Mercado

23

Abr

Mercado

Na quarentena, Netflix ganha quase 16 milhões de assinantes

A Netflix adicionou quase o dobro de assinantes previstos para o primeiro trimestre, consolidando seu papel como uma das raras empresas a se beneficiar com a crise global de saúde causada pelo novo coronavírus.

O maior serviço de streaming pago do mundo somou 15,8 milhões de assinantes nos primeiros três meses do ano, com os usuários interessados em conteúdos como Tiger King e o reality “Love is Blind”. Anteriormente, analistas haviam projetado um ganho de cerca de 8,47 milhões de assinantes para o período. Já a própria Netflix esperava 7 milhões.

Enquanto a Covid-19 está devastando a economia global, os serviços de streaming de vídeo como a Netflix estão se beneficiando com o isolamento. O recém-lançado Disney+ ultrapassou 50 milhões de assinantes em apenas cinco meses.

Outra vantagem para a gigante do streaming mora no conteúdo. A Netflix finalmente acertou a receita para realities e produções de não ficção. Tiger King, um documentário sobre os donos de um zoológico de grandes felinos, foi o maior sucesso da companhia nos Estados Unidos desde Stranger Things, com 64 milhões de casas assistindo à atração.

O reality de namoro Love is Blind alcançou 30 milhões de lares. Além disso, o novo reality de relacionamento Too Hot to Handle (que no Brasil, ganhou o nome de Brincando com Fogo), foi um dos programas mais populares do serviço desde seu lançamento na última semana.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/04/22/na-quarentena-netflix-ganha-quase-16-milhoes-de-assinantes.html

20

Abr

Mercado

Senac RN lança Programa de Assistência Digital para ajudar comerciantes a vender por meio das plataformas virtuais

Pensando em oferecer um suporte aos empresários do comércio afetados pelo isolamento social em vigor no estado, que estabelece a suspensão do funcionamento das atividades comerciais não essenciais para conter a disseminação da Covid-19, o Sistema Fecomércio RN lança nesta segunda-feira, 20, o Programa Assistência Digital Empresarial Senac RN. A iniciativa irá prestar um serviço gratuito de orientação e capacitação para as micros, pequenas e médias empresas, com foco em capacitá-las para a comercialização dos seus produtos e serviços nas plataformas digitais.

Inicialmente, uma equipe do Senac RN realizará uma consultoria via telefone ou aplicativo de mensagens, na qual será feita uma análise de perfil da empresa. Em seguida, será agendado um momento online, onde o consultor realizará um mentoria, detalhando as reais necessidades da empresa, sugerindo modelos de negócio para implantação no ambiente virtual.

“O Senac RN sempre buscou investir e oferecer capacitações que contemplassem as plataformas digitais, pois entendemos que essa é uma realidade cada vez mais presente em nossas rotinas, além de ser forte tendência para as profissões do futuro. Nesse momento de quarentena, reforçamos nosso foco neste nicho de mercado e estamos entregando um serviço de orientação ao empresário que precisa se adequar ao isolamento social, criando opções que o ajudem a superar este momento”, explica o diretor regional do Senac, Raniery Pimenta.

Nesta primeira etapa, o programa irá contemplar empresas instaladas no bairro conhecido como o maior centro comercial da capital potiguar, o Alecrim. Cerca de 130 empresas serão contatadas pelos consultores do Senac para iniciar o trabalho de mentoria. Presidente da Associação dos Empresários do Bairro do Alecrim, o empresário Pedro Campos destaca os benefícios quo o projeto trará a classe tanto neste período de quarentena, quanto para o futuro.

“A crise que essa pandemia vem causando na vida das pessoas e nas empresas tem trazido muitas incertezas. A iniciativa do Presidente Marcelo Queiroz em oferecer conhecimento e capacitação do Senac para que os empresários possam desenvolver vendas on-line é muito importante neste momento. Para muitos empresários, é uma nova experiência em seus negócios e essa iniciativa poderá criar novos hábitos, mesmo após o final dessa crise, com as empresas se adequando a essa nova realidade de vendas”, disse Campos.

O Programa de Assistência Digital Empresarial Senac RN também oferecerá transmissões ao vivo (Lives) no canal do Senac no Youtube.  Temas sobre “Como abrir uma conta no Instagram e vender pela ferramenta” e “Como vender seu produto pelo Ifood”, serão abordados pelos especialistas do Senac. Eles irão ministrar treinamentos com instruções de como os empresários poderão se comportar neste novo momento, focando em todas as ferramentas necessárias para este tipo de negócio.

“Desde o início dessa crise econômica instalada pela pandemia Covid-19 o Sistema Fecomércio RN vem investindo em ações e medidas que atendam as pequenas e médias empresas, pois sabemos que esses empresários têm em suas atividades não apenas o sustento de suas famílias, mas também das famílias de seus funcionários. O Programa de Assistência Digital do Senac irá orientar tanto empresários como comerciários, ajudando-os a se reinventarem nessa crise e criando oportunidades tanto para manutenção das atividades quanto para o crescimento em novos cenários”, destacou o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

Interessados em participar do novo Programa de Assistência do Senac, podem consultar informações pelo telefone 4005-1000 ou pelo site rn.senac.br

17

Abr

Mercado

Confederação Nacional da Indústria lança ferramenta online para calcular redução de jornada e salário

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) disponibilizou uma calculadora para ajudar as empresas a calcular a redução proporcional de jornada e salário, feita por acordos previstos na Medida Provisória nº 936.

A ferramenta online e gratuita permite que se faça simulações de acordos de redução de jornada e salário em todas as faixas previstas na norma. Com os dados preenchidos, a calculadora informa o valor a ser pago pelo empregador, o valor da ajuda compensatória – se houver –, o valor do benefício emergencial e total que o trabalhador receberá.

Suspensão de contratos de trabalho

Outra possibilidade trazida pela MP 936 para as empresas é a suspensão do contrato de trabalho de seus empregados.

Com duração máxima de 60 dias, esse instrumento tem exigências distintas para empresas que tiveram faturamento acima ou abaixo de R$ 4,8 milhões em 2019.

Para ambas as situações, a Calculadora MP 936 oferece os valores a serem pagos pela empresa, pelo governo – a título de benefício emergencial – e o salário que o trabalhador receberá.

Com informações da Agência Brasil

17

Abr

Mercado

Chamada pública abre parcerias para fomentar o impacto social; confira

O Sebrae no Rio Grande do Norte está com uma chamada pública aberta  para captação de recursos financeiros para apoiar empreendedores sociais e negócios de impacto que ajudem a solucionar problemas ambientais ou da comunidade em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), dispostos na Agenda 2030. A iniciativa é fundamental para incentivar a implementação de novos projetos inclusivos no estado em tempos de avanço do novo coronavírus (Covid-19).

Empresas, órgãos públicos e instituições sem fins lucrativos podem aderir à chamada pública, denominada ‘Parceria pelo Impacto’, como patrocinadores dos eventos previstos para serem realizados pelo Sebrae, através dos Projetos ‘Empreendedorismo Social – Incluir para Transformar’ e ‘Negócios Inovadores de Impacto Socioambiental’.

A ideia é contar com esses parceiros para aumentar a capacidade de gerar impacto positivo no RN a partir do apoio e fomento aos empreendedores sociais e demais negócios que são capazes de transformar problemas da comunidade em oportunidades de gerar soluções e renda. As informações sobre como participar como empresa parceira pelo impacto podem ser obtidas no edital da chamada pública, que está no Portal do Sebrae (www.rn.sebrae.com.br), na seção ‘Licitações e Editais’.

“O Sebrae já atua com o desenvolvimento de negócio de impacto social há alguns anos, mas queremos que outras instituições possam se envolver e ajudar na resolução dos problemas socioambientais”, explica a gestora do projeto Negócios Inovadores de Impacto Socioambiental do Sebrae-RN, Mona Paula. Segundo ela, somente este ano, a perspectiva é que os dois projetos aportem mais de R$ 1 milhão, oriundos da Instituição, para essa finalidade. As inscrições são feitas online e as dúvidas podem ser retiradas pelo e-mail impactosocial@rn.sebrae.com.br

16

Abr

Mercado

Site ajuda produtores de queijos do Seridó a aumentarem as vendas

A Agência de Desenvolvimento Sustentável do Seridó – ADESE, com o apoio do Sebrae do Rio Grande do Norte, lançou nesta quarta-feira (15) o site https://queijosdoserido.com.br/  para divulgar as atividades dos produtores de queijos regionais do Seridó. Existem atualmente pouco mais de 300 produtores de queijo de coalho e de manteiga distribuídos pelos 25 municípios do Seridó norte-rio-grandense. Muitos deles produzem outros derivados do leite, como a manteiga do sertão, muito apreciada e utilizada na culinária regional por consumidores do Nordeste brasileiro.

A iniciativa é uma alternativa visando minimizar os efeitos da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19) na cadeia produtiva do leite, que está praticamente estagnada por falta de locais para a comercialização desses produtos, devido ao fechamento do comércio local e isolamento social das famílias. Segundo o presidente da Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares do Seridó - COAFS, Joseilson Medeiros, a crise do coronavírus tem afetado diretamente a comercialização de queijos e, consequentemente, a produção de leite na região do Seridó, que sofreu uma queda vertiginosa.

Catálogo de produtores

O site disponibiliza um Catálogo de Produtores de Queijo do Seridó, que está sendo alimentado pela ADESE, com o apoio da Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares do Seridó – COAFS, localizada em São João do Sabugi, e da Cooperativa Agropecuária do Seridó – CAPESA, em Parelhas, que têm abrangência em todos os municípios da região. O catálogo reúne informações como o nome do produtor, nome da queijeira, tipos de queijos produzidos, contatos e endereços, identificando o município onde pode ser encontrado.

A expectativa de Joseilson Medeiros é que com o apoio do site e a adoção de novas formas de comercialização, como o delivery, por exemplo, é que haja uma recuperação das vendas. “Reconhecemos e agradecemos o apoio do Sebrae, do Senar e do Sescoop que têm nos dado uma grande força com estratégias e ferramentas para que possamos suportar essa crise”, afirma o presidente da COAFS.

Os produtores podem se cadastrar gratuitamente no site, através do email  adese@adese.com.br ou em contato com o diretor executivo, Vanderli Araújo (whatsapp 99909 8840). Segundo o gerente do Escritório Regional do Sebrae, em Caicó, Pedro Alexandro Medeiros, o site foi idealizado para estimular o consumo dos produtos pelas famílias na região, que está muito retraído diante da pandemia.

As pessoas que acessarem o site poderão fazer suas consultas por município e identificar aonde encontrar os produtos que desejam adquirir. No site os interessados também poderão assistir vídeos sobre o processo da produção do queijo de manteiga, de coalho e da manteiga do sertão, também conhecida popularmente como manteiga da terra.

16

Abr

Mercado

IBGE: 33,6% das empresas brasileiras são inovadoras

No período de 2015 a 2017, 33,6% de um universo de 116.962 empresas brasileiras com dez ou mais trabalhadores fizeram algum tipo de inovação em produtos ou processos. Essa taxa de inovação ficou 2,4 pontos percentuais abaixo da apresentada no triênio anterior de 2012-2014, quando alcançou 36%.

As informações constam da Pesquisa de Inovação (Pintec) 2017, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (16) com dados sobre o esforço de empresas dos setores da indústria, serviços e eletricidade e gás - entre 2015 e 2017 - para a inovação de produtos e processos.

Segundo o IBGE, uma empresa é considerada inovadora quando introduz no mercado um produto ou implementa um processo novo ou substancialmente aprimorado.

De acordo com o instituto, a retração econômica do período avaliado afetou diretamente as iniciativas de inovação, não apenas com o recuo na taxa de inovação, mas também com a queda nos investimentos em atividades inovadoras e nos incentivos do governo à inovação tecnológica.

Os gastos em atividades inovativas, das 39.329 empresas inovadoras, atingiram R$ 67,3 bilhões em 2017, representando 1,95% da receita líquida de vendas do universo das companhias, com uma queda de 17,42% em relação aos R$ 81,5 bilhões investidos em 2014, equivalentes a 2,5% da receita líquida.

Pela primeira vez na série histórica da Pintec, investimentos pelas empresas em atividades internas de pesquisa e desenvolvimento (P&D) ficaram à frente de aquisição de máquinas e equipamentos. Do total de gastos, R$ 25,6 bilhões foram para atividades internas de P&D. Outros R$ 21,2 bilhões foram aplicados na aquisição de máquinas e equipamentos e R$ 7 bilhões na aquisição externa de P&D.

O gerente responsável pela pesquisa, Flávio Peixoto, explica que, com a recessão econômica do período entre 2015 e 2017, o apoio do governo à inovação por meio de linhas de financiamento registrou queda acentuada, tendo forte impacto na compra de máquinas e equipamentos voltados para atividades inovativas.

“O apoio público é muito importante. Quando esse apoio diminui, existe grande tendência de as empresas também diminuírem suas atividades inovativas”, disse o analista. “Também tivemos o efeito do câmbio e os insumos importados ficaram muito caros, o que afetou a aquisição externa de máquinas e equipamentos”.

Segundo a pesquisa, o percentual de empresas beneficiadas com algum incentivo do governo recuou de 39,9%, em 2014, para 26,2%, em 2017. O financiamento à compra de máquinas e equipamentos, principal mecanismo de incentivo à inovação, foi a modalidade que mais perdeu relevância, caindo de 29,9% de empresas beneficiadas em 2014 para 12,9% em 2017.

Outra modalidade de apoio à inovação, que são os incentivos fiscais da Lei do Bem (Lei 11.196/2005), teve um pequeno avanço. As empresas que se beneficiaram da Lei do Bem passaram de 3,5% em 2014 para 4,7% em 2017. Essa norma é considerada um dos principais instrumentos de incentivo à inovação no setor produtivo.

Obstáculos à inovação

De acordo com o IBGE, no período 2015-2017, os riscos econômicos excessivos ganharam importância para as empresas inovadoras e se configuraram como o principal obstáculo para inovar para 81,8% delas. Por outro lado, os elevados custos para inovar caíram da primeira colocação no ranking de importância, observados na Pintec 2014, para a segunda na Pintec 2017, sendo indicado por 79,7% das empresas inovadoras.

“A falta de pessoal qualificado foi indicada por 65,5% das empresas inovadoras, despontando como terceiro obstáculo no ranking, ganhando espaço em relação à escassez de fontes apropriadas de financiamento (63,9%), que caiu para a quarta posição”, informa o IBGE.

As empresas que não inovaram no período 2015-2017 apontaram as condições de mercado como a principal razão para não ter realizado atividade inovadora, motivo relacionado com o período de recessão da economia brasileira.

Para o gerente responsável pela pesquisa, um período recessivo causa impacto na decisão da companhia em inovar. “A inovação é uma decisão estratégica e de longo prazo da empresa. É um fenômeno que custa a aparecer. Tem maturação longa em vários aspectos. No momento em que a empresa se depara com riscos econômicos, é muito natural que ela retraia os seus investimentos em inovação”.

Ainda de acordo com a pesquisa, as empresas maiores são as mais inovadoras. Os investimentos em atividades inovativas estão concentrados em companhias de maior porte: 68,9% dos gastos totais foram feitos por empresas com 500 ou mais pessoas ocupadas.

Fonte: Agência Brasil

15

Abr

Mercado

Estudo: mercado de infraestrutura de TI cai 15,2% em 2019

O mercado brasileiro de infraestrutura de TI registrou queda de 15,2% e faturou US$ 1,4 bilhões em 2019, segundo o estudo IDC Brazil Enterprise Infrastructure 2019, realizado pela consultoria IDC Brasil. “A queda era esperada. A mudança de governo impactou os negócios em 2019, principalmente no início do ano, com a expectativa da Reforma da Previdência. Mas, com o passar dos meses e a postergação da medida, empresas privadas e o próprio governo optaram por aguardar para voltar a investir”, explica Thomas Campos, analista de mercado da IDC Brasil.

Segundo ele, no segundo semestre, principalmente no último trimestre, o governo fez alguns investimentos em soluções de redes e segurança, mas não o suficiente para salvar o mercado da queda. Foram, inclusive, os únicos segmentos a registrarem alta em 2019: o mercado de redes cresceu 4,4% e o de aplicações de segurança, 3%, na comparação com 2018.

O faturamento, respectivamente, foi de US$ 659,9 milhões e US$ 219,7 milhões. Já os mercados de servidores e armazenamento externo tiveram queda de 10,6% e 5% com receita de US$ 482 milhões e US$ 301,3 milhões, respectivamente. Para o analista da IDC Brasil, a preocupação com segurança começou a crescer com a proximidade da Lei Geral de Proteção de Dados, que entraria em vigor em agosto deste ano, mas foi adiada para janeiro de 2021 por conta da pandemia de covid-19.

Esse segmento faturou US$ 61,6 milhões só no quarto trimestre de 2019, alta de 5,1% em relação ao mesmo período de 2018. Já o setor de redes teve aumento devido ao maior investimento em roteadores por operadores regionais. “Existem milhares de operadoras espalhadas pelo interior do país e notamos um crescimento da demanda por esses equipamentos”, diz Campos. No quarto trimestre de 2019, por exemplo, os roteadores tiveram alta de 4,4%, na comparação com o mesmo período de 2018, e receita de US$ 80,8 milhões. O mercado de infraestrutura no último trimestre de 2019 registrou alta de 0,6%, com US$ 421,4 milhões de faturamento.

Expectativa para 2020

Para 2020, a IDC Brasil prevê grande impacto no mercado de infraestrutura de TI por conta da pandemia de covid-19. Até o momento, a expectativa é de queda de 8,5% na comparação com 2019. “Alguns projetos que deveriam ter acontecido em 2019 ficaram para 2020 e vão salvar o desempenho do primeiro trimestre. Mas no segundo trimestre o impacto será forte, o que vai puxar o mercado para baixo”, afirma.

A previsão é de um cenário mais positivo para o segmento de redes, especialmente em roteadores para as grandes operadoras, por conta da alta demanda de home office durante o período de isolamento social. “No terceiro trimestre já podemos esperar uma retomada, mesmo que lenta, com uma normalização dos negócios no quarto trimestre”, finaliza.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/resultados-financeiros/mercado-de-infraestrutura-de-ti-cai-152-em-2019-segundo-idc-brasil-163346/

 

14

Abr

Mercado

FCDL lança campanha Juros Zero para sensibilizar os bancos a contribuírem com as empresas

Em meio a crise econômica provocada pela pandemia do coronavirus, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte (FCDL RN) lança hoje a campanha Juros Zero. O objetivo é sensibilizar os bancos públicos e privados a promoverem linhas de crédito sem juros para socorrer o setor produtivo. O Presidente da FCDL RN, Afrânio Miranda explica que a campanha é “hora de juro zero para o comércio não quebrar, o emprego não acabar e a vida continuar” tem por finalidade chamar as instituições financeiras brasileiras para de fato contribuírem com as empresas e darem condições reais para que elas possam enfrentar esse momento de crise.

Desde o início da pandemia e das medidas de segurança adotadas pela Organização Mundial de Saúde e o Governo do Estado, a FCDL RN tem se reunido com os representantes de instituições financeiras em busca de crédito para as empresas. “Estamos buscando de todas as formas dar condições para que os empresários se mantenham vivos neste momento, e garanta não só a sobrevivência das empresas, mas também a manutenção dos empregos dos colaboradores. As dificuldades são enormes, todos os dias ouço relatos de demissões e  de empresas com dificuldades, precisamos fazer alguma coisa e contamos com as instituições financeiras para isso”, enfatizou Miranda.

Ele acrescentou ainda que há bilhões nos bancos para serem utilizados, mas, com a burocracia no meio do caminho e com a equipe reduzida de trabalho, este dinheiro não vai chegar em quem realmente precisa. “Apesar dos bancos ter os recursos disponíveis, nossos associados informam que ainda não conseguiram ter acesso. Que as informações são desencontradas, principalmente no tocante as linhas de crédito que foram anunciadas pelos governos estadual e federal”.

Com a campanha Juros Zeros a FCDL RN quer sensibilizar outras entidades representativas do setor produtivo para levantarem essa bandeira.  “O Juros Zero não é interesse apenas do setor de comércio e serviços. É interesse de todo mundo que trabalha e produz neste país. Precisamos nos unir e engrossar o coro de ajuda. A economia não pode parar, ou então teremos ao fim dessa pandemia uma nação de endividados e desempregados”,  alertou Afrânio Miranda.

Outra reivindicação da FCDL RN  é de que o BNDES discipline o comportamento dos bancos na liberação dos recursos para o pagamento da folha dos funcionários, referindo-se à linha de crédito de 40 bilhões anunciada pelo Governo Federal na semana passada. “Alguns bancos, para oferecer o crédito, estão obrigando as empresas a migrarem suas contas. O empresário não pode ser obrigado a isso. Isso é inconstitucional, é venda casada”, afirmou Miranda.

A campanha Juros Zero inclui também os cartões de crédito, a ideia segundo o presidente da FCDL RN  é contemplar não só empresas, mas também a população em geral que também enfrenta dificuldades para horar seus pagamentos. “Essa crise que estamos enfrentando afeta todo mundo. Muitos profissionais autônomos por exemplo estão sem trabalhar, por tanto sem recursos para pagar uma fatura de cartão de crédito, então a ideia é cortar os juros de quem pagar o mínimo, como uma forma de não aumentar a dívida dessa pessoa, explicou ele.

14

Abr

Mercado

Startup brasileira de educação contrata trainees e programa já tem 22 mil inscritos

A Arco Educação, startup unicórnio brasileira (com valor de mercado de 1 bilhão de dólares), abre nesta terça-feira, 14, as inscrições para seu programa de Trainee com vagas em São Paulo, Curitiba, Fortaleza e Belo Horizonte.

A seleção teve um período de pré-inscrição online e já tem 22 mil candidatos. Nas edições anteriores, o programa teve 35 mil inscritos em 2018 e 46 mil em 2019.

A empresa procura por estudantes com formação entre 2017 e o final de 2020, considerando a data original caso a formatura seja alterada por conta da pandemia do coronavírus. Os candidatos também devem ter disponibilidade para se deslocar e residir nas quatro cidades com vagas abertas.

Também por causa da pandemia, a data para a etapa final do processo, que será presencial, ainda será divulgada. A Arco irá aguardar a normalização da situação para realizar o bootcamp em Fortaleza, com todas as despesas pagas para os candidatos finalistas.

O resto da seleção será online, com teste de fit cultural, envio de vídeo e resolução de um case de negócios. As inscrições podem ser feitas pelo site do programa até o dia 30 de maio.

Fonte: Revista Exame, disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/unicornio-de-educacao-contrata-trainees-e-programa-ja-tem-22-mil-inscritos/

14

Abr

Mercado

Sebrae abre edital de Economia Criativa com destaque para o digital; confira

O Sebrae no Rio Grande do Norte abriu, nesta segunda-feira (13), as inscrições para o 6º Edital de Economia Criativa, que vai investir R$ 520 mil para apoiar projetos culturais e de artistas potiguares. Os recursos serão destinados a projetos nas áreas de artesanato, artes cênicas, artes visuais, audiovisual, dança, literatura e música.

No entanto, devido ao contexto de isolamento social e restrições de circulação para a contenção da disseminação do novo coronavírus (Covid-19), o edital criou uma modalidade que contempla recursos para projetos voltados para plataformas digitais. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail economiacriativa@rn.sebrae.com.br e o edital com o formulário de inscrição está disponível no Portal do Sebrae (https://www.rn.sebrae.com.br/) na seção ‘Licitações e Editais’.

O Edital de Economia Criativa do Sebrae tem como principal objetivo o estímulo ao empreendedorismo cultural para a promoção de negócios da economia criativa. Com esse valor, o Sebrae soma um montante de R$ 2,12 milhão destinados, através desse tipo de edital, ao fomento de novos produtos, serviços e bens culturais, aquecendo a cadeia produtiva da economia criativa e o patrimônio imaterial do Rio Grande do Norte.

Uma das novidades desta edição é que a modalidade ‘Serviços Digitais’, que visa contemplar artistas e projetos que desenvolvem iniciativas culturais exclusivamente no meio digital, contribuindo para levar cultura à população mesmo em tempos de quarentena. Poderão ser apoiadas quaisquer iniciativas artísticas transmitidas pela internet ou por aplicativos. Deverão ser selecionados 12 projetos nessa categoria, cada um no valor de R$ 10 mil.

“Acredito que é uma iniciativa relevante para o segmento porque estimula o desenvolvimento de projetos inovadores pra economia criativa e até mesmo em novos formatos. Nesse contexto de isolamento social, os artistas vão pensar na concepção de projetos diferentes das apresentações tradicionais”, pondera a gestora do projeto de Economia Criativa do Sebrae-RN, Ana Ubarana.

Os recursos disponíveis para as iniciativas selecionadas servem para cobrir parte das despesas apresentadas na planilha, exposta no momento da inscrição, conforme o valor da cota e a natureza da despesa. Somente poderão concorrer ao edital pessoas jurídicas com CNPJ enquadradas tributariamente como Microempreendedor Individual (MEI), Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), com funcionamento no Rio Grande do Norte.

14

Abr

Mercado

Metade dos brasileiros teve renda afetada pela pandemia, diz pesquisa

A crise gerada pela pandemia de coronavírus já afetou a renda de metade dos brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva. Entre os que já sentiram os impactos no orçamento familiar, 52% têm 50 anos ou mais, 48% possuem ensino superior completo e 38% moram na Região Sudeste. A pesquisa ouviu, por telefone, 935 pessoas com 16 anos ou mais em 72 cidades do país.

Segundo o levantamento, 16% dos trabalhadores foram dispensados temporariamente e 57% afirmaram que suas empresas ou negócios não estão funcionando durante a quarentena. O índice dos que continuam trabalhando normalmente é 37% e 47% declararam estar trabalhando em casa.

A maioria dos entrevistados declarou que as perspectivas para o futuro são ruins. De acordo com a pesquisa, 88% estão preocupados em perder o emprego, mesmo percentual dos que acreditam que a crise gerada pela pandemia deve afetar a renda familiar.

Fonte: Agência Brasil

13

Abr

Mercado

Especialista alerta empresas que prorrogação no pagamento de impostos oferecida por governos pode não ser a melhor estratégia

A crise econômica gerada pela pandemia do novo Coronavírus vem impactando fortemente a saúde financeira de milhares de empresas por todo o país e desafiando os empreendedores a encontrarem alternativas para vencerem este período, cuja duração ainda não é possível prever. Neste cenário, é preciso cautela para não enxergar os benefícios tributários que vêm sendo oferecidos pelos governos federal e estadual como “tábua de salvação” de adesão imediata, sob o risco de postergar um grave problema financeiro para alguns meses à frente. Mais prudente pode ser buscar créditos junto ao fisco que permitam uma redução dos futuros impostos a pagar, garantindo e preservando mais recursos financeiros em caixa.

O alerta é feito pelo administrador, advogado e presidente da Comissão de Direito Empresarial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RN), Arnaldo Lázaro. Ele ressalta a importância do empresário fazer um planejamento financeiro detalhado antes de aderir às prorrogações.

O movimento fiscal e tributário que os Estados e a União estão fazendo não é tábua de salvação. O ideal seria isentar os principais tributos, como se fosse um perdão de dívida. Mas os pacotes apresentados não vão neste sentido: eles apenas prorrogam para que se pague depois. Portanto, é preciso estar atento a um possível novo problema, porque esse arrolamento de dívidas, por até 90 (noventa) dias, ocorrerá em paralelo com a diminuição da produção empresarial, ou seja, as dívidas antigas se vencerão junto as futuras, no momento em que as empresas ainda não se recuperaram. É bem provável que o ritmo das produções e vendas não resulte em faturamento capaz de cobrir um passivo de impostos tão alto, afinal, após a suspensão dos pagamentos nos meses de março, abril e maio, o curso de cobrança do fisco voltará ao normal”, explica Lázaro. “Postergar deve ser uma decisão a tomar apenas em casos bastante específicos”.

Conforme detalha Arnaldo Lázaro, a análise financeira e o trabalho de recuperação de créditos tributários são fundamentais para identificar se, em vez de deixar para depois as obrigações com o fisco, o empresário poderá dispor logo de créditos tributários que os ajudem a reduzir valores a pagar.

“Trata-se de uma verdadeira e minuciosa diligência no movimento tributário e fiscal das empresas nos últimos cinco anos, verificando se algum tributo foi pago a mais do que o devido. É muito comum que isso aconteça porque no Brasil temos quase 4 milhões de normas tributárias e fiscais. Diversos insumos adquiridos pelas empresas podem ter sofrido muitas modificações em suas alíquotas ou isenções podem não ter sido contabilizadas ao longo de um exercício e tudo isso pode passar despercebido pela empresa, não ajustando a carga tributária da forma mais precisa e correta”, explica. Atualmente, em função da pandemia, diversos insumos da área médica, por exemplo, receberam redução ou suspensão de alíquota, o que exige uma atenção dobrada das empresas que atuam na área.

Arnaldo Lázaro relata que todas essas análises tributárias e fiscais são feitas de forma sistêmica. Ao se encontrar créditos, a compensação pode ser feita em âmbito administrativo, diretamente no site do órgão fiscal, de modo que o crédito pode ser utilizado para pagamento de impostos futuros. Para reaver esses créditos, não é preciso promover demanda judicial. A recuperação é feita administrativamente, de forma simples, rápida e segura. A análise pode ser feita tanto com relação a impostos estaduais quanto federais, incluindo ICMS, IPI, PIS, COFINS, Imposto de Renda, FGTS e INSS, entre outros.

O advogado conta o exemplo de uma empresa de comércio de smartphones, com atuação no Nordeste, que realizou a análise de recuperação de crédito tributário e identificou, em um período de 90 (noventa) dias, um crédito de R$ 1,5 milhão junto ao fisco federal. “Esse valor será totalmente recuperado em compensações mensais nos próximos pagamentos de impostos”, comenta.

Sobre Arnaldo Lázaro:

Arnaldo Lázaro é compliance officer, administrador de empresas e advogado. Especialista em Direito Processual Civil (IDP/DF), pós-graduado em Direito Público (OAB/DF) e com MBA em Direito Empresarial (FGV/RJ).

Como administrador de empresas, atuou durante dez anos no mercado corporativo de distribuição de produtos e serviços gráficos, desempenhando a função de gerente e diretor nas empresas Duplotek do Brasil, Multfaas e Multisit.

Na advocacia, iniciou sua carreira no Escritório Macedo e Guedes Advogados, em Brasília, atuando na área do Direito Empresarial. Em seguida, fundou a Sociedade Arnaldo Lázaro Advocacia. Em paralelo, nesta mesma oportunidade, na capital federal, assumiu a coordenação nacional de normas, acordos e convênios da Presidência do INSS, autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social.

Atualmente, é consultor em compliance e advogado na área empresarial, presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB (RN), membro da IBRADEMP, corporate dealer na WhistleB, Whistleblowing Centre e Chief Executive Officer na Linc - Legal in Company.

13

Abr

Mercado

E-commerce cresceu mais de 32% em relação ao ano passado

A edição atual do relatório Neotrust, uma espécie de censo do varejo online brasileiro divulgado pela Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado, revela que o e-commerce cresceu de forma significativa durante os primeiros três meses do ano. O faturamento atingiu R$ 20,4 bilhões (alta de 26,7% em relação ao mesmo período do ano passado), um reflexo do aumento expressivo do volume de compras realizadas pela internet: 49,8 milhões, número 32,6% maior do que o do primeiro trimestre de 2019.

Apesar da alta significativa, consumidores estão gastando menos em suas compras on-line. De acordo com o estudo, o tíquete médio dos pedidos realizados no primeiro trimestre foi de R$ 409,50 – valor 4,5% menor do que o registrado em 2019 –, um fator já relacionado à chegada do coronavírus ao Brasil.

“A COVID-19 já provoca mudanças estruturais no hábito dos consumidores de varejo digital. Com as medidas de isolamento implantadas no fim do mês de março, cada vez mais pessoas optam por adquirir pela internet itens de necessidade básica, como produtos de supermercado ou de farmácia. Enquanto isso, itens de maior valor agregado, como eletrônicos, ficam em segundo plano. Essa conjuntura ajuda a explicar a queda do tíquete médio no período”, explica André Dias, diretor executivo da empresa.

Além do aumento expressivo das vendas de produtos de higiene e saúde, especialmente no mês de março, outras categorias ligadas ao momento de quarentena apresentaram crescimento nas vendas como: Artigos para Casa, Eletrodomésticos/Ventilação, Suplementos/Esporte e Lazer, Móveis/Construção e Decoração.

Outro fator que destoa das tendências observadas anteriormente é a redução do valor do frete, mesmo em meio ao aumento significativo do número de compras. O preço médio do serviço teve redução de aproximadamente 6% em relação ao mesmo período de 2019, totalizando R$ 21,06.

“Esse é um comportamento atípico, que pode ser explicado pelo sucesso das promoções realizadas no primeiro trimestre. ‘Saldões’ e a Semana do Consumidor, que, por vezes, usam do frete grátis como estratégia de venda, tiveram resultados significativos no início do ano. Somente esta última data movimentou R$ 1,89 bilhão em março, crescimento de 19% em relação às vendas nos mesmos sete dias de 2019”, completa Dias.

Em meio a tantas mudanças, o relatório também traz conclusões alinhadas às perspectivas mostradas nos trimestres anteriores, como: o fato de que a maior parte das compras realizadas em 2020 foi feita no Sudeste (responsável por 66,6% dos pedidos); as mulheres continuam sendo o público que mais compra em volume no e-commerce; e a idade média dos compradores, que permanece em 37 anos.

Cross Border

Fora das fronteiras nacionais, o e-commerce também tem boas perspectivas, se depender do consumo dos brasileiros. De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Compre&Confie com 2.397 consumidores, no último ano, sites estrangeiros faturaram R$ 6,1 bilhões. O resultado reflete as 59,5 milhões de compras realizadas durante todo o ano e o tíquete médio registrado, de R$ 102,00.

“Apesar de significativos, os números ainda não trazem preocupações para os varejistas locais. No mesmo período, o e-commerce brasileiro movimentou R$ 75,1 bilhões e concentrou mais de 178 milhões de pedidos de compra”, destaca Dias.

No último ano, 14,1 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra online em sites estrangeiros. A média é de quatro compras por consumidor nessas plataformas durante todo o ano. Entre as categorias mais compradas, estão: Eletrônicos (destacada por metade dos compradores), seguida por Telefonia (28,7%) e por Moda e Acessórios (21,4%).

Ainda segundo dados da pesquisa, a principal motivação de compra em plataformas fora do país está em preços menores (apontada por 82,7% dos entrevistados). Em seguida, está a busca por produtos não encontrados no Brasil (36,4%) e por maior variedade de produtos (29,9%).

Apesar do volume significativo de compras, a principal preocupação dos consumidores na hora de visitar sites internacionais é o tempo de entrega (apontado por 67,5% deles).

“As preocupações com a COVID-19 ainda estavam longe de chegar ao ápice no período ao qual a pesquisa se refere. Ainda assim, 57% dos entrevistados declararam terem medo de se contaminarem por futuras encomendas estrangeiras ao longo deste ano”, finaliza Dias.

A terceira edição do relatório será divulgada no dia 8 de abril e estará disponível para download no site. O estudo traz um panorama completo do trimestre e mais detalhes a respeito do consumo on-line dos brasileiros no varejo digital.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/e-commerce/e-commerce-cresceu-mais-de-32-em-relacao-ao-ano-passado-163248/

13

Abr

Mercado

Núcleo de Economia Aplicada da UFRN divulga boletins com análises de dados do Estado; confira

O Núcleo de Economia Aplicada e Conjuntura (NEAC), do Departamento de Economia (Depec) do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UFRN, iniciou a publicação de boletins de análise de dados socioeconômicos para Natal e o Rio Grande do Norte, com panoramas e mapas relacionados à Covid-19.

A equipe já produziu cinco boletins que podem ser consultados neste link. Os documentos apresentam a distribuição espacial de variáveis como renda, número de agências bancárias, número de respiradores, dentre outros, e tem o objetivo de levar informação à sociedade em geral e contribuir para que ações individuais, coletivas e governamentais sejam realizadas em prol da contenção da doença no estado.

13

Abr

Mercado

Microsoft cria índice para analisar Tendências de Trabalho

Em consequência das mudanças abruptas causada nos hábitos de trabalho e estudo de milhões de pessoas globalmente, em consequência da pandemia e a necessidade de isolamento social, a Microsoft está lançando um Índice de Tendências de Trabalho e acaba de divulgar o primeiro relatório a respeito. Segundo a empresa, o relatório utiliza o Microsoft Graph para analisar tendências de produtividade e como cenários de trabalho remoto estão mudando a maneira como as pessoas se conectam.

“O intuito da Microsoft em compartilhar essas ideias, ao mesmo tempo em que protege os dados pessoais e organizacionais, é que seus clientes possam aprender com os pontos positivos e planejar o futuro”, afirma a empresa em comunicado. Vale lembrar que a plataforma Zoom, de videoconferências, que vem sendo amplamente utilizada enfrenta questionamentos por conta de falhas graves de segurança, daí o fato de a Microsoft enfatizar aspectos ligados à segurança.

No primeiro relatório, divulgado no final da semana passada, as informações são divididas em quatro tópicos. O primeiro diz respeito à descoberta de novas maneiras de as pessoas se conectarem e serem produtivas, quando se trabalha em isolamento. A empresa registrou novo recorde diário de 2,7 bilhões de minutos de reunião em um dia (aumento de 200% sobre 900 milhões registrados em março). Além disso, aponta que 183 mil assinantes em 175 países estão usando o Teams for Education, sendo uma das demandas que cresceu a capacidade de baixas relatórios dos participantes.

Quanto ao uso de vídeo chamadas, o relatório aponta que os usuários do Teams têm ativado vídeo duas vezes mais do que antes da pandemia, o que indica a busca de simular o contato físico, por meio do contato visual. O total de vídeo chamadas cresceu 1.000% em março, sendo que países como Noruega e Holanda se destacam nas reuniões que incluem vídeo, com índice de 60% do total de reuniões.

Uma terceira tendência observada no relatório é o uso do celular como mecanismo de conexão, nos países e indústrias mais impactados pela pandemia, uma vez que as pessoas estão trabalhando em horários flexíveis, tentando equilibrar o lado corporativo com a vida pessoal. O número de usuários do Teams em dispositivos móveis cresceu mais de três vezes, desde o início de fevereiro até 31 de março e foi maior particularmente na Espanha e Itália. O tempo de uso pelas pessoas também aumentou em uma hora.

Por fim, a Microsoft aposta que este momento “mudará a maneira como trabalhamos e nos conectamos para sempre”. Utiliza a China como base para exemplificar a tendência. Lá, mesmo com parte das pessoas sendo liberadas para voltar ao trabalho, o número de novos usuários por dia do Teams ainda é duas vezes maior que o registrado no final de janeiro. Além disso, o número de usuários ativos da ferramenta naquele país continua crescendo, semana a semana.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em:https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/04/13/microsoft-cria-indice-para-analisar-tendencias-de-trabalho.html