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12

Mar

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Auxílio gratuito para declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2020 está disponível

A população de Natal que se prepara para fazer a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2020 pode contar com o apoio gratuito de universitários para preenchimento e envio. O Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil (NAF) da UnP, integrante da rede Laureate, estará com plantão de atendimentos até o dia 30 de abril.

O serviço será oferecido nas Unidades Roberto Freire e Zona Norte. No primeiro local, os atendimentos acontecem terças e quintas-feiras, das 9h às 11h e das 17h às 19h. Já na unidade que fica no Shopping Estação, alunos e professores atendem nas segundas e quartas, das 17h às 19h.

Para declarar, é necessário levar alguns documentos como: Informe de Rendimentos do ano de 2019; CPF dos Dependentes, data de nascimento e grau de parentesco; Comprovante de residência; Cópia da última declaração (se houver); Comprovante de despesas Médicas e com Educação; e Relação dos Bens.

11

Mar

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Pesquisa: carreira profissional cede lugar ao empreendedorismo no RN

Trilhar o caminho dos estudos para garantir uma carreira profissional ou se fixar mercado de trabalho formal ainda são as formais mais usuais para a maioria dos potiguares conquistar a sonhada estabilidade. Contudo, uma outra parcela está trocando essa carreira pelo empreendedorismo como forma de alcançar o sucesso. De acordo com informações do Sebrae, 48% dos Microempreendedores Individuais (MEI) formalizados no Rio Grande do Norte deixaram de lado o emprego com carteira assinada para ser dono do próprio negócio. Outros 20% dos formalizados já empreendiam, mas de maneira de informal. Hoje, o estado tem mais de 124 mil microempreendedores registrados.

Segundo a pesquisa Perfil do MEI, diferentemente do esperado, 42% continuam desenvolvendo a mesma atividade que tinha como empregado formal, mas agora como MEI. Outra ideia que o levantamento esclarece tem a ver com a ‘pejotização’ das carreiras. De acordo com a pesquisa do Sebrae, dos empreendedores potiguares que tinham carteira assinada e se formalizaram como MEI, somente 12% continuam atuando como pessoa jurídica na mesma empresa em que já desenvolviam atividades.

O Microempreendedor Individual é aquela categoria jurídica que engloba profissionais autônomos formalizados que trabalham por conta própria, que têm faturamento anual bruto de até R$ 81 mil e até um funcionário contratado com carteira assinada. Entre as obrigações estipuladas para esse público, está a declaração do quanto o negócio faturou no ano anterior. O prazo para entregar esse documento - a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) – vai até maio. O procedimento é obrigatório e a não realização do mesmo pode resultar na aplicação de multa ao empreendedor.

 

8

Mar

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Mulheres são maioria entre trabalhadores com ensino superior

Levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp) apontou que ainda há desigualdade de gênero no mercado de trabalho brasileiro.

Segundo os dados da pesquisa, as mulheres com ensino superior completo são a maioria no mercado de trabalho brasileiro (55,1% do total) na comparação com os homens com ensino superior. Essas mesmas mulheres com ensino superior também são maioria entre o número de admitidos de janeiro e dezembro do ano passado, principalmente na faixa etária entre 25 e 34 anos. Mas quanto ao rendimento, os maiores salários entre quem tem ensino superior ainda são dos homens, independentemente da idade.

No Brasil, a média salarial dos admitidos com ensino superior completo é de R$ 4.640 para homens e de R$ 3.287 para as mulheres, ou seja, em média, a mulher ainda recebe 41% a menos em seus salários em comparação aos homens.

Para a vice-presidente do Semesp, Lúcia Teixeira, não há justificativa para o fato de as mulheres terem salários menores que os homens. "As mulheres já provaram sua competência em todas as áreas do conhecimento. Não se justifica terem menor rendimento. Isso acontece em outros países também, conforme relatório da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Fatores como progressão de carreira, natureza do trabalho (mesmo que dentro de um mesmo setor), tipos de contrato e vida familiar podem ter influência nesta injustificável disparidade de gênero, a ser superada”, disse ela.

Outro problema demonstrado pela pesquisa é que, após os 30 anos de idade, o salário avança para os homens, enquanto as mulheres têm pouca evolução salarial ao longo da carreira.

“Os números indicam que a desigualdade de gênero no Brasil ainda é grande. As mulheres são maioria nos cursos de ensino superior. Entretanto, essa busca das mulheres por qualificação e aperfeiçoamento profissional, na maioria dos casos, não representa aumento significativo na renda mensal”, disse Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp.

Fonte: Agência Brasil

6

Mar

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Exportações potiguares registram queda de 38,8% no primeiro bimestre

O Rio Grande do Norte começou o ano com uma significativa retração na balança comercial. Em fevereiro, as exportações do estado totalizaram US$ 21,5 milhões e, no primeiro bimestre, acumularam um montante de US$ 55,9 milhões, o que representa um recuo de 38,8% em relação aos dois primeiros meses do ano passado. Somente o melão, que é o principal produto da pauta de exportação potiguar, acumula uma redução de aproximadamente 36,2% nos valores comercializados. Os envios da fruta para o mercado internacional diminuíram de 64,1 mil toneladas para 45,7 mil toneladas nos dois períodos em questão.

Em compensação, as importações do estado tiveram uma alta de 36,3%, comparando com o primeiro bimestre de 2019, já que, em fevereiro, as compras internacionais do RN ficaram em US$ 17,8 milhões. O total importado nos dois meses chegou a US$ 31,5 milhões em 2020, enquanto no ano passado esse valor somou US$ 23,1 milhões no intervalo entre janeiro e fevereiro. Com o isso, o saldo da balança comercial do bimestre teve um superávit de US$ 24,3 milhões, no entanto, esse valor é 64,3% menor que o saldo do primeiro bimestre de 2019, quando o Rio Grande do Norte obteve um saldo de US$ 68,2 milhões.

Os números são analisados mensalmente pela equipe técnica do Sebrae no Rio Grande do Norte com base nos dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Os produtos que lideram a pauta de exportação têm o melão na liderança do ranking do bimestre com um volume de 45,7 mil toneladas exportadas, o que equivale a uma negociação de US$ 25,9 milhões. O segundo item mais exportado foram as melancias frescas. Nos dois primeiros meses do ano, o estado vendeu 17,1 mil toneladas dessa fruta, volume que equivale a um valor de US$ 7,2 milhões. Os produtos de origem animal não voltados para alimentação humana assumiram a terceira posição do ranking com a comercialização de US$ 2,6 milhões.

O crescimento das importações foi puxado principalmente pelo trigo e as misturas com centeio, que aumentaram de 44,7 mil toneladas no primeiro bimestre de 2019 para 67,8 mil toneladas no mesmo período deste ano. Por isso, esses produtos ficaram na primeira colocação do ranking de importações, com um total negociado de US$ 13,1 milhões no bimestre. O segundo item foram os tecidos, cujas compras somaram US$ 1,1 milhão. E o terceiro lugar de produtos mais importados ficou com as outras máquinas de sondagem rotativa (US$ 888,1 mil).

5

Mar

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Depois da Microsoft, empresa brasileira será a primeira no país a testar semana de 4 dias

Nesta quarta-feira (4), o escritório da Zee.Dog estava vazio. Não era trabalho remoto ou feriado, mas a nova forma de trabalhar da empresa a partir de março: a semana terá apenas 4 dias úteis. A empresa de produtos para animais de estimação será a primeira do Brasil, e da América Latina, a fazer o teste que se mostrou um sucesso de produtividade na Microsoft do Japão. No país que luta para diminuir as horas extras de trabalho, a redução de um dia inteiro da jornada na empresa de tecnologia mostrou um aumento 40% no faturamento por funcionário na comparação mensal com ano anterior.

Com um faturamento de R$ 100 milhões em 2019, a Zee.Dog teve uma média de crescimento de 54% ao ano desde sua fundação em 2012 por Thadeu Diz, Felipe Diz e Rodrigo Monteiro. Porém, o lançamento do seu braço de entregas 24 horas, o Zee.Now, e a expansão da equipe para cerca de 150 funcionários veio com um preço: o aumento da pressão e de casos de burnout, a síndrome do esgotamento profissional. A empresa já oferecia benefícios desejados, como a abertura para trazer seu animal de estimação ao escritório, o que levou os fundadores a pensar em maneiras inovadoras para melhorar a rotina.

“Começamos a pesquisar formas de equilibrar a balança entre produtividade e qualidade de vida”, fala drigo Monteiro, cofundador e CFO da Zee.Dog. Então eles decidiram eliminar as quartas-feiras para quase toda a equipe, mantendo o modo antigo apenas para os times que não podem parar, como aqueles que lidam diretamente com o varejo, em lojas e na entrega de produtos. O que deu ao projeto o nome de #noworkwednesday. “É um teste inicial para podermos medir o desempenho no primeiro mês. Queremos criar um ambiente onde todo mundo se ajuda e se estimula para ter mais produtividade”, fala Monteiro.

O cofundador acha importante que os funcionários tenham autonomia para administrar seu tempo e não cobrará deles como estão dividindo seu trabalho nos 4 dias úteis. A medição será de acordo com a entrega de cada time de projetos. Antes de fazer a transição dessa semana, a empresa já havia mudado sua maneira de gerir times, adotando o modelo de squads, termo usado nas metodologias ágeis para denominar grupos multidisciplinares focados em projetos. Dessa maneira, eles já têm uma visão global e transparente do andamento de todas as tarefas na empresa, e se torna mais fácil agora otimizar o tempo.

“Nossa preocupação é a mesma do que a expectativa: se der certo, comprova uma teoria incrível de que podemos ser mais produtivos em 4 dias. Se não der certo, a flexibilidade trará um aprendizado para melhoramos a produção”, diz o CFO. No caso do sucesso do modelo, um desafio inesperado para adaptá-lo para o Brasil no longo prazo foi a grande quantidade de feriados. Nesse caso, como combinado com a equipe, não vale emendar: a quarta-feira será um dia de trabalho normal na semana de feriadão.

Fonte: Revista Exame, disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/depois-da-microsoft-zee-dog-sera-a-1a-no-brasil-a-testar-semana-de-4-dias/

5

Mar

Mercado

Consumo das famílias é grande motor da economia, diz IBGE

A economia brasileira nos últimos três anos permanece ancorada na demanda interna, principalmente, no consumo das famílias. A avaliação é da coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Renata Palis. Em 2019, a demanda interna cresceu 1,7%, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), fechou o ano passado com crescimento de 1,1%. 

Do crescimento total da demanda interna, 1,2% se refere ao consumo das famílias. Já o setor externo contribuiu negativamente com 0,5% em consequência da queda de 2,5% das exportações e bens e serviços.

Para a coordenadora, o consumo das famílias, que em 2019 subiu 1,8%, é o grande motor da economia, porque representa 65% na composição do PIB. Segundo ela, o que ocorre na economia é extremamente relacionado ao desempenho do consumo das famílias. De acordo Renata, o terceiro ano seguido de alta no consumo das famílias tem muito a ver com a recuperação do mercado de trabalho, apesar dela ser ancorada pela informalidade. Renata destacou ainda outros fatores que influenciaram o resultado de 2019.

“Ano passado teve ainda a queda da Selic, a inflação ficou mais ou menos no mesmo patamar de 2018, porque sofreu um repique no final do ano. Teve ainda a liberação do FGTS, apesar de que parte desses recursos não foi direcionada ao consumo das famílias e sim para abater dívida e o crédito, principalmente, direcionado às pessoas físicas favorecendo o consumo das famílias e a construção”, disse.

Fonte: Agência Brasil

4

Mar

Mercado

Mercado de quentinhas e marmitas sobe 121% no RN em três anos

Preparar e comercializar refeições prontas tem sido a porta de entrada no mundo dos negócios para muitos empreendedores. O número de empresas formalizadas no Rio Grande do Norte que atuam com essa atividade deu um salto significativo nos últimos três anos. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, tendo como base os dados do Ministério da Economia, a qualidade de negócios ligados à alimentação para consumo domiciliar (classificação dos serviços de marmitas, quentinhas e outras refeições embaladas) registrou um aumento de 121,2% em três anos. 

O número de estabelecimentos subiu de 1.349 empresas para 2.984 pequenos negócios, e até o final de fevereiro o total já saltou para 3.151 empresas. O MEI representa cerca de 94% desse total de empresas que trabalham com alimentação para consumo domiciliar em todo o Rio Grande do Norte. Essas informações confirmam a importância dessa atividade como uma das alternativas mais buscadas no momento do desemprego, mas também indicam um movimento natural do mercado que busca desenvolver novos modelos de negócio que respondam à demanda de um consumidor mais exigente e seletivo, que não está necessariamente disposto a pagar muito mais por produtos de qualidade.

E o crescimento não está restrito apenas ao Rio Grande do Norte. O Brasil registrou crescimento semelhante. Nos últimos cinco anos, o número de empreendimentos cresceu expressivamente no país, passando de 102,1 mil (2014) para 239,8 mil (2019) – o que representa um crescimento de 134%. A explicação para esse salto está principalmente na atividade dos Microempreendedores Individuais, que representavam 91,6% do total de empresários desse segmento em 2014 e que, no ano passado, passaram a responder por cerca de 94% (225,6 mil) do universo de empreendedores registrados.

Os últimos números do Portal do Empreendedor (janeiro 2020) confirmam que essa tendência se mantém forte. Apenas entre novembro (2019) e janeiro, o portal já registrou a criação de quase 3 mil novos MEI especializados na produção de alimentos para consumo domiciliar. Os pequenos negócios do segmento de alimentação para consumo domiciliar devem estar atentos à necessidade de aumentar a produtividade e à redução de custos, sem perder de vista a importância de acompanhar as novas tendências do setor. As principais delas são a valorização da origem do produto e de ingredientes regionais brasileiros, além do aumento da sustentabilidade do negócio a partir do banimento do plástico, oferta de embalagens sustentáveis e eliminação de qualquer desperdício.

A oferta de alimentos saudáveis com elementos do vegetarianismo, que são substitutos vegetais de proteínas animais, como a carne a base de plantas, é outra tendência em alta, assim como a gourmetização. Para quem vai entrar no mercado ou já está trabalhando no segmento de marmitas, é preciso também adotar algumas práticas que podem assegurar uma diferenciação diante da concorrência. Nesse sentido, é importante pensar na conveniência e praticidade, além de realizar operações enxutas. O uso da tecnologia também é uma tendência que deve usada como aliada, como os aplicativos de entrega ou terminais de autoatendimento.

4

Mar

Mercado

Faculdade inicia atendimentos gratuitos para declaração do Imposto de Renda

O Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil (NAF) da faculdade Estácio – unidade Alexandrino está pronto para prestar o auxílio à população com esclarecimentos de dúvidas e preenchimento da declaração do Imposto de Renda para Pessoa Física 2020 (ano-base 2019). O prazo para entrega do documento à Receita Federal iniciou nesta segunda-feira (2) e segue até 30 de abril.

Os atendimentos, prestados por alunos capacitados pela Receita Federal e auxiliados por professores, acontecem às terças e quartas-feiras, das 16h às 18h, no prédio da unidade, localizado na Av. Alexandrino de Alencar, 708, Alecrim. Quem for ao NAF sairá de lá com um kit completo: recibo e comprovante de declaração, tudo gratuitamente.

São obrigados a declarar os contribuintes que tiveram um ganho anual bruto superior a R$ 28.559,70. Quem obteve rendimento inferior a este é isento. Aqueles que não respeitarem o prazo estão sujeitos ao pagamento de multa de 1% por mês de atraso. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20% do imposto devido.

Algumas das novidades anunciadas pela Receita Federal são: o pagamento da restituição, que cairá de sete para cinco lotes, de maio a setembro (até o ano passado iniciava em junho). Além disto, quem recebeu mais de R$ 200 mil no ano passado deve obrigatoriamente informar o número do recibo da declaração do ano anterior, informação que era opcional até a última vigência do imposto.

Outra atualização é o fim da dedução das contribuições pagas ao INSS de empregados domésticos. A dedução era de até R$ 1.251,07 dos gastos dos empregadores com a Previdência e a cota de acidente de trabalho. Em vigor desde 2006, a lei que criou o benefício já tinha validade prevista até a declaração do Imposto de Renda de 2019.

“O contribuinte deve ficar atento também a atual necessidade de incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens, tais como imóveis, veículos, aeronaves e embarcações. Além de conta corrente e aplicações financeiras”, frisa Leandro Esquincalha, professor do curso de Contabilidade da Estácio Natal e coordenador do NAF Estácio Alexandrino.

3

Mar

Mercado

Programa de orientação gratuito abre inscrições para microempresas

As empresas que têm faturamento anual bruto de até R$ 360 mil e apresentam algum problema na área de gestão ou processo produtivo podem aderir ao Programa Negócio a Negócio 2020. A iniciativa oferece gratuitamente orientação e conhecimento sobre gestão, finanças, planejamento, inovação e mercado aos pequenos negócios por meio dos Agentes de Orientação Empresarial (AOE), que são consultores credenciados do Sebrae com larga experiência de mercado. As inscrições foram abertas neste mês e podem ser feitas pelo 0800 570 0800 ou através das prospecções dos agentes.

A meta do Sebrae é atender 3.070 empresas, com foco principalmente nas microempresas, que são aqueles negócios cujo faturamento anual se situam na faixa entre R$ 81 mil e R$ 360 mil. Poderão aderir ao programa empreendimentos instalados na região metropolitana de Natal e cidades do interior que estejam na área de jurisdição dos escritórios regionais do Sebrae no Oeste, Alto Oeste, Médio Oeste e Seridó Oriental. Para esse ciclo 2020, 13 agentes farão as orientações junto aos empreendedores.

O atendimento ao empresário ocorre no local onde ele desenvolve a atividade, observando a sua realidade e identificando, presencialmente, outros possíveis pontos de melhoria. Em cada estabelecimento os agentes realizam duas visitas. Na primeira delas, os agentes aplicam um diagnóstico, com questionamentos sobre o processo de gestão do negócio. Já na segunda visita é entregue ao empreendedor um relatório com os resultados da avaliação e algumas sugestões de melhorias.

Somente no ano passado, 3,3 mil pequenos negócios foram atendidos no Rio Grande do Norte através do Programa Negócio a Negócio, pelo qual foram aplicados os questionários do caderno de ferramentas.  "O resultado do diagnóstico reflete as necessidades específicas do empreendimento e assim conseguimos oferecer soluções para melhorar aquilo que é prioritário. O nosso objetivo é auxiliar esse pequeno empresário nas dificuldades encontradas no dia a dia”, diz a gestora do programa, Jupira Nunes.

Atendimento digital

Segundo ela, do total de negócios atendidos em 2019, cerca de 60% foram Microempreendedores Individuais (MEI) e apenas 40% microempresas. Por isso, neste ano o foco serão essas últimas. “Percebemos que os microempreendedores têm outras frentes exclusivas de atendimento oferecidas pelo Sebrae. Por isso, decidimos centrar nas microempresas, principalmente aquelas que apresentam qualquer ponto de melhoria na área de gestão. É muito comum a dificuldade na área de finanças”, justifica a gestora.

Jupira Nunes adianta que, no segundo semestre, o programa passará por modificações. A principal é que todo o processo será pelo digital. A aplicação do questionário, devolutiva e sugestões de melhoria serão feitos online. “O atendimento digital dará uma nova dinâmica ao programa, que ganha mais agilidade e rapidez. O empresário terá à mão toda a informação que precisa. O material é todo editável para ser ajustado conforme a realidade da empresa, as planilhas são abertas”, cita a gestora. A digitalização, no entanto, não implica que não haverá atendimento in loco. Os agentes terão de conceder duas horas de atendimento presencial nas empresas.

3

Mar

Mercado

Empreendedorismo feminino ganha espaço exclusivo no Portal Sebrae

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Sebrae preparou para o mês de março uma série de atividades para destacar a força da mulher empreendedora. Com o slogan “Empreender é poder”, na última segunda-feira (2), foi lançado o espaço exclusivo dentro do Portal Sebrae para o empreendedorismo feminino. Além de inspirar mulheres a empreender de forma sustentável, a nova página vai funcionar como uma porta de entrada para os serviços e soluções oferecidos pelo Sebrae a esse público.

São diversos conteúdos, como artigos sobre empreendedorismo feminino, dicas e informações sobre os projetos da instituição voltados para mulheres que sonham em empreender ou já possuem uma empresa. O espaço também busca incentivar mulheres a compartilhar histórias de superação no mundo dos negócios. De acordo com coordenadora nacional de empreendedorismo feminino do Sebrae, Renata Malheiros, a criação da página foi pensada justamente para reforçar a importância de políticas de sensibilização e de tomada de consciência para mulheres.

“As mulheres enfrentam mais desafios para se tornarem donas de seus próprios negócios e há muito desconhecimento das dificuldades enfrentadas. Existe uma questão cultural que influencia muito e é preciso reforçar constantemente esse discurso que as mulheres são capazes de empreender”, destacou. Além de conteúdo e informação, a página vai facilitar o acesso aos cursos online oferecidos de forma gratuita pelo Sebrae, com destaque para as capacitações voltadas para o desenvolvimento de soft skills (habilidades socioemocionais), consideradas como grandes desafios a serem superados pelas empreendedoras.

“As mulheres no Brasil são mais escolarizadas que os homens e são boas nas chamadas competências técnicas (planejamento, gestão etc.) mas, por causa da cultura, ainda enfrentam dificuldades na hora de fazer um networking, tomar decisões com autonomia, assumir posição de liderança e defender uma ideia”, explicou Malheiros. Por meio da nova página, o Sebrae também vai oferecer webinários ao longo do mês de março, com a participação de especialistas e mulheres reconhecidas em suas áreas de atuação. Entre os temas escolhidos estão liderança, finanças, inovação, política, entre outros.

O mês de março também terá diversos conteúdos para inspirar as mulheres nas redes sociais do Sebrae. Na próxima quinta-feira (5), será realizada uma live, a partir das 14h30, com a presença de duas empreendedoras de sucesso no DF. As convidadas são a empresária Adama Djalo, que veio de Guiné-Bissau (África) e hoje é dona do Salão Ouro Negro em Taguatinga (DF), e a paraibana formada em Direito, ex-servidora pública Giovanna Maia, proprietária do bar Loca Como Tu Madre, em Brasília.

3

Mar

Mercado

IBGE: Home office ganha adesão no país e bate recorde no Brasil

O número de brasileiros que trabalham em esquema de home office, ou trabalho remoto, vem batendo recorde. A adesão aumentou com a alta do trabalho informal, mas também coincide com a reforma trabalhista, em vigor há dois anos, que regulamentou o trabalho em casa.

A prática, no entanto, exige cuidados por parte dos profissionais, que devem administrar o tempo para que não extrapolem a jornada e transformem sua casa em ambiente de trabalho. E as empresas devem se organizar para evitar problemas com fiscalizações e ações trabalhistas. Além disso, trabalhar à distância, longe do burburinho de colegas em um escritório, pode gerar desânimo e até solidão, justamente por não haver alguém para incentivar, dar opinião ou compartilhar experiências.

Levantamento divulgado em dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 2018, 3,8 milhões de brasileiros trabalhavam dentro de casa, o chamado home office. Trata-se do maior contingente de pessoas nesta condição de trabalho já registrado – resultado da alta informalidade no país.

De acordo com o IBGE, o home office correspondia a 5,2% do total de trabalhadores ocupados no pais, excluídos da conta os empregados no setor público e os trabalhadores domésticos. Na comparação com 2012, quando teve início a série histórica da pesquisa, esse contingente teve alta de 44,4%.

Já dados da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt) revelam que cresceu 22% a adoção do home office pelas empresas entre 2016 e 2018. Foram consultadas mais de 300 empresas de diferentes segmentos e portes, com capital nacional e internacional, que empregam mais de 1 milhão de pessoas.

A pesquisa mostrou que 45% das empresas participantes praticam home office e 15% estão avaliando a implantação. Os segmentos onde a modalidade apresenta maior representatividade (44% do total) são TI/telecom (28%) e serviços (16%). E as áreas são tecnologia da informação, recursos humanos marketing, controladoria/finanças e jurídico.

No entanto, o home office é adotado principalmente para níveis de cargos específicos como executivos, diretores, coordenadores e supervisores (52%). Já 25% das empresas adotam para todos os cargos, incluindo os de natureza operacional, e 23% para todos, menos os operacionais.

Fonte: G1, disponível em: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2020/03/03/home-office-ganha-adesao-no-pais-veja-direitos-cuidados-e-dicas-para-produtividade.ghtml

2

Mar

Mercado

Clube de Permuta comemora um ano em Natal com mais de 60 associados e milhares de negócios realizados

Um ano após entrar em atividade em Natal, o Clube de Permuta conta com mais de 60 empresas de diversos segmentos da capital potiguar e contabiliza milhares de transações efetivadas, seguindo em um ritmo acelerado de crescimento. A ferramenta vem se mostrando uma excelente opção de negócios em um momento em que a economia brasileira ainda tenta se recuperar da crise, por permitir a aquisição de produtos ou serviços sem desembolso financeiro.

O Clube de Permuta é uma ferramenta digital inovadora que tem como foco o relacionamento entre empresários. Para ingressar, é preciso ser indicado por um dos associados e passar por uma análise do Clube. Após a aprovação, o novo integrante recebe um limite de operações em moeda virtual para transações de produtos e serviços dentro da plataforma, podendo realizar permutas multilaterais.  Com isso, o empresário economiza seu caixa, pois precisa de um desembolso mínimo para fazer negócios, e dilui os custos fixos, ao consumir produtos e serviços essenciais em sistema de permuta. O resultado é a redução de gastos tanto da empresa, quanto pessoais.

Em Natal, o Clube possui uma grande variedade de segmentos associados, entre eles escritórios de contabilidade, advocacia, empresas de varejo, assessoria de comunicação, veículos de mídia, distribuidora, restaurantes, docerias, hotéis, escolas, cursos de idiomas, clínicas, consultórios médicos, entre outros.

“O Clube de Permuta aparece como uma excelente opção para o empresário neste momento em que a economia do país ainda passa por dificuldades. É uma alternativa para que ele não precise utilizar recursos do seu caixa para adquirir produtos e serviços necessários, possa incrementar suas operações e até mesmo desfrutar de momentos de lazer, que se não fossem no sistema de permuta, dificilmente seriam priorizados”, afirma o diretor-executivo da plataforma em Natal, Betinho Costa.

Ele também destacou a criação de oportunidades de negócios como outra vantagem da ferramenta. O Clube oferece almoços mensais e eventos periódicos em que os empresários podem se conhecer e conversar. “É um espaço fértil para o networking e ainda estimula o fortalecimento do mercado local”, concluiu Betinho.

2

Mar

Mercado

Mulheres chefiam 29,4% dos lares no Rio Grande do Norte

Deu na Tribuna do Norte:

De segunda à sexta, Lúcia Maria Dantas sai de casa às 6h30 para uma maratona: primeiro, vai ao seu restaurante no prédio do Tribunal da Contas do Estado para servir o café da manhã, depois corre para o segundo a 1,6 quilômetros de distância para servir o almoço e, no fim do dia, ainda retorna ao TCE para o fechamento e preparação de sobremesa. Às 19h30, está de volta em casa, mas não para: faz a janta, arruma a casa e põe a roupa para lavar. Aí sim é hora para descansar. Foi entre essa rotina – que aqui e acolá tem alguma mudança – que cuidou de dois filhos praticamente sozinha. Lúcia é mãe, pai, amiga, responsável pela casa e dona de restaurante.

A potiguar é parte de um universo de 530 mil mulheres do Rio Grande do Norte que são responsáveis pelo lar, segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a 2019. Esse é um quadro que cresce em todo estado há sete anos. Em 2012, eram 345 mil mulheres. O aumento no período foi de 53,6%. A responsabilidade do lar alcança hoje uma a cada três mulheres do Rio Grande do Norte (29,4%), um aumento de quase dez pontos percentuais em relação a 2012 (20,4%).

O responsável por domicílio é determinado a partir das entrevistas do IBGE feita nos lares brasileiros. Segundo Flávio Queiroz, supervisor de disseminação de informações do instituto, as respostas indicam quem é a pessoa de referência na casa e isso não necessariamente considera questões financeiras, por exemplo. “A gente vê nos últimos anos uma perda de emprego formal para os homens. Isso fez com que as mulheres tivessem o protagonismo colocado em mais evidência, por isso pode haver uma relação positiva”, afirma Queiroz.



Na história de 60 anos de Lúcia Dantas, a responsabilidade em casa sempre existiu. Quando se separou do marido, a filha mais velha tinha 8 anos e o mais novo, 2. O pai das crianças era presente, mas ela era a responsável por educá-los, levá-los à escola e ao hospital nas horas necessárias e a dar todo sustento. O restaurante da Lúcia ainda era um churrasquinho na frente da casa onde ela morava e pouco a pouco ela tentava prosperar.

Hoje, a filha mais velha de Lúcia, Ana Paula, tem 26 anos e tem graduação em Ciências Contábeis. O mais novo, Antônio, tem 20 anos e está na faculdade de administração.  “Antônio cresceu aqui dentro do restaurante. Eu colocava ele num colchãozinho e ele ficava aqui. Mas criei os dois, sempre fui mãe, pai, tudo”, explica a matriarca. A jornada de trabalho e em casa é realidade praticamente padrão entre as mulheres brasileiras, mas ainda maior no Rio Grande do Norte. Ainda segundo as estatísticas do IBGE, 89,4% mulheres do Estado realizam tarefas domésticas, contra 61% dos homens. A diferença é de 28,4%. No Distrito Federal, por exemplo, essa diferença é de 6,6%.

A cientista social e integrante do Centro Feminista 8 de março, Renata Castro, argumenta que isso é uma lógica desigual existente na realidade brasileira. “[A dupla jornada] faz com que as mulheres gerem rendas [no trabalho] e se tornem mais facilmente responsáveis por domicílio, mas não significa necessariamente que a lógica do trabalho doméstico está se tornando mais igualitária.”

Lúcia aguenta toda essa jornada “ligada nos 220 volts”, como ela mesmo afirma, sendo respaldada por funcionárias do seu restaurante. Foi com esse ritmo que ela conseguiu criar os filhos e fazer prosperar o seu negócio, enfrentando altos e baixos. Localizado no bairro do Tirol, próximo ao antigo hospital Papi, o restaurante teve uma queda de quase 90% da freguesia quando o hospital fechou em 2017. “Mas nunca desisti. Morrer de fome eu não posso, nem vou ser sustentada por ninguém”, explica.

Há três anos e meio, Lúcia conseguiu ganhar a licitação do Tribunal de Contas do Estado e passou a prestar o serviço de alimentação para o local. Pouco tempo depois, foi chamada por uma faculdade privada para prestar serviço somente aos sábados. Com os filhos já crescidos, isso fica mais fácil. Ana Paula ajuda no TCE e Antônio no restaurante do Tirol. No ritmo dos três, resta o domingo para descansar. É o dia divino para Lúcia, católica fervorosa. “Esse é o dia que a gente senta para almoçar todos juntos. Ninguém mexe no celular. É o momento que falamos de como estão as coisas, se está tudo bem. Os meus filhos são tudo para mim e é a hora que eu tenho para renovar as energias e iniciar uma semana novamente ligada no 220 volts”, termina Lúcia.

Foto: Alex Régis / Fonte disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/mulheres-chefiam-29-4-dos-lares-no-rio-grande-do-norte/473421

2

Mar

Mercado

Cartão de crédito passa a usar cotação do dólar do dia da compra

Quem usa o cartão de crédito no exterior vai poder calcular com mais precisão o custo das compras internacionais. Entrou em vigor ontem (1º) determinação do Banco Central (Circular nº 3918) que obriga as operadoras de cartão a usar a cotação do dólar do dia da compra – e não mais a do dia de vencimento da fatura – para conversão do valor em real. A mudança pretende dar mais previsibilidade aos consumidores que usam o cartão no exterior ou que fazem compras em sites estrangeiros.

Antes dessa mudança, a cotação da moeda americana usada era aquela do dia do fechamento da fatura. Quando anunciou a mudança na regra, em novembro de 2018, o Banco Central (BC) argumentou que o cliente ficava vulnerável às variações do dólar no mercado financeiro desde a data em que o gasto foi feito até o momento do pagamento da fatura mensal do cartão de crédito.

Com a nova regra, o cliente ficará sabendo já no dia seguinte quanto vai desembolsar em reais, eliminando a necessidade de eventual ajuste na fatura subsequente. A partir de agora, deve constar na fatura: a discriminação de cada gasto, a data, a identificação da moeda estrangeira e o valor na referida moeda; o valor equivalente em dólar na data do gasto; a taxa de conversão do dólar para reais na data da compra; e o valor em reais a ser pago pelo cliente.

Para que o cliente possa ter informações sobre as melhores taxas de câmbio utilizadas pelos emissores no mercado, os bancos serão obrigados a tornar disponível em todos os seus canais de atendimento ao cliente a taxa de conversão do dólar para o real utilizada no dia anterior; e publicar informações sobre o histórico das taxas de conversão. Além de se atentar às taxas de câmbio, os consumidores devem observar que as compras no exterior com cartão de crédito têm incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), com alíquota de 6,38%.

Fonte: Agência Brasil

28

Fev

Mercado

Taxa de desocupação fica em 11,2% em janeiro, revela IBGE

A taxa de desocupação no trimestre móvel encerrado em janeiro ficou em 11,2%. A taxa é 0,4 ponto percentual menor do que a registrada no trimestre anterior, encerrado em outubro, quando 11,6% da população economicamente ativa estava sem trabalho.

Na comparação com o mesmo período de 2019, a redução foi de 0,8 ponto percentual. No mesmo período do ano passado, a desocupação estava em 12%. Estes sãos os primeiros números sobre o desemprego em 2020.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, 11,9 milhões de pessoas estão desocupadas.

A população ocupada no país é de 94,2 milhões de pessoas, sendo que 40,7% delas estão na informalidade, o que corresponde a 38,3 milhões de trabalhadores, taxa 0,5 ponto percentual abaixo da do trimestre encerrado em outubro.

Estão subutilizadas 26,4 milhões de pessoas, número 2,7% menor do que o registrado no período anterior. Esse índice indica o número de pessoas que poderiam trabalhar mais horas do que estão trabalhando.

Já o número de desalentados, ou seja, pessoas que desistiram de procurar trabalho, ficou em 4,7 milhões, o que equivale a 4,2% da força de trabalho. O índice ficou estável na comparação trimestral e na anual.

Fonte: Agência Brasil