Mercado

24

Mar

Mercado

Editora Globo lança campanha de apoio a pequenos negócios durante pandemia

Editora Globo está lançando a campanha “Apoie o Negócio Local”, que tem como objetivo dar visibilidade para micro e pequenos empreendedores. A ideia é ajudar esses trabalhadores a passar pela crise causada pela pandemia do novo coronavírus, que tem impedido que boa parte dos negócios dê continuidade às suas atividades por causa da necessidade de isolamento social.

Com a campanha “Apoie o negócio local”, os jornais O GloboExtra e Valor e as revistas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época Negócios, títulos da Editora Globo, reforçam a mobilização em torno desta proposta que, no atual quadro de pandemia e crise, é de utilidade pública. O projeto consiste na divulgação de vários conteúdos nas plataformas das marcas mencionadas. Os conteúdos serão disponibilizados ainda esta semana, e a iniciativa tem como objetivo inspirar pessoas e empresas grandes a ajudar empreendedores e negócios locais e de pequeno porte a atravessarem a crise.

Em um release divulgado para a imprensa, a Globo comenta a campanha: “Compre do pequeno, compre local. Mais do que apelos para estimular empreendedores locais, ações nesse sentido são atualmente imperativas para a sobrevivência de uma grande parcela da população brasileira e também para a economia do país, fortemente abalada pela crise do coronavírus”.

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), microempresas e empresas de pequeno porte representam 99% do total de empresas no país, além de serem responsáveis por 27% do PIB. De acordo com a estimativa, referente a 2019, elas respondem por 54% do emprego formal e 44% da massa salarial dos brasileiros.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/123458/editora-globo-lanca-campanha-de-apoio-a-pequenos-negocios-durante-pandemia/

24

Mar

Mercado

Em janeiro, vendas no comércio recuam 1%, diz IBGE

O comércio varejista nacional recuou 1% em janeiro de 2020, frente a dezembro do ano passado, acumulando dois meses negativos seguidos, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o recuo mais intenso para o mês de janeiro desde 2016, quando o setor registrou queda de 2,6%.

Em relação a janeiro do ano passado, as vendas aumentaram 1,3%. Segundo o analista da pesquisa, Cristiano Santos, mesmo com essa alta, o resultado voltou a mostrar um quadro de perda de ritmo.

“É um crescimento, mas menor a cada ano. A taxa permanece 5,4% abaixo do nível recorde alcançado em outubro de 2014”, explicou, em nota, descartando, por enquanto, qualquer impacto da pandemia do novo coronavírus (covid-19) nos resultados divulgados hoje. “Precisamos esperar os resultados dos próximos meses para avaliar”.

Segundo o IBGE, na comparação com dezembro, duas atividades que puxaram o resultado para baixo foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com recuo de 1,2%; e combustíveis e lubrificantes, com queda de 1,4%.

Além desses segmentos, móveis e eletrodomésticos (-1,9%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,6%), e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,2%) foram outros três em queda das oito pesquisadas. Para Cristiano Santos, “o recuo em janeiro é natural, por conta do rescaldo de datas comerciais do fim do ano, como a Black Friday e o Natal”.

Fonte: Agência Brasil

24

Mar

Mercado

Semut estabelece novas datas para recolhimento do ISS

A Secretaria Municipal de Tributação (Semut) também publicou na edição desta segunda-feira (23) do Diário Oficial do Município (DOM) uma portaria estabelecendo novas datas para recolhimento do Imposto Sobre Serviços – ISS,  incidente sobre a atividade exercida por Profissional Autônomo, da Taxa de Licença de Localização e da Taxa de Vigilância Sanitária em virtude da pandemia do Covid-19.

As novas datas são as seguintes: Taxa de Licença para Localização – 11/05/2020; Parcela Única do ISS Profissional Autônomo – 11/05/2020; 1ª Parcela do ISS Profissional Autônomo – 11/05/2020; 2ª Parcela do ISS Profissional Autônomo – 10/07/2020. As datas referentes às 3ª e 4ª parcelas do ISS autônomo relativos ao exercício de 2020 permanecem inalteradas.

23

Mar

Mercado

FIERN, SESI, SENAI e IEL suspendem atividades em todo o Rio Grande do Norte

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte, FIERN, assim como as unidades do SESI, o SENAI e o IEL no estado, comunicam a completa suspensão das suas atividades externas e internas a partir de hoje, 23 de março, ao menos até o próximo dia 31 de março, como forma de estimular o completo isolamento social dos seus colaboradores e afiliados e em atendimento às recomendações da OMS, ministério da Saúde e secretarias estadual e municipal de saúde.

O avanço do COVID19, Coronavírus, segundo especialistas, entrou no Brasil em um momento de muita gravidade, de transmissão comunitária e crescimento exponencial do número de infectados em que não é mais possível identificar as fontes de contaminação, exigindo de todos os brasileiros esforços adicionais de isolamento para evitar a transmissão do vírus.

É uma questão de saúde pública das mais graves já vividas pelo Brasil, com ameaças de um colapso no sistema público de saúde, e o Sistema FIERN conclama a todos para se unirem a esse esforço coletivo de enfrentamento do vírus, para evitar a sua disseminação, em especial praticando o isolamento social.

Os diretores e gestores do Sistema FIERN se manterão em plantão permanente, atentos a qualquer necessidade e prontos para auxiliar seu público interno, bem como as autoridades dos governos federal, estadual e/ou municipal em qualquer eventualidade. Esse plantão funcionará com um grupo gestor formado pelas seguintes pessoas, que podem ser acionados através do e-mail covid19@fiern.org.br, em qualquer necessidade – Amaro Sales, presidente, Juliano Martins, superintendente do SESI, Emerson Batista, diretor do regional do SENAI, Juan Saavedra, superintendente do IEL, Gláucio Wanderlei, superintendente Corporativo, Dodora Guedes, gerente de comunicação.

A FIERN reforça junto aos empresários, empresas e gestores públicos a sua disponibilidade para ajudar no que for possível neste momento de tamanha gravidade.

23

Mar

Mercado

Repactuação de contratos pode ser saída para empresas durante crise provocada pelo Coronavírus, aponta especialista

As consequências para a economia provocadas pela pandemia do novo Coronavírus já são vistas com muita preocupação ao redor do mundo. Empresas de vários segmentos tiveram que fechar as portas temporariamente ou reduziram de maneira drástica o volume de produção. A maior parte delas possui contratos com fornecedores e prestadores de serviço. Sem um horizonte à vista de quando essa crise vai passar, é hora do empresário sentar à mesa para propor uma repactuação de contratos com os parceiros e, assim, garantir a saúde financeira do seu negócio.

Para o administrador, advogado e presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB/RN, Arnaldo Lázaro, o trabalho preventivo para a repactuação de contratos é a melhor saída em um momento como esse, sem precedentes. Segundo ele, a resolução desses conflitos evita a corrida ao Judiciário, que por sua própria natureza, tenderá a tratar as demandas pós-pandemia de forma lenta.

“Além disso, por serem questões complexas, o juiz poderá ter dificuldades para chegar a soluções ponderadas em que ambas as partes que sofreram com a com crise do Coronavírus tenham seus direitos resguardados. A justiça já vai estar abarrotada de casos semelhantes para resolver, o que vai prolongar ainda mais o processo”, explica Arnaldo, que também é mestre em Direito Empresarial (MBA) pela FGV/RJ.

O especialista argumenta que a busca pela resolução de conflitos contratuais no âmbito do direito empresarial é primordial para fazer o empresário ganhar fôlego e conseguir manter o negócio funcionado após o período de instabilidade. Segundo ele, os decretos de calamidade expedidos pelos governos federal e estadual são a luz de alerta para o empresário buscar esse caminho.

“O empresário que optar pelo caminho da prevenção para a repactuação dos seus acordos contratuais e não for para o âmbito judicial, ganhará agilidade, terá menor custo e estará melhor posicionado no momento pós-crise, podendo retomar com mais velocidade as suas operações e, com isso, voltar a faturar e cumprir com as suas obrigações, sem correr o risco de maiores perdas no seu negócio. Resolução de conflitos é também proteção do patrimônio”, explica.

O objetivo maior da repactuação de contratos é dar equilíbrio ao direito de ambas as partes, no momento em que nenhuma delas deu causa para o prejuízo daquela negociação. É importante, para que a repactuação ocorra, que as partes estejam à disposição para renunciar a alguns dos seus direitos e chegar a um acordo viável, com o menor dano possível.

Contratos públicos e privados

Vários setores da economia podem recorrer a essa repactuação em diversos tipos de situações. No turismo, por exemplo, hotéis podem buscar uma solução para contratos de investimentos e financiamento; as distribuidoras podem renegociar contratos por problemas na frota; hospitais podem repactuar com operadoras de planos de saúde, fornecedores de insumos e medicamentos; no agronegócio, é possível rediscutir as condições contratuais com os exportadores de commodities; no comércio e na indústria é possível encontrar um denominar comum para contratos com fornecedores e, inclusive, com as concessionárias públicas de água, energia elétrica e demais outros serviços, como telefonia e internet.

Arnaldo Lázaro explica que na relação público-privada também é possível uma repactuação contratual, pois existem mecanismos na lei que preveem isso, de maneira que o empresário fornecedor do estado não saia prejudicado em um momento tão delicado. Para tanto, é necessário o acompanhamento do especialista na área empresarial, que vai ajudar nesse equilíbrio durante as negociações.

Para atuar na repactuação de contratos, é importante que profissional tenha não somente a formação em Direto, mas reúna entre suas habilidades a experiência com resolução de conflitos e negociações complexas de contratos. “Mais importante ainda que esse profissional tenha vivenciado, ao longo da sua carreira, a experiência de ter sido empresário – o que aguça a sensibilidade de entender o lado do empresariado nesse momento de crise”, observa.

Sobre Arnaldo Lázaro

Arnaldo Lázaro é compliance officer, administrador de empresas e advogado. Especialista em Direito Processual Civil (IDP/DF), pós-graduado em Direito Público (OAB/DF) e mestre em Direito Empresarial (FGV/RJ).

Como administrador de empresas, atuou durante dez anos no mercado corporativo de distribuição de produtos e serviços gráficos, desempenhando a função de gerente e diretor nas empresas Duplotek do Brasil, Multfaas e Multisit.

Na advocacia, iniciou sua carreira no Escritório Macedo e Guedes Advogados, em Brasília, atuando na área do Direito Empresarial. Em seguida, fundou a Sociedade Arnaldo Lázaro Advocacia. Em paralelo, nesta mesma oportunidade, na capital federal, assumiu a coordenação nacional de normas, acordos e convênios da Presidência do INSS, autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social.

Atualmente, é consultor em compliance e advogado na área empresarial, presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB (RN), membro da IBRADEMP, corporate dealer na WhistleB, Whistleblowing Centre e Chief Executive Officer na Linc - Legal in Company.

 

23

Mar

Mercado

Sistema Fecomércio RN, Sesc e Senac adotam atendimento 100% virtual a partir de hoje

Atendendo recomendação do seu Comitê Interno de Gestão de Crises, a partir desta segunda-feira, dia 23, todas as unidades do Sistema Fecomércio RN, incluindo Sesc, Senac e Federação, passam a ter seu atendimento ao público 100% virtual.

Todo o atendimento a alunos, clientes, público em geral e empresários será prestado de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h, pelos telefones e demais meios de comunicação abaixo. Além disso, as redes sociais das três instituições seguem à disposição como canal de interação.

Como forma de evitar maiores perdas para os clientes, nos próximos dias o Senac RN deverá adotar aulas online para boa parte dos seus cursos, modelo que será detalhado em breve, diretamente com os alunos envolvidos.

Diretores, gerentes e coordenadores trabalharão a maior parte do tempo no formato home office e equipes reduzidas se revezarão nas sedes das Administrações Regionais do Sesc e do Senac, assim como na da Fecomércio, apenas para atividades internas.

Nos casos dos restaurantes Sesc Rio Branco (Natal) e Mossoró, também haverá a suspensão do serviço de buffet, com o início de funcionamento no modelo de “quentinhas”, a serem retiradas pelos comerciários e usuários no local. Os detalhes de preços e formatos serão divulgados nas nossas redes sociais.

O Hotel-Escola Senac Barreira Roxa também só atenderá ao público virtualmente, por meio das redes sociais e por telefone ou e-mail. O Comitê Interno de Gestão de Crises continuará monitorando os acontecimentos e comunicará o retorno normal das atividades tão entenda ser possível. 

Telefones (inclusive Whatsapp) e contatos disponibilizados:
Senac: 4005-1000 (Telefone e Whatsapp) ou contato@rn.senac.br
Sesc: 3216-2400 / 98160-4453 (Whatsapp) ou marketing-rn@rn.sesc.com.br
Fecomércio: 3026-9405 ou fecomerciorn@fecomerciorn.com.br
Hotel-Escola Senac Barreira Roxa: 4005-1600 / 99893-0021 (Whatsapp) ou
reservas@barreiraroxa.com.br

23

Mar

Mercado

Sebrae lança guia com dicas de gestão financeira; confira

Como forma de apoiar os donos de pequenos negócios em razão da instabilidade econômica causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) lançou um guia com dicas de gestão de financeira. O documento traz orientações sobre como os donos de pequenas empresas podem fazer o controle das finanças mais preciso diante de complicações nos negócios no atual cenário.

Com o avanço do coronavírus no país, os pequenos negócios têm sofrido com a redução na produção, no número de clientes e também com o faturamento menor. Segundo o Sebrae, o guia traz algumas dicas para acelerar o "enfrentamento do problema e, assim, possibilitar a retomada da agenda de desenvolvimento da economia".

Entre as dicas estão fazer uma previsão das despesas para um período de dois ou três meses. Se possível, identificando os valores de acordo com o tipo de despesas; evitar fazer alguma despesa que não seja extremamente necessária para a continuidade dos negócios; negociar as despesas com maior impacto no negócio, bem como negociar também as despesas bancárias, buscando um prazo maior para o pagamento dos seus compromissos.

O Sebrae disse ainda que vai informar a empresários e funcionários dos segmentos mais afetados pela pandemia sobre medidas de prevenção e oferecer orientação gerencial e financeira.

"O Sebrae também pretende atuar junto aos entes públicos para negociar a prorrogação do prazo para pagamento de tributos, ampliação da garantia de operações de crédito e liberação de linhas de crédito especiais para mitigar os efeitos negativos da pandemia sobre os negócios", informou a assessoria.

Fonte: Agência Brasil

23

Mar

Mercado

Plataforma digital que permite transações sem desembolso financeiro é alternativa para empresas em meio à crise

Em um momento de crise sem precedentes, atingindo a praticamente todos os setores da economia, o Clube de Permuta vem oferecendo uma alternativa segura e viável para que o empresário ou profissional liberal adquira produtos e serviços sem desembolso financeiro. Por ser uma plataforma onde os negócios são efetivados em ambiente digital, o Clube permite transações sem a necessidade de deslocamento ou reuniões, oferecendo uma série de serviços on-line para os associados.

O Clube de Permuta tem como foco o relacionamento entre empresários. Para ingressar, é preciso ser indicado por um dos associados e passar por uma análise do Clube. Após a aprovação, o novo integrante recebe um limite de operações em moeda virtual para transações de produtos e serviços dentro da plataforma, podendo realizar permutas multilaterais.  Com isso, economiza seu caixa, pois precisa de um desembolso mínimo para fazer negócios, e dilui os custos fixos, ao consumir produtos e serviços essenciais em sistema de permuta. O resultado é a redução de gastos tanto da empresa, quanto pessoais.

“O Clube de Permuta aparece nesse cenário atual como uma importante alternativa para o empresário. Primeiro, por ser uma ferramenta virtual, em que ele não precisa sair de casa para fazer as transações. Segundo, por não precisar de desembolso financeiro. Com isso, é possível buscar saídas para reduzir o impacto desse período difícil, em que a economia vive sua mais severa crise por causa do Coronavírus”, explicou o diretor-executivo da plataforma em Natal, Betinho Costa.

Um ano após entrar em atividade na capital, o Clube de Permuta conta com mais de 60 empresas de diversos segmentos e contabiliza milhares de transações efetivadas. Entre os segmentos associados estão: escritórios de contabilidade, advocacia, empresas de varejo, assessoria de comunicação, veículos de mídia, distribuidora, restaurantes, docerias, hotéis, escolas, cursos de idiomas, clínicas, consultórios médicos, entre outros. Qualquer produto ou serviço oferecido pode ser negociado on-line, e o associado conta com o suporte do Clube para ajudar a efetivar as transações. 

22

Mar

Mercado

E-commerce cresce em meio à pandemia, com maior enfoque nos itens de saúde

Itens de saúde observaram um aumento de 124% no volume de compras online apenas nos 15 primeiros dias de março, segundo estudo da Compre e Confie, do grupo ClearSale. A empresa aponta que outros segmentos do e-commerce também se beneficiaram da medida. Ao todo, o setor alcançou um aumento de 40% na quinzena, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), por sua vez, realizou um corte ainda mais recente para compreender o comportamento dos consumidores em meio à pandemia. Desde o fim de semana, o setor observou um crescimento médio de 30%, segundo dados obtidos pelo jornal Estado de S. Paulo. O presidente da associação, Maurício Salvador, afirmou à publicação que houve lojas que contaram com crescimento de até 180% em setores como saúde e alimentação.

Já um estudo da Ebit Nielsen aponta que a categoria álcool em gel chegou a representar 9% do faturamento total de Saúde no e-commerce no dia 16 deste mês. Tradicionalmente, o produto não chega a representar nem 1% das vendas online do setor.

O vetor do crescimento é a preocupação com a disseminação do novo coronavírus. As diversas esferas governamentais anunciaram suas principais medidas de contenção à doença apenas neste mês. Mesmo assim, o impacto da Covid-19 no e-commerce brasileiro já pôde ser observado em fevereiro, aponta o estudo da Ebit|Nielsen.

No período, houve aumento no volume de compras online de produtos como termômetros (45%) e desinfetantes (14%). Juntas, as categorias obtiveram faturamento total de aproximadamente R$ 1,6 milhão. Fraldas (26%), papinhas (51%) e lenços umedecidos (10%) também tiveram destaque no crescimento das vendas em fevereiro na comparação com janeiro, segundo a Ebit|Nielsen.

Em alimentos, por sua vez, houve um aumento de 10% nas compras online de comidas enlatadas e em conserva – alcançando o valor total de R$ 1,5 milhão em fevereiro. A média do mês para todas as categorias, entretanto, observou forte queda. Em comparação a janeiro, o índice apontado pela Ebit|Nielsen caiu cerca de 20%. O resultado, entretanto, é tido como uma sazonalidade tradicional do comércio online.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/03/20/e-commerce-cresce-em-meio-a-pandemia.html

20

Mar

Mercado

Álcool gel: especialistas alertam sobre riscos de fabricar produto em casa

Com o aumento da procura pelo álcool gel, uma das medidas de higienização mediante a pandemia da Covid-19, a população tem buscado alternativas perigosas para tentar se proteger. No entanto, especialistas alertam que tentar fabricar o produto em casa pode trazer prejuízos à saúde uma vez que não há garantias de que o resultado tem a concentração correta.

Para proteger a comunidade acadêmica, alunos e professores dos Cursos de Farmácia e de Engenharia de Petróleo e Gás da UnP, integrante da rede Laureate, se uniram nesta semana para produzir álcool gel em seus laboratórios. Antes da suspensão das aulas em virtude do decreto governamental, os dois grupos conseguiram juntos produzir 30 litros que foram destinados ao uso de colaboradores e estudantes nas Unidades Roberto Freire e Salgado Filho.

“O álcool produzido desta forma está dentro das normas sanitárias e na concentração correta”, afirma a Preceptora de Farmácia, Maria Aparecida de Araújo Pereira. Ela explica que há várias concentrações de álcool no mercado, mas a indicada para assepsia é o que possui a marcação de 70 INPM e 77° GL na embalagem. Abaixo disso, são consideradas concentrações para uso de limpeza geral.

Alerta
De acordo com ela, fazer misturas como gel de cabelo com álcool líquido é errado pois, nesse processo, há uma diluição de um produto em outro, reduzindo sua eficácia. Ela orienta também que, na falta do álcool gel, o líquido na mesma concentração pode ser utilizado, embora seja menos rentável já que não é viscoso. “O líquido também é mais inflamável, por isso, traz riscos principalmente para quem tem crianças em casa”.

Maria Aparecida ainda recomenda o álcool apenas como uma alternativa, quando não é possível a higiene pessoal com lavagem das mãos. Segundo ela, a lavagem correta com sabão é tão eficiente quanto passar álcool gel.

20

Mar

Mercado

Coronavírus: serviços de beleza estão entre os segmentos mais atingidos

A segunda atividade que mais registra a formalização de Microempreendedores Individuais (MEI) no Rio Grande do Norte é também uma das que mais estão sendo impactadas pelos efeitos de retração econômica gerada pela pandemia do novo Coronavírus. De acordo com o Sebrae, os serviços de beleza estão entre os mais impactados. A queda de público está levando as empresas a adotar medidas emergenciais para reduzir custos e aumentar a receita, buscando equilibrar o caixa durante o período mais agudo da crise.

Segundo os especialistas do Sebrae, os segmentos mais sensíveis aos efeitos econômicos do Coronavírus são exatamente aqueles onde normalmente se dá uma maior interação presencial com os clientes, que é o caso dos salões de beleza, que somam mais de 8 mil negócios no estado e que podem sofrer os efeitos do cenário atual. Por isso, especialistas recomendam alguns cuidados.

Um primeiro cuidado, que deve ser comum a todos os empresários independente do segmento de atuação, é redobrar a atenção com o planejamento. Os especialistas do Sebrae alertam que é importante estar atento às mudanças dos hábitos de consumo. Neste momento em que boa parte da população deve permanecer em casa, o foco do consumidor vai estar voltado principalmente para produtos e serviços essenciais. Por isso, é importante estar preparado para a oscilação das vendas. Nesse contexto, é fundamental realizar o planejamento de cenários para entender as implicações financeiras e operacionais caso a crise se estenda por um período prolongado.

Dicas

Mais especificamente nos salões é preciso intensificar a higienização diária com a limpeza periódica de todas as superfícies com álcool gel 70%, desde as maçanetas, balcão, recepção, bancadas e cadeiras (inclusive braços) até o lavatório. O empreendedor pode ainda oferecer álcool gel 70% para todos os clientes na entrada do estabelecimento e a todos os parceiros e colaboradores.

Outra dica é reforçar a importância da troca de toalhas e capas a cada cliente e deixar claro a obrigatoriedade de uso da autoclave para os perfuro-cortantes, abrindo a embalagem na frente do cliente. Outra recomendação tem a ver com a ambientação do espaço. Aumente as distâncias entre as cadeiras e lavatórios para o mínimo de 1,5m. Divulgue nas redes sociais que o ambiente segue todas as medidas de contenção da propagação do COVID 19.

Não faça demissões nesse primeiro momento para não perder empregados já preparados e não assumir custos com demissão. Se for necessário, antecipar as férias pode ser uma alternativa. Promova a venda delivery de cosméticos home care, elaborando kits de produtos que atendam às necessidades das clientes. Melhor ainda se forem personalizados, conforme histórico de procedimentos.

19

Mar

Mercado

Hidratação e cuidados com o garrafão de água devem ser redobrado durante pandemia

A pandemia do Covid-19 (Novo Coronavírus) chegou transformando radicalmente o cotidiano de toda a população. No Rio Grande do Norte são mais de 100 casos suspeitos e, o que previne a doença, além do isolamento social recomendado pelas autoridades de saúde, são hábitos básicos de higiene e cuidados com a saúde. Um desses cuidados é manter a hidratação em dia.

“A manutenção da hidratação tem a finalidade de evitar que durante a resposta inflamatória no organismo, que corresponde a sintomas como: febre, dor no corpo e dor de cabeça por exemplo, leve a perda de líquidos de dentro dos vasos sanguíneos, ocasionando uma desidratação”, explica a bióloga e pesquisadora Ariadne Lima. Manter o corpo hidratado aumenta a imunidade e pode prevenir até a entrada de vírus pelo nariz, por exemplo.

Diante dessa necessidade de ficar mais atento para beber água, o consumo deve aumentar em casa e o ideal é que essa água consumida seja a mineral natural. “A água mineral é diferente daquela que vem da torneira e do filtro. Isso porque, a água mineral possui em sua composição íons, minerais como o magnésio, cálcio, sódio e potássio, e nutrientes essenciais para o corpo. Essa combinação de elementos em sua composição faz da água mineral ideal para o consumo regular”, afirma Ariadne.

Mensalmente, 70 milhões de litros de água mineral são engarrafados, conforme dados do Sindicato da Indústria de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Rio Grande do Norte (Sicramirn). E a indústria está preparada para o possível aumento da demanda com a mudança de comportamento da população em precisar ficar mais em casa, e só sair apenas em casos especiais.

“Estamos atentos ao cenário nacional e local e, neste momento, buscamos proteger os colaboradores do setor e abastecer a população com água mineral de forma eficiente e higiênica”, comenta Djalma Cunha, presidente do Sicramirn. Apesar de todos os cuidados da indústria com o garrafão, é muito importante que o consumidor redobre a atenção com a limpeza correta do garrafão.

O ideal para limpar o vasilhame é iniciar o procedimento com água e sabão. Com uma esponja o consumidor deve lavar toda a parte superior e não apenas o gargalo. Quando finalizar este procedimento, deve-se secar com um pano limpo e seco e, por fim, passar álcool para, só depois, poder utilizar. “É importante que se tenha uma esponja ou panos higienizadores exclusivos para limpar o garrafão e não utilizar uma esponja já em uso, como a de lavar louça, por exemplo”, recomenda a bióloga.

Além da limpeza correta do garrafão, deve-se quinzenalmente limpar o bebedouro. Outra recomendação do Sicramirn é que o consumidor não aceite um garrafão com o lacre violado ou com vazamento. O local onde se compra também deve ser observado. Para manter a qualidade da água mineral que vem direto da fonte, o garrafão deve estar armazenado em um local seco e longe de luz solar ou produtos químicos. Para identificar a água mineral natural, o consumidor deve verificar o selo azul encontrado nos lacres de garrafões que indicam a certificação do produto.

19

Mar

Mercado

Pesquisa: 65% confiam que empresas serão eficazes no combate à pandemia

Cerca de 65% dos brasileiros acreditam que suas empresas serão responsáveis e eficazes na resposta ao surto de covid-19, de acordo com um relatório especial do Trust Barometer, estudo realizado pela Edelman e divulgado nesta quarta-feira, 18. O levantamento “Confiança e o Coronavírus” ouviu dez mil pessoas em dez países, inclusive no Brasil, para entender como as pessoas estão se informando sobre a pandemia, em quais canais e o que esperam de empresas e governos em relação às medidas preventivas.

Quando questionados sobre o papel das empresas no combate à pandemia, 59% dos brasileiros ouvidos disseram acreditar que empresas devem trabalhar em parceria com o governo, e 85% acreditam que corporações devem garantir que seus funcionários estejam protegidos no local de trabalho. Ainda, 73% querem que seus empregadores os atualizem com informações sobre o vírus pelo menos uma vez por dia — via e-mails, comunicados e posts em mídias sociais, por exemplo.

Sobre as medidas que empresas devem adotar, pelo menos 45% dos entrevistados consultados globalmente esperam que seus empregadores adotem o trabalho remoto e cancelem reuniões e eventos não essenciais. Outros 42% esperam que companhias deem licença remunerada a funcionários e terceirizados doentes; e 32% esperam que paguem pelo tratamento de trabalhadores que não têm plano de saúde.

Canais de informação

Segundo o estudo, os canais mais utilizados pelos brasileiros para se informar sobre a doença são as mídias sociais, segundo 64% dos entrevistados; imprensa, segundo 59%; e canais oficiais da Organização Mundial da Saúde, segundo 46%. Ainda, 69% dos participantes brasileiros afirmaram ver notícias sobre o coronavírus pelo menos uma vez por dia — outros 26% disseram se informar sobre o tema várias vezes ao dia.

Entre os países consultados, Itália, Coreia do Sul e Japão são aqueles onde consumidores mais buscam informações sobre o assunto. No recorte global, 74% se preocupam com a disseminação de notícias falsas sobre o tema. Quando questionados sobre as fontes mais confiáveis sobre o surto de coronavírus, os entrevistados listaram cientistas, seus próprios médicos, funcionários de secretarias de saúde e influenciadores de saúde online como os mais confiáveis, nesta ordem.

Dois terços dos participantes também acreditam que é preciso dar mais ouvido a cientistas do que a políticos, neste momento. No Brasil, 58% acham que alguns grupos estão fazendo a situação parecer pior do que efetivamente é para obterem vantagens políticas.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/03/18/65-confiam-que-empresas-serao-eficazes-no-combate-ao-coronavirus.html

19

Mar

Mercado

Sebrae lança ferramentas para auxiliar pequenos negócios na crise; acesse

Durante esse período de quarentena para evitar a propagação do novo Covid-19, o coronavírus, o consumidor tende a ficar em casa e recorrer à internet para aquisição de produtos e serviços. A tendência é que empreendedores que ainda não estão no mundo virtual tenham redução nas vendas. De acordo com o último estudo do Sebrae feito sobre o assunto a pesquisa transformação digital nas MPE, apenas 27% dos pequenos negócios contam com site na internet.

Para ajudá-los a estar presentes na web, o Sebrae no Rio Grande do Norte disponibiliza uma ferramenta chamada Mercado Azul. A plataforma ajuda os empreendedores a colocar seus produtos e serviços na rede mundial de computadores para serem encontrados nas buscas do Gloogle, por exemplo. A plataforma online funciona como uma bolsa de mercadorias e serviços e o cadastro é inteiramente gratuito. Podem ser inseridas fotos, contatos, endereços e outras informações sobre a empresa ou o que oferta.

O Mercado Azul é apenas uma das diversas soluções contidas em uma campanha que o Sebrae inicia para ajudar os donos de pequenos negócios a enfrentar a crise econômica gerada pela pandemia do Covid-19. "Queremos ressaltar para o empreendedor potiguar que neste momento de dificuldade o Sebrae está pronto para dar o suporte necessário para vencer os problemas que devem surgir em função dessa crise e superar essa situação adversa, mesmo que de forma remota", diz a gerente do Escritório Metropolitano do Sebrae-RN, Maiza Pessoa.

Denominada "Supere os Impactos do Coronavírus", a ação vai disponibilizar em uma única página conteúdos, e-books, orientações gerais de forma digital. Também serão oferecidas capacitações online já que as presenciais foram adiadas e os atendimentos reduzidos para a não propagação do vírus. Além de ter esses conteúdos digitais e dos tradicionais canais de atendimento, como o 0800 570 0800 e redes sociais, a instituição vai reforçar o programa fale com especialista, que leva orientação de forma virtual feita por um técnico do Sebrae.

O empresário apresenta o problema e a equipe de especialistas sugere uma solução para a questão. A equipe também pode tirar dúvidas e conversar sobre diversos assuntos relacionados a abertura e gestão de negócios. O programa será mais uma das ferramentas disponíveis nesse hotsite desenvolvido para auxiliar os empreendedores nesse momento difícil.

Outra ferramenta é o Check-up Empresarial, uma ação em que o empreendedor através da realização de um autodiagnostico informa como está a gestão da empresa. São abordados temas como: controles financeiros, vendas, fornecedores, equipe, estoque e atendimento. Com base nestes dados o Sebrae fará uma análise e, no final do processo entregará um plano de ação, apontando sugestões de melhorias.

Será possível ainda falar com analistas da unidade de desenvolvimento setorial. A equipe estará de plantão via chat com atendimentos para as empresas dos setores de comércio, serviço, alimentos e bebidas, economia criativa, alimentação fora do lar, alimentação saudável, têxtil, moda, indústria em geral e energias, entre outros. Se o empreendedor preferir pode preencher um formulário e um especialista do Sebrae entrará em contato.

Visando ainda minimizar o impacto financeiro em pequenos negócios durante esse período de quarentena, instituição faz retomar a campanha compre do pequeno uma iniciativa que valoriza a compra em pequenas empresas e comércios de bairros e na comunidade em detrimento a grandes redes de varejo. “Essa campanha é de fundamental importância principalmente para conscientizar a população que é preciso estimular esse consumo local e evitar que negócios fechem e que postos de trabalho sejam encerrados", reforça Maiza Pessoa.

19

Mar

Mercado

Surto de coronavírus pode destruir até 25 milhões de empregos, diz organização

A pandemia de coronavírus pode desencadear uma crise econômica global, destruindo até 25 milhões de empregos em todo o mundo, se os governos não agirem rapidamente para proteger os trabalhadores do impacto, alertou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quarta-feira (18).

"No entanto, se virmos uma resposta coordenada internacionalmente, como aconteceu na crise financeira global de 2008/9, o impacto no desemprego global poderá ser significativamente menor", afirmou a OIT.

A organização pediu medidas urgentes, em larga escala e coordenadas para proteger os trabalhadores em seu local de trabalho, estimular a economia e apoiar empregos e renda.

Tais medidas devem incluir a extensão da proteção social e apoio à retenção de empregos por meio de jornada reduzida ou licença remunerada, além de benefícios financeiros e fiscais, inclusive para micro, pequenas e médias empresas, acrescentou a OIT.

Com base em diferentes cenários para o impacto da pandemia sobre o crescimento econômico global, o desemprego global estimado pela OIT aumentaria entre 5,3 milhões (cenário "baixo") e 24,7 milhões (cenário "alto"). Em comparação, a crise financeira global de 2008/9 aumentou o desemprego global em 22 milhões de pessoas.

"Isso não é mais apenas uma crise global de saúde, é também uma grande crise no mercado de trabalho e econômica que está causando um enorme impacto nas pessoas", disse o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.

"Em 2008, o mundo apresentou uma frente unida para lidar com as consequências da crise financeira global, e o pior foi evitado. Precisamos desse tipo de liderança e resolução agora", acrescentou.

Fonte: Agência Brasil