua-oferece-cursos-online-de-jornalismo-colaborativo

22

Jan

A partir desta quinta-feira, 26, até o dia 31 de janeiro de 2020, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) recebe os dados de professores em exercício na rede pública que queiram cursar licenciatura na área em que atuam. Além de mapear em todo Brasil os professores que precisam adequar sua formação ao exigido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), esse processo pretende identificar aqueles que têm real interesse em se especializar. As informações vão nortear o planejamento dos programas de formação inicial de professores da educação básica a serem implementados em 2020.

Os interessados devem cadastrar seus currículos na Plataforma CAPES de Educação Básica e preencher os formulários, que pedem dados sobre sua formação e atuação profissional. Essas informações serão analisadas e validadas pelas Secretarias de Educação às quais os candidatos estão vinculados.

A manifestação de interesse dos professores e a validação pelas Secretarias ainda não garantem a oferta dos cursos, mas a intenção é de que norteiam o atendimento gradativo das demandas. Programas como o Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR) e a Universidade Aberta do Brasil (UAB) – que fomentam cursos de licenciatura – já terão seus próximos editais direcionados por essas informações.

A iniciativa contribui para o alcance da Meta 15 do Plano Nacional de Educação (2014-2024). A meta aborda as estratégias que preveem consolidar e ampliar plataformas eletrônicas e implementar cursos e programas especiais, para assegurar formação superior aos professores que estão em exercício, mas que possuem somente formação de nível médio.  Confira o Manual do usuário e o Tutorial para interesse em formação

22

Jan

Termina nesta sexta-feira (24) o prazo para apresentação de propostas à consulta pública para elaboração do projeto de lei que cria o Programa Universidades e Institutos Empreendedores e Inovadores, chamado de Future-se pelo Ministério da Educação (MEC) desde o lançamento, em julho do ano passado.

Conforme o texto em consulta, o programa tem como objetivos incentivar fontes privadas adicionais de financiamento para projetos e programas de universidades e institutos federais, incrementar as taxas de conclusão e os índices de empregabilidade dos egressos dos cursos, fomentar a cultura empreendedora no ambiente acadêmico, estimular a internacionalização do ensino, e incentivar o desenvolvimento científico.

O Future-se vai “aumentar a autonomia financeira, administrativa e de gestão das universidades e dos institutos federais por meio do fomento ao empreendedorismo, à captação de recursos próprios, à exploração de patentes e à geração de startups”, diz nota divulgada pelo MEC. A busca de novas fontes de recursos não substitui ou altera a atual forma de financiamento, que “está mantida” como também descreve a nota.

Para participar do Future-se, universidades e institutos federais deverão firmar um contrato de resultado com o Ministério da Educação. O MEC garante que tais instituições as “não serão privatizados e não haverá cobrança de mensalidades dos alunos”.

Para fazer sugestões ao Ministério da Educação, as pessoas interessadas poderão enviar mensagem por e-mail ou para o site Participa.BR.

Com informações da Agência Brasil

22

Jan

Medicina, direito, engenharia, pedagogia e licenciaturas estão entre as carreiras mais procuradas por estudantes de 15 anos em 41 países. No Brasil, quase dois a cada três estudantes pretendem seguir as dez profissões mais citadas no questionário do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2018 por aqueles que fizeram as provas. 

Os resultados estão no estudo “Empregos dos sonhos? As aspirações de carreira dos adolescentes e o futuro do trabalho”, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A publicação analisa, entre outras, as respostas à pergunta: “Qual profissão você espera ter aos 30 anos de idade?”, feita aos participantes do Pisa. O levantamento analisa ainda os resultados dos países que participaram da edição do exame em 2000 e em 2018. 

“As aspirações profissionais dos jovens são importantes”, diz o estudo. “As aspirações de carreira dos adolescentes são um bom preditor dos empregos que os alunos podem ocupar quando adultos”, observa. A intenção é mostrar também como essas aspirações mudaram ao longo do tempo.

Ranking por gênero

Os rankings das profissões mais desejadas variam de acordo com o gênero dos estudantes. Entre as mulheres, tanto em 2000 quanto em 2018, medicina, direito, pedagogia e licenciaturas, enfermagem, psicologia, administração e veterinária estão entre as top 10. 

Em 2000, profissões como jornalista, secretária e cabeleireira completavam o ranking. Em 2018, elas saíram e deram lugar às ocupações de designers, arquitetas e policiais. 

Entre os homens, as profissões mais procuradas em 2018 foram engenheiro, administrador, médico, advogado, profissional de educação física, arquiteto, mecânico automobilístico, policial e profissional de tecnologia da informação e comunicação. As profissões são as mesmas desejadas em 2000, apenas mudaram de lugar no ranking. Engenharia, que ocupava a terceira posição entre os meninos, passou a ser a mais buscada. 

“De maneira esmagadora, são mais frequentes os meninos que esperam trabalhar em ciência e engenharia do que as meninas, mesmo quando meninos e meninas têm o mesmo desempenho no teste científico do Pisa, mas esse nem sempre é o caso. Além disso, em muitos países, o nível de interesse das meninas por essas profissões é maior do que o dos meninos”, diz o estudo. 

No Brasil, 63% dos estudantes de 15 anos querem seguir essas carreiras. O índice só é superado pela Indonésia, com 68%. França e República Tcheca têm o  menor percentual, 36%.

Futuro das profissões

O estudo analisou também os riscos de as profissões escolhidas pelos estudantes não existirem mais no futuro devido ao uso de robôs e de inteligência artificial para substituir trabalhadores. 

De acordo com o texto, a maioria das carreiras mais populares entre os jovens, como profissionais de saúde e sociais, culturais e legais, tende a ter baixo risco de automação.

No entanto, fora do ranking das profissões top 10, “muitos jovens selecionam empregos com risco muito maior de automação. Ao todo, 39% dos empregos citados pelos participantes do Pisa correm o risco de ser automatizados dentro de 10 a 15 anos”. 

O estudo mostra que o risco de automação varia entre países. Na Austrália, Irlanda e no Reino Unido, cerca de 35% dos empregos citados pelos estudantes correm o risco de automação. Na Alemanha, Grécia, Japão, Lituânia e Eslováquia, mais de 45% desses empregos estão em risco.

Pisa 2018

O Pisa é aplicado a cada três anos e avalia estudantes de 15 anos quanto aos conhecimentos em leitura, matemática e ciências. Em 2018, o Pisa foi aplicado em 79 países e regiões a 600 mil estudantes. No Brasil, cerca de 10,7 mil estudantes de 638 escolas fizeram as provas. 

Com informações da Agência Brasil